Somente Eu e Você
42 Capítulo 42
Notas iniciais
Asmita sente a presença de Luna se aproximando da casa de virgem, já fazia dias que não falava com ela, queria evitar falar sobre os últimos acontecimentos. Ela por sua vez ia ao seu encontro para ver como o amigo estava, não sairia dali sem falar com ele.
Assim que entrou ela se dirigiu até a escada que dava acesso aos aposentos do virginiano, quando começou a subir ouviu a voz dele ecoar pela casa.
— Tem sua permissão concedida, pode atravessar senhorita.
Luna ignora as palavras ditas e continua a subir, por mais que ele fosse seco ela não desistiria de conversar. Chegando no final da escada, ela olha na direção do quarto e em seguida vê que a porta se abriu sozinha.
Devagar se aproxima e com uma das mãos empurra totalmente a porta, a visão que teve foi de Asmita terminando de vestir a armadura de virgem.
— Posso entrar? — ela questiona enquanto aguarda na entrada do quarto.
— Claro, fique a vontade. — ele se vira e mostra um sorriso um tanto sem graça.
Luna entra e vai em sua direção, ao ficar frente a frente com Asmita ela respira fundo e pergunta:
— Aconteceu algo? Não tem me recebido ultimamente e nunca mais me procurou. — Em sua voz tinha uma melancolia que abateu o cavaleiro.
— Me perdoe Luna, ando muito ocupado ultimamente e não tenho tido tempo. — ele jamais seria grosseiro com a ninfa, mesmo que quisesse não conseguiria.
— Sinto sua falta… você é meu amigo e me preocupo com você. — ela se aproxima mais e toca a mão dele com carinho.
Ele sente o toque e seu coração se aquece, não queria sentir aquilo mas era muito forte. Respirou fundo e retribuiu o toque entrelaçando seus dedos aos dela.
— Agradeço sua preocupação. Mas infelizmente me manter longe é o melhor a se fazer.
— Por que? Se você me disser será mais fácil para que eu compreenda.
— Eu soube o que ocorreu com você naquele dia na cachoeira e nem ao menos consegui ajudar… eu jurei a mim mesmo que cuidaria de você e prometi ao patriarca que estaria atento a qualquer sinal de perigo. — Asmita falou uma parte do problema e sentiu um pequeno alívio.
— Então você também sabia?! — Luna fica pasma com a revelação, sabia sobre os outros mas sobre ele não.
— Sim… mas a pedido da Deusa Atena e do patriarca eu não poderia revelar a você.
Em seguida Asmita levou Luna até a cozinha e lá eles iniciaram a tão esperada conversa, ela sentada confortavelmente e atenta a cada palavra que o loiro dizia. Enquanto ele se mantinha em pé preparando um chá para os dois, a conversa fluía e seus sentimentos eram expostos.
— Me desculpe por ter me afastado, em nenhum momento quis magoa-lá. — a voz saiu com ar triste e Luna sentiu que ele realmente estava chateado com a situação.
Ela toca a mão dele novamente e faz um carinho, seus olhos azuis encaravam a bela face que estava a sua frente, ela entendia os motivos que o levou a se afastar . Se não amasse El Cid, com certeza seu amor pertenceria ao virginiano.
— Não precisa se desculpar. Entendo e respeito seus motivos, mas eu realmente precisava saber.
— Meu amor por você é verdadeiro, mas desde cedo eu aprendi que não podemos ter tudo na vida, apesar de triste por não poder tê-la, fiquei feliz em saber que está feliz e protegida. — ele sorri para ela e segura firme sua mão.
— Serei sua amiga para sempre e quero que saiba que pode me falar qualquer coisa, sua amizade é muito preciosa.
— Então vamos brindar nossa amizade — Asmita se levanta e pega sua xícara em seguida Luna faz o mesmo e eles brindam.
— Está bom?
— Sim, uma delícia! Estava preocupada, ultimamente tenho enjoado com tudo.
— Se quiser pode levar um pouco dele para beber mais tarde.
— Vou aceitar, assim quando quiser já terei um chá que não me enjoa.
Os dois riram e deram continuidade na conversa, ambos apreciavam a companhia um do outro e isso de longe era de se notar.
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Mais uma dia ia chegando ao seu final, pouco a pouco os cavaleiros e amazonas iam para suas casas descansar para o dia seguinte. Não era diferente com o patriarca Sage, após cumprir suas tarefas diárias ele se dirigiu para seus aposentos.
Ao entrar no quarto teve uma surpresa, Gaia estava em sua cama, usava um vestido azul claro e seus cabelos estavam trançados. Aquela bela visão trouxe um sorriso aos lábios do lemuriano.
— A que devo a honra de sua presença? — ele tranca a porta e caminha até ela.
— Vim cuidar do patriarca, pedi que seu banho fosse preparado e que trouxessem sua comida preferida. — ela se levanta , ficando assim bem próxima dele.
— Você é perfeita — os dedos dele acariciavam levemente o braço dela — as vezes custo a acreditar que esteja aqui comigo. — ele olha profundamente aquele belos olhos azuis e sem mais esperar a beija com paixão .
Gaia corresponde e entrelaça seus braços em volta do pescoço dele, um beijo ardente e apaixonado.
— Acho melhor eu ir tomar um banho, logo estarei de volta para você. — fazendo um pequeno esforço ele interrompe os beijo e a deixa ali a sua espera.
Após alguns minutos, Gaia vai até a banheira onde Sage estava, aproximando devagar e mantendo seu olhar firme naquele rosto que continuava belo, mesmo com o passar dos anos.
— Achei que fosse me esperar lá na cama. — ele observava a ninfa se aproximar.
— Decidi admirar esse seu momento, cada segundo perto de você é algo que deve ser apreciado ao máximo.
— Você consegue me deixar sem jeito — ele sorri e em seguida levanta para se retirar da banheira.
Enquanto se seca com uma toalha que estava perto em uma mesinha, ele anda até sua amada e para a sua frente.
Gaia se aproxima e o beija, Sage a pega nos braços e vai em direção da cama.
Não demorou muito e já estavam com os corpos colados, Sage estava por cima, lambia e dava leves mordidas no pescoço delicado da ninfa. Ela por sua vez deixava suas mãos percorrerem os braços fortes do lemuriano, gemia bem próximo de seu ouvido fazendo com que ele fosse ao delírio.
— Passei anos desejando ter seu corpo junto ao meu — ele fala interrompendo as carícias- eu sonhava com seu beijos, com o sabor da sua pele. Lembrava como era gostoso estar dentro de você e como eram momentos únicos.
Gaia não tinha palavras naquele momento, por alguns segundos eles se olharam tão fixo que parecia que estavam lendo a alma do outro. Uma história de amor interrompida pelo tempo, o destino não colaborou com o casal que viveu separado por anos.
— Eu te amo Sage… nunca deixei de te amar — um beijo sela a declaração que acabara de sair dos doces lábios dela.
Ele se encaixou entre suas pernas e sem demora a penetrou, ao sentir seu membro todo lá dentro, ele gemeu mais alto e rouco. Ela se remexeu e gemeu baixinho, fechou os olhos se entregando ao momento, Sage nunca a decepcionou na cama e agora não seria diferente.
Ambos estavam suados, ele estocava com vontade deixando Gaia com as pernas bambas e sem fôlego.
— Quero montar em você...
Os olhos dele continham desejo estampado, rapidamente deitou de barriga para cima, ela logo se ajeitou por cima e começou a cavalgar.
Um corpo magro e com belas curvas, bumbum arrebitado, seios grandes e firmes, ela gemia e rebolava em cima dele. Suas bochechas estavam coradas e sua respiração ainda mais ofegante, ele a segurava pela cintura dando umas apertadas que estimulavam mais a performance dela.
A noite estava apenas começando para ambos.
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Luna e El Cid se amavam em seu quarto, ele por cima dela, com todo cuidado para não machucar o bebê. Ela gemia alto e o olhava com paixão, mordia o lábio e arranhava suas costas. Ele por sua vez se controlava para não meter com mais força, se deliciava com as expressões de prazer que estava causando nela.
De repente ele tira o membro e goza em cima dela, não era para ter sido assim, mas não conseguiu se segurar mais.
Ela o olha com cara de quem queria mais, então ele decide dar o prazer que ela tanto precisava.
— Venha, vou me sentar e encostar aqui na cama e você senta de costas para mim.
Eles se ajeitam, ele sentado encostado na cama e ela sentada e encostada nele. Ele pede para que ela abra bem as pernas, ela obedece e em seguida ele começa a acariciar seu ponto mais sensível.
Ela joga sua cabeça para trás, deixando seu pescoço livre para que ele comece a beijar e lamber. Com a outra mão, El Cid acaricia o seio dela, fazendo com que o corpo da jovem comece a estremecer.
Em poucos minutos ela chega ao clímax, deixando o espanhol satisfeito.
— Você é maravilhoso… — ela se vira e o beija.
— Eu não poderia deixar minha mulher sem sentir prazer, ele é para os dois. E como estou com medo de machucar você, prefiro dar prazer dessa forma.
Luna sorri e o beija com ternura, estava radiante diante dos últimos acontecimentos. Ela não queria que aquela sensação acabasse, porém não é bem assim que as coisas são.
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