Notas iniciais
Oi, queridas leitoras! Não iria postar hoje mas achei que vocês mereciam por estarem comentando bastante. Isso funciona bem, vocês me agradam e eu posto capítulos. Hahahaha Ah, quero recomendar uma Fic! Na Sintonia Do Amor, da minha querida amiga, Narinha. O link é http://fanfiction.com.br/historia/583304/Na_Sintonia_Do_Amor/ é perfeita. A primeira Fic dela e já está arrasando. Não deixem de ler. Ah, se quiserem que eu recomende alguma coisa, só pedir. Gostaria de pedir recomendações, quem ta curtindo a Fic, e quiser recomendar, irei amar. É isso, espero que gostem! Beijos, Isy Dods.

Karina teria duas provas no período da tarde, estava enlouquecendo. Comprou algo na cantina para enganar seu estômago e deu uma ultima olhada na matéria da prova. Estava confiante, era uma boa aluna.

Passado as duas provas, Karina não via a hora de se jogar na sua cama e dormir até o mundo decidir acorda-la. Voltava para a casa quando, no meio do caminho, encontrou o irmã de Pedro, Tomtom, chorando ao pé de uma árvore.

– Karina, é o certo a se fazer! Ela não deve ser inútil igual ao irmão! Falava para si mesmo, já caminhando em direção a garota.

– Ei, você não é a irmã do moleque? Tomtom, certo? Karina disse, sentando ao seu lado.

– Oi! Sim, sou irmã do Pedro! Estou usando sua casa como hotel! Tomtom disse e sorriu triste.

– Ah, nem se preocupe com isso! Não falando o nome do seu irmão dentro daquela casa não teremos problemas. Karina viu que a garota sorriu e a acompanhou.

– O que rola entre você e meu irmão? Desculpe, ainda não sei seu nome. Tomtom, direta como sempre.

– É Karina. E, não querendo ser grossa mas já sendo, não quero falar no seu irmão, vim aqui pra saber de você... Por que está chorando? Karina olhava para a garota que estava com os olhos vermelhos e marejados.

– Ah, Karina! Não está preocupada com os meus problemas. Deixe quieto! Depois desabafo com meu irmão. Tomtom deu de ombros.

– E seu irmão escuta os problemas do outros? Aquele lá só se preocupa com ele mesmo e a quantidade de burras que ele consegue por dia.-Karina disse e logo se arrepedeu- desculpa, ele ainda é seu irmão, né?

– Karina, não fala assim do Pê! Não sei qual o Pedro que você conhece, mas comigo ele sempre foi super atencioso, carinhoso, meu melhor amigo e companheiro. Sim, ele ainda é e sempre vai ser meu irmão! Tomtom disse, defendendo o irmão daquela que o atacava.

– Me desculpe! Prometo controlar minha raiva perto de você. Mas me conta, qual o problema? Karina insistiu.

Tomtom contou para Karina seu problema com o garoto com quem ficava e disse que estava se sentindo pressionada a fazer o que não queria.

– Isso não é certo, Tomtom! Esse cara não merece todo esse seu sofrimento! Se quiser eu mesmo dou uma surra nele. Karina já se viu protegendo a menina por quem criou um forte sentimento em poucos minutos, ela, realmente, não era igual ao irmão.

– Nossa, Ka! Você parece minha irmã mais velha, se namorasse o Pê seria perfeito. Nisso Karina olha assustada para a garota, levanta correndo limpando as roupas. O celular de Tomtom toca e ela atende.

– Oi, Pê! Já estou indo. Beijo.

– A-Ah, Tomtom. Estou indo para a casa. Nos vemos depois. Karina ouvindo a conversa decidiu correr para a casa antes que seja incluída no passeio de irmãos.

– Espera aí! Estou indo pra casa também. Vou sair com meu irmão. Podemos ir juntas?

– Claro! Karina e Tomtom seguiram conversando até chegarem em casa e encontrando Pedro encostado no seu carro, todo charmoso.

– Olá meninas! Estavam em um passeio? Pensei que não se envolvesse com gente da mesma laia que eu, 'Esquentadinha'!

– Acho que você foi adotado, moleque! Sua irmã pertence a outro nível. Karina disse e já foi em direção a porta de entrada da república, estava cansada demais para continuar aquela discussão.

– Ei, não vai responder minha mensagem? 20h estou aqui, sem atrasos. Pedro disse.

– Mensagem? Vai sonhando. Karina não deu bola, pensando ser mais uma das brincadeiras idiotas do garoto. Se lembrou de estar com o celular desligado por conta das provas e, ao ligar, viu ao que o moleques se referia.

Ele estava falando sério, um jantar!

Não, ela não iria. Era o que pensava. Sentou ao sofá e ficou encarando o celular, não percebeu quando a porta se abriu.

– Ka? Ta tudo bem? Pri perguntava.

– QUE SUSTO, PRISCILA!

– Calma! Não percebi que iria te assustar, teria bolado algo mais macabro- Riu- que cara é essa, Karina?

– Olha isso! Karina entregou o celular para a amiga, que leu atentamente.

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Pedro e Tomtom foram a uma lanchonete, conhecida mundialmente. Fizeram seus pedidos e foram se sentar.

– Vai, conta longo o que ta acontecendo, Pê! Tomtom sendo direta como sempre.

– Rolando? Onde? Pedro se fez de desentendido.

– Para de ser idiota. Não sou a Karina, sou a sua irmã. Não precisa se fazer de difícil, fortão e cafajeste. Eu te conheço. O que ta aprontando irmão?

– Ah, minha pirralha sabe tudo. Então, vou ter que contar desde o começo. Pedro começou a explicar toda relação dele com a Esquentadinha, o lance da foto e do beijo e também o último acontecimento, o mico do ano. Falou do jantar que estava armando e até do sonho, só que não comentou sobre a aposta. Conhecia sua irmã, ela não aprovaria.

– Meu Deus! Não pensei que fosse tão sério. Vocês são loucos um pelo outro e ainda não se tocaram. Não vou falar mais nada. Quero só ver no que isso vai dar. Tomtom já pensava em algo para ajudar seu irmão. Sabia quando ele estava diferente, e aquele brilho no olhar não enganava ninguém, muito menos ela.

As horas foram passando e Pedro e Tomtom conversavam sobre tudo, o problema dele com o peguete, sobre os pais, os amigos. Depois de um tempo o celular de Pedro toca.

– Fala, Marcão!

– Eai, Pedroso? Tranquilo? Fiquei sabendo que o jantar vai ser hoje e lembrei que tenho uma segunda parte da aposta para cumprir. Pedro arregalou os olhos, havia esquecido esse detalhe, com todo aquele sonho e pensamentos se esqueceu do verdadeiro sentido da coisa.

– Nossa, nem lembrava mais. Manda aí! Pedro se preocupou por um momento.

– A segunda fase é fácil, ou não! Queremos que você dê um buquê de rosas para a Karina e depois... Marcão fez suspense.

– Faaaaala logo!

– Simples, dê um abraço carinhoso e um beijo de leve! Pedro riu debochado do outro lado.

– VOCÊS ACHAM QUE EU SOU O QUE? O ULTIMO DOS ROMÂNTICOS?

– Cara, por sabermos que não é desses que estamos fazendo isso. Mas não se preocupe, vai ter outra fase.

– AF! Isso está muito escroto! Muito fofolete! Depois conversamos, vou pensar nisso.

– É uma aposta, não se esqueça! Pense com carinho e bom jantar! Marcão desligou.

– Tomtom, já são 19h tenho que me arrumar. Você vai comigo pra Cueca e depois te deixo na casa das meninas quando eu for buscar a Karina, pode ser?

– Sem problemas! Assim te ajudo a ficar bonito.

– Ei! Eu sou bonito. Os dois riram e foram pagar a conta, em seguida seguiram para a casa dos meninos.

–--

– Não vou fazer isso, Pri! Não vou dar mais uma colher de chá pra ele! Karina se recusava a seguir o plano de Pri, e de todo o grupo de amigos.

– Karina, quanto mais gata e sensual você parecer mais louco o Pedro vai ficar, aí você faz ele ficar maluco por você e depois da um pé!

– Nãaaaaao! Aí ele não vai sair do meu pé!

– Pelo contrário amiga, ele vai se rastejar aos seus pés. Karina até gostou da ideia, seria maluca de aceitar.

– Vai logo, antes que eu desista! Pode começar a produção.

Pri começou a arrumar Karina! Um vestido longo, que mostrava os ombros, deixando livre o espaço entre o pescoço e o colo. Uma sandália, brincos grandes que a deixavam com um ar sensual e uma maquiagem bem leve. Elas não sabiam qual lugar seria, mas Pedro não fazia o estilo SÉRIO, acreditavam que seria um lugar calma e aconchegante.

– Está linda! Agora é só esperar!

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Pedro já estava pronto, foram para o carro e antes passariam em uma floricultura, tinha uma aposta louca para cumprir.

– Oi? Vai comprar flores para a Karina? Quem é você e o que fez um meu irmão? Tomtom debochava e estranhava a atitude do irmão.

– Prefiro não responder sua pergunta, só espero que dê certo.

Pedro comprou um buquê que misturava lírios e rosas, algo que combinasse com a simplicidade de Karina.

Foi o caminho todo batendo as mãos no volante, atraindo a atenção da irmã.

– Está nevoso para um encontro? Estou estranhando! Tomtom disse.

– Não enche, pirralha!

Não demorou muito e eles chegaram. Tomtom se despediu do irmão e desejou boa sorte. Entrou na casa e avisou Karina que o irmão a esperava do lado de fora.

– Ka, acho que vai gostar do que vai ver! Corre lá e aproveite o encontro. Tomtom disse.

– Não é um encontro! Apenas um jantar. Vou indo. Me desejem sorte e paciência. Não quero cometer um homicídio hoje. As meninas riram enquanto Karina abria a porta e saia.

– BOA SORTE! As duas gritaram.

Quando Pedro viu a porta se abrindo e aparecendo, como uma deusa, a sua Esquentadinha, não se conteve e sorriu.

– UAL! Só... UAAAAAL! Pedro disse, entregando o buquê para Karina.

– Isso é pra mim? Sério? Ta tudo bem com você, Moleque? Karina perguntava em tom de deboche.

– Melhor impossível, Minha Esquentadinha. Karina revirou os olhos quando ouviu, mas sorria por dentro.

– Vamos, antes que eu desista! Karina disse e deu de ir abrir a porta do carro quando foi empecida com uma mão em sua cintura.

– Não, não! Quem faz isso hoje sou eu! Pedro disse e abriu a porta do carro para a garota, que não conteve o sorriso tímido.

Pedro entrou no carro, e nesse instante os olhares se encontraram e estacionaram por um bom tempo.

Talvez as coisas mudassem nessa noite...

Notas finais
Pra onde acham que o Pedro vai levar ela? E será que essa aposta vai dar certo? Esse romantismo? Opinem e façam críticas! Comeeeentem! Beijos, Isy Dods.