Sombras do Futuro
2 A transformação em Umbra
Notas iniciais
A Turma estava prestes a ir à Sococó da Ema, uma cidadezinha no interior, na divisa de Minas Gerais com São Paulo. Estavam colocando a mala no carro, com ajuda do motorista. (Cebola) — Uou! Que carro lindo! Denise, onde você conseguiu?
(Denise) — Eu comprei. Só que não. Implorei pra Carmem.
(Cebola) — E veio um motorista particular de brinde? Maravilha.
(Motorista) — Olha o respeito, jovem.
(Cascão) — Sossega aí, tio. Só zoeira.
(Magali) — Ai, povo. Deixa ele dirigir em paz! O que importa é que vamos para Sococó da Ema!
(Motorista) — Er... vocês iam, né?
(Magali) — Ué! O que foi?
(Motorista) — Tem alguma coisa brilhando no... meio... da estrada!
(Magali) – Tá chegando muito perto!
(Denise) — Vira! Vira!
(Motorista) — Tô virando! Tô virando!
(Cascão) — Tô me sujando aqui de medo!
(Cebola) — Não em cima de mim, please!
O Motorista, em meio a confusão, virou demais o volante, esbarrou na moça e o carro caiu ribanceira abaixo.
A garota que fora atingida pelo acidente começou a perder um pouco seu brilho, até ficar totalmente escuro.
Desesperada, a garota simplesmente desapareceu com um olhar maligno àquele carro que havia tirado seu brilho total.
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– Oh, meu Deus! O que aconteceu com você? Cadê seu brilho? Sua felicidade?
– Meu brilho? Minha felicidade? Foram retirados! Mas eu vou retirar o deles também...
– O que pretende fazer, senhora?
– Não sei. Mas ninguém mexe com Umbra!
– Quem é Umbra? Vossa majestade não era a Clara, algo do bem?
– Era... antes do causo da perda do meu brilho... esses jovens não perdem por esperar.
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(Magali) — Aii... O que... o que aconteceu?
(Cascão) — Aiiii...
(Magali) — Cascão! Você tá bem?
(Cascão) — Tirando a parte de não estar nada bem... sim, eu estou bem.
(Cebola) — Gente?
(Magali) — Oi, Cebola! Que bom que você tá bem!
(Cebola) — Ai meu Deus! Cadê a Denise?
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