Start again a new chance for Love
31 Capítulo 31
Notas iniciais
— Mas que merda é essa...? — Jack responde caído do chão com um morro em cheio na cana do seu nariz e a sangrar. — Você enloqueceu de vez, foi? — pergunta roído de raiva, mas não tanta quanto a minha.
Não respondo e agacho o socando uma outra vez, deixando minhas mãos sujas de seu sangue, do seu maldito e nojento sangue. Nesse instante sinto mãos e braços me puxarem de cima desse merdas e fico rebatendo, queria socá-lo de novo, mais uma outra e outra vez por sua escrotice ao se meter com Anastacia como se ela fosse um pedaço suculento de carne fresca no mercado. Então me liberto e soco em cheio de novo quando ele tenta levantar, xingando alguma coisa desconexa que somente me deu vontade de rir.
— Chris!!! — Ana me abraça pelo quadril, assim que dois homens vem me puxando na segunda tentativa para trás, impedindo que caisse de novo em cima desse imbecíl com mais outros murros de mão cheia que não me ia cansar de o encher, mas me liberto rápido dessas estranhas pessoas, erguendo ambas as mãos ao alto mostrando que estava calmo. Uma mera encenação é claro, porque se pudesse cairia para matar e não pararia.
— Não, eu não enlouqueci! — digo segurando a mão de Ana que treme por minha reação, mas que me obrigo a acalmar, apesar de complicado, quando esse idiota na minha frente me faz sentir o contrário. — Você tem sorte por ainda estar vivo! Porque se não fosse o lugar onde está, as pessoas aqui que me terem segurado, eu te teria surrado inteiro... acredite que você estaria a caminho do necrotério a essa hora! — Jack começa a gargalhar todo fodido, é certo, com esse fato e isso me faz cerrar os dentes, os rangendo igual uma animal sedento de sangue. — Que eu volte a saber que andou dando em cima da minha mulher novamente e pode não ter a mesma sorte da próxima vez, entendido? — faço o aviso feroz, lhe fazendo frente.
— Chris, vem... — a minha morena começa me puxando e me movo ligeiramente, contudo de olhar em chama sobre esse cretino xigando em murmurios por o ter deixado naquele estado ensaguentado.
Afastado da cena e somente na companhia de Anastacia, a abraço contra o meu peito e acaricio os seus cabelos suavemente agradecendo mentalmente por ela não ter reagido de forma diferente à minha frontalidade com o seu maldito chefe, aquele cretino imbecíl e merdas que me deixa muito obtuso, fora de mim. Então afasto para olhar nos seus olhos, prendendo os meus polegares nas maçãs do seu rosto perfeitamente esculpido e macio.
— Você está realmente bem? Foi somente aquilo que me disse ou eu terei que voltar atrás e surrá-lo interio? — ela assente que sim me apertando com suas mãos no meu quadril. — Fico feliz que tenha confiado em mim, Ana! Isso é uma boa prova, sabe? Mas adianto que quero estar sempre a par de tudo, ok? O mesmo farei com você, até porque não adianta existirem mentiras entre nós dois!
— Concordo... — diz num fio de voz trémulo e lhe dou um selinho breve nos lábios apenas para apagar todas as inseguranças que possam existir. — Mas você falou que tinha uma proposta... — diz pidona ao mudar de assunto, corando ligeiramente.
Isso meio que me faz lembrar o jantar de negócios novamente e sorrio, pois com toda essa treta toda havia esquecido que tinha a causa beneficiente essa noite.
— Daria a honra de me acompanhar num jantar de negócios essa noite? Prometo não deixá-la muito tarde em seu apartamento. — o jantar seria muito aborrecido se não tivesse a sua companhia, porque faz parte da minha profissão fazer presença em jantares de negócios.
Se faz silêncio entre nós, o que me deixa intrigado, pois nunca sei o que está pensando e confesso que o meu receio recai em uma negação redonda.
— Por acaso não tenho nada marcado para essa noite, então sim, eu acompanho o sr. Grey! — profere meu sobrenome que me enaltece o meu ego e sorrio aliviado. — Me pega à 20:00, então?
— Claro que sim, srta. Steele! — confirmo divertido me sentindo até mais bem humorado agora.
Falar, estar com Ana melhora muito o meu astral, me libertando da minha tensão habitual, me transformando em um outro homem, aquele que é desinibido e que não se perde em tensões por bobagens, mesmo depois de ter ativado o genio selvagem em mim, que ela sabe na perfeição como domar e voltar a obrigá-lo a se esconder nas sombras.
— Então até logo, Chris! — diz já querendo se despedir de mim. Me deixa um beijo casto nos lábios que tento aumentar numa breve investida, só que ela me trava deixando no fio da vontade. — Não tenha nenhum acidente pensando em mim! — provoca na última parte enquanto me empurra para a saída.
— Você também... até baby!
~*~
Pov. Anastacia
Uma hora depois...
Voltando para o apartamento a minha prioridade é ir cuidar de fazer a depilação nas pernas, já que queria usar um vestido onde as pudesse exibir sem receio de ficar me sentindo esquesita, com pelos chatos. Ao me libertar das roupas sociais, as jogo no cesto da roupa suja e solto os cabelos ligando a água do chuveiro a deixá-la correndo, enquanto me fico olhando na frente do espelho pensativa, é certo, mas ainda assim a pensar no que me deixara tensa essa tarde e no quanto preciso me esquecer, apesar de umas determinadas imagens de Christian não sairem do meu pensamento, porque me senti em choque o vendo abrir caminho ao seu animal interior. Não condeno, eu precisei de lhe contar, Violet estava certa, seria pior se ele descobrisse por outras pessoas e a reação quero nem imaginar. Ao sentir aquela água realmente gostosa e tépida entro dentro da boxe, fechando as portas e me deixar seduzir pelo saboroso vapor e jato de águas que cai sobre meu corpo me relaxando lentamente, como anestesia inebriante.
Massajo os meus cabelos de forma a libertá-lo melhor entre meus dedos, os deixar mais húmidos e enxarcados. Logo em seguida pego o shampoo da johnson baby por ter um aroma tão delicado e suave, o passando sobre os cabelos criando aquela espuma óbvia e cheirosa que ativa o meu olfato automaticamente. Massajo novamente, agora de olhos fechados e cantando para dentro uma nova melodia, algo que eu própria estava inventando. Sem demora retiro toda essa espuma da cabeça, a sentindo passar por meu corpo de forma exploratória e recorrente. É até fascinante ver o caminho que o meu shampoo faz desde os meus cabelos, passando por meu pescoço, circundando ali o ombro para descer entre o vale dos seios e dai abrir caminho como rotunda fugindo para os cantos do meu quadril.
Me sentindo completamente liberta de excessos. Passo o gel de banho no corpo de forma suave e mimida, porque se tem algo que é delicioso é poder mimar esse corpo, imaginá-lo em um ato puro de entrega e paixão. A minha boca logo se abre formando um sorriso tendo um montão de imagens em flashback da minha entreda no banho, pegar Christian de surpresa e do quanto foi delicioso transar ali, grudada na parede e entre os braços dele. "ANA, ATERRA OU VAI SE ATRASAR PARA O JANTAR" o meu subconsciente me chama atenção, me obrigando de imediato a cair na realidade e faço logo um bico em desanimo. A minha deusa me olhando com espuma no cabelo, pois estava se banhando para sair com a gente.
Aproveitando que ainda estou no banho, me sento no poliban e faço a depilação em minhas pernas e sorrio ao sentir o gelo que é me encostar com as minhas costas quentes nessa parede refrescante da boxe. Terminando, desligo a água, abro as portas e puxo uma toalha ao qual enrolo na volta do meu corpo. Vou para o quarto descalça cantarolando para mim mesma. No closet me desfaço da toalha me deixando desnuda vestindo uma lingerie preta sensual com liga que tenho a certeza que abriria o apetite sexual de Christian lá no jantar, mas que a intenção é provocar, deixá-lo totalmente excitado, arrebentando pelas costuras de prazer. Em seguida dançando pelos cantos do closet, balançando a minha bunda impinada propositadamente, pego um vestido que acenta que nem luva branca. Um vestido em tonalidade de azul metalizado que tinha um decote aberto destacando meus seios empinados por conta do sutiã push up. Mordo os lábios gostando do resultado que isso cria em meu corpo o deixando totalmente sexy e atraente. Apesar de só ter um homem a quem tenciono agradar, Christian Grey.
Como vestido me batia pelo joelho e era bem soltinho do quadril para baixo, criando até uma saia giratória quando dou uma voltinha dançante, dava para difarçar perfeitamente aquela liga lá na coxa. Calçei umas sandálias, mas nada de grandes exageros, o habitual salto médio que é onde me sinto bem e estável.
Voltando para o quarto sentei na frente da penteadeira me encarando no espelho cheia de ideias do que fazer a esse cabelo ainda húmido e completamente uma bagunça. Puxei uma gaveta e tirei o mini secador que levo em viagens quando vou para a Georgia visitar a familia e o ligando na tomada, passo sobre os cabelos sentindo aquele vento quente, o som sonoro que sai do aparelho, me deixando sorrir ao pestanejando com mais dificuldade. Minutos depois de ter o cabelo completamente seco, me vi em uma bola gigante de cabelo. Isso me fez rir imenso e passei logo a escová-los, os desembaraçando desse emaranhado confuso e tomei a decisão de traçar uma trança que viria desde o alto da minha cabeça até às pontas. Salvo seja fiz algo diferente, mais a descer em escada e de forma a que ficasse somente de uma lado. O resultado foi intensamente satisfatório, me deu até um outro ar. Deixei uma mecha se libertar e a enrolei ligeiramente no meu dedo indicador para deixá-la mais soltinha e desleixada. Passei também uma maquiagem básica, só para ter mais cor e claro um gloss guloso e brilhante que faria Christian ter vontade de me beijar muitas e muitas vezes, morder e sabe se lá mais o quê.
E com isso tudo são quase 20:00 e Christian devia estar chegando para me pegar. Corri levantando da frente da penteadeira e peguei meu celular o guardando dentro de uma bolsa minima que poderia levar na mão. E como era noite e estaria frio decidi levar uma casaco só para aconchegar os ombros.
A campainha logo suou quando a minha amiga que nem havia dado conta da sua chegada, sai do seu quarto toda bem arrumada para sair. Ela me faz gesto com as suas mãos em forma de coração ao qual rio. Chego no hall e peço para ela ficar quieta abrindo a porta e me deparar com Christian de terno e papillon cinza, mordo logo o lábio inferior com essa visão gloriosa.
— Olá baby... — os seus olhos se arregalam descendo em mim. Eles brilhavam intensamente, um cinza reluzente e apaixonante. — Você está absolutamente... linda! — elogia e aproximo dele me colocando em bico de pés deixando um selinho ligeiro para que sinta o sabor da minha boca a cereja. Ele segura a minha cintura, amassando o vestido ligeiramente.
— Você está absolutamente perfeito, também... — digo descendo lentamente ficando agora mais baixa de cabeça erguida para observá-lo. — Vamos, ou quer se atrasar? — pergunto brincalhona procurando a sua mão escondida algures atrás das costas. — Chris está escondendo alguma coisa ai?
Tento ver entre esses pequenos espaços, mas o esperto me bloqueia somente quebrando esse pequeno silêncio e mostrar uma pequena caixa de veludo vermelha e abri-la para mim que me deixou fazendo um "O" inesperado com a boca.
— Gosta? Achei que era a sua cara, por acaso percebi que nem está usando pulseira e gostaria muito que a pudesse usar nesse jantar. — os meus olhos estavam brilhantes olhando aquele objeto que reluzia minimamente para mim com um pequeno e delicado pingente.
— É linda, mas não posso aceitar... — digo baixo, Kate logo cola no meu ombro sorrindo.
— Aceite, sua boba! — indagua ela me apertando um certo ponto do corpo num belicão que me fez dar um chute minimo com o salto na sua perna.
— Aceito, mas só para usar essa noite, não posso ficar com ele! — digo cedendo minimamente.
Christian tira a pulseira da caixinha e assim que estendo o pulso para ele aperta ali. A pulseira era ligeiramente laça e balançava um pouco. Talvez não tivesse acertado tão bem no tamanho, mas conta a intenção.
— Agora podemos ir! — diz feliz. Entrego meu braço e aceno à minha amiga que faz questão de fechar a porta para nós.
~*~
A viagem até ao salão de festas fora muito tranquila, Chrisitan me contara algumas coisas que fizera no seu dia, já que com toda a confusão nem falaramos disso, eu lhe contara como correra o meu, no pós incidente.
— Não brinca comigo! — digo assim que o carro para junto a um passadeira vermelha, pessoas bem vestidas conversando acompanhadas de taças de champanhe borbulhante.
Antes que pudesse abrir a porta e sair, Christian veio me abrindo a mesma para mim e oferecer sua mão igual um galã. Claro que me deixou agradecida com tanta gentileza. Os fotografos mal o vendo vieram até onde estavamos tirando flashs como loucos, me ofuscando os pobres olhos azuis por segundos. Chrisitan pousou comigo mostrando um sorriso simples, mas espalmei a minha mão no seu peito e arranquei mais que um mero sorriso, o seu melhor e mais intenso. Ofereci um beijo, que me foi devolvido com a mesma intensidade. Onde a minha língua esperta saciante, abriu caminho num canal fechado e inebriante. Logo me via segura a ele, com a sua boca moldando lentamente a minha com movimentos calmos e quentes, sua língua procurando a minha como um par de uma dança sensual. As minhas mãos subiram até à maçã do seu rosto a pressando ligeiramente. Os flash's ficaram intensos na nossa mira, quando abri os olhos, vi os seus olhando para mim brilhantes e acesos.
— Adoro cereja... — sussurra dando um último selinho nos meus lábios.
Dali passamos para o corredor da "fama", Christian cumprimentou muitos outros homens que não reconheci, mas claro que me fez questão de apresentar para que não me sentisse perdida e escutei imenso elogios satisfatórios das mulheres por quem estavam acompanhados. Isso me fez sorrir, sentir segura.
— Ana, me deixe apresentar a sra. Queen que é a diretora do evento e a melhor pessoa que conheço! — diz ele me segurando pela mão que liberta para que eu possa cumprimentar a mulher madura.
— Oh Sr. Grey falando assim me faz sentir uma rainha! — diz a sra. Queen muito simpática e simples. — Ora ora que linda mulher, o senhor tem! — me elogia, as minhas bochechas logo ardem num corar impossivel de controlar. — Fazem um belíssimo casal! — diz. Christian me olha nesse instante sorrindo.
— Muito obrigado, sra. Queen! — agradeço por gentileza. — A senhora é muito adorável! — digo.
— Oh minha querida, não passo de uma velha... — diz me segredando junto ao ouvido, isso me arranca uma risada baixa e animada. — Fiquem à vontade! — afirma se afastando de nós enquanto passa as pontas dos seus dedos carregados de anéis de ouro em nossos rostos.
O interior estava repleto de pessoas num burburinho sonoro de conversas paralelas. Um som baixo de base saindo de umas colunas posteriores cantos do salão e uns tantos garçom servindo taças de champanhe. Christian parou momentaneamente e isso me deixou tensa.
— Christian? — chamo
Ele me olha com serenidade e isso tranquiliza o meu coração palpitante e vibrando em emoções totalmente novas e altamente contagiantes. Ele rouba duas taças do garçom que se atravessa em nosso caminho e me entrega uma. Antes que pudesse tomar um golinho, ele ergue a sua que entendo que deseja brindar, então ergo a minha igualmente.
— Um brinde a essa noite magnifica! — propõe. — Que essa marque o inicio de uma nova era em nossas vidas! — sublinha tocando a minha taça na sua as fazendo tilitar num vidro cristalino e sonoro.
Tomo um gole da minha, olhando-o por cima, ele toma um gole da sua me fazendo exatamente a mesma coisa. Confesso que isso me acende numa excitação tremenda, me sinto logo a fica húmida na calcinha. Ele sempre tem essa capacidade fascinante em mim.
~*~
Já numa mesa redonda com diversos convidados que arrancavam algumas palavras de Christian, aproveitei a ocasião para degustar de uma comida sublime e saborosa conversando algumas vezes com uma simpática senhora acompanhada de filhos menores irrequietos em seus lugares, por desejarem demais brincar com outras crianças no parque.
— Já disse que não, April! — diz a mulher apontando o dedo para a pequena sapeca que me fazia uma careta pidona. — Termine seu jantar, ou o papai vai ficar muito chateado quando voltar do palco. — avisa a mulher. A menina simplesmente segura os talheres brincando com a comida.
Assistindo aquilo me fez ficar mexida, me remeteu à minha infância e quando olho para o lado tenho Christian me olhando fascinado. Ergo ambas as sobrancelhas e desço uma mão discretamente a baixo da mesa a pousando ali na sua coxa fingida. Ele arqueia melhor a cova do sorriso descendo a sua mão igualmente ao qual acompanho com olhos curiosos. E ao contrário do que podia esperar, eu simplesmente impedi que me tocasse só por si mesmo. Eu puxei sua mão para que pudesse tocar em minha coxa com exploração, queria que ele subisse o vestido ligeiramente com a ponta dos seus dedos e percebesse a liga ali. Óbvio que quando isso aconteceu, Christian aproximou sua boca quente do meu ouvido criando uma onda de arrepios breves por meu corpo inteiro. Chegou mesmo a mordiscar ligeiramente o lóbulo da minha orelha.
— Tão deliciosa baby! Assim me deixa tão duro... — sussurra discretamente e dou um tapa básico em sua mão descendo o vestido.
Agora em resposta e porque não apenas ele se via nesse direito de me mordiscar a orelha com vontade, aproximei a minha boca da sua e suspirando ali a cortornei de forma tocando com a minha língua afiada, dando uma mera mordida por duas extensões minimas.
— É essa a minha intenção... — reviro os olhos eloquente e sorrindo ao afastar minha boca para ver em seus olhos a reação.
Deixar Christian Grey duro é algo que me deixa totalmente excitada e divertida, me enaltecendo horrores por dentro, me sentindo uma deusa sexual ativa.
O resto do tempo demorou pouco mais, já que com ele tão excitado foi dificil se perder com delongas em conversas de negócios que apesar de todo o clima tenso, resultou em um ótimo jantar e uma boa causa onde me senti bem em participar. Ele se despediu de alguns outros homens com apertos de mãos e aproveitei para me despedir da pequena e adorável April que se segurava na saia da mãe fazendo uma birra só porque queria brincar com outros meninos.
Dai segui de braço dado com Christian para o exterior, onde Taylor nos aguardou dentro do Audi R8 de me fazer arregalar os olhos, já que antes vieramos apenas sozinhos, mas é ai que está, ele sempre pensa em tudo.
— Tal como prometi nada de ir tarde para casa... — diz afroxando o papillon do pescoço. Mordi logo o cantinho da minha boca de forma irresistivel e se não fosse Taylor estar ali, juro que subia no colo de Chrisitan e me perdia em loucuras. — Vou te levar para o seu apartamento, mas antes preciso que me faça uma massagem... — diz com insinuação.
Sei perfeitamente a que tipo de massagem se refere e por acaso estou com muita vontade de uma assim.
— Mas e Taylor, o fará esperá-lo? — perguntei me preocupando demasiado com o bem estar dos outros, mas tem um fato de que não sou igoista ao pensar somente em mim. — Podia ficar comigo essa noite, só nós dois... — faço o convite passando o indicador nos seus lábios que morde de forma improvisada. — Te faria uma massagem deliciosa... — os seus olhos brilham em viva lúxuria.
— Estou completamente louco para sentir suas mãos, seu corpo em contato com o meu... — diz ele agarrando na nuca com vontade, infiltrando seus dedos entre meus cabelos os bagunceando propositadamente e procurar abrir minha boca a invadindo com a sua que tenciona abrir caminho prévio para a língua dançante, urgente e altamente calórica de desejo, êxtase.
Enquanto Taylor nos guia, me esqueço completamente de tudo o que é certo ou errado e subo para o colo de Christian nunca quebrando o beijo que estou adorando retribuir com a minha língua invadindo os cantos da sua boca novamente de forma viajada e quente. Arrancando alguns gemidos. As suas mãos logo descem à base da minha cintura pressando ali de forma a que possa sentir com maior intensidade do quanto seu membro está duro, excitado e doido para me foder. Claro que isso arrancou de mim alguns gemidos de satisfação, pois minha vagina produzia uma umidade quente me deixando mais molhadinha e a roçar propositadamente contra a sua calça.
— OH ANA, porra... — urra ele em minha boca que nem libertara, mas que me fazia arfar com dificuldade, por sentir que os meus pulmões estão ficando sem ar, gritando sonoros dentro de mim. — Não vou aguentar... — volta a urrar, rebolo mais intensamente em cima dele o provocando mais ainda.
Christian me solta a boca e ordena a Taylor para acelerar com uma voz totalmente ofegante, rouca e sem gravidade, pois o deixo totalmente extasiado, sem ação e ainda nem começara a fazer o que me interessa.
Assim sendo e porque o melhor era nos recompormos a postura, Taylor logo parou na frente do meu edificio. Christian saiu na minha frente me abrindo largo caminho para sair, mas apenas isso, pois mal me vejo fora do carro me pega no colo. Isso me excita e entrelaço as pernas na volta do seu quadril, me deixando ser guiada por sua experiência e sabedoria até ao elevador. Já dentro e apenas sozinhos, me encosta na parede me pressando de forma brava e quente, as minhas mãos seguras em seus ombros travam uma luta diária querendo descer arranhando esse tecido que esconde o corpo extremamente excitante e que quero tirar todo o maior proveito.
A minha sorte é que quando chegamos no vigésimo andar, o meu apartamento estava livre, só para mim. Christian sorriu para isso e ia já todo apressado para o meu quarto, mas o travei dando uma mordida em seu ombro de o fazer gemer em dor.
— Que foi baby? — ele pergunta inocente como se estivesse fazendo algo de errado.
— Aqui! — afirmo apontando o sofá com os meus olhos. Outro fetiche que queria provar era usando o sofá.
Ele arqueias as sobrancelhas ainda confuso e me pousa no chão ao qual vou até ao sofá e alço a perna a pousando ali e mexo a saia do vestido de forma provocadora, a subindo para deixar a liga à mostra e eis que o resultado é fascinante, já que Christian vem logo se ajoelhando no chão pegando a minha perna para si me fazendo prender o equilibrio na outra e caio para o outro sofá em risos incontrolados. Ele segura a minha perna com sensualidade a beijando calmamente ponto por ponto e a sua língua a cortornar o meu joelho de forma deliciosa, me deixando com os olhos a revirar, meu rosto arder em chamas de um inferno.
Novamente desce a sua boca até à minha sandália que tira com muita facilidade, começando a destribuir beijos na planta do pé, me deixando tão molhadinha, excitada e numa queimação o querendo.
— Quero você, vem... — imploro sentindo dificuldade em controlar as minhas palavras, pois me vejo ofegar com tanta intensidade. Meu coração bambear louco no peito.
Numa tortura tal, Christian repete o mesmo gesto na outra perna a erguendo, tirando a sandália e sobir seu boca experiente pela minha pele de me fazer tombar a cabeça nas costas do sofá, arfando um ar que corta minha respiração errática e ofegante. A sua boca sobe ultrapassando o joelho e toca com os dentes ali na liga erguendo os olhos ao qual o acompanho olhando vibrante.
— TIRE! — ordeno me sentindo demasiado presa dentro dessa roupa. — Por favor! — imploro tombando a nuca novamente, as minhas mãos a descerem meu corpo em espasmos deliciosos de sucessivos orgasmos.
Tal como pedido, ele desce a liga com os dentes até ao meu pé. Subo o meu vestido para que ele deslumbre a calcinha preta e sorrio me sentindo presa ainda, pois meu corpo quer explodir e se sente privado de essa libertação.
— Me tire... o vestido! — peço com certa dificuldade em articular as palavras de tão ofegante.
Christian me ajuda a desencostar as costas do sofá e desce o ziper do vestido o sentindo agora mais folgado e descolado de um corpo ardente. Ergo ambos os braços para que o possa tirar por cima da minha cabeça, ele o faz subindo totalmente e o larga no chão agora somente com uma visão de minha lingerie.
— MEU DEUS QUE DEUSA! — diz ele abrindo tanto os olhos me querendo abocanhar, que travei dando um afasta com as minhas palmas das mãos. — O que foi? — pergunta voltando com a sua faceta angelical.
— Quero despi-lo! — digo com pudor recuperando minhas forças com ajuda de uma ativada adrenalina.
Ele ergue as mãos me abrindo caminho para desapertar os botões da sua camisa até ao cimo. Apesar de bamba por suas caricias e beijos em minha pele acesa, me levantei para o despir com mais verocidade. Pude nessa tentativa sentir a textura dos seus músculos sarados ao vê-lo desnudo do tronco. Em seguida e porque foi a parte mais deliciosa digasse de passagem, apalpei o seu membro duro a baixo da calça ao qual tive uma intensa vontade e sentir dentro do meu corpo. Christian geme para mim ao sentir meu toque e rapidamente desço o ziper, deixando aquela calça escorrer por suas pernas altamente defenidas. O seu membro logo saltou à minha vista, mesmo preso em um tecido da sua cueca boxe cinza. Mordi o lábio inferior beijando ali por cima da base, chegando ao umbigo o circundando com a minha língua. Involuntariamente senti meus cabelos serem puxados e com tal foma brutal que me deixou ainda mais acesa. Subi a minha boca por seu tronco, passando as marcas de cicatrizes de maus tratos e deslizei lentamente entre elas como se minha língua as pudesse curar e só parei quando grudei o meu corpo no seu, minha boca subindo seu pescoço em deliciosas mordidas, gemidos e chupões que me fizeram lubrificar novamente.
— OH ANA, VOCÊ É A MINHA MULHER! — geme ele me segurando com força procurando a minha boca com máxima urgência na sua para sugar sua língua na minha, puxar suas forças num beijo aliciante e cativo.
— TE QUERO TANTO, CHRIS... QUERO SER SUA, SOMENTE SUA... SUA MULHER! — gemo contra sua boca quente, expelindo desejo que vibrei invadindo com a minha.
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