Notas iniciais
Olá gente linda ♥ Antes demais nada quero agradecer as palavras de apoio e tenho a dizer que correu tudo bem, tirando as dores que tenho sentido, mas é uma recuperação lenta... err... Quero agradecer os comentários, vocês são os melhores e me deixaram feliz e animada. Creio que são os ingredientes certos para a recuperação. Ai sem delongas o capítulo 32 que dedico a todas ♥ Boa leitura

Nos perdemos em mais beijos de aspiração, uma acesa e intensa aspiração que nos cobria imensamente e desejei com todas as minhas forças fazer amor com ele, queria muito isso. Sentir a sintonia do seu corpo invadindo o meu ao máximo, construindo dessa forma uma harmonia plena de satisfação e prazer mutuo, contornar nossos gemidos como uma melodia de êxtase e paixão.

Christian me invade com suas mãos, as descendo por meu corpo como prensas e para ali na calcinha me encostando o topo da cabeça na minha, que fechei os olhos para sentir as vibrações, os espasmos loucos do meu corpo, a minha adrenalina recorrente invadindo as minhas veias, as dilatando e tornando o meu sangue fluído correndo. Ele enfiou os dedos nas laterais da calcinha a descendo calmamente ao qual ajudei movendo as minhas pernas de forma sensual em uma dança libertadora. Novamente, vem subindo as mãos por meu corpo acima, até ao meu sutiã o abrindo ali na frente e soltar dessa forma os meus seios eretos e excitados querendo em gritos a sua boca os mordiscando, fazendo as delicias do seu prazer intenso.

— CADA VEZ MAIS PERFEITA! — diz ele soltando seu topo da cabeça do meu, me olhando fascinado, olhos brilhantes e aceso, aceso de um desejo incontrolado.

— Morda, chupe, lamba, faça o que quiser, eles estão querendo sua boca... — digo deitando no sofá totalmente como lontra e Christian umedece os cantos da boca sorridente me seguindo com os olhos.

A minha atenção recai no seu membro desejoso e grande, o queria de todas as maneiras e formas, queria muito, queria senti-lo me preencher o interior da minha intimidade como uma nova descoberta. Um preenchimento que me aquece, me dá prazer e nunca me deixa insatisfeita.

— Tudo o que você quiser, baby! — fala se lançando de boca para os meus seios os abocanhando com fome, ferocidade que faz contorcer genuinamente no sofá sem pudor ou regras de inibição. — hum... — geme com gosto, dando uma mordida no mamilo o deixando tão duro e extensivel.

— OH... Chris... — gemo ofegante me sentindo em uma nova explosão de orgamos sucessivos.

— Isso, tão moladinha para mim... — afirma ele entre dentes com sua mão descendo meu sexo, passando os dedos entre os lábios do clitóris o estimulando de forma divertida e prazerosa.

O meu corpo todo se contrai espontaneamente e novamente rebolo para ele, para que sinta em seus dedos a minha pura satisfação de ser masturbada por suas mãos. Christian sorri e busca minha boca acesa a beijando, consequentemente mordendo. Retribuo deixando minha língua ser mordida por seus dentes, chupada por sua língua viciante e cheia de luxuria. A minhas mãos correm passo a passo o seu tronco, arranhando de leve e parar ali tão próximo desse membro duro, grande e extremamente meu. Christian geme quando o toco no seu ponto sensivel, isso me faz sorrir. Eu lhe dou desejo, prazer, tudo o que mais quero, é que se sinta tão inebriado quanto eu.

— Vou te comer Ana... — diz ele abandonado a minha boca para a descer lentamente pelo meu corpo deixando um rastilho de saliba ardente como GPS que marca o caminho de retorno à origem.

Arfo, gemo, contorço o corpo diversas formas e maneiras a baixo dele que me explora a sensibilidade. Os seus dedos me penetrando com mais força, investindo em cheio no meu sexo retirando o melhor de mim. Arrancando o meu líquido viscoso e quente como conhecido como orgasmo. Uma lubrificação quente e que transforma essa sala num lugar com cheiro a sexo e lúxuria ardente. Umedeço os lábios por senti-los ligeiramente secos sem sua boca para os alimentar, suspiro levando as minhas mãos de volta aos meus cabelos os querendo desfazer da trança, quando sinto uma nova invasão. A invasão de uma língua saciante e quente querendo explorar os cantos mais obscuros da minha intimidade.

— SIMMM... — gemo contraindo o corpo em forma de arco, alargando ao máximo minhas pernas para poder ter espaço suficiente para ele visualizar com maior clareza minha sexualidade tão feminina. — Oh sim, é delicioso.... caramba! — reviro os olhos me perdendo em múltiplas sensações.

~*~

Pov. Christian

Tinha a melhor visão do mundo diante os meus olhos. Uma intimidade altamente deliciosa, quente, salgada e doce ao mesmo tempo. Uma lubrificação que fez com a minha língua escorregue com maior facilidade abrindo caminho para uma exploração minieira promenorizada. Não tenho luz, mas sou bem guiado pelos gemidos de satisfação de Anastacia. O canal da sua vagina era estreito como passadiço, apertadinho para uma língua viciada pela droga de um gosto ainda mais potente. Um sabor amargo, doce e cativante. Eu engoli o gozo dela, lambi, batuquei com a minha língua feroz e cheia de sede, suguei tudo até sentir seco, mas novamente ela se explodiu em uma nova avalanche saborosa e quente, me fazendo engolir tudo novamente. Ao retirar minha língua do interior, dei conta de que essa era a melhor visão que ela me podia porporcionar. Ver Anastacia se contorcer de forma deliciosa, ter seu corpo queimar chamando pelo meu. "ELA ME DESEJA" sorrio malicioso e enterro dois dedos de uma só vez dentro da sua intimidade, a estimulando lentamente, a torturando um pouco mais, antes de lhe oferecer meu membro duro de uma só vez. O resultado é tentador e extretamente excitante, pois a sua buceta aperta, descontrai com meus dedos no seu interior como um corpo estranho. Os sinto ficarem contraidos lá no interior, isso me faz urrar, me tocar em mim mesmo com a minha mão livre para ver o quanto é deliciosa e me deixa louco, aceso. A sua buceta de tonalidade a pêssego tão deliciosa e completamente mordivel. A única e a mais sensacional que alguma vez conheci e agora tenho a certeza que ela é totalmente minha, só minha.

— VOU TE COMER, BABY! — falo com uma voz mais rouca ao beijar o cantinho da sua virilha cheirosa.

Ela me sorria, eu podia ser aqueles lábios entreabertos dos clitóris em chamas, querendo minha boca os repuxando novamente ali. Então não podia gosto de deixar ninguém insatisfeito me joguei de cabeça mordiscando um lábio, o outro em seguida, o repuxando com os meus dentes, mordiscando novamente e rebolar os meus dedos no inteiror dessa buceta quente e apertada. Anastacia me respondeu direitinho com um longo e intenso gemido. O seu corpo espasmando com maior ferocidade que precisei parar, pois já a havia castigado demais, ia dar o merecido bónus.

— Deliciosa!

Me recomponho em pé, ela passa os dedos sobre os lábios os chupando com malicia, uma mesma malicia que me deixa ainda mais louco, louco por ela. Como ainda tinha minha cueca boxe a desci libertando finalmente meu membro louco de tesão, tenso e ansioso por uma entrada triunfante. Anastacia ao contrário do que esperei se levantou sentando na minha frente, fazendo gestos para mim e ergui a sobrancelha descendo os olhos ao meu membro duro, de veias salientes e tão corado.

— Tem fome? Mas você está quase lá, melhor irmos com calma... — alerto me preocupando com a sua disposição aos limites.

Contudo, Anastacia contraria trazendo suas mãos deliciosas para o meu quadril, me arrepiar, me deixar tenso e desconstraido ao mesmo tempo. Ela desliza aqueles dedos até ao meu membro o segurando em suas mãos, começando a masturbá-lo de forma deliciosa e me arrancando muitos outros urros de prazer. Movi meu membro entre suas mãos imaginando em uma buceta quente e apertadinha, exatamente a sua, pois nunca conheci outra que me desse tanto, mas tanto prazer. E a verdade é que em toda a minha vida conheci muitas mulheres.

Fechei os olhos e quando os abri a sua boca invadiu a cabeça do meu pau com ferocidade que me arrancou um gemido profundo das entranhas. Precisei me segurar, mas foi altamente difícil, Anastacia tem uma boca que é uma delícia, uma poderosa e satisfatória boca, já para não falar na sua língua que passando agora as veias salientes do meu pau me deixam numa queimação pior que a do inferno. "HUM TÃO DELICIOSA E GOSTOSA DO JEITO QUE GOSTO" os meus pensamentos são completamente preversos, maliciosos e sujos nesse momento. Ela me deixa assim, conquistado, extaseado e moribundo. Um verdadeiro refém da sua sensualidade feminina.

— Hum... — geme com a sua boca totalmente preenchida por meu membro.
Estoco ele em sua boca e o estoco tão ritmadamente que logo iria gozar, mas não se ela queria que gozasse em sua boca, é algo que faria pela primeira vez e queria muito, queria mesmo que ela o aceitasse.

— Oh baby assim é tão bom... — urro semicerrando os olhos de excitação pegando nos seus cabelos os segurando como coque froxo em minhas em meus dedos. — Isso, come meu pau... — ordeno sem pudor me sentindo em vibrações automáticas e precisas que logo estaria gozando forte se ela não abandasse o seu ritmo comedor. — Vou gozar, posso?

— hum... — ela geme me deixando na dúvida e sobe os olhos que encontro com dificuldade por estar cego de prazer. — Sim... — responde libertando sua boca do meu pau corado, teso e altamente assado por sua boca revigorosa. — Agora! — e volta a enterrá-la nele, estoco com ferocidade com essa luz verde e meu corpo explode em um puro e delicioso orgasmo, jorrando um jato de sémen em sua boca pequena e viciante.

A sua língua rodopiando a cabeça do meu membro, limpando todos os vestigios de lubrificação. Sinto logo uma recaida de energias, ela me deixa fraco e sei que queria mais de mim, Anastacia é insaciante e completamente explusiva.

— SUA BOCA! — ordeno sentindo minhas pernas fraquejarem, algo que nunca me havia acontecido antes, nenhuma mulher me deixara refém dessa forma.

Ela cede subindo com suas mãos lentamente pelo meu corpo, beijando cantinho por cantinho, passando a língua húmida nos meus mamilos, os mordiscando ali e finalmente parar para deixar um chupão demorado no meu pescoço que sei que ia ficar marcado, mas gosto das suas marcas, finalmente a custo pude ter sua boca de volta na minha. Sentir o meu próprio gozo em sua língua, saborear nossos sabores numa mistura intensa de doce e amargo.

Grudei o meu corpo no seu, sentir seus mamilos duros estreitarem contra o meu peito, roçar meu membro duro na sua intimidade molhadinha e desci as minhas mãos calmamente por laterais do seu quadril para as enterras nas bochechas das sua bunda gostosa e mordível. Apertei elas formente, até escutar um gemido gritante no meu ouvido. Anastacia circundou meu quadril com as suas coxas, me prendendo a ela como cola. Caminhei lentamente com ela grudada em mim me beijando o lóbulo da orelha, a guiei até ao quarto que por acaso acertei, ela de fato o seu e a deitei na cama. Ficando com uma visão mais gloriosa da sua feminidade e abri caminho no seu canal pequeno, mas antes precisei me libertar das suas coxas para voltar na sala, não podia me esquecer da camisinha.

— SÉRIO? — Anastacia resmunga alto e bom som para mim, o que me faz rir, pois amo deixá-la na tortura. — CHRIS, VOLTE... TENHO FOME!

Então volto correndo descalço com o pacote cinza entre os dedos o rasgando com os dentes louco para satisfazer a minha morena. Coloco a camisinha e pronto aproximo dela pegando suas coxas, as prendendo ao meu quadril na medida em que a penetro lentamente fazendo a própria da Anastacia gemer alto, me fazer gemer a mim mutuamente.

— Pronto... — digo a penetrando com calma espalmando as minhas mãos em sua barriga sarada, altamente linda e com uma perfeita visão dos seus olhos azuis semicerrados me encarando, rostinho corado de excitação, gemidos ofegantes e mãos que apertam os seios os deixando totalmente corados. — OH baby... — urro aumentando o ritmo, começando a estocar com mais força, porque sua buceta pede violência, preenchimento puro.

— COM MAIS FORÇA, Chris... — implora fechando os olhos e arquear o corpo, libertar as mãos dos seios para arranhar os lençóis da sua cama.

A sua buceta começa a rebolar em meu pau duro, o fazendo ficar mais duro ainda me fazer ficar em êxtase, em espasmos loucos a querendo gozar rápido, mas não, eu não posso me deixar ir sem que ela se venha comigo. Então decidi abrandar, queria sentir mutuamente o nosso desejo aumentar.

— Oh baby, sim, aperta meu pau... oh caralho tão apertado!
Ela quica com dificuldade, meu membro escorrega entrando um pouco mais, sinto até o limite da sua intimidade, eu tinha chegado ainda mais longe.

— Quero sua boca, vem cá... — imploro com sede, me sentindo seco, sem saliba. Dou a minha mão para Ana que me puxa para cima do seu corpo.

Enterro os meus joelhos na sua cama imensa e roço meu troco contra o bico dos seus seios durinhos, deliciosos e a beijo, beijo com vontade, desejo e amor. Um beijo diferenciado do primeiro, mais apaixonante, pois ela me retribuiu com a mesma vontade. Sugou, investiu e explorou minha boca com a mesma capacidade de um turista procurando agrado, divertimento e descoberta. A sua língua dançou um pole dance para mim, uma dança sensual e que a minha língua não aguentou ficando quieta batucando a parede da sua boca. Tudo isso apenas aumentou o nosso contato, a nossa adrenalina e consequentemente me abriu caminho para o meu orgasmo chegar intenso e poderoso, pois meu corpo refletiu uma descarga. Anastacia contraiu igualmente e descontraiu se saído em êxtase.

— CHRISTIAN... Meu... — gemeu meu nome em minha boca.

— ANASTACIA... — gemi igualmente me perdendo.

Foi então que juntos atingimos o clímax da relação mais intensa que alguma vez me imaginei tendo com Ana. Meu membro jurrou para o plástico que nos protegia e me deixei cair em seu corpo deslizando para o lado, mas me mantendo dentro dela, tal como gosta.

— Estou morto... — sussurrei num fio de voz realmente cansado, ofegante e com uma batida frenética no peito.

— Ambos, Chris... — confirma as minhas palavras como suas.

Ficamos assim uns minutos, até sair de dentro dela e deitar ao seu lado, após tirar a camisinha gozada e deixá-la no chão.

— Tenha uma boa noite, meu gostoso...

Beija os meus cabelos e me deixa um braço cima do peito, deixo o meu sobre os seus seios apertando contra mim de forma deliciosa e protetora. Eu amo ter Ana nos meus braços, me faz sentir útil, protetor.

— Descanse baby! — fecho os olhos encostando meu nariz nos seus cabelos.

Notas finais
Gostaram? Esses dois tiveram uma noite maravilhosa, não? Muita estreia para esses dois... Próximo capítulo terá treta. Quem quer ver Anastacia brilhando coloca a mão no ar! :) Volto a pedir às 106 pessoas que acompanham a história para deixar comentários, não sejam fantásmas, sim? Lembrem que ao comentar estão a dar vida e animo ao autor. COMENTEM FAVORITEM RECOMENDEM se a história merecer Até ao próximo capítulo ♥