A vida é estranha... Quando tudo está bem, ela decide inverter os fatos... e você se aprisiona àquilo que tem. Mas quando falta algo... não é fácil lidar. E o mais difícil é aceitar. Mas aí você percebe que é só uma brincadeira da vida.

~15 minutos depois...

(Magali) — Denise!!! Deniiise!

(Cascão) — Ô Denise!

(Cebola) — Denise! Cadê você?

(Magali) — Denise! Por favor, Dê, aparece!

(Denise) — Aiii...

(Magali) — Denise!

(Denise) — Ai. Denise?

(Cascão) — Denise! Até que enfim te achamos.

(Denise) — Peralá! Que papo é esse de "Denise"? Tá me estranhando, é?

(Cascão) — Para de brincadeira!

(Denise) — Brincadeira? Esse povo... aliás... eu te conheço?

(Cebola) — Ninguém até hoje sabe o verdadeiro nome dele, mas todo mundo chama ele de Cascão (por que será, hein?) Lembrou?

(Denise) — Não. Nunca vi vocês na vida.

(Magali) — Acho que o dia de hoje está virado contra nós. Já repararam? Primeiro, a queda. No meio do nada, uma menina brilhante. Agora, a Denise sem lembrar de nada? Ou talvez fingindo não se lembrar de nada, né?

(Cebola) — Gente, tá na cara que a queda afetou o cérebro e ela teve amnésia!

– Não foi a queda... fui eu... só voltarei com a memória dela porque minha diversão está marcada pra mais tarde... há, há, há, há, há...

(Magali) — Q-quem disse isso?

(Denise) — Ai... oi, gente. O que aconteceu?

(Cascão) — Denise! Vamos andando até o começo da cidade. Lá a gente pede informações.

(Magali) — Informações de como terminar de morrer aqui?

A vida é estranha... Quando tudo está bem, ela decide inverter os fatos... e você se aprisiona àquilo que tem. Mas quando falta algo... não é fácil lidar. E o mais difícil é aceitar. Mas aí você percebe que é só uma brincadeira da vida. E o brinquedo, no caso, é você.

Notas finais
(pra quem não sabe, pusilanimidade significa medo) Gostaram? Comentem!