Notas iniciais
Olá meninas ♥ Obrigado pelos comentários aos capítulos anteriores, foram muito bons e amei cada um deles. Eu sei que está toda a gente muito expectante nessa aliança que Anastacia e Christian tem, mas eu sei que nem todos aceitam alguns altos e baixos, mas apesar de muita coisa tem coisas que não dá para evitar. Só peço que não me xinguem, matem, mas é uma coisa breve, porque o casal logo vai se entender, ok? (cá entre nós alguém aqui tem que se colocar no lugar da Ana) Ninguém aqui está falando em traição ou algo do género, ela só está abalada pela circunstância inicial. Enfim, acho que vos devo essa explicação como autora e prometo que depois desse capítulo tenso a bonança vai chegar, ok? É só mais um teste para o casal. Sem delongas o capítulo 51 Leiam as notas finais. P.S. Saiu nova fic "Herança do Amor" dêem uma olhada aqui o link: https://fanfiction.com.br/historia/697692/Heranca_do_Amor/ obrigado e espero que gostem :) boa leitura,

— Mas é, meu senhor! É tão verdade que estou de 12 semanas, embora não pareça... e não quero ser observada por essa mulher, não gosto dela. — bate o pé protestante. — Nós vamos ter um filho, esse filho é seu sim senhor, não me envolvi com mais homem algum na época ou já esqueceu do nosso contrato de exclusividade? Era sua submissa, você meu dominador! — tapo a boca abafando minha vontade absurda de gritar um já chega sonoro. — Você foi e continua sendo o único homem que amo... nós eramos tão felizes meu amor...

Ela vai até ele o agarrando sem qualquer consideração à minha presença descendo tão baixo pelo quanto pude perceber. "CRETINA" o meu subconsciente xinga com ódio dela. A minha deusa querendo partir com tudo para cima e surrá-la.

— Vou embora! — digo quebrando meu silêncio e Christian vem até mim, ignorando Leila que se vê rejeitada por ele uma vez mais. — Não precisa vir... — levanto a mão o impedindo de vir. — Você já tem um problema com o qual lidar, não quero ficar e ser um outro para você... — digo me forçando horrores para não chorar na sua frente.

Pois só eu sei o quanto é dificil rejeitar a pessoa que mais amo. Dificil o esforço cruel que estou forçando dentro de mim para não me quebrar em pedaços e estilhaçar forte e feio nesse chão.

— Ana, amor... — ele implora querendo me tocar, querendo me beijar, querendo implorar por não ir. — Por favor fique, você não é nenhum problema para mim e além disso quem está a mais nessa situação é Leila... — o interrompo.

— Como assim a mais, Christian? — faço uma expressão incrédula ao modo de como ele nem sequer valoriza o fato que ela está esperando um filho seu. — Que a ficha caia em sua cabeça... ela está esperando um filho seu! — alerto para esse fato realista e duro. — É seu dever ficar com ela, cuidar deles! — digo engulindo em seco todas essas palavras que saiem da minha boca, pois só eu sei o quanto dói. — Seja homem e assuma o seu erro, não fuja para as sombras de novo! — returco lhe dando as costas e carregar no botão afim de chamar um elevador no hall, mas ele impede sobrepondo a mão na frente. — Não torne isso mais complicado! — peço com educação, evitando olhar nos seus olhos que sei que me vou perder.

— É, ela não precisa de você... nós sim... — escuto a voz daquela mulher e reviro os olhos virando o rosto para não, não me denunciar para ele. Denunciar minha tristeza forte.

— Por favor! — imploro novamente. Ele tira a mão não tornando tudo mais complicado.

Eu ia precisar de tempo, é tudo muito novo para minha cabeça, tudo muito estranho e invasivo para a minha felicidade larga e modesta. Mas é um fato de que tem mais gente que nos quer mal que bem, e aposto que aquela velha deve estar rindo a essa hora se sonhar que isso aconteceu. Err, que ódio, que ódio dela, de Leila, de Jack. Só tenho vontade de desaparecer, apagar. Esquecer que esse mundo existe.

As portas abrem e eu entro querendo forçosamente que elas se fechassem para apagar da cabeça a imagem de ver uma mulher na sala de Christian, de mão na barriga e feliz por ter alguma coisa dele, alguma coisa que o obrigaria a ficar ligado a ela para o todo o sempre como laço da união de sangue. Alguma coisa que não daria para ele tão cedo.

Ao chegar ao térreo ando meio bamba até ao carocha, queria segurar as lágrimas teimosas querendo encher meu rosto, queria não chorar, mas não conseguia conter a forte vontade. E me encostei no pilar junto ao parque me deixando banhar por lágrimas incontroladas e chamativas de dor. A rua parecia deserta, sem ninguém nesse momento para me questionar o que estaria sentindo, pois não sinto capaz de falar. "ANASTACIA POR FAVOR, NÃO CHORA" o meu subconsciente implora não gostando de me ver nesse estado. "ELE NÃO TEM CULPA, FOI TÃO PEGO DE SURPRESA QUE NEM VOCÊ" adverte, mas o ignoro me deixando rastejar lentamente até ao carocha que me vi em uma pura dificuldade em abrir a porta, porque me banhar tanto em lágrimas que me cegam qualquer tipo de visão nitida.

— ANA! — escuto um grito de alguém chamar por mim, logo atrás. — POR FAVOR, NÃO ME ABANDONE AGORA! — era Christian começando a correr na minha direção.

Entrei dentro do carro o querendo ignorar absolutamente. Não havia nada para que pudessemos conversar, só queria ficar longe dele, longe dessa mulher que diz esperar um filho seu. Longe da sua vida.

— MEU AMOR, ESPERE...! — ele ainda tenta me alcançar correndo, mas assim que coloco o carocha trabalhando e me manobrar arriscadamente parque fora, ele cessa o passo, ficando com as mãos apoiadas nos joelhos me vendo partir.

~*~

Quando chego no meu apartamento entro correndo direto para o sofá, no intuito de abafar meu choro nesses travesseiros fofos me esperando para consolar. Kate quando chega me vê nesse estado e vem correndo para me amparar, cheia de perguntas que fiz questão em não falar, mas que mantive meu choro incontrolado. Eu só precisava de um consolo, carinho e compreensão.

— O que houve amiga? Fale comigo, estou ficando desesperada... — diz ela muito preocupada e ergo o rosto para encará-la. — Kate suspira em alivio passando os polegares sobre as lágrimas que teimam não cessar do meu rosto.

— Foi Christian? Ele fez alguma coisa com você? Me diga que vou até onde esse homem estiver e enfio meu salto nele! — e rio meio sem emoção. Kate quando quer tenta arrancar alguma coisa de mim, só que hoje não está sendo fácil. — Own, ela sorriu... — diz abrindo um sorriso rasgado e satisfeito.

— Ele vai ser pai, Kate... — os seus olhos se arregalam. — Christian vai ter um filho de outra mulher! — revelo num fio de voz me deixando banhar de novo com lágrimas incontroladas.

— MEU DEUS! — ela quase grita. — Como ele pode fazer uma coisa dessas com você? — ela se levanta irada. — ELE NÃO PODIA TER FEITO ISSO COM A MINHA AMIGA! — levanto pousando as mãos nos seus ombros.

Kate estava intrepretando tudo de um jeito muito errado. Ela não sabe sobre esse passado peculiar de Christian, sobre essa coisa toda dos seus gostos em BDSM, mas enfim, ele mudou. Acontece que mesmo ele sendo outra pessoa, tem alguma coisa sempre que o liga a merda do passado. E isso eu não sei, me perturba. Perturba demais não saber o que pensar, agir e se devo ou não seguir em frente.

— Menos... — reviro os olhos. — Ele não sei, acho que não sabia... pelo menos me pareceu inocente! — encolho os ombros. — Agora se ele está mentindo, eu não sei... de repentente é ótimo ator e me fez de ótaria esse tempo todo! — suspiro pesado traçando uma mecha atrás da orelha. — Err, não quero falar sobre isso... quero esquecer! Pode ser?

— Vai ser complicado! — alerta se virando para me encarar, já que do nada ficara muito mais concentrada na droga do celular.

— Porquê? — questiono não percebendo.

— Porque convidei os pais de Elliot para vierem jantar essa noite! — bato a mão no alto da minha cabeça não me achando numa melhor situação que essa.

— Me perdoa amiga, não fazia a minima e esse jantar meio que já estava proposto à uma semana...

— Não vou estar presente! — digo de imediato. Tudo o que nesse momento quero é evitar os olhares dos membros da familia Grey em mim. — Nem quero ficar olhando eles como se nada estivesse acontecendo, então, você trate de dizer que viajei para algum lugar, mas não conta nada... acho que isso é assunto para ele contar se for corajoso o suficiente! — e dou de ombros me direcionando para o quarto sem mais delongas.

— Ana, espera! — Kate vem atrás de mim entrando comigo no meu quarto. — Você vai para onde? Quanto tempo acha que vai puder evitar ele? A familia dele? Porque a uma hora todo o mundo vai ficar sabendo!

Não havia pensando nesse fato, tudo havia acontecido tão inesperadamente que estou perdida e sem saber que rumo pegar. Tem uma parte de mim que grita por um perdão, grita para que vá pegar Christian e ficar com ele e recuperamos a nossa felicidade do jeito que ela é sem intrusos complicando. Mas outra parte não concorda e diz que me devo distanciar, dar espaço a ele e para a sua nova familia. Só que sou igoista, melhor meu coração é igoista porque quer ele, sem saber se é pai de outro filho que uma mulher qualquer carrega, mas o amo e amo tanto que me sinto mal por sofrer nesse lado, sabendo que ele está sofrendo igual. Porém, a imagem dessa tal de Leila é forte e invasiva e me quebra por dentro e por fora. Então não tem como voltar atrás.

~*~

Pov. Christian

Quando voltei para o apartamento, Leila estava inquieta zanzando de um lado para o outro que assim que me vê atravessando o hall corre para me vir agarrar, mas a ignoro retirando seus braços de mim com rudez. Não suporto sentir o seu toque, ela havia arruinado a minha vida nesse preciso momento com Anastacia. Por sua culpa a mulher que estou amando foi embora. Isto porque vem insinuando que espera um filho meu, que por muito que seja verdade me faz duvidar. E depois tem a sua persistência em dizer que não quer ser observada pela Dra. Greene? Só ai me deixa desconfiado e somente tem uma única pessoa que eu confio, e é nessa médica de prestigio, todos os outros para mim são farsantes. E não me fazem ter qualquer tipo de confiança, sendo que podem ser muito capazes de ser adulteros com resultados e tudo mais. Ok, pode ser filme da minha cabeça o que estou inicialmente desenhando, mas pode não ser.

— Como me pode vir rejeitando assim? — Leila fala em desapontamento assim que passo para a sua frente encarando a paisagem que é melhor que ficar olhando para ela nesse instante e me deixar com raiva. — E porque foi atrás dela? Você sabe perfeitamente que ela não o ama tanto quanto eu... — diz e isso me faz cerrar uma linha reta nos lábios. Ranger ligeiramente os dentes e cerrar os punhos lado a lado ao meu corpo. — Meu senhor... — desço o olhar discretamente à sombra que o seu corpo desliza no chão, anunciando a sua aproximação inusitada. — Vamos voltar com a nossa vida... eu sua submissa, você meu... — mas a interrrompo drasticamente olhando por cima do ombro.

— Com você não quero nada, Leila! — ela estremece no seu lugar. — Nosso contrato cessou à muito tempo e não é o fato de dizer que espera um filho que isso me fará mudar de posição com você! — anuncio rispido e frio, pois se tem coisa que não quero é criar uma esperança inexistente em alguém que nunca me atraiu ao ponto de vê-la como mulher e me apaixonar dignamente. — Assumo sim, o filho quando ele nascer dando meu sobrenome e toda a qualidade de vida que ela tem direito, mas nunca me exija meu amor, pois isso jamais terá de mim! — ela abre a boca para falar, mas logo a fecha. — Se pensou por algum segundo que seja que um filho ia mudar alguma coisa para mim, se desengane, pois é mentira. Entre nós dois não tem nada, absolutamente nada, Leila! Quanto mais cedo colocar isso em sua cabeça, mais cedo vai entender que é um erro agir assim, que só está enganando a si mesma ao fantasiar uma vida familiar normal.

— Mas... — a interrompo de novo para que não restem dúvidas em sua cabeça doente.

— Eu sou apaixoando pela mulher que você acabou de escorraçar da minha vida ao falar que está grávida de mim! É dela que gosto, é com ela que quero passar o resto da minha vida, independentemente do que acontença, então se está com alguma esperança, trate de apagá-la, porque só vai se enganar a si mesma. — Leila arregá-la os olhos descendo as mãos ao quadril e fungar baixo. — Agora quanto ao resto, irei pedir a Taylor para lhe reservar um quarto de hotel, para que fique instalada, na segunda a levarei para ser observada pela Dra. Greene sem discussão! — digo com firmeza.

— Não! — ela nega me desafiando pela primeira vez, já como submissa sempre seguira minhas ordens. — Não, e não! — nega me deixando desconfiado. E só existe uma pessoa nesse mundo capaz disso em mim. Essa pessoa é Anastacia. — Prefiro ser seguida pelo meu médico, o Dr. Robert! — franzo os olhos não sabendo a que médico se estaria referindo, mas o sobrenome não é estranho, já o havia escutado em algum lugar.

"Claro", bato na minha cabeça ao lembrar de onde, esse médico fora colega da minha mãe quando eles estavam trabalhando naquele projeto de voluntariado em Detroit. Ela mesmo me havia falado dele, dizendo que era um excelente especialista.

— Como você conhece o Dr. Robert? — pergunto cruzandos os braços ainda desconfiado.

Até onde sei esse médico nem sequer está em Seattle e pelo o que fiquei sabendo, se havia mudado para New York à 5 anos. Alguma coisa não estava batendo certo, Leila não me está contando tudo, ela está tentando me enrolar, eu sinto isso. E não suporto quando me enrolam com essas histórias.

— Como eu o conheço? — ela pergunta incrédula da minha desconfiança. — Quando você me abandonou voltei para New York e quando me senti mal na primeira vez, antes de saber estava grávida cruzei com esse médico que me ajudou, foi ele quem me seguiu de perto e quem me disse que estava grávida!

— Muito estranho... — digo ainda com minhas dúvidas que mais tarde iria pedir para Taylor investigar, já que não sou homem de me acreditar em qualquer história assim de caras. — Enfim, depois decido o que fazer com você!

— Como assim o que fazer comigo? Você não está pensando que vou tirar esse filho, não é? — Leila se excede vindo segurar a minha mão que a solto a olhando irado. — NÃO VOU TIRAR ESSE FILHO E SE ME OBRIGAR EU ABRO A BOCA PARA A MIDIA E ARRUINO SUA IMAGEM!

Sinto um beliscão interior ser movido com dureza em mim. Leila estava me ameaçando só porque estava achando que ia exigir a retirada imediata de um filho que fala que carrega. Tudo bem, não desejo um filho nesse momento, nunca desejei em momento algum em toda a minha vida. Até às uns meses mulheres para mim eram como objetos dos quais usava e descartava na hora que queria, Anastacia entrou na minha vida e mudou isso com sua franqueza e personalidade forte. Então voltando com o assunto filho, eu não posso pedir para que o mal seja cortado pela raiz. Mas também não posso prometer ser um pai perfeito para essa criança, posso sim tentar ser o mais presente em sua vida, para que essa criança não passe pela desilusão de crescer sem um pai.

— Você está me ameaçando? — pergunto de olhos bem abertos, expressão enfurecida. — Lembre que você assinou um contrato à muito tempo... — interrompe.

— Que não é mais válido! — afirma em um sorriso. — Então oficialmente não tenho nada a perder, já você tem tudo... incluindo aquela lá que já foi tarde, sabe?

Parto para cima de Leila, somente travando quando já estão com a mão forçando a machucar o seu pulso no alto em defesa. Forço horrores para não me exceder e deixar o meu animal interior sair furioso para atacar, pois fico louco quando vejo ela tratar Ana como se não fosse ninguém, com tanto desrespeito.

— Não teria coragem para se expor dessa forma... — indaguo.

— Me obrigue a tirar essa criança, então e verá como a sua vida irá cair em pique!

Honestamente odeio me sentir na mão de alguém, é a pior coisa que me podem fazer, a pior mesmo de entre tantas merdas da vida. Anastacia que me deixa sem tentar dar alguma explicação, Leila que vem ameaçando expor para a midia. Não pode estar acontecer comigo, isso não pode estar acontecendo. Alguém que me belisque que isso é um pesadelo horrivel que não estou acordando de jeito nenhum.

~*~

Ao cair da noite Taylor fizera a gentileza de acompanhar Leila para o tal quarto de hotel, já que não me sinto capaz de olhar para o seu rosto nesse momento, nem sequer escutar sua voz que é incomodativa para mim.

Sentado no escritório, de cabisbaixo me concentro em Ana, a minha preocupação estava somente nela, queria tanto escutar a sua voz. Queria tanto ouvi-la falar que está tudo bem e que foi só mais um obstáculo e que irá ficar comigo, que não me vai deixar, porque nosso amor é mais forte que tudo.

Então peguei o iPhone e digitei o seu contato ligando de imediato para ela, mas chamada rapidamente caiu na caixa postal. Comecei a digitar uma mensagem, queria tanto, mas tanto saber como ela estava, desabafar.

Meu amor!
Sei que de entre tantas pessoas é com a qual que menos quer falar nesse momento. Estou inquieto, não consigo parar de pensar em como você está. Me sinto tão mal por tudo o que está acontecendo com a gente. Eu juro que não sabia da gravidez de Leila e honestamente não consigo sequer acreditar que seja realmente verdade. Nós sempre tomamos todos os precauções devidas, não faz qualquer sentido para mim.
Por favor, não lhe vou pedir para correr de volta para os meus braços quando sei que precisa de tempo para digerir tudo isso que é novo. Só peço que não me odeiei, mas que me ajude a não ir ao fundo onde me sinto a mergulhar. Eu sei que podemos superar isso, nosso amor é forte, eu sou completamente apaixonado por você, eu te amo, Anastacia Steele ♥
— Christian Grey

Assim que vejo a mensagem ser enviada baixo a cabeça e me deixo ficar assim, mesmo no escuro do meu escritório. Não queria ser perturbado por ninguém, só queria ficar sozinho com a minha solidão.

Notas finais
Gostaram? Detestaram? Eu compreendo a revolta, mas pessoas é importante esse tipo de acontecimentos, lembrem que barreiras tem que ser ultrpassadas com coragem e apesar de aparentemente abalada a história do casal, Ana e Christian precisam de um tempo e para digerir tudo. Por isso peço a todos compreensão e que não fiquem bravos comigo, mas não dá para ficar indiferente a certos e determinados pontos de vista. Há fatos que ao primeiro impato são duros. No próximo capítulo pretendo compensa todo mundo, com treta muito forte, porque vamos ter uma Anastacia brigando na rua com a louca da Elena. Uma Anastacia que vai ser rude com Jack na editora. E claro que para o bolo ficar perfeito a cereja é o Grey e Anastacia fazendo as "pazes", pelo menos se entendem de vez. E ai? Com água na boca? Comentem ♥ Favoritem ♥ ♥ Recomendem ♥ ♥ ♥ Pois tudo isso deixa uma autora bem feliz! ♥ Até ao próximo capítulo