Somente Eu e Você
22 Amores
Notas iniciais
Gaia sentiu seu corpo se aquecer, ao sentir o toque dos lábios de Sage em sua pele.
Em seguida, ele a olhou bem fundo nos olhos. Belos olhos azuis que o encantavam.
—Quanto tempo, não é mesmo? – diz Gaia o encarando com um simples sorriso.
—Muito tempo. – Sage tinha um tom triste ao falar, Gaia percebeu isso.
—O que deseja de mim, patriarca? – Gaia queria saber logo o que ele tinha para lhe dizer.
Sage se aproxima mais, fica frente a frente com a ninfa.
Com a mão, toca levemente o rosto delicado de Gaia.
Desliza as pontas dos dedos pela bochecha, depois passa pelo contorno da boca carnuda da ninfa.
Em nenhum momento, Gaia desviou seus olhos dos dele.
—Desejo você – o lemuriano pronunciou essas palavras, com sua boca bem próxima a dela.
Gaia sente seu coração palpitar, com isso, acaba se afastando dele.
—Acho que está se excedendo, não acha? – ela pergunta, sem acreditar no que estava acontecendo.
—Claro que estou... – ele caminhava novamente em sua direção — ... mas, você tirou completamente meu juízo.
Gaia queria se distanciar mais, porém ao tentar, Sage lhe segura pelo braço, com delicadeza.
—Eu entendo que faz anos que não nos encontramos – ela segura a mão que está em seu braço – Mas, precisa ter calma, para não se arrepender.
—Não sente o mesmo? – Sage tinha agora um semblante preocupado.
Gaia silenciou, abaixou a cabeça e fitou a mão que ainda lhe segurava o braço.
Mão que muitas vezes, percorreu seu corpo, em toques firmes e ousados.
Junto com as lembranças, vieram lágrimas, que lhe escorriam pela face.
O lemuriano não gostou de ver aquela cena.Com carinho, segurou o queixo dela e levantou o rosto para que se encarassem de novo.
—Não queria te causar isso... me perdoe. – Sage estava chateado, por ter sido tão impetuoso.
E em seguida, começou a beijar o rosto dela, enxugando as lágrimas com seus lábios.
Gaia fechou os olhos, aquele ato dele, era algo que lhe aquecia a alma.
Ao chegar próximo da boca, ele deslizou seus lábios nos dela, de forma leve e sensual.
Com isso a ninfa não resistiu, se entregou a um beijo quente e cheio de amor.
Logo abriu passagem para a língua dele, ambos sentiam novamente o gosto do beijo que a tempos não apreciavam.
As mãos de Sage percorriam as costas nuas da ninfa, que usava um vestido verde frente única.
Enquanto ela mantinha as suas mãos, nos ombros largos do lemuriano.
Com o beijo, ambos se sentiam completos, como a muito não se sentiam.
Ao encerrarem, Gaia abre os olhos e sorri para seu amado.
—Agora sim, meu coração está mais calmo. – diz Sage, passando a mão pelos cabelos loiros dela.
—Fico feliz em saber. – diz Gaia, deslizando as mãos pelos braços dele.
—Eu que fico feliz em ter te reencontrado, minha jóia. – em seguida, Sage desliza seu nariz até o pescoço da ninfa.
Ali ele sente melhor seu perfume e aproveita para depositar beijos na região.
Gaia deixa seu pescoço a mercê dele, sentindo os beijos molhados e a respiração forte.
Aquele simples carinho, foi o suficiente para deixa-los excitados.
Com receio de aonde aquilo iria acabar, Sage para com as carícias e diz:
—Acho melhor parar por aqui... – Gaia concorda e eles se afastam.
Após alguns segundos em silêncio, a ninfa decide falar.
—Não deveríamos ter feito isso... quer dizer... – Gaia olhou para Sage com preocupação – ficar distante foi uma escolha nossa, para seu bem.
—Eu sei... – Sage olhou para o elmo em cima da mesa – mas, não gostaria que tivesse sido assim.
Gaia se aproxima e o abraça forte. Sage retribui o gesto.
—Acho melhor eu ir... Afrodite deve estar a minha espera.
—Eu queria que ficasse, sabe disso. – Sage não queria que ela se fosse.
A ninfa o olhou com tristeza, esse também era seu desejo. Na verdade, sempre foi.
—Eu preciso. – foi a única coisa que conseguiu dizer, diante da face entristecida do lemuriano.
Ele apenas balançou a cabeça, concordando com ela.
Após colocar o elmo, ele abriu a porta e deu passagem para ninfa.
Assim que saiu da sala, Gaia respirou fundo e parou.
Pensou em dizer algo, mas, seria pior. Por isso, ela decidiu seguir seu caminho.
Deixando mais uma vez, seu amor para trás.
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Após a partida de Afrodite e Gaia, Sasha e Sage voltaram a seus assuntos.
Mas, antes disso, o patriarca teve que perguntar algo para Sasha.
—Senhorita – Sasha se vira para o lemuriano – O que achou dessa estória toda?
A italiana parou e pensou, sua cabeça ainda estava dando voltas.
—Eu nem sei o que dizer, Sage.
—É perigoso manter a jovem Luna aqui... – o patriarca tinha razão nesse ponto.
—Eu sei... mas não podemos contar nada e nem deixar de ajudar. – Sasha tinha um olhar triste, não queria que aquilo tudo fosse verdade.
Pensava em como Luna poderia ser filha de um deus tão mau e sádico.
E justo Hypnos, que era aliado de Hades na guerra santa.
—Eu gosto muito da jovem ninfa – Sage sorriu – é uma garota pura e muito agradável.
—Eu sei, por isso sofro pela realidade dela. – após dizer isso, Sasha pediu licença e se retirou.
Estava com dor de cabeça e precisava repousar um pouco.
Sage voltou para seus afazeres, feliz e triste ao mesmo tempo.
Feliz com o reencontro, o beijo e por ter visto o belo sorriso de sua amada.
Triste, por ter que vê-la partir mais uma vez.
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Oneiros estava de volta ao castelo e trazia novidades para Hypnos.
Ao chegar, logo se dirigiu a sala do deus do sono.
Pediu permissão e adentrou ao local, logo se deparou com Pandora.
A bela mulher estava de saída, havia tido uma pequena reunião com o deus.
Ao passar por ele, ignorou completamente sua presença. Oneiros não se abalou, nada em Pandora o atraía ou importava.
Assim que ela bateu a porta, ele caminhou até a mesa onde se encontrava Hypnos.
—Alguma novidade? – pergunta o deus sem tirar os olhos de alguns papéis.
—Sim, meu senhor. – Hypnos para o que estava fazendo e começa a prestar atenção nele – Hoje Afrodite foi fazer uma visita ao santuário de Athena.
Hypnos franziu a testa, não estava gostando dessa notícia.
—Aconteceu algo, com Luna? – ele pergunta rapidamente.
—Não, meu senhor. Mas, creio que deva ficar atento a deusa Afrodite. – Oneiros via que Hypnos estava levemente alterado – Ela com certeza está planejando algo.
Após essas palavras, Oneiros ficou em silêncio, aguardava alguma ordem ou resposta.
Hypnos estava com raiva, ter Afrodite em seu caminho era péssimo.
Odiava a forma como ela se colocava em seus assuntos. Na verdade, sempre odiou.
Desde sempre, os dois bateram de frente para muitas coisas.
Algo lhe dizia, que ela o procuraria cedo ou tarde.
E essa visita seria muito bem vinda, já que queria conversar pessoalmente com ela.
Um sorriso cínico se desenhou em sua face, logo voltou de seus pensamentos.
Ao olhar para o lado, viu que Oneiros continuava ali.
—Continue de olho – em seguida Hypnos se levanta e se dirige até a porta – Qualquer novidade me avise.
Em seguida ele abriu a porta e se retirou, Oneiros permaneceu ali.
Não entendia o porque daquilo tudo, achava que Hypnos, estava dando importância demais a ninfa.
Com calma, ele saiu da sala e foi para seu quarto.
Precisava de um banho e um tempo para descansar. Ainda precisava ter uma reunião, com os irmãos, saber como andam as atividades.
Oneiros adentrou o quarto e viu que seu banho não estava pronto.
Logo ordenou que uma de suas escravas viesse preparar tudo.
Enquanto ninguém aparecia, ele retirava suas vestes e ia até uma das mesinhas.
Ali tinham algumas garrafas com vinhos e rum. Bebidas indispensáveis para ele, que sempre bebia em seus momentos de lazer.
Colocou o rum na caneca, em seguida sentou-se na poltrona e aguardou.
Em poucos minutos, surgiu uma jovem escrava.
Uma moça loira, olhos verdes e com um corpo digno de uma modelo.
Estava usando um vestido muito simples, tom de marrom e estava descalça.
Assim que se aproximou, foi devorada pelo olhar do homem que estava no canto do quarto.
Oneiros deu o último gole na bebida, colocou a caneca na mesa e disse:
—Vá até a therma e me prepare um banho morno – com um olhar malicioso ele continua – E tire a roupa e me espere, logo estarei lá.
A escrava apenas acatou a ordem e se retirou. Sabia que teria que se submeter aos caprichos dele.
Oneiros apenas observou a jovem se retirar e ir cumprir a ordem dada.
Não era bem ela, que ele queria. Sua mente ultimamente, estava toda concentrada em Luna.
—Já que não posso desfrutar você, irmãzinha – ele se levanta para pegar mais bebida – uso minhas escravas, mesmo.
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O dia passou, a noite veio e com ela o tempo mudou.
Ventos fortes afetavam todo o santuário, os cavaleiros que faziam a ronda, protegiam os olhos contra a poeira.
Alguns fechavam as janelas das casas, para não haver tanta sujeira.
Enquanto alguns corriam para suas casas, fugindo dos ventos e da possível chuva.
Luna, saia de seus aposentos, rumo a casa de capricórnio.
Levava consigo, uma das garrafas que ganhou de sua amiga Gaia.
Ao passar pela casa de peixes se deparou com Albafica.
Ele estava se preparando para ir até o jardim, assim que viu a jovem, deu a permissão para passar.
Ela agradeceu e seguiu seu caminho, ao chegar na casa de aquário, não havia ninguém.
Lembrou que antes de sair, se informou sobre os cavaleiros que fariam a ronda.
Degel era um deles, por isso, seguiu sem problemas.
Descer as escadas era bem melhor que subir, sem dúvidas.
Ás vezes tinha vontade de pedir para Shion lhe ensinar o teletransporte.
Só para sair dessa vida de sobe e desce, que cansava muitas vezes.
Enfim, ela chegou a casa de seu amado espanhol.
Entrou calmamente, observava o local, tranquilo e silencioso.
El Cid, que estava em seu quarto, logo sentiu a presença dela.
Estranhou a visita, mas logo foi recebê-la.
Ao chegar na escada, olhou para baixo e viu sua bela ninfa.
Luna estava usando um vestido branco, com uma faixa preta na cintura e as alças da mesma cor.
Com ela havia uma garrafa, que despertou a curiosidade do cavaleiro.
Havia algo de diferente dessa vez, ela estava com os cabelos presos em um rabo de cavalo.
—Cid? – Luna chama a atenção do espanhol.
Ele sai de seu estado hipnótico e volta a realidade.
—Me desculpe – ele coça a cabeça e faz um sinal com a mão pedindo para ela subir – Estava distraído.
Ela sobe os degraus e assim que chega no andar de cima, da um belo sorriso para ele.
—Posso saber, o que distraiu você? – ela pergunta, tocando levemente o ombro dele.
—Sua beleza – ele se aproxima e cola seus lábios nos dela, dando um selinho – Você me enfeitiça com sua presença.
A ninfa fica toda derretida com o elogio, se perdeu no olhar do homem que tanto amava.
—E essa garrafa? – ele pergunta olhando para a mão dela.
—Um vinho que Gaia trouxe, meu favorito.
—E trouxe até aqui para dividir?
Com um sorriso, ela responde a pergunta do cavaleiro, que estava adorando a ideia.
—Posso sugerir o local, para beber o vinho?
—Claro!
—Em meu quarto... – ele olha maliciosamente para Luna, que fica feliz com a proposta.
El Cid vai até a cozinha, Luna o segue, lá ele pega duas canecas.
Em seguida eles se dirigem para o quarto dele, ao entrar, Luna observa o cômodo.
Limpo, organizado e parecia ser bem confortável.
Havia uma mesa, pequena no canto direito. Ali, El Cid colocou a garrafa e as canecas.
—Já quer que abra a garrafa? – ele pergunta, enquanto ela caminha pelo quarto.
—Sim, pode servir.
Enquanto ele abre a garrafa, ela sente o vento invadir o ambiente e bagunçar de leve seus cabelos.
Assim que colocou a bebida nas canecas, ele as pegou e foi na direção da ninfa.
—Vamos brindar sua visita – ele entrega a caneca para ela, que aceita e o brinde é feito.
Após dar o primeiro gole, ele delicadamente se aproxima e solta os cabelos dela.
—Prefiro eles soltos – com a mão, ele vai ajeitando as madeixas dela.
O toque dele, mais o olhar penetrante que lhe dirigia, estavam deixando Luna encantada.
—Não gostou? – ele pergunta estranhando o silêncio dela.
—Eu gosto de tudo em você... isso inclui seu toque.
Aquilo era tudo o que ele precisava ouvir, logo tomou a boca da ninfa em um beijo quente.
Ela retribuía de uma forma sensual e isso era o que ele mais gostava.
O beijo foi encerrado pelo espanhol, que tomou mais um gole do vinho.
Luna fez o mesmo, estava começando a esquentar o clima por ali.
—Gostou do vinho? – ela pergunta enquanto colocava a caneca em cima da mesa.
—Sim, muito bom.
Luna estava de costas para ele, El Cid de aproximou e colou seu corpo ao dela.
Enterrou seu nariz nos cabelos macios, sentindo o perfume que ele mais gostava.
Luna estremeceu, aquele jeito do espanhol a excitava.
Ele colocou a caneca dele na mesa, com a mão direita, afastou os cabelos dela da nuca.
Ali naquele local, começou a distribuir beijos e lambidas leves.
Luna jogou a cabeça para trás e deixou o pescoço entregue ao seu amado.
A mão dele percorreu o ombro e desceu até o seio da jovem.
Ele apalpou, apertou e arrancou suspiros da ninfa.
Luna podia sentir o membro dele ereto, aquilo estava enlouquecendo a jovem.
—Vamos para a cama – ele disse bem no ouvido dela – Lá é melhor.
Luna virou para ele, olhou bem fundo em seus olhos azuis e o beijou com paixão.
Ele a pegou pela cintura e sem parar o beijo foi para a cama.
El Cid se sentou e pediu para que ela se sentasse em seu colo.
Ela logo obedeceu e as carícias continuaram quentes, ousadas.
Entre os beijos, El Cid abaixou as alças do vestido, revelando os seios dela.
Com vontade, ele começou a sugar os mamilos, deixando Luna louca de tesão.
Sua mão percorreu a perna dela até chegar a coxa, dando uma leve apertada em seguida.
—Tira o vestido – ele pede, interrompendo sua carícia no seio.
Luna se levanta e fica de frente para ele, com calma, ela tira o vestido.
Assim que a peça cai no chão, El Cid se delicia com a visão.
A bela jovem, nua bem na sua frente.
A pele branca, os seios com os mamilos rosados e a intimidade enfim revelada.
Ela não possuía pelos, era liso e isso encheu o espanhol de vontade de experimenta-la.
—Você é perfeita, minha ninfa. – após essas palavras, ele se levanta.
Frente a frente com ela, ele tira a camisa e revela seu peitoral e abdômen definidos.
Depois, ele tira a calça e revela seu membro ereto e grande.
Luna gostou do que via, mas também ficou intimidada com o tamanho do pênis dele.
Lembrou-se do que as irmãs diziam, pênis grande era bom, mas a dor também era forte.
El Cid a pegou pela cintura e puxou para junto do seu corpo, queria senti-la melhor.
O toque, pele na pele, era ótimo. Tudo que eles mais queriam.
—Quero você hoje... agora – ele beijou a ninfa novamente e a conduziu até a cama.
Ela deitou e ele foi por cima dela, evitando deixar o peso todo sobre seu corpo.
Beijou a boca rosada dela, deu leves mordidas, desceu para o pescoço e continuo a carícia.
Luna deixava suas mãos percorrerem as costas largas dele.
Agora, ele estava encaixado entre suas pernas, as vezes, encostava seu membro na intimidade úmida da ninfa.
Ela sentia uma vontade enorme de ter ele dentro dela, seus gemidos aumentaram.
Isso porque, El Cid sugava os seios, enquanto com a mão, estimulava o clitóris.
Ele se levantou um pouco, parou e observou o rosto corado da jovem.
—Está gostando? – ele pergunta enquanto abre mais as pernas dela.
—Sim... – Luna ia dizer algo mais, porém não conseguiu.
Ele se deitou mais abaixo e encaixou seu rosto bem próximo de sua intimidade.
De uma forma sensual e única, ele começou a chupar a região.
Lambia o clitóris, depois deslizava a língua por ela toda.
Já que ela não possuía pelos, ele aproveitaria para provar seu sabor da melhor maneira.
Os gemidos tomavam conta do quarto, Luna estava com a mão na cabeça dele, jogava a cabeça para trás e delirava de prazer.
Nunca tinha provado algo tão intenso como aquilo.
O espanhol se lambuzava, estava adorando aquele momento, os gemidos dela o enlouqueciam.
Seu membro já estava começando a doer, tamanha era a excitação.
Mas, precisava deixa-la bem molhada, para não machucar tanto.
Por mais alguns minutos ele continuou ali, dando um prazer enorme a ninfa.
De repente ele para, ela estava bem molhada e ofegante.
—Está gostoso? – ele pergunta enquanto massageia seu membro.
—Sim... muito – Luna responde enquanto observa o pênis dele.
—Está com medo?
—Um pouco...
—Vai doer um pouco – ele se debruça sobre ela – Mas logo passa.
Ele pede para que ela abra mais as pernas e se encaixa entre elas.
Com a mão ajeita o pênis na entrada dela, devagar vai colocando a cabeça.
Luna sente uma pequena ardência, mas tenta ficar calma.
El Cid por sua vez, beija os lábios dela, com uma das mãos acaricia os cabelos da jovem.
—Relaxa... será rápido. – em seguida ele conclui a penetração de uma vez.
Ao sentir o membro dele lhe invadir e a dor que isso causou, ela gritou.
O cavaleiro ficou parado, para que ela pudesse se recuperar e acostumar.
−Calma... daqui a pouco passa. – ele disse em seu ouvido e depois dando um beijo em seu rosto.
Aos poucos ela foi se acalmando, com isso ele foi se movimentando devagar.
O ritmo vai e vem começou e mesmo com um incomodo, Luna não reclamou.
El Cid estava ofegante e louco de desejo.
A cada estocada, ele sentia que atingiria o clímax antes do que imaginava.
Sua entrada quente e apertada, estavam levando o espanhol a loucura.
Ele ia pedir para ela fazer outra posição, mas isso não daria certo.
Como era inexperiente, acabaria machucando ela demais.
Luna agora não sentia mais tanta dor e o prazer da penetração a estavam deixando em um estado de excitação incrível.
Ela não se preocupava com nada, gemia e se contorcia debaixo do espanhol.
As vezes seus olhares se encontravam e isso aumentava a ligação naquele momento.
Louco para gozar, ele a segurou firme pela cintura e aumentou o ritmo.
Fechou os olhos e deixou que o clímax viesse.
Logo ele soltou um gemido rouco e se derramou dentro da ninfa.
Pensou em tirar antes, mas estava tão bom, que quando viu, já havia gozado.
Permaneceu mais alguns minutos parado, até recuperar o fôlego.
Assim que conseguiu, se deitou ao lado dela e a puxou para junto de si.
Luna estava dolorida e com o coração aos pulos.
Havia adorado tudo, se sentia diferente, uma nova pessoa.
−Você gostou? – ela pergunta com seu jeito inocente.
El Cid apenas olha para ela e vê ali, uma menina que havia acabado de conhecer o prazer.
Ficou feliz em ser o primeiro em sua vida, primeiro e único, era o que pensava.
Com um beijo, ele respondeu a pergunta dela.
Beijo cheio de amor e carinho, para não deixar dúvidas sobre o que sentia.

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