Notas iniciais
Olá meninas ♥ Agradeço todos os comentários aos capítulos anteriores, pois foram muito animadores e fico radiante aqui ao lê-los. :) Esse capítulo é dedicado a todas vocês, são todas especiais e estão todas com um espaçinho aqui dentro do big heart lindas ♥ Esse capítulo vai ter um cheiro de briga no final, eu sei, meninas... mas o clima vai apertar. Digamos que o casal está na corda bamba da primeira briga séria... (quem nunca brigou que bote o dedo no ar) Eis o capítulo 45 para vocês e aviso é só cheirinho, porque o capítulo seguinte tem continuação... então convido até aos fantasminhas a comentar, ok? Não mordo, sou um amor de pessoa. Loves, boa leitura

Ao chegar na mansão Grey sou recebido por meu pai que estava do lado de fora aproveitando o sol fazendo mais uma ligação indeterminável, ele chega a me acenar e fico de mãos nos bolsos aguardando que termine para lhe questionar sobre algo. Afinal queria me aconselhar com o meu pai sobre umas questões formais da empresa. Assim que ele encerra a ligação guarda o aparelho e toma as atenções todas em mim me chamado para sentar com ele no largo balanço. Acompanho ele sabendo que Anastacia estaria ocupada com a minha mãe nessa conversa feminina.

— Então Christian algum problema? Você parece tenso, aconteceu alguma coisa na GEH? — meu pai logo questiona enrugando a ruga de expressão do alto da sua nuca.

— Não! Com a GEH está tudo ótimo! — tranquilizo. — O meu problema é outro, pai eu estou precisando de um conselho do senhor! — ele estreita a sobrancelha grisalha me olhando. — Eu sei que em muitos anos, nunca fui de pedir conselhos, só que dessa vez o assunto é delicado e quero fazer algo de bom!

— Fale filho, estou de ouvidos! — incita ele me incentivando a falar abertamente sem julgamentos. Sei que quanto a isso posso me sentir livre, meu pai não é de julgar ninguém através de impressões. — Sabe que pode falar comigo sempre que quiser, até porque me deixa muito feliz ser o escolhido! Me sinto digno da sua confiança, filho! — sorrio a isso. — Mas me diga, o que está preocupando?

O meu olhar se dispersa focando em um pássaro que pousa num pequeno ramo do arbusto e o sigo com o mesmo olhar atento a cada movimento em falso. Os meus pensamentos a fluir sobre tudo, principalmente sobre como poderia proteger Ana daquele canalha do seu chefe.

— Pai o que acha de investir na SIP? Quer dizer, eu estou muito interessado em comprar a empresa e torná-la um forte investimento no mercado! Creio que os reais donos não estejam sendo suficientemente bons a explorando... creio que está com pouca visibilidade...

— A SIP não é a editora que sua namorada trabalha? — assinto que sim com a cabeça. Meu pai suspira pesado. — Filho! — ele vem com uma voz de reprovação, é eu conheço esse tom. — Creio que não deva envolver negócios com vida pessoal! — adverte meu pai, somente olhando para o lado profissional.

— Mas pai, eu acredito no potêncial da SIP, acredito que será muito melhor desenvolvida com um novo domínio, novas regras e bons resultados! — tento mostrar o lado mais dinâmico dos meus planos para a editora. — Além disso você sabe tão bem quanto eu que tenho investido imenso em diversos negócios e nenhum saiu errado até hoje! — ele concorda com um aceno de cabeça mesmo reticente. — Você sabe que continuei com aquela cadeia de salões de beleza com Elena...

— Continuou, ou continua? — ele fica confuso.

É somente nesse instante que lembro que não havia feito referência para os meus pais sobre o fim da minha sociedade com Elena e do quanto estavamos de relações totalmente cortadas. Até porque se alguma vez fosse explicar as razões mais óbvias ninguém ia entender. Principalmente minha mãe que sempre se dera tão bem com Elena e meu pai por mais estranho que se possa parecer. Apesar de ter minha própria desconfiança, que nunca o falei por respeito à dona Grace que não merece nada de ruim na sua vida. Pois se alguma vez meu pai foi lhe infiel, espero que nunca o descubra, já que isso irá destrui-la.

— Eu e Elena terminamos nossa sociedade por assuntos que prefiro não falar! Melhor, prefiro não falar sobre ela se não se importa! — Carrick assente com a cabeça me respeitando. — Então, o que acha do investimento?

— Você quer realmente a minha opinião? — pergunta como se não fosse tão óbvio. — Acho que deve falar com Anastacia primeiro, até porque no momento em que comprar a SIP, você se torna automaticamente o chefe dela e não sei como ela possa reagir a isso, filho! Entenda, não é por mal, é só que se alguma vez fizesse a mesma coisa com sua mãe ao comprar o hospital onde ela trabalha, iria querer sua opinião primeiro antes de tomar qualquer medida.

— E se ela simplesmente não aceitar? — preciso colocar todas as hipóteses em aberto.

— Você terá que respeitá-la! — adverte. — Até porque existem diversos modos de proteger a pessoa que nós amamos e não é comprando o local de trabalho delas que ficaram mais seguras. — concordo pensando agora com mais clareza. — Dê espaço a ela, dê motivos de sobra para que se sinta bem ao seu lado e não a sufocar. Se sentir controlada! — aconselha.

— É... — passo os dedos sobre a mandibula o alisando. — Talvez tenha razão, pai! Obrigado pelo conselho! — ele sorri lascivo para mim.

— Fico muito feliz em tê-lo ajudado, Christian!

— Ai estão vocês!

Escuto uma voz tão familiar vinda do interior e quando viro o rosto percebo que é minha mãe, vindo de mãos postas nos ombros de Anastacia sorridente. Meu pai levanta assim que escuta o próprio celular tocando. E levanto igualmente para cumprimentar minha mãe.

— Sabe filho... — ela fala travando quando lhe dou um beijo na bochecha como se fizesse intreferência. — vinha falando para Anastacia que você sempre teve um sonho em criança, você lembra? — coço a nuca rodando o olhar a Ana que encolhe os ombros. — Christian meu filho você esqueceu que vinha contando os dias para fazer um mochilão que nunca chegou acontecer, porque você foi embora de casa?

Nesse momento se faz luz em minha cabeça me fazendo lembrar os meus 14 anos e do quanto andava ansioso para conhecer diversos lugares desse mundo, que apesar de adulto hoje meio que os conhecia a todos, por conta das viagens de negócios e algumas viagens em familia quando era mais jovem. Mas nunca foi aquela coisa toda de viajar, conhecer e divertir em cada cultura. Sempre foi tudo de poisar, ir para o hotel e reunir com os investidores em alguma sala de reuniões ou jantares de negócios.

— Nunca imaginei você querendo fazer um mochilão! — diz Ana fazendo onda da minha cara, porque ela ama me deixar assim sem graça justo na frente da minha mãe. — Contudo, só para que não se sinta só, eu também andei com o mesmo sonho durante muito tempo, mas minha mãe logo me tirou isso de ideia e depois fui para a faculdade e puff só me lembrei em estudar para ser alguém na vida!

— Você é muito smart, amor! — digo, ela sorri me dando um selinho ligeiro.

— Aliás ainda tem alguma coisa para mim, é que sai bem cedo e não comi nada! — afirmo passando a mão sobre a barriga brincalhão.

Dona Grace leva as mãos aos quadris me examinando com reprovação e rio passando um braço na volta da cintura da minha morena enquanto nos guiamos para o interior da mansão, já que meu pai parecia ocupado demais falando no celular novamente, mais parecendo central telefónica em pleno domingo, sendo que ele nunca larga do trabalho assim como eu.

Sentados numa mesa farta, Dorotheya nos presenteia com uns bolos de criar água na boca, apesar de não entender porque sempre que venho em casa dos meus pais ficar com essa sensação de que já não como essa comida tem imensos anos, é um fato de que é sempre bom voltar às raízes, mesmo por uns curtos periodos de tempo, mas ainda assim muito agradável. Até a minha relação com a minha mãe melhorara, sinto que dessa vez estou mais ligado a ela.

— Por favor se sintam em casa! — diz minha mãe sendo servida por seu fiel mordomo com chá que pelo aroma deduzi ser o habitual chá vermelho com toque de gengibre.

Anastacia ainda me sorriu antes de servir uma fatia de bolo de fubá e levá-la à sua boca numa degustação que me fez ficar paralisado olhando. É certo que se não fosse minha mãe me chamar que me ficaria assim por muito mais tempo.

— Querido, você por acaso sabe a que horas eles chegam? — pergunta ela me fazendo balançar a nuca em negação. — Oh queria tanto preparar um jantar para reunir a familia! — comenta acenando para o mordomo levar o bule de chá para a cozinha.

— Porque não combina para outro dia? Assim fala com Elliot e Mia e vê as dispinibilidades! — aconselho da melhor forma possivel a não criar incompatibilidades.

— Talvez tenha razão irei ver com eles, sim! Sua irmã até deve ter um convidado um amigo para nos mostrar, porque ainda não conheci o tal rapaz! — comenta e Ana ao meu lado ri baixo. — O que foi? — a minha mãe questiona nos olhando aos dois.

— Christian não pareceu muito animado em ver a irmã com namorado, não! — confessa Ana me entregado de bandeja para dona Grace.

— Querido quando vai perceber que sua irmã já está uma mulher? — reviro os olhos me sentindo um vilão em série.

~*~

Meus pais nos haviam convidado para ficar para o almoço, e como dispunhamos de muito tempo, aproveitei a ocasião para dar conhecer toda a herdade da familia a Anastacia, já que da última vez não tivera oportunidade em lhe oferecer essa visita guiada. Tem um fato de que os meus pais dispõem de um área bem grande em metros quadrados, já para não falar de que existe um deck e um lago na parte posterior da mansão. O meu catamarã estava atrancado ali mesmo balançando ao sabor lento das ondas do rio, assim como outros barcos e um pequeno iate de Elliot. Continuamente me levei caminhando de mão dada a ela, deixando que ela mesma pudesse se deslumbrar com toda a beleza do lugar, já para não falar do quanto os seus olhos brilharam olhando os barcos. Observar essa paisagem tão branda e bonita, com uma trilha sonora de garças cantando lá no fundo, provavelmente escondidas.

— Que lindo... — elogia apontando o dedo na direção do meu catamarã e sorrio. — Tem o nome de Grace, sinceramente uma grande prova de amor! — afirma me olhando, mas confesso que estava rindo com isso. — O que foi? Falei algo de errado?

— Não! — nego. — É só que esse barco é meu e o batizei justamente com o nome da minha mãe por ser alguém muito importante para mim! — esclareço e ela pende a cabeça dando mais uns passos sobre o deck sonoro abaixo dos nossos pés.

— Muito perfeito, posso olhá-lo no interior? — me pergunta ao qual assinto com a cabeça ajudando ela a entrar.

Uma vez dentro do Grace a guio pelos canais mais largos para que tenha uma visão mais global da obra prima. Anastacia parecia uma inteira criança explorando os cantinhos do meu barco. Ela estava tão feliz, me senti realizado só por vê-la assim.

— Sabe... eu tenho um fetiche muito sexy! — começa ela mordendo o lábio inferior com malicia ao descer os poucos degraus para o interior da cabine. — Adoraria foder em alto mar, creio que seja tão delicioso!

Passo a língua nos meus próprios lábios com essa sua insinuação sexy e tão poderosa, mas é um fato de que nunca fodera em alto mar e essa ideia de me estrear com Ana cumprindo esse seu fetiche, me deixou muito mais aliciado a cumprir esse desejo rapidamente, só que não hoje.

— Acredite, deve ser mesmo! — digo. — Adoraria experimentar com você, até porque sou virgem nesse aspeto!

Ana sorri se virando ligeiramente para me encarar e lhe roubo um beijo demorado dos lábios. Envolvendo minha língua na sua de forma bem aconchegante e quente. Logo sinto o poder do toque das suas mãos subindo por minhas laterais, passando discretamente ao pescoço e somente travarem quando já estão enterrando entre as mechas do meu cabelo acobreado. Continuamente sigo o mesmo trilho guiando minhas mãos prensadas ao seu corpo de forma a sentir a textura da sua roupa colada no seu corpo aceso, me guio indo mais longe mudando o trilho como um corte para um atalho e lá estou eu entrando no cruzamento dos seus cabelos para o segurar firme entre meus dedos enquanto a tento sugar feroz com a minha língua. Anastacia vem retribuindo essas mesmas investidas, sendo tão acesa, cativa e altamente inebriante. Uma verdadeira droga que mata por dentro e por fora de desejo.

— Hum...

Geme em minha boca que me faz seguir logo um trilho oposto com uma das minhas mãos descendo um pouco mais até baixo, mais e muito mais de forma agachar sem grandes mobilidades, já que somos muito diferentes até na altura e subo a barra do vestido para procurar tocar sua calcinha, mas qual é o meu espanto ao perceber que Ana não está de calcinha? Pois é, ela havia tirado a calcinha para mim pela primeira vez e somente lhe havia pedido em uma certa altura que me negara por achar que não ia se sentir bem, mas agora ela estava se sentindo deliciosamente bem, ou não estaria nua na sua intimidade.

— Tão húmida... — digo rouco procurando oferecer um pouco de folêgo para ela, que simplesmente arqueia o corpo ligeiramente quando enfio os meus dedos em contato com a seu sexo, tocando suavemente os lábios do clitóris afim de estimulá-la só um pouco.

— Injusto... hum... — reclama gemendo, mas sei que está gostando, ela sempre gosta do que faço com ela. — Tenho direitos, sabia? — argumenta entre dentes descendo as mãos até ao meu quadril danadinha para fazer alguma coisa comigo.

— Sobre mim? — pergunto descendo a minha boca por seu cantinho do lábio e beijar a linha ténue do pescoço, arfando contra a sua pele bambeante de veias salientes e ligeriamente rubra.

Em resposta Ana abre o ziper da minha calça e novamente me vejo arfando contra a sua pele aromática. A sua mão atrevida entra em contato com o meu membro duro e saltante.

— Agora sim estamos quites... — fala num sussurro ofegante tombando a nuca para trás contra a parede da cabine do quarto do meu catamarã.

Nos perdemos em uma troca de caricias intimas e ela me masturbou com suas mãos pequenas, como eu lhe porporcionei um momento de troca justa, lhe oferecendo o mesmo saboroso prazer com juros. Somente paramos quando comecei a sentir o celular vibrar no bolso e precisei me recompor para ver quem estaria interrompendo nosso ato delicioso, mas minha surpresa foi quando vi que era uma ligação perdida da minha mãe. "Oh claro o almoço" digo mentalmente.

— Creio que teremos que parar por agora, dona Grace já nos deve estar procurando! — afirmo, Ana morde o lábio fazendo aquele bico delicioso que amo.

— Compenso depois, sim? — ela assente se recompondo e saimos.

Calmamente trato de enviar uma mensagem para a minha mãe avisando que estava mostrando a herdade para Ana e que logo iria para juntos deles para almoçar. Foi então que atravessando o deck até ao intenso jardim gramado.

Levei Ana para conhecer uma pequena parte recatada, na verdade o jardim de inverno onde minha mãe gosta de tomar seu chá quando meus avós vem até Seattle, lugar esse onde existiam imensas plantas. Naturalmente nunca fui um homem de flores nem chocolates ou corações, mas tem coisas que não dá para evitar, elas simplesmente já fazem parte da mobíla da mansão.

— Uau são exatamente como imaginei! — comenta andando uns passos na frente observando tudo com deslumbre. — Acredito que sua mãe tenha uma imensa paixão por botanica, sabe? Agora não tenho mais dúvidas!

— Creio que não apenas ela, mas você também amor! — digo abraçando pelas costas e lhe deixar um beijo nos cabelos.

~*~

Pov. Anastacia

Christian dizia que não era perfeito, mas tudo o que ele mostra é realmente diferente do que defende e na medida do possivel tem sido uma surpresa muito agradável conhecer esses detalhes mais intimos. Realmente nem à palavras para explicar a felicidade que sinto cá dentro. Já para não falar que amo incondicionalmente Grace, ela é uma jóia rara, uma verdadeira mulher de classe, requinte e muito, mas muito bondosa e o senhor Grey mesmo lá no seu canto também se mostrara muito educado comigo. Certamente que se parece muito com Christian, no seu jeito discreto.

O almoço correra às mil maravilhas, a conversa fora absolutamente contagiante e deveras engraçada, porque Grace começou contando a história de Christian após aprender a tocar piano e do quanto havia deslumbrado todos na familia. Apesar de Elena ser a verdadeira bem feitora desse bendito ato truinfante, mas idem, não quero pensar nessa mulher que me deixa com o estômago às voltas. Depois do almoço decidimos voltar ao Escala, Christian vinha comentando no carro que não lembrava do quanto era bom conviver com os pais sem a presença dos irmãos, sem aquela confusão que Elliot faz, ou até Mia chegando com os seus gritos de deixar o pobre de Carrick com os cabelos grisalhos em pé.

— Você conquista todo mundo por onde passa, isso está me deixando preocupado, sabe?

— Por acaso está com medo de alguma coisa, sr. Grey? — pergunto atrevida.

— Sou Christian Grey não tenho medo de nada! — diz se achando forte e superior o que me fez gargalhar.

— Sempre se esnobando, amor! — aperto sua bochecha e ele vira o rosto mordendo a pele da minha mão ao qual arquejo e dou um tapa involuntário que me ataca me obrigando a deitar a baixo dele no banco traseiro do audi. — Taylor vai olhar... — alerto, ele parecia não dando a mínima para isso, me mordendo os lábios com volúpia.

Quando Taylor parou o carro, Christian logo se recompôs no banco e saimos tentando manter a postura. Incluindo Christian que parecia muito tenso tapeando a minha bunda com ambas as palmas da mão.

— Está querendo que eu revide, sei! — aponto o dedo que ele vem mordendo só para me contrariar.

Quando saimos do elevador, já no 301, ele foi me guiando para o quarto, mas me prometendo recompensar depois, já que tinha que tomar um banho primeiro. Então sento na barra da sua cama pensando em minha mãe e no que estaria fazendo. É então que lembro de ligar para minha mãe, só que meu celular estava sem bateria, no entanto, o de Chris estava bem ao meu lado e não vi maldade em pegá-lo para ligar.

Contudo, tenho um instinto curioso e dei uma olhada no interior decifrando o código de entrada tão óbvio, até isso eu estava vencendo. Entrei na sua caixa de mensagens para ver se ele guardara meus torpedos e mesmo acima, haviam mensagens de Taylor. Nunca os havia imaginado numa troca de mensagens.

Olhei por cima do aparelho para me certificar que ele não viria me pegando no flagra. Só então é que abro e começo a ler e o meu espanto acaba atacando de um jeito que me deixam desiludida e sem vontade de fazer porra de ligação. Largo o aparelho em cima da cama e quando a porta se abre, revela Christian todo sensual com sua toalha no tronco molhado vindo até mim, mas me desvio o travando com as mãos.

— Ana o que foi? — pergunta inocente, ousando bancar o santinho quando saber perfeitamente o que fez.

Notas finais
Gostaram? O que tem a dizer sobre o conselho de Carrick? Christian deve proteger Ana sendo ele mesmo como namorado? E essa descoberta? Alguém ai querendo me esfolar, não é? Sorry meninas, mas relações sem briga não existem e brigas ligeiras sempre ajudam o casal a se superar. Por favor comentem, necessito de vossas opiniões, sim? Fantasmas apareçam, vossa opinião vale também. Comentem ♥ Favoritem ♥ ♥ Recomendem ♥ ♥ ♥ Definitivamente estamos mais próximos do final da segunda fase dessa história... mas calma... ainda tem tinta para rolar nessas cabeças. haha P.S. prometo voltar voando se o número de comentários for razoável e ou uma nova recomendação.... e ai? Mereço? Até ao próximo capítulo