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39 Capítulo 29 - Save me


Notas iniciais
Twilight e seus personagens não me pertencem, assim como o Romance aqui citado. Todos os créditos a Stephenie Meyer e Rosemary Roger. Mas, a Bella depressiva e o Edward hiper romântico e compreensivo sim... respeite isso.
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Eu sei. Demorou, né? Mas chegou!
Só um aviso antes do capítulo: esse não é suave, pelo contrário. É tenso!

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Capítulo 29 — Save me

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Bella Cullen

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Eu definitivamente me sentia bem ao adentrar o quarto de Charlie – como há muito não me sentia. Era o meu momento para me despedir. E, no segundo em que deixasse o hospital de Forks eu estaria deixando para trás também toda a dor que meus pais me proporcionaram. Eu estaria, finalmente, seguindo em direção a minha nova vida, com Edward, da forma como sempre desejei; com meus fantasmas sobre controle.

Não foi nenhuma surpresa me deparar com um Charlie visivelmente mais abatido. Seus olhos estavam inchados e vermelhos e apesar de nenhuma lágrima escorrer por seu rosto cansado, eu ainda consegui ver seu corpo estremecer após um soluço mudo.

Em outra época eu diria que me sentia comovida por seu evidente sofrimento, mas não agora, não depois de tudo pelo o que passei, não depois de saber que ele é quem tinha sido responsável por toda a minha dor, por todo o meu medo... Ele estava apenas colhendo o que plantou. Nada de bom poderia resultar do seu comportamento ao longo dos anos.

- Não há nada que você tenha a me dizer que me fará sentir ainda pior... – Ele disse baixo.

Eu me aproximei e fiz questão de olhar em seus olhos.

- Não é minha intenção. – Garanti. – Me basta saber que você tenha a consciência de que ninguém, além de você próprio, foi o responsável pelo o que aconteceu.

- Eu daria a minha vida por ele...

- Não duvido disso. – Interrompi, não interessada em ouvi-lo dizer, mais uma vez, o quanto Jacob era importante. Era tudo doentio demais para que eu conseguisse ouvir sem ter meu estômago embrulhado. – De qualquer forma, eu desisto de tentar entender que tipo de amor é esse... Que resultou em nada menos do que na morte da pessoa que você mais idolatrava.

Com certa dificuldade, ele se recostou à cabeceira da maca e finalmente seus olhos encontraram os meus.

- Você veio até aqui para se divertir com o meu sofrimento? – Indagou.

Não foi sem um aperto no peito que vi as lágrimas começarem a fluir, marcando ainda mais sua face.

- Não. Eu vim apenas me despedir... – Um sorriso triste se formou em meus lábios. – Eu acho que você pode chamar isso de meu último ato como a Bella que você conheceu... Quando eu deixar esse quarto, estarei deixando para trás, também, tudo o que você é Renée significaram.

- Você já nos deixou para trás há muito tempo. – Ele sentenciou e por mais absurdo que possa parecer, um fantasma de um sorriso surgiu em seu rosto. – De alguma forma você se tornou mais forte... Só não tinha percebido isso até hoje.

- Eu não tive escolha. Era isso ou definhar em meio a toda sujeira que me cercava.

- Você poderia ter se ressentido... Aceitado as coisas como eram... Ficado em Forks... Hoje eu vejo que foi melhor da forma que foi.

- Um pouco tarde demais para chegar a essa conclusão, não? – Devolvi com sarcasmo.

- Será? – Meu pai retrucou. – Jake se foi... Não há nada mais que me prenda aqui e embora eu saiba que ele jamais me perdoaria pelo o que fiz... Algo bom resultou disso tudo, não é?

-Me desculpe mais eu vi meu ex melhor amigo e meio irmão se matar na minha frente... Não consigo ver nada de bom nisso.

- Olhe para você mesma Bella. Isso é bom! Me sinto melhor em saber que você saberá se virar sozinha...

- Oh, por favor, Charlie! – Um riso sem humor algum escapou por meus lábios. – Nós dois sabemos muito bem que você nunca se importou comigo.

- Eu me importo. – Garantiu. – Apenas me importava mais com Jake.

Sua honestidade me calou e eu me peguei pensando em como poderia atingi-lo tanto quanto ele me atingia. Eu não desejava o seu mal, não mesmo. Mas gostaria que ele sentisse, ao menos, um terço de tudo o que venho sentindo por todos esses anos.

Como se lesse a minha mente, ele disse:

- Nada poderia me causar mais dor do que saber que fui o responsável, mesmo que indiretamente, pela morte da pessoa que mais amava no mundo... Eu só gostaria de ter tido a oportunidade de me explicar... De fazê-lo entender o que me fez agir dessa forma.

- Não há o que explicar. Você o destruiu no momento em que permitiu que chegasse tão longe motivado por um sentimento que jamais poderia ser correspondido.

- Poderia ser se vocês nunca chegassem a descobrir... – Ele nunca chegou a concluir o que pretendia dizer.

O olhar surpreso de Charlie e o barulho de uma porta sendo fechada me alertou para a presença de mais alguém no quarto e, eu desejei, com todas as minhas forças, que não fosse Renée. Tudo o que eu menos desejava era mais uma discussão.

Antes que eu pudesse me virar e saber quem era, uma mão se apossou da minha cintura e senti uma respiração próxima ao meu pescoço, me fazendo estremecer.

- Senti sua falta, Bellinha.

Tenho certeza que meu temor era evidente em minha postura.

Eu tentei me afastar, mas suas mãos fortes me mantiveram parada e próxima, próxima demais, do seu corpo.

- Não é uma boa hora para visitas, Sam. – Charlie disse, seus olhos presos aos meus, tentando se colocar de pé, sem sucesso.

- Desculpe, Chefe. Mas minha visita hoje é para Bella.

- Tire suas mãos de mim! – Sibilei tentando me afastar de seu aperto.

- Eu acho que não... – Ele sussurrou aproximando, ainda mais, seu corpo do meu e deslizando algo pontiagudo por minhas costas. – Eu, realmente, estou com saudade.

Cerrei meus olhos com força.

- É melhor que você solte a minha filha... – A voz de Charlie, agora dura como eu me acostumei a escutar quando criança, me fez reabrir os olhos.

Charlie chegou a colocar os pés sobre o chão, mas assim que tentou se levantar, seu corpo foi ao chão.

Uma gargalhada soou as minhas costas.

Eu ainda tentei me aproximar, mas o aperto em minha cintura foi intensificado.

- Ou o que? – Sam balançou sua mão em direção a Charlie e eu pude ver, claramente, que ele segurava uma faca. – É um pouco tarde demais para tentar defender a sua filhinha, não acha?

Ele trouxe a faca em minha direção e a deslizou por meu colo.

- Seja boazinha e venha comigo... – Um beijo molhada foi dado em meu pescoço, o que me causou asco. Precisei me obriga a me acalmar para que pudesse tentar encontrar uma forma de evitar o pior. – Nós vamos apenas relembrar os velhos e bons tempos e depois, quem sabe, eu deixarei você ir embora.

No momento em que ele colocou a mão por dentro da minha camisa e me fez sentir a lâmina afiada pressionada contra a minha pele percebi que, naquele momento, não existia nada que eu pudesse fazer, além de obedecê-lo.

Isso não quer dizer que eu não tenha passado todo o caminho até o estacionamento tentando encontrar uma forma de sair da situação na qual estava. Todas as possibilidades foram descartadas no momento em que meu corpo foi jogado contra o estofado do banco traseiro de um carro e me deparei com Embry.

Eu simplesmente me desesperei. Tentei de todas as formas me livrar de suas mãos e sair do carro.

- Merda, Embry! Mantenha essa vadia quieta. – Sam gritou ao arrancar com o carro.

Eu continuei a me debater e a gritar até que carro foi abruptamente parado.

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Edward Cullen

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Quando cheguei ao hotel, Jasper já me esperava do lado de fora e eu precisei ouvir todos os seus lamentos sobre como havia sido irresponsável permitir que Bella voltasse ao hospital, principalmente sozinha. Eu era obrigado a concordar com ele. Nunca deveria ter aceitado isso. Mas quando foi que eu fui capaz de negar qualquer coisa a ela?

Faltava muito pouco para que eu me desesperasse, mas sabia que tinha que tentar, ao menos, manter o mínimo de sanidade se quisesse ser capaz de encontrá-la, de preferência antes que o pior acontecesse.

Levei minhas mãos à cabeça e sufocando um gemido de frustração tentei pensar em uma forma de descobrir para onde ela poderia ter sido levada.

Pedi que Jasper rodasse pela cidade em busca de lugares em que provavelmente não haveria muito movimento. Se você tivesse a intenção de violentar alguém, escolheria um lugar com a menor possibilidade de ser pego em flagrante possível, não é? Ao menos foi o que eu pensei... Mas, já começava a cogitar a hipótese de ir até a delegacia em busca de ajuda depois de rodar por quase meia hora. Eu sabia que o tempo estava correndo e quanto mais demorássemos a encontrá-la, mas provável seria que o pior acontecesse e eu pretendia evitar isso, como minha própria vida, se necessário.

Já estávamos a caminho da delegacia quando um pensamento me ocorreu: e se, por algum motivo mórbido demais para o meu entendimento, ele a tivesse levado para o mesmo lugar em que tudo aconteceu da última vez? Eu não sabia como a cabeça de um monstro como Sam funcionava, mas se ele tinha a intenção de amedrontá-la, isso seria bem possível.

Jasper não sabia onde tinha ocorrido o ataque, Bella nunca tinha falado abertamente sobre isso com nenhum de seus amigos. Mas, eu me lembrava de pequenos detalhes, que poderia até serem considerados irrelevantes, mas talvez nos ajudasse. Ela tinha me dito que na noite de sua formatura, eles a tinham levado para um casa abandonada próxima a floresta e que não tinham, rodado mais do que dez minutos, o que nos deixava saber que precisávamos nos concentrar em lugares próximos a casa dos pais dela.

Como não queria correr mais riscos que o necessário, pedi que Jasper entrasse em contato com o policial que havíamos encontrado no dia anterior, quando soubéssemos do suicídio de Jacob, antes de recomeçarmos nossas buscas, agora próximo a cada dos Swan’s.

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Bella Cullen

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Foi impossível não ser tomada pela apreensão ao ser praticamente arrastada para a entrada daquela casa velha... A mesma casa onde meu mundo desabou há 3 anos.

Continuei a tentar me soltar. Se meu pesadelo ia se repetir não seria sem luta. É obvio que eu sabia que nunca conseguiria impedir o que Sam e Embry pretendiam fazer, afinal a minha força não era nada se comparada à deles, mas eu dificultaria as coisas para eles.

Comecei a gritar por socorro, o que fez com que Embry fosse obrigado a afrouxar o aperto de ferro que mantinha em meu braço para tentar me calar. Me aproveitei de seu movimento para me soltar e correr em direção a estrada. Era minha única chance. Enquanto eu nos mantivesse do lado de fora da casa ainda existiria a possibilidade de alguém passar por nós... E então, talvez, eu fosse salva.

Eu nem mesmo tinha chegado até o carro quando meu corpo foi ao chão, após ser abruptamente empurrado. Eu não sabia se tinha sido Sam ou Embry a me alcançar, mas também não olhei para trás para tentar descobrir; continuei a gritar o mais alto que podia enquanto rastejava pelo chão áspero. Podia sentir minhas mãos sendo arranhadas ao tentar fincá-las no chão e não permitir que meu corpo fosse puxado por quem quer que estivesse atrás de mim, mas naquele momento a única coisa que me importava era conseguir fugir.

Um forte puxão em um dos meus pés, me fez deslizar pelo chão, ferindo meu rosto.

Um grito agudo de dor deixou meus lábios ao sentir minha cabeça sendo batida, com força, contra o asfalto.

Cerrei meus olhos na vã tentativa de aliviar a dor e quando voltei a abri-los, Sam já havia virado meu corpo e estava por cima de mim.

- Você não aprendeu nada da última vez? — Gritou contra o meu rosto. — Não se lembra que quanto mais você luta, mais me faz desejar te calar?

- Tire suas mãos imundas de cima de mim! — Minhas mãos passaram a socar seu peito, sem, realmente, causar qualquer estrago.

- Quietinha, Bella... — Embry se aproximou e passou a mão por meu rosto. — Ou vai ser muito pior que a última vez.

Eu duvidava que qualquer coisa fosse pior do que tinha acontecido e que muito provavelmente voltaria a acontecer, se eu não encontrasse uma forma de fugir deles.

- Monstros! — Continuei a resistir o máximo que podia, enquanto eles lutavam para me colocar de pé. — Eu odeio vocês!

- Chega! — Sam puxou meu cabelo, com força, me obrigando a ficar de joelhos a sua frente. — Eu vou calar a sua boca, vadia!

- Nunca! — retruquei sem fôlego e apavorada, ao sentir que Embry, finalmente, conseguiu me imobilizar.

Meu coração provavelmente falhou uma batida ao ver Sam se livrar do cinto que adornava sua calça jeans.

- É melhor entrarmos... — Embry disse as minhas costas. — Alguém pode passar.

- Antes eu vou ensinar uma lição para essa vagabunda. — O couro do seu cinto atingiu o meu tronco e eu estremeci apavorada ao mesmo tempo em que urrava de dor.

- Se livre das roupas dela... — Sam comandou levando suas mãos até o meu pescoço e o apertando até que eu fiquei praticamente sem ar.

Ainda tentei impedir que Embry retirasse o meu casaco, mas todo movimento que eu fazia só servia para me deixar ainda mais sufocada.

A camiseta que eu usava foi rasgada revelando meu sutiã e só então as mãos de Sam me permitiram voltar a respirar.

Caí ofegante de encontro ao chão gélido e meu corpo passou a tremer, não saberia dizer se por medo ou por estar sendo assolada pelo vento frio. Permiti que as lágrimas começassem a fluir. Fechei os olhos com força e foi impossível não pensar em Edward.

Eu não podia permitir que nenhum outro homem me tocasse... Não depois de saber o que é ser venerada, realmente amada por Edward.

- Eu tô louco por você... Para me enfiar em você. — Embry sussurrou em meu ouvido ao voltar a me colocar de joelhos.

- Vai ter que me matar primeiro. — Respondi antes de cuspir em seu rosto.

O tapa que atingiu a minha face me fez cambalear.

- Eu acho que vou ser obrigada a ocupar essa boquinha abusada... — Voltei a tentar me libertar ao ver Sam parar a minha frente e expor seu membro.

Ele prendeu uma de suas mãos em meu cabelo e fez com que meu rosto se aproximasse do seu sexo.

- Abra a boca! — Seu aperto era forte demais e por mais que eu tentasse me soltar, não conseguia. Eu já podia sentir minhas forças esvaindo.

- Abra a porra da boca! — Voltou a gritar e, então, deslizou seu membro por meus lábios cerrados.

- Eu tenho nojo de você! — Gritei tentando usar meu corpo para afastá-lo.

Ele sorriu e aproveitou meu estúpido rompante para se colocar em minha boca. Seu movimento foi tão bruto que me fez engasgar. Como reflexo meus dentes se fecharam com força contra a sua carne.

Ouvi seu grito de dor e em seguida, um ponta-pé foi deferido contra o meu corpo, me obrigando a soltá-lo. Me odiei por não ter sido capaz de arrancar um pedaço do seu odioso membro, mas sorri ao vê-lo se contorcendo de dor.

Obviamente meu sorriso morreu no momento em que em que ele socou o meu rosto, fazendo meu corpo ir ao chão, mais uma vez.

- Filha da puta! — Um chute acertou a lateral do meu corpo, me obrigando a me encolher em posição fetal. — Eu juro que vou fazer você se arrepender do que fez. — Outro chute e meu corpo rolou.

Me encolhi ainda mais com a dor.

- Chega, Sam! — Embry se colocou a minha frente, impedido que a bota de Sam atingisse a minha cabeça. — Você vai matá-la antes da brincadeira.

Comecei a chorar baixinho ao notar o ódio nos olhos de Sam. Algo me dizia que eu não conseguiria sair dessa situação viva.

- Edward... — Sussurrei, desejando ardentemente que eu pudesse acordar desse pesadelo em seus braços.

Sam respirou fundo e calmamente voltou a fechar sua calça jeans.

- Vamos levar essa piranha para dentro logo... — Ele se ajoelhou ao meu lado. — Quando eu acabar com você, o seu rostinho lindo vai estar irreconhecível... — Sua mão alcançou minha intimidade por cima do tecido da calça que eu usava. — ...E você vai estar tão aberta que nenhum outro homem vai querer se enfiar entre as suas pernas novamente.

O barulho de um carro sendo freado o fez me soltar e olhar para trás.

- Tire as mãos dela! — A voz de Edward soou alta e eu soltei um suspiro de agradecimento, mesmo sabendo que ele não poderia me ouvir.

Ele rapidamente nos alcançou e Sam foi arrancado do meu lado por seus braços fortes. Nossos olhares se encontram por uma fração de segundos, antes que ele começasse a deferir socos contra o rosto do meu algoz.

...

- Edward... — Tentei chamar, mas ele continuava por cima de Sam, o socando, apesar de meu agressor agora estar inconsciente.

Ignorando a dor que assolava todo o meu corpo, me arrastei em sua direção e toquei seu ombro o fazendo paralisar. Não porque eu me importasse com Sam, mas porque não desejava que Edward tivesse ainda mais problemas, especialmente com a policia, por minha causa.

Seu rosto bonito se virou em minha direção e eu pude ver o ódio refletido em seu olhar. O mesmo ódio que vi pela primeira vez quando lhe contei o que Jacob e seus amigos tinham me feito naquela maldita noite.

Ele saiu de cima do corpo inerte de Sam e me puxou para o seu colo. Seus braços se fecharam ao meu redor me fazendo soltar um gemido.

- Oh Deus! — Ele disse me soltando. — Me desculpe, meu amor! — Algumas lágrimas desceram por seu rosto e eu as enxuguei. — Me perdoa, Bella! Me perdoa! Eu não te proteg...

- Shiiii! — Pedi me aconchegando a ele. — Você me salvou! Mais uma vez, Edward, você me salvou!

Senti uma pesada jaqueta sendo colocada sobre o meu corpo e o toque gentil de Jasper no meu rosto. Tentei sorrir para ele, em agradecimento.

- Você precisa ir ao hospital... — Ele sussurrou e então trocou olhares com Edward. — Você não...

- Ele ainda está respirando... — Edward o interrompeu e sem nenhuma dificuldade se colocou de pé, me carregando em seus braços. — ... Infelizmente!

Levei minha mão ao seu rosto o fazendo me olhar.

- Me leva para casa... — Pedi olhando em seus olhos. O verde esmeralda como sempre me fitou intensamente. — Por favor, Edward, eu só quero ir para casa... Para a nossa casa.

Notas finais
Olá meus amores,
Antes de qualquer coisa, eu quero pedir desculpas por ter demorado tanto a postar esse capítulo. Mas, eu estive ocupada tentando (inutilmente) não reprovar na disciplina principal do meu curso de graduação. Mas como o semestre está chegando ao fim e eu estou aprovada em quase todas as disciplinas antecipadamente, deu para correr para o word e finalizar esse capítulo...
Prometo que vou fazer o possível para que o próximo não demore tanto.
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Bom, esse foi o último capítulo da fase Jacob. Só por desencargo de consciência, ainda ficou alguma dúvida sobre qualquer coisa? Se sim, me deixem saber para que eu possa responder nos capítulos seguintes ou respondendo os reviews.
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Muito obrigada por todos os reviews no capítulo anterior. Vocês são fantásticas!
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Querem saber o que vem no próximo capítulo? Um nome responde: Ben.
Até mais!
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