Notas iniciais
Olá pessoal! Primeiramente venho me desculpar pelo meu sumiço. Tive problemas com o notebook e assim que arrumei um, surgiu outro e por isso a demora para postar. Além de tudo isso, a inspiração havia sumido e com isso não conseguia dar andamento na fic. Mas estou de volta, não sossego enquanto não terminar essa estória rs. Sem mais, boa leitura!

El Cid chegou em casa e logo subiu para seu quarto, a raiva ainda lhe consumia, a vontade que tinha era de acabar com Asmita e seu ar de superioridade.

Aquela conversa só serviu para confirmar o que já havia percebido, ele gostava da ninfa e a desejava.

A forma como falava dela, um misto de carinho e intimidade, lhe fazia suspeitar de tudo que havia falado.

O espanhol andava de um lado para o outro, dentro do quarto, ainda vestindo a armadura, ele repetia os acontecimentos em sua mente.

Se não fosse o patriarca chegar, eles teriam iniciado uma guerra de mil dias. Algo que não é aceito, já que todos os dourados devem se respeitar e manter uma boa relação, em nome da paz, dentro do próprio santuário.

Ele como ninguém, sabia bem das regras e seguia a risca. Mas, aquele momento, foi algo que fugiu do controle.

Ele se senta em sua cama, retira o elmo e o coloca ao seu lado.

Com o olhar fixo no chão, ele permanece como se estivesse hipnotizado, tentando acalmar seu corpo e alma.

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Sage estava surpreso, ouviu tudo que Asmita tinha para dizer. Saber do romance do espanhol com a ninfa, o deixou abismado.

Sabia que El Cid era bem discreto com sua vida pessoal, se havia se envolvido com alguma mulher do santuário, foi algo muito bem feito, pois nunca soube de algo.

E saber que Asmita, fazia parte de um caso de ciúmes, fazia a estória ser mais incrível ainda.

̶ Confesso que nunca imaginei uma coisa dessas...estou surpreso com tudo isso. – Sage analisava as feições tranqüilas do cavaleiro.

̶ Grande mestre, isso é tudo que tenho a dizer. Nunca quis me envolver no relacionamento deles, mas esse grande mal entendido, gerou essa situação desagradável. – Asmita mantinha sua firmeza e passou para Sage confiança em suas palavras.

Sage respirou fundo, a única coisa a se fazer era manter os dois separados por um tempo, até que a poeira abaixasse.

̶ Peço que se mantenha como sempre, em sua rotina e que não dê motivos para discussões. Vocês tem que se manter na paz, precisamos disso, ainda mais aqui dentro do santuário.

A conversa continuou dentro da sala do patriarca, Sage pretendia conversar com El Cid, mas por hora, acertaria tudo com Asmita, inclusive os cuidados com Luna, que deveriam continuar.

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Luna estava nervosa,subia as doze casas com o coração na mão. Sasha tentava acalmá-la mas, não tudo em vão.

Ao passar pela casa de virgem, ela pediu permissão para falar com o virginiano, só que a deusa não permitiu, mesmo sabendo que ele não estava ali naquele momento. Sabia que havia sido séria a briga, tinham coisas que só de sentir, ela já percebia a gravidade.

̶ Luna, passaremos pela casa de capricórnio e seguiremos adiante. – Sasha encarava firme a amiga – Não é o momento para que converse com nenhum deles, não quero que me entenda mal, só que agora temos que deixar tudo se acalmar e descobrir com Sage o que houve.

̶ Você está certa. Preciso me acalmar também, sabendo o que aconteceu, talvez eu consiga. – em seguida Luna calou-se e elas continuaram o caminho.

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Em pouco tempo a fofoca já rondava todo o santuário. Todos já sabiam que Asmita e El Cid se estranharam e isso causava burburinhos em todos os cantos.

Ester, estava na cozinha, junto das outras servas. Seu nervosismo era evidente, Berna sabia bem o motivo.

̶ Ester, venha me ajudar a pegar algumas frutas.Precisamos preparar uma bandeja para a deusa. – o olhar de Berna para a jovem era um sinal, para que fossem a outro cômodo.

Ester foi, seguiu com a amiga, para um local que não pudessem ser ouvidas.

̶ Mulher, procura se acalmar. Já estão todas te olhando desconfiadas, mesmo não sabendo do que se trata, acaba levantando a atenção para si.

̶ Eu sei, Berna.Mas, já estou pensando na bronca que irei levar do cavaleiro Asmita. Essa tal briga, com certeza foi pela conversa que tivemos. – Ester falava baixo, sua expressão era de medo, sabia que mais cedo ou mais tarde seria chamada pelo cavaleiro.

Em seguida, duas servas se aproximaram, para não levantar suspeitas, elas começaram a pegar algumas frutas.

Berna lançou um olhar de apoio a amiga, queria passar tranqüilidade, apesar de saber que as coisas não estavam boas.

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Ao chegarem próximo da sala do grande mestre, Luna e Sasha viram quando a porta se abriu e Sage apareceu.

As duas se aproximaram,assim que viu a jovens, Sage reverenciou a deusa e cumprimentou a ninfa.

̶ Sage, senti a agitação na casa de virgem. O que houve por lá? – Sasha já foi logo ao assunto, precisava saber logo tudo que se passou.

̶ O que houve foi um desentendimento entre Asmita e El Cid. Mas, já foi resolvido, senhorita.

̶ Preciso saber dos detalhes, grande mestre. Por favor, não me esconda nada. – a deusa tinha firmeza no olhar, ela sabia que Sage tinha algo a mais a lhe contar.

̶ Pois bem, vamos entrar e lhe contarei tudo. – ao final da frase, seus olhares se comunicaram, e ela entendeu que Luna deveria ficar de fora.

̶ Claro. – Sasha se vira para Luna – Minha amiga, está liberada. Mais tarde te procuro e conversamos mais.

̶ Mas...está tudo bem mesmo? – Luna ainda estava aflita.

̶ Se o grande mestre diz que sim é porque está, não precisa se preocupar, fique em paz. – em seguida ela dá um sorriso para a ninfa, para que mostrasse que estava tudo sob controle.

Luna dá um meio sorriso, mesmo não querendo, seguiu para seus aposentos, enquanto Sasha e Sage seguiam para dentro da sala.

Uma longa conversa aguardava a deusa.

Notas finais
O que acharam? Desculpem qualquer erro! Beijos e até mais!