Something Different
14 Acabou?
Notas iniciais
O Sebastian agarrou minha cintura e ficou a centímetros de mim. Aquilo estava me dando nojo.
- Vamos Lizzie, me mate. – Ele disse com um sorriso nos lábios.
- Você, Sebastian cometeu um engano. Eu não sou igual a sua amada eu tenho a coragem de matar. – Ergui a faca que estava na minha mão e cravei ela no coração dele.
Ele me soltou e caiu no chão, ainda tinha os olhos abertos e parecia não te morrido ainda mas estava preste.
- Você teve mesmo coragem, eu lhe subestimei, pequena Lizzie. – Falou ele quase que no sussurro.
- Vá, todos merecem paz ate mesmo um psicopata. – Eu fechei os olhos dele que se mantinha aberto sem vida alguma.
Havia sangue na minha mão e na faca que eu ainda continuava segurando. O sangue daquele aroma doce subiu pelo meu nariz e foi rasgando minha garganta, era sangue. Uma coisa que eu precisava mas não queria, eu havia acabado de matar e agora desejo o sangue dele.
- Saia daqui! Você não conseguira resistir muito tempo e logo a avó da Pim estará aqui. – Me assustei com a voz do Robert, mas não levantei os olhos para vê ele, continuei fitando a faca.
Eu levei a faca ate a minha boca e passei a língua pela lamina afiada, saboreado cada gota de sangue que tinha ficado ali.
- Eu não disse a você Pim. Sua melhor amiga é uma aberração. – Falou uma voz feminina, era a avó da Pim.
- Mas que merda eu disse pra sair daqui. – O Robert me puxou para trás e fez com que eu largasse a faca que caiu bem em cima da minha coxa fazendo um corte não tão profundo mas que ardia.
- Liz... – Sussurrou a Pim eu pude ouvi mesmo ela longe.
- Se você ajuda ela, estará condenado. Você sabe o que acontecera com a sua alma, Robert. – Falou a avó da Pim, enquanto o Robert me levava para trás pra longe delas.
- A sua velha chata cala a boca. Você não é nenhum Deus, pra saber o que vaia acontecer com a minha alma. – Falou o Robert parando e fazendo eu me levantar. – Cuidado, ela está com um exercito de espíritos.
- O que? Ela conjurou um monte de espíritos para me mata? – Perguntei espantada.
- Sim.
Merda.
Minha coxa sangrava, eu rasguei um pedaço da roupa que estava e apertei em volta do machucado.
- Ela matou ele. Como você teve coragem? – Perguntou de novo a avó da Pim, a Sra. Elsie.
- Você não sabe nem um terço do que ele fez comigo e ainda viu como ele agiu lá na escola. – Falei.
- Não importa, você o matou, aberração.
- Chega! Eu não sou uma aberração, sou assim por te salvado uma amiga e não me arrependo disso. – Gritei. Estava cansada de ficarem me chamando de aberração, dane-se o que eu sou.
- Mas você continua sendo uma aberração. – Aquela não era a voz da Sra. Elsie e sim da Pim.
Lagrimas começaram a sair dos meus olhos. Ouvi aquilo era tudo que eu menos esperava vindo da boca da Pim.
- Sou assim por ter te salvado, você deveria agradece. – Falei friamente enxugando as lagrimas que desciam dos meus olhos.
- Saia daqui minha neta, a gente não sabe do que ela é capaz. – Falou a Sra. Elsie.
- Mas eu sei do que você é capaz. Uma velha covarde que chama um bando de exercito de fantasma para tentar me matar e ainda acredita no cara que nem está falando a verdade estava.
- Vocês não respeitam mesmo o mais velhos.
- Vou respeitar sim, quando a senhora para com a mania de que eu devo morre. – Falei me aproximando mais dela. Não estava mais com medo.
Mas quando mais eu ia me aproximando esbarrei em algo. Algo eu que não via. A coisa segurou o meu braço me impedindo de andar.
- São espíritos. Force mais seus olhos e conseguira vê, acredite. – Gritou o Robert.
Acredite? Acredita no que? Que fantasmas existe? Já acredito.
O fantasma que segurava meu braço deu uma risada histérica.
Fechei os olhos e quando abri eles os forcei a enxerga além e acredita em fantasma. De repente eu comecei a vê sombra, não tinham formas humanas, parecia só sombra com braços e pernas, para mim.
Gritei, não era o que eu pensava em fazer mas foi impulso. Eu percebi que sairá chamas da minha boca, como um dragão ou comedor de fogo. A sombra me largou e eu sair de perto dela.
Ela não morreu continuo ali com chamas no que eu penso que é um rosto.
- Por que não consigo vê eles direito? – Perguntei ao Robert quando ele estava próximo de mim.
- Eles não querem que você os veja e você só consegue vê eles como sombra por causa disso. – Falou ele no sussurro.
- Use o quanto quiser da sua magia, não adiantara. – Falou a Sra. Elsie.
Eu estou preste a pula no pescoço dessa velha.
- O que tem a minha magia? – Perguntei ao Robert.
- São espíritos, a única forma de mata-los é com algo enfiado no coração deles. – Disse o Robert.
Otimo, onde que vou encontra algo para enfiar no coração daqueles zumbis.
Respirei fundo olhei o lugar onde esta, varias sombra, a Sra. Elsie e Pim. Eu precisava fazer algo, e com a magia não encontraria nada.
Percebi a faca que estava perto do corpo do Sebastian, perto da Sra. Elsie. Eu precisava chegar lá de alguma forma que eu não fosse vista, mas como?
Eu não sabia se isso funcionaria. Mas eu comecei a lançar o fogo por toda parte daquela rua deserta. O a chamas do fogos dançavam pelo asfalto. Eu fui andando tentando não ser vista, afinal o fogo também estava em mim e chamas consumia meu corpo. Tinha pego a faca, mas uma pessoa segurou o meu pulso, as chamas que me consumia se evaporaram. Olhei para cima e me depara o com a Pim segurando o meu pulso com força, era ela? Ela que ia me impedi de salva a minha vida?
- Você? – Perguntei quase no sussurro.
- Você é uma aberração. E minha obrigação proteger os humanos e feiticeiros de sugadores como você. – Ela tinha a voz fria.
- Você não tem obrigação nenhuma. Mas se acha no direito de odiar os vampiros.
- Vocês a sua raça miserável matou a minha. – Falou ela gritando.
- Então desculpa. Mas eu quero viver. Desculpa Pim. – Eu cravei meus dentes no pulso dela.
Mas que merda, não era só ela que ia fica contaminada e se odiar para resto da vida. Eu ia acaba morrendo, como podia ter me esquecido disso.
Senti algo segurando minha cintura e me puxando dali. Me tirando daquela sensação ótima, me tirando o gosto do sangue de uma feiticeira. Era um gosto alucinante, fazia você imagina as coisas que sempre quis, tinha gosto de algo que eu não sabia nominar, era mil vezes melhor do que chocolate, era adorável. Quase que arranco a pele da Pim enquanto tentava sair dali, lutei contra mim mesma quando percebi o que fazia e por fim fui arrancada com brutalidade e tirei os dentes rapidamente da pele da Pim.
Eu vi o sangue escorre dali e uma vontade imensa em mim de pode retorna aquilo.
Prendi a respiração, não saberia quando tempo ia aguenta aquilo.
- O que você fez com a minha neta? – Gritou a Sra. Elsie.
- O que você fez com a minha amiga? – Olhei seria para ela. Ela riu de mim, mas eu ignorei a risada eu tinha agora faca na mão a única coisa que precisava era acerta elas no coração daquela sombras.
Isso vai demora...
Quando eu joguei a faca na primeira sombra, por sorte minha a certou bem no coração ele sumiu, evaporando. Mas algo incrível aconteceu logo depois, todas as outras sombras sumiram. Então eu consegui a paga as chamas de fogo que continuavam e pude vê a Sra. Elsie e a Pim.
A Pim chorava enquanto sua avó tentava a consola.
- Pim...- A chamei e fui chegando mais perto dela.
- Olha o que você fez em mim. – Ela gritou mostrando o pulso para mim.
Eu não sabia se iria consegui fazer aquilo, estava ao meu alcance? Peguei o pulso da Pim com firmeza.
- Calma. – Eu disse. Eu segurei o pulso dela junto com a minha boca, o cheiro do sangue invadindo o meu nariz. Mas eu sabia o que iria fazer, suguei o sangue dela. Eu queria pode tira o veneno de dentro dela, fui sugando ate ela se acalma e está quase fechando os olhos. A cada vez que minha boca ficava cheia de mais de sangue eu cuspia no chão.
Aquilo poderia me matar, eu nem sabia se já não estava matando.
Larguei o pulso da Pim, assim que percebi que ali não havia mais veneno.
- Tudo ficara bem. – Eu disse acariciado o abraço dela. – Leve-a para um medico, ela precisa repor sangue. – Falei isso para Sra. Elsie e me levantei.
Nenhuma delas me agradeceram. Mas acho que eu não precisava disso, estava feliz comigo mesma pelo o que eu tinha feito.
Olhei em volta do local, não havia mais o corpo do Sebastian. Parecia que a chamas o tinha levado. Será que agora eu estaria em paz?
-Dês que eu não fale com estranhos. – Sussurrei para mim mesma.
Ouvi uma sirene, policia? Mas eu vi ao longe uma ambulância, deveria ser para Pim.
Eu logo sair correndo dali, numa velocidade não-humana. Precisava encontra uma pessoa, que eu não tinha tanta certeza se queria me vê novamente.
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