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43 Capítulo Extra - O Natal de Ben
Notas iniciais
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Eu preciso alertá-la de umas coisinhas antes de lerem esse capítulo:
1° É um extra e não segue a ordem da fic.
2° Vocês vão precisar imaginar que tudo estava bem antes dele. Porque é exatamente isso que ele conta: como seria o natal dos nossos protagonistas se tudo estivesse bem, se não existisse Victoria, Rennée e nem ninguém para atrapalhar.
Como séria o natal na casa de Edward e Bella se Ben morasse com eles? Se vocês querem saber é só ler o extra.
PS: Apesar de não seguir a ordem da fic, esse capítulo inclui muitos spoiler do que ainda vai rolar daqui para frente. Será que vocês conseguem descobrir quais são?
PS2: Eu escrevi esse extra entre a minha ceia de natal e o café da manhã (quase almoço) com minha família, então, por favor, relevem os erros... Não está betado. Mas, foi escrito com muito carinho para vocês.
Capítulo Extra — O Natal de Ben
Bella Cullen
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Em algum ponto no futuro...
Eu me levantei nas pontas do pé, não querendo acordar as duas razões do meu viver: Edward e Ben, que dormiam tranquilamente.
Gastei uns minutos olhando para os dois e pensando em como gostaria que o dia hoje fosse simplesmente perfeito. Ben merecia isso. Edward merecia isso... E bom, eu também merecia isso.
Um pequeno sorriso se formou em meu rosto ao pensar em como esse natal estava sendo mágico. E que apesar de todos os muitos presentes ao pé de nossa imensa árvore de natal, os meus maiores e mais valiosos presentes estavam a minha frente, completamente adormecidos.
Fechei os olhos e meu sorriso aumentou ao lembrar que tinha mais um presente tão valioso quanto os outros.
Tentando manter o silencio dentro do quarto, eu rapidamente me vesti e decidi que traria o café da manhã, para os dois dorminhocos, na cama.
Teoricamente, nós deveríamos estar, em alguns minutos, na casa de Carlisle e Esme, que gentilmente servirima o almoço de Natal, não só para nós, mas para todos os nossos amigos. Bom, eu acho que nos atrasaríamos um pouco, porque eu me recusaria a sair de casa antes de ver Ben abrir todos os seus presentes, e algo me dizia que Edward estava tão ansioso quanto eu para isso.
Era o primeiro natal de Ben conosco e apesar de saber que não deveria pensar assim, estava aliviada por saber que nada, nem ninguém, poderia estragar esse momento.
...
Voltei ao quarto, carregando uma bandeja repleta das guloseimas prediletas de Ben, porque eu simplesmente não conseguia parar de agradá-lo.
Veja bem, eu não o transformei – nesse tempo em que ele tem vivido conosco, em uma daquelas crianças insuportáveis de tão mimadas; mas eu o amo, como se fosse meu próprio filho e faço tudo para fazê-lo feliz, isso é claro, inclui, algumas vezes, alguns puxões de orelha, o que eu tinha esperança que não acontecesse hoje.
Edward já estava acordado e rapidamente se colocou de pé, retirando a bandeja de minhas mãos. Ele a colocou sobre a mesinha de cabeceira e me abraçou com tanto entusiasmo que por alguns segundos perdi o ar.
- Feliz Natal, senhora Cullen!
- Feliz Natal, senhor Cullen!
Nós adquirimos essa mania. Talvez porque estivemos tão perto de perder o que mais prezamos... Eu não sei. A verdade é que eu simplesmente derreto quando o escuto me chamar assim.
Olhamos para Ben, que ainda dormia e sorrimos.
- Você acha que ele está feliz? – Sussurrei.
Edward passou os braços por minha cintura e enterrou seu rosto em meu cabelo.
- Eu tenho certeza que sim.
- É só... – Suspirei. – Será que ele não sente falta dela?
- Você é a mãe que ele precisa e acredite... – Ele me virou, fazendo com que nossos olhares se encontrassem. – Ele te ama, como se você fosse a mãe dele.
- Eu mal posso acreditar em como ele me chamou ontem à noite... – Um imenso sorriso se formou em meu rosto. – Você tem certeza que eu não estava sonhando?
Edward retribuiu o meu sorriso.
- Bom... Nós tínhamos uma criança sonolenta e que se recusava a dormir, tentando se enfiar em nossa cama. Eu acho que mesmo que você estivesse sonhando, você teria acordado.
- Ele estava apenas fazendo manha... – Comentei. – E bom, ele poderia conseguir o que quisesse naquele momento.
- Não foi só por isso que ele a chamou de “mãe”. – Edward assegurou. – Ele realmente a vê assim... E não poderia ser diferente. Você cuida dele com tanto amor. Eu não tenho palavras para dizer o quanto isso significa para mim, o quanto sou agradecido por isso.
- Você não precisa agradecer. Eu o amo Edward. Amo a vocês dois. E nada me deixa mais feliz do que cuidar de vocês.
- isso inclui a vez em que ele vomitou em você, depois eu ter deixado que ele comesse mais doces do que você queria?
Fiz uma careta.
- Não foi agradável... – Respondi. – Mas, eu não deixei de amá-lo, em por um segundo.
- Nem quando ele esteve doente e você simplesmente pirou?
- Oh, meu Deus! Você lembra de quantas vezes eu liguei para os seus pais? – Sorri. – Eu fiquei tão preocupada que fiz com que Carlisle saísse do hospital, apenas para me dizer que ele estava com uma gripe.
Edward assentiu.
- Você praticamente me enlouqueceu!
- Desculpe por isso. – Dei de ombros. – Você sabe, eu sou uma “mãe” de primeira viagem.
- Você é uma linda mãe de primeira viagem! – ele sussurrou e se inclinou, tomando meus lábios nos seus.
- Mmm eu acho melhor... – Não consegui terminar o que pretendia dizer porque Edward aprofundou o beijo.
- O que você estava dizendo? – Ele perguntou divertido quando finalmente me soltou.
Eu lutei para estabilizar minha respiração o que só o fez sorrir ainda mais.
- Nós temos um almoço de natal para comparecer. – Respondi , fingindo mau humor.
Antes que ele pudesse fazer qualquer coisa, eu me acomodei ao lado de Ben, na cama, e comecei a distribuir beijos por seu rosto.
Ele resmungou e tentou virar para o outro lado, mas Edward já estava lá e passou a me imitar.
Era impossível não gargalhar vendo um Ben, sonolento, tentando fugir dos nossos beijos.
- Pára! – Ele pediu e nós apenas passamos a agarrá-lo ainda mais.
- Pára, mamãe! – Ele gritou, em meio a gargalhadas, quando eu levantei a blusa de seu pijama e passei a beijar sua barriga. – Faz cosquinhas.
Sua gargalhada preencheu o quarto e eu parei apenas para olhá-lo. Mas, foi o bastante para que Edward me fizesse cair de costas, na cama.
Nem ele ou Ben, perderam tempo e em poucos segundos eu já me contorcia e ria sem parar.
- Chega! Chega! – Gritei, tentando fazê-los parar.
- O que você acha, Ben? – Edward piscou para Ben. – Devemos parar?
Ben balançou sua cabeça, em negativa, fazendo seus cabelos louros balançassem.
- Okay, Okay, Okay... – Falei, antes que as cosquinhas recomeçassem. – Tem um monte de presentes esperando por você... – Apontei para Ben. – E temos que ir à casa do vovô.
Foi o suficiente para que ele saltasse da cama.
- Isso é jogo sujo. — Edward disse, me ajudando a levantar.
Em vez de respondê-lo, eu me abaixei, ficando da altura de Ben.
- Feliz Natal, querido! –O abracei com força e o levantei em meu colo.
- Feliz Natal, mamãe! – Ele respondeu, retribuindo o meu abraço.
- Eu te amo! – Sussurrei em seu ouvido.
Seus olhinhos azuis e brilhantes procuraram pelos meus e ele me deu um lindo sorriso.
- Eu também te amo, mamãe!
Eu o abracei, ainda mais forte, para esconder as lágrimas de felicidade que começaram a cair.
Acho que, talvez, jamais serei capaz de me acostumar com a forma como meu coração infla toda vez em que o ouço me chamar assim.
- Tem um espaço para mim nesse abraço? – Edward quebrou nosso momento. – Feliz natal, filho!
- Feliz natal, papai!
...
- O papai Noel trouxe isso tudo para mim? – Ben perguntou parando ao lado da nossa árvore de natal, já pronto para sair.
Edward e eu nos olhamos.
- O papai Noel fez uma entrega especial para você... São os presentes da mamãe e do papai que ele deixou aqui para você. – Edward respondeu não querendo estragar a fantasia e ainda assim, fazê-lo saber que eram nossos presentes.
- Obrigado! – Ele respondeu animado.
Ele deu um beijo em Edward e outro em mim.
- E o papai Noel? – Ele perguntou nos dando as costas e se ocupando em abrir os seus embrulhos.
- Nós podemos escrever uma cartinha para o papai Noel, agradecendo. – Respondi.
Ele começou a assentir, mas o movimento da sua cabeça parou no momento em que ele, finalmente, conseguiu desembrulhar um carrinho de controle remoto. Apenas um dos muitos itens em sua lista de natal – a que eu, supostamente, fiquei encarregada de entregar ao Papai Noel.
Foi uma sucessão de gritos e risadas, até que eu tive que fazê-lo parar ou jamais chegaríamos à casa dos meus sogros, a tempo de almoçar.
Enquanto Ben arrastava a sacola com os presentes dos seus avôs e dos titios – como ele gostava de chamar os nossos amigos, eu me assegurei que tinha em mãos tudo que ele poderia precisar durante o dia.
- Nós precisamos de tudo isso? – Edward perguntou, pegando a mochila de Ben das minhas mãos.
- Ele precisa de roupas para trocar depois do banho e...
- Você nunca esquece nada? – Ele me interrompeu divertido.
- Ahhh pare de me provocar e vamos logo...
- Será que eu tenho alguns minutos para entregar o seu presente?
- Hummm eu também tenho presente? – Revirei os olhos. – Achei que tínhamos combinado que presentes eram desnecessários.
- Diga isso ao Ben... – Edward me puxou para mais perto. – Ben, está na hora de entregar o presente da mamãe.
Ben largou o seu novo brinquedo predileto: um boneco que ficava repetindo frases feitas, toda vez que ele apertava a sua mão.
Edward entregou uma caixa azul na mão de Ben e eu o olhei de cara feia.
- É sério, Edward? Jóias?
- Para você... – Ben levou a caixinha retangular até próximo do meu rosto.
- Obrigada! – Sussurrei desviando meu rosto de suas mãos.
Abri a caixa e simplesmente fiquei sem palavras.
- Você gostou? – Edward perguntou hesitante.
Eu olhei para o delicado pingente, repousado sobre o estojo, sem conseguir encontrar palavras que definissem o quanto eu tinha gostado.
Passei a ponta de meu dedo pelos contornos da forma do que representava um menininho e sorri.
- Veja o outro lado...
- Oh meu Deus, Edward! – Exclamei ao fitar a inscrição que dizia: “Eu te amo, mamãe!” – Eu adorei!
O abracei, com força.
- É o melhor presente que você poderia... – Ele envolveu seus braços ao meu redor e quando eu percebi meu corpo estava rodando no ar e a risada de Ben soava por todo o lugar.
Quando meus pés tocaram novamente o chão, eu precisei me segurar em Edward para não cair, afinal me sentia absurdamente tonta.
- Me desculpe! – Ele me olhou um tanto envergonhado.
Ainda com minhas mãos firmemente presas ao braço de Edward, me levantei nas pontas do pé e o beijei docemente.
- O seu presente será entregue hoje à noite... – Sussurrei em seu ouvido.
- Eu pensei que tínhamos combinado que presentes eram desnecessários. – Repetiu a minha frase.
- O meu presente não custou milhares de dólares.
- O meu presente vale por dois... É meu e de Ben.
- Isso quer dizer que realmente custou milhares de dólares?
- Isso realmente importa?
Passei a mão pelo cordão que tinha acabado de ganhar, preso em meu pescoço e sorri.
- Não... Realmente não importa nenhum pouco.
...
Quando chegamos ao apartamento de Carlisle e Esme, todos já estavam lá e eu me senti ainda mais animada por saber que teria um dia feliz ao lado da minha família e dos meus melhores amigos.
Foi emocionante ver a forma como todos, sem exceção se ocupavam em distrair Ben. Como ele era capaz de fascinar a todos. Em nenhum momento meu sorriso diminuiu.
- Olha mamãe! – Ben parou a minha frente, segurando uma guitarra, só que em tamanho menor. – É de verdade!
- É linda! – Respondi. – Você agradeceu?
Ele saiu correndo e deu um abraço apertado em Jasper.
- Mamãe? – Rose parou ao meu lado e sorriu.
- Começou ontem à noite... – Sorri de volta. – E não parou mais... Acho que foi o melhor presente de natal que eu poderia ter.
— Eu estou tão feliz por você, Bella! – Ela me abraçou. – Por todos vocês.
- Obrigada! Eu não teria conseguido sem todos vocês...
- Já contou a ele? – Alice se juntou a nós.
- Shii!! – Pedi. – Hoje á noite... Vai ser o meu presente.
- Pensei que contaria a todos hoje... Um belo motivo para um brinde.
- Hoje é... Eu quero que tudo hoje seja sobre ele... – Apontei para Ben que estava sentado no colo de Jasper. – É o seu primeiro natal conosco e eu quero que tudo seja perfeito para ele.
- Será que eu posso roubar a minha esposa por alguns minutos? – Edward nos interrompeu e nem mesmo esperou por uma resposta. Sua mão se apossou da minha e ele me conduziu até o quarto que tínhamos na casa dos seus pais.
- O que você está fazen...
Sua boca encontrou a minha, me impedindo de falar, em um beijo doce e ao mesmo tempo tão necessitado.
- Eu quero você... – Sussurrou em meu ouvido quando nos lábios se afastaram. – E eu não posso esperar mais.
- Estão todos na sala... – Retruquei, tentando, inutilmente, não me render ao desejo que ele sempre despertar em mim. – Nós temos que checar se Ben...
- Ele está bem. – Suas mãos se infiltraram sob o vestido que eu usava.
- Nós não podemos demorar... – Tentei mais uma vez.
- Nós não vamos.
Meu corpo foi suspenso de encontro à parede e a saia de meu vestido se embolou ao redor de minha cintura.
- Por favor! – Ele gemou quando eu envolvi sua cintura com as minhas pernas, tentando me apoiar. – Eu posso compensá-la hoje à noite.
- Eu vou cobrar... – Retruquei, abaixando as alças do meu vestido e expondo meus seios ao seu olhar.
Qualquer momento com Edward é maravilhoso. Não importa se temos que ser rápidos e silenciosos ou se mal podemos nos despir. Tudo o que realmente importa é estarmos conectados, tão juntos que eu poderia jurar que somos um só.
E bom, Edward é Edward. E ele pode me levar ao êxtase em apenas alguns segundos. Foi o que ele provou quando sua boca se apossou de um dos meus seios enquanto ele investia contra mim, com precisão, com força... Simplesmente me enlouquecendo no processo.
Enterrei minha cabeça no vão do seu pescoço, tentando abafar os gemidos que não conseguia conter e quando ele colocou sua mão entre nossos corpos, tocando exatamente onde eu mais necessitava dele, meus dentes afundaram em sua pele enquanto eu tentava não gritar o seu nome.
Quando nossos olhares voltaram a se encontrar, nós estávamos suados, ofegantes e com nossas roupas completamente amarrotadas.
- Feliz... Oh não, feliz nem chega perto... Maravilhoso, esplêndido, perfeito natal! – Ele sorriu para mim.
- Eu te amo! – Foi o que consegui responder presa em seu radiante olhar.
...
Tinha sido um dia perfeito, mas extremamente cansativo. Quando finalmente, chegamos em casa, Edward precisou carregar um Ben mais do que sonolento até o quarto.
A prova de que ele estava, realmente, exausto é que ele não fez manha ou não pediu para dormir conosco. Ele apenas virou para o lado e dormiu.
Eu troquei a sua roupa pelo seu pijama do Bob Esponja, enquanto Edward tomava um banho e mesmo ele já estando adormecido, cantei uma canção de ninar, apenas porque eu não queria que um dia tão perfeito como esse chegasse ao fim.
Segui para o nosso quarto, quando senti que meu próprio corpo precisava de descanso.
- Eu estava começando a ficar com ciúmes... – Edward brincou quando me aproximei. – Pensei que não iria vir me colocar pra dormir. – ele fez um bico tão grande que eu, simplesmente, cai na gargalhada.
- Você não acha que está muito grande para precisar que alguém o coloque para dormir?
- Não quando esse alguém é você...
Ele mal me deu tempo para assimilar o que ele tinha acabado de dizer e me fez deitar ao seu lado, para logo em seguida ficar por cima de mim.
- Obrigado! – Disse olhando em meus olhos. – Obrigado pelo dia maravilhoso! Obrigado por fazer a minha vida maravilhosa...
- Eu é quem deveria agradecer... – Respondi. – Por me amar, por me dar uma família... Por não desistir de mim.
- Jamais! – Ele garantiu. – Agora... Será que eu posso começar a recompensá-la?
Suas mãos começaram a trabalhar em retirar a minha roupa.
- Espera! – Afastei suas mãos. – Eu ainda tenho que entregar o seu presente.
Com um pouco de sacrifício o retirei de cima de mim e corri até o closet, agarrando a minúscula caixa que entregaria a ele.
- O que é? – Perguntou curioso, sacudindo a caixinha em busca de alguma dica.
- É... Não é nada... É só... É mais sentimental do que qualquer outra coisa. – Respondi me sentindo envergonhada.
- O meu tipo predileto de presente. – Respondeu, desfazendo o laço e abrindo a caixa.
Seu olhar foi... Hilário.
Eu precisei sufocar uma risada quando ele me olhou, parecendo confuso quando encontrou apenas um desenho de Ben.
- É o seu presente ou de Ben? – Perguntou.
Eu, delicadamente, peguei o papel de suas mãos e o virei, para que ele pudesse encontrar a minha caligrafia imperfeita.
Ele olhou para o papel e logo em seguida para mim e como se não conseguisse acreditar no que estava escrito, repetiu o mesmo movimento inúmeras vezes.
- Isso significa o que eu acho que significa?
Eu me aproximei, peguei sua mão e beijei sua aliança, antes de soltá-la sobre minha perna. Imediatamente Edward a conduziu por meu corpo, até encontrar o pingente que tinha me dado de presente pela manhã.
- É sério? É verdade?
Eu respondi sussurrando as mesmas palavras que tinha escrito em seu ouvido: “Eu estou chegando, Papai!” e apontei para o desenho de Ben.
Quando ele, finalmente, me soltou, de um abraço que eu pensei que seria perpetuo, eu abri a gaveta da mesinha de cabeceira e entregue o seu verdadeiro presente; um álbum com inúmeras fotos dele e de Ben. Fotos que eu mesma tinha tirado e revelado, com a ajuda de Esme.
- Você sabe que... – Ele começou com a voz entregando a emoção que sentia. – Vocês são o meu maior presente... E que nada, nada pode se comparar ao que eu estou sentindo agora, não sabe?
Eu assenti, sentindo meus olhos arderem de emoção.
- Você também é o nosso melhor presente!
Notas finais
FELIZ NATAL!!!!
Vocês não acharam que eu ia deixar passar em branco, né?
Espero que vocês tenham gostado do extra e que o natal de todas vocês esteja sendo maravilhoso.
Muito obrigada por todos os comentários lindos que me enviaram durante o ano todo e por todos os elogios e por todo o apoio. Vocês são maravilhosas! Tenham em mente que essa fic só existe por causa de vocês.
Eu desejo, com todo o meu coração, que vocês tenham momentos maravilhosos com suas famílias e amigos e que no próximo ano todas vocês possam realizar todos os seus sonhos. Que 2012 seja um ano repleto de realizações, sáude e, acima de tudo, amor para todas nós.
Nós vemos no próximo ano!
Tatiana Oliveira
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