Notas iniciais
Ei gente!! Não postei Domingo por que no ultimo capítulo eu só tive um comentário da Escritora Nova. E ontem eu ganhei um comentários da LizzieMikaelson. Enfim, eu preciso que vocês comentem, por que essa é a unica forma que eu tenho de saber se vocês estão gostando da história, se querem alguma coisa, ou se não gostam. Boa leitura.

Capítulo Passado

Klaus disse que eu estava aqui por conta de proteção, mas não e do feitio dele ficar dentro de um quarto enquanto o suposto perigo está lá fora.

– Se há algum perigo por que você não vai detê-lo ao invés de ficar aqui o tempo todo parado? – Eu pergunto e vejo seus olhos furiosos sobre mim.

Agora

– Então é assim que você pensa? – Klaus pergunta.

– Na verdade é sim. – Eu digo e ele dá uma risadinha irônica.

– Hayley, você é uma Lobinha forte, inteligente, por favor comece a raciocinar por que.... – Mas ele é interrompido pelo seu celular que começa a tocar. – Isso ainda não acabou. – Ele diz e atende.

– Sim.... – Ele diz e parece ouvir alguém do outro lado da linha. – Mas agora? – Ele pergunta e passa a mão na testa. – Está bem, chego ai em dez minutos. – Ele dez e desliga.

– Eu vou sair, não preciso dizer para você não sair não é? – Ele pergunta e eu não respondo, apenas me viro e sento na cama de costas para ele. Depois de algum tempo ouço a porta sendo fechada.

É a minha chance...

Corri até o Closet e pego uma mala de mão e algumas das minhas roupas que eu mais vou precisar. Coloco tudo dentro da bolsa rapidamente e corro até a porta. Trancada, droga!

Vou até a janela e vejo que também está trancada, olho pelo vidro que se eu pulasse a altura não é tão alta assim, e eu faria isso com muita facilidade.

É isso, o vidro! Vou até o aparelho de som de Klaus e o ligo no máximo. Abro a bolsa e pego uma grande estaca e a jogo contra o vidro que se quebre. Pego a bolsa e a prendo em meu ombro.

Passo uma perna sobre a janela e em seguida a outra, pulo para a varanda do andar de baixo e por um momento eu quase perco o equilíbrio.

Olho para trás de mim e vejo uma sala do segundo andar aberta. Ouço passos virem de dentro da casa cada vez mais próximos e me abaixo. Ouço os passos de alguém se aproximando da janela, e o barulho para. Sinto um cheiro familiar. Elijah...

E quando eu penso que eu fui descoberta ouço passos de novo, só que desta vez se distanciando. Acho isso um tanto estranho, mas ao invés de ficar aqui e tentar descobrir o que acontecerá sento-me sobre a grade e pulo.

Depois que sinto os meus pés no chão saio correndo em direção a avenida afim de conseguir um jeito de sair daqui sem ser vista por ninguém.

**********

Chego ao acampamento lobisomem no final da tarde, e já está quase escurecendo. Ando pelas várias cabanas e trailers e algumas crianças acenam para mim, e eu aceno de volta e as observo brincando enquanto eu vou andando.

Vejo Jackson descascando uma laranja sentado em um toco próximo à cabana de Mary e vou até ele.

– Oi. – Eu digo o assustando-o.

– Oi, Hayley, eu não vi você ai. – Ele diz, levanta pega a minha mala e vamos caminhando até a casa de Mary.

– Eu achei que fosse ficar com os Originals até o bebê nascer. – Ele diz, mas sei que essa é apenas um modo de sondar o que está acontecendo.

– Eu fugi, e é uma questão de tempo até um deles vier aqui me buscar. – Eu digo e ele concorda com a cabeça.

– Então para que veio se sabe que eles vão te buscar? — Ele pergunta.

– Não queria que eu viesse? Está querendo se livrar de mim? — Pergunto com as sobrancelhas erguidas.

– Não é isso.... É que, talvez lá seja mais seguro para você do que aqui.... – Ele diz e eu arqueio a sobrancelha em confusão.

– E por que lá seria mais seguro para eu ficar? — Pergunto já que ele não me disse nada além daquilo.

– Os lobos não estão felizes com o tratado. Andam querendo fazer uma rebelião, e ao mesmo tempo tememos a um ataque. – Ele diz e eu sinto um vento frio passar por minha nuca. Como uma sensação ruim....

– Um ataque? Uma rebelião? — Eu pergunto.

– Sim. Tudo isso pode acontecer a qualquer momento. Isso não é bom para você nesse estágio da gravidez. – Ele diz e eu reviro os olhos.

– Mês passado eu estava lutando normalmente e ninguém se importava, agora eu mal posso andar que todos já vem falar de gravidez comigo. – Eu digo.

– Não me diga que Elijah chamou um médico para você? — Ele pergunta com um sorriso debochado no rosto.

– Não. Foi Klaus. – Eu digo e vejo a sua expressão se fechar. Quando vou perguntar o motivo ouço uma voz familiar e bastante calorosa me chamar.

– Hayley querida! – Diz Mary. E então ela corre até onde eu estou e me dá um abraço bastante delicado.

– Olá Mary. Senti saudades. – Eu digo e passo os braços em volta de seu corpo e a abraço.

– Eu também minha querida. – Ela diz e se distância de mim para me observar. – Você está bem? — Ela pergunta.

– Sim, eu estou. – Digo e lanço um sorriso para ela.

– Ótimo. Entre minha querida. Você quer entrar Jackson? — Ela pergunta de forma amigável.

– Não, tenho coisas a fazer, mas obrigado. Foi bom te ver Hayley. – Ele diz e vai andando até algumas outras pessoas que estão sentadas não muito longe dali.

Entramos na cabana de Mary e eu me sento em uma cadeira enquanto ela prepara um chá para eu tomar.

– Há alguns dias veio uma mulher aqui atrás de você Hayley.... – Ela diz.

– Uma mulher? — Eu pergunto e ela concorda com a cabeça.

– Sim, uma mulher. Perguntou se você estava, e eu disse que não, e em um piscar de olhos ela desapareceu. – Ela diz.

– Uma bruxa? — Eu pergunto mais para eu mesma do que para ela.

– Não, era diferente. A energia que emanava dela não era nada confiável, nada boa. – Ela diz e sinto um calafrio passando por mim.

“…você obviamente sabe que tenho inimigos Hayley, a notícia de que você está grávida se espalhou. Então eu acho bom você vir comigo, ao menos que queira você e o bebe morto em menos de vinte e quatro horas...’’ Me lembro das palavras de Klaus quando ele veio me buscar.

– Como essa mulher era? Quero dizer fisicamente? — Pergunto a Mary, talvez eu conheça a tal mulher...

– Muito bonita, mas bonita do tipo perigosa. – Ela diz e eu franzo as sobrancelhas, e ela parece entender o que eu quero. – Deve ser estrangeira Hayley. Alta, cintura fina, quadris largos, cabelos grandes encaracolados negros, a pele bronzeada. Provavelmente é espanhola. – Ela diz e eu não me lembro de conhecer nenhuma mulher assim.

– Ela não deixou nome? — Pergunto.

– Não, eu tentei ir atrás dela, mas foi impossível. Ela não deixou rastros.

– Está bem, eu não devo estar lembrada de quem é.... – Eu digo por fim, apesar de eu e Mary sabermos que isso é uma mentira.

*********

Acordo e olho em volta percebendo que tudo está calmo. Talvez nem Klaus deva ter voltado para casa noite passada.

Levanto, faço a minha higiene pessoal e saio da cabana de Mary e vejo que todos estão do lado de fora tomando café da manhã e conversando animadamente.

– Bom dia. – Digo para Jackson enquanto pego o meu café.

– Bom dia. – Ele diz e eu fico conversando com ele um pouco. Vejo Mary sentada um pouco afastada conversando e decido ir falar com ela.

– Vou falar com Mary. – Eu digo para Jackson e ele vem comigo. Mas quando estou chegando próxima a Mary ouço um barulho de motor de moto e um homem sobre a mesma. E em seguida um barulho forte invade meus ouvidos e eu sou lançada ao chão.

Notas finais
Posto o próximo capítulo assim que eu ganhar quatro comentários. E postarei independentemente de ser Domingo. #Chantagem. Comentem!! Bjs!!