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26 Capítulo 19 - Fantasmas - Parte II
Notas iniciais
Capítulo 19 — Fantasmas — Parte II
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Bella Cullen
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Como as gravações seriam uma externa no meio do deserto mexicano tivemos que sair do hotel enquanto ainda estava escuro, Kate nos acompanhava e como sempre acontecia: Edward e eu fomos em carros separados o que só serviu para aumentar a minha apreensão.
Chegamos à locação com os primeiros raios de sol e eu caminhei para o meu camarim móvel, sentindo minhas mãos tremerem.
Assim, como em todas as outras vezes em que tivemos que usar um camarim móvel, ele era absurdamente espaçoso. Eu tinha um banheiro próprio e uma televisão, radio e DVD, que eu provavelmente não usaria.
Enquanto esperava pela maquiadora me joguei no sofá e imediatamente meu pensamento vagou até Edward. Eu gostaria de saber como ele estava, de verdade.
Edward e eu não voltamos a conversar depois de ontem à noite, mas, ele estava visivelmente mais calmo, ou pelo menos aparentava estar, o que era bom já que eu estava absurdamente temerosa.
Pouco tempo depois eu sai do camarim vestindo uma calcinha ridícula cor da pele que me dava a impressão de estar completamente nua e um pesado roupão por cima.
Meu rosto tinha muitas marcas roxas, adquiridas com a maquiagem e meu cabelo estava uma selvageria só.
Encontrei Edward e mais quatro atores prontos para começarem a gravar. Eu conhecia dois desses atores, Bryar e Spencer, já havíamos trabalhado juntos em algumas cenas, eles eram divertidos e estavam maravilhados por estar no mesmo filme que Edward Cullen e serem dirigidos por John. Obviamente, eles tinham bastante talento, ou não teriam sido escalados pra esse projeto, mas como todas as nossas cenas eram incrivelmente desgastantes eu mal troquei algumas palavras com eles.
Eu sabia que hoje, trabalharíamos com mais dois atores, que interpretariam os oficias mexicanos que se juntam ao bando de Tom Beal e atacam Virginia, mas fiquei surpresa com a eficiência de John em escolher atores que transmitiam tudo o que o personagem pedia só com a aparência.
Eles pareciam tão cruéis quanto seus personagens e por mais que eles tivessem sido simpáticos comigo, eu não consegui evitar que um arrepio percorresse minha espinha.
Não demorou muito para que John nos explicasse passo a passo o que ele desejava para a cena e alguns minutos depois, Edward, Bryar, Spencer e eu, já estávamos posicionados em uma velha carroça.
Eu precisei tirar meu roupão e apesar de não ser a primeira cena em que eu precisava usar
quase nada, eu estava absurdamente constrangida. Afinal, era a primeira cena em que tantas pessoas poderiam me ver assim.
Eu fechei meus olhos me concentrando e fazendo uma pequena prece pra que todas as lembranças e fantasmas ficassem bem longe de mim durante o dia.
Obviamente, não foi o suficiente.
Quando as filmagens realmente começaram, Edward estava sentando por cima de mim e eu precisava me debater. Felizmente eu quase não tinha falas nessa cena, porque possivelmente eu não conseguiria dizer absolutamente nada.
Meu corpo todo tremia sem que eu conseguisse pará-lo.
- Ação! – John gritou e no momento em que Edward levantou sua mão em direção a mim eu trinquei meu maxilar e me debati embaixo dele sem nem mesmo precisar me esforçar pra isso.
A mão de Edward desceu levemente sobre um de meus seios e mais parecia uma caricia do que um tapa.
- Corta! – John gritou e eu soltei a respiração que nem sabia que estava prendendo. – Edward, eu realmente preciso que você coloque um pouco mais de velocidade em seu braço... Não que você a machuque... – ele garantiu sorrindo pra mim. – Mas precisamos passar a impressão que você realmente a bateu e que deixou uma marca ali.
Edward voltou a se posicionar sobre mim eu fechei meus olhos tentando inutilmente me concentrar.
- Ação! – John voltou a gritar.
- "Considere-se feliz... "– Edward começou a citar seu texto e eu simplesmente não conseguia me concentrar em nada.
A forma como ele me mantinha presa sob o peso de seu corpo e a forma como ele falava, as risadas dos outros atores envoltos em seus personagens e a forma como a mão de Edward desceu razoavelmente forte sobre meu seio fez com que eu me debatesse instintivamente. Eu forcei meus olhos a continuarem abertos, mas tudo o que conseguia ver quando olhava pra Edward era Jacob por cima de mim, fazendo que com suas mãos atingisse todas as partes do meu corpo, me marcando e sua voz soava tão claro em minha mente...
Fechei meus olhos com força tentando reprimir um grito.
- Corta! – John gritou mais uma vez e eu senti algumas lagrimas rolarem por meu rosto. — Você está ótima... – ele garantiu enquanto eu ainda mantinha meus olhos fechados. – Mas eu realmente preciso que você mantenha seus olhos abertos.
Os dois atores com que eu já havia trabalho em algumas cenas continuavam parados em seus locais e eu me sentia absurdamente exposta usando aquela calcinha cor da pele e meus seios amostra.
Edward delicadamente colocou o roupão sobre meu corpo quando eu me tampei com os braços.
John voltou a explicar rapidamente o que ele esperava daquele primeira parte da cena.
Nós voltamos a nos posicionar e eu retirei o meu roupão sentindo um arrepio passar por meu corpo.
Edward voltou a citar sua fala e sua mão desceu com um pouco mais de força sobre meu seio e eu senti uma pequena queimação, possivelmente minha pele estaria vermelha, exatamente como John queria que ficasse.
Eu continuei a fazer a minha parte... apenas tentar me defender inutilmente enquanto Edward citava sua fala indecente.
- "... Você poderá servir, bonequinha, depois que aprender algumas coisas." – Edward terminou e as risadas dos outros homens se tornavam quase histéricas.
Era impossível, para mim, não associar tudo aquilo a eles.
Tudo tão absurdamente igual, exceto pela quantidade de monstros que se serviram de mim.
Eu quase soltei uma risada doentia ao pensar que talvez eu tivesse tido um pouco mais de sorte do que Ginny nesse caso. É claro que isso não era bem verdade, já que comigo foi real e Ginny era apenas uma personagem de um livro.
Com muito esforço consegui manter meus olhos abertos, mas as lagrimas escorriam sem que eu conseguir contê-las.
Felizmente John não interrompeu a cena e conseguimos finalizá-la.
Eu quase me senti orgulhosa por não ter estragado tudo.
Voltei a me cobrir com o roupão enquanto a maquiadora se aproximava e retocava os meus hematomas.
A parte mais difícil ainda não tinha chegado e eu já estava quase enlouquecendo de verdade.
- Está com frio, querida? – umas das produtoras me perguntou ao me ver tremer.
Era impossível que eu estivesse com frio quando o sol brilhava fortemente sobre as nossas cabeças.
- Estou bem. – respondi simplesmente.
Todos voltamos a nos posicionar na carroça e assim que John anuncio o inicio da cena eu voltei a tentar me livrar das mãos de Edward, enquanto os outros dois atores se aproximavam galopando.
Eles pararam seus cavalos próximos a carroça.
E me olharam da forma mais luxuriante possível.
- Pare! Seu porco imundo... tire suas mãos nojentas de cima de mim. – disse aos gritos enquanto tentava inutilmente me defender de Edward.
- Fique quieta sua puta! – ele gritou voltando a me esbofetear de mentira.
Eu sabia, no fundo da minha mente, eu sabia que era apenas uma cena e que não era o meu Edward me dizendo essas coisas, mas mesmo assim, meu corpo enrijeceu e quando eu tentei recitar a minha fala, tudo o que eu consegui foi gaguejar.
Mais uma vez John parou as gravações e se aproximou de nós.
Edward apertou carinhosamente a minha mão e eu me apressei em me desculpar com John e os outros atores.
Precisamos repetir essa mesma seqüência inúmeras vezes até que finalmente passamos desse ponto.
- "Ei, amigo, está com problemas? Apanhou uma braba, é? "– um dos atores montados nos cavalos disse zombeteramente, quando as câmeras voltaram a funcionar.
- "Você devia fazer como nós fazemos com as mulheres juaristas que apanhamos e que não têm boa vontade" — disse o outro, seu rosto com a expressão mais cruel que eu já tinha visto.
Talvez não a mais cruel de todas, perdia para Sam.
Eu sacudi minha cabeça com violência expulsando a imagem dele que teimava em se manter a minha frente.
- "Não vai demorar... "– Edward disse me prendendo entre as suas pernas. – Eu vou transformá-la em uma cadelinha obediente.
Eu me contorci um pouco mais e cuspi em seu rosto.
Edward enlaçou seus dedos em meus cabelos e levou minha cabeça de encontro ao chão da carroça.
Obviamente, existia um colchão embaixo do meu corpo e eu não senti absolutamente nada, mas ainda assim, soltei um grito histérico.
Era um grito que estava no roteiro, mas não foi por isso que eu o deixei sair.
"Senti Jacob rasgar a minha blusa, mas ele me segurava. Tentei chutá-lo e quando o acertei, ele bateu minha cabeça contra ao chão, me deixando tonta."
- Por favor, pare! – eu pedi soluçando.
Não era uma fala, eu realmente queria que acabasse, mas John não gritou o "Corta!", então todos os atores continuaram.
Eu senti quando Edward vacilou um pouco em cima de mim.
Ele manteve sua mão em meu cabelo, e talvez eu estivesse realmente ficando louca, mas por uma fração de segundos eu senti como se ele tivesse acariciado minha cabeça.
Em seguida, ele voltou a me prender contra o chão.
- "Essa é mesmo raivosa, amigo!" – um dos atores que interpretavam os oficias disse. – "Por que não nos deixa ajudá-lo?"
- Eu vou domá-la... – Edward disse, sua voz em tom que nunca tinha ouvido antes e por mais que eu repetisse em minha mente: eu só um filme, é só um filme... Estava ficando cada vez mais difícil discernir o que era real ou não. Edward levou uma de suas mãos até um de meus mamilos e fingiu apertá-lo, ao mesmo tempo, ele cutucou minhas costelas com o seu joelho e eu soltei um grito que soou absurdamente falso, mas parecia ter agradado John já que ele continuava sem gritar: "Corta!" Como eu queria e precisava que ele fizesse. – Nem que eu tenha que marcá-la de tal forma que não consiga nem se colocar de pé novamente.
Os quatro homens na cena, além de Edward continuavam rindo perversamente eu me sentia beirando a inconsciência.
- "Mas por que perder tempo? Com quatro de nós para segurá-Ia, um homem pode se divertir à vontade, não? E, depois, talvez ela não tenha mais nem forças para lutar!"
Eu dirigi meu olhar pra Edward e apesar de conseguir ver as câmeras que nos rodeavam, tudo o que eu conseguia pensar era: por favor, acabe logo com isso!
O ator que tinha acabado de recitar sua fala voltou a me olhar e eu senti meu estomago embrulhar.
- "Caramba, mas essa vale a pena a gente pegar! Nem que eu tenha que pagar aos americanos para entrar nessa brincadeira."
- "Ah, merda" – começou Bryar, lambendo os beiços -, "por que não, Beal? Deixe que ela veja logo o que lhe está reservado, talvez se acostume."
Após terminar sua fala ele teatralmente puxou as rédeas do cavalo de nossa carroça, fazendo com que balançássemos dentro dela.
- "Puxa, estou tão seco por ela que não posso esperar mais um minuto, ouviu? Vamos logo. "– Spencer disse passando para a parte de trás da carroça e deslizando sua mão por meu corpo.
- Corta! – John gritou e eu quase o agradeci por isso.
Imediatamente Edward me cobriu e eu não conseguia parar de soluçar.
- Bella, você está ótima, mais do que isso, você está perfeita. Eu simplesmente amei, a fala que você criou de ultima hora... – eu mal conseguia ouvir o que John me dizia, porque minha cabeça
parecia pesar uma tonelada e por mais que eu tentasse eu continuava tremer e a soluçar. – Tragam um copo de água pra ela. Vamos fazer uma pausa de 10 minutos, okay?
- Você está bem? – Edward perguntou cauteloso me entregando o copo de água. – É uma pergunta idiota... só o que eu quero saber é se você consegue continuar Bells? Nós podemos parar...
Eu não podia negar que era uma oferta tentadora, mas eu não podia simplesmente parar agora. Como eu explicaria isso ao diretor e aos outros atores?
- Eu posso continuar. – respondi, minha voz falhando miseravelmente.
A pausa passou mais rápido do que eu poderia descrever. E logo estávamos de volta à carroça. Nós recriamos a nossa ultima posição e começamos uma nova tomada.
Edward chegou mais perto do fundo da carroça e me levou junto, puxando teatralmente meus cabelos.
- De agora em diante você faz tudo o que eu mandar...- ele disse arrastando meu corpo pelo chão da carroça.
Bryar e Spencer saltaram da carroça e correram para os fundos ao mesmo tempo em que os dois oficias desmontavam e davam espaço para que Edward e eu passássemos.
- E você vai começar abrindo suas pernas para nós. – ele terminou de falar e com um puxão simulado em meu cabelo, fez com que meu corpo caísse da carroça no chão do deserto.
É claro que, mais uma vez, havia um colchão para amortecer a minha queda, para que eu não me machucasse, mas, a antecipação do que veria a seguir me deixou em pânico.
Eu tentei me soltar e Edward me fez cair de rosto no colchão azul.
Eu ofeguei e enterrei meus dedos na areia ao lado do colchão.
- Corta! – John veio em nossa direção. – Perfeito! Vocês estão de parabéns... eu realmente pensei que teríamos que repetir essa muitas vezes.
Felizmente John decidiu por mais uma pausa e mesmo Edward permanecendo ao meu lado durante todo o tempo, eu simplesmente não conseguia me acalmar, eu sabia, com toda a
certeza do mundo, que a próxima seqüência me faria perder qualquer vestígio de sanidade que eu ainda tivesse.
Quando recomeçamos a gravação eu estava deitada sobre o colchão e cada um dos atores mantinha meus membros afastados do meu corpo, era a posição mais depravada e degradante que eu poderia pensar.
Vagamente eu me lembrava que precisava continuar a me contorcer e gritar.
Edward tirou um lenço com aspecto de velho e sujo de seu bolso e enfiou em minha boca.
Foi o suficiente para que eu fosse tomada por todos os fantasmas que eu tentava inutilmente manter afastados.
FLASHBACK ON [N/A: Continuação do relato de Bella sobre o que aconteceu na noite de sua formatura, se você não se lembra da primeira parte, releia o flashback do capítulo 3]
- Divirtam-se – Jacob falou, após me jogar em direção a Sam e Embry se virando pra ir embora.
- Não Jacob, não. Por favor! – eu gritei até que não o consegui ver mais.
Eu tentei me afastar deles e enguatiei em qualquer direção que não fosse à mesma deles, mas antes que eu conseguisse me colocar de pé, Sam agarrou os meus cabelos e me jogou de volta ao chão.
- Onde você pensa que vai? – Embry falou rindo. – chegou a nossa vez de brincar.
- Por favor, não... – eu voltei a implorar, mas ele se inclinou sobre o meu corpo e levou sua boca até a minha. Ele a invadiu com sua língua nojenta e eu continuava a me debater, tentando encontrar alguma forma para me livrar deles.
- Bella... – Sam falou, sua voz soando doentiamente divertida. – Eu vou dizer apenas uma vez, porque sou seu amigo, se você não ficar quietinha, nós não vamos ter pena de te machucar, como Jacob teve...
Eu tentei chutá-lo e ele soltou uma gargalhada.
- Muito bem... – ele disse distribuindo tapas pela minha perna. – Eu até prefiro assim.
Embry se afastou de minha boca e apertou a lateral do meu rosto contra o chão.
- Nós vamos nos divertir muito, Bellinha. – ele disse passando sua língua por meus seios.
Sam firmou minhas pernas no chão e apertou minhas coxas com força.
- Oww ela é brava!- Embry gritou quando eu continuei me debatendo.
- Pelo jeito ela gosta de ser domada! – Sam falou. – Eu vou te ensinar uma lição, vadia! Segure-a Embry... – ele disse firme.
- Eu primeiro. – Embry disse levantando a minha saia. – Jake é mesmo um fracote...- Sam comentou divertido. – Nem pra arrancar a calcinha dela...
- Se bem que ele fez um belo estrago... – Embry disse deslizando sua mão pelas minhas coxas que estavam pegajosas.
- Isso não é nada, comparado ao que eu vou fazer...
- Por que você tem que ser o primeiro?-Embry questionou enterrando suas mãos em minha
virilha.
- Porque eu sou o líder.
- Jacob é o líder! – Embry falou debochado.
- E quem manda depois dele?
- Certo, chefinho... – Embry falou se sentando em cima de mim, quase me sufocando. – Divirta-se com a namoradinha do líder...
Sam levou sua mão até a minha intimidade e segurou minha calcinha. Com um único movimento ele fez com que o pano se partisse em dois contra a minha pele.
Eu continuei a tentar chutá-lo mesmo sentindo o ar me faltar.
Ele se levantou e eu vi no momento em que ele retirou seu cinto e logo em seguida sua calça, deixando seu membro a mostra.
Ele deu uma tapa pesado e estalado em minha intimidade e eu gritei de dor.
- Eu já disse pra você ficar quietinha...
Eu senti quando ele colocou alguns dedos dentro de mim e tudo o que conseguia fazer era continuar a me debater e implorar pra que ele parasse.
- Porra, ela é apertada demais! – ele disse gargalhando... – parece que Jacob deixou mesmo
uma virgenzinha pra nós...
- Não mais tão virgem depois do que ele fez com ela... – Embry retrucou esfregando sua mão em meu clitóris. – cara eu também quero foder com ela.
- Você pode brincar em outro lugar... – Sam respondeu separando minhas pernas ainda mais e se acomodando entre elas. – enquanto eu me divirto aqui.
Embry se levantou e eu consegui voltar a respirar.
Sam me invadiu com violência e eu podia me sentir sendo rasgada por dentro.
- Por favor, Sam! Pare! Você está me machucando!
- Ocupe a boca dela, Embry.
- Não precisa pedir duas vezes...
Embry se ajoelhou ao lado de minha cabeça e rapidamente levou seu membro até a minha boca.
Eu cerrei meus dentes com o máximo de minhas forças.
- Abre a boca, Bella... – ele pediu quase docemente.
Eu balancei minha cabeça negativamente.
- Se é assim que você quer.
Ele deu um tapa em meu rosto, mas eu consegui manter minha boca fechada.
Embry levou uma de suas mãos até o meu nariz, tampando-o e se inclinou sobre mim, mordendo com força um de meus mamilos.
Eu soltei um grito agonizante que foi silenciado pelo membro de Embry em minha boca.
- E nem pense em me morder, sua puta. – ele disse apertando o mamilo que tinha acabado de morder.
- Porra até a boquinha dela é apertada Sam... você precisa experimentar...
- Eu vou. – Sam garantiu. – Cada pedacinho...
Embry se posicionou sobre os meus seios e começou a estocar em minha boca fazendo com que eu engasgasse.
Sam continuava a investir contra mim com tanta força que eu sentia minha virilha cada vez mais pegajosa.
Meu pescoço estava todo molhado da minha própria saliva e Embry continuava a se movimentar... sem nenhum aviso ele encheu minha boca com seu gozo e eu senti todo o meu estomago se contorcer.
No momento em que ele saiu de dentro da minha boca, eu, imediatamente cuspi todo o liquido fora.
- Que feio! – Sam disse em tom de deboche. – Não é assim que uma vagabunda faz. – ele se movimentou com tanta força contra mim que eu ofeguei de dor. Então ele saiu de dentro de mim e me puxando pelos cabelos me colocando de pé. – Eu vou te ensinar como se faz...
- Sua vez de brincar... – ele disse pra Embry. Logo em seguida ele me virou no chão e me colocou de quatro.
Mais uma vez eu tentei me livrar deles, mas Sam me mantinha presa pelos cabelos e Embry logo se colocou por cima de mim.
- Haha... – Embry começou. – Você fez um estrago aqui, amigo...
- Ela estará pronta pra outra em alguns dias... e seremos nós a brincar novamente.
Embry estocou contra mim e eu senti todo o meu corpo doendo. Ele não mantinha o mesmo ritmo doentio de Sam, mas a forma como eles me posicionava, fazia com que seu membro fosse ainda mais fundo, me causando tanta dor que eu pensei que desmaiaria.
- Sua bocetinha é tão gostosa... – Sam falou deslizando seu membro por minha boca. – Mas eu quero gozar na sua boca... – ele deu mais um puxão em meu cabelo ao mesmo tempo em que Embry agarrava fortemente meus seios e se mantinha em cima de mim. – E você vai engolir tudinho.
Eu praticamente não tinha mais forças, então não foi muito difícil para que ele me obrigasse a abrir a boca e recebê-lo.
Eu engasgava com cada estocada e ele parecia se divertir, e muito, com isso.
- O que é Bellinha? É grande demais pra você?
- É melhor se acostumar... – Embry disse ofegante e apertando com ainda mais força meus seios. – Você vai ser nossa putinha particular...
- E vai abrir suas pernas sempre que um de nós mandar. – Sam completou e logo em seguida prendeu suas mãos fortemente em meus cabelos, me fazendo tê-lo todo em minha boca, até que eu pude senti-lo congestionando minha garganta.
- Engole tudo, sua puta! – ele gritou e eu senti as mãos de Embry deixarem meus seios apenas para começarem a distribuir tapas ardentes em minhas coxas, costas e bumbum.
Eu ainda cuspi algumas vezes quando Sam deixou minha boca, mas apenas o diverti ainda mais com isso. Não havia nada que eu pudesse realmente cuspir e isso só fez com que eu me sentisse ainda mais suja.
Sam levou meu rosto contra o chão e passou a distribuir tapas por todo o meu corpo no lugar de Embry.
Como eu continuava a gritar, Sam, entre tapas cada vez mais fortes, pegou sua cueca e colocou em minha boca, me impedindo de vocalizar. Mesmo que eu tentasse, e eu tentei ,tudo o que conseguia era sufocar.
- Porra, quanto mais ela se debate... – Sam falou afundando cada vez mais meu rosto no chão. – Mas eu quero meter nela.
Alguns minutos depois eu ouvi Embry urrar e despencar sobre o meu corpo fazendo com que eu caísse de encontro ao chão.
Eu não conseguia me mexer com o peso de Embry sobre mim, e honestamente, não conseguiria me mexer de qualquer forma... não no estado quase catatônico que eu estava.
Embry saiu de cima de mim e por um momento eu pensei que tudo, finalmente, teria acabado.
Mas eu estava enganada. Terrivelmente enganada.
Eu ainda senti algumas mãos deslizarem mais algumas vezes por meu corpo, sem conseguir discernir quem era.
Eu ainda mantinha os olhos cerrados quando Sam me virou e se sentou em cima de mim, mas ele me obrigou a abri-los.
- 2 a 1 pro Embry... Preciso empatar o jogo.
Então ele começou a se tocar e eu simplesmente me sentia entorpecida, sem forças nem mesmo para desviar o olhar.
Algum tempo depois ele apertou minha garganta com uma de suas mãos enquanto seu liquido caia sobre meu rosto.
Eu mal consegui fechar meus olhos.
Todo o meu corpo tremia e eu podia sentir as dores se tornarem mais intensas.
- O que fazemos com ela, agora? – eu não conseguia discernir a voz deles.
- Nós ainda não usamos um brinquedinho... – um deles disse e o outro riu.
- Vamos deixar que Jacob tire o lacre... então nós voltamos a aproveitar.
- Se Jacob a deixou aqui, é porque não se importa com o que faremos... Eu vou foder com ela um pouco mais...
Sem que eu conseguisse fazer nada para evitar. Sam me colocou de joelhos e quando eu consegui perceber eu estava por cima de Embry.
Eu ainda tentei me levantar debilmente, mas as mãos de Embry no meu quadril e as de Sam presas fortemente em meu cabelo não permitiram.
Mais uma vez Embry me invadiu e logo em seguida senti meu corpo sendo jogado por cima do dele.
Ele puxou meu cabelo e enfiou sua língua dentro de minha boca.
- Vamos lá Sam... – Embry disse piscando pra mim depois que finalmente parou de me beijar.
Eu senti com horror quando Sam abriu meu bumbum.
Eu não sei como, mas, consegui gritar tão alto que meus pulmões arderam.
- Não! – eu pedi novamente. – Isso não, por favor.
Sam apenas gargalhou e depois de atingir uma de minhas coxas de uma forma muito dolorosa, puxou minha cabeça para trás e colocou novamente sua cueca, agora imunda, em minha boca.
Ele voltou a se posicionar atrás de mim e eu senti, tremendo de medo e chorando compulsivamente, ele roçar seu membro em mim, enquanto Embry investia contra mim com tanta velocidade que meu corpo pulava em cima do dele.
Sam novamente agarrou meus cabelos e eu senti uma dor dilacerante.
Eu vi tudo rodar, mas ainda consegui ouvir a voz de Sam em meu ouvido.
- Nós vamos te mostrar o que você terá todos os dias, daqui pra frente. E, depois de alguns dias nós vamos te fazer uma visitinha e foder a filha do chefe de policia dentro da casa dele.
- Tenho certeza que ele não vai se importar... – Embry concordou.
Foi a ultima coisa que eu consegui ouvir com clareza, antes de sentir os dois investirem ao mesmo tempo contra mim e me entregar a escuridão.
FLASHBACK OFF
Vagamente eu conseguia sentir os atores simulando obscenidades, mas não conseguia me mexer, muito por estar presa por eles e muito por estar presa em minhas lembranças. Meus olhos ainda estavam abertos, mas eu não conseguia enxergar nada a minha frente, eu fitava o sol e podia sentir o calor queimando minhas retinas.
Eu mal senti quando Bryar me pegou em seus braços e me colocou de volta na carroça.
Então eu ouvi John gritar e logo em seguida alguns outros gritos de felicidade.
Eu me encolhi um pouco e mesmo sem soluçar as lagrimas escorriam incessantes em meu rosto.
- Ficou ótimo!
- Finalmente terminamos!
- Vai ser o melhor filme de todos!
- Quem sabe até seja indicado a um Oscar!
Eu sabia que estava por um fio e que precisava sair dali o mais rápido possível, mas, eu simplesmente não conseguia me mexer.
Eu sabia que fazer essa cena me destruiria, mas eu não imaginava que chegaria a ficar catatônica, novamente.
Eu ainda tinha uma vaga idéia que meus seios continuavam a mostra e que eu provavelmente parecia uma vitima de estrupo, agora mais que nunca.
- Bella! Você é a melhor atriz dos últimos tempos! – Alguém me cumprimentou próximo o suficiente para me fazer tremer ainda mais.
- Deixem ela respirar um pouco. – a única voz que eu conseguia discernir. Edward.
Eu queria abraçá-lo, mas, eu me sentia tão suja... Era como se eles tivessem me tocado novamente.
Tão suja, por ter escondido todos os detalhes mais sórdidos de Edward, sujo por ter chegado inclusive a mentir para ele quando ele perguntou o que mais eles tinham feito comigo.
Mas, era tudo tão doloroso, cada vez em que eu precisava me lembrar e falar sobre isso, eu revivia tudo e, eu tinha medo. Muito medo. De que Edward, ao saber que não havia uma parte do meu corpo que eles não tivessem usado, simplesmente sentisse nojo ou coisa pior por mim.
- Ela tá bem?
- O que aconteceu?
- Será que nós a machucamos?
- Edward, você acha que é melhor levá-la a um médico?
- Ela só precisar descansar um pouco...
Eu senti as mãos de Edward me tocarem e delicadamente ele me puxou para seu colo, ele me cobriu com o meu roupão e eu simplesmente continuava paralisada.
Depois de alguns minutos eu consegui levantar meu olhar em encontro ao dele.
Existia medo, preocupação, raiva em seu olhar, mas o que realmente me fez despertar foi enxergar pena em seus olhos.
Eu me levantei cambaleante e depois de conseguir me manter em pé, corri até o meu camarim, sem me importar com o que as outras pessoas pensariam.
Assim que passei pela porta, arranquei o roupão de meu corpo e segui para dentro do banheiro apertado, liguei o chuveiro e comecei a esfregar meu corpo, tentando de alguma forma me limpar.
Eu não vi quando Edward entrou no banheiro, mas eu senti quando suas mãos prenderam as minhas, parando os meus movimentos.
- Bella... Bella... Pare com isso! – ele pediu, mas eu continuava a me debater e tentar voltar a me limpar.
- Me solta! – gritei. – Me solta, Sam! Por favor, não faça isso!
Edward me puxou para perto dele e me abraçou tão apertado que eu podia sentir o ar começar a faltar.
- Sou eu... sou apenas eu, meu amor, por favor! – ele pediu com a voz entrecortada.
Eu não sei quanto tempo continuamos ali, eu tentando me debater e Edward me prendendo contra ele e sussurrando no meu ouvido para que eu parasse, mas gradativamente meu corpo foi se acalmando e quando Edward me soltou eu escorreguei até o chão.
Ele se ajoelhou na minha frente e eu pude ver seus olhos vermelhos.
Eu me sentia culpada por fazê-lo chorar, mas, não conseguia reagir, não conseguia me mexer, exceto pelo balançar do meu corpo para frente e para trás.
Eu conseguia ver que Edward ainda estava com seu figurino e que ele estava todo molhado, mas ele não fez nenhum movimento para se afastar ou para se livrar de suas roupas.
Ele lentamente desligou o chuveiro e tentou me pegar no colo.
- Não! – eu gritei me encolhendo no chão.
- Bells... eu não vou te machucar... eu prometo!
Eu sabia que ele não ia me machucar e não era esse o meu medo, mas eu estava tão suja...
Edward voltou a tentar me levantar e eu me encolhi um pouco mais, me balançando com mais força.
- Não me toque! – eu comecei a repetir sem parar.
Edward se sentou no chão a minha frente fincou seu olhar em mim.
- Por favor, por favor, não me toque!
As lagrimas escorriam pelo rosto dele assim como pelo meu.
- Eu não vou te machucar eu prometo... –ele repetiu e eu balancei minha cabeça negativamente. – por favor, Bella, não tenha medo de mim... isso iria me matar.
Meu corpo pareceu congelar e eu o olhei atentamente.
Voltei a esfregar meu corpo com minhas próprias mãos.
- Estou suja! – falei baixo entre soluços. – suja demais pra você.
Na mesma hora Edward me abraçou novamente, mesmo eu tentando afastá-lo.
- Nunca mais diga isso! – ele pediu soluçando no meu ouvido.
Mesmo com meu corpo ainda se debatendo, Edward me pegou no colo e colocou um roupão limpo por cima de mim.
Ele caminhou comigo em seu colo até o sofá que estava no meio do camarim e me colocou ali deitada.
Então, ele se virou e recolheu o roupão que eu havia usado que estava no chão e foi até o banheiro.
Eu me encolhi no sofá, abraçando meus joelhos.
Edward saiu do banheiro vestindo um roupão e antes de vir para perto de mim, ele trancou a porta do camarim.
Ele me pegou de volta em seu colo e começou a me ninar.
Eu ainda podia ver claramente a imagem de Jacob, Embry e Sam em minha mente e por mais que eu tentasse não pensar mais nisso, eu continuava a rever todas aquelas cenas uma vez atrás da outra.
Eu agarrei fortemente o roupão de Edward e continuei a soluçar até que não havia mais lagrimas que eu pudesse chorar.
Edward esperou pacientemente durante todo o tempo, que para mim parecia uma eternidade.
Depois que meus soluços se calaram, Edward alcançou meu celular que estava em cima de uma mesa e discou alguns números.
- Kate...- ele falou ainda me ninando. – eu estou no trailer de Bella... não, ela está bem... você pode por favor, trazer as minhas coisas?
Não demorou muito pra que Kate batesse na porta e Edward relutantemente me deitou novamente no sofá e foi abrir a porta.
Kate veio diretamente até mim.
- Como você está querida? – ela perguntou docemente.
Eu me encolhi um pouco mais.
- Ela vai ficar bem, ela tem que ficar bem. – Edward disse. – Ela só precisa descansar... eu preciso ver com John se já podemos ir...
- Tudo bem quanto a isso. Mas, ele está muito preocupado com Bella.
Enquanto Edward foi até o banheiro se trocar, Kate praticamente me vestiu sozinha.
Eu me senti um pouco envergonhada por isso, mas era como se eu tivesse perdido todos os meus movimentos e toda a minha linha de raciocínio.
Eu mal consegui ver quando Edward voltou a me prender protetoramente em seus braços, mas eu levei meus braços ao seu pescoço e mais uma vez enterrei meu rosto em seu peito.
- Ela está em choque Edward... – Kate falou baixo. – O que foi que aconteceu?
Eu mal conseguia sentir meu corpo, apesar de ele continuar a tremer compulsivamente, mas percebi quando Edward me abraçou ainda mais forte e colocou seu rosto em meu ombro.
Suas lagrimas molharam meu ombro e eu queria reagir para que ele parasse de chorar, mas eu não conseguia.
Uma parte dos meus pensamentos doentios era voltada apenas para Edward e para dor que eu provavelmente estava causando a ele e essa mesma parte me odiava intensamente por não ser normal e por não conseguir simplesmente seguir em frente.
A outra parte continuava presa naquele dia e em como as coisas seriam se eu não tivesse fugido de Forks.
Sam cumpriria o que tinha prometido?
Charlie permitiria?
"- Vocês beberam um pouco e estavam só se divertindo."
Imediatamente me lembrei do que Charlie havia me dito quando eu contei tudo a ele, em busca de ajuda e proteção.
Com a constatação que não existiriam outra vida para mim, se tivesse continuado em Forks, minha mente começou a criar imagens horríveis de como teriam sido todos os meus dias.
Em algumas dessas imagens, apenas Jacob aparecia, meus pensamentos diziam que essa seria a minha melhor opção. Que Jacob, me mantivesse apenas para ele.
Em outras, eu vi claramente todos os amigos de Jacob, mesmo aqueles que eu mal conhecia deslizando suas mãos pelo meu corpo e me usando das formas mais obscenas possíveis.
Em meio a tudo isso eu tinha pequenos flashes de como Edward me tocava, mesmo quando não éramos sutis ou românticos, a forma como ele sempre parecia venerar o meu corpo, a forma como ele sempre me beijava cheio de amor, mesmo que houvesse luxuria no meio.
Tudo o que eu queria, naquele momento, era acordar daquele pesadelo que me tomava mesmo tendo meus olhos abertos e agarrar a certeza que Edward sempre me protegeria.
- Edward... Edward... Edward... – eu comecei a repetir ofegante e sem conseguir enxergá-lo, mesmo que minhas mãos pressionassem seu rosto e eu estivesse tentando trazê-lo para mais perto de mim.
- Por favor, Edward, os faça parar. – foi a ultima coisa que me lembro de dizer, antes que todo meu corpo amolecesse no colo de Edward.
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