Solares

71 Capítulo 71


Notas iniciais
Meninas sorry!!!! Mas, não abandono vocês jamais. muita correria e pouco tempo para corrigir os erros. Bjosss e saudade de todas vocês!!!! *************LolaPatz **************** Lola flor, obrigado pela recomendação!!!!!! beijos, beijos. Amo palavras carinhosa. :) .......................................................//.................................................................... lingerie de bella. http://1.bp.blogspot.com/_IR81Tk3PYdk/S_01TWJILBI/AAAAAAAAABU/9oGiGHDKtWk/s1600/empreinte.jpg

Bella.......

Final do capítulo anterior.

1h depois.

Cheguei em um restaurante chique e desci com a ajuda de Sebastian, já na portaria eu ganhei alguns olhares e me senti bem com esse gesto alheio masculino e alguns femininos.

—Estarei aqui fora.

—Tudo bem. Falei o olhando e sorri.

Virei-me e caminhei de forma elegante até a portaria, a porta de vidro escuro foi aberta e entrei cumprimentando a moça elegantemente vestida. Ao entrar no local eu vi Edward ali em pé e sorriu ao me olhar. Seu olhar foi de cima a baixo e me aproximei dele andando de forma graciosa, eu me sentia segura estando me sentindo bonita. Edward estava impecavelmente arrumado no traje esporte fino e seu cabelo estava com o efeito molhado pelo gel, lindo eu afirmaria toda vida. Uma música suave tocava dando um toque especial no lugar e sorri.

—Boa noite. Falei o olhando nos olhos e meu olhar dizia tanta coisa.

—Boa noite meu amor. Disse ele dando o braço e eu o envolvi com o meu, seu sorriso estava presente também e o meu mais ainda. —A nossa mesa, por favor. Pediu Edward a recepcionista do local.

O garçom nos acompanhou e mostrou a nossa mesa, a cadeira foi afastada por ele para eu me sentar e o menu estava sobre a mesa.

—Fiquem a vontade e após escolherem o cardápio, eu estou à disposição. Falou o rapaz e eu sorri de forma educada para ele.

—Tudo bem. Falou Edward o olhando.

O rapaz se afastou e eu olhei para Edward.

—Eu, eu, eu definitivamente não sei o que falar. Comecei sem jeito e sorri.

—Apenas diga se gostou.

—Eu adorei simplesmente seu doido.

—Não vai me fazer devolvê-lo?

—É roubado? Perguntei baixinho e sorri.

—Não mesmo, comprei com o meu dinheiro. Disse ele sorrindo.

—Então eu aceito. Falei quando ele segurou na minha mão e a acariciou fazendo borbulhas brotarem ali onde o nosso corpo se tocava. –É um presente altamente valioso Edward, você é louco de verdade.

—Amo você. Disse ele e beijou a minha mão e depois a palma dela de forma sensual.

—Eu te amo mais.

—Impossível, não sabe o quanto eu a amo.

—Não sei, mas posso senti-lo o que é melhor.

—Tem razão. Falou ele e eu entrelacei os nossos dedos.

—Eu adorei de verdade tudo.

—Eu também por ter me aceitado em sua vida Isabella. Me quer para sempre em sua vida? Eu quero muito isso.

—É sim, para sempre. Não acredita não é?

—Sim. Não sabe como me deixa feliz ouvi-la falar isso para mim.

—Não é nenhum esforço.

—Que bom meu amor. Falou ele e sorrimos um para o outro. –Está linda demais, estou de queixo caído.

—Gostou?

—Muito ainda é pouco. Está linda da cabeça aos pés e esse vestido me deixa com muito ciúme, o sapato nem se fala por ter combinado perfeitamente.

—Você é bem observador.

—Gosto de ver a minha mulher sempre bonita para mim. Disse ele e sorriu da forma que eu adorava.

—Você também está muito bonito cavalheiro. Lindo ainda é pouco.

—Estou?

—Sabe que sim. Falei e sorrimos com vontade.

—Bom saber que eu a agrado.

—Muito. Agrada-me de várias formas e eu adoro.

—Me explica.

—Gosta de mimar e todas as mulheres adoram ser mimadas. Já em outra linguagem, o local é impróprio para eu expressar o tamanho da minha satisfação.

—Ah posso entender. Disse ele afirmando com a cabeça risonho. –Que bom, gosto de agradá-la de diversas........formas.

—É sim e como me agrada.

—Vamos escolher o nosso jantar?

—Vamos sim.

Sorri para ele e olhamos o cardápio, escolhemos Perdizes en croute e um acompanhamento à altura. Edward pediu um vinho tinto e eu escolhi um drinque de abacaxi sem álcool para acompanhar. O garçom se retirou e Edward me olhou, coloquei a mão em minha barriga e sorri.

—Esquecemos de algo.

—De quê?

—Não nos beijamos ainda.

—Essa é a melhor parte. Disse ele sorrindo.

—Isso e mais um pouco sendo com você. Após eu falar ele gargalhou.

—Você está demais Isabella.

—Não gosta?

—Claro que sim. Disse ele acariciando a minha mão.

—É normal sentirmos desejo por quem amamos. Falei o olhando nos olhos e a dama da mesa ao lado se remexeu na cadeira e olhou para Edward. Acho que ela escutou o que eu havia falado e segurou na mão do esposo, o mesmo deu um selinho nela e olhei para Edward novamente.

—Estamos quites então. Disse ele risonho.

—Tomara mesmo.

—Por que tomara?

—Lembre-se das noites passadas.....Você...

—Ah. Disse ele e sorriu. -Não se desespere meu amor, sou seu. Todo seu.

—Queria, mas vou comentar sobre essas sensações com a doutora.

—Vai falar a respeito de. sex...

—É melhor deixar esse assunto para lá, podemos perturbar as pessoas em volta. Falei sorrindo.

—Tudo bem. Disse ele sorrindo mais ainda e passou a mão na boca, nisso eu acompanhei o gesto dele. Ele era bom demais com ela em mim, pensei.

Minutos depois a nossa comida chegou e comemos apreciando o sabor.

—Está do seu agrado?

—Sim, está delicioso. Falei o olhando. –Vou provar o drink.

—Um brinde a nós primeiro. Disse ele levantando a taça de vinho.

—Tim, Tim meu bem. Falei encostando a minha taça na dele. Após falar eu o bebi e desceu docinho pela a minha garganta. –É divino.

—Isso é bom.

—Sim.

Continuamos a comer e tudo estava saboroso, havia bastante comida e sempre que podíamos nos acariciávamos e eu já estava louca para beijá-lo. Seus lábios por várias vezes me roubavam a atenção e eu bebia o meu drink apreciando o contato dos meus lábios no copo.

Na hora da sobremesa o pedido foi torta de pêra, a combinação do bolo com pêras em calda, chantilly e chocolate ralado me deu água na boca. A mesma era deliciosa e comi cheia de desejo no duplo sentido da palavra o olhando. A química entre eu e Edward era grande, mas os meus hormônios estavam grotescamente alterados e o olhei após comer o último pedaço.

—Preciso ir ao banheiro.

—Sente-se bem?

—Estou com calor.

—O ar está ligado bella.

—Eu sei. Falei sorrindo. –Preciso me aliviar.

—Quer algo mais?

—Pode ser o drink que eu bebi.

—Ok.

Levantei da cadeira ganhando o olhar dele e caminhei até o garçom que nos servia.

—Por gentileza onde fica o toalete?

—É no fundo a sua direita.

—Obrigado. Falei sorrindo.

—De nada senhora. Disse ele sorrindo de forma educada.

Caminhei devagar até lá e abri a porta, olhei-me no espelho e eu estava mesmo bem. Acariciei a minha barriguinha e em minha mente me veio o carro que Edward havia me dado. Aquele veículo era uma nota eu pensei. Aquele buquê maravilhoso de rosas me deixou muito a pensar, mas não no mal sentindo. Eu nunca imaginei que eu poderia ter tudo que eu tinha hoje, ta certo que o jake foi bem generoso comigo, mas Edward de certa forma era diferente. Acho que o amor que eu sentia por ele era o que fazia a diferença e parei de pensar, entrei na cabine e me aliviei com vontade.

.

Lavei as minhas mãos e sorri, mas os meus dentes estavam limpos e saí do banheiro. Olhei a minha volta notando o movimento do local e joguei o meu cabelo, deu para sentir o cheirinho bom no movimento e encontrei o olhar de Edward ao me aproximar. Ele havia colocado a cadeira dele ao lado da minha agora, eu reparei, e continuei andando. Havia muitas pessoas no local e me aproximei mais, sentei-me ao lado dele e sentir o cheirinho bom dele me deixou nas nuvens. Senti o cheirinho dele através de seu pescoço estando o cheirando de propósito e o olhei.

—Adoro o seu cheiro. Falei no ouvido dele e dei um beijo em seu pescoço de forma delicada.

Sorrindo ele segurou o meu rosto e selou os nossos lábios fazendo o meu coração bater forte em meu peito. Foi breve deixando-me com gosto de quero mais e o puxei até a mim. Selei os nossos lábios novamente e aprofundei o nosso beijo de forma deliciosa, Edward se afastou levemente e selou por duas vezes os nossos lábios.

—O seu drink está aqui.

—Ok.

Bebi um pouco e dei a ele também, ele gostou do drink e nos beijamos um pouco mais, mas me afastei.

—O que foi? Perguntou ele bem baixinho em meu ouvido fazendo-me ferver e o olhei.

—Estamos em público, não quero dar bandeira do que estou sentindo no momento.

—Só pensa nisso agora?

—Não é só sexo que me interessa em você Edward. É isso que estava pensando?

—Também.

—Então desencana, eu quero o conjunto inteiro. Agora quem está sendo absurdo é você meu amor. Falei sorrindo.

—Nunca a vi como está ultimamente, me atacando literalmente. Disse ele risonho.

—Querendo fazer amor com o homem que eu amo? Perguntei baixinho no ouvido dele e a carícia de meus lábios em seu ouvido o fez sorri novamente. –Não tenho culpa, mas perdoe-me se isso está o chateando. Após eu falar ele sorriu mais ainda e eu sorri sem entender. –Vou me comportar.

—De verdade amor, isso não me incomoda e nem um pouco. Você é tão rebelde às vezes e estar tão receptiva me deixa assim surpreso.

—Ah. Falei sorrindo. –Juro que vou me comportar se eu conseguir.

—Não, eu não quero que se comporte. Disse ele me olhando nos olhos e selou os nossos lábios. –Não essa noite. Disse ele após se afastar pouca coisa e voltou a me beijar, caía açúcar no canto da minha boca com tanta doçura. Nossas línguas se acariciavam suavemente.

Nos beijamos por uns minutos e me afastei sorrindo, bebi um pouco mais da minha bebida e peguei a taça de vinho dele a levando até a sua boca. Ele bebeu um pouco e eu a afastei, a seguir selamos os nossos lábios mais uma vez, mas aprofundamos o beijo novamente. Nossas línguas se tocaram de forma vagarosa novamente e suspirei de leve o fazendo sorri.

.

.

Um tempo depois.

Havíamos conversado bastante, estava sendo agradável.

—Podemos ir agora? Perguntou ele acariciando o meu rosto suavemente deixando rastros de fogo por onde a mão dele passava.

—Sim. Falei afirmando o olhando intensamente.

Edward chamou o garçom e pediu a conta, logo ele a pagou com o seu cartão e o rapaz nos agradeceu após Edward ter dado uma gorjeta em espécie pelo bom atendimento dele. Ele se levantou da cadeira e me ajudou ao puxar a minha, demos a mão e nos afastamos da mesa ganhando alguns olhares. Sei que o meu brinco de diamantes deixaria qualquer mulher desejosa por ele e senti que algumas me reparavam ao passar com aquele lindo gato ao meu lado. Edward me abraçou de lado e a porta do estabelecimento foi aberta, saímos e o segurança de Edward se aproximou.

Fomos para o estacionamento e Sebastian buzinou de leve, fomos até o meu carro e....

—Está aqui a chave do meu carro. Disse Edward a entregando para ele. –Irei com o carro da minha mulher e você está liberado para voltar para mansão.

—Tudo bem patrão. Disse Sebastian e eu o olhei.

—Tchau Sebastian.

—Tchau senhora.

—Fausto, até você pode voltar junto com o Sebastian daqui.

—Tem certeza patrão?

—Absoluta.

—Ok.

—Boa noite. Falou Edward os olhando.

—Boa noite. Falaram eles.

Sebastian saiu do meu carro e foi para o de Edward, Eles se foram e Edward ficou atrás de mim. O senti beijar a minha nuca e fechei os meus olhos, sua mão rodeou a minha cintura e virei a minha cabeça para beijá-lo. Edward me deu aquele beijo deixando-me excitada e foi o parando aos poucos e sussurrou em meu ouvido.

—Confia em mim?

—Sim. Falei sentindo a quentura do abraço dele e o sussurrar ao pé do meu ouvido me deixava tão louca por ele. –Sim eu confio.

—Então fecha os olhos.

—Ok. Falei sentindo o meu coração disparar e Edward vendou os meus olhos com um tecido, a seguir ele o amarrou bem.

—Relaxe. Disse ele me virando.

—Ta.

—Vou abrir a porta do carro agora e irei ajudá-la a se sentar.

—Ta bom. Falei com os meus batimentos já a mil.

Edward me ajudou a me sentar, logo após senti sua carícia em minha coxa direita e a porta foi fechada, tão logo ele se acomodou no banco do motorista e o carro foi ligado. Onde quer que fossemos, ele estava fazendo suspense e o cinto de segurança foi posto por ele em mim. Senti seus lábios se chocarem de leve nos meus e o beijei estando cheia de vontade, ao ir acariciá-lo as minhas mãos foram presas e era uma algema pelo click.

—Apenas relaxe. Disse ele baixinho em meu ouvido e eu sorri.

—Sou a sua prisioneira essa noite?

—Aceita ser?

—Claro. Falei sentindo o bico dos meus seios endurecerem de forma gritante me levando a uma sensibilidade tamanha. Senti esse efeito lá em baixo e movi levemente minhas pernas.

—É minha. Disse ele beijando o meu pescoço e acariciou o meio de minhas coxas fazendo-me gemer por ter chegado tão perto de onde já estava em ebulição.

—É eu sou sim. Falei movendo as minhas pernas.

—Ótimo.

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—Mais que ótimo. Falei de forma entregue e suspirei com os dedos dele acariciando a minha coxa suavemente. Era de propósito pela carícia ser a centímetros do meu sexo. –Acho que vou gozar antes do tempo. humm! Isso é bom. Falei sentindo o deslizar dos dedos dele em minha virilha e não lá.-Ai continue que está bom demais. Humm isso, isso. Falei dengosa e sentindo prazer.

Do nada ele afastou a mão e eu podia sentir o quanto eu estava molhada, eu iria ter um ataque a qualquer momento por sentir tanto tesão.

—Está confortável? Perguntou-me ele risonho ao pé do meu ouvido.

—S..sim.

—Logo chegaremos.

—Ok. Falei umedecendo o meu lábio inferior em expectativa.

Edward acariciou o meu rosto e o vibrar do motor era suave, pude reparar. Saímos do local e me senti perdida por não saber o nosso destino, mas eu confiava nele. Edward vez ou outra me tocava na perna ou em meu rosto quando provavelmente parávamos no sinal vermelho e eu sorria. Cheguei a ganhar um selinho demorado da última vez e tentei o aprofundar, mas ele se afastou.

—Não precisamos ter pressa amor.

—Mas eu tenho de você. Afirmei sentindo a eletricidade correr em meu corpo e o escutei sorrir.

.

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Um tempo depois. Às 00:57min.

Paramos do nada e Edward saiu do carro, a porta foi fechada e eu aguardei. Não demorou nada e ele retornou, sentou-se e a porta bateu de leve.

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Madrugada de sábado, 09 de Janeiro.

01:00 da manhã.

—Onde estamos?

—Não seja curiosa amor.

—Esse suspense todo está me deixando louca. Falei enxergando o nada por causa da venda e ele se aproximou de mim.

—Quero que fique louca, mas de outra forma. Sussurrou ele no meu ouvido de forma travessa. –Que seja comigo inteiramente dentro de você lhe dando prazer. Muito prazer, eu quero que sinta. Como vai querer Isabella? Me diz como você prefere amor? Intenso, rápido, devagar, ou muito lento? Perguntou ele beijando o pé de minha orelha e me encolhi com essa louca sensação. –Ou do tipo quase parando? Colocando e tirando devagarzinho. Preciso saber, minha intenção é agradá-la.

—Vou acabar enlouquecendo dessa forma, não é justo. Falei manhosa sentindo ele me acariciar sobre o vestido agora e gemi baixinho sentindo a língua dele circular minha orelha..

Sorrindo ele se afastou e colocou o carro em movimento, não demorou paramos novamente e o carro foi desligado. Edward saiu do veículo e tão logo ele abriu a porta para mim, de forma atenciosa me ajudou a sair do carro. Ele segurava a minha mão e fechou a porta, para a minha surpresa eu fui encostada no carro e ele me beijou. Seu beijo era intenso, me fazia desejá-lo mais e mais. Eu estava impossibilitada por causa da algema, da venda e suspirei quando seus beijos foram para o meu pescoço.

—Eu te amo. Disse ele após parar de me beijar e eu percebi que não era apenas o meu coração que estava acelerado. –Nunca duvide do meu amor ou da minha fidelidade. Está me entendendo?

—Sim. Falei afirmando com a minha cabeça.

—Quero que diga que me ama. Pediu ele de forma mandona. A seguir ele beijou com posse o meu pescoço e o sugou de forma intensa fazendo-me gemer alto. Senti minha calcinha molhar ainda mais e respirei fundo ao senti-lo acariciar o meu traseiro. De início intensamente, mas depois ele foi se controlando e suspirei.

—Como eu te amo meu amor, eu sou louca demais por você. Falei o sentindo acariciar o meu rosto agora e meus lábios foram beijados. Tão logo ele se afastou e escutei o barulho de porta automática em movimento.

De forma cuidadosa ele me conduziu pelo local e eu não tropecei nenhuma vez, diferente de quando ele me sequestrou. Uma porta foi aberta, pude sentir um cheiro suave e levemente afrodisíaco no ambiente. Lembrava-me canela, maçã verde e algo mais. Pouco era notado por ser suave e não me enjoou.

Ao passarmos talvez pela porta, a mesma foi fechada estando ele envolvendo a minha cintura.

—Espero que essa noite seja especial para você.

—Já está sendo amor.

—Mesmo? Perguntou ele me abraçando por trás e pude sentir o quanto ele me desejava também. Sua deliciosa excitação estava pressionada contra mim e feito aço. Minha nossa! Eu pensei e adorei.

—S, sim.

—Que bom.

Edward beijou o meu pescoço e sugou de forma provocativa a minha orelha. Gemi com isso e me movi de encontro a ele. Eu me esfregava sem vergonha alguma em sua ereção e escutei ele gemer baixinho. Ficamos nessa brincadeirinha sacana sentindo suas carícias e ele beijou minhas costas onde o vestido não cobria a minha pele. Vez ou outra ele me levava de encontro a ele como se estivéssemos fazendo amor e isso mandava choques que prazer em meu ponto sensível.

—Estou em desvantagem. Resmunguei.

—Hoje, a noite é sua e não tenha pressa.

—Hoje a noite é nossa Edward, nós iremos aproveitar.

—Quero que a partir de hoje comecemos da forma que deveria ser.

—Eu quero também.

Edward me pegou no colo e me deitou com gentileza sobre algo macio e deduzi ser a cama. De forma deliciosa e suave ele começou a beijar o meu calcanhar e acariciá-lo ao mesmo tempo sobre a meia calça. Suspirei e me movi, com isso ele foi subindo os beijos e as carícias para a minha panturrilha e senti o meu sexo umedecendo muito mais e entreabri os meus lábios.

—Bom. Disse ele.

—O que está fazendo?

—Estou amando-a. Após ele dizer isso eu senti os meus olhos marejando e o que ele fez a seguir, me fez esquecer as lágrimas na hora e gemi alto quando ele acariciou-me lá sobre a calcinha. Eu estava extremamente molhada, sensível e ele fazia de forma a me enlouquecer. Ele como ninguém sabia me tocar e me deixar acesa em segundos.

Eu estava tão necessitada e me movi sem me sentir envergonhada. De forma gentil ele deslizou os dedos da minha virilha até o meu pé e tirou o meu sapato, depois o outro. Vagarosamente a meia calça foi retirada e suspirei em antecipação. A seguir ele beijou os meus pés. Isso me fez lembrar que antes ele jamais faria isso em mim, que era beijar os meus pés de forma tão rendida e submissa.... agora estava sendo diferente. Por vários minutos minhas pernas foram beijadas e eu me contorcia de prazer.

—Gosto disso. Sussurrei.

—Gosta? Perguntou ele estando a centímetros dos meus lábios agora.

—Sim. Após eu falar ele me beijou.

Nos beijamos de forma envolvente e o senti suspendendo o meu vestido, depois se afastou e abriu a algema da mão direita. Meu vestido foi retirado e fiquei somente de calcinha sobre a cama. Novamente a algema foi presa e me movi na cama sentindo o meio de minhas pernas úmido demais. Ganhei um selinho e ele se afastou estando eu querendo muito mais. Meus seios foram sugados por vários minutos e gemi alto, com isso afastei minhas pernas como um convite mudo. Como eu adorava o que ele fazia comigo estando com a boca lá, pensei.

—Sei o que quer. Disse ele continuando a sugar meu seio esquerdo e acariciou o outro de forma suave com a mão.

—Quero você e já. Está me matando com toda essa preliminar. Após eu falar ele sorriu. –Está me castigando.

—Sim e não.

—Explique-me isso. Pedi o sentindo puxar a minha calcinha para baixo e a tirou deixando-me exposta.

—Está tão molhada. Disse ele me invadindo repentinamente com um dedo e gemi com a inesperada invasão. –Você me deixou todo esse tempo desesperado por você. Pelo seu toque e louco sentindo falta de fazer amor com você. Quase me levou a loucura ao aparecer daquele jeito sexy em meu apartamento em seu aniversário, como estava linda. Não resisti esse dia lhe possuindo a minha forma torta. Depois que a Marie ficou doente. Logo após que você voltou de New york por causa dela, eu a tive por várias vezes e foi maravilhoso. Mas depois.... esses meses todo separados que me levou ao celibato. Fiquei louco meu amor, eu só desejava e pensava em você. Você pode entender?

—Oh! Edward. Choraminguei. –Então está me castigando por isso? Perguntei sentindo o dedo dele se movendo lentamente dentro de mim.

—Digamos que sim. Após ele dizer e retirar o dedo de mim, senti o deslizar de algo em minha pele. Ele passou aquilo em meu rosto delicadamente e pude perceber ser uma flor, acho que uma rosa. A mesma deslizou pelo o meu pescoço várias vezes. Depois foi a vez de deslizar pelo o meu colo, vão dos meus seios, nos bico dos meus seios por várias vezes excitando-me mais. Depois no quadril e desceu pelas minhas pernas. –Não mereceu todas as agressões que eu cometi.

—Não é hora para isso, por favor.

—Não, não é, mas é dessa forma que devo trata — la.

—Como? Perguntei baixinho.

—Prefiro mostrá-la.

O objeto macio parou de acariciar o meu corpo e fui beijada de forma intensa. Gemi na boca dele e implorei por ar. Eu estava a ponto de gozar já e Edward se afastou deixando-me ofegante. Senti que eu estava ficando ainda mais molhada e gemi baixinho. Senti vertigens e um pouco tonta pela adrenalina estar intensa e respirei fundo. Fiquei surpresa por me sentir assim justamente agora e ignorei, pois o prazer estava intenso e eu não queria estragar tudo.

Ao tornar a se aproximar, eu percebi que ele estava nu. Aproximando-se de forma descarada, seu membro foi de encontro a minha boca e o abocanhei sentindo o seu cheirinho bom. Edward gemeu e se moveu por várias vezes em minha boca, tive que relaxar a minha garganta e minutos depois se afastou deixando-me louca por mais. Esfreguei minhas pernas uma na outra sentindo o meu sexo comichar intensamente por desejá-lo dentro de mim. Eu gemia de forma entregue e minhas mãos foram postas bem acima da minha cabeça estando presas na algema ainda.

Minhas pernas foram afastadas e Edward me sugou lá, foi como tomar uma descarga de prazer e gritei.

—Oh meu Deus! Falei entregue sentindo a língua dele correndo em mim e me penetrou com ela. Abri minhas pernas novamente o sentindo sugar todas as minhas dobras e senti a tontura novamente me tomando intensamente por todo aquele desejo correndo em meu corpo. Movi meu quadril da forma que dava na boca dele e....-Vou gozar...hum!

—Calma. Disse ele se afastando e gemi frustrada.

—Não faça isso......preciso de você e agora.

—Precisa?

—Sim. Após eu afirmar passei a língua em meus lábios para lubrificá-los.

—Precisa e será para sempre dessa forma?

—Sim, sim, sim. Falei desnorteada o sentindo sugar o meu ponto máximo de prazer novamente. Do nada ele concentrou as lambidas só ali e gemi descontrolada com as sensações.

—Humm deliciosa. Adoro o seu gosto, me deixa com mais vontade e tesão.

—Ahh meu amor você que é, e está me torturando. Por favor, por favor. Ah! Como eu quero você.

Escutei Edward sorrindo após se afastar e senti algo ser posto em minha boca, abri meus lábios e senti ser morango. O mesmo estava docinho e o mastiguei sentindo Edward beijar o meu seio. Novamente outro morango foi posto e esse estava com chantilly, de propósito ele lambuzou a minha boca. A mesma foi limpa pelos lábios dele e nos beijamos intensamente com gosto de morango. Edward fez o mesmo lá em baixo, uma mistura de quente e gelado que me fez arfar, por pouco não gozei com suas lambidas e ele veio me beijar.

.

.

5 minutos depois.

Ele se afastou dos meus lábios deixando-me desnorteada e aos arquejos pela falta de ar. Eu implorava por muito mais. Minhas mãos foram libertas da algema, mas suas mãos a prenderam da mesma forma e deslizou vindo em sentido o meu ombro em uma carícia suave. Apreciei isso e tendo passe livre eu acariciei os braços dele após correr meus dedos através das mãos dele. Eu estava vendada ainda e Edward se ajeitou sobre mim.

—Apenas sinta-me.

—Ok.

Outro morango foi posto com chantilly em minha boca e o mastiguei sentindo uma calda doce, Edward me beijou e me roubou um pedaço. A venda foi tirada e abri meus olhos, encontrei sua imensidão verde vidrada em mim e seu olhar me dizia o quanto ele também estava excitado. O puxei de encontro a mim e nos beijamos como dois sedentos. Abri bem mais minhas pernas e Edward foi me penetrando devagar estando eu já gemendo de forma louca por estar o desejando tanto. Ele colocou só alguns centímetros e tirou. Tornou a colocar por várias vezes e tirava permanecendo nessa brincadeira. Nunca por completo e o arranhei nas costas por causa do prazer. Gemi em seus lábios por diversas vezes e achei que iria desmaiar. Com um impulso firme ele ficou todo em mim e choraminguei o apertando no traseiro contra mim. Ele me pegou de surpresa, acho que ele também estava no limite.

—Que delícia. Ele disse baixinho. Edward impulsionou seu corpo contra o meu de forma firme por várias vezes e mordeu meu pescoço de forma erótica me fazendo apertá-lo no ombro e gememos estando ele parado nesse momento.

—Você que é tudo de bom. Falei estando ofegante e o acariciei no rosto. Eu o mastigava intensamente tão precocemente e Edward voltou a investir contra o meu corpo de forma precisa. Eu literalmente morreria de prazer essa noite e suspirei, gemi, a cada impulso dele.

.

7 minutos depois.

Estando eu de olhos fechados agora eu tentava resistir à vontade de gozar com ele rebolando lentamente e estando inteiramente dentro de mim. Ele me tocava em todas as partes dessa forma e sua pele massageava involuntariamente o meu ponto máximo de prazer. Eu estava totalmente aberta sobre a cama e segurava o lençol em cada lado de minha cabeça. Meus seios balançavam lentamente com os nossos movimentos e ele era tão grande e...

—Ohh não aguento mais essa tortura Edward. Eu, eu.... vou... ahhhhhh. Ahhhhhh. Ahhhhhh.

Eu gozava intensamente o apertando e Edward devorou a minha boca. Eu estava suada demais, pegando fogo na verdade e nos beijávamos com ele investindo pra valer agora em mim.

—Isso goza para mim. Sou o seu homem e seu corpo pertence a mim. Disse ele em meus lábios e começou a investir com vontade chocando-se em meu ponto máximo de prazer. Em momento algum ele machucou a minha barriga.

Meus seios balançavam rapidamente agora com suas investidas e estando sensível eu me senti explodir novamente. Gemi alto por diversas vezes e Edward me olhou surpreso. Ele acabou gozando nesse momento e gemeu nunca que parando de investir, com isso me movi também para lhe proporcionar o que ele havia feito por duas vezes seguidas em mim. Que era prazer, prazer intenso.

Ficamos ofegantes, suados e nos beijamos. Nosso coração estava acelerado e voava em nosso peito.

—Adorei ser torturada dessa forma.

—Eu mais ainda. Agora você não me escapa mais. Disse ele sério e olhando nos meus olhos.

—Nunca mais. Afirmei e o senti desconectar o nosso sexo, parecia que havia um imenso vazio dentro de mim e eu o olhava.

Acariciei o rosto dele e ele me olhava como se enxergasse a minha alma através do meu olhar. Nos abraçamos e ficamos assim.

—Te amo.

—Eu sei Edward e eu te amo mais. Adorei tudo.

—Mas não acabamos ainda. Disse ele sorrindo lindamente. — A propósito, adorei a sua calcinha.

—Gostou?

—Sim. Gosto de apreciá-la com lingeries. Alice tem bom gosto e ela sabe dos meus.

—Então ela acertou.

—Sim em todas elas. Disse ele me olhando intensamente e desceu o olhar para os meus seios que continuavam fartos e modificados pela gravidez. -Quero vê-la sempre linda para mim com elas e não para os outros. Sou ciumento demais e você sabe disso, não suporto vê-la de papo com outros homens.

—Sim. Falei quando ele começou a me acariciar lá e percebi o quanto pegajosa eu estava com os seus fluídos.

—Quero que seja novamente a minha esposa bella e não estou brincando.

—Eu já aceitei ser.

—Não poderia ser o contrário tendo mais uma boquinha futuramente para alimentar.

Ele sorriu lindamente e eu também sorri. Ele se levantou da cama e finalmente eu olhei em volta. A cama era enorme com uma linda colcha vermelha e travesseiros da mesma cor. Corri minha mão direita apreciando a textura do tecido fino e senti o semem dele abandonando o meu corpo. A vista para o mar era linda e o local era de um luxo só.

—Isso é um motel?

—Sim

—Gostei da banheira com pétalas de rosa. Falei olhando para aquela banheira enorme no banheiro, o mesmo estava com a porta aberta. -Gostei também do morango docinho com chantilly. Eu disse ao me levantar da cama com a ajuda dele.

—Só disso que gostou?

—Ahh não mesmo meu amor... Gostei de nós dois juntos e de você fazendo amor fantasticamente comigo. Quero muito mais também. Falei sorrindo. -Adoro sexo como você cansou de falar que eu adorava e acertou na mosca. Eu disse o abraçando e fui retribuída. -Estou viciada em fazer amor com você meu amor e gosto muito dele. Eu disse o acariciando lá e ele sorriu. –Estou mais que satisfeita, ele é só meu também.

—Quero amá-la e ser para você o que merece ter.

—Você também merece.

—Você muito mais. Disse ele pensativo e vi que ele custaria a se recuperar.

—Posso te pedir algo? Pedi o acariciando no rosto.

—O que quiser e eu irei te dar.

—Não, não é material porque eu já tenho o que preciso e é o suficiente.....Quero que pare de se condenar em relação a mim por tudo que passamos.

—Como farei isso meu amor? Perguntou ele pesaroso e segurando o meu rosto sem desviar o seu olhar do meu. — Sempre me lembro do meu mau comportamento e cai-me na cara o quanto você é uma pessoa boa de coração. Não sei se consigo, ou se algum dia eu conseguirei, que Deus me perdoe por tudo isso que fiz com você. Não conseguirei me esquecer da noite para o dia. Não me perdoo por ter te batido injustamente tantas vezes e...

— Parei de fazer isso com você ao pensar que você era um monstro e é vida nova meu amor. Somos duas pessoas em recuperação ainda, mas para ficarmos curados será um ajudando o outro sem punições mentais. Veja o seu pai e a sua mãe, um exemplo. Agora seremos nós. Eu e você, você e eu, e os nossos filhos que são tudo para nós. Por eles temos que ser forte e superar tudo isso. Eu o aceitei na minha vida. Lhe desejo com tudo que me fez, pois passei uma borracha porque o meu amor é maior que tudo. Vejo a mudança em você, não o aceitaria se fosse o contrário. O que sinto por você é tão forte e profundo que superou toda aquela mágoa. Sei agora da onde eu vim sem ter noção na época, sei da sujeira envolvendo vocês, mas o que importa é estarmos unidos. Aceitei você com essa bagagem que desaprovo, mas não permitirei que ela respingue em mim e em nossos filhos. Amo, amo, amo demais você. Por nós, nos libertaremos de tudo isso com o tempo e chega desse tipo trabalho. Pode entender melhor agora o quanto eu amo você?

—A Marie, ela foi feit.....

—Shuuuuu. O interrompi. –Sem negatividade nos assombrando para nos afastar. Esqueça por mim, por favor, é o que te peço do fundo do meu coração. Eu a amo incondicionalmente, ela é a minha filha querida e não importa mais o resto. Ficou para trás. Sempre será desta forma e agora teremos mais um para amar. Os dois serão amados de igual forma por mim e por você. Sem exceção de tratamento, apenas igual. Eles crescerão sabendo que foram feitos com muito amor e não o contrário, no caso a Marie. Ela nunca irá saber o que passamos porque é vida nova. Você me deve isso, a minha condição é você parar de se punir. A minha felicidade é você Edward. Nossos filhos e a nossa família. Eu tenho uma família hoje.

—Tudo bem. Disse ele acariciando o meu rosto. – Você é uma mulher maravilhosa. Sou sortudo porque mesmo depois de tudo ainda pude tê-la para mim. Irei cuidar de você, eu prometo. Eu prometo do fundo do meu coração amor. Agora você entende porque eu trocaria a minha fortuna para tê-la ao meu lado. Eu te amo tanto.

—Eu, eu também por ter sido capaz de despertar o antigo Edward e trazê-lo de volta a vida. Consegui tirá-lo da escuridão, isso está sendo uma benção......Ficará melhor cada vez mais.

—Mas você não me conhece cem por cento ainda.

—Apenas me mostre quem você é de verdade. Teremos uma vida inteira pela frente, é tempo suficiente para conhecê-lo.

—Tem razão. Sorrimos.

Nos beijamos como se apreciássemos o mais delicioso mel. Depois Edward me pegou no colo e me levou até o banheiro. Entramos na banheira que estava cheia de pétalas de rosa e a água estava agradável.

—Humm está quentinha a água.

—Sim. Afirmou ele me olhando intensamente, ele me comia com o olhar.

Aproximei-me dele colocando minhas pernas cada uma de um lado do corpo dele e o beijei com paixão após me sentar sobre ele.

—Você é o melhor de todos para mim.

—Sou o melhor dos outros?

—Por eu te amar, por você fazer magicamente bem..... sim. Desculpe-me por fazê-lo sofrer em silêncio estando eu com o William ou com o Max. Com o William foi para tentar tirá-lo do meu coração a todo custo. Descobri-me com ciúmes de você e o amando loucamente, isso eu não queria naquela época, mas foi tudo em vão. Sou intensa demais com meus sentimentos e em relação a você.

—Tudo bem. Na época teve as suas razões por me odiar. Tudo faz sentido agora em sua forma de agir algumas vezes. Pensei ser coisa da minha cabeça na época, mas vejo que não.

—Sim é verdade, mas nenhum mais me interessa apenas você meu amor. Apenas você em minha vida e não quero outro. Acabei me acostumando com você. Amo os seus pais, os nossos filhos, me sinto completa com vocês ao meu lado. Seus pais são a base que eu perdi e sinto-me confortada com esse pensamento meu. Eu os tenho......também.

—Claro que a amamos.

Ficamos curtindo a banheira sob beijos e carícias, de forma delicada ele acariciou a minha barriga. Entrelacei os nossos dedos e ficamos apreciando um a companhia do outro.

.

.

15 minutos depois.

Após se afastar dos meus lábios, ele me esfregou suavemente com uma bucha e eu fiz o mesmo. O provoquei lá sentindo que ele já estava excitado novamente e o olhei com um leve sorriso em meus lábios. O beijei no pescoço e desci com o mesmo por sua pele perfumada ouvindo os seus suspiros de prazer. Beijei seu peito e circulei minha língua nos mamilos rosado dele. Dei prazer a ele com minha mão e Edward a segurou ao vir me beijar deliciosamente.

—Por que não? Perguntei persuasiva.

—Quero te dar algo. Disse ele com a voz afetada pelo desejo, por isso me impediu de continuar o vai e vem da minha mão.

—Mais um presente? Perguntei surpresa.

—Sim......É algo que gosto muito de apreciar em você........É um vício para os meus olhos, um fetiche digamos assim.

—Ok. Falei com um leve sorriso em meus lábios estando curiosa.

Continuamos na banheira mais um pouco, mas logo saímos daquela água perfumada por rosas e nos secamos. Edward saiu do banheiro primeiro e eu continuei ali por uns minutos me secando, mas ao sair no quarto vi uma bolsa grande de marca famosa sobre a cama.

—Para você. Disse ele e a pegou, depois veio até a mim.

—Obrigado. Falei sorrindo e selei os nossos lábios.

Abri a bolsa e retirei um dos embrulhos que havia ali dentro, era um lingerie e o olhei até me sentindo um pouco envergonhada.

—Quero que vista para mim. Disse ele me olhando intensamente e esse olhar mexia comigo.

—Você quer.... quer que eu coloque isso aqui mesmo? Perguntei olhando para a linda peça e o olhei.

—Sim eu adoraria. Disse ele estando pra lá de excitado.

—Ok. Falei incerta e sorri sem jeito. Tentei desencanar depois de ter usado camisolas sugestivas demais, mas aquela peça em minhas mãos.....

Fui para o banheiro levando a bolsa e me tranquei lá. Lembrei-me da Alice ao telefone em minha lua de mel no resort perguntando se eu estava vestindo as camisolas. Dizendo eu que sim, ela se empolgou, eu me lembrava. Lingeries era a paixão de Edward então. Por isso ele ficava sempre daquela forma, intenso ao me ver com elas. Alice com o seu bom gosto estava em segredo me ajudando a fisgá-lo sem eu mesma perceber. Meu corpo antes não era feio, não mesmo e com curvas.... Agora eu estava um pouco mais magra, mas meus seios continuavam bem volumosos e redondinhos. Meu Deus, eu estava seriamente envergonhada por nunca ter vestido uma dessa antes. Agora eu era uma mulher comprometida, com filhos e não uma adolescente aventureira que fugia de casa. Olhei para a peça e sorri. O sutiã preto, a cinta liga de renda, a calcinha do mesmo material e a meia calça era linda.

Separei as peças e vesti uma de cada vez, nem minha barriguinha me atrapalhou. Por fim fiquei pronta após vestir o lindo sapato novo em folha que combinava com o lingerie. A cinta liga era sensual e me olhei no espelho estando apreensiva. Vesti o roupão, e mesmo me sentindo acanhada era o meu homem quem estava me aguardando a sair. Abri a porta confiante e saí para o quarto, Edward estava sentado no sofá de roupão e escutei a campainha tocar.

—Chegou.

—Hum.

Edward foi até a salinha e fechou a porta atrás de si, não demorou muito ele voltou de lá com uma garrafa do champanhe que eu conhecia ser sem álcool e duas taças sobre a bandeja. Haviam besteirinhas para comer salgada e doce. Inclusive tortinhas de frutas com mirtilo, uva verde e cereja.

—Tudo nosso, mas eu estou curioso. Disse ele olhando com aprovação para o lindo sapato Louboutin que eu estava usando.

—Curioso?

—Sim....e......como. Irei tirar cada peça devagar, estou louco para isso. Disse ele me olhando intensamente e baixou o olhar para a calcinha. Senti ser tocada com a intensidade do olhar dele e suspirei. –É uma mulher linda. Após ele falar eu sorri. Edward colocou a bandeja sobre a mesinha ao lado do sofá e se sentou no mesmo me olhando. –Quero vê-la e apreciá-la. Disse ele me olhando intensamente de cima a baixo agora. — Gosto de olhar, mas depois tornarei a prová-la e lhe darei ainda mais prazer.

—Me deixa excitada falando assim e me olhando dessa forma.

—Essa é a intenção. Agora me deixa ver, por favor. Pediu ele me comendo com o olhar e me lembrei da vez que ele me pediu para me olhar e fez-me tirar o vestido contra a minha vontade. Isso aconteceu em minha atual casa ao me descobrir com o William em New york. Ele me castigou nesse dia por me descobrir com outro em new York e o olhei. Suspirei e afastei o roupão deixando-o cair em meus pés e senti-me envergonhada.

—Não estou à mesma coisa e.....

—Ahhh para mim isso não importa. Ele me interrompeu. -O importante é que é a minha Isabella aqui comigo. Disse me aproximando dele ao segurar na minha mão e correu a mão na peça estando eu em sua frente. –Está ainda mais deliciosa dessa forma.

—São seus olhos.

—É, e eles enxergam muito bem. Disse ele e beijou por duas vezes a minha barriga sobre o tecido. Se abaixando mais um pouco ele beijou o meu sexo sobre a calcinha e acariciou a minha coxa fazendo-me arrepiar por completo. Ele tornou a me beijar lá e me olhou. –Adoro o seu cheiro, por isso nunca consigo resistir. Falou ele estando com os lábios contra o tecido ainda.

Me afastei sorrindo e me ajoelhei com cuidado, estando em frente a ele eu desfiz o nó do roupão que ele vestia e ele selou nossos lábios brevemente. Ele se afastou e estava nu, com isso beijei seu peito, depois desci com os beijos e circulei o umbigo com minha língua. O tempo todo ele corria a mão em meus cabelos. Comecei a acariciá-lo em seu peito malhado ao mesmo tempo beijando o local, depois em sua região íntima e segurei o seu sexo. Comecei com o vai e vem e Edward suspirou, não pensei muito e o abocanhei apreciando. Eu continuei o vai e vem da forma que ele gostava e passava inúmeras vezes a minha língua em sua cabeça avantajada sempre que chegava ao topo. Coloquei mais pressão em meus lábios e ele gemeu. Conforme foi passando os minutos, eu aumentei à intensidade o levando a loucura.

—Espere, espere. Disse ele ofegante.

—Por quê? Perguntei risonha e o abocanhei fazendo-o fechar os olhos para depois torná-los a abrir.

—Posso não conseguir durar muito se continuar fazendo dessa forma.

—Ohh......pobrezinho. Falei sacana e o abocanhei pra valer o trazendo até a borda quase o fazendo transbordar. Rapidamente ele me afastou sorrindo. –Ok. Falei me levantando.

—Você é uma garota má. Disse ele segurando o seu sexo e o acariciou me olhando, era excitante olhá-lo fazendo isso.

—Sim. Falei indo me deitar na cama de barriga pra baixo com cuidado, mas nem cheguei a deitar de tudo e fiquei de quatro. Movi meu corpo sensualmente por várias vezes simulando que eu fazia sexo e o olhei. -Como já percebeu, não faço o tipo de ter bom comportamento......Sou uma mulher.......indomada.

—Não quero que tenha comigo. Disse ele vindo até a cama e me deitei de costas, na mesma hora o brequei com o meu pé em sua barriga estando o mesmo naquele lindo sapato. Na verdade o impedi de se aproximar e sorri sacana.

—Não quer? Perguntei descendo minha mão vagarosamente pela minha barriga até o meu sexo. Fazendo isso, ele ficou me olhando acariciar o meu ponto máximo de prazer sob a calcinha e suspirei safadamente por estar muito bom na verdade. –Gosta do que vê? Perguntei o olhando ao me acariciar e tirei minha mão lentamente de lá. Eu já estava pra lá de excitada novamente.

—Sim é desta forma. Disse ele se acariciando e uma gota de lubrificação em seu sexo deixou claro o quanto ele estava pronto. Edward a sua forma mandona me fez levantar e sorri, eu adorava essa parte durona dele e me senti molhar ainda mais.

—Quer me vencer a sua moda, mas gosto que seja assim entre quatro paredes. Após eu falar ganhando a sua distração, eu o empurrei na cama e ele sorriu ao cair deitado.

—Então é assim? Perguntou ele me olhando naquele lindo lingerie e o olhei afirmando que sim somente.

Fui até a mesinha e abri a champanhe provocando um estouro, Edward fez menção de levantar e eu penas neguei com a cabeça o olhando intensamente. Ele estava tão excitado e com cara de quem estava pronto para atacar, com isso sorri. Enchi as duas taças e fui até a cama segurando ambas, ofereci uma a ele e brindamos.

—Um brinde ao nosso amor Edward.

—Um brinde ao nosso amor eterno. Tim, tim.

—Tim, tim. Após eu falar, encostei a minha taça na dele.

Bebemos o champanhe nos olhando com adoração e fui até o pote retorcido de vidro pegar um morango em calda com chantilly. Estava delicioso assim. Retornei a cama, tirei um mamilo para fora e o lambuzei com o creme branco após afastar o sutiã. Sem pudor algum eu deixei Edward limpá-lo e suspirei estando ele o abocanhando pra valer e deslizou a mão pela minha perna sobre a meia. Sentei-me sobre ele e terminamos com o champanhe da taça. Me fazendo beijá-lo a sua moda dominante e intensa, ele tirou a parte de cima do lingerie e depois a minha calcinha após desafivelar as ligas presas na meia. O fiz se deitar na cama e fiquei por cima dele, nos beijamos estando ele acariciando o meu traseiro e o apertava mediante ao seu prazer. Como ele suspirava com as sensações que o prazer causava em seu corpo e isso se refletia em sua pegada intensa em minha pele. Esfreguei-me pra valer em sua excitação misturando a nossa lubrificação e estando enlouquecido já, Edward tentava me invadir a todo custo e me levantei da cama sorrindo internamente. O olhei e enchi novamente a nossa taça, nisso Edward se levantou.

—Sei que está me provocando. Disse ele pegando a taça e bebeu após me abraçar firmemente por trás. Tentei fugir e ele sussurrou em meu ouvido. –Não mesmo. Quero que permaneça de meia e sapato quando eu estiver todo em você. Após ele sussurrar em meu ouvido eu suspirei. –É hora de ter o que me pertence.

Fazendo-me levantar uma perna, eu coloquei meu pé sobre o sofá. Apoiei minhas mãos no sofá estando de costas para ele e sem esperar Edward me penetrou levando-me a lua e gemi alto. Ele era grande e me invadir daquela forma intensa era pecado demais. Senti-me alargar e choques de prazer eram dados em meu útero. Seus movimentos eram ritmados, precisos, mas não apressados de forma a me machucar. Rebolei o sentindo tocar o meu limite e Edward diminuiu a intensidade na medida que foi percebendo que eu iria gozar.

—Não! Continue! Eu implorava e a resposta era as suas hipnotizantes sugadas em minha orelha e seus quadris se chocando deliciosamente em mim. Ele me tocava com os dedos em meu ponto máximo de prazer agora e ofeguei, logo após eu gemi estando na borda. –Oh Deus Edward! Eu choramingava. Ele sempre que percebia que eu estava na borda, ele diminuía a intensidade ou parava de se mover permanecendo inteiramente dentro de mim. Eu o mastigava tanto estando ele imóvel dentro de mim. -Por favor, por favor. Eu implorava e ele me torturou.... –Hum.....

15 minutos depois de pura loucura e tortura.

Desconectei o nosso sexo quando ele deu mole estando eu o mastigando cruelmente e o fiz se deitar na cama. Na mesma hora eu fiquei por cima dele sentindo-me muito tremula pelas sensações e conectei o nosso sexo novamente. Movi-me de forma intensa e de jeito a me esfregar nele, com isso fechei os meus olhos pela intensidade do prazer. Estava sendo custoso controlar o orgasmo agora, mas eu queria aproveitar mais um pouco.

.

9 minutos depois.

Edward acariciava o meu corpo e gemíamos constantemente ao nos movermos. Não me aguentando, ou talvez o meu ritmo, Edward me deitou de costas na cama. Ficando por cima ele me penetrou devagar, pude sentir seu sexo molhado deslizar com facilidade e seu impulso seguinte me fez gritar.

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17 minutos depois.

Eu estava no meu limite com o tanto que ele me privou de gozar. Abafando meus gemidos com seus lábios, apertei sua pele por onde minhas mãos passavam. Eu já tremia demais com as ondas do orgasmo que irradiavam em mim e Edward continuou investindo sem parar parecendo estar possuído agora. O quarto já girava para mim em meio a nossa loucura e fechei os meus olhos sentindo-me pra lá de nauseada. Eu não iria aguentar dessa vez, eu levava uma surra bem dada de amor e sexo.

—Eu vou, aaaaaaahhh eu vou gozar. Falei toda mole sentindo-me ainda mais zonza, acho que...... de tanto sentir prazer. –Oohhh..... Edward. Falei estando tontinha e sentindo agora a intensa eletricidade do prazer voar em meu corpo. Meu coração estava pra lá de acelerado. –Você me fez ficar viciada em você. Eu disse em meio à loucura. vou go..zar

—Isso meu amor, goza e me faça gozar com essa delícia que só você tem. Posso sentir o quanto ela está gostando e o quanto está louca para gozar nele. Disse ele baixinho de forma safada em meu ouvido e mordeu a pontinha da minha orelha.

Movi-me junto com ele sentindo o meu corpo já surrado de tanto fazer amor. Meu sexo, ah! Nem se fala. Meus gemidos constantes o enlouqueciam ainda mais ao nos beijarmos tão necessitados.

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3 minutos depois.

—Hummm!!!

Gozei o apertando intensamente nas costas sem ter forças mais para gemer. Na mesma hora Edward gozou investindo com vontade estando eu tremula demais pelo orgasmo intenso. O quarto agora girava a trezentos e sessenta graus a minha volta e vi tudo apagar levando-me a escuridão total.........

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Um bom tempo depois.

Fui despertando aos poucos e me movi devagar na cama. Minhas pernas se encontravam deliciosamente surradas e o meu sexo.....Deus! Edward estava deitado ao meu lado e me aproximei dele devagar. O olhei e ficamos nos olhando por longos segundos.

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1 minuto depois.

—Nunca fiz amor de jeito que me levasse ao nocaute dessa forma. Desculpe se o assustei amor. Falei sorrindo levemente, já Edward me olhava apreensivo.

—Está se recuperando ainda e pegamos pesad... Falou ele sério.

—Shhhh. Não mesmo e eu quero muito mais depois. O interrompi.

—Podemos ir com calma, acabamos nos empolgan....

— Shhhh. Está sendo maravilhosa a nossa noite Edward.

—Está sim. Afirmou ele e nos beijamos. Isso porque eu praticamente o ataquei com os meus lábios.

Ficamos nos curtindo um pouco e Edward de forma carinhosa tirou o meu sapato. Depois foi a vez da meia e fomos para o banheiro tomar banho com ele me carregando todo atencioso no colo. Ele ligou o chuveiro e me deu banho, suas mãos gentis deslizavam com sabão pelo o meu corpo e se demorou em minha barriga. Olhei para ele e sorri.

—O nosso bebê.

—É. Disse ele a acariciando e me beijou. –Acha que abusamos muito hoje? Fomos muito intensos e....

—Não, não e não. Foi maravilhoso e delicioso meu amor, você me satisfaz.

—Ok. Você também me satisfaz, somente você.

—Não me machucou. Sei o quanto ele é desproporcional ao meu tamanho, mas me sinto ótima. Quero muito mais. Falei o abraçando e Edward sorriu.

—Jamais irei machucá-la, apenas lhe proporcionar prazer. Mas quando estamos fazendo amor, você me deixa louco e eu me empolgo. Não podemos perder o controle estando você sensível ainda. Nos tornamos intensos quando excitados. Eu e você nos tornamos irresponsáveis e você sabe disso.

—Gosto quando se empolga, porque faz da forma que eu adoro.

—Eu também adoro.

Dei banho nele e o esfreguei lá, depois lavei seus cabelos com xampu e nos enxaguamos de forma tranquila. Saímos para nos secar e voltamos para o quarto. Comemos o que Edward havia pedido e bebemos o restante do champanhe sem álcool. Conversamos muito também a respeito do meu carro novo e o deixei saber o quanto eu estava feliz. O carro blindado dizendo ele era para proteger os tesouros dele e sorri. Estando eu sentada no colo dele no sofá, eu fui sentindo a exaustão em meu corpo durante a nossa conversa. Minhas pálpebras foram pesando e acabei dormindo no colo dele estando ele me envolvendo em seus braços. Eu estava no paraíso literalmente.

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Às 14:35min.

Fui despertando aos pouquinhos. Espreguicei-me sentindo o meu sexo sensível e sorri ao me lembrar da intensa madrugada de amor. Edward me abraçou por trás para a minha surpresa e sorri ainda mais.

—Bom dia. Falei risonha.

—Boa tarde amor.

—Ops. Sorrimos. –Dormi muito, nossa!

—Não tem problema. Dormimos por volta das cinco e meia da manhã.

—Nem percebi, você me tirou o raciocínio.

—Um pouco. Afirmou ele estando colado em mim como fazia antigamente para implicar comigo e apreciei esse contato sendo hoje o mesmo, mas diferente em minha concepção. –Está com fome?

—Sim, com dupla fome meu gatão.

—Quer café ou o almoço? Perguntou ele sorrindo.

—Pode ser o café e você. Você se importa?

—Nem um pouco. Podemos tomar o nosso café da tarde.

—Ok.

Levantei da cama devagar por sentir-me muito tonta, mas disfarcei isso por causa dele e fui escovar meus dentes, tudo indicava que Edward já havia escovado os dele. Ele pediria o nosso café da tarde e relaxei. A seguir me aliviei e tomei uma ducha sem me demorar ou olhar muito para baixo por causa da tonteira. Dei um jeito em meu cabelo e acariciei a minha barriga sorrindo ao me lembrar de tudo que fizemos. Sai do banheiro e fui caminhando devagar, Edward estava assistindo televisão e me deitei com cuidado sobre ele de forma a não me machucar.

—Tudo bem? Perguntou ele me olhando e sorri.

—Sim, tudo ótimo amor. Você dormiu bem?

—Sim perfeitamente. Você ao meu lado me acalma.

—Que bom, que bom.

—Nunca nenhuma mulher desmaiou após uma transa intensa comigo. Após ele falar eu gargalhei e tampei os meus olhos com a mão direita. A outra estava sustentando o meu corpo na cama.

—Desculpe amor. Após eu falar risonha, destampei meus olhos. –Desculpe assustá-lo, mas como você percebeu, minha gravidez me deixou assim frágil, diferente até de quando eu estava grávida da Marie. Pior seria se eu me enjoasse de fazer amor com você e desejasse outro homem loucamente. Após eu falar, sorri.

—Qual é a graça nisso? Perguntou ele me olhando nos olhos, pois o ciúme o corroía.

—Desculpe estar tão afetada pela gravidez. Esqueceu que eu não sou uma grávida normal? Perguntei o acariciando no rosto.

—É normal sim, apenas está com anemia e...

—Enjoando demais da conta. Completei a frase dele. –Mas o meu apetite sexual não mudou em nada, apenas multiplicou. Após eu falar ele sorriu. –Quero muito você.

—Amor eu estou vendo que essa gravidez a tornou uma ninfomaníaca e safada.

—Os homens gostam, aliás.....adoram. Falei sorrindo travessa.

—Os homens não, eu gosto. Apenas eu e mais ninguém. Disse ele segurando o meu rosto.

—Ok. Falei me roçando nele e selei os nossos lábios. Edward aprofundou o beijo, mas foi parando aos poucos e me olhou.

—Podemos fazer amor novamente quando você estiver melhor.

—Não mesmo, eu estou ótima! Posso te mostrar, ou serei eu a algemá-lo nessa cama.

—Eu adoraria ser o se prisioneiro.

—Gosto da ideia.

Sorrimos e nos beijamos calmamente. Beijei o pescoço dele vagarosamente e mordi de leve a orelha, pude senti-lo excitado sob mim. De forma vagarosa eu continuei roçando nele e Edward me fez deitar de costas na cama. Ficando sobre mim tornamos a nos beijar.

.

Um tempinho depois.

Edward interrompeu o nosso beijo e acariciou meus seios após abrir o roupão. Sua mão correu do meu pescoço até o meio das minhas pernas estando eu completamente nua. Afastando minhas pernas ele beijou o meu sexo e passou a língua bem devagar me fazendo mover o meu corpo. O som que suas sugadas lá provocavam, me deixou com mais tesão e abri ainda mais minhas pernas e fechei os meus olhos para apreciar. Edward fazia aquilo tão bem e me movi estando entregue ao prazer. Estando eu gemendo deliciosamente, Edward veio me beijar.

.

5minutos depois.

O afastei com muito custo para respirar e ele beijou o meu pescoço, eu adorava aquilo e gemi baixinho. Edward se ajeitou em mim e me penetrou bem lentamente, pude sentir o quanto eu estava sensível e suspirei com sua invasão. Não me importei e relaxei o quanto eu pude, mas a cada ida e vinda eu o apertava nas costas e comecei a acariciá-lo. Edward voltou a me beijar, mas parou minutos depois para me olhar.

—Está confortável amor?

—Apenas continue.

Ele voltou a me beijar e eu gemia baixinho entre os lábios dele. Ele também gemia cada vez que afundava em meu corpo e aumentou as investidas.

—É deliciosa demais. Disse ele em meu ouvido. –Não consigo ir mais devagar nesse momento.

—Estou adorando. Falei acariciando o traseiro dele e o apertei de leve.

Edward voltou a me beijar e meus seios sacudiam, logo comecei a sentir que eu gozaria e gemia cada vez mais ao me aproximar da borda. Envolvi minhas pernas na cintura dele e Edward gemeu, ele estava indo profundamente e tudo em mim explodiu. Gemi alto não me importando e Edward nunca que parava de se mover. Não demorou muito ele também gozou gemendo sem parar na minha boca. Corri meus dedos entre os fios do cabelo pra lá de macios dele e Edward investiu até sair à última gota de semem em mim.

—Você sim que é delicioso. Falei extasiada. Esse homem um dia iria me matar de prazer com esse sexo potente.

—Você acha?

—Tenho certeza.

Nos beijamos um pouco e fomos nos acalmando com o passar dos minutos. Do nada ele desconectou o nosso sexo e eu o olhei. De forma carinhosa ele selou os nossos lábios e a campainha no quarto tocou.

—Chegou o café.

—Humm estou faminta.

Edward se levantou da cama e ajeitou o roupão no corpo. Fiquei o olhando ajeitar o seu sexo ao se afastar e me sentei na cama. Decidi ir até o banheiro me limpar, mas preferi tomar um banho e entrei no Box. Abri a água dosando a temperatura da quente com a fria e comecei a me lavar. Estando distraída escutei a porta do Box correr e Edward me abraçou por trás impedindo-me de continuar. Ele pegou o sabonete oferecido pelo motel e me lavou, fiz o mesmo com ele e nos beijamos estando ambos sob a água. Que sensação deliciosa.

Não nos demoramos e saímos para nos secar, eu estava louca por muito mais e o olhei de cima a baixo estando nu. Eu estava cheia de água na boca por ele novamente e suspirei ao olhá-lo em uma deliciosa parte de seu corpo. Edward era um homem atraente demais e por isso as mulheres o devoravam com o olhar. Alto, bonito, malhado na proporção certa, cheiroso como o paraíso olfativo, todo asseado e muito bem dotado. Como era bem dotado eu pensava e estava sentindo o resultado da sua potente ereção em minhas entranhas sensíveis. Eu o olhava estando desejosa demais e isso não era normal, havíamos acabado de fazer amor. Eu estava sensível em minhas partes, mas eu me sentia insaciada, querendo e ansiando por mais. Muito mais e eu o secava com o olhar sem disfarçar.

—O que foi amor? Perguntou ele vindo até a mim ao reparar o meu olhar e circulei meus braços em sua cintura o olhando intensamente.

—Quero você novamente.

—Mas nós acab.....

—Desejo você loucamente e nem parece que fizemos amor há poucos minutos atrás. Só em abraçá-lo já me sinto pronta.

—Não consegui dar conta?

—Sempre e muito, sabe disso, mas estou te desejando tanto novamente. Não posso evitar por ser mais forte que eu essa loucura hormonal. Falei o acariciando e beijei seu mamilo esquerdo. –Quem manda ser delicioso demais.

Edward me pegou no colo e me levou para a cama. Deitando-me de barriga pra cima, abrindo minhas pernas e ao mesmo tempo as acariciando, ele começou a me fazer sexo oral. Eu me movia na boca dele sem parar e quanto mais eu sentia a sua língua em mim, mais eu queria. Comecei a gemer sentindo o orgasmo começando a chegar e eu já estava em êxtase tão precocemente. Edward ficou sugando o meu ponto máximo de prazer com precisão e me penetrou com um dedo, ao movimentá-lo lentamente poucas vezes tudo explodiu em mim.

—Ahhhhh. Eu gemia descontroladamente e abri os meus olhos ao me mover na boca dele. O bico dos meus seios estava durinho e moviam a todo o momento conforme eu respirava rápido.

—Essa é uma de minhas paixões. Disse ele me chupando ainda e eu ainda permanecia trêmula.

—Isso foi.... foi delicioso.....Sua boca é incrível. Eu falei estando ofegante demais e Edward veio me beijar.

—Ela também é. Disse ele entre o nosso beijo. –Eu passaria horas só fazendo isso.

Após nos beijarmos por uns segundos, Edward me ajudou a levantar e nos sentamos à mesa para tomarmos café. O mesmo estava farto e tinha de tudo um pouco, eu observava. Ansiosa eu levantei a tampa de inox que cobria o prato e quase caí pra trás, havia duas alianças ali. Uma era toda trançada em ouro e com brilhantes, já a outra era lisa e bem masculina. Eu o olhei sem acreditar.

—Isso é.... Falei sentindo os meus olhos marejarem.

—Alianças, o símbolo do nosso compromisso eterno. Completou.

—Oh Edward!

—Quero que me aceite em sua vida para amá-la e respeitá-la. Disse ele segurando a minha mão e me olhando intensamente. — Quero cuidar de você, dos nossos filhos e ser digno para merecer o seu amor. Farei por onde ser merecedor da sua companhia e quero me sentir sempre orgulhoso porque sou eu quem lhe faz feliz. A cada riso, e que as lágrimas que rolarão serão as mesmas de alegria. Você e os nossos filhos sim são a minha razão de viver. Ter você hoje ao meu lado é um privilégio e agradeço a Deus por isso. Por me realizar esse sonho impossível e distante, que antes parecia impossível ao alcance de minhas mãos. Sei e tenho em mente que eu não mereço tê-la, mas é dessa forma agora porque queremos e farei todos os dias por onde merecê-la.

—Eu te amo e o respeitarei também, até o fim da minha vida. Sorrindo ele veio até a mim e se ajoelhou bem na minha frente. Minhas lágrimas rolaram e Edward as secou.

—Então meu amor, você aceita a se casar comigo? Um recomeçar e vida nova?

—Sim, sim, sim e sim! De forma cuidadosa ele colocou a aliança em meu dedo e eu o olhava ao beijar a minha mão. Fiz o mesmo com ele, coloquei a aliança em seu anelar direito e ele me olhou intensamente.

—Estamos noivos agora. Disse ele acariciando o meu rosto.

—Sim.........assim que deve ser....etapas. Falei sentindo a lágrima rolar.

—Gostou?

—Sim eu amei.

Nos beijamos comigo sentindo cair açúcar no canto dos meus lábios e movemos as nossas línguas de forma suave uma na outra. Meu rosto foi acariciado quando ele interrompeu o beijo e o olhei nos olhos.

—Estou tão feliz.

—Eu também Edward. Obrigado por me fazer feliz. Estão se dissipando as nuvens meu amor.

—Serei o seu sol. Acariciei o rosto dele e voltamos a nos beijar.

—E eu a sua lua. Falei entre o nosso beijo.

.

4 minutos depois.

Comi um pedaço de melão e Edward me deu um pouco de suco de laranja estando todo carinhoso. Ofereci um pedaço de bolo a ele e o mesmo foi aceito de bom grado. Tudo estava delicioso, inclusive a torta de maçã e do nada eu deixei minhas lágrimas rolarem.

—Preciso que um dia você abandone tudo que faça os nossos filhos seguirem o mau caminho.

—Quando for possível e por você eu farei, sabe disso. Não posso falhar com você depois de tudo que passamos meu amor.

—Ok.

Sorri levemente o olhando, depois observei seu peito forte descoberto. Seus ombros largos me encantavam e ele me pegou o observando. Edward sorriu e eu sorri também.

Eu me senti saciada e parei de comer, já Edward comeu bem dizer tudo parecendo estar bem faminto. Por fim nos levantamos da cadeira e nos deitamos na cama após eu pegar o meu celular.

—Irei ligar para a mansão.

—Ok.

Disquei o número de lá e chamou quatro vezes.

—Alô.

—Esme sou eu, bella.

—Oi filha! Como você está? Está se sentindo bem?

—Eu estou ótima, feliz e oficialmente noiva.

—Hummm!!!!! Ouvir isso é ótimo! Disse ela sorrindo e demonstrando estar contente.

—Verdade. Sorri. -E a Marie?

—Acabou de tomar uma vitamina e está no colo do avô.

—Ela está te dando muito trabalho?

—Claro que não, minha neta não me da quase trabalho filha.

—Isso é. Sorrimos.

—Está aproveitando? Vocês estão.....

—Sim e muito.

—Isso mesmo.

—Ok então.

—Aproveitem e dê um beijo em meu filho querido.

—Pode deixar. Tchau.

—Tchau filha.

Encerrei a ligação e o olhei.

—Sua mãe te mandou um beijo.

—Obrigado. Disse ele risonho e me abraçou.

Durante a tarde ficamos abraçadinhos e fizemos novamente amor com ele indo devagar e quase parando. Ele estava cauteloso agora e senti-lo era demasiadamente bom. Estava ótimo assim, mas o fiz ir um pouco mais rápido. Colocando-me depois de quatro, Edward me lambeu toda estando nessa posição. Eu estava nas nuvens e me sentei em seu colo estando assim de costas para ele. A penetração foi profunda e conforme eu me movia devagar, ele acariciava o meu seio e beijava o meu pescoço.

Minutos depois ele me acariciou lá e gozei deliciosamente me movendo um pouco mais rápido. Ele era viciante e segundos depois foi a vez dele se derramar todo dentro de mim. Ele gemia em minha nuca e foi pelo visto delicioso para ele também. Ficamos nos recuperando, ambos os corações acelerado.

.

Desconectei o nosso sexo e me deitei na cama, nos abraçamos e ficamos assim. Ele acariciava a minha cabeça e aos poucos o sono foi me levando, sem querer eu acabei dormindo.

.

.

Às 20hs.

Fui despertando aos poucos e Edward dormia estando colado em mim, com isso sorri. Acariciei o rosto dele e selei de leve os nossos lábios, a seguir tentei me levantar e foi um custo, involuntariamente ele me prendia com seu abraço estando perdido no sono. Com muito custo consegui me levantar sem acordá-lo e caminhei nua até o banheiro, olhei-me no espelho e vi as feições de uma mulher muito bem saciada sexualmente. Meu cabelo estava todo bagunçado, minha pele de branca estava levemente rosada em alguns lugares pela pegada intensa dele vez ou outra. Meus lábios estavam levemente inchados pelos beijos intensos como nunca antes e sorri. Sem chance para eu parar de amar esse homem e sorri abertamente olhando-me ainda no espelho.

Decidi ir fazer xixi e me asseei, lavei minhas mãos, penteei o meu cabelo com meus dedos e fiz um coque no alto da minha cabeça. Tomei um banho relaxante e demorado, saí para me secar depois e logo após escovei meus dentes. Sentindo-me bem melhor agora, eu tornei a vestir o meu roupão e fui para o quarto. Edward continuava dormindo e fui olhar a vista da janela. Fiquei distraída sentindo a maresia e pensando no quanto eu me encontrava feliz. Com isso os minutos se passaram e começou a me dar fome.

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.

Às 21:03min.

Saí da janela quando Edward se mexeu na cama estando pregado no sono, por já estar tarde eu fui até a cama e engatinhei até ele. Distribuí beijos pelo peito e depois em seu pescoço.

—Dorminhoco. Falei baixinho em seu ouvido e o mordi de leve sentindo um leve mover de seu corpo. –Eu e o bebê estamos com fome.

—Humm vamos comer então. Disse ele abrindo lentamente os olhos e sorrimos.

—Eu peço, dorme mais um pouco.

—O que você pedir estará bom. Sinto-me cansado e você é a culpada.

—Sim. Falei piscando um olho e selei os nossos lábios demoradamente.

—Mas, porém, não nocauteado.

—Sei que não. Sorri e dei beijinhos de esquimó nele.

Saí da cama e fui olhar o cardápio que estava sobre a mesa, havia uma variedade incrível e pediria uma salada ceasar, filé mignon grelhado e arroz. Já a bebida eu pediria um suco tropical e a nossa sobremesa seria pavlova com frutas vermelhas. Fui até o telefone e fiz o nosso pedido, estando tudo certo eu desliguei. Voltei para a cama e Edward me abraçou. Ficamos abraçadinhos e comigo o acariciando na cabeça, ele parecia estar adorando e beijou a minha testa.

—Já pediu?

—Sim amor, eles logo irão trazer.

—Ok. Iremos embora só amanhã. Tudo bem?

—Ok. Mas e a Marie?

—Está com a avó e dormindo provavelmente já.

—Tem razão.

—Vou tomar uma ducha. Vamos?

—Já tomei banho. Falei sorrindo.

—Tem uma banheira maravilhosa ali a nossa disposição. Disse ele beijando o meu pescoço e sorri.

—Tem sim, mas logo a nossa comida irá chegar e estou cheia de fome.

—Agora eu também estou, e com muita fome. Disse ele me agarrando e me deitou de costa na cama.

Ficamos sorrindo abraçadinhos por uns segundos e Edward se levantou, ele foi para o banheiro estando completamente nu e eu continuei na cama. Sem dúvida eu queria fazer amor com ele, mas a minha fome estava severa e nesse momento o meu estômago roncou. Acariciei a minha barriga ouvindo o som da água caindo no Box e olhei para a linda aliança em meu dedo. Ela era tão linda, bem trabalhada e fechei os meus olhos por uns segundos. Eu estava tão contente, sentindo-me plena com ele ao meu lado e tinha medo de algo ou alguém nos separar. Mas por minha vontade com certeza não.

Movi-me na cama sentindo novamente o desejo começar a me queimar, pois, pensar em Edward era isso que acontecia ultimamente. Apesar de tudo eu estava com muita fome e fiquei aguardando a nossa janta chegar.

Quando Edward saiu do banho, ele veio nu até a cama e de propósito por saber que era irresistível aos olhos das mulheres, ele se exibia nu secando o cabelo com a toalha. Eu o olhei por inteiro e me ajeitei na cama sentindo o meu sexo começando a desejá-lo. O cheiro bom de sua pele me atiçava fazendo-me desejá-lo mais e mais.

—Gosta do que vê bella?

—Deliciosamente sim. Falei esticando a minha mão e acariciei o peitoral dele. –Gosto muito do conjunto todo. Após afirmar beijei a barriga dele por diversas vezes e para provocar, o lambi rapidamente lá.

—Amor você não acha que abusamos? Você está sensível e.... Insistiu ele novamente e sorri internamente com a preocupação dele.

—Sou eu que estou realmente sensível ou isso é uma desculpa por você estar nocauteado Edward? O provoquei sem sorrir. –Sente-se nocauteado e está com essa desculpa?

—Nocauteado é? Perguntou ele sorrindo travesso arrancando o meu roupão na marra e tentei fugir da cama.

—Sim, eu acho. O provoquei novamente e sorrindo internamente. –É o que parece após aquela enxerida ter entrado em nossas vidas!

—Você não deveria ter dito isso. Após falar ele me imobilizou risonho prendendo meus pulsos com as mãos dele e internamente eu vibrei.

Edward ficou sobre mim sem soltar meus pulsos e me beijou a sua moda dominante. Eu já implorava por ar quando ele rapidamente me penetrou e gemi alto estando de olhos fechado. Eu estava adorando, ai como estava. Enquanto ele investia fazendo meus seios chacoalharem, sua sugada em meus seios me tirava o raciocínio. Meu sexo implorava por mais, todo o meu corpo estava em chama por eu adorar esse lado dominador dele na cama. Ao sugar o bico do meu seio direito intensamente....

—Edward! Falei sem fôlego.

Ele nunca que parava e ao colocar o braço entre os nossos corpos para me acariciar em meu ponto máximo de prazer, foi o meu limite. Gozei gemendo bastante o apertando intensamente e com mais uma investida precisa, ele gozou. Eu fiquei completamente acabada, mole e ele me beijou de forma doce.

—Agora você sabe que em meus pensamentos só há você. Disse ele baixinho e fiquei o olhando com um leve sorriso em meus lábios.

.

Minutos depois.

A campainha tocou e ajeitei em meu corpo o roupão, mas Edward me olhou.

—Pode deixar amor, eu irei pegar.

—Ah! Tudo bem. Falei o olhando risonha e ao mesmo tempo sentindo-me sensível demais em minhas partes íntima.

Edward me deu um selinho demorado e foi buscar a nossa comida, nisso eu me deitei. Fiquei esparramada na cama, mas logo ele voltou trazendo a mesinha com rodinhas contendo as delícias que eu pedi. Ele posicionou a mesma próxima da mesa e nos sentamos na cadeira, fomos nos servindo e ele me olhou intensamente.

—Tudo isso está com uma cara boa.

—Então adivinhei que você iria gostar.

—O cheiro está bom demais e claro que sim.

—Que bom! Edward me beijou e ficamos nos beijando por longos segundos. –Vamos comer ou irá esfriar. Falei me afastando e sorri.

—Vamos sim, mas quando começo a beijá-la, não quero mais parar. Até quando estamos fazendo amor.

—Adoro também. Falei o acariciando no rosto e começamos a comer.

A comida estava muito saborosa e nos esbaldamos, estávamos com tanta fome que comemos em silêncio. Na hora da sobremesa é que trocamos algumas palavras.

—O que achou?

—Estava deliciosa e leve. Salada a noite é uma boa ideia.

—Sim, apesar de que eu preciso engordar um pouco mais e...

—Não se encabule com isso amor.

—De qualquer forma essa é a realidade, quase cheguei.... na verdade eu cheguei no fundo do poço e quase levei o bebê junto.

—Eu estou aqui agora e não pense mais nisso.

—Bem que eu gostaria, mas vou tentar. O que seria de mim sozinha nesse mundo estando grávida novamente e sem você? Perguntei o olhando e ele veio até a mim me abraçar.

—Isso é..... Disse ele me olhando.

—Seria o meu fim. Completei a frase dele.

—Sim amor, mas agora eu estarei aqui para você.

—Eu também estarei aqui para você.

—Minha linda grávida. Você é tudo pra mim, minha vida. Disse ele me olhando nos olhos e me beijou.

—Sou?

—Sim e sempre será.

Voltamos a nos beijar, o beijo era calmo e delicado. Edward era mesmo o amor da minha vida e me afastei para olhá-lo. Sorri ao olhar para o meu dedo anelar.

—É tão bonita. Falei o olhando.

—Gostou mesmo?

—Sim.

—Aproveitando, quero te pedir uma coisa.

—O que seria?

—Estamos noivos, temos dois bebês agora e iremos nos casar novamente em breve.

—Sim o que tem?

—Dessa vez não irei aceitar uma negativa sua bella, não quero que aja com orgulho porque isso acabou entre nós. Nós somos um casal que se ama, eu te amo mais que tudo.

—Você uma vez deixou claro que abandonaria a sua grana por mim.

—É verdade, pois o meu pai sugeriu que você levasse a Marie e me deixasse. Eu ainda teria graça para você estando completamente duro e falido?

—Que pergunta mais boba! Falei acariciando o rosto dele. -Sabe que isso não é o mais importante para mim, quero você do jeito que estiver. Seja duro, falido, pois recomeçaríamos quantas vezes fosse preciso. Esqueceu que sou uma mulher simples?

—Sei disso, nunca irei duvidar. Tive provas o suficiente meu amor e nada e ninguém vai ser capaz de me fazer mudar de ideia. Obrigado por cuidar da minha mãe quando ela mais precisou e até de mim quando fui irresponsável na bebida. Você me odiava naquela época, mas mesmo assim teve cuidado comigo. É algo admirável amor.

—Eu fiz aquilo por vocês porque eu quis e sou assim. Nunca que faria algum mal contra a sua mãe estando naquele estado. Mesmo agora eu não faria nada que pudesse machucá-los fisicamente ou emocionalmente. Tenho seus pais como sendo os meus pais e me conforta pensar assim mesmo eles não sendo de verdade. Esme é tudo para mim, você não faz ideia como me sinto carente de afeto materno. Aceitaram-me quando na verdade deveriam me odiar, serei eternamente grata a tudo que fazem por mim, incluindo você. Sei que no nosso casamento você deixou que a Alice me comprasse tanta coisa bonita, e com o seu dinheiro. Seu pai o castigou obrigando-o a se casar comigo e a gastar o seu dinheiro. Falei sorrindo levemente. –Desculpe-me ter estragado o seu romance com a outra moça, a Julieta.

—Fique sabendo que tudo foi com dinheiro honesto. Naquela época mesmo com tantas farpas eu já a queria, mesmo sendo difícil para eu aceitar era dessa forma. Eu a fiz me beijar contra a sua vontade estando nós em meu quarto lembra? A partir dali tudo foi se intensificando ainda mais contra a minha vontade também. Quando eu a possuía lhe beijando, foi a minha perdição. Eu sabia do seu gênio, sabia que me odiava e deixei a Alice tomar a frente de tudo. Até a sua casa ela a escolheu pensando que você iria adorar a vista para o mar, pois lhe faria lembrar-se de solares. Ela disse que você gostava do mar, então seria uma boa ideia mesmo me fazendo perder milhões em minha conta bancária.

—Foram milhões?

—Isso não importa porque sei que você gosta de lá. Disse ele sorrindo e acariciou o meu rosto, logo depois tornou a se sentar em sua cadeira.

—O casamento foi lindo e vi a filmagem do nosso casamento em seu quarto lá no apartamento.

—Então viu como ficou linda? A gravidez da nossa filha a deixou meiga. Após ele falar nós sorrimos.

—Tudo aconteceu tão de repente e o meu medo na época era de você me eliminar se me descobrisse grávida. Tentei esconder, mas seria inútil com o passar dos dias. A barriga cresceria, é claro.

—Vou ser sincero.

—É o que peço.

—Na época eu fiquei indignado, não pensei nessa possibilidade de você engravidar, eu só queria fazer a minha maneira, possuí-la quando me desse vontade porque eu fazia de tudo para lhe provocar e não pensei nas consequências sendo você uma mulher feita.

—Pensou que eu nunca engravidaria ou que eu era estéril por ser de uma linhagem ruim?

—Tomado pela raiva não pensei nisso, juro que não. Eu...

—Você disse que ervas daninha não procriam, que idiotice seu tolo! Hoje a minha filhote está linda e crescendo. Após eu falar sorri e ele ficou me olhando. –Bem, aqui estamos nós grávidos novamente.

—Sim.

—Me mataria de verdade naquela época?

—Eu não faria isso e, para ser sincero eu comentei com o chefe de segurança a respeito do acontecido, mas ele disse que não matava crianças inocentes. Eu que teria que resolver sozinho por ter demorado tanto a resolver esse problema que no caso era você. Sua gravidez foi um choque para mim, juro que eu não queria isso e fiquei puto com ele ao dizer isso para mim que sou o patrão, mas no fundo eu jamais faria isso com vocês.

—Você era um canalha. Falei o olhando. –Mesmo nos recordando agora desses sórdidos detalhes, o meu amor por você não diminuiu. Estamos aprendendo a lidar com o nosso passado e nos fará bem superá-lo através da conversa. Será assim que iremos nos libertar de tudo isso. Mas pra falar a verdade, ninguém nunca me possuiu da forma que você fazia comigo naquele porão. Era intenso, vigoroso e de forma a me deixar ciente no dia seguinte que eu havia feito sexo. Você cansou de afirmar e deixar claro que eu lhe pertencia para fazer o que quisesse comigo. Tão mandão e ainda é mandão. Tem coisas que não mudam por fazer parte da nossa personalidade, mas o amo mesmo assim.

—Eu a obrigava a dar para mim, não é a forma correta entre um ser humano bella. É incorreto.

—Tudo bem eu concordo nessa parte, mas você me fazia gozar feito louca mesmo assim. Era irresistível aquela sua travessura, eu nunca havia passado por algo parecido e eu não conseguia me segurar mesmo não querendo te dar esse gostinho. Eu travava os meus lábios para não emitir sons e nunca ninguém conseguiu me levar ao limite em apenas segundos. Eu não entendia porque o meu corpo o aceitava mesmo eu lhe detestando naquela época. Eu me sentia mal, mas agora eu posso entender a razão.

—A todo o momento eu sentia o quanto você estava indiretamente gostando. Eu podia sentir as contrações dela e.....

—Shhh. O cortei risonha. -Sim eu sei. Após me esticar apenas para dar um selinho nele, sorrimos.

—Acho que me viciei em você desde a vez em que a possui sem camisinha ao tentar fugir de mim naquela mata. Eu jamais deixaria que escapasse.

—Tenho certeza que foi ali que acabei engravidando da Marie. Eu estava limpa por nunca ter administrado anticoncepcionais. Nunca transei com o meu ex sem camisinha, por isso sempre souber ser sua a bebê.

—Como você é irresistível e lembrar isso me faz querer você novamente, mas sei me segurar.

—Você é um tarado. Falei me levantando da cadeira e me sentei no colo dele, com isso ele me envolveu com seus braços.

—Mas o meu propósito ao iniciar essa conversa é que você aceite aquele cartão de débito que eu te dei, por favor. Agora sou eu que desejo que você aceite, por favor.

—Edward eu tenho o dinheiro do aluguel em Diamantina, não preciso.

—Bella tudo que é meu é seu meu amor e dos nossos filhos também.

—Edward eu juro que se eu precisar, eu pegarei o cartão se isso lhe deixar feliz. Eu tenho dinheiro suficiente na conta para gastar, nem tão cedo irei precisar de algo. Não percebeu ainda o quanto sou simples?

—Sei disso e isso me fez apaixonar por você. Isso era o que eu buscava antigamente nas mulheres que se aproximavam de mim, mas achei essas qualidades naquela que era à errada para mim. Esse era meu pensamento naquele tempo em que lhe mantive presa em Ourinhos. Você com o seu jeito impetuoso, desafiador e teimoso me fez querê-la cada vez mais, por isso eu a proibi de ficar de papo com homens. Sou ciumento demais e aprenderei a me controlar.

—Que quadrado pensar dessa forma. Falei o olhando. –Tenho muitos amigos homens e não pretendo deixar de falar com eles.

—Vai ou não aceitar o cartão? Perguntou-me para mudar de assunto.

—Irei deixá-lo em minha carteira, mas usarei só se eu precisar.

—Por quê?

—Por que eu sou uma mulher desafortunada e não quero que pensem que só tenho olhos para você pelo o seu dinheiro. Ou que engravidei novamente para prendê-lo.....Herdeiros como falou o seu tio.

—Hei! Eu me considero usável também. Disse ele sorrindo.

—Usável não, você é irresistível para mim.

—Por favor. Disse ele me olhando intensamente. -Meu amor aceite o cartão, isso me fará feliz e saberei que superou as minhas acusações de interesse em relação a você. Sei quem você é e isso me faz amá-la cada segundo mais. Aceite as coisas que me pertence.

—Por quê?

—Por que eu desejo isso e me fará bem, é apenas um cartão bella. Se você gostar de algo, qualquer coisa para usar, que seja e compre. Se você vê na vitrine um sapatinho ou uma roupinha para o bebê não pense muito, faça. Apenas não me rejeite mais nessa parte porque me machuca, por favor. Disse ele me olhando intensamente e isso me fez chorar ao lembrar que os meus pais os roubaram. Por eu ser uma pessoa sem recursos e... –Não quero que chore meu amor. É tão difícil assim aceitar o meu dinheiro?

—É que eu não sou a sua altura e lhe proporcionar coisas caras da forma que você faz. Falei soluçando o olhando nos olhos. -Seus tios eles não gostam de mim por causa dos meus pais e......

—Meus tios e ninguém, ninguém Isabella tem nada a ver com isso! Já me considero o seu marido e você é a minha mulher! Mas não vou pressioná-la, será no seu tempo. Você me proporcionou por duas vezes algo sem valor estimável que são os nossos filhos. Eles nos trouxeram a alegria quando mais precisamos. Isso já é o suficiente para mim. Você é a minha joia valiosa, meu tesouro achado no meio de um maremoto. Eu a tenho e isso nunca terá valor calculável.

—Desculpe amor, me desculpe. Falei ainda chorosa.

—Meus tios não irão se meter entre nós. Eles são ciumentos, caprichosos e super protetores em relação a nós. Eles têm medo de que o pior possa um dia voltar a acontecer sendo você parte deles, dos Swan. Mas eu convivi com você, sei quem você é, mas eles não tiveram esse privilégio de conhecê-la dia-a-dia como eu e os meus pais tivemos. Sabemos com quem estamos lidando e sei que você é pura, a exceção no meio do lamaçal. Fique despreocupada meu amor, eu e os meus pais a amamos. Somos uma família em recuperação ainda.

—Eu jamais lhes roubaria.

—Sei disso. Disse ele me abraçando mais forte.

—Eu daria a minha vida por você. Falei o olhando nos olhos. –Não me imagino sem você mais.

—Eu também. Disse ele me segurando agora e se levantou comigo em seu colo.

Ele caminhou até a cama e me deitou de forma vagarosa sobre ela, vindo deitar sobre mim com cuidado nós nos beijamos. O beijo me roubava leves suspiros e eu o acariciei sob o roupão. Minhas mãos corriam pelas costas dele e fomos parando de nos beijar para nos olhar.

—O que foi? Perguntei risonha com ele me olhado por longos segundos.

—Gosto de admirá-la.

—Hum.

Edward se afastou e me ajudou a levantar, fomos para o banheiro e escovamos os nossos dentes. Aliviei-me devagar e ele fez o mesmo depois, após lavarmos as nossas mãos ele me abraçou.

—Vou colocá-la para descansar.

—Eu gostaria de relaxar um pouco na banheira.

—Então iremos, vou colocá-la para encher.

—Ok.

10 minutos depois.

Tirei o roupão devagar sob o olhar dele e o coloquei no suporte pendurado, entrei na banheira com cuidado sob o olhar cobiçoso dele, mas o mesmo disfarçou. De propósito me virei de costas em sua direção e toquei a água dando uma boa vista do meu traseiro e mais um pouco. Fiquei um pouco só envergonhada por causa disso, mas desencanei porque já havíamos feito de tudo na cama.

—Não vai entrar? Perguntei o olhando após me levantar.

—Sim claro. Falou ele tirando o roupão e o pendurou no suporte junto com o meu, pude perceber a sua crescente excitação.

Agi normalmente quando ele entrou na banheira e se sentou de frente para mim. De propósito passei minha mão em meus seios estando o bico endurecido e me inclinei para trás apoiando a minha cabeça no encosto da banheira. Abri minhas pernas e fechei os meus olhos, suspirei audivelmente.

—A água está quentinha, humm....que delícia!

—Definitivamente você é uma garota má.

—Por quê? Perguntei cinicamente e abri os meus olhos para olhá-lo estando ainda deitada.

—Sei que quer me atiçar, me deixar excitado eu quero dizer.

—Eu?

—Sim e não se faça de santa.

—Não estou fazendo nada. Falei vendo Edward se aproximar e fechei os meus olhos o ignorando de propósito, eu sorria internamente.

—Você já fez. Disse ele ficando entre minhas pernas e me beijou na marra.

—Então gosta de bancar o durão? Perguntei quando ele passou a beijar o meu pescoço estando cheio de desejo.

—Sei que gosta. Após falar ele voltou a me beijar.

De forma deliciosa ele acariciou o meu sexo com o dele, cheguei a delirar com sua atenção especial em meu ponto máximo de prazer. Gemi em seus lábios estando tão entregue, mas gritei quando ele investiu de uma só vez fazendo-me esquecer até o meu nome.

—Oh Edward! Choraminguei estando ofegante e de olhos fechados.

Ele nunca que parava de investir e abri bem minhas pernas, meu corpo implorava por mais nesse momento e o afastei, fiz com que ele se sentasse e fiquei por cima dele, a penetração foi rápida e fechei os meus olhos. Movi-me feito louca trazendo Edward a borda rapidamente junto comigo e gozamos gemendo bastante, já ele gemia no vão dos meus seios.

—Que deliciosa. Disse ele ofegante e me beijou.

—Que delicioso. Falei entre o nosso beijo.

Fomos nos acalmando e desconectei o nosso sexo, nos deitamos na banheira estando extasiados e relaxamos ainda mais conforme os minutos foram se passando.

.

.

Com o passar dos minutos foi me dando sono e cheguei a cochilar. Senti seus beijos em meu pescoço e fui despertando.

—Vamos para a cama.

—Ok.

Edward me ajudou a sair da banheira e nos secamos, fomos nus para a cama e nos cobrimos. O clima no quarto estava agradável e ele me abraçou após apagar as luzes, ficou somente acesa a luz do banheiro que clareava pouca coisa o quarto.

.

.

Madrugada de domingo, 10 de Janeiro.

Às 02:40 min.

Despertei estando apertada para fazer xixi e sentindo um pouco de cólica, o que me deixou um pouco preocupada na verdade. Edward estava grudado em mim, sua mão esquerda envolvia a minha cintura e a mão em minha barriga. Com custo me levantei após me libertar com cuidado do braço dele sem acordá-lo e fui devagar para o banheiro sentindo uma forte náusea. Aliviei-me e me asseei, mas apressadamente me levantei e coloquei a metade do jantar para fora dentro do vaso. Esses enjoos do nada acabavam comigo e continuei vomitando, ao não restar mais nada lavei a minha boca. Eu me sentia toda suada pelo esforço que fiz ao vomitar e escovei meus dentes. Tomei uma ducha quente rapidamente para aplacar a cólica e saí devagar do Box para me secar. Voltei para o quarto estando nua e me deitei ao lado de Edward.

—O que há amor? Perguntou ele ao acordar com os meus movimentos.

—Não há nada, volte a dormir. Após eu falar, selei os nossos lábios rapidamente.

Não se contentando Edward acendeu a luz do abajur para me olhar nos olhos.

—Está se sentindo bem?

—Apenas enjoada se quer a verdade.

—Sempre quero a verdade bella. Por que sinto que você mente?

—Vomitei um pouco, aliás, tudo que comi na janta. Estou nauseada demais nesse momento para ser sincera.

—Quer uma água de coco? Acho que vai aliviar um pouco.

—Acho que cairia bem.

Edward de forma carinhosa selou os nossos lábios e se levantou, indo até o telefone ele pediu uma água de coco. Quando a mesma chegou, eu a bebi devagar, isso foi acalmando o meu estômago. Sem restar nada na garrafinha, eu coloquei o copo sobre a bandeja e Edward foi deixá-la sobre a mesa. Preferi omitir a cólica, estava bom assim.

—Irá se sentir melhor.

Ele se deitou ao meu lado, nos cobriu melhor e ficou me fazendo carinho. Não demorou eu voltei a dormir.

.

.

Às 10:00 hs.

Despertei sentindo carinhos sendo feito em meus cabelos e abri os meus olhos, Edward me olhava atentamente e sorri.

—Bom dia. Saudou-me ele. -Como está se sentindo?

—Bem, bem melhor. Bom dia para você também amor.

—Que bom! Acha que consegue tomar o café da manhã?

—Algo leve vai descer bem, mas me sinto bem melhor.

—Frutas, suco e bolacha é uma opção.

—Bem melhor.

Sorri e me levantei devagar, fui até o banheiro e fiz a minha higiene calmamente. Saí do recinto estando Edward deitado na cama e a campainha tocou.

—O café da manhã chegou.

—Estou faminta.

—Eu também.

Edward por estar nu igualmente a mim vestiu o roupão e foi pegar o nosso café da manhã. Com isso eu fui me sentar à mesa após vestir o roupão e aguardei ele retornar. Quando ele retornou com a mesa com rodinhas, havia muitas frutas, bolacha, suco, uma broa salgada e um patê.

Servi-me de frutas e suco, já Edward preferiu a broa salgada e patê. Nos deliciamos devagar e fiquei logo satisfeita, eu não queria abusar e ficar novamente enjoada. A madrugada foi tensa com o meu estômago revirando, coisas da gravidez fazer o que.

—Não quer mais nada?

—Não Edward, eu estou satisfeita. Não quero comer por demasia e acabar colocando tudo pra fora.

—Então se sente mal ainda?

—Não. Estou apenas evitando recomeçar a náusea, isso acaba comigo.

—Então coma somente o que quiser.

—Ok.

Sorri levemente e limpei a minha boca, já Edward comia a última fatia da broa salgada. Ele bebeu o suco de pêssego e limpou a boca me olhando, vindo até a mim ele me abraçou e me deu um selinho demorado.

—Adorei a nossa estadia aqui, amei cada segundo com você.

—Eu também curti. Falei o olhando nos olhos. –Amei cada momento, cada segundo em que estamos aqui. Temos que nos divertir muito mais e, sair, viajar, sair para dançar mesmo eu estando com a pança cheia.

—Mesmo?

—Sim amor, eu quero fazer todos os programas de casal normal com você. Precisamos relaxar e aproveitar cada minuto, como nós estamos fazendo aqui neste momento.

Sorrimos e Edward se ajoelhou no chão, de forma carinhosa ele abriu o meu roupão e deu beijinhos na minha barriga.

—Amo você. Disse ele após beijar a minha barriga, ele falava com o bebê.

—Nós também o amamos. Falei acariciando os cabelos dele. Sorrindo ele me beijou, o beijo era delicado e ele se afastou para me olhar.

—Você me faz sentir completo finalmente.

—Eu sei, pude sentir quando fizemos amor depois de tanto tempo. Posso sentir isso através do seu olhar, do seu toque, você é transparente demais em suas ações Edward.

— Você acha?

—Sim. Convivi com vocês lembra? Sei como age.

Levantei-me da cadeira e nos abraçamos, nosso abraço era acolhedor e Edward me beijou. Como era bom beijá-lo e sorrimos ao interrompermos o beijo.

—Parece que estamos em uma lua de mel.

—Digamos que sim. Após eu falar, sorri. –Uma de verdade.

—É. Nós teremos várias pela frente.

—Está ótimo a propósito.

Voltamos a nos beijar e lembrei-me da cólica durante a madrugada, pois sei que se eu deixasse acabaríamos na cama logo, logo.

—Como eu te amo bella, você vai se cansar de me ouvir falar isso meu amor. Disse ele entre o nosso beijo. Eu já podia sentir o quando ele me queria.

—Não irei.

—Não posso beijá-la que eu já a quero, estou viciado em você. Seu corpo chama o meu desejo, aguça a minha imaginação e me faz desejá-la com um simples beijo.

—Está no cio meu bem? Após eu perguntar gargalhamos.

—Acho que estou....Você me deixou por meses, agora não tenho culpa se a desejo tanto e ainda mais. Foi difícil dizer não para você durante esses dias, preferi pegá-la de jeito estando nós aqui para celebrarmos a nossa volta. Eu queria que fosse especial para nós.

—Sei como se sente. Falei sorrindo.

Edward voltou a me beijar estando desejoso e fiquei entre a cruz e a espada, pois, eu queria me entregar a ele, mas senti cólica durante a madrugada e estava temerosa. Ele me pegou no colo e me levou para a cama, mas eu inverteria nossas posições dessa vez e lhe daria prazer. O fiz se deitar e o acariciei por inteiro com meus lábios. Beijei o pescoço devagarzinho primeiramente, a seguir lambi a orelha dele de forma provocante e a mordi de leve na ponta. Escutar os suspiros dele era música para os meus ouvidos e desci pelo seu corpo o beijando e o acariciando ao mesmo tempo. Suguei seus mamilos com vontade e o senti me acariciar em meus seios.

—Adoro eles. Disse Edward com a voz afetada pelo prazer.

—Tudo em mim é seu. Após falar continuei sugando os mamilos dele. Os lambi eroticamente um pouco e desci com os beijos.

Beijei o abdômen sarado e lambi os gominhos, rodeei o umbigo dele devagarzinho com minha língua e o toquei intimamente com minha mão direita. Enquanto eu lambia o umbigo eu comecei o vai e vem em seu sexo estupidamente excitado. Eu sabia que ele não duraria e de leve ele apertou o bico do meu seio causando uma leve pontada de prazer em meu sexo. Cheguei a gemer longamente estando eu com a boca em seu sexo e me senti molhar. Edward sabia como me excitar e sem esperar mais ele tirou o meu roupão. O fiz se deitar novamente e o abocanhei por inteiro, ele era enorme e relaxei minha garganta para continuar. Seus gemidos entregavam o quanto ele estava adorando e continuei.

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2 minutos depois.

Segurando um punhado de meu cabelo, Edward começou a movimentar os quadris em minha boca.

—Como eu amo a sua boca e o que faz tão bem com ela. Disse ele baixinho e suspirou estando de olhos fechados.

—Então me dá o que eu quero. Falei e continuando a sugá-lo, eu o olhava intensamente.

—Então você quer na boquinha? Perguntou ele de uma forma tão safada que provocou espasmos em meu sexo fazendo-me gemer novamente.

—Sim. Falei sem fôlego por ele estar movendo o quadril um pouco mais intenso.

—Sim só eu posso te dar, eu.... ele não conseguiu terminar porque eu acariciei suas bolas ao mesmo tempo em que minha boca trabalhava.

Fiquei mais intensa em meus movimentos e massageava com minha língua a cabeça de seu sexo sempre que subia com o vai e vem da minha boca. Edward voltou a deitar na cama e fechou os olhos, ele iria gozar. Ele estava rígido em minha boca e gemendo alto eu senti o primeiro jato, a seguir senti o outro fazendo a minha boca encher e engoli sem pensar duas vezes. Edward gozou deliciosamente bem e ficou ofegante depois, já eu fiquei foi é completamente acesa. Eu estava acesa feito um farol ao sentir tanto desejo por ele.

—Que delícia! Falei lambendo os meus lábios.

—Você que é uma delícia. Disse ele me fazendo deitar na cama de pernas aberta e veio sussurrar safadamente em meu ouvido. –Está tão molhada assim por chupar o meu p...

—Sim. Falei baixinho o interrompendo.

—Não sinta vergonha por eu falar safadezas, você é minha mulher. Após sussurrar ele mordeu de leve a pontinha da minha orelha e me penetrou com um dedo na mesma hora. Isso me fez gemer por várias vezes. –Sei que a excito ainda mais quando falo bobagens em seu ouvido.

—Sim eu gosto. Falei entregue e ele beijou a pele sensível atrás de minha orelha, já lá em baixo ele acrescentou um segundo dedo e me estocava devagar os movimentando dentro de mim. –Adoro o que faz comigo Edward.

—Então me diz o que gosta que eu faça em você.

—Gosto de tudo com você, de tudo. Falei de olhos fechado, pois com o polegar ele massageava o meu ponto máximo de prazer nesse momento e gemi. –Ôooh Edward! Eu adoro tudo. Tudo mesmo.

-Diga, eu quero ouvir. Após falar ele acrescentou um terceiro dedo e senti uma pontada de prazer ao me alargar desta forma. –Diz o que gosta.

—Gosto.....gosto quando me toca com a boca lá.

—Gosta quando eu estou lhe chupando bem aqui? Perguntou ele baixinho em meu ouvido e moveu um pouco mais rápido os dedos.

—Humm!!! Abri mais as minhas pernas sentindo seus dedos nunca parando de entrar e sair de mim agora lentamente. Gemi novamente e Edward sugou o meu seio esquerdo levando-me a loucura.

–Gosta quando eu lhe chupo rápido ou devagar? Não ouvi sua resposta ainda.

—Gosto de todas as formas, você é bom em tudo que faz. Falei de olhos fechados.

—Sou bom é?

—Sim. Falei sentindo as ondas do orgasmo me consumindo aos pouquinhos.

—O que você prefere? A minha língua ou o meu pa...

—Edward.....eu vou gozar. humm!!

—O que prefere? Repetiu ele. -A minha língua ou o meu pau te dando prazer? Perguntou ele me deixando envergonhada e triplamente excitada.

—Adoro a sua língua e amo incontrolavelmente o seu pau. Satisfeito? Após perguntar eu gemi por diversas vezes, eu estava na borda já e Edward tirou os dedos de mim e me chupou repetidas vezes lá, foi o meu fim....

—Ôôôôhhhhh!! Eu gemi por diversas vezes estando trêmula e Edward me beijou abafando os meus gemidos. –Adoro o que faz comigo. Falei após interromper o nosso beijo em busca de ar.

—Eu muito mais. Voltamos a nos beijar estando eu ainda ofegante e Edward com cuidado ficou sobre mim, ele iria me matar de tanto fazer amor e suspirei com sua invasão lenta. -Preciso de você. Disse ele entregue. –Sempre que eu sinto o seu gosto, o seu cheiro maravilhoso de mulher, eu preciso possuir você. É mais forte que eu. Apenas sinta o faz comigo.

Fizemos amor intensamente, Edward estava extremamente excitado e isso minutos depois me levou a loucura. Acabamos que gozamos no mesmo instante porque ele me esperou. Meu coração estava acelerado e o dele também, foi maravilhoso como sempre e me fazia perder a razão.

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15 minutos depois.

Estávamos deitados lado a lado relaxando e ele me olhou.

—Eu te amo.

—Eu te amo Edward.

Edward me abraçou e ficamos assim por longos minutos, acabei pegando no sono.

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Às 16:33min da tarde.

Despertei aos poucos sentindo Edward colado em minhas costas e dormia profundamente. Virei para olhá-lo e selei os nossos lábios, com isso ele despertou.

—Acabamos dormindo.

—Sim. Após eu afirmar, sorri.

—Ta na hora de voltarmos.

—Eu sei. Edward selou os nossos lábios e sorrindo eu me afastei.

—Está com fome?

—Não. E você?

—Um pouco só, mas comerei em casa.

—Ok. Vou tomar um banho.

—Não vai me convidar?

—Claro que sim.

Nos levantamos da cama e ele me pegou no colo, fomos para o banheiro e entramos no box. Edward me colocou no chão e ligou o chuveiro, ajustou a temperatura da água e tomamos banho entre carinhos e beijo.

Saímos para nos secar e me arrumei sob o olhar dele. Coloquei a linda calcinha preta, depois a meia calça e calcei o meu sapato de salto. Peguei em minha bolsa no carro o meu batom vermelho e o passei em frente o espelho do banheiro, logo após dei um jeito em meu cabelo. O mesmo estava tão comprido e Edward me abraçou por trás estando somente sem a blusa social, o resto ele já havia vestido.

—Está deliciosa dessa forma.

—Amor você é insaciável! Falei sorrindo ao senti-lo excitado. –Agora se comporte e vamos terminar de nos arrumar, depois a ninfomaníaca sou eu.

Sorrindo ele se afastou para terminar de se arrumar e eu vesti o meu vestido. Estando pronta eu peguei o presente que Edward havia me dado e coloquei tudo dentro da bolsa de volta.

—Tudo ok?

—Eu já guardei tudo, podemos ir.

—Vou pegar a chave do carro.

—Ligue para a recepção e pede a conta, é assim que funciona.

—Farei isso.

Edward ligou para a recepção e aguardamos, quando a campainha tocou Edward foi até lá com o cartão de débito e eu fiquei o aguardando. Quando ele voltou, nós saímos para a garagem e Edward abriu a porta do carro para eu entrar.

—Obrigado. Falei sorrindo e ele selou os nossos lábios.

—De nada.

Edward deu a volta e entrou no carro, após ele se acomodar no banco eu o olhei.

CONTINUA.......