Notas iniciais
Olá galerinha ♥ Voltei mais rápido que imaginei, porque recebi a uma recomendação maravilhosa da minha Puddin ♥ linda você é mew sweet do big heart e esse capítulo o dedico a você. Quero também agradecer a todas pelos comentários do capítulo anterior, amei todos sem excessão. ♥ Sem delongas eis o capítulo 29! Boa leitura

Pov. Anastacia

"Enfim Seattle" penso ao me sentir em terra firme assim que saio do avião com Christian mais desperto que eu, é certo. Taylor seu motorista estava lá na frente junto com as pessoas que levantam cartazes de boas vindas aos familiares e amigos chegam nesse desembarque.

— Sr. Grey! Srta. Steele! — cumprimenta sem grandes falas. — Fizeram uma boa viagem? — pergunta virando nos próprios calcanhares e seguir na nossa frente empurrando o carrinho com as nossas pequenas malas de viagem e sacos.

— Correu lindamente, Taylor! — confirma Christian calmo. — Alguma coisa de novo? — questiona de me deixar intrigada, com a pulga atrás da orelha.

— Não senhor, nada de novo! — diz quando passamos as portas longas e giratórias do aeroporto para a saida lotada de carros e pessoas conversando entre si.

— Meu carro ficou no parque, não precisa me levar! — digo me libertando dos seus braços.

— Mas está tarde, Ana! Porque não vem comigo e peço a Taylor para o deixar em seu carocha no bairro depois? — olho Taylor nesse momento que me olha sem grandes expressões, sendo simplesmente cumpridor de ordens do seu chefe.

— Não, deixe estar! — digo sem cedências. Ele suspira pesado. — Faremos assim, para o deixar mais tranquilo, aviso quando chegar em casa, pode ser? — ele balança a nuca tenso, mas cede ao meu pedido sem discussão.

— Então pelo menos para que me sinta com dever cumprido, me deixe acompanhá-la ao parque. — pede.

Não tinha como eu não aceitar com essa forma carinhosa e preocupada de como o faz questão. Apesar de saber que toda essa sua preocupação tem haver com o que me havia contado pela manhã. O tal pesadelo que teve e que foi ruim. Só que preciso tranquilizá-lo ao afirmar com todas as letras que nada, mas absolutamente nada vai acontecer comigo.

Assim sendo Christian vem caminhando a pé ao meu lado me fazendo companhia até ao carocha. Taylor logo surgue fazendo sinal de luzes com o Audi R8 para Christian. É então que me despeço dele com um beijo mais que demorado, mas de me deixar com um desejo aceso dentro de mim, pois não queria ficar separada dele, mas é um fato de que depois de quase tantas horas na sua companhia ficou até um vício. Depois que partiu, parti igualmente para o bairro onde vivo. A recepção acabou sendo inesperada, pois julguei que pelo horário tão diferenciado que a minha amiga estivesse dormindo, mas é um fato de que estava bem acordada e de perna traçada me esperando na sala.

— Até aqui enfim você chega! — diz ela esbaforida correndo para mim que me encolho todinha. — Que saudades, Aninha! — me aperta em seus braços me deixando sem graça e acção. — Como correu? Me conte tudo...

— Também senti muitas saudades suas, mas agora estou morrendo, aviões me deixam meio molesa e preciso descansar, amanhã é dia de trabalho.

Começo andar para o quarto arrastando a mala como zombie. Kate vem atrás de mim me segurando a mala por gentileza. Me jogo na cama, após entrar no quarto.

— Sério mesmo que me vai deixar no fio da vontade? — fala toda pidona, me deixando mais perdida ainda entre contar ou dormir, mas acontece que o meu cansaço venceu e decidi ir dormir.

— Até amanhã Kate! — pego um travesseiro para tapar a cabeça.

— Vai dormir com roupa social? — ela pergunta, reviro os olhos não ligando para isso. Estou mole. — Está bom... — e sinto alguma coisa macia me cobrir ao qual agradeço mentalmente por isso.

Umas duas horas depois que acordei com maior vontade de ir no banheiro lembro que não havia avisado Christian. E fico logo em alertas temendo ter um celular cheio de chamadas perdidas ou SMS's, mas não, ele não havia enviado nada, somente uma chamada perdida de um hora. Suspirei aliviada e decidi enviar a mensagem nesse instante.

Sei que prometi enviar uma mensagem assim que chegasse em casa, mas estava tão exausta que acabei caindo num sono gostoso.

Espero que não tenha ficado chateado

Boa noite, Chris! Sonhe comigo

— Anastacia Steele

Coloquei o celular em cima do criado mudo com despertador e voltei a enrolar nessas mantas e lençóis agora que me havia trocado direito para um pijama improvisado e rapidamente peguei no sono, um sono delicioso diria.

~*~

O meu despertador toca estridente e pulo da cama saindo de um sonho altamente delicoso e puff, já tenho eu que acordar para ir trabalhar. Nesse momento faço um beicinho enorme ao me levantar da cama ir para o closet escolher a roupa que ia usar, sendo que é a habitual saia travada, blusa branca com decote simples, sapato social de salto médio e blazer para acompanhar. Entro no banheiro para cuidar da parte de escovar dentes, pranchar cabelos de forma a deixá-los lisos e passar toque de maquiagem simples para que o rosto não fique com aquele ar desleixado e de quem acabou de acordar e tem sono. Ao fim de estar completamente arrumada, volto para o quarto, pegando o celular do criado mudo e dou um beijo para o espelho. "ISSO SIM É BOM HUMOR! TEM QUE FODER E VIAJAR MAIS VEZES, HEIN?" o meu subconsciente grita divertido ao me ver animada. A minha deusa festejando com fogo de artificio a vitória. Ostentando uma dancinha para acompanhar.

Ao me dirigir para a cozinha para pegar um simples iogurte, vejo Kate pegando café e tomá-lo juntinho à janela.

— Bom dia, Kate! — cumprimento minha amiga dando um beijo estalado na sua bochecha. — Bom trabalho, hein? — desejo já me escapulindo para a sala afim de sair de surdina de um interrogatório policial que sei que faria.

— Ei, ei... — ela vem atrás de mim que bem escuto aquele seu salto de 20 centimetros bater no mosaíco. — Não vai mesmo me contar nada? — pergunta indignada.

Pego o Blazer do antebraço e o visto a olhando de soslaio. Ela com a xicara de café entre os lábios fumegando.

— Pode ser depois? Prometo! — afirmo fazendo um ar de jura. Ela encolhe os ombros voltando para a cozinha. — Vá lá! — peço pidona e é ai que lembro do presente de Mia que seria uma arma secreta. — Tudo bem se não está afim de aguentar umas horas, então também não lhe direi o que Mia deixou para você como presente.

Minha amiga logo deita a cabeça de fora, olhos estreitos em mim e um sorriso bobão bambaleando nos lábios. "Sabia, te peguei" penso cheia de travessura.

— Tá eu aceito... mas o que ela me deixou, Ana? — fica mordida de curiosidade.

— Depois Kate, depois... — afirmo saindo.

~*~

O caminho até à editora corre na maior tranquilidade até receber uma mensagem no celular e me atrapalhar na condução, mas só porque meu génio malvado tem curisosidade e acabo encostando para não causar perigo acrescido aos demais que circulam na estrada. Imagine o que seria alguém bater o seu carrinho zero no meu carocha de lata. É, ficaria almogado certamente. Quando tiro o celular da bolsa vejo que a mensagem que havia caido, é de Christian e sorrio boba, abrindo para ler.

Bom dia, sunshine!

Acabei percebendo que havia adormecido, por isso não insisti mais com chamadas.

Hum, sonhei muito, pode acreditar. Você reinou no meu sonho!

Tenha um bom dia de trabalho, Ana

— Christian Grey

O meu sorriso se abriu ainda mais ao ler a sua mensagem que decidi responder, pois uma mensagem assim, o merecia.

Bom dia!

Não imagina o quanto isso me deixa feliz em saber. Você também reinou no meu sonho e confesso estavamos em outro lugar.

Bom trabalho para você também e prometa pensar em mim quando estiver sozinho.

— Anastacia Steele

Mordi o dedo guardando o celular de volta na bolsa e me fazer à estrada voltando a entrar na via e chegar finalmente na editora. Vilolet já estava na porta me aguardando e mal me vê o carocha chegando, alça sua mão acenando para mim sorridente e empolgada, provavelmente esperando por novidades. "Ena, não sabia que sentiam tanto a minha falta" penso ao parar no parque.

Ao me dirigir para ela deixei um beijo na sua bochecha e fomos entrando até à salinha dos cafés para tirar um bate papo ligeiro antes de entrar matando no horário de trabalho. Contudo a minha atenção é roubada quando estreito os olhos á minha secretária e vejo um ramo de rosas vermelhas me esperando. Aquilo me deixa meio intrigada e os meus estimulos ficam todos em estado de alerta máximo me deixando palpitante e com borboletas na barriga.

— O que foi, Ana? — ela pergunta quando me vê em transe olhando um ponto fixo.

— Ele não me disse nada... — falo num fio de voz intrigada com esse fato, mas totalmente boba, porque aquilo me parecia uma surpresa muito impressionante.

— Ele quem? — ela fica mais confusa.

Deixo Violet para trás e vou até à minha secretária levantando o ramo de rosas sem cartão e o fico olhando por uns momentos curiosa e maravilhada, porque ele era absolutamente perfeito. "Meu deus! Quando penso que fui surpreendida, ele me supreende mais ainda" digo mentalmente buscando da bolsa o celular, pois lhe queria agradecer a bonita supresa. Enquanto aguardo que Christian me atenda a chamada, olho por cima da secretária e alço o ramo para que a minha amiga possa ver e arregalar os seus olhos em divertimento pelo presente romântico. Eis que quando sinto que vou desligar, ele atende mesmo no fio da última tentativa.

— Baby! — fala com uma sua voz grave e branda para mim aquele, apelido que amei quando o proferiu na nossa viagem em Paris.

— Adorei a surpresa! — digo com um sorriso largo nos lábios, meu coração palpitante e cheio de emoção, as borboletas construindo uma rodinha em torno dele dançando e voando. — Não sabia que o seu lado romântico havia mudado também, mas valeu a pena, porque estou surpresa. — aproximo o ramo do meu nariz exalando o aroma intenso de rosas perfeitamente viciante.

— Surpresa? — Christian começa a pigarrear no outro lado da linha ao contrário do que esperei como reação. Parecendo até inocente demais. — Do que está falando?

— Do ramo de rosas vermelhas que me enviou! — afirmo erguendo a sobrancelha.

— Não lembra?

— Não enviei flores nenhumas, Ana! — nega e isso me desilude um pouco. Uma desilusão patente que me faz largar as flores nesse preciso momento. — Se fossem minhas eu teria enviado com cartão, aliás tem algum? — quesitona igualmente intrigado. — Além que o faria de uma forma mais cativante, é claro.

É só nesse momento que o meu coração aperta e sinto que tem algo de errado nisso e que me deixa tensa. Então me pegando olhadando de forma generalizada nas flores e não, não havia absolutamente cartão algum. "ADMIRADOR SECRETO, STEELE" o meu subconsciente brinca comigo, apesar de não gostar desse tipo de brincadeira, pois se tem coisa que não gosto é de surpresas inesperadas que me possam deixar assustada. A minha deusa preocupada e achando tudo muito sinistro, me fazendo uns olhos angustiantes.

— Não, sem cartão... — digo e assim que a porta de Jack abre, me despacho para desligar a ligação. — Chris tenho que desligar, eu ligo na hora de almoço.

— Por favor me ligue, agora me deixou preocupado! — pede ele com sua voz de inquietação.

— Fique tranquilo! — aviso e desligo guardando o celular de forma discreta para que meu chefe não me veja usando no horário de trabalho.

Jack me vendo com as flores na secretária vem até mim com um sorriso lascivo e presunçoso nos lábios de me deixar mais ou menos indisposta. Pego em uma agenda organizando ideias fingindo que nem o estou observando.

— Anastacia venha no meu gabinete, por favor! — pede e ergo os olhos do que estou fazendo mordendo a caneta na pontinha e levanto.

Quando entro no seu escritório, ele fecha a porta atrás de mim, como sempre a trancando como se estivesse escondendo alguma coisa dos outros. Como gostasse de privacidade comigo. Isso claramente que me deixou perturbada e com ideias muito erradas sobre ele dando mais razões ainda para a desconfiança justa de Christian e Violet quando diz que me olha esquesito e é verdade, eu havia tirado a prova na sexta-feira quando o vi me olhando daquele jeito nojento e safado de quem despe uma mulher com um simples olhar.

— Sente! — indica a cadeira na frente da sua secretária. Nego me mantendo de pé. — Gostou das flores? — pergunta do nada. Os meus olhos sobem ainda mais para ele se estreitando e tirando conclusões óbivas.

"Merda como não percebi" digo mentalmente agora concluindo com mais clareza os detalhes e só havia uma razão para as flores sem identificação, a pergunta propositada. Foi ele, como não pensei nisso antes? Como fui eu me deixar julgar que teria sido Christian?

— Foi você? — pergunto como se ainda tivesse alguma parte de mim desacreditando dessa ironia do destino. Ele sorri como isso fosse óbvio e isso cria uma revolta interior dentro de mim. — São bonitas, mas não as vou aceitar, por isso as leve! — direciono para a porta de froma propositada para abri-la, quando ele simplesmente se atravessa na minha frente me olhando esquesito, seus olhos brilhantes, o mesmo brilho de lúxuria que vi em Christian quando estavamos nos perdendo naquela cama em Paris. — O que pensa que está fazendo? — pergunto fazendo frente para ele, para que perceba que não temo a sua masculinidade, que apesar de mulher sei muito bem me defender de um mau caracter quanto esse. — Pensei que tinha sido clara quando mencionei que tinha namorado, você próprio o conheceu na sexta-feira! E como não é costume, não sou infiel ao meu companheiro! — ele ri me tocando nas extremidades do quadril sem permissão e com ousadia que tapiei forte o empurrando para trás. Pois não suporto o toque de um homem que não me é desejado.

Contudo, Jack é um homem persistente e vem me bloqueando a saida mostrando que é relutante. Bufo começando a ficar no limite do que chamo para paciência de homem sem escrúpulos. E Christian conhecia esse meu lado, agora creio que o meu chefe tenha vontade de sentir o gostinho amargo da minha mão pesada ou meu joelho certeiro num lugar que cá sei, o deixando a ver estrelas ou de todas as cores, talvez.

— Oh Ana queria somente oferecer um agrado! Tem sido uma assistente brilhante e até gostaria de a convidar para jantarmos essa noite, o que me diz? Só eu e você num lugar privado! — pergunta mostrando um sorriso amarelo que me fez engulir em seco, ele é realmente nojento.

— Lamento, já tenho planos para essa noite! — corto qualquer tipo de ideia que lhe passe no pensamento me negando.

— Não tem problema, pode ser amanhã! — insiste curvando o canto da boca num sorriso presunçoso. — Veja bem, fica sempre com melhor imagem quando janta com um chefe, fica mais suscetível a ganhar uma promoção, um salário melhor... é só agradar o chefe fazendo umas coisinhas básicas! — cruzo os braços mantendo um ar despreocupado.

— Não vou discutir o meu empenho como assistente numa mesa de jantar ou em outro lugar qualquer com você. — afirmo espalmando agora as mãos na ponta da secretária junto à porta, o olhando séria e sem papas na língua. A verdade é que com a sede que estou, o estrangularia ali com as minhas mãos se fosse capaz. — Muito menos num jantar onde estou apenas e eu você! — ele arregala os olhos para mim, como se isso me assustasse. Não o temo, nem a homem algum. — Então acho que a resposta fala por si! — liberto as mãos da secretária. Colocando a mão certeira na maçaneta da porta a destrancando e saio o deixando a bufar certamente.

Quando aproximo da minha secretária pego nas flores e jogo no caixote do lixo, Violet arregala os olhos me gesticulando alguma coisa que não me vi com paciência para entender. Somente queria focar a cabeça no trabalho ou pensar demais nessas coisas me vai deixar maluca e depois tem Christian que vai pirar quando lhe contar o que Jack fez e me propôs. Não sei se lhe devo contar, tenho receio em que vá reagir de forma cruel. "Vou tentar resolver do meu jeito" penso comigo mesma me concentrando mais um pouco no trabalho.

As horas viraram minutos e quando dou por mim a sala de trabalho de resumia a eu, ao som do computador e Violet me observando acesa do seu lugar de perna traçada, braços cruzados e expressão mistério. Terminei de enviar uma última nota e levantei da minha cadeira, puxando pela alça da minha bolsa e ela vem até mim.

— O que aconteceu lá dentro? — ela pergunta me olhando com preocupação descrita em seus olhos grandes e verdes. — Sabe que me pode contar tudo, não vou abrir a boca para mais ninguém... — suspiro assintindo que sim, pois confio imenso nela.

A única pessoa que tenho a certeza que independemente do que lhe contar não irá me denunciar para Christian contando o que havia acontecido entre mim e o meu chefe.

— Foi o Jack quem enviou a flores e está querendo que eu vá jantar com... — ela me interrompe nem deixando terminar a frase o xingando brava.

— Aquele idiota fez isso? — olha com raiva para a sala dele, mas pouso as minhas mãos em seus ombros a tentando acalmar. — Mas ele te viu com o Christian na sexta...

— Viu e não gostou ao que me parece e está tentando semear a descordia.

— Vai contar para o Christian? Ana você devia contar, ele não pode ficar na ignorância. — ela adverte para esse fato realista.

É um fato que devia ficar sabendo sim, mas sou teimosa e não quero nada arruinar o bom clima, porque sei que mal fique sabendo disso vai ficar pirado e não vai descansar enquanto não arruinar Jack com porrada, apesar de estar merecendo isso e tudo mais, porque iria dar uma força o chutando livremente para ajudar.

— Ainda não sei se devo contar! Ele vai pirar tenho a certeza e não quero estressa-lo com isso. — afirmo sem certezas de nada, mas é um fato de que não me sinto bem em esconder as coisas dele, mas tem vezes que é necessário para o bem de todos, para o bem da sua saniedade.

— Deve sim, imagina se ele descobre que o seu chefe anda dando em cima de você? Assédio sexual é crime, Ana assim vai ser pior, já imaginou?

Respiro fundo saindo para fora da editora com Violet me melgando no ouvido a mesma coisa o resto do tempo. Mas a minha cabeça está uma bola confusa e cheia de certezas de um fato. Christian vai surtar quando descobrir. Estamos tão bem, parece um sonho, mas sabia que assim que voltassemos para Seattle o pesadelo ia voltar. Mas que droga, porque o tempo simplesmente não volta umas horas atrás?

Notas finais
Gostaram? Esse capítulo como bonús por ter saido mais rapidinho! Hum, uma treta nova para atormentar a vida do nosso casal! O que tem a dizer? Comentem muito, dando vossa opinião, pois deixam uma autora feliz, já para não falar que faz voltar rapidião. Estou sentindo a falta de algumas meninas ai, e aos meus outros leitores, peço que sejam participativos, pois leitores fantasma nos deixa sempre na dúvida se gostam ou não... então COMENTEM, FAVORITEM E RECOMENDEM! ♥ Se a fic merecer, claro. P.S. desculpem o desabafo. Até ao próximo capítulo