Notas iniciais
Olá galerinha ♥ Estou muito feliz com os vossos comentários, realmente incentivadores e um pouco alarmantes, mas calma meninas, foi somente um pesadelo do Chris, sim? Ele tem indice para sonhar com coisa pesada e ruim. Mas ainda bem que Ana está bem, não? Nesse capítulo teremos um aviso de treta chegando... haha Tem gente que não vive sem ficar pegando no pé, sabem? Enfim, só posso dizer um viva ao casal, porque sim, eles estão in love moment. ♥ Quero agradecer aos novos acompanhantes da história, incluindo Julia Cassol e Lady Lysla Cullen que recentemente se juntaram para favoritá-la. Penso que é tudo por hora e já muito.... sem delongas o capítulo 28 ♥ Boa leitura

— Chris! Christian, acorde! — abro um olho e depois o outro quando escuto alguém me chamar, mas que não identico de imediato por estar sonolento querendo drasticamente dormir um pouco mais. — Hey! — Anastacia faz um sorriso rasgado espalmando as suas mãos em meu peito desnudo criando uma corrente arrepiante em minha pele em contato com a sua totalmente lisa e macia. — Acorde! — repete me balançando, mas confesso que me sentia muito em transe.

— Que horas são? — pergunto virando a cabeça para o criado mudo ao lado, mas não vejo relógio algum. — Ok, é do outro lado. — deduzo de imediato esfregando os olhos com os nós dos dedos.

— São 11 horas e você dormiu demais...

Ao escutar que eram 11 da manhã, dou um pulo na cama indo para o chão. Ela estreita o olhar me vendo tão apressado e irrequieto querendo despertar de imediato, afinal não sou nada de me ficar tanto tempo numa cama, por mais gostosa e bem acompanhada que esteja.

— Calma, é domingo, lembra? — coço a nuca bagunceando desse modo os cabelos ficando com eles totalmente desalinhados e em diversas direções. Agora lembro exatamente onde estavamos. — Que se passa? Está tão agitado! — Anastacia se ajoelha na cama em um roube branco de veludo e me abraça em duas frente me acariciando o tronco desnudo que me faz sentar na beira da cama, enquanto observo nós dois no reflexo do espelho na minha frente.

Ao meu pensamento volta as imagens do sonho, o terror de me ver abandonado por Anastacia, não por vontade própria, mas porque alguém a levava de mim. Aquilo me deixou perturbado, muito perturbado e com receio de falhar com ela novamente. Falhar mesmo e a perder por pura estupidez minha, porque sempre faço merda e sempre pego pagando a consequência dela. Respiro fundo e foco meu olhar no espelho. Os seus olhos azuis iguais a safiras postos no mesmo ponto que os meus totalmente perdidos e cheios de receio.

— Tive um pesadelo, Ana! — digo virando agora o rosto para encarar o dela grudado no meu, é certo. — Você estava nele e foi horrível! — ela muda as feições de alegria ligeiramente para preocupação formando exatamente aquela ruga mínima de expressão. — Eles te levavam de mim... eu não pude te salvar... me senti impotente naquele lugar. — ela me aperta contra o seu corpo de forma protetora.

— Foi só um sonho ruim, ninguém me vai fazer mal algum! — diz confiante tocando o topo da minha nuca com a sua. — Estou aqui com você e não vou a lugar algum! — afirma novamente concentrando seus olhos nos meus. — Agora fique tranquilo, sim? — assinto brevemente e recebo o seu beijo calmo de nos deixar imóveis por uns minutos apenas.

O celular de Anastacia toca em cima do criado mudo e afasta intrigada. Levanto da cama e sigo para o banheiro para tomar uma ducha que me deixe mais acordado e me faça esquecer dos pesadelos absurdos que reinavam em minha cabeça. Contudo, é certo que numa próxima terapia terei que falar deles para o Dr. Flynn e perceber o que está havendo comigo. Pois os pesadelos não são mais os mesmo de antes e isso me perturba de todos os modos possíveis. Me deixando mais preocupado, assustado consequentemente.

Enrolado na toalha volto para o quarto e vejo Anastacia sentada no peitoril da janela de celular no ouvido rindo. Ela me olha com os dedos nos lábios e faz um gesto com indicador breve para mim para que tirasse a toalha e fico meio que a olhando confuso. Só que é ai que desliga a ligação se despedindo rapidamente de alguém que não tive curiosidade em perceber quem e vem subindo a cama manhosa, sedutora na minha direção. Uns olhos brilhantes e mordendo aquele apetecível lábio inferior ao qual já mordi de várias e deliciosas maneiras.

— Você quer que eu tire a toalha? — pergunto a olhando nos olhos. As suas bochechas corando, isso me faz sorrir.

— Quero! — afirma corando ligeiramente.

— Quer mesmo? — pergunto no intuito de a torturar igualmente, como me faz.

— Tire a toalha, por favor! — pede com delicadeza, passando logo aquela língua afiada no cantinho da boca.

Liberto a toalha que cai junto aos meus pés e deito sobre Anastacia que estava somente com aquele roube de veludo, com calcinha, seus seios soltinhos no interior. Subo lentamente minhas mãos pelas laterais do seu corpo subindo aquele tecido que consequentemente, abrindo caminho desse modo até ao lugar onde ela o havia amarrado para libertá-la. Ela me enlaça um braço na volta do pescoço, olhando em meus olhos cinza que mergulham no mar azul dos seus olhos. Ana traça a coxa na volta do meu quadril, a outra coxa igualmente e a sua buceta roça contra o meu membro já duro, ereto e pulsante a querendo preencher de todos os modos possíveis e saciantes. Mordo os lábios dela com alguma vontade, Ana geme enterrando mais a nuca no travesseiro de penas de ganso, a sua mão livre viaja pelo meu tronco lateral o arranhando ligeiramente. Gemo em sua boca desfazendo do que sobra do seu roube. Ela liberta suas mãos para que possa despir seus ombros delicados e suavemente cheirosos e o jogo num quanto qualquer do quarto. Ai ela fica somente de calcinha, uma calcinha interessante que me estava bloqueando a entrada do meu membro pulsante, excitado por preenchimento querendo abrir caminho para uma entrada triunfante.

— Arranca ela, Chris... — pede sorrindo maliciosa. — Estou com tanta fome... — provoca e isso me acende um animal sedento dentro de mim que me faz arrancar a calcinha em três tempos, a transformando em mínimos trapos. Ela ri em divertimento com a cena.

— Tem graça é? — pergunto aceso de lúxuria inebriante causada por sua buceta de tonalidade de pêssego, quente e húmida, prontinha para mim.

As suas pernas na volta do meu quadril apertam um pouco mais e antes que pudesse conceber o ato, busco uma nova camisinha, porque precisamos ser responsáveis quanto às surpresas futuras. Rasgo o pacote cinza e coloco a proteção em meu membro. Só então a penetro lentamente, abrindo um caminho apertado no interior do seu sexo, me movo calmamente, somente aumentando nossos movimentos ritmados aos poucos, para que tanto seu corpo se molde ao meu no seu interior. Ela logo começa a rebolar seu corpo no meu, gemer junto aos meus lábios que ofego com dificuldade o ar que respiro, sendo que Anastacia é altamente inebriante e de me deixar sem fôlego e em êxtase. Realmente uma mulher capaz de me deixar satisfeito, preenchido e completamente exausto, porque me suga todas as minhas forças exigindo muito de mim, ao qual respondo com prazer, acima de prazer, pois não desejo lhe faltar com nada. "Nosso lema é agradar" penso.

— Isso, Chris... mais forte, por favor... — ela pede.

A estoco com mais violência, dando maior onda de prazer ao nossos corpos que vibram, seus seios que saltitam excitáveis, adoráveis e sensivelmente irresistiveis que me deu vontade de morder, sugar, voltar a morder e repetir essa experiência outras vezes sem parar. As suas unhas cravam em minha pele a deixando viva e acesa de dor, reprimo alguns arquejos, os transformando em hurros de satisfação, porque Anastacia me porporciona todas as melhores sensações do mundo, de uma forma que nehuma outra mulher foi capaz de o fazer comigo. É certo que em termos de currículo com mulheres tenho uma experiência larga, mas Ana para iniciante ultrapassa qualquer uma que seja experiente. É um forte prazer como nunca senti antes. Ela é perfeita, tem tudo o que preciso e me porporciona momentos inesquecíveis, momentos que tenciono repetir toda a minha vida.

— Oh Ana, isso! OOOh caralho, meu pau apertadinho nessa buceta deliciosa... — urro contra a pele incendiante do seu pescoço pulsante, altamente quente, em chamas pelas veias dilatadas onde passa o sangue que ferve ardente e altamente quilibrado de adrenalina na sua corrente. A beijo ali, mordo com intensidade, já que ela me deixa em chamadas de um inferno altamente viciante e cativo do qual não posso sair mais.

— Vai com mais força, simmm, me preenche... OHHHH! — ela provoca me deixando completamente louco, altamente aceso, me deixando queimar furiosamente no meu inteiror. De forma que sinto meu sangue latejar em minhas veias querendo estoirar de satisfação.

A estoco com muita mais força, me sentindo totalmente a vibrar, nossos corpo numa sintonima inigmática e vibrante como uma melodia delicada, violenta e apaixonante. Não demorou muito para que o corpo de Anastacia começasse a entrar em espasmos, logo decidi abrandar o ritmo das minhas estocadas violentas, não queria que gozasse já, queria lhe dar um pouco mais de mim, o pouco que ela merecia. Movi cada vez mais lento, estocando uma, duas e três vezes de cada vez. Ela foi arfando junto à pele do meu ombro, o mordendo ligeiramente e passando sua língua arfante criando uma arrepio básico, mas ainda assim mordendo, pois senti seus dentes ferrando, talvez para reprimir gemidos sonoros que lhe arrancava.

— Baby... — pela primeira vez a apelido sem ser com seu nome. Anastacia desencosta a nuca do meu ombro me olhando nos olhos tão excitada, corada, que mal podia manter os olhos abertos e me encarar direto, suas bochechas vermelhas e extremamente mordíveis.

— O que falou? — questiona num fio de voz mordendo os lábios provocantes e carnudos, altamente acesos na sua cor natural.

— Baby, baby... — repito unindo minha boca na sua e beijar com desejo, que me é retribuido com uma dança de línguas viciantes e nos faz rebolar na cama, mudando nossas posições drasticamente perdendo eu assim o controle da situação.

Agora Anastacia se via no comando, roçando seus cabelos marrom contra meu pescoço e peito. Isso me faz arfar, gemer e gritar interiormente por desejo dessa mulher tão viciante, tão poderosa e tão... tão proxima de ser totalmente minha. Meu corpo entra em espasmos naturalmente a isso, sentia um puxão ligeiro a baixo do umbigo o que me alertava para a proximidade de um orgasmo e aproveitei a ocasião para dar umas estocadas finais mais profundas e intensas que me fariam gozar com todo o gosto em sua boca novamente. Anastacia me ajudou alcançar esse bendito final ao quicar em cima de meu membro gritante e latejante em uma vagina apertada, roçando com dificuldade esse vai e vem. Consequentemente a isso, o clímax da relação acabou acontecendo com o resultado de gememos os dois ao mesmo tempo que ejaculei dentro dela, sentindo aquele líquido do meu gozo preencher o pequeno plástico, aquela nossa proteção.

— Foi ainda melhor, baby... — exprimo de olhos semicerrados. Anastacia deita colada a mim, sem aquele apoio de seus braços nas laterais do meu corpo. — Me prometa que nunca me vai deixar, Ana. Preciso tanto de você em minha vida... — sussurro fazendo um esforço enorme para a olhar com pormenor, mas confesso que me sinto meio exausto, extasiado para falar a verdade e meus olhos mal conseguem pestanejar.

— Se prometer nunca deixar de ser esse cara que estou adorando conhecer, não vou lugar algum sem você, Christian. — sussurra deitando a sua cabeça ao lado da minha, seu nariz tocando meu lóbulo da orelha. — Só depende de você, Chris...

— Estou fazendo o possível e o impossível! Por você estou disposto a tudo!

~*~

Era cerca de uma e um quarto e Mia já havia saido, somente deixando um breve bilhete com uma caligrafia elegante em cima da mesa de centro da sala. Anastacia ainda ficara no quarto se arrumando para sairmos para almoçar tal como ficara combinado na noite anterior. Confesso que ainda não estou muito bem, porque ela me deixou sem forças, só que ninguém pode saber nada relativamente e esse ponto. Gosto de surpresas, ela me surpreendeu lindamente me deixando sem minhas auto-defesas predominantes. Aliás, essa mulher é perfeição em pessoa. Porém quando sinto que vou sentar e pegar o jornal que Mia deixou para que pudesse ler, já que é algo que gosto de fazer quase toda a vez que tenho tempo, o meu iPhone vibra no bolso dos jeans e o tiro para ver quem é. Franzo os olhos quando dou conta que é Taylor e atendo achando que podia ser algum assunto urgente.

— Taylor! — cumprimento ao atender e andar até à janela enquanto espero por Anastacia. — Aconteceu alguma coisa? — pergunto estreitando o olhar à paisagem exterior.

— Sr. Grey desculpe incomodá-lo, mas é que a sra. Lincoln apareceu essa manhã no seu apartamento o procurando! — bufo ao não gostar nada da marcação cerrada de Elena quando lhe fora claro que não ia ceder mais ao seu joguinho e ameaçei terminar nossa amizade se insistisse em continuar me controlando incansavelmente intreferindo na minha vida com Anastacia. — Avisei que o senhor tinha viajado, mas não alarguei a detalhes.

— Você fez bem, Taylor! — confirmo gostando de saber que o meu motorista segue bem os termos da descrição tal como preso. — Ela não perguntou mais nada? Não mencionou o que queria de mim?

— Não senhor! Ela ao saber que estava fora, saiu pelo mesmo lugar que entrou!

— Certo! — passo uns dedos na barba rala me virando ligeiramente e ver Anastacia deslumbrante num vestido cintado azul que lhe cai na perfeição, realçando muito a tonalidade de sua pele pálida na entrada do corredor. — Fique alerta, se acontecer mais alguma coisa me avise, estou voltando ainda hoje!

— Com certeza, senhor! — assente no outro lado da linha e desligo guardando o iPhone no bolso e vou até Anastacia a abraçando pela cintura e deixar um selinho demorado nos seus lábios com sabor a cereja que sorri por ter aquele toque delicioso e doce.

— Algum problema? — o seu semblante fica ligeiramente preocupado ao umedecer os lábios retocando o brilho.

— Nada com que devemos nos preocupar! — tranquilizo, pois tudo o que não quero é aborrecê-la com os meus problemas.

Muito menos falar de Elena que já dera mostras de que não me ia deixar a vida nada simples, mas acontece que se não me facilita, eu não facilito para ela e começa com o fim de muitas coisas, a nossa amizade pode estar por um fio se ela insistir em me perseguir, perseguir Anastacia. Pois não vou admitir que arruine a minha felicidade por caprichos toscos, só porque acha que sabe o que quero para mim e que necessito. Só porque acha que sou refém de dominio, mas isso não é verdade. Essa fase da minha vida deixou de fazer sentido quando conheci Ana, a única mulher que me mudou realmente. Para melhor é certo, pois me sinto diferente e realmente satisfeito com a mudança, que embora pequena é ótima para mim, é ótima para nós dois.

— Está pronto? — questiona traçando uma mecha atrás da orelha com um toque de intriga no olhar.

— Sim, vamos... — confirmo abrindo a porta para ela.

Após descermos no elevador em direção à saida, pegamos um táxi que nos leva direto para a zona centro da capítal, justo para o museu do Louvre. Queria novamente surpreender Anastacia a levando para almoçar no Bistrô, localizado no interior do museu com uma vista estonteante para as pirâmides de vidro alagadas por um lago que a reflete de forma cristalina e única. Tenho a plena convicção de que vai adorar e ficar tão deslumbrada como ontem que estivemos na torre vendo aquela vista maravilhosa que é Paris à noite.

— O Louvre é lindo! — diz ela dando uma olhada nos folhetos de roteiro turístico que o taxista tinha em um monte para os turistas.

— É para lá que estamos indo, Ana! — digo sorrindo com o seu espanto tão ingênuo e simplesmente apaixonante.

O táxi para junto ao palácio do Louvre e deixo uns 25 euros em cima do banco, mesmo sabendo que seria um exagero, contudo, estou com vontade de oferecer grojeta, posso ostentar um pouco as minhas posses?

Ajudei Anastacia a sair e foi realmente como o esperado. Os seus olhos brilhantes, sorriso largo e entusiasmo patente numa única expressão previsível. Dali a segurei pela mão e entramos dentro do espaço passando por exposições imensas. Anastacia sempre parando para comentar algo que não me levei nem dois segundos para entender, mas que ri, pois me senti muito bem. Definitivamente bem na sua companhia fazendo uns programas que não é coisa que fosse de ligar até agora, na medida em que todas as vezes que viajava, vinha somente em trabalho. Depois dessas meras distrações, comentários e beijos leves e tocantes, eis que a levo no Bristô lotado de turistas nos olhando. Uso a minha manha comum e logo consigo um lugar para nós junto à vista, pois lhe queria porporcionar o melhor lugar, a melhor vista, o maior deslumbre.

— Nem sei o que dizer para falar a verdade! — comenta ela já sem palavras somente me olhando, olhando a vista, mas me voltar olhar.

— Não tem que dizer nada, só aproveitar! — afirmo pedindo nosso menu que sei que Anastacia confia na minha escolha e claro que não podia faltar o celebre vinho para acompanhar a deliciosa comida.

— Mal posso esperar para contar tudo isso para Kate! — diz em sorrisos enquanto seguro sua mão sobre a mesa a levando aos meus lábios e beijar suavemente seus nós a aroma de coco. — Ela vai surtar e aposto que logo, logo virá com Elliot!

— Lelliot viaja muito, ele sempre vem visitar Mia, por isso é provável que a viagem esteja para breve! — confirmo descendo sua mão novamente à base da mesa bem composta.

— Sabe que gostei da sua irmã? — ergo a sobrancelha, ela não me havia comentado nada a respeito. — Ela me pareceu muito carinhosa, simpática e parece gostar imenso de você. — balanço a cabeça com esse fato.

Realmente se tem pessoa que amo imenso nessa família, é essa caçula. A melhor coisa que antes de Anastacia, claro, surgiu na minha vida e me deu a melhor infância possível. Me fazendo esquecer a merda de passado por momentos vagos e imperdíveis de gargalhada e divertimento na sua companhia.

— Mia é uma caixinha de surpresas e tenho a certeza que ela também gostou de você, Ana. — exprimo. — Desce muito cedo que ela me motivou a criar laços, provavelmente a única, pois Lelliot já viu, não é? — ela ri. — Enfim, essa minha caçula é especial e só lamento não passar tanto tempo com ela, mas minha vida é cheia e parece que brevemente ela vai se mudar para Seattle.

O nosso almoço acaba chegando, nos é servido uma dose de vinho generoso em nossas taças e proferido um "bon appétit" num sotaque carregado francês.

— Então ai vão poder compensar o tempo da ausência de contato... — salienta pegando seus talheres de forma elegante e saborear a comida com gosto.

— É, provavelmente tem razão... — dou razão, mas sem grandes delongas comendo.

~*~

No final do almoço peço para que me tragam uma taça de morangos e chocolate, pois é saboroso mergulhar o morango no caldo de chocolate. Anastacia sorri quando nos é posto na frente essa bendita taça e rouba um morango em atrevimento que me senti tentado em morder. Ela mergulha na calda e leva aos lábios os sujando desleixadamente. Mordo o canto da minha bochecha ao observá-la fazer aquilo e não me contenho, não como devia e lá vou eu mordendo seus lábios doces e saborosos como chocolate suiço. Ela vem retribuindo me lambusando mais ainda com sua língua abrindo passagem em minha boca para dançar um tango quente e colante. A sugo para mim, não a querendo libertar de forma alguma. Contudo, é Anastacia quem quebra o beijo se libertando de minha boca com resistência para ofegar um pouco de ar. Ela estava relativamente coradinha.

— Desse jeito não sei se consigo chegar em Seattle! — afirma pegando outro morango o mergulhando na calda e devolver na minha direção ao qual abro a boca para trincar, mas que ela troca as voltas e o trincar antes mesmo que o pudesse fazer, para meu grande desapontamento.

— Sacanagem! — digo nada convencido e pego igualmente em outro morango imitando a mesma deixa.

Podíamos ficar ali o resto da tarde de traquinice ou romance, mas acontece que tinhamos outras coisas mais para fazer, melhor tempo para descontar com a super Mia. Então acabamos voltando para o apartamento da minha caçula que nos esperava radiante e com umas sacolas na mão. Anastacia me olhou logo desconfiada e fiquei um pouco tenso, confesso. "O que foi ela me armar agora" penso ficando nervoso, é certo.

— Ainda bem que chegaram! — diz ela puxando Ana por uma mão e eu pela outra. — Tenho uns presentes para vocês, para a família e para a namorada do Lelliot! — explica. — Ana, também tenho aqui uns croquis que adoraria que pudesse dar uma olhada e quando for em Seattle experimentar, é que preciso de uma modelo para o trabalho final de curso. — e pisca um olho na minha direção.

— H-há... — Ana fica sem graça me olhando abaixo de umas longas pestanas ao qual incito aceitar, pois ela é realmente bonita e ia modelar na perfeição os desenhos da minha irmã que é uma artista de mão cheia. — Claro que sim... — diz por fim deixando Mia radiante.

— Chris leve essa garrafa para o papai que é presente do senhor que ele conhece... err, esqueci o nome do velho. — reviro os olhos rindo. — Enfim, avise lá em casa que volto na semana que vem e fala para Lelliot me ligar, é que ele anda sempre na caixa postal.

— Kate! — diz Ana intrometendo e Mia ri já imaginando isso.

— Fica tranquila que aviso todo mundo! — tranquilizo, pois ela sempre fica em maior estresse.

~*~

A hora da despedida chegou e sinceramente é a pior parte de todas, pois não suporto despedidas e me deixa de coração apertado, pois Mia sabe muito bem como dramatizar a situação ostentando os seus melhores e mais intensos dramas desses filmes franceses. Apesar claro de tecer umas pequenas recomendações que me fazem ficar mais sem graça na frente de Anastacia. O nosso voo é anunciado e após abraço e beijos dirigimos para a zona de embarque. Anastacia de braço alçado pela minha cintura, eu no dela.

Como estava prevista mais uma longa viagem, aproveito para descansar com Ana deitando sua cabeça no meu ombro enquanto o avião ganha força sobrevoando, assim que levanta voo em direção aos Estados Unidos, mais precisamente a cidade de Seattle.

Notas finais
Gostaram? O hot que rolou em maior clima no quarto? Ana é atrevidinha, não? E o que tem a dizer sobre a marcação cerrada da chata e velha Elena? (quem quer que ela se exploda bota a mão no ar) haha O que acharam desse almoço? E os presentes de Mia? Pena na hora da despedida, né? Comentem gente, quero saber vossa opinião... Comentem muito para que volte rapidinho. Favoritem e recomendem se a história merecer, claro. Mas saibam que uma recomendação me faz voltar voando... e quem aqui não está ansioso por treta? Conto com vocês, sim? Até ao próximo capítulo, gente!