Soul Angel

10 Quem é vivo sempre aparece


Notas iniciais
PODEM MANDAR ESSAS PEDRAS, DESCULPA VIU? ENEM É BRABO!!! TIVE UNS PROBLEMAS AÍ! MAS PODE JOGAR PEDRA MESMO, EU VENDO TODAS ELAS NO FUNDO DO BECO! :v :v :v (Gostaria de reservar um tempo para agradecer de coração a MR. THANG pela primeira recomendação da fic. Sua recomendação foi linda, e eu agradeço de coração as palavras gentis :) Então, dedico esse capítulo a você, que me presenteou com essa tamanha honra)

Capítulo 10 — Quem é vivo sempre aparece.

O sol morno da manhã esquentava preguiçosamente suas costas nuas. Na quietude plena daquele quarto, ele finalmente notou que estava acordado, lento de preguiça. Nico abriu os olhos devagar, se espreguiçando. A primeira coisa que viu foi o rosto de Will desacordado a seu lado, a boca entreaberta. Nico se sentou e balançou seu braço, esfregando os olhos com a outra mão.

– Will, acorda — disse Nico o sacudindo de leve.

Mas o garoto apenas resmungou e virou-se para o outro lado. Nico pôs os pés para fora cama e catou suas calças. Chamou por Will mais uma vez enquanto se vestia.

– Will, já são... — Nico espiou o relógio em sua cômoda — Já são onze horas, devíamos estar de pé a uma hora já. Anda, o almoço não vai se fazer sozinho.

E se abaixou para procurar a blusa em baixo da cama. Quando se levantou viu que Will continuava imóvel. Bufando Nico pegou o próprio travesseiro e o atirou na cara de Will. O garoto quase nem se mexeu. Só enfiou a cabeça em baixo das cobertas e murmurou:

– Não amola. Volte a dormir, vêm — e uma mão estendida surgiu de baixo do cobertor.

– Will, se pai vai levantar e não vai ter almoço — disse Nico indo até a porta — Você vai levantar ou eu vou ter que ir fazer isso sozinho?

– Vai na frente, eu já vou — falou a voz de Will abafada pelo cobertor.

– Se você não estiver aqui em cinco minutos eu volto aqui. E você vai se arrepender — frisou Nico com a voz.

– Está me tentando a continuar aqui? — falou Will risonho.

Nico revirou os olhos e saiu do quarto, fechando a porta atrás de si. Se Will estivesse planejando deixá-lo cozinhando e se apoderasse primeiro do chuveiro, aí sim ele ia se arrepender. Mas quando entrou na cozinha, viu que o Sr. Johnson já estava ali fritando ovos e batatas.

– Hey filho, não vi que vocês já tinham levantado. Dormiu bem? — perguntou ele sorridente.

– Sim — Nico lhe sorriu — Acho que o despertador está com defeito, era para a gente ter levantado as dez e ter feito o almoço... Eu vou comprar um novo hoje. Desculpe por isso.

– Ah, não é nada — disse ele levando uma forma com batatas para a mesa — Eu sempre fiz meu próprio almoço, não é incomodo nenhum. Eu posso dar uma olhada no despertador se quiser.

– Seria bom — disse Nico se ocupando de lavar a louça suja — Ele está piscando e se apagando de vez em quando. Deve ser mal contato, mas eu não entendo nada dessas coisas.

– Eu conserto uma coisinha ou outra, é uma diversão enquanto a loja está parada — comentou o Sr. Johnson enquanto lidava com os ovos — O que vão fazer hoje?

– Não sei, Will não acordou direito ainda — comentou Nico enquanto ensaboava o escorredor — Mas acho que vamos até uma loja que Will estava comentando, que vende uns materiais que ele vai precisar na faculdade.

– Ah, me deixa tão triste que vocês vão ficar só mais quinze dias — falou o Sr. Johnson desligando o fogão.

– Eu também gosto muito daqui — disse Nico sorrindo de canto — Mas vamos precisar de uns quinze dias para arrumar as coisas todas por lá. Temos que falar com Reyna sobre a casa, e ainda fazer a matrícula de Will... E ele quer que eu me matricule no colégio outra vez — Nico bufou.

– Ei, mas é bom que você estude filho, vai poder arrumar um bom emprego, viver bem — comentou o Sr. Johnson, e então soltou uma risada ribombante — Se sair melhor que eu com minha lojinha.

– Há, eu me surpreenderia se eu vivesse pra tanto — comentou Nico disperso, desligando a torneira e secando as mãos — Os cinco minutos dele acabaram.

Mas então Will entrou na cozinha esfregando os olhos.

– Bom dia — ele disse, lhe afagando o braço e lhe dando um beijo na bochecha — Bom dia pai.

– Bom dia querido. Nico estava me falando que o despertador está com defeito.

– Sim, o senhor pode dar uma olhada? — perguntou Will tirando os pratos do armário e levando até a mesa — Não quero me atrasar quando for para pegar avião.

– Eu vou ver sim. Você já está empacotando as coisas? Faltam umas duas semanas ainda.

Will voltou para pegar os talheres.

– Só o que a gente não vai usar.

– Tipo os duzentos quilos de livros de medicina — comentou Nico pegando uma toalha limpa e a estendendo.

Will revirou os olhos.

– E o seu material também. Pai, você acredita que o Nico não quis escolher o material dele? Eu que tive que comprar tudo.

– Pra mim tanto faz Will — retrucou Nico irritado — O quê é que eu ia escolher afinal, a estampa dos cadernos? É você que faz questão disso, não eu.

O Sr. Johnson soltou outra de suas risadas de tremer as paredes.

– Muito bem, parem de brigar e se sentem antes que esfrie.

Meio dia em ponto o Sr. Johnson saiu para trabalhar, enquanto Will lavava a louça e Nico tirava a mesa.

– Eu vou ir tomar banho — avisou Nico ao terminar.

– Espera. Você nem sabe — disse Will sorrindo para ele enquanto ensaboava os pratos — Papai deixou o carro para mim dirigir até o centro da cidade.

Nico cruzou os braços, não queria ser grosso com Will, mas da última vez que Nico entrara no carro com Will dirigindo ele pensou que ia morrer. Não que o garoto dirigisse mal, mas Will não olhava para frente enquanto dirigia. Como Apolo. E isso o apavorava até a alma.

– Hã... Will... Isso não é uma boa ideia, você não tirou sua carteira.

– Não vai ser muito longe — Will revirou os olhos — E de qualquer forma, se eu sei pilotar uma biga, um carro não é nada.

Nico esfregou os olhos. Previa muito pânico.

– Está bem. Eu vou pro banho.

– Espere, eu já estou terminando aqui — disse Will colocando a louça limpa para escorrer.

– Então é melhor eu ir, então o chuveiro já vai estar liberado.

– Não, me espere — Will lhe dirigiu um sorriso malicioso — Eu vou entrar com você.

...

– Nico, você está bem?

– Apenas olhe para frente — disse Nico enjoado, segurando-se fortemente na porta do carro.

Will sorriu para ele.

– Está tudo bem meu amor, olhe para mim.

– Não — disse Nico sentindo o almoço dançar no estômago — Por favor. Por favor, olhe para frente.

Will riu gostosamente e olhou para a frente.

– Você sabe que eu não preciso.

– Sim. Você não precisa fazer esse tipo se ultrapassagem sem olhar para frente também.

Will revirou os olhos e trocou de marcha. Nico fechou os olhos para evitar ver que o garoto não fazia nenhum uso dos espelhos.

– Vamos falar de outra coisa para você se sentir bem. Estamos quase chegando. Eles tem um acervo enorme de guias anatômicos e...

– Will, me diga que você está olhando para frente e não para mim.

– Sim, claro — disse Will dispensando sua preocupação — Bem, como eu estava falando...

Mas Nico não continuou ouvindo o falatório incessante de Will sobre os manuais de dissecação incríveis. Não era sobre essa parte que ele estava interessado. Claro, era ótimo para Will fazer a faculdade dos seus sonhos. Nico ficava feliz por ele. Mas ele não compartilhava seu entusiasmo. O que ele esperava era pela vida que Will o vinha prometendo. Uma casa, um lar. Algo que nunca na vida ele tivera. Talvez fosse seu maior sonho. Um lugar em que ele pudesse se sentir aceito, feliz. E desde que Will estivesse com ele, o Acampamento Júpiter seria muito diferente que o acampamento meio-sangue.

No início, ele teve medo. Teve medo porque tudo que ele esperara da própria vida era uma série de sofrimento e desgraça. Ele teve muito medo quando começou a amar Will. Ele tinha medo porque a única pessoa que ele realmente se importara tanto fora Bianca. E quando ela foi arrancada dele, não sobrou mais nada. Ele não saberia o que fazer se alguém lhe tirasse Will. Mas depois, ele começou a aceitar que o merecia. A aceitar que se ele fosse forte o suficiente, nada levaria Will embora. Pois afinal, ninguém tirara Bianca dele. Ele passara a aceitar que ela simplesmente o tinha abandonado.

Will estacionou o carro e Nico saiu aliviado. Era incrível como Will ficava entusiasmado com coisas tão chatas. O garoto quase quicava no mesmo lugar, enchendo o carrinho com coisas que Nico suspeitava que ele nunca iria usar. Ou pelo menos Nico não tinha muita ideia das utilidades de um estojo de bisturis na vida real. Não se matava monstros com essas coisas.

Então ele se contentou em empurrar o carrinho pelas seções enquanto Will tagarelava feliz sobre os cursos que a faculdade oferecia.

– E eu já chequei Nico, seu colégio é muito bem conceituado! Vamos fazer a sua matrícula no segundo ano do segundo grau, o que é o mais próximo da sua idade. Sei que ficou um tempo sem frequentar a escola e tudo, mas tenho certeza que você não vai ter problemas em se adaptar. O seu horário é bem parecido com o meu e...

Depois de pagarem pelas compras (Will trocara seus dracmas por dólares por reembolso Olimpo) eles foram tomar café em um bar. Nico não sabia se era uma escolha sábia colocar alguma coisa para dentro antes de entrar no carro com Will.

Will rodou seu anel no dedo enquanto bebericava seu café.

– Nico, o que você não poderia tolerar?

– Sobre o quê? — perguntou o garoto disperso, observando um cachorro atravessar a rua.

– Sobre mim.

Então com um barulho forte, um carro bateu contra o animal. Nico apertou a borda da mesa. O animal começou a estrebuchar enquanto o homem descia do carro. Ele podia sentir seu sangue escorrendo por entre o pelo. Podia sentir sua alma desfiando para fora de seu corpo, entrando na terra devagar. Então ele sentiu que Will se levantara e espiou pela janela.

– O quê você...? Ah — Will compreendeu, e então puxou a cortina — Esqueça isso. Olhe para mim.

E Nico olhou perturbado para seu rosto preocupado.

– O quê?

Will balançou a cabeça.

– Eu queria tanto ter o poder de fazer você não sentir mais isso. Deve ser horrível.

– Você perguntou o quê eu não poderia suportar? — perguntou Nico amargo — Isso é o que eu não poderia suportar! Quando você morrer eu vou estar do seu lado, e eu vou sentir tudo! Eu vou sentir a sua dor! Eu vou sentir você indo embora!

E então Nico enfiou a cabeça entre as mãos. Will pôs a mão em seu braço puxando-o de leve.

– Ei — ele falou conciliador — Não se preocupe. Eu não tenho planos para morrer tão cedo.

– Não importa ser tão cedo Will. Eu vou sentir quando acontecer.

– Eu vou estar esperando você — Will lhe sorriu — Mas e quem disse que eu pretendo morrer antes de você? Com a sua saúde própria, você não deve durar nem mais duas semanas!

Nico riu de leve, ainda perturbado pela dor que acabara de sentir.

– Eu realmente espero que o que você esteja dizendo seja verdade. Que eu morra antes que você.

Will pareceu perturbado.

– Tem alguma coisa que você queira me contar?

Por um momento, Nico considerou contar sobre a mensagem de Apolo a Will. Mas logo desistiu, sabendo que isso o iria assustá-lo.

– Nada. Desculpe falar assim. É só que é muito ruim sentir essas coisas.

– Tudo bem — Will lhe sorriu ainda preocupado — Tudo bem, vamos falar de outra coisa.

– O quê você não poderia suportar? — perguntou Nico tentando mudar de assunto.

– Acordar um dia e descobrir que você não me ama — disse Will olhando para baixo.

Nico levantou as sobrancelhas.

– Por que eu não te amaria?

Will deu de ombros.

– Eu não sei. Mas desde que o Jackson me confirmou que você gostava dele... Bem, você nunca passou comigo o que passou com ele... Quer dizer, como eu posso competir com isso?

– Ei — Nico o cortou — Esqueça o Jackson. Ele está bem longe agora. Eu não vou mentir pra você, por muito tempo, eu realmente fui apaixonado por ele. Mas agora não mais Will. Eu tenho você.

Will assentiu, ainda inseguro.

– Tem... tem alguma coisa que você queira me contar? — perguntou Nico a Will.

Então o garoto levantou os olhos, e depois de alguns segundos respondeu:

– Nada.

Mas Nico tinha uma impressão muito forte que Will estava mentindo.

...

– Você está com as chaves? — perguntou Nico descendo do carro.

– Sim, estão no meu bolso — disse Will chaveando a porta — Você abre aqui pra mim? Eu preciso levar as sacolas.

E então jogou a chave para Nico. Ambos subiram os degraus lentamente, divido a quantidade de sacolas. Uma música extremamente alta ressoava de um dos apartamentos de cima.

– Me diz que a velhinha do apartamento da frente não está escutando Lady Gaga de novo — lamentou Nico.

– Ela sempre foi meio surda — comentou Will.

– Eu vou pedir pra ela baixar.

– Sabe — comentou Will sugestivamente — Temos pelo menos umas três horas até meu pai chegar.

– O suficiente pra você estudar e eu terminar de ler os gibis que você me emprestou — comentou Nico procurando a chave certa.

– Ah — Will bufou uns passos atrás dele — Você tem tão pouca imaginação. Tem umas coisas bem legais que...

– Will. Não.

– Porque? — Will fez uma voz chorosa.

– Deixe-me ver — Nico fingiu pensar — Talvez porque eu já transei com você ontem de noite e hoje de tarde.

– Hoje de tarde é mentira! — protestou Will.

– Não é não, caso você sofra de perda de memória recente, você me arrastou para o chuveiro.

– Aquilo não conta, não chegou no final.

– Will, por favor — Nico bufou — Será que não dá pra você pensar em outra coisa até de noite?

E Will começou a reclamar em voz baixa. Nico cruzou a esquina que dava ao corredor do último andar, batendo de frente com a última pessoa que ele esperava ver naquele lugar.

– Por que você... — Will começou, então olhou para o lado de boca aberta — Jackson?

Percy pareceu tão confuso e surpreso quanto Will.

– Nico? Solace? O quê vocês estão fazendo aqui?

Will falou parecendo indignado até o último fio de cabelo.

– Eu moro aqui! O que você está fazendo aqui!?

Percy apontou para baixo.

– O namorado da minha mãe mora no prédio. E eu vim pedir para a vizinha baixar a música, minha mãe está com dor de cabeça já, faz umas duas horas que ela está escutando o mesmo álbum.

– A Sra. Jackson se mudou pra cá? — perguntou Nico incrédulo.

– Sim — respondeu Percy meio corado de estar lhe encarando — Eu vim fazer uma visita, já que a faculdade começa mês que vem e...

– É, eu sei — Will lhe cortou, tremendo de raiva.

– Bem — Percy coçou a cabeça — Eu sei que é uma coincidência bisonha nós termos nos encontrado aqui, mas bem, eu queria esclarecer umas coisas.

Will respirou fundo, parecendo querer atirar os guias de dissecação na cara de Percy.

– Eu peço desculpas pelo meu comportamento no Acampamento Meio Sangue. Principalmente a você... Will. Eu não fui correto com você e eu realmente tenho vergonha disso. Eu não quero brigar nem nada. Acho que nós dois queremos o bem do Nico, e se ele está feliz, eu não sou ninguém pra dizer o que ele tem que fazer.

Percy deu umas batidinhas no ombro de Nico.

– Eu... bem... Obrigado — disse Will meio engasgado entre a surpresa e a raiva.

E então se virou para abrir a porta do apartamento.

– Você vai ficar aqui? — perguntou Nico a Percy, observando Will entrar no apartamento.

– Vou ficar até o fim do mês — comentou Percy — Eu sinto muito se chegou ao ponto da minha presença te incomodar Nico. Eu quero que você saiba que eu sempre quis, e sempre vou querer o melhor pra você.

– Não é isso. Sua presença não me incomoda — e Nico sentiu surpreso que suas palavras eram verdadeiras — Desculpe por não ter me despedido. Você sabe que não sou bom com essas coisas.

Percy riu.

– Nunca fomos bons com reencontros também. Lembra quando você apareceu na minha varanda no dia do meu aniversário?

– Eu não ia conseguir esquecer aquele bolo azul — Nico sorriu de canto.

– É — disse Percy coçando a cabeça — Bem, é melhor eu ir falar com... Bem, sobre o volume.

– É... — Nico olhou para os próprios pés.

– Bem... Então... Até mais — Percy pareceu que ia lhe abraçar por um momento, mas então lhe ofereceu uma mão. Nico a apertou.

– Até.

Então Nico entrou no apartamento. Will estava de braços cruzados sentado no sofá, vermelho como um rabanete. Nico se sentou ao seu lado sem jeito.

– Você quer...

– Não. Eu vou estar estudando — disse ele levantando e lhe encarando com uma expressão traída — Você pode ficar conversando com ele sobre seus bons momentos juntos.

E saiu ofendido até o próprio quarto, batendo a porta.

– Qual é? Você sabe que não é minha culpa! — gritou Nico batendo na porta.

Mas Will ligou o rádio bem alto.

– Você está agindo como criança Will Solace, não é assim que as coisas se resolvem! — disse Nico forçando a maçaneta.

– Eu resolvo do jeito que eu quiser! — a voz de Will subiu uma oitava.

– Você é tão... irritante! — Nico deu um chute na porta.

A porta se abriu e Will apareceu furioso atrás dela.

– Eu sou irritante? Quantos caras vem bater na minha porta di...

Mas Nico aprendera que uma vez que desse corda, Will não ia parar de falar. Ele o calou com a própria boca o empurrando para trás. Por um instante, o garoto então afastá-lo, e então se rendeu, retribuindo o beijo. Quanto ambos se separaram, Will virou de costas.

– Desculpe. Eu surtei.

– É, eu sei — Nico comentou tirando os cabelos do rosto.

E então chegou mais perto dele e o abraçou. Will riu amargamente em seu cabelo.

– Parece que você está sempre entre o sol e o mar, heim?

– O mar não é nada sem o sol. No escuro não se enxerga nada — Nico afagou suas costas — Acredite em mim, não tem pessoa melhor para dizer. Por um bom tempo eu vivi na escuridão.

Notas finais
Não, respondendo aos comentários mais recentes, eu não morri :v :v :v Obrigada por ler!