Notas iniciais
Oii gente! Como eu disse está aqui um capitulo na semana... Boa leitura.

Capítulo Passado

– Isso não é um chá de bebê para ter convidados. – Eu digo demonstrando que estou com raiva dele.

– Como você sabia que eu estava aqui? – Pergunta Elijah.

Agora

– Não importa. – Eu digo e volto a colocar o papel de parede na esperança de que Elijah perceba que eu não estou afim de conversar com ele e vá embora.

– Como você está? — Ele pergunta.

– Importa? — Eu devolvo de forma grosseira e termino de colocar o papel naquela parede.

– Hayley.... – Ele começa a dizer, mas é interrompido.

– Vejo que o meu querido irmão mais velho veio visitar o futuro quarto do filho de seu irmão bastardo. – Diz Klaus com ironia e um pouco de acidez na voz.

– Meus assuntos com você são outros Klaus. – Diz Elijah sem olhar para Klaus.

– Bom, então o que veio fazer aqui? – Eu pergunto de forma educada.

– Poderia nos deixar um momento a sós? – Elijah pergunta olhando sobre o ombro para Klaus.

– Claro. Era só pedir. – Ele diz de forma sarcástica, anda até o meio do quarto depositando as caixas que ele carregava ali e se retira fechando a porta atrás de si.

– O que você quer? – Eu pergunto.

– Queria falar com você. – Ele diz e eu o olho com uma sobrancelha arqueada. Se ele queria falar comigo por que não tentou até agora? Eu não ouvi ninguém bater na porta a não ser o vampiro que trazia a minha comida.

– Eu tenho estado muito ocupado ultimamente. Mas isso não significa que eu tenha quebrado a minha promessa. – Ele diz e dá dois passos em minha direção.

– Deve estar bastante ocupado mesmo. Planejando como tirar os lobisomens de New Orleans. – Eu digo e me abaixo para abrir a grande caixa de papelão.

– Hayley, uma briga entre eu e Niklaus não é algo inteligente de minha parte de se procurar em m momento desses. Sei que ele não aceitou o Tratado de Paz de verdade e está planejando algo maior. Antes mesmo de você vir para cá ele já estava sem sair de casa. Eu estou cuidando da cidade, e tentando manter as coisas em paz. – Ele diz.

– Você não veio falar comigo. – Eu digo e me levanto para encara-lo.

– No dia em que você chegou Niklaus proibiu a todos de chegarem perto de você. Esse realmente não é o momento certo para começar uma briga. – Ele diz e eu me pergunto porque Klaus teria feito isso, e então me lembro que ele disse que havia um grande perigo a ameaçando.

– Você notou algo diferente na cidade? Algo perigoso, ou talvez suspeitoso? – Eu pergunto de forma inocente.

– Não. Vou checar com os outros, mas por que pergunta? – Elijah me responde.

– Elijah por que eu fui trazida para cá? – Eu pergunto.

– Curioso isso. Pois eu estava prestes a fazer a mesma pergunta para você. – Ele diz e coloca um pouco do meu cabelo que caiu sobre o meu rosto enquanto eu colocava o papel de parede atrás da minha orelha, me lança um pequeno sorriso e sai do quarto.

Respiro fundo e mais uma vez desisto de entender a cabeça dos Mikaelsons. Eles são loucos, e eu estou cansada de ser incluída em toda essa loucura.

Termino de abrir a caixa e assim que vou abrir a segunda Klaus entra no quarto com a cortina rosa bebê que compramos hoje mais cedo.

– Bom, daqui para frente é só trabalho pesado. Você pode ir para o quarto e descansar. – Ele diz. Bom, eu queria montar o quarto, ou pelo menos ajudar. – Te chamo quando for para arrumar cobertores, roupas e essas coisas. – Ele diz como se tivesse lido meus pensamentos.

Saio do quarto e ando até o quarto de Klaus sem desviar o caminho. Talvez assim, ele deixa com que eu vá sozinha amanhã para o acampamento lobisomem. Entro no quarto e fecho a porta atrás de min. Tiro os meus sapatos, calça e blusa e casaco, e os substituo-os por uma camisola. Me deito na cama e não demoro nem dois segundos para dormir.

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Acordo sentindo algo quente próximo a min e me viro encontrando Klaus deitado ao meu lado sem camisa olhando um retrato de Rebekah. E ele está extremamente perdido em pensamentos, tanto que nem repara que eu estou o observando. Essa é a primeira vez desde que eu estou aqui que ele encosta nessa cama, e além de tudo está deitado próximo a min. Não entendo porque ele age dessa maneira. Todos sabemos que ele é extremamente apegado a Rebekah e ele decide ir embora.

– Não devia tomar decisões precipitadas. – Eu digo e ele me olha.

– E do que exatamente você está falando? – Ele pergunta e coloca a foto sobre o criado-mudo.

– Ter mandado Rebekah ir embora. Você obviamente é o que mais sente falta dela. – Eu digo e o olho.

– Isso não foi uma decisão precipitada. – Ele diz e eu arqueio uma sobrancelha demostrando que eu discordo do que ele disse. Klaus suspira e prossegue. – Se eu a tivesse matado, iria ser uma decisão precipitada. Mas eu não o fiz. – Ele diz.

– Mas você sente falta dela não é? – Eu questiono.

– Você deve estar com fome. Foi um dia longo. – Ele diz, se levanta, e coloca uma camisa.

– Eu não estou com fome. Vou voltar a dormir. – Eu digo e me viro procurando por uma posição mais confortável.

– Pensei que iria querer terminar de arrumar o quarto. – Ele diz e eu levanto a cabeça para fita-lo.

– Você montou os móveis? – Pergunto.

– Sim. – Ele diz e eu deito de novo.

Pela minha visão periférica vejo Klaus pegando um copo de Uísque e se senta em frente as suas pinturas. Me lembro da conversa que eu tive hoje mais cedo com Elijah e ele ter dito que não sabia o motivo de eu estar aqui e que não tinha visto nada de estranho pela cidade.

Klaus disse que eu estava aqui por conta de proteção, mas não e do feitio dele ficar dentro de um quarto enquanto o suposto perigo está lá fora.

– Se há algum perigo por que você não vai detê-lo ao invés de ficar aqui o tempo todo parado? – Eu pergunto e vejo seus olhos furiosos sobre min.

Notas finais
E então o que acharam? Comentem!