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40 Capítulo 01 - Parte II - Vida em família
Notas iniciais
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É isso aí, o primeiro capítulo da segunda fase...
Lembrem-se: Confiem em mim!
PS: Se vocês me matarem a fic fica sem final... rs
Boa leitura!
Capítulo 01 — Parte II — Vida em família
Bella Cullen
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3 meses depois...
Um longo suspiro deixou os meus lábios e eu não saberia dizer se era de alívio ou de apreensão. Tentando acalmar o meu estado de espírito, olhei para a mesa de jantar na minha frente repleta de guloseimas, que eu esperava que fossem capazes de agradar uma criança. Eu tinha cozinhado o dia inteiro, gastando o meu tempo entre rostinhos felizes de batata e bolos de chocolate, motivada apenas pela esperança de que isso facilitasse um pouco o que estava por vir.
Sem que eu pudesse impedir minha mente decidiu relembrar, com riqueza de detalhes, os dias que se seguiram a minha visita a Forks.
Eu podia sentir o meu coração bater acelerado e minhas mãos se tornando, a cada instante, mas escorregadias.
Edward estava sentado ao meu lado, no imenso sofá em nossa sala de estar e o movimento de seus dedos deslizando por seus fios acobreados me permitia saber que ele estava tão apreensivo quanto eu.
Nossos olhos estavam presos no envelope branco repousado sobre a mesa de centro há mais de 30 minutos e a espera estava me enlouquecendo.
-Você quer que eu abra? – Ofereci docemente, aparentando uma calma inexistente.
Seu lindo rosto se voltou em minha direção e eu pude ver uma enxurrada de sentimentos conflitantes refletidos em seus olhos esmeraldinos: temor, esperança, ansiedade, raiva...
Eu certamente não era capaz de entender todos eles, mas, o conhecia bem o suficiente para saber que em sua mente, como na minha, ele estava se perguntando como o que estava escrito naquele envelope seria capaz de nos afetar.
-Não importa qual seja o resultado, Edward... – Levei minha mão a sua e apertei suavemente. – Eu ainda estarei com você, sempre. – Garanti, porque era nada menos do que a verdade.
Não importa se o resultado do DNA confirmasse que Ben era ou não filho de Edward, eu ainda o amaria da mesma forma e faria o que fosse possível para que tudo se resolvesse da melhor maneira, mesmo que isso me machucasse no processo. Lentamente, e sufocando os gemidos de dor, me inclinei em direção à mesa de centro e com a ponta dos dedos da minha mão enfaixada, agarrei o envelope.-Talvez nós devêssemos esperar... – ele sussurrou. – mas, alguns dias... até que você esteja recuperada.
Eu sabia que Edward estava tentando retardar o momento em que saberíamos se tudo o que Victória andava dizendo aos tablóides era verdade ou não. Não que ele não estivesse realmente preocupado comigo, eu sabia que ele estava, mas já tinha passado da hora em que eu deveria deixar de ser o centro de sua atenção.
Por um segundo me permiti relembrar dos eventos que me renderam um braço quebrado, um olho roxo e contusões e escoriações espalhados por todo meu corpo.
-Eu estou bem. – respondi com a voz baixa. –você está pronto?- indaguei sentindo que mais um minuto de espera me enlouqueceria de fato.
Com um pouco de dificuldade, graças aos machucados em minhas mãos e braços deixados por Sam, rasguei o envelope.
- Espere um minuto. –a mão de Edward cobriu a minha, me impedindo de continuar. –antes de... eu só quero que você saiba que eu vou... droga!! Só não esqueça que independente do que esteja escrito aí... eu te amo e nada vai mudar isso!
Eu lhe dei um sorriso tímido.
- Eu também te amo e isso... – balancei o envelope em sua direção. – não vai mudar isso.
- OK... – ele respirou fundo e delicadamente tirou o envelope da minha mão e o abriu.
Meus olhos não deixaram seu rosto enquanto ele lia e no momento em que eu vi algumas lágrimas escorrerem por seu rosto, eu soube o resultado. Ainda sim, sussurrei:
- O que diz?
Edward fechou os olhos.
- Positivo
...
O barulho da porta sendo aberta me trouxe de volta a realidade.
Respirando fundo e tentando não pensar que tomar uma daquelas malditas pílulas para ansiedade teria sido uma boa idéia, me dirigi com passos incertos até a sala.
Era a primeira vez em que Ben passaria um final de semana conosco e dizer que eu estava nervosa, seria um eufemismo.
Desde que lemos aquele resultado de exame nossa vida tinha mudado, tudo a nossa volta mudou.
Edward precisou dar início a uma batalha judicial pela guarda de Ben, já que os planos de Victória não funcionaram como ela imaginava. Ela pensou que Edward se uniria a ela e então, eles formariam uma bela família. Bom, eu, o amor de Edward por mim, atrapalhou os seus planos. Ele tinha até mesmo, me dito que, se eu desejasse, ele não lutaria pela guarda de Ben. Obviamente eu não concordei. Ben é filho de Edward e como tal tem direito a tudo o que ele pode oferecer, e isso inclui a sua companhia e amor. Eu não ficaria entre pai e filho.
Victória não ficou nem um pouco satisfeita e decidiu que proibir que Edward visse Ben o faria mudar de idéia. Isso só serviu para deixar Edward irritado, como eu nunca havia visto antes. O que transformou os últimos meses numa grande montanha russa emocional.
Tudo só ficava pior quando Victória ligava para o celular de Edward, de madrugada, nitidamente alcoolizada e dizia que não agüentava mais ouvir Ben perguntar por ele. Eu assistia impotente a discussão dos dois, que sempre terminava com Edward aos berros dizendo que arrumaria um jeito de afastar Victória de Ben, para depois socar a parede mais próxima, antes de praticamente desabar na cama, se sentindo culpado por não poder fazer nada para evitar que Victória continuasse usando o próprio filho para atingi-lo. Quando ele se acalmava, se voltava para mim e pedia desculpas por mais uma vez termos sido acordados pela loucura de Victória e eu fingia que nada disso estava me afetando, porque eu sabia que tinha que apóia-lo agora, como ele tinha feito tantas vezes por mim.
Balançando a minha cabeça para afastar os pensamentos, forcei um sorriso assim que Edward, com Ben em seu colo, entrou em meu campo de visão.
- Oi...
Ben escondeu seu rosto no ombro de Edward.
- Diga “oi” Ben... – Edward pediu, passando as mãos pelos cabelos loiros de Ben, deixando os fios tão desordenados quanto os seus.
- Oi... – a voz infantil soou abafada, porque Ben continuava a esconder o seu rostinho de mim.
- Ben... – Edward suspirou. – É só a Bella... Você se lembra dela, não é?
Quando ele não respondeu, eu balancei a minha cabeça negativamente, impedindo que Edward insistisse.
- Ele está assim desde que o peguei... não me solta e não fala com ninguém... eu não sei qual é o problema.
- Dê a ele um pouco de tempo para se acostumar a tudo isso... – sugeri.
- Foi um dia difícil. – Edward disse baixo, após se acomodar no sofá, ainda com Ben em seus braços. – ela não facilitou as coisas... e eu precisei que um Oficial de Justiça lhe dissesse que ela não poderia me impedir de traze-lo... o juiz decidiu assim.
Eu podia sentir a raiva crescendo em sua voz.
- Um final de semana a cada 15 dias... – ele continuou. – como eu posso consertar toda a merda que ela faz em duas semanas, com apenas um final de semana? – ele alterou o tom de voz, o que fez com que Ben se encolhesse em seu colo.
- Edward! – repreendi.
- Desculpe filho! – ele sussurrou no ouvido de Ben.
- Você sabe que isso é apenas o começo, meu amor. – disse com simpatia. – Você vai conseguir a guarda no final das contas... não perca a calma agora... muito menos na frente dele.
- Você tem razão. – os dedos de Edward deslizaram suavemente pelas costas de Ben e eu desviei o olhar, ainda não acostumada a toda essa nova situação. – ao menos a nova certidão já foi emitida... agora ele é oficialmente um Cullen. – um sorriso discreto se formou em seu rosto. – Benício Ston Cullen. – eu poderia jurar que havia uma ponta de reverência em sua voz.
- É um belo nome. – não consegui evitar que minha voz falhasse um pouco.
- Bella, eu sei que não é fácil para você, mas...
- Eu estou bem. – o cortei antes que, mais uma vez, iniciássemos a inútil conversa sobre como eu me sentia sobre tudo o que estava acontecendo. – temos que nos preocupar em como tornar as coisas mais fáceis para ele... ele é só um menino.
Edward assentiu, provavelmente ciente de meu nervosismo.
- eu acho que devemos comer alguma coisa... – sugeri tentando desanuviar o ambiente.
Me aproximei dos dois e delicadamente toquei o ombro de Ben.
- Você está com fome, querido?
Ele afastou a minha mão e enterrou ainda mais o seu rosto no ombro de Edward.
Eu não entendia qual era o problema. Na primeira vez em que nos vimos, Ben e eu tínhamos nos dado bem, ele parecia gostar de mim, e agora nem mesmo me olhava.
- Eu fiz algumas coisas gostosas para você... – continuei tentando conseguir a sua atenção, mesmo ele estando claramente me ignorando.
...
Ben não comeu nada do que eu ofereci a ele, e Edward precisou de muita paciência para faze-lo tomar um pouco do seu suco, porque ele se recusava a aceitar qualquer coisa que eu tocasse.
Eu estava preocupada com a possibilidade de ele ir para a cama com o estomago vazio, então, preparei um prato com rostinhos felizes e um pouco de carne ensopada sem que ele visse, e Edward se sentou com ele, afastado de mim, e o fez comer.
O único momento em que Ben se mostrou um pouco a vontade, foi quando apresentamos o seu quarto. Ele até mesmo desceu do colo de Edward e sorriu ao ver os muitos brinquedos.
- É tudo meu? – ele tinha perguntado animado.
Edward garantiu que sim com um grande sorriso.
Mas, no momento em que Edward tentou sair do quarto, ele começou a chorar e agarrou as pernas do pai o impedindo de andar.
Eu decidi deixar que os dois ficassem sozinhos por um tempo.
Tentei pensar em qualquer outra coisa que não fosse na necessidade de facilitar tudo para Edward, por medo que meus pensamentos me traíssem e eu acabasse permitindo que minha mente fosse tomada por lembranças e pressentimentos ruins.
Enquanto obrigava meu corpo a relaxar com um banho de banheira, repassei as minhas ultimas visitas ao psiquiatra, repassando todas as suas sugestões mentalmente. Depois dos últimos acontecimentos, eu, finalmente, percebi que precisava de ajuda... Eu não podia mais despejar toda a minha bagagem sobre Edward e sua família ou nossos amigos, principalmente agora, em que ele tinha algo mais importante com o que se preocupar.
Quando Edward chegou ao nosso quarto, eu já estava deitada e tentava me concentrar na leitura de um roteiro novo que Kate achava que eu deveria aceitar. Ele colocou a babá eletrônica sobre a mesinha de cabeceira e me deu um beijo rápido antes de seguir para o banho.
Eu aproveitei para verificar Ben, que aparentemente dormia tranqüilo. Arrumei o seu cobertor e acendi a luz do abajur ao lado da sua cama, apenas para o caso de ele acordar no meio da noite.
Quando voltei ao nosso quarto, Edward já estava na cama e eu gastei um bom tempo admirando seu corpo coberto apenas por uma boxer branca. Tinha sido um longo tempo desde que tivemos alguma intimidade e eu senti o conhecido calor se apossar do meu corpo.
- Onde você estava? – ele perguntou sonolento.
- Achei que seria uma boa idéia dar uma olhada em Ben antes de dormirmos. – respondi me dirigindo a cama e me obrigando a afastar o desejo que sentia, sabendo que, mais uma vez, Edward encontraria uma forma de, delicadamente, negar o que eu queria.
Muitas tinham sido as suas desculpas: a principio eu estava machucada dolorida demais, e depois estávamos nervosos e ansiosos com toda a situação que envolvia Victória e Ben... mas, eu sabia que, na realidade, o que impedia que Edward me tocasse como sua mulher, era o fato de que ele temia que meus fantasmas viessem à tona. Ao menos eu gostaria de acreditar que esse era o seu motivo e não que ele não me desejasse mais.
- obrigado! – ele me puxou para mais perto e eu me aconcheguei em seus braços.
Ele adormeceu rapidamente e eu passei a desenhar, com meus dedos, desenhos desconexos em seu peito, rezando para que meu sono viesse logo.
Quando eu finalmente comecei a sentir meu corpo relaxar, o som de um choro preencheu o ambiente, seguido por um grito assustado.
Edward resmungou em seu sono, mas não acordou.
Delicadamente, para não acorda-lo, me coloquei de pé e desliguei a babá eletrônica antes de seguir em direção ao quarto de Ben.
Ele estava sentado na cama, com as mãos em seus olhos, chamando por Edward. A visão afastou toda a minha sonolência e rapidamente eu o alcancei.
- O que aconteceu, querido? – perguntei o abraçando.
- Papai... – ele choramingou tentando me afastar.
- Foi um pesadelo? – ignorei a sua tentativa de me afastar e o abracei ainda mais forte. – está tudo bem, meu amor. Foi só um sonho ruim... Está tudo bem agora.
- Eu quero papai. – ele começou a chorar um pouco mais alto. – Eu quero papai.
- Shiiiiiiii... — tentei acalmá-lo.
- Eu quero papai!! – gritou me dando leves tapas, ainda tentando se livrar de mim.
Eu o soltei e suspirei cansada.
- Ben? – chamei pacientemente. – o papai está dormindo e você tem que fazer o mesmo... Está tarde. Eu estou aqui e nada de ruim vai acontecer.
- Eu não quero você. – respondeu com um bico. – Mamãe disse para eu ficar com papai.
- Você pode ficar com o papai quando acordar... – tentei, mais uma vez, acalmá-lo.
- O monstro vai me pegar!! – ele choramingou.
- Não tem nenhum monstro querido. – assegurei-lhe dando um sorriso. – foi só um sonho ruim.
- Não! – ele gritou me afastando.
Eu fiquei olhando para os seus olhinhos tristes e sonolentos por um minuto, antes de dizer:
- OK... – me rendi. – se você prometer ficar quietinho, eu te levo no quarto do papai.
Ele me olhou desconfiado. Mais uma vez me perguntei qual era o problema. Por que ele tinha começado a agir dessa forma comigo?
- Você vai me levar para o monstro... – ele sussurrou assustado.
- O que? Não! – assegurei. – eu vou levá-lo para o papai.
Estendi meus braços em sua direção, mas ele não se moveu.
- Por favor... – pedi suavemente.
- Não me leva para o monstro... – ele pediu com a voz baixa e eu vi seus olhos se encherem de lágrimas.
- Eu não vou. – o peguei no colo e meu coração apertou quando ele começou a chorar e se debater tentando me fazer solta-lo.
Eu praticamente corri até o quarto, o tempo todo sussurrando ao ouvido de Ben, que estava tudo bem.
No momento em que ele colocou os olhos em Edward, seu choro cessou.
- Viu? – sussurrei. – nenhum monstro.
Ele me olhou por um segundo.
- Você não vai me dar para o monstro?
- Não querido, eu prometo!
Delicadamente, o deitei na cama, ao lado de Edward. No mesmo instante seus pequenos braços abraçaram o pai, que, inconscientemente o abraçou de volta.
Sem saber o que fazer, mas, me sentindo física e emocionalmente esgotada, me sentei na poltrona do outro lado do quarto e fiquei olhando os dois.
Uma lágrima solitária deslizou pelo meu rosto enquanto eu pedia a Deus para tornar as coisas um pouco mais fáceis para mim.
...
- Bella? – senti um carinho em meu rosto e abri os meus olhos apenas para encontrar Edward agachado à minha frente. – vamos para a cama.
Imediatamente meus olhos se dirigiram para a nossa cama, onde Ben ainda dormia.
- Eu vou levá-lo para o quarto dele.
- Não... – sussurrei, não querendo acorda-lo. – ele estava tão assustado... só queria ficar com você.
- Você tem sido muito boa para mim... – Edward me pegou em seu colo. – obrigado!
Meu corpo foi deitado sobre a cama e eu me ajeitei, fazendo com que meu rosto ficasse voltado para Ben.
- Ele é tão lindo! Se parece tanto com você...
Edward deu a volta na cama e se deitou. Nossos olhares se cruzaram, antes que ele olha-se para Bem, que dormia entre nós.
- Obrigado por aceitá-lo.
- Ele é uma parte de você... – minha mão subiu ao cabelo de Ben e eu passei a acariciá-lo. – E eu amo cada parte de você.
Um bonito sorriso brilhou no rosto do meu marido.
- Deveria ter sido sempre assim... Eu gostaria que ele sempre tivesse sido amado assim... a forma como Victoria...
- Não vamos falar sobre isso... – Pedi, desejando que nunca mais precisássemos pronunciar esse nome.
Senti um aperto em meu coração e foi impossível não pensar no filho que perdemos, como seria se ele tivesse tido a oportunidade de nascer, como ele e Ben se dariam... Como eu lidaria com os dois.
Meus olhos se focaram no rosto singelo do pequeno menino deitado ao meu lado e eu prometi, mentalmente, que faria tudo o que tivesse em meu alcance para que ele fosse feliz, eu daria a ele o amor que não pude dar ao meu filho.
A voz de Edward, cantarolando a minha canção de ninar, nos embalou até que eu adormeci, ainda com meus dedos nos cabelos de Ben.
...
O som do celular de Edward me acordou e eu gemi ao abrir os olhos e ver que a luz do sol já iluminava todo o quarto.
- Alô... – A voz sonolenta de Edward se fez ouvir.
Cerrei os olhos desejando que eu fosse capaz de voltar a dormir, tão pacificamente, quanto Ben. Abracei meu enteado levemente.
- O que? – Edward gritou e Ben choramingou.
Voltei a abrir meus olhos, sufocando uma maldição, e passei a embalar Ben, tentando impedir que ele fosse acordado pelo maldito telefonema, que eu podia jurar era de Victoria.
Edward levantou da cama nervosamente e eu apontei para a forma adormecida de Ben, pedindo silenciosamente para que ele não fizesse tanto barulho.
Ele assentiu e se afastou.
Mentalmente eu desejei poder arrancar a cabeça de Victoria.
- Ok... – Apesar de a voz do meu marido estar mais baixa, eu ainda podia reconhecer o nervosismo. – Será que tem algo que possamos fazer para amenizar a situação, Kate?
Imediatamente me sentei, tentando entender porque nossa agente nos ligaria tão cedo.
Edward encerrou a ligação e apertou o celular com tanta força que eu pensei que ele seria capaz de quebrá-lo.
- O que aconteceu? – Perguntei quando nossos olhares se encontraram.
- Temos um problema...
CONTINUA...
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