Notas iniciais
Olá pessoal! Dessa vez não demorei tanto rs. Espero que gostem do capítulo. E agradeço também todos os comentários e as pessoas que acompanham...vocês me dão mais animo para continuar. Boa leitura!

Sasha já estava na sala, aguardando a chegada de Kárdia. Andava de um lado para o outro, na tentativa de se acalmar.

Tinha receio do rumo que aquela conversa teria, Luna tinha razão quanto ao fato de ter gostado do beijo, mas isso não bastava.

Era uma situação um tanto quanto difícil, queria que aquilo tudo não passasse de um equivoco.

De repente seus pensamentos foram interrompidos, seus olhos foram tapados, ao levar as mãos ao rosto, sentiu as mãos que lhe tapavam a visão.

—Kárdia... – ela diz enquanto passava delicadamente as pontas dos dedos nas mãos quentes do escorpiano.

Ele se afasta um pouco e ela se vira para encará-lo, agora ali, frente a frente, não tinha mais como fugir.

—Recebi seu bilhete... estava ansioso. – ele diz enquanto analisa a bela jovem a sua frente.

Ela por sua vez, continuava nervosa, mas decidiu ser direta e acabar com tudo aquilo de uma vez.

—Kárdia, pedi que viesse, pois temos que esclarecer algo.

—E esse “algo” é o que ocorreu em seu quarto aquele dia, não é mesmo?

—Sim... – Sasha se vira e vai até a janela, respira fundo e pergunta – Por que fez tudo aquilo?

O escorpiano muda seu jeito e adquiri uma forma mais séria.

—Quando tive essa última crise, eu achei que fosse realmente morrer... e não queria partir sem antes lhe mostrar o que sinto. – Ele se aproximou da jovem e olhou bem fundo em seus olhos.

Sasha estava diante de um Kárdia diferente, a postura brincalhona e descontraída sumiu e ali estava um homem sério.

—Você sabe que não deveria ter feito aquilo, não é?

—Sei que fui imprudente...mas você me conhece, não sou de rodeios.

—Sim Kárdia, mas não justifica, você poderia ter morrido lá, isso sem falar no bei... – Nessa hora ela para e fica olhando para ele que esperava que ela continuasse.

—Isso sem falar no? Anda Sasha, continue. – ele se aproxima mais, mas ela se afasta e caminha até a mesa que havia na sala.

—Você sabe que não deveria ter me beijado...

—Não gostou? – ele pergunta, com receio da resposta.

Sasha nada diz, tinha medo de responder aquela pergunta.

Ela permanecia de costas para ele, o escorpiano por sua vez, caminha até ela e toca de leve seu ombro.

—Olha pra mim e me responda, Sasha. – em seguida ela se vira para ele, encarando aqueles belos olhos azuis.

—Isso não importa... e não deve se repetir. – diz a jovem de uma forma seca, tentando disfarçar seus sentimentos.

Kárdia acaba se chateando com a resposta, estava na cara que ela mentia.

—Você não sabe mentir,lembra? – ele diz enquanto vê a face dela ficar levemente corada.

—Por favor, Kárdia... não quero prolongar essa conversa.

—Então entenda o que digo, eu estou apaixonado por você e aquele beijo só fez aumentar esse sentimento. – o escorpiano segurava firme a mão dela.

Sasha estava amando ouvir tudo aquilo e principalmente ver a verdade brotar nos olhos dele.

A vontade que tinha era de beijá-lo, mas isso não era o certo.

—Eu sinto muito, mas não posso retribuir esse sentimento. – ela retira sua mão das dele e em seguida se afasta.

Kárdia respira fundo e analisa a situação que estava vivendo ali, Sasha arredia e negando algo que para ele, era muito importante.

—Quero apenas que me diga, por que não pode retribuir? Não sente o mesmo, é isso?

—Não... me desculpe, mas não sinto o mesmo que você. – direta e com uma dor no peito, a jovem dá essa resposta.

O escorpiano olha para ela com tristeza, lá no fundo ele sentia que ela estava mentindo, mas não iria insistir, não naquele momento.

—Tudo bem... já que é assim, não irei mais tomar seu tempo. – ele calmamente começa a caminhar até a saída.

Sasha queria chama-lo de volta, mas se conteve, era melhor deixa-lo partir.

De repente o cavaleiro volta e com um gesto rápido, toma a italiana em seus braços e a beija.

Sasha não tem tempo de reagir, depois de alguns segundos, tenta afastá-lo, mas Kárdia consegue invadir sua boca e conforme o beijo se aprofunda, ela para de resistir.

O calor lhe subia, o toque das mãos dele em seu rosto e cintura a deixavam relaxada.

O primeiro beijo não era nada perto desse, Kárdia massageava sua língua com a dele, os lábios se roçavam e ela estava totalmente entregue.

Ele mantinha sua mão na cintura dela, apertando com carinho e desejo. Ela agora mais solta, deslizou sua mão até o rosto dele.

Estava quente, aquilo fez com que sentisse um longo arrepio.

O beijo foi finalizado com uma leve mordida no lábio da deusa e em seguida eles trocaram um olhar profundo.

—Espero que desista de tentar me enganar... até mais. – em seguida o escorpiano deu um leve sorriso de lado para a italiana, que estava estática.

Logo saiu da sala e a deixou ali, sozinha com o corpo e a mente a mil.

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El Cid e Luna estavam sentados debaixo de uma das árvores, ele sem a armadura de capricórnio, que estava ao lado, montada.

O espanhol estava sentado com as costas apoiadas no tronco e a ninfa estava sentada na sua frente, estavam abraçados.

A mão dele deslizava no braço dela, um carinho que ela apreciava de olhos fechados, enquanto acariciava a outra mão do espanhol.

—Daqui a pouco preciso voltar para minha casa... – ele disse para ela, a fazendo despertar de seu estado.

—Mas, já? – ela diz, enquanto se vira para ele.

—Sim, não posso deixar a casa muito tempo vazia. – ele responde, passando a mão pelo rosto dela.

Luna se inclina para frente e toca seus lábios no dele, El Cid por sua vez passa lentamente a língua pelos lábios dela.

Dos lábios ele foi para a bochecha, depois foi até o pescoço, aonde aplicou um beijo e em seguida uma leve chupada.

Aquilo causou na ninfa uma excitação, seus pelos se arrepiaram e ela começou a ofegar.

Luna se ajeitou entre as pernas do espanhol e as carícias continuaram.

Agora eles se beijavam e a mão dele acariciava o seio dela, ao sentir o bico estava endurecido, El Cid sentiu sua excitação aumentar.

Luna passava a mão pelo peitoral do cavaleiro, sentia a pele quente e os músculos muito bem trabalhados.

Estavam tão entretidos que nem se preocuparam se alguém poderia ou não aparecer naquele momento, o que mais queriam era aproveitar.

Sem conseguir se conter, El Cid colocou sua mão por debaixo do vestido da ninfa, percorreu suas pernas até chegar em sua intimidade.

Ficou satisfeito ao sentir que estava úmida, ali ele começou várias carícias, fazendo com que Luna gemesse baixinho.

Acariciou o clitóris, movimentos lentos e firmes ao mesmo tempo, depois deslizou o dedo médio até a abertura dela e ali massageou.

—Cid... está muito bom... – ela sussurra, olhando para ele com um olhar cheio de desejo.

—Então deixarei melhor. – em seguida ele começa a penetrar a pequena entrada dela.

Luna geme e se contorce, aquilo era bom mas a incomodava também.

—Estou te machucando? – ele pergunta ao perceber o incomodo dela.

—Um pouco... mas posso aguentar.

El Cid ia continuar, mas sentiu que havia alguém próximo da cachoeira, então resolveu parar.

—É melhor continuarmos depois. – em seguida ele retira a mão da genital dela.

—Aconteceu algo?

—Sinto que tem alguém próximo e não quero que nos vejam assim. – ele responde, enquanto ela se levanta.

Em pouco tempo estavam prontos, Luna o abraçou e ele retribuiu o carinho.

—Eu estou muito feliz, Cid. – ela diz olhando para ele com um brilho no olhar.

Aquilo mexe com ele, ainda estava excitado e se pudesse a deitaria ali mesmo e a faria sua mulher.

Mas, tinha que se controlar ou então acabariam sendo pegos em flagrante.

—Eu também estou muito feliz, minha ninfa. – e em seguida deu um beijo na testa da jovem.

Após as declarações, eles caminharam juntos, de volta para o santuário.

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No templo de Afrodite, Gaia ia até a deusa para fazer seu pedido, porém foi surpreendida.

—Então a senhora me permite ir visitar a Luna? – ela pergunta para a deusa, que estava sentada em uma bela poltrona.

—Sim, mas não irá sozinha – ela fez uma pausa e então continuou – Eu irei junto, pois preciso conversar com Athena.

—Desculpe a curiosidade... mas, seria sobre Hypnos?

—Sim, ela precisa saber a verdade, caso aconteça algo. – responde Afrodite, a deusa tinha seu semblante sério, preocupado.

Gaia nada disse, apenas agradeceu a deusa e retirou-se.

Deveria tratar de seus afazeres e escolher uma das ninfas para cuidar das tarefas, pois no dia seguinte, partiria para o santuário de Athena.

Notas finais
E ai o que acharam? Sou inexperiente com cenas mais calientes rsrsrs espero não ter decepcionado. Desculpem qualquer erro. Beijos e obrigada