Sonhos Quebrados.

28 28- Descontrole e desabafo.


Notas iniciais
Divirtam-se e

BOA LEITURA!!!

“Hinata pareceu um pouco relutante e pensativa. Era verdade que não queria se reaproximar de Naruto, mas o filho ficava tão feliz de poder estar com ele que não pode negar a felicidade para uma criança que já tinha sofrido tanto em sua tão curta vida. Assentiu com um aceno de cabeça fazendo os dois sorrirem um para o outro. “Realmente o Koji se parece muito com ele” pensou enquanto observava os dois comemorarem felizes, olhando abobada aqueles sorrisos tão parecidos.”

Em menos de meia hora chegaram ao apartamento de Hinata. Naruto percebeu que era perfeito para duas pessoas; tinha dois quartos, sala, copa, cozinha, banheiro e suíte, e a decoração apesar de simples tinha um toque sofisticado que deixava o ambiente envolto em um clima agradável e bem familiar. Havia algumas fotos espalhadas pelas paredes, e muitos desenhos pendurados em quadros.

Koji saiu arrastando Naruto para o quarto e lhe mostrou vários desenhos que ele havia feito, explicando cada um com muita euforia. A maioria envolvia Gaara e Hinata, mas o que mais chamou atenção do loiro foi um desenho que ele havia feito da família dele. Havia ele, Hinata e uma figura de um homem que não tinha rosto.

_ Quem é esse Koji?

_ Esse- olhou para o desenho contorcendo o rosto para se lembrar- é o meu pai. Como eu não sei como ele se parece então deixei o rosto sem fazer.

_ E você gostaria de conhecê-lo?- Perguntou ao mesmo tempo esperançoso e receoso.

_ Não sei. Toda vez que falo dele a mamãe fica triste e chora na hora de dormir, ela esconde, mas eu sei que ela ta chorando, por isso eu não pergunto mais.

Naruto ficou pensando nas palavras do filho enquanto Koji continuava a procurar e lhe mostrar os desenhos de que mais gostava. Será que ele ficaria feliz em saber que ele era o pai dele?Lembrou-se do que Kakashi lhe disse mais cedo “Sabe que vai ser difícil não é? Ele cresceu até agora sem saber quem era o pai dele, não tem como saber como ele vai reagir.”

_ Koji o jantar está pronto vá lavar as mãos, e não demore. — O chamado de Hinata o despertou dos devaneios.

- Já vou mamãe!- Koji respondeu- Vamos tio precisamos ir logo, a mamãe não gosta de ficar esperando, ela fica muito brava.

Koji saiu do quarto praticamente sendo arrastado pela mão.

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Depois de lavar as mãos ambos foram para a cozinha que era bem grande e espaçosa se comparada aos outros cômodos. Naruto se lembrava da época em que namoravam quando ela dizia que seu maior sonho era poder ter uma casa confortável e uma cozinha espaçosa onde poderia preparar as mais deliciosas comidas para a família que iriam ter; sonhos que foram destruídos por um descuido seu.

Hinata havia preparado uma comida deliciosa que estava perfumando o ambiente fazendo Naruto se lembrar com saudade dos velhos tempos, ele cozinhava muito bem.

_ Koji, venha aqui- Hinata o chamou se sentando na cadeira e colocando uma maleta de remédios ao seu lado.

Ela pegou o menino o colocou em uma cadeira á sua frente e começou a dar vários remédios para ele, alguns em gotas, outros em comprimidos e por último uma injeção que o loiro arrepiou só de olhar, mas que o menino nem ligou, esticou o braço e recebeu sem esboçar nenhuma careta, afinal já estava mais do que acostumado com esse ritual. Naruto estranhou a quantidade de remédios que ele tomou antes de jantar, sem conseguir imaginar o motivo.

Koji se sentou, agradeceu a comida e começou a comer enquanto Hinata guardava os remédios.

_ Não vejo à hora disso acabar. — disse pondo a caixa em cima do armário.

Naruto ficou observando o menino enquanto comia, notou que apesar de pequeno ele era bem educado, pousava a colher na posição correta antes de beber um pouco de suco, comia de boca fechada e não derramava nem um grão na mesa. Realmente Hinata havia educado ele ao estilo Hyuuga.

_ Mamãe? Eu posso conversar com o tio Naruto?- pediu meio encabulado.

_ Sabe que é feio conversar enquanto come, não é educado. — ralhou com ele limpando a boca discretamente com um guardanapo.

_ Mas mãe, só hoje, por favor!- pediu manhoso.

_ Deixa Hinata, o que há de errado em conversar enquanto janta, deixa o momento mais divertido. – Naruto perguntou tentando ajudar o filho que abriu um sorriso ao perceber que havia conquistado mais um protetor.

Hinata levantou os olhos, meio nervosa pela intromissão dele.

_ Se não se importa eu gostaria de educar o meu filho corretamente. – falou meio áspera.

Naruto se sentiu um pouco deslocado no meio deles, e preferiu não interferir mais para não deixar a Hyuuga nervosa. Teria que andar conforme a música dela para reconquistar um lugar ao seu lado.

Voltaram a comer silenciosamente.

_ Tudo bem!- permitiu em meio á um suspiro cansado ao ver o olhar desiludido do filho que se tornou mais animado com a fala dela. – Mas somente hoje, não quero que se torne um troglodita sem educação como certas pessoas que conheço. – desviou o olhar para Naruto que comia igual é um esganiçado fazendo voar algumas gotas de caldo pela mesa e a olhou inconformado pela comparação.

Começaram a conversar amistosamente, enquanto comiam. Pai e filho pareciam se conhecer a anos pelo ritmo da conversa, e Hinata percebeu que Koji tinha muito mais do pai do que supunha. Sentiu o coração preencher-se com um pouco mais de alento ao perceber a maneira carinhosa com a qual o loiro tratava o menino, talvez deixá-lo se reaproximar não uma uma idéia tão arriscada, mas pensou direito e decidiu que ainda era muito cedo para tirar conclusões precipitadas.

Koji largou os talheres animado balançando os bracinhos euforicamente.

_ Um dia, tio Naruto, eu a mamãe, o tio Kankurou, a tia Temari, o tio Gaara e.... o tio Shikamaru....- contava nos dedos olhando para cima como se quisesse se lembrar.-.... e...a tia.... Ino, estávamos em uma praia e a tia Temari quase se afogou mais o tio Shikamaru salvou ela e deu um beijo nela que diz que se chamava respiração boca a boca, mas o tio Gaara e o tio Kankurou não gostaram e saíram correndo e gritando que iam matá-lo, e o tio Shikamaru ficava gritando que aquilo era muito problemático.

Naruto não pode evitar cair na gargalhada, fazia muito o estilo do Nara ficar reclamando que tudo era problemático. Hinata olhou divertida e incrédula.

_ Você lembra-se disso Koji? Desse dia?

_ Sim! lembro até a roupa que eu estava usando, era aquela sunga preta e azul que eu gostava e você jogou fora porque estava ficando apertada em mim.

Hinata continuava surpresa, sempre soube que o filho era muito esperto para a idade dele, falava inclusive como uma pessoa grande, sem os erros que normalmente as crianças pequenas cometem, mas lembrar de algo que aconteceu quando ele tinha apenas dois anos, era absurdo. Se o pai dela soubesse disso com certeza enfartaria.

_ Qual o problema Hinata? Porque está tão quieta?

_ Nada, é que esse caso que ele contou aconteceu quando ele tinha dois anos, não sei como se lembra a inda.

_ QUE? ISSO QUER DIZER QUE O KOJI É UM GÊNIO- O Uzumaki berrou feliz pelo fato de descobrir que o filho era mais inteligente do que imaginava, estava transbordando orgulho.

_ Naruto contenha-se. Não há motivo para ficar berrando.

_ Claro que há, eu acabei de descobrir que o meu...

Antes que completasse o que estava dizendo Hinata enfiou um pão na boca dele fazendo se calar e impedindo que ele revelasse ser o pai de Koji.

_ Ora que falta de educação a minha, experimente esse pão, está uma delícia, eu mesma fiz com uma receita da minha avó!- disse ainda segurando o pão.

_ Mas mamãe, você disse que a sua vovó morreu antes de você nascer?!

_ Ah eu disse avó? Eu queria dizer mãe, que cabeça a minha. – disse sem jeito. – Calma Naruto não precisa ficar roxo de emoção, ainda tem muito se quiser mais. – Soltou o pão que o loiro arrancou da boca as pressas para respirar.

Koji começou a gargalhar com as caretas de dor e alívio que o loiro fazia. Estava gostando tanto de Naruto que começou a desejar que ele fosse seu pai. Hinata sorriu, jamais havia visto o filho tão feliz.

_ Mamãe?

_ Sim, Koji!- disse sem tirar os olhos do prato.

­­_Eu posso escolher o meu pai?

Os dois se olharam confusos.

_ Como assim Koji?

_ Se eu fosse escolher um papai novo, iria querer que fosse o tio Naruto, eu gosto dele. Ele é legal, me faz rir e é muito engraçado. Assim ele podia cuidar de nós dois!- concluiu animado.

Naruto deixou uma gostosa euforia tomar conta do coração ao ouvir o que o filho disse, as palavras dele eram a confirmação que precisava para saber que havia sido aceito por ele, e ainda estava dando uma mão para ele se reaproximar da Hyuuga. Hinata por outro lado deixou o sorriso murchar dando lugar a uma angustiante frustração.

_ Chega dessa conversa Koji, depois nós falamos sobre isso. — falou meio seca.

_ Mas por quê?Porque eu não posso escolher o pai que eu quiser?

_ Eu disse que depois nós conversamos sobre isso!- falou um pouco mais nervosa.

_ Você nunca fala comigo sobre ele, eu estou cansado de ser o único menino na vila que não conhece o pai.

_Você não é o único, e quando chegar a hora certa vai saber quem é o seu pai, não fique me pressionando.

_ Mas...

_ Sem mais nem menos, agora chega de conversa e termine a sua comida que está esfriando. – disse séria.

_ Mas mãe. – insistiu mais um pouco claramente insatisfeito.

_ Hyuuga Koji, eu não vou repetir.

Koji voltou a comer silenciosamente, sabia que quando a mãe o chamava pelo nome todo era sinal de que estava ficando nervosa, e sabia que se isso acontecesse ela iria passar mal e se entupir de calmante.

Naruto observava as feições da Hyuuga que haviam assumido uma postura mais rígida. Sentiu-se frustrado por não poder interferir, mas manteria a promessa que havia feito a si mesmo, afinal sempre soube que se reaproximar deles seria difícil, e agüentaria o que fosse preciso para isso.

Depois de um tempo Koji começou a ficar sonolento, por causa dos efeitos do remédio. Balançava a cabeça de um lado para o outro e já não tinha mais vontade de comer, os olhinhos perolados passearam pela mesa até encontrar a mãe.

_Mãe, eu to com sono, posso dormir? — A voz saiu arrastada.

_ Acabe primeiro de jantar, você sabe que não pode ficar fraco, lembra o que aconteceu da última vez não é?!

_ Mas eu não quero mais comer. — Insistiu com os olhos pidões.

_ Mas vai acabar. — Hinata estava séria.

_ Se o tio Gaara estivesse aqui ele ia deixar. — Fez biquinho cruzando os braços.

_ Mas ele não está e você tem que acabar de almoçar. — Hinata disse pegando o prato e tentando dar comida na boca dele.

Naruto observava a cena calmamente, Hinata insistia com a colher de comida e Koji de braços cruzados virava o rosto em uma frenética greve para dormir.

_ Vamos filho, ajude a sua mãe. — Insistiu mais uma vez chegando a colher para perto da boca dele, mas ele negava com o rosto fechado.

_ Não quero mais, quero dormir!- Disse pirracento.

Hinata descansou a colher no prato brevemente e passou a mão pelos cabelos demonstrando a sua impaciência, não queria brigar com o filho, mas a pirraça dele estava tirando-a do sério. Pegou novamente a colher e tentou mais uma vez.

_Seja bonzinho Koji, a mamãe está cansada, é só comer o resto que você pode dormir.

_ Não quero, quero dormir agora. — Estava começando a falar um pouco mais alto.

_ Anda filho falta tão pouquinho.

_ Não quero, quero dormir!- Falou mais alto e empurrou a colher com a mão com brutalidade fazendo Hinata perder o controle.

_ ABRE LOGO ESSA BOCA- Hinata estourou fazendo Naruto pular da cadeira assustado- EU NÃO QUERO TER QUE FICAR DORMINDO NO HOSPITAL COM VOCÊ INTERNADO DE NOVO.

Koji se assustou com a impaciência da mãe, era difícil ela gritar com ele, os olhinhos começaram a lacrimejar.

_ Tá bom mãe eu como, não preciso ficar brava comigo. — a voz soou arrependida e embargada. — Eu vou comer tudinho prometo.

Koji voltou a comer em silêncio enquanto Hinata se levantava para tomar um pouco de água, era visível o seu nervosismo, estava tremendo, não conseguia nem segurar o copo direito, abriu uma das gavetas, retirou um remédio que adicionou a água e bebeu. Koji se levantou e levou o prato vazio para provar a ela que havia comido tudo, os olhinhos estavam vermelhos e o rosto molhado pelas lágrimas.

_ Olha mãe, eu comi tudo. Promete que não vai ficar nervosa de novo e que não vai ficar tomando esse remédio, eu não quero ver a senhora passando mal.- a voz estava preocupada e o rosto ainda tinha as marcas por onde as lágrimas haviam passado silenciosas.

Hinata colocou o prato na pia e abaixou para abraçar o filho, estava arrependida de ter gritado com ele. Ao tocá-lo deixou as lágrimas escaparem, estava muito fragilizada por tudo que estava passando; por causa da doença dele, por tudo que passou sozinha, o medo do pai tentar algo contra ele, pela pressão que ele estava fazendo para saber quem era o pai, toda a dor acumulada parecia descer pesada com as lágrimas. Levantou com ele no colo acalentando-o como se ainda fosse um bebê e levou-o para o quarto.

Naruto que observava a cena sentia-se inútil por não poder fazer nada. Não gostou de vê-la gritar com o menino por causa de algo tão bobo, mas não interferiu por respeito. Sentiu-se um estranho na própria família, não sabia como reagir ao vê-los tão alterados, sabia que se quisesse iria ter que conquistar o seu espaço com muito trabalho.

Depois de dez minutos Koji dormiu abraçado a mãe, estava tão nervoso que o sono havia lhe abandonado temporariamente. Hinata ficou mais um tempo deitada com ele sentindo os cabelinhos lisos roçarem carinhosamente no seu rosto fazendo carinho e a respiração compassada esquentar seu peito, ela gostava da sensação de poder senti-lo tão perto, era o único momento em que se sentia protegida, longe dos problemas que a cercavam. Koji começou a revirar na cama, e Hinata sabia que aquela era a prova de que estava em sono profundo.

Deu um beijo no filho e ficou observando a maneira relaxada que dormia tão parecido com o pai, riu consigo mesma ao lembrar-se do indivíduo que estava sozinho na cozinha, era falta de etiqueta deixar uma visita sozinha, ainda mais uma visita barulhenta igual à Naruto.

Quando chegou a cozinha o encontrou lavando a louça. De costas para ela nem percebeu a sua presença. Hinata ficou observando em silêncio a cena que se desdobrava a sua frente, poderia ter tido uma família feliz não fosse ele duvidar da paternidade de Koji. Não sabia por que estava se sentindo feliz por não ter que ficar sozinha enquanto o filho dormia, parecia que a simples presença do loiro fazia o clima ficar mais alegre.

_ Me desculpe pela cena que teve que presenciar. Posso lhe garantir que o resto do tempo eu sou uma mãe normal. -riu um pouco de si.

_ Quero acreditar nisso- virou-se para Hinata com as mãos cheias de espuma mostrando que estava usando o avental florido dela, o que a fez começar a gargalhar alto- Qual é a graça?

_ Você!- disse com dificuldade em meio as gargalhadas, apontando para o avental que ele retirou mais do que depressa.

Se fosse outra pessoa iria ficar nervoso, mas com Hinata era diferente, sempre foi. Ficou observando-a rir com um sorriso de canto de boca, ela sempre fora a mais linda da vila, e ficava ainda mais quando ria. Ele a amava, as suas caretas, o jeito tímido que ela pareceu ter perdido, a maneira com que jogava os cabelos para trás, o jeito sedutor com que falava tudo era motivo de encanto e Naruto só pode lembrar o quanto tinha saudade de poder ver tudo isso de novo, de poder tê-la de novo.

Ele retirou o avental, secou as mãos e foi em direção a Hinata que ainda ria ao se lembrar de ver o ninja mais forte da vila, lavando pratos com o seu avental florido, as mãos cheias de espuma e um olhar abobalhado. Ao chegar perto dela se ajoelhou e pegou delicadamente em uma de suas mãos, se assustando um pouco ao sentir alguns calos que não existiam há três anos. Olhou-a nos olhos perolados suspirando a cada risada que ela deixava escapar.
_Hinata- a voz saiu carinhosa- Eu quero pedir desculpas a você.

Hinata interrompeu o riso assustada ao ouvir as palavras do loiro, encarou a cena estranha que se desenrolava a sua frente como se estivesse vivendo a realidade de outra pessoa.

_ Naruto. – disse ainda em transe pelas palavras dele.

_ Eu quero que me desculpe Hina. – A voz começou a falhar pela emoção e os olhos arderam de remorso- Me perdoe por toda a dor que eu te fiz passar, pelas lágrimas que te fiz derramar, pela vida em família que te neguei ao não acreditar nas suas palavras.

As lágrimas desciam copiosamente pelos olhos de Naruto, ele estava finalmente se livrando da dor que lhe atormentava desde que Hinata saíra da vila sem dizer para onde ia.

Hinata encarou a cena abalada, era perceptível que Naruto estava arrependido pelo que havia acontecido, mas era difícil esquecer a tristeza que foi ser abandonada por ele duas vezes, pisada e humilhada. As lágrimas correram pelo rosto indignado da Hyuuga, não sabia se ele merecia o perdão dela.

_ Quando você saiu da vila eu tive medo de nunca mais poder te ver. Eu quero ver o nosso filho crescer Hina. – secou uma lágrima que descia silenciosa pelo rosto da amada- Não quero perder mais do que já perdi. Por favor, sei que não mereço, mas eu quero uma chance de tentar consertar o que fiz de errado.

Hinata puxou a mão que ele segurava fazendo-o olhar indagativo. Levantou da cadeira e começou a andar de um lado para o outro passando a mão pelos cabelos como se estivesse analisando a proposta. Parou e olhou para Naruto ainda ajoelhado na mesma posição com o olhar fixo nela esperando pela resposta, pousou a mão na cintura e disse por fim.

Notas finais
Sei que disse que talvez postaria apenas um capítulo por dia, mas estou me sentindo muito criativa com as ídeias que vocês mandam nos reviews,as vezes me espanto por que alguns pensaram a mesma coisa que eu, e outros me dão ídeias muito boas de como devo proceder para reatar o relacionamento dos dois, ou o momento da revelação da parternidade de Koji.

Sou muito grata pelo carinho e amizade que dispensam comigo, eu levanto cedo antes de trabalhar só para ver se tem mais reviwes com alguma ídeia boa para eu desenvolver durante o dia, e fico extremamente feliz de encontra-los lá, esperando para me dar uma luz.

Realmente muito obrigada á você querido leitor, por quem eu me mato de pensar e escrever para agradar, por me apoiar e auxiliar nessa tarefa tão difícil de escrever a primeira fic.

Tenho que confessar que eu não imaginei que atingiria tantas pessoas, e que fiquei muito surpresa em saber que está agradando á vocês! Eu não sou uma pessoa que sinta alegria em apenas ser a mais popular, para mim se houver uma pessoa que eu conseiga agradar eu continuarei por ela, e outra alegria e saber que já cheguei à incrivéis 200 reviwens que não me agradam pela quantidade, mas pela qualidade do comentário.

Chega de falar, se não não acabo hoje, estarei escrevedno com o maior carinho do mundo o próximo capítulo. Até mais!

YueChan.