Something Different
15 Minha felicidade.
Notas iniciais
Desculpa a minha demora é que eu estava sem tempo ultimamente.
A obrigado a Nati pela recomendação, eu adorei ela, multissimo obrigado.
Multissimo obrigado a todos que leram e que acompanharam a fic ate aqui :3
Hospital era tudo que eu não queria agora, era o lugar que eu não desejava estar. Eu tinha mais o que fazer do que fica parada numa cama vendo um medico me examinar.
Eu havia ido para ali enquanto corri e por acidente parei em frente a escola e minha mãe me viu. Não teve como eu nega que estava tudo bem, ela via o sangue escorre pela minha perna coisa que eu ate tinha esquecido.
Sobre o “ sequestro” menti dizendo que não me lembrava de nada, inventei que a única coisa que me lembrava era de alguém batendo com força na minha cabeça. Eu não estava afim de explicara para minha mãe a policia que estava no quarto o que havia acontecido de verdade.
- Você tem absoluta certeza de que não se lembra de nada? – Perguntou de novo o policial mais magro dos que havia ali.
- Sim. – Respondi entediada.
- Se lembra de algo entre em contato conosco. – Ele me entregou um cartão. Eu nem olhei o cartão e logo o entreguei para minha mãe.
- Agora acho melhor deixa a jovem descansa. – Na sal entrou o Dr. Cullen. Eu juro que nunca vi tanta beleza em um homem. Dei de ombro eu ate sabia o que ele era.
Ele foi chegando mais perto da cama onde eu estava.
- Diferente o veneno em você. – Ele sussurrou algo que só eu pode ouvir.
Eu refleti sobre aquilo. Ele tinha razão era diferente o veneno de vampiro em mim. Eu sentia o meu sangue correr pela veias e meu coração bate, coisas que já não eram pra eu senti se fosse uma vampira comum. Eu conseguia controla a sede, apesar de quere muito sangue. Eu era diferente, disso eu sabia. Talvez o veneno do vampiro não seja igual no corpo de um feiticeiro.
Eu dei um meio sorriso pra ele. O Dr. Cullen pegou uma prancheta e ficou dando uma olhada nela.
Agora meus pensamentos estavam distantes. Eu precisava logo vÊ o Jacob, vê o estado que ele estava, vê o estado... que eu havia o deixado. Fiz uma cara de dor.
- Algum problema? – Perguntou o Dra. Cullen me olhando mais de perto. Talvez ele pensasse que minha careta de dor fosse por causa do machucado.
- Nada. – Sorri e deitei a cabeça no travesseiro que havia ali.
Eu acabei adormecendo com os pensamentos distante. Havia sonhado...
Era um sonho belo, eu estava só mais o Jacob no lugar bonito. Um lugar verde, bem cuidado e preservado. Estávamos sorrindo, riamos de alguma coisas que eu não sabia o que era, ate que o Jacob me olhou serio ele havia parado de ri do nada. Algo o acertara, algo pontudo que havia atravessado o seu coração. Eu havia olhado por cima do ombro dele e lá vi o Sebastian, hã? Parecia que tinha sido ele a joga algo no Jacob. O Jacob chorava, parecia que queria grita de dor mas não fazia isso. Ele estava sofrendo eu sentia que aquilo era culpa minha.
- Não é a dor física e sim sentimental. Por que fez isso comigo? – Aquelas palavras vinham da boca de Jacob, mas era a voz de Sebastian.
- Oh Samilla.
- Oh Lizzie.
Eu me sentia confusa no sonho. Eu me sentia culpada. Dois que eu amava estavam sofrendo. Como amo dois? Perguntei a mim mesma e senti algo atravessando meu corpo, vi o sangue vermelho escorrendo pela minha roupa.
Eram os dois a acerta a faca em mim. Jacob e Sebastian seguravam a faca e enfiavam com mais força no meu coração.
E eu acordei...
Não gritei como eu queria. Estava suando frio e agora estava sentada em cima da cama de hospital. Já era noite lá fora e minha mãe dormia numa cadeira que havia ali ao lado.
Esquisito, completamente esquisito. Me levantei da cama e percebi que estava com aquelas camisolas de hospital. Procurei minha roupa na bolsa da minha mãe e o que encontrei foi um vestido. Ótimo, estava fazendo um frio danado lá fora e única coisa que tenho pra vestir é um vestido de verão.
Vesti o vestido mesmo assim e procurei dentro das coisas da minha mãe a chave do carro, encontrei. Calcei meu sapato e siar pela janela do meu quarto. Graças a Deus era no primeiro andar.
Não foi difícil encontra o carro e logo eu estava dando partida nele. Eu iria encontra o Jacob, precisava conversa com ele agora, não importa a hora que seja. Fui na velocidade máxima, e não havia policia agora, bem pelo menos não encontrei ninguém. Estacionei o carro na beira da estrada e fui de encontro a casa do Jacob. Será que ele ia aceitar falar comigo? Ainda mais essa hora da noite? Olhei o relógio do carro era 22:00, não era tão tarde.
Assim que cheguei em frente a janela que eu sabia que era a do quarto do Jacob, paralisei. O que eu fazer? Eu havia ferido o coração dele, claro que havia, o que eu tinha dito. Mas será que ele ainda vai aceita eu? Me perdoa, pela segunda vez? Droga!
Chutei uma pedra que havia ali e a coitada da pedra se transformou em farelos, nem eu sabia que tinha essa força. Estava com frio e precisava urgentemente de algo quente, antes que que eu pegue alguma doença. Mas isso é o de menos, pensei comigo mesmo. Olhei novamente pra janela, joguei uma pedrinha lá e nada, joguei mais duas. Desisto de joga pedrinhas, eu andei ate está próxima a janela e me estiquei na ponta dos pés, havia luz lá dentro e o Jacob não parecia está dormindo.
- Psiu. – Nada aconteceu.
Eu fiz um circulo pequeno na janela de vidro com o fogo que saiu do meu dedo. Dentro do circulo dava para por minha mão lá dentro e assim eu fiz puxando de leve o cabelo do Jacob que estava de costa pra mim.
- O que? – Ele logo virou para trás quase levando minha mão junto e quebrando meu braço. – Lizzie?
Ele abriu a janela e ficou me encarando.
- Oi. – Eu dei um meio sorriso e dei um pulo para entra dentro do quarto. Só que não entrei, fiquei sentada na janela. Eu não sabia o que falar, não sabia como reagir.
- Só oi? – Perguntou ele me olhando serio.
- Não.- Sussurrei. – Olha sei que você deve estar morrendo de raiva de mim, me querendo vê morta ou eu não sei se isso é possível com o tal do impright. Mas eu quero que saiba que o que eu fiz foi para não vê você se transformando em lobo, você estava com raiva seria capaz de fazer isso e não controla suas emoções. Eu tinha medo que você revelasse seu segredo pra todos ou que fizesse algo que se arrependesse depois. Nunca gostei do Sebastian ou amei.
O Jacob não disse nada apenas ficou me olhando serio.
- Eu te amo e quero que pela segunda vez você me perdoe apesar de eu acha eu não mereço isso. Me desculpa, eu sou uma feiticeira, vampira e humana que erra de mais. – Eu mordi o lábio inferior esperando a reação dele. Ele tinha que falar algo, nem que fosse me chingar, qualquer coisa, mas fale algo.
Fechei os olhos e agora eu iria reagir como se ele não estivesse ali, como se fosse só eu e meus pensamentos loucos.
- Estou sendo dramática demais, acho que muita vezes não corra atrás de você, Jacob. Acho que não te mereço, mas aqui está você ao meu lado me aceitando e espero que aceite depois de erros e burradas que eu faço. Acho que você não deveria ter desistido da Renesmee, pelo menos ela era mais normal que eu. Estou aqui implorando pelo seu perdão, e vou me ajoelhar e me arrastar se você não aceita ele. Sei que isso será um mico em tanto, que eu estarei me humilhando e sendo dramática novamente, mas por quem a gente ama vale um esforço. – Eu abri os olhos e olhei dentro dos olhos dele e juro que vi uma chama de felicidade lá dentro. – Me perdoa se não te sequestro. – Falei em tom de brincadeira. Eu sabia que o negocio era serio, só que eu queria ser eu, ser a Lizzie muita vezes brincalhona e não a dramática que eu estava sendo.
- Então é melhor eu perdoa. – Ele deu um sorriso enorme e segurou o meu rosto.
Nos beijamos. Eu me sentia inteiro, me sentia longe dos problemas. Me sentia perto da pessoa amada e nos braços de quem eu amo. Me sentia feliz ao lado do Jacob, era o que eu queria.
O beijo duro alguns... sei lá não queria conta, queria que durasse o meu arco- íris, o meu pote de outro no final de um arco- íris, queria que durasse aquela sensação ótima que estava sentido e que precisava demais.
Terminamos de nos beija eu puxei o lábio dele um pouco comigo mas logo soltei e dei vários selinhos nele e o abracei forte. Sorri comigo mesma, sorri por está ali e finalmente livre de tudo. Abracei minha chance de felicidade, mas forte e mas forte pra nunca mais solta o que seria meu para sempre eu dele.
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