Solares
72 Capítulo 72
Notas iniciais
BELLA.....
Final do capítulo anterior....
Às 16:33min da tarde.
Despertei aos poucos sentindo Edward colado em minhas costas e dormia profundamente. Virei para olhá-lo e selei os nossos lábios, com isso ele despertou.
—Acabamos dormindo.
—Sim. Após eu afirmar, sorri.
—Ta na hora de voltarmos.
—Eu sei. Edward selou os nossos lábios e sorrindo eu me afastei.
—Está com fome?
—Não. E você?
—Um pouco só, mas comerei em casa.
—Ok. Vou tomar um banho.
—Não vai me convidar?
—Claro que sim.
Nos levantamos da cama e ele me pegou no colo, fomos para o banheiro e entramos no box. Edward me colocou no chão e ligou o chuveiro, ajustou a temperatura da água e tomamos banho entre carinhos e beijo.
Saímos para nos secar e me arrumei sob o olhar dele. Coloquei a linda calcinha preta, depois a meia calça e calcei o meu sapato de salto. Peguei em minha bolsa no carro o meu batom vermelho e o passei em frente o espelho do banheiro, logo após dei um jeito em meu cabelo. O mesmo estava tão comprido e Edward me abraçou por trás estando somente sem a blusa social, o resto ele já havia vestido.
—Está deliciosa dessa forma.
—Amor você é insaciável! Falei sorrindo ao senti-lo excitado. –Agora se comporte e vamos terminar de nos arrumar, depois a ninfomaníaca sou eu.
Sorrindo ele se afastou para terminar de se arrumar e eu vesti o meu vestido. Estando pronta eu peguei o presente que Edward havia me dado e coloquei tudo dentro da bolsa de volta.
—Tudo ok?
—Eu já guardei tudo, podemos ir.
—Vou pegar a chave do carro.
—Ligue para a recepção e pede a conta, é assim que funciona.
—Farei isso.
Edward ligou para a recepção e aguardamos, quando a campainha tocou Edward foi até lá com o cartão de débito e eu fiquei o aguardando. Quando ele voltou, nós saímos para a garagem e Edward abriu a porta do carro para eu entrar.
—Obrigado. Falei sorrindo e ele selou os nossos lábios.
—De nada.
Edward deu a volta e entrou no carro, após ele se acomodar no banco eu o olhei.
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—Muito em breve pedirei ao Sebastian para me ensinar a dirigir, graças a você eu tenho um lindo carro agora. Sebastian irá me ensinar. Falei sorrindo. –Sei que ele irá se eu pedir.
—E por que ele e não eu que sou o seu noivo e pai dos seus filhos? Perguntou ele me olhando intensamente e senti uma pontada de ciúme.
—Por que eu sei que na minha primeira falha ele não irá me tirar imediatamente do volante e dizer que a aula acabou. Falei risonha.
—Isso se chama cuidado.
—Isso se chama exagero. Falei acariciando o rosto dele. –Desencana meu amor, eu só quero aprender.
—Serei eu a te ensinar, já está certo. Afirmou ele convicto.
—Desde que não exagere, eu quero muito aprender.
Sorri e ele tirou o carro da garagem da suíte, fomos para a portaria e aguardamos para sermos liberado. Estando tudo ok, nós saímos e o trânsito estava calmo domingo à tarde, eu observava. Coloquei minha mão na coxa de Edward e fiquei a acariciando, ao pararmos no sinal vermelho ele me olhou. Sorri para ele e acariciei a minha barriga, ele retribuiu o meu sorriso e acelerou o carro quando o sinal ficou verde.
—Está se sentindo bem?
—Mais que bem e relaxada.......Pensou que eu não conseguiria andar depois é? O provoquei.
—Eu estou relaxado também. Disse ele sorrindo de leve. –Não pensei isso, sei que você dá conta.
—Ótimo! Falei acariciando a coxa dele e fiz o mesmo em seu rosto.
Depois desse pequeno diálogo nós ficamos calados durante o trajeto, eu percebi que ele estava pensativo. Eu sabia que ele sentia ciúmes de mim com o Sebastian e sorri para mim mesma olhando para o lado de fora. A minha amizade com o segurança havia crescido e muito, pois, ele foi gentil comigo desde o começo de tudo. Edward em quesito ciúmes teria uma demorada recuperação. Até a mãe dele me disse o quanto ele era um homem ciumento quando gostava de alguém. Eu sabia que ele não iria mudar da noite para o dia. .
Chegamos na mansão já estava praticamente escuro e o portão foi aberto ao comando do controle remoto na mão de Edward. Avistamos os seguranças e ajeitei o meu vestido, penteei o meu cabelo que estavam revoltos com os dedos e fiquei olhando para o lado de fora.
—Está linda e só para mim amor. Disse ele chamando a minha atenção e o olhei.
—Estou?
—Sim.
Edward estacionou o carro na garagem, peguei minha bolsinha preta e ele veio abri a porta para eu sair. Após eu descer do carro, ele ficou segurando a minha mão e pegou a bolsa de presente e o buquê murcho de rosas vermelhas que ele havia me dado. Após ativar o alarme do carro, saímos da garagem vendo alguns seguranças a paisana. Eu os saudei com uma boa noite. Edward fez o mesmo e chegamos na porta da cozinha. A casa estava silenciosa, como era domingo as meninas há essa hora estavam de folga. Entramos e Edward fechou a porta, eu fui direto à geladeira e peguei uma garrafa de água. Bebi dois copos de uma vez e Edward também bebeu, estávamos com sede e fome. Olhei no formo e havia um galeto assado, logo o coloquei para esquentar e vi Edward se sentar a mesa após descartar as rosas. Olhei a outra geladeira, vi uma salada de brotos e outra de legumes bem completa, peguei as duas e coloquei sobre a bancada da pia. Essa seria a nossa janta e peguei os pratos, os talheres e arrumei a mesa. Enquanto eu a arrumava, Edward acariciou uma de minhas coxas sob o vestido e sorri.
—Cadê todo mundo?
—Acho que eles saíram. O carro do meu pai não estava na garagem. Não reparou?
—Não. A Marie está com eles então?
—Com certeza amor. Você não gostou ou está preocupada?
—Não tem problema, ela é o xodó deles.
—Sim e eles a trata bem, não se preocupe.
—Está tudo ok de verdade, não tenho dúvidas quanto a isso. Após eu falar Edward me fez sentar no colo dele e me beijou de forma intensa por alguns segundos.
—Eu já estava com saudade de beijá-la e de abraçá-la dessa forma.
—Já?
—Muito.
—Vai queimar, preciso olhar o forno. Falei risonha me movendo no colo dele para provocá-lo e me levantei.
Minutos depois nos servimos e comemos, estava leve, saboroso e nos deliciamos. Eu havia pegado uma garrafa de suco de amora e servi o copo de Edward, depois fiz o mesmo em meu copo.
Quando terminamos de comer, Edward foi quem lavou a louça e eu a sequei estando ele me abraçando por trás e beijando o meu pescoço. Terminei de secá-las e guardei tudo, Edward não parava de me beijar. A cozinha ficou novamente organizada e subimos percebendo a luz da sala apagada, a casa estava num silêncio total.
Fui até o quarto da Marie estando Edward me abraçando por trás ainda e o mesmo estava vazio, o cheirinho dela estava acentuado ali.
—Eles saíram amor, sabe que não tem ninguém aqui. Estamos completamente sozinhos.
—Estou matando a saudade, só isso. Amo o cheirinho da minha filha.
—Vamos tomar um banho? Perguntou ele baixinho em meu ouvido e apertando a minha cintura.
—Um banho sim, claro.
Fomos para o quarto dele e entrei no closet, peguei uma camisola somente e me despi com calma. Edward entrou no mesmo estando completamente nu e o olhei. Ele era tão lindo nu e o admirei.
—Coloquei a banheira para encher.
—Bom demais.
Saímos do closet e entramos na banheira, a água estava quentinha e Edward me beijou. Nos beijamos por longos minutos, fiz carícias inocentes nele sem insinuação sexual e relaxamos ao ficarmos abraçadinhos.
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50min depois.
Saímos da banheira e a esvaziei. Fomos para o Box e nos lavamos, sem esperar, Edward encostou-me na parede e me beijou apaixonadamente. Eu estava sem ar segundos depois e me afastei sorridente para respirar.
—Uau! Falei ofegante. Não me dando sossego ele voltou a me beijar e o empurrei sorrindo minutos depois. –Calma amor, não irei fugir.
—Não consigo ter calma se tratando de você, sabe disso. Disse ele me agarrando. -Sou louco por você e quero tudo com você.
—Ohh coitadinho. Falei para provocá-lo.
Edward só podia ser uma máquina de sexo. Percebi que ele quando apaixonado devia sufocar as mulheres, cheguei a falar isso uma vez estando nós na piscina lá em minha casa na colina e sorri com a lembrança. Não que eu estivesse achando isso ruim, ao contrário, mas aprenderíamos a lidar com os nossos excessos sabiamente para não haver atritos futuramente. Ele era ciumento demais e eu era ciumenta também.
—Gosto, eu adoro e amo beijá-la.
—Eu amo te beijar também. Após eu falar, selei os nossos lábios.
Edward aprofundou o beijo e me pegou no colo com cuidado, ele fechou a água e saímos do Box. Estando comigo em seu colo ainda, ele pegou uma toalha e me levou até a cama, colocando-me deitada sobre ela, ele me secou toda. De forma carinhosa eu fui enxugada e fiz o mesmo com ele, a seguir ele ficou sobre mim tendo cuidado para não me machucar e me beijou.
—Quero poder matar a saudade desses meses em que ficamos longe um do outro. Disse ele sério me olhando nos olhos. –Eu te amo tanto. Disse ele acariciando o meu rosto todo amoroso. -Se você não estivesse em recuperação e grávida, sairíamos do quarto uma semana depois somente. Afirmou ele me olhando intensamente e sorri.
—Sei como se sente, eu sinto o mesmo por você. Uma semana depois somente? Perguntei risonha e quase gargalhando.
—Sim, uma lua de mel adiantada.
—Deveria levar um relaxante muscular então. Falei movendo minhas sobrancelhas. –Eu tenho certeza que eu iria precisar.
—O que você quiser. Após falar ele sorriu e eu o acompanhei.
Voltamos a nos beijar e o senti sarrando de leve nunca que parando de me acariciar intimamente com o próprio corpo. Com o passar dos segundos isso foi me acendendo mesmo eu me sentindo exausta, mas o meu corpo o desejava mesmo assim e ansiava por mais. Comecei a gemer baixinho quando ele passou os beijos para o meu pescoço e o senti me acariciando com o próprio sexo em meu ponto máximo de prazer. Inclinei minha cabeça para trás no travesseiro e gemia vez ou outra com o que ele estava fazendo, era possível sentir a minha intensa lubrificação o envolvendo agora.
—Estou louco para fazer amor novamente com você. Disse ele já estando ofegante pelo desejo. Abri bem mais minhas pernas em resposta e Edward gemeu ao invadir de forma precisa o meu corpo. Eu gritei no mesmo momento e apertei os lençóis por causa da minha sensibilidade, entrelaçando os nossos dedos ele começou a se mover lentamente. Ele invadia o meu corpo nunca que parando e me beijava de forma sedenta e apaixonada. Do nada ele parou de me beijar para me olhar, mas nunca que parando de investir bem lentamente. -Estou te machucando amor? Está desconfortável?
—Não.
—Está gostando?
—Claro que sim. Falei o empurrando e fiquei por cima dele. -Agora sou eu que estou no comando, você é todo meu.
—Sabe que sim. Disse ele me acariciando e idolatrando o meu corpo.
—Então fecha os olhos e me sinta em você, sinta o quanto eu te amo.
Fizemos amor lentamente e acabamos gozando juntos, por mais que eu estivesse sensível foi bom para nós dois. Ficamos nos acariciando e nos beijando, mas eu precisava ir me limpar e me levantei. Edward ficou me olhando e me afastei, entrei no banheiro e me lavei no Box. Minutos depois ele entrou no banheiro e escovamos os nossos dentes, depois eu penteei o meu cabelo e fiz um coque nele. Vesti a minha camisola e fui até o closet pegar o meu robe, ao sair no quarto.
—Irei dar um pulo lá em baixo.
—Quer que eu pegue algo para você?
—Não obrigado, irei rapidinho.
Saí do quarto e desci calmamente as escadas, agora sim eu esta sentindo o peso dessa maratona de sexo com amor. Lembrei-me da minha vitamina diária e fui pegá-la no armário, esqueci de tomá-la ontem e hoje. O relógio já marcava 21:18min. Ingeri com um copo bem cheio de água a vitamina e o lavei depois, fui até a sala e acendi a luz. Fiquei ali em pé pensativa, pois eu estava com saudades da minha filha e desencanei. Lembrei que eu havia convidado a galera para o batizado dela e isso teria que ser discutido com o Edward, eu não sabia qual seria a reação dele. Jacob era um tabu para ele, meus amigos homem o deixavam louco de ciúmes, mas isso para funcionar agora teria que mudar e já.
Mudando de pensamento eu fui até o telefone e liguei para o celular da Esme, chamou duas vezes apenas.
—Alô.
—Esme boa noite, sou eu bella.
—Oi filha! Algum problema?
—Estava com saudades, é isso.
—Ahh filha, nós estamos bem. Marie está adormecida no colo do vovô, já mamou e está de banho tomado.
—Vocês estão passeando?
—Viemos para o apartamento do Carlisle após jantarmos fora, aqui é uma delícia.
—Hum. Falei olhando para a direção da cozinha. –Irão dormir aí?
—Isso tudo é saudades da minha neta? Quer que voltemos para casa?
—Sabe que não ligo e só queria saber de vocês. Fiquem e curtam o tempo que precisar.
—E vocês aproveitaram bastante? Vejo que já voltaram para a casa por ser o número daí.
—Sim tem umas horinhas, e curtimos com todas as letras cada momento até agora. Após eu falar, nós sorrimos.
—Maravilha! Não se preocupe filha, tem tudo aqui para a minha neta e voltaremos amanhã. Relaxe, a casa é só de vocês.
—Tudo bem. Dê um beijo no Carlisle e outro na minha bebê.
—Ok. Boa noite para vocês.
—Boa noite, tchau.
—Tchau filha e eu te amo.
—Eu também te amo Esme como minha mãe emprestada. Sorrimos comigo tendo lágrimas em meus olhos.
Encerrei a ligação e voltei na cozinha, abri a geladeira e peguei um cachinho de uva verde. O mesmo estava docinho e tornei a subir, abri a porta do quarto de Edward e o mesmo já estava geladinho por causa do ar condicionado. Edward estava sob o edredom vendo televisão e tirei o meu robe com cuidado, o cachinho de uva ainda estava em minha mão. Coloquei o robe sobre a cama e me deitei, Edward ajeitou o edredom em mim e me roubou uma uva.
—Está docinha. Falei o olhando.
—Como você. Disse ele selando os nossos lábios e sorri.
Terminei de comer a uva e me ajeitei melhor no travesseiro, Edward apagou a luz do abajur e o quarto ficou sendo iluminado apenas pela claridade da televisão.
—Boa noite amor.
—Boa noite bella, durma bem meu anjo.
Selamos os nossos lábios demoradamente e depois ele se acomodou no travesseiro. Eu estava me sentindo cansada e aos poucos o sono foi me levando.
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Segunda feira, 11 de janeiro.
07h da manhã.
Acordei com o despertador tocando e Edward se mexeu na cama estando atrás de mim me abraçando, era à hora dele levantar e ir trabalhar. Ele permaneceu quieto e me virei para olhá-lo.
—Amor. O chamei. –Ei, acorde. Falei baixinho o sacudindo de leve.
—Estou exausto. Disse ele abrindo os olhos e sorriu de leve.
—Pobrezinho. Falei risonha. –Quis brincar além da conta e agora está nocauteado. Falei para provocá-lo.
—Não me chame de fraco, posso mostrá-la agora mesmo o quão forte eu sou. Por várias e várias vezes se quiser, mas....... Disse ele me agarrando. –Pode ser que fique de cama durante o dia inteiro. Falou risonho e provocador.
—Pare de se gabar bonitão! Falei tacando o meu travesseiro nele e ele me agarrou ainda mais. –Ahh pare!! Gritei risonha com suas cosquinhas e gargalhei, ficamos sorrindo e ele selou os nossos lábios, a seguir se levantou.
—Bom dia amor.
—Bom dia Edward.
Ele foi para o banheiro e se aliviou após arrancar a boxer fora, a seguir lavou as mãos e escovou os dentes estando nu. Edward entrou no Box para tomar banho e eu me levantei para escovar os meus dentes.
—Amor vem aqui e toma banho comigo. Chamou-me ele quando entrei no banheiro.
—Não mesmo ou irá se atrasar. Falei sorrindo e me sentei no vaso para me aliviar.
—Não seja má comigo amor, por favor.
—Não sou. Falei me asseando com o papel higiênico e me levantei. Fui lavar as minhas mãos e escovei os meus dentes, aproveite e limpei a minha pele com um tônico estando completamente distraída.
—Posso ver o seu lindo bumbum perfeitamente estando com essa delícia de camisola. Disse ele me abraçando por trás estando enrolado na toalha, mas ainda molhado.
—Gosta do que vê? Falei me movendo brincalhona contra ele.
—E como. Disse ele ao beijar o meu pescoço e me trazer de encontro a ele.
—Vai se arrumar! Falei sorrindo, Edward era um tarado e me fazia desejá-lo mesmo eu estando pra lá de sensível agora.
—Irei me arrumar e tomar café, eu preciso garantir o leite dos nossos filhos e ter dinheiro para mimar a minha linda mulher.
—Ok. Falei risonha. –Você pra mim já é o suficiente.
—Então me mostre que sou o suficiente para você. Disse ele me agarrando.
—Edward! Falei sorrindo e ele me beijou.
—Eu te amo.
—Eu também. Falei o olhando nos olhos. Ele acariciou o meu ventre e se abaixou para dar um beijinho em minha barriga.
—O papai também te ama. Disse ele para a minha barriga e sorri com lágrimas surgindo em meus olhos.
—Nós também te amamos.
Selei os nossos lábios e ele foi para o closet, aproveitei e arrumei a nossa cama. Sim, era a nossa cama agora. Guardei os edredons, ajeitei os travesseiros e estiquei a linda colcha marfim. Desliguei o ar condicionado e entrei no closet minutos depois, Edward estava lindo em uma calça social escura e a blusa social era azul claro. O que deu contraste com seus olhos verdes, eu o observava calada.
—Ficou bom? Perguntou ele me olhando e abotoando os botões da blusa.
—Quando vai assim volta? Perguntei um pouco enciumada, ele estava lindo de matar e o sapato social caro completava o look. Havia mulheres lá na empresa, isso fora a secretária eu acho.
—Claro. Disse ele sorrindo e abriu à gaveta. Ele pegou uma pulseira de ouro, após colocá-la foi à vez do lindo relógio do mesmo material. Ali havia muitas joias valiosas dele e o olhei.
Resolvi tirar a minha camisola e fiquei nua na frente dele, peguei um vestido de alça fina e o vesti, escolhi uma calcinha rosa e a vesti sob o olhar dele. Fui para o banheiro e penteei o meu cabelo, passei um gloss rosa em meus lábios e estava bom. Saí do quarto o deixando no banheiro penteando o cabelo e desci a escada devagar, tuquinha não estava em casa e Esme deve tê-la levado também. Caminhei pelo corredor e vi Mary na cozinha.
—Bom dia patroinha.
—Bom dia amiga. Falei sorridente.
—Hummm o amor está no ar. Disse ela piscando os olhos e gargalhamos.
—Sim. Falei mostrando a minha aliança. –Estamos noivos e... etapas Mary.
—Já era tempo, não aguentava mais ver todo aquele sofrimento dos dois e como se amam.
—Sim eu o amo mais que tudo.
—Deu para se divertir? Perguntou ela visivelmente feliz.
—E como amiga, chego estar deliciosamente dolorida até agora. Ele é demais, nossa!
—Ahhh!!! Disse Mary e gargalhamos novamente. –Poupe-me os detalhes, são os meus patrões.
—Somos amigas ou não? ........Com quem irei conversar?
—Sim, sempre. Que presentão hein! Mas como fará?
—Sim verdade, o carro é lindo.
—O patrãozinho tem bom gosto. Disse ela olhando além de mim e logo senti Edward me abraçar por trás.
—Bom dia Mary.
—Bom dia patrãozinho. Servirei o café da manhã neste momento. Disse ela nos olhando risonha.
—Pois estou faminto e minha mulher também deve estar. Disse Edward risonho me olhando.
—Estou sim.
—Então me aguardem, irei servi-los.
Edward segurou em minha mão e fomos para a sala, nos sentamos lado a lado à mesa e ele me deu um selinho, não se contentando ele aprofundou o nosso beijo. Ele acariciou o meu rosto e beijou a minha testa, nisso Mary entrou com a bandeja contendo as xícaras e os talheres. Toda a louça era de porcelana e a ajudei a organizar tudo. Ao retornar mais uma vez da cozinha ela nos serviu de café com leite e preferi comer apenas o brioche, eu não queria enjoar ao misturar tanta coisa. Edward comeu bem e colocou uma colher contendo iogurte e cereais em minha boca, de forma travessa ele sujou os meus lábios provocando-me risos e se aproximou para limpá-los com a própria boca.
—Hum gostoso. Disse ele me beijando e Mary sorriu.
—Volto depois. Disse Mary se retirando da sala sorrindo e um pouco sem jeito.
—Amor assim você constrange a minha amiga.
—Não estou fazendo nada demais. Disse ele entre os nossos beijos. –Sei que ela está com um rapaz e devem fazer o mesmo...... Gosto de me manter informado, pois, eu protejo os que me cercam.
—Sei.....Está vigiando o rapaz Edward?
—Não. Disse ele e suspeitei, mas deixei pra lá.
Nos beijamos por breves segundos só e terminamos o café da manhã, Edward não podia se demorar mais ou chegaria atrasado. Nos levantamos da mesa e selamos os nossos lábios.
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Um tempo depois.
—Bom dia amor e qualquer coisa você me liga. Disse ele após descer as escadas, ele havia subido para escovar os dentes. –Logo a minha mãe deve estar chegando com a Marie, meu pai irá trabalhar de lá.
—Como você sabe disso?
—Meu pai me ligou.
—Tudo bem e tenha um bom dia de trabalho. Após eu falar, selamos os nossos lábios.
Eu o acompanhei até a garagem, cumprimentei com um bom dia os seguranças e acenei para o Sebastian estando bem sorridente. Ele era meu grande amigo agora e Edward o olhou por breves segundos, a seguir fez o mesmo comigo.
—Até mais tarde.
—Até. Após eu falar ele me deu um beijo abrasador e fiquei sem jeito na frente dos seguranças.
Edward foi para o carro dele e o ligou, não demorou ele se foi tendo a companhia dos seguranças. Olhei para o Sebastian e me aproximei dele, ele estava a poucos metros da garagem.
—Olá!
—Bom dia senhora.
—Bom dia. Agora eu tenho um carro de verdade e só meu.
—Muito do bonito até.
—Sim, Edward me surpreendeu. Falei sorrindo. –Não sei dirigir e gostaria de aprender.
—Posso ensiná-la se quiser.
—Eu adoraria e falei com Edward a respeito de te pedir para me ensinar, mas ele quer que seja ele a me ensinar. Sei que na minha primeira falha ele irá dizer que a aula acabou por hoje, ele é exagerado....Já você eu sei que irá me ensinar sem as preocupações exageradas que o Edward tem.
—Eu a ensinaria com o mesmo cuidado.
—Sei disso grandão. Falei sorridente. –Sei que sim e o agradeço por tudo que tem feito por mim.
—Disponha senhora.
—O batizado da Marie irá acontecer em breve e eu convidei........todos os meus amigos. Falei preocupada o olhando.
—O patrão já sabe dessa novidade?
—Pretendo contar em breve, estou tomando coragem. Não posso excluí-los da minha vida, não posso Sebastian porque eles me fazem feliz. Eles são meus amigos de verdade. Sabe disso.
—Terá que contar já que os convidou, está ciente disso. O rapaz, o Jacob Black, o patrão não gosta dele porque com certeza tem ciúmes dele. O rapaz é visivelmente apaixonado pela senhora, sabe disso. Quero ver como isso dará certo, mas...
—Era, e você sabe que a fila dele andou Sebastian. Ele está noivo e irá se casar.
—Que seja.
—O convidei também, todos eles. Não sei como eles se sentirão aqui na mansão após tanta hostilidade, mas deixarei claro o quanto me encontro feliz hoje ao lado de Edward. Ângela o odeia, jake nem se fala por ter levado uma surra covardemente e você sabe disso, mas farão o seu melhor por mim e pela Marie. Eles são pessoas do bem Sebastian. Já os outros não sabem de nada, melhor assim. Os meus amigos tomaram as minhas dores. Sabe como é difícil para eles aceitarem o que eu passei. Jacob e Ângela são durões e vai demorar a digerir tudo isso que eu passei. Eles são duros comigo para o meu bem quando precisam ser, mas vão amolecer com o passar do tempo......... eu acho..
—Sei disso, eu mesmo revistei toda a vida deles......se me perdoa dizer.
—Tudo bem, é o seu trabalho proteger a família Cullen.
—A todos senhora.
—Nada mudou no meu conceito em relação a isso que me contou, sei que é um profissional. Gosto de você mesmo assim.
—Sim eu sei. Disse ele me olhando e sorrimos.
—Estou apreensiva demais em contar essa novidade para o meu noivo, mas ele terá que entender. A festa do batizado será aqui e caso ele deteste a ideia, pedirei a Alice para a festa ser em minha casa. Não quero que haja constrangimentos, será um dia especial para a minha filha.
—Tenho certeza que o patrão não desgrudará um minuto da senhora no dia, o conheço bem. Disse ele com um pequeno sorriso e o mesmo desapareceu rapidamente.
—Ele se comportando, que seja.
—O patrão é um homem muito ciumento em relação à senhora, sabe disso.....sabe o que passou por ele sentir tanto ciúmes e a proibia de sair de casa.
—É verdade........Ele é intenso, mas o amo mesmo assim Sebastian. Eu aprendi a amá-lo com toda essa tempestade, mesmo tendo acontecido o que aconteceu com os meus pais. Não sei o que seria de mim hoje estando eles vivos e aprontando pelas as minhas costas ainda. Talvez nada disso tivesse acontecido e eu estaria vivendo a minha vida de adolescente aventureira. Sem filhos, livre, leve e solta.
—Talvez sim, talvez não. Por sorte, com todas as mald.... com todos os problemas gerados aqui, você caiu aqui nessa família bondosa. Se fosse nas mãos de alguém como os russos, estaria morta com toda certeza. Teria uma morte lenta, dolorosa e não estaria aqui nesse momento como a senhorita Brenda não está.
—Então eu poderia dizer que apesar de tudo Deus olhou por mim?
—Digamos que sim. Digamos que o destino foi muito cruel, mas de uma forma a lhe salvar da morte repentina. O plano era esse por parte de Fausto, mas com o passar dos dias percebemos rapidamente que o patrão se apaixonou e........., é o que posso falar.
—Sei que você é um homem fiel grandão, sabe guardar segredos.
—Sou pago para isso e ser fiel aos meus patrões. To ciente que eu tive que omitir muita coisa por causa da senhora e para o seu bem, mas não me arrependo por ser uma vítima também. Sei decifrar quem é o culpado, e a vítima, não erro. Disse ele sério. –Por isso me pagam bem, mas não posso me meter na vida dos patrões. Mesmo quando deixo claro minha opinião e o patrão faz vista grossa....aliás........fez. Disse ele falando demais e ficou me olhando.
—Admiro isso. Falei dando um tapinha no ombro dele e sorrimos.
—O patrão ficou furioso na época em que danificou todo o carro dele e destruiu os faróis. Pensei de perder o meu emprego, pois eu o dirigi ao seu pedido. Disse ele sorrindo e eu também sorri com a lembrança.
—Ele mereceu cada vingança, incluindo as roupas de luto queimadas. Falei risonha. –Por ser mimado e vingativo, mas mesmo assim essas lembranças não me atormentam mais. Eu sabia que ele não iria o dispensar, pois, eu confessei que a ideia foi toda minha e foi de verdade.
—Isso é. Disse ele sorridente. –A senhora é uma mulher corajosa, admiro isso e sempre terá o meu respeito.
—Obrigado. Falei o olhando pensativa. –Gosta da sua profissão e tudo que faz por ela? Arriscar-se pelo bem dos outros?
—Nasci para isso e gosto da minha profissão. Gosto das armas e de atirar, mas faço em quem merece. Pois, quando eu era pequeno os meus brinquedos favoritos eram os tanques de guerra e as armas. Sou um agente exemplar e sou bem pago por isso, como falei antes. Não é me gabar saiba disso, mas os Cullens trabalham com os melhores, exigiram isso ao nos contratar. É tudo que posso falar já que faz parte da família agora.
—Sei disso. Falei sorrindo e ele sorriu. Sebastian tinha os dentes perfeito e branquinhos. Acho que a beleza dele o ajudava na hora de bolar o plano para o trabalho dele, caso envolvesse mulheres fora da lei para seduzi-las. Ele era um gato moreno com todas as letras e esse tempo todo nunca me desrespeitou. -Eu gostaria de sair mais tarde.
—Aonde senhora?
—Gostaria de ir ao shopping.
—Que horas?
—Por volta das 16hs e gostaria que você fosse à paisana. O terno chama um pouco a atenção.
—Ok.
—Já tomou café?
—Sim.
—Irei entrar e ajudar a Mary no que ela precisar, Victória não está aqui.
—Ela está com a dona Esme.
—Imaginei. Então às 16h iremos ao shopping.
—Combinado.
—Ok.
Caminhei devagar pelo gramado vendo um dos seguranças ali nos olhando conversar e entrei na cozinha. Mary acabava de lavar a louça do café da manhã e eu as sequei para ela, pois sempre fomos uma dupla para o que der e vier. Lembrei da minha vitamina diária e a ingeri com um copo de água, logo após eu olhei para a Mary.
—Estou tão feliz amiga.
—Estou percebendo. Disse ela sorridente.
—E você com o seu gatinho?
—Estamos bem, muito bem. Disse ela ainda risonha e suspirando.
—Só cuidado hein dona Mary, do contrário vai acabar com a pança cheia como a minha está. Nos empolgamos na hora e bum. Mas esse bebê não foi planejado, mas o fizemos nos amando de verdade. Fiquei surpresa e apavorada quando me descobri novamente grávida. Edward facilitou, tenho certeza agora.
—Amiga nós nos prevenimos sempre, nunca sem.
—Está apaixonada por ele?
—Estou no caminho, digamos assim. Sou prevenida por ir com calma para não querer me decepcionar, mas não tenho do que reclamar no momento.
—E ele a respeita?
—Sim, ele é um cavalheiro. Abre sempre a porta do carro para mim, paga sempre a conta e me presenteia cada vez que me vê. Não tem filhos e sabe que sou uma cozinheira com diploma e arrumadeira. Me aceita como eu sou. Amo e me orgulho do que faço.
—Hum que bom! Não ficaria feliz em saber que alguém lhe maltratou, ou se veriam comigo.
—Ele tem boas condições, pude ver no ano novo através de sua família. São pessoas de classe média e ele sabe que eu sou de outro estado.
—Você é uma mulher muito bonita Mary, sabe disso.
-Foi bom a patroinha ter me dado aquela folga, acabei conhecendo alguém especial naquela noite.
—Pois acredite amiga, tudo acontece quando menos esperamos. Jamais imaginei que após essa tragédia toda eu ficaria com o Cullen. Olha agora tudo que aconteceu comigo, você viu o que passei. Dois filhos, nos amando loucamente hoje em dia, isso que é surpresa.
—Então somos vítimas do acaso?
—Eu diria que sim.
—Tem razão.
—E o Sebastian?
—O que tem ele? Perguntou ela surpresa. –Já conversamos antes a respeito dele bella, sabe disso. Nós somos somente amigos hoje e não rola nada.
—Ele é um partidão amiga. Falei sorrindo e a olhando nos olhos. -Por isso Edward sente ciúmes dele comigo.
—O patrãozinho sente ciúmes até da mosca que voa em volta de você, sabe disso.
-Sortuda será quem namorar e casar com ele. Ele é super gentil com as mulheres, prestativo, simpático, bonitão toda vida, tem um bom emprego, ganha muitíssimo bem que eu sei e também tem um bonito carro. Já o vi estacionado lá fora do outro lado do portão. Ele é um gatão Mary. Como o dispensou assim tão fácil?
—É impressão minha ou você está me jogando para cima dele bella?
—Não estou fazendo isso. Falei negando. –Estou apenas pontuando as qualidades dele e sortuda será quem fisgar ele. Ele confia em você?
—Conversamos bastante vez ou outra quando dá, mas tenho muito que fazer aqui.
—Mesmo assim. Falei sorrindo.
—Sei. Eu e o meu gatinho nos damos muito bem.
—Isso é importante, mas desejo que se case e seja feliz com quem você escolher. Você merece tudo de bom amiga e igualmente o Sebastian. Sem ser estraga prazer, fazem um lindo casal. Nasceria um lindo bebê da pele morena. Mas se você se sente extremamente feliz com o outro, eu só desejo a sua felicidade e tudo do melhor. Quero ser a madrinha quando se casar!
Sorrindo bastante, Mary abriu o freezer e tirou uma peça enorme de carne para descongelar. A conversa havia acabado pelo jeito e continuei a olhando.
—Obrigado.
—De nada, pois saiba que eu também me preocupo com você.
—Sei disso, é recíproco. Falou ela colocando a carne sobre a pia e veio me abraçar.
—Eu ficaria contente se tivesse alguém como ele ao seu lado. É o tipo de cavalheiro que sabe valorizar as mulheres, lembra-me o jake em sua forma de ser. Protetor. Sinto isso, sabe. Falei a envolvendo em meus braços. –Também sei que ele tem uma profissão perigosa, sei o que é isso. Falei a olhando nos olhos. –Sei a sensação do risco. Falei pensativa.
—E todas as armas que eu sei que ele tem e profissão arriscada? Perguntou ela me olhando. –Trabalhamos no mesmo local, não aprovariam. Por isso nos afastamos, porque esse é um emprego bom e difícil de achar outro igual.
—Apenas seja feliz com quem escolher, eu irei apoiá-la. Do portão pra fora a vida é de vocês, saiba disso. Tenha isso em mente e confio em você.
—Estou feliz, de verdade. Disse ela me olhando nos olhos. -Caso um dia eu mude de ideia, ou venha a me decepcionar, será você a primeira, a saber. Gosto muito do Sebastian, mas já passou muitos meses...Entende? Foi uma paixonite intensa em ambos e nos entregamos numa ilha próxima daqui. Falou ela pensativa. –Eu adorei tudo que rolou entre nós, confesso. Ele é mesmo tudo de bom. Disse ela e sorrimos. –Posso afirmar que mulher nenhuma tem o que reclamar nesse aspecto. Nada, nada a reclamar. Após falar, ela gargalhou e eu olhava observando-a bem.
—Você me contou. Você voltou temendo ser pega pela Rosa, que mulher grossa.
—Tem razão. Depois que ela foi mandada embora o clima ficou light nessa casa.
—Sim, tem razão.
—Que bom, que bom.
—Agora irei ajudá-la com os preparativos do almoço.
—Não precisa patroinha.
—Precisa sim. Todos os funcionários já tomaram café?
—Sim, cedinho.
—Então irei te ajudar com o almoço.
—Então irei varrer a casa enquanto isso.
—Ok Mary.
Mary sorriu para mim e foi para a área de serviço, já eu coloquei a mão na massa. Preparei o arroz com vegetais, pois eu sabia que a Esme adorava. Cozinhei o feijão colocando dentro o que a Mary havia deixado dentro da vasilha e daria um sabor muito bom. Cortei alguns legumes, lavei as folhas para uma segunda salada e reservei. Um bom tempo depois eu escutei vozes do lado de fora.
—Cheguei mamãe! Falou Esme segurando a Marie, ela estava linda em um vestido lilás e sorriu para mim.
—Chegou a minha princesa! Falei sorrindo. –Esme! Falei contente.
—Bom dia filha. Disse ela vindo até a mim e Victória entrou com as bolsas junto dos seguranças. –Aproveitei e passei no mercado, fiz uma comprinha. Comprei umas sobremesas infantis para a minha neta e coisas aqui para a nossa casa.
—Oh! Quanto eu lhe devo? Perguntei naturalmente e a cumprimentei com cuidado, a seguir dei um beijinho em minha filha.
—Claro que nada filha e ficarei chateada se você me perguntar isso novamente.
—Desculpe, eu.. eu.
—Relaxa filha. Está fazendo o almoço?
—Sim.
—Irei fazer uma sopinha para a Marie. Como você está?
—Mais que bem. Falei mostrando a aliança para ela.
—Que linda! Meu filho tem muito bom gosto, pois puxou o pai.
—É, ele tem sim.
—Como foi o passeio?
—Mais que bom. Falei sorridente. –Aproveitamos cada segundo.
—Humm bom!
Sorrimos e Victória montou o carrinho da Marie. Esme a colocou sentada e minha filha ameaçou chorar, mas com jeitinho a minha sogra a distraiu. Marie ficou quietinha e Esme após lavar as mão preparou a sopa da neném. Victória arrumou as compras e eu continuei preparando o almoço.
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Minutos depois a Mary retornou e preparou a carne de um jeito especial e saboroso. A sobremesa seria uma torta holandesa e aguei ao olhá-la preparar. Estando eu distraída, Esme me abraçou e me fez olhá-la.
—Então ganhou um presente?
—Sim. Falei sorrindo. –Edward é um louco mesmo.
—Sim e por você. Disse ela sorridente. –Alice pediu para você não se esquecer de marcar o batizado da neném.
—Essa semana ainda e falarei com o Edward.
—O tempo passa e logo teremos que marcar o seu casamento também. Vejam isso também.
—É o que eu mais quero.
—Ok.
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Às 13:00 h.
Eu e Esme nos sentamos à mesa para almoçar e eu mexi o prato de sopa da minha filha. Já estava em uma temperatura boa e aproximei mais o carrinho de mim. O mesmo estava inclinado, de forma para ela ficar sentada e ajeitei o babador nela. Fui alimentando a Marie aos poucos ouvindo os seus sons empolgados de bebê e ela movia bastante as perninhas. Minha filha era uma criança dócil e sorria com facilidade, eu a admirava. Esme sorria ao olhá-la tão contente ao comer e disse um simples e amoroso.
—Coisinha linda da vovó.
Comecei a comer também e a comida estava deliciosa, tanto que eu comi mais um pouco e não enjoei. Lembrei do episódio em que desmaiei após fazer amor com Edward e sorri.
—Irei servir a sobremesa. Disse Mary me olhando sorrir.
—Ok. Estou salivando. Falei sorrindo ainda e Esme me olhou.
—O que foi filha?
—Não é nada Esme. Só doces recordações.
—Sei. Disse ela sorrindo.
Ela sorriu e eu olhei para a minha filha, continuei a alimentando e logo a sopa acabou. Limpei a boca dela com a colher e depois com a fralda. Deixei Marie no carrinho e me deliciei na sobremesa. Minha filha me olhava e resolvi colocar um pouco da torta em sua boquinha. Ela aceitou de bom grado e coloquei mais um pouquinho, após limpar a boquinha dela eu acabei com a minha sobremesa.
—Irei passear no shopping hoje. Quer ir?
—Gostaria filha, mas hoje o meu cunhado virá para jantar aqui em casa com a esposa e tratarão de negócios. Que horas você vai?
—Às 16h.
—Divirta-se então.
—Irei.
—Está se sentindo bem? Ainda sente tonteiras?
—Estou bem melhor e me sinto mais revigorada. Aos poucos estou me recuperando, mas estou ótima, nem se compara.
—Fico contente filha.
A mesa do almoço foi retirada pelas meninas e peguei a minha filha no colo, percebendo que ela precisava ser trocada eu subi com ela. Troquei a fralda dela e a deixei cheirosinha. Dei beijinhos carinhosos em sua barriguinha e Marie sorria, mas como ela havia acabado de almoçar, parei. Após ajeitar a roupa dela, fui para o meu quarto e de Edward. Deitei-me um pouco para descansar e deitei a Marie do meu lado, mas o telefone tocou e o peguei.
—Alô.
—Oi amor, boa tarde.
—Boa tarde Edward. Você já almoçou amor?
—Já. E você?
—Ainda pouco com a sua mãe. Falei me lembrando que eu teria que falar a respeito da vinda dos meus amigos para o batizado da neném e suspirei. -Estou com saudades.
—Eu também. Muita a propósito e de beijá-la.
—Então me beije. Falei sorrindo.
—Ahh se eu pudesse. Tenho certeza que seria mais que um beijo.
—Humm eu quero. Após eu falar, sorrimos. –Muito trabalho hoje?
—Sempre.
—Vai chegar tarde hoje?
—Não. Irei correndo para você.
—Então venha amor.
—Meus tios irão jantar conosco, temos que falar de negócios.
—Sua mãe falou. Irei dar um pulinho no shopping hoje.
—Que horas?
—Às 16h eu sairei.
—Humm. Disse ele. –Se eu pudesse iria com você amor. Por que não me ligou?
—Decidi após você sair. Não irei me demorar.
—Tudo bem.
—Sebastian irá me acompanhar.
—......Ok. Preciso desligar para continuar trabalhando. Eu te amo e dê um beijo na Marie.
—Darei. Eu te amo também.
—Tchau.
—Tchau.
Encerrei a ligação e coloquei o telefone na base, reparei que a Marie estava quase dormindo e a ninei. Após ela dormir, eu fui para o closet e escolhi o que vestir. Gostei da roupa, eu a olhava no cabide e fui para o quarto me deitar um pouco.
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Faltando cinco minutos para às 16h, eu acabava de passar o meu batom vermelho. Olhei-me no espelho e aprovei. Eu estava com uma blusa branca de alcinha, saia vermelha bordô plissada até o meio da minha coxa e muito bonita até. Calcei uma sandália de salto vermelha, a mesma era linda toda trançada na frente e me perfumei de leve por último. Meu cabelo estava solto, sem contar que a minha calcinha era vermelha e bem sugestiva. A mesma tinha um lacinho atrás e na frente, sem comentários de tão transparente e sorri. Descobri que Edward era fã de lingerie, então, eu iria sempre agradá-lo. Peguei minha bolsa vermelha pequena e de alça cumprida, o look ficou show. A minha filha não iria comigo, Esme quis ficar com a Marie e não me importei. Fiquei um pouco sem jeito, pois, eu não queria sobrecarregá-la. Dizendo que não se importava eu deixei. Saí do quarto e desci, Esme segurava a neném na sala e fui até elas.
—Tem certeza que quer ficar com ela? Eu posso levar a Marie comigo para deixá-la descansar um pouco Esme. Já ficou o final de semana todo com ela, não quero abusar. Não quero que pensem que eu a estou sobrecarregando.
—Não se preocupe filha, amo demais a minha neta. Ela não me dá trabalho e me faz companhia.
—Não quero abusar, sinto-me mal.
—Então se acostume, pois eu irei ficar muitas vezes com os meus netos e levá-los para passear.
—Tudo bem.
—Está muito bonita filha.
—Obrigado.
—E o meu netinho?
—Quietinho. Falei sorrindo e acariciei a minha barriga.
Eu a abracei com cuidado e dei um beijo na bochecha dela. Dei um beijinho em minha filha e saí da sala. Caminhei pelo corredor e entrei na cozinha, Mary ao me ver.
—Aonde vamos dessa forma?
—Estou bem?
—Sim, muito bonita patroinha.
—Irei ao shopping olhar a moda.
—Hoje os tios de Edward irão jantar aqui. Você sabe não é?
—É to sabendo. Não irei chegar tarde e ser mal educada apesar de tudo.
—Faz bem amiga. Agora vá e se distraia.
—Ok.
Saí da cozinha e chamei o Sebastian, ele estava elegante estando à paisana e entreguei a ele a chave do meu carro. Fomos para o carro que Edward me deu tendo sobre mim o olhar dos outros seguranças. Sentei-me no banco de trás e me encostei, Sebastian fechou a porta do carro e foi ocupar o banco do motorista.
Saímos da mansão estando eu pensando em um presente para o Edward, ele havia me dado tanta coisa e eu queria retribuir a altura. Sebastian dirigia tranquilamente e relaxei, tanto que no meio do trajeto acabei ficando sonolenta.
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Ao chegarmos no shopping, desci do carro após Sebastian abrir a porta para eu descer. Fui caminhando tranquilamente pelo estacionamento e entramos. O ar ali estava uma delícia e fui apreciando as vitrines que estavam bem convidativas. Eu vim disposta a dar um bom desfalque em minha poupança, afinal, eu ainda tinha muito dinheiro guardado. Andei pelo shopping , vi algumas mulheres secando o meu motorista e amigo ao mesmo tempo. Sorri para mim mesma e pensei em Mary, eu torcia pelos dois e não mudaria a minha opinião. Comprei alguns lingeries sacanas para mim, sei que o meu noivo iria adorar. Comprei umas roupinhas para a Marie e tive uma ideia. Entrei em uma joalheria e fui prontamente atendida por uma moça elegantemente vestida.
—Boa noite. Saudou-me ela.
—Boa noite. Eu gostaria de ver o que vocês têm de cordão masculino.
—Temos muitas opções em ouro branco, amarelo e uns de prata de qualidade.
—Eu gostaria de ver todos que você tem de mais bonito, e escolher.
—Tudo bem. Disse ela sorrindo e disse para eu me sentar à mesa.
Respirei fundo com os valores, ali era uma loja caríssima, mas relaxei, eu vim pronta para isso e fui olhando peça por peça. Ela de forma paciente e profissional ia me mostrando cada um mais lindo que o outro. Fiquei encantada com tudo que eu estava vendo.
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Minutos depois.
Um cordão de ouro amarelo com crucifixo no valor de trinta e sete mil dólares chamou a minha atenção. Era grosso e lindo. Simplesmente linda a corrente trançada e sorri ao olhar o singelo crucifixo.
—Eu quero esse e é para presente. Falei contente.
—Uma ótima escolha se me permite dizer. Disse a moça me olhando, ela era muito bonita e sorriu. –Qual a forma de pagamento?
—É débito.
—Ok.
Ela pegou a máquina de cartão e o presente foi pago, peguei a bolsinha e saí da loja. Já passava das 18 horas a muito tempo e era hora de voltar para casa. De forma discreta Sebastian me aguardava do lado de fora e fomos para o estacionamento. Entrei no carro e Sebastian me olhou pelo retrovisor, sorri para ele e olhei para o lado de fora.
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1h e 20 min depois.
Chegamos na mansão e entramos, Sebastian levaria as bolsas para mim até o quarto. Entrei na sala com Sebastian ao meu lado, após ele cumprimentar com uma boa noite o pessoal que estava na sala, ele subiu com minhas bolsas. Todos estavam sentados no sofá conversando e cada um ali o respondeu de forma educada. Minha filha estava no colo de Bernadete e a mesma sorriu ao me ver. Edward me olhava sem piscar, pois, eu sabia que estava bonita e levemente perfumada. O mesmo era delicioso e ia longe de tão bom.
—Boa noite a todos. Os saudei caminhando de forma sutil e elegante.
—Boa noite. Falaram eles tudo de uma vez e sorri para Edward.
Cumprimentei os meus sogros e dei um selinho em Edward. Fui até a mãe de Alice e segurei a mãozinha da minha filha, na mesma hora ela quis vir comigo. Dei um beijinho em sua bochecha e ela sorriu abertamente. Os pais de Alice me olhavam, mas sem hostilidade e permaneceram na deles. Sentei-me ao lado de Edward e sem vergonha nenhuma, ele selou os nossos lábios mais uma vez após segurar o meu rosto. Dessa vez ele me beijou demoradamente e com posse. Movemos as nossas línguas uma na outra por duas vezes e...
—Senti a sua falta o dia inteiro. Disse ele me olhando de forma intensa após se afastar.
—É?
—Sim, mal consegui trabalhar pensando em você. Após falar, ele tornou a me beijar de forma apaixonada e eu correspondi. Afastei-me sorrindo o olhando nos olhos e me lembrei dos outros, Bernadete nos olhava estando passada e disfarçou.
—Eu te amo. Falei acariciando o rosto dele e ele sorriu lindamente.
—Só estávamos lhe aguardando para jantarmos. Disse Carlisle visivelmente contente.
—Então vamos. Falei me levantando escutando minha filha fazer sons de bebê movendo as perninhas e os outros se levantaram também.
Fomos para a mesa e coloquei a Marie sentada no carrinho, até que ela ficou quietinha e eu fui até o banheiro social lavar as minhas mãos. Eu estava distraída secando as minhas mãos estando de costas para a porta e senti braços me envolverem. Eu sabia quem era, pois a sensação boa e o leve arrepio em minha pele não me deixavam enganar.
—Está tão cheirosa. Disse ele beijando o meu pescoço e me virou para me beijar. Movemos as nossas línguas em sincronia e que beijo delicioso ele tinha, tanto que me deixou desejosa por muito mais.
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3minutos depois.
—Está muito bonita para sair assim sozinha. Disse ele me olhando sério e sem piscar. -Sei como os homens se comportam ao olhá-la e eu não gosto.
—Não exagera. Falei o olhando após me afastar e sorri sacana. –Não se preocupe, sou inteiramente sua e saberei recompensá-lo. Falei dando as costas para ele e suspendi a minha saia bem devagarzinho.
—O que está fazendo? Perguntou ele surpreso.
—Gosta do que vê? Perguntei deixando finalmente o meu traseiro à mostra e a linda calcinha vermelha com um único lacinho atrás ficou de fora. Inclinei-me levemente para frente e movi de leve o meu traseiro.
—Claro que sim. Disse ele passando a mão em meu traseiro e o apertou. –Quer me provocar? Perguntou ele com voz de desejo.
-Ótimo. Falei o olhando de rabo de olho saindo de perto dele e depois do banheiro o deixando parado lá abobalhado e com um lindo sorriso torto.
Fui caminhando normalmente e entrei na sala, sentei-me a mesa e a mãe de Alice me olhou, mas nada falou. Os dois eram terríveis, mas estavam sabendo me respeitar, não havia hostilidade em seus gestos, menos mal. Talvez surpresos com tanta melação da minha parte e de Edward. Eu já me conhecia, se fosse o contrário....
Minutos depois Edward voltou do banheiro e sorri travessa o olhando, eu sabia que ele demorou um pouco para se recompor. Ele se sentou ao meu lado me olhando e eu fazia o mesmo sem piscar.
—Tudo bem?
—Vai ficar melhor. Disse ele sorrindo e os outros não entenderam nada.
—Aposto que sim. Falei e desviei o meu olhar.
Mary junto de Victória começaram a nos servir e o risoto estava espetacular. O vinho rose foi servido para eles e em minha taça havia uma espumante sem álcool. Victória deu a mamadeira para a neném e Marie mamava quietinha, essa seria a sua janta.
—Está divino Mary. Elogiou Carlisle.
—Que bom senhor. Disse ela sorrindo.
—Está realmente excelente, como sempre. Afirmou Bernadete e bebeu um pouco de vinho.
Comemos conversando. Bem, eles conversaram. Falaram a respeito das empresas que estavam indo muito bem e eu nada falava. Eu não entendia daquele assunto e achei melhor não opinar, poderiam pensar mal já que percebi que havia tanta grana envolvida. Só desejava que Edward saísse da imundice e eu os olhava conversando animadamente. Vez ou outra o Edward acariciava a minha mão sobre a mesa e eu o olhava sorrindo. Meu olhar apaixonado me entregava e ele beijou a minha mão de forma delicada.
—Como foi o passeio no shopping?
—Foi bom.
—Fez uso do cartão?
—Ainda não foi dessa vez gatão. Não se preocupe com isso.
—Você que sabe.
—Tenho dinheiro o suficiente, não se preocupe. Falei piscando um olho.
Ele sorriu e continuou comendo, fiz o mesmo e depois peguei a minha taça. Bebi apreciando aquela deliciosa espumante e os olhando conversar. O papo deles estava descontraído e lembrei-me dos meus pais.
Quando Marie finalmente terminou a mamadeira, eu a peguei no colo. Ela cismou de ficar conversando comigo em seu linguajá infantil e minutos depois ela acabou dormindo com a cabeça apoiada em meu ombro. Edward fazia carinho no ombro dela e deu um beijo em sua cabeça, não se contentando, ele a pegou no colo. Ela dormia a sono solto e ajeitei a blusa do pijama dela. A sobremesa foi servida e comemos, ao finalizá-la nós fomos nos sentar no sofá. O pai de Alice conversava com Carlisle e Esme me olhou, sorri para ela e ela me retribuiu, depois olhou para a neta.
—Irei colocar a minha neta no berço. Pode ser filha? Pediu ela me olhando.
—Ela é sua neta e as avós são a segunda mãe. Assim como a madrinha é na ausência da mãe.
—É muita gentileza sua filha. Disse ela pegando a neném com um olhar apaixonado de avó. De forma carinhosa ela beijou a cabeça da neta por duas vezes e Carlisle a observava de forma discreta. –Irei colocá-la no berço filho.
—Ok mãe. Disse Edward sorrindo.
Percebi que ela via em Marie a forma de matar a saudade da companhia da filha. Amor materno perdido, e eu a compreendia. Os outros deviam ter a mesma impressão que a minha e sorriram conforme Esme se afastava segurando a neném cheia de cuidado. Edward segurou em minha mão de forma carinhosa e eu sabia que os pais de Alice nos filmavam discretamente, acho que o carinho entre nós os surpreendia. Talvez fosse custoso demais para eles aceitarem quem eu era e de onde eu vim, mas eu não me importava e selei rapidamente os nossos lábios. Com o tempo eles veriam a diferença entre mim e os meus pais golpistas, mas, mesmo não me aceitando eu não me importaria. O mais importante eu tinha, que era o amor de Edward e dos pais dele. Isso já era o bastante e o suficiente para mim. Eu estava em casa novamente.
Esme subiu a escada com a neném e Edward me abraçou, nisso os minutos foram se passando. Permanecemos assim, abraçadinhos e sorridentes. Vez ou outra nós trocávamos selinhos apaixonado. Sem contar que ele acariciava a minha barriga vez ou outra ao conversar com os outros e era natural da parte dele.
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Um bom tempo depois.
Eles beberam três garrafas de vinho e eu bebi ao todo quatro taças de espumante sem álcool. Quanto assunto eles tinham e eu comecei a ficar sonolenta, já passava das 23:18min. Acho que os pais de Alice dormiriam na mansão hoje e olhei para Edward.
—Vou subir amor.
—Está se sentindo bem?
—Sim. Estou apenas com muito sono.
—Depois eu irei também.
—Ok. Os pais de Alice dormirão aqui? Perguntei baixinho no ouvido dele.
—Sim. Amanhã o meu tio irá trabalhar daqui e minha tia passará o dia aqui com vocês.
—Com tanto que ela se comporte por mim tudo bem.
—É o melhor, somos uma família amor. Não podemos ficar em guerra.
—É eu sei. Falei o olhando nos olhos e ele fazia o mesmo. Selei os nossos lábios e me levantei. –Boa noite a todos.
—Boa noite filha. Disse Esme estando sorridente.
—Boa noite. Disse Carlisle. –Durma bem querida.
—Desejo o mesmo.
—Boa noite mocinha. Disse Bernadete.
—Boa noite jovem. Falou o pai de Alice.
Saí da sala sentindo olhares me queimando e subi. Fui até o quarto da minha filha e ela dormia a sono solto. Peguei a babá eletrônica e fui para o quarto de Edward, deixei a babá no criado mudo e peguei as bolsas de compra. Guardei tudo em seus devidos lugares e me despi, a seguir tomei um banho relaxante e me sequei bem. Fui até o closet e vesti uma calcinha pra lá de bonita na cor azul marinho. Ela era sugestiva. Continha renda, seda e lacinho também. Era transparente e minúscula. Coloquei o cordão masculino que eu comprei para o Edward e permaneci somente de calcinha. Penteei o meu cabelo que estava úmido e passei pouca coisa a minha colônia preferida. Liguei o ar deixando no fraquinho e arrumei a cama para eu me deitar. Liguei a televisão e fiquei aguardando o meu noivo subir, o sono havia sumido e deu lugar a expectativa. Como eu o desejava naquele momento. Quem diria que chegaríamos até aqui depois de tudo e sorri.
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15 minutos depois.
A porta foi aberta e eu sorri travessa. Edward não esperava que eu estivesse acordada e praticamente nua sobre a cama o aguardando. Ele me avaliou e sorriu. Seu olhar já me dizia o quanto ele me queria e suspirei mediante seu olhar cobiçoso. Mesmo estando um pouco mais magra, ele me fazia sentir a mulher mais linda com o seu amor. Sorri.
—Demorou. Falei manhosa acariciando o travesseiro dele com a ponta dos meus dedos.
—Já estava com saudades de mim? Perguntou ele me avaliando melhor.
—Sim, muita. Falei passando a mão em meu seio lentamente e depois a coloquei sobre o travesseiro dele novamente.
—Vou só escovar os meus dentes e tirar a roupa. Disse ele olhando para o meu corpo e depois me olhou. Ele suspirou e observei o quando o seu corpo deixava claro que ele me desejava naquele momento.
—Ok.
Edward foi para o banheiro escovar os dentes e depois se despiu, ele já estava de banho tomado. Ele permaneceu somente de boxer branca e eu o olhava desejosa, mas desviei o meu olhar e me ajeitei na cama. Edward apagou a luz do banheiro e veio se deitar, eu o puxei até a mim com posse e o beijei estando cheia de vontade.
—Estamos com pressa hoje? Perguntou ele entre beijos calorosos que trocávamos. O peguei de surpresa é claro e sorri entre o nosso beijo. Correspondendo de bom grado, eu falei entre o nosso beijo.
—Demorou a vir pegar o seu presente.
—Sim, você é o meu melhor presente. Disse ele beijando o meu pescoço e voltou a me beijar estando pra á de empolgado. Eu sentia o quanto ele estava excitado e o trouxe ainda mais de encontro ao meu corpo.
—Não falo de mim. Falei sentindo a mão dele acariciando o meu seio e gemi.
—Então fala do bebê? Sim é um presentão também amor, mas o bebê só daqui uns meses. Falou ele entre o nosso beijo e da forma que nós nos beijávamos, pareciam dois sedentos. O toquei intimamente e acariciei o seu sexo.
—Errou feio. Falei o afastando e sorri da cara que ele fez. –Não reparou nada?
—Sou observador, sabe disso.
—Diga. Falei o tocando intimamente novamente e ele gemeu baixinho.
—O,o...Falou ele gaguejando, pois eu o acariciava agora sob a boxer e o apertei levemente.
—O... O quê amor? O instiguei com a voz melosa.
—O colar, eu nunca o vi. Disse ele ofegante, pois eu o apertei de leve novamente e desci a minha mão sobre o seu sexo. Eu o acariciava de forma precisa e sorri com a sua resposta, mas não falei nada. Fiz Edward se sentar e o despi da boxer, fiquei o olhando deliciada por alguns segundos e me sentei sobre ele.
—Gostou?
—É muito bonito, lindo e de muito bom gosto.
—Pegue, é para você.
—Amor... Disse ele descasando o fecho e tirou o colar o avaliando. –Esse colar deve ter custado uma not......
—Shhhhh. Diz-me se você gostou. Apenas isso.
—Eu adorei, é lindo. Disse ele reparando a peça melhor. –Esse crucifixo é lindo.
—É para protegê-lo do mal.
—Amei, de verdade. Disse ele me olhando e colocaria o lindo colar em si próprio, mas eu o impedi e coloquei nele eu mesma.
—Gosto de agradar. Falei baixinho no ouvido dele e dei um beijo no crucifixo que ficou sobre o coração dele.
—Obrigado.
Edward me beijou de forma apaixonada e eu me movi sobre ele. Eu me esfregava em seu sexo devagar para provocá-lo e Edward me apertou contra ele. Sua excitação me dava água na boca e ele me fez olhá-lo após interromper o nosso beijo.
—Está na hora de tirar essa linda calcinha não acha?
—Então venha tirar. Falei me levantando e me deitei na cama ao lado dele sorrindo.
—Com todo prazer. Falou ele me olhando de forma gulosa. –Tudo que há em você me pertence, sabe disso. Disse ele deslizando os dedos em meu corpo.
Como um predador rondando a presa, ele mais que depressa ficou sobre mim e me beijou de forma faminta. Sua mão esquerda afastou a minha calcinha e ele me tocou de forma precisa e me penetrou com um dedo. Arfei e gemi ao mesmo tempo, pois o prazer já crescia em doses elevadas e gemi mais uma vez. Ele me estocava e movia o dedo, com isso movi meu corpo sob o dele e o beijava ao mesmo tempo.
—Que delícia. Falei entregue entre o nosso beijo.
—Deliciosa é você.
Edward começou a beijar o meu pescoço e foi descendo o beijo sem deixar de me estocar com o dedo. Eu me contorcia de prazer sentindo que eu estava quase na borda e ele tirou a mão de mim. Olhando-me intensamente ele ficou de joelhos na cama, ele levou o dedo que me penetrava até a boca e o lambeu como se o sabor fosse delicioso. Isso me deixou mais excitada, pois percebi que na hora do sexo Edward tinha um jeito depravado. Tinha um jeito não, ele era depravado.
—Adoro o seu gosto. Não faz ideia o quanto excitado eu fico ao prová-la. Me deixa louco e com vontade de invadi-la sem parar até ouvi-la gritar. Agora abre as pernas devagar. Pediu ele me olhando e eu obedeci na mesma hora, eu adorava quando ele falava essas coisas para mim.
—Gosto do seu gosto e adoro quando está em minha boca também.
—Eu adoro ainda mais. Disse ele se acariciando e gemi só de o olhar fazendo isso. –Tire a calcinha, mas devagar.
Para provocá-lo, eu acariciei os meus seios com as minhas mãos. Instiguei os bicos com a ponta dos meus dedos e gemi. Desci com minha mão direita acariciando a minha pele por onde ela passava e invadi a minha calcinha movendo minha mão em meu sexo. Ele me fazia sentir segura e sem vergonha alguma, nossa química era incrível. Meu ponto máximo de prazer estava sensível ao toque e suspirei, mas a tirei de lá, e com as duas mãos eu fui tirando a calcinha devagar. Levantei o meu quadril e Edward parou de se acariciar, ele a arrancou de mim fazendo-me suspirar. Ele na mesma hora abriu ainda mais as minhas pernas e caiu de boca em meu sexo. Suas sugadas intensas me fez gritar, pois gemer ainda era muito pouco pelo tesão que eu estava sentindo. Eu me sentia dormente e Edward moveu a língua em todo o meu sexo e me penetrou com ela. Movendo a cabeça pra lá e pra cá, ele me deixava louca. Comecei a me mover na boca dele sem parar e Edward veio me beijar.
.
3 minutos depois.
Nos beijávamos loucamente e sem eu esperar, ele me penetrou. Nós dois gememos entre o nosso beijo necessitado e suas estocadas me tirava do lugar.
—Ôh Edward. Falei manhosa. –Você me deixa louca e sem juízo.
—Eu adoro isso.
Edward estava possuído e me lembrava das vezes que ele ia me procurar no porão. Eu estava adorando e ele nunca que parava de me estocar. Eu estava na borda já e fechei os meus olhos, senti a explosão de prazer em meu sexo e gritei. O apertei nas costas e Edward gozou logo a seguir. Seus gemidos eram música em meu ouvido e ele veio me beijar, mas nunca parando de se mover contra o meu corpo.
Aos poucos ele foi parando e gemeu ao parar pressionando o corpo dele contra o meu. Apenas fizemos uma vez e ele conseguiu me deixar cansada. Estávamos ofegantes e ele me beijou docemente. Acariciei o rosto dele de forma terna e ele sorriu, retribui e voltamos a nos beijar.
.
.
10 minutos depois.
Nos encontrávamos no banheiro agora, pois eu estava toda melada e Edward fez questão de me lavar. Fiquei sob a água sem molhar o meu cabelo e Edward me lavou por completo, ele foi atencioso. Estando a minha frente, eu reparei o quão excitado ele estava e me ajoelhei com cuidado deixando-o surpreso. Acariciei a virilha dele, fiz o mesmo em suas bolas e ele gemeu. Sem esperar eu comecei a estimulá-lo com minha mão e o abocanhei. Eu movia a minha boca para cima e para baixo o acomodando por inteiro, sempre auxiliando os movimentos com a minha mão. Ele estava rígido e rapidamente senti o primeiro jato e o lambi sentindo meus lábios e língua sendo contemplados com o semem dele. Eu o chupei por várias vezes e para provocá-lo, eu lambi os meus lábios o olhando.
—Você é demais amor. Me fez gozar em menos de cinco minutos.
—Quem manda ser delicioso.
Sem dizer nada mais, ele me colocou de costas na parede e me beijou. Nos perdemos em meio a tantas carícias.
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Minutos depois.
Estando seca e enrolada na toalha, Edward me pegou no colo e me levou para a cama. Ele tirou a toalha de mim, fazendo o mesmo com a sua toalha, ele as deixou no pé da cama. Nos acomodamos sob os edredons e ele me abraçou.
—Obrigado por existir e fazer parte da minha vida. Disse ele após me dar um selinho e ficamos nos olhando.
Fiquei o olhando por longos minutos, aos poucos o sono foi me dominando e dormi sentindo os carinhos dele em minha pele.
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..............................................
Terça feira, 12 de janeiro.
08:00 h da manhã.
Despertei e me movi devagar na cama, olhei para o lado e Edward já havia se levantado e ido trabalhar. Sorri olhando para o teto e lagrimas brotaram em meus olhos ao olhar a minha linda aliança em meu dedo. Peguei o travesseiro dele e o cheirei, o cheiro dele era irresistível e o abracei. Lembrei dos nossos momentos juntos e fechei os meus olhos, acabei dormindo novamente tendo doces lembranças.
.
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Às 10:17min.
Acordei e me espreguicei, estava na hora de levantar ao me lembrar da Marie. Fui para o banheiro estando nua e escovei os meus dentes.
Após me aliviar, asseei-me e lavei minhas mãos. Penteei o meu cabelo e fiz um rabo de cavalo, o mesmo ficou enorme e passei um gloss em meus lábios, estava de bom tamanho. Fui para o closet e escolhi um short jeans, peguei uma blusa lilás e a vesti. A mesma era bonita tendo o formato de uma borboleta nas costas e me adornei com um cordão de ouro e brincos do mesmo material. Calcei uma rasteirinha e fui arrumar a cama. Guardei os dois edredons no closet e fui esticar a colcha da cama, a mesma ficou arrumada e fui abrir a cortina. Abri a janela e deixei o vento entrar, o dia estava lindo e observei os seguranças a postos em seus lugares.
Saí do quarto e fui até o da Marie, a mesma não estava ali e desci a escada devagar. Entrei na sala e a Mary acabava de servi o café da manhã para Esme e para Bernadete. Marie estava dormindo no carrinho e as olhei.
—Bom dia. Eu as cumprimentei.
—Bom dia filha. Respondeu-me Esme no momento em que eu lhe dei um beijo na bochecha.
—Bom dia mocinha. Falou a mãe de Alice estando em um lindo vestido branco.
—Todos já foram trabalhar pelo visto.
—Eles já foram sim filha, desde cedo.
—Não vi Edward saindo, eu estava apagada. Costumo acordar com o despertador e o acordo depois.
—Parece que dessa vez foi o contrário. Disse a mãe de Alice e eu a olhei.
—Foi sim. Respondi me sentando a mesa.
—Deu para perceber. Continuou ela.
—Não tenho dúvida.
—Então filha, o que gostaria de fazer? Irmos à praia, almoçar fora. O que você acha? Pergunto Esme empolgada.
—Eu acho bom, por mim tudo bem. Só tenho que me trocar então.
—Faça depois, vamos tomar café primeiro.
—Ok. Falei sorrindo para ela.
Fui servida por Mary e ela colocou três pãezinhos em meu prato contendo lascas de peito de peru. Aceitei o suco de melão e ela me entregou a minha vitamina diária. Agradeci e a ingeri com o suco. Comemos numa boa conversando e a mãe de Alice estava se comportando perfeitamente bem. Eu estava faminta essa manhã e comi bastante, até a broa de milho eu comi dois pedaços generosos. Aproveitei e comi meio pires de salada de fruta e me dei por satisfeita.
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Seu apoio é fundamental. Torne-se um herói!—Estou feliz que esteja com apetite filha. Está se sentindo bem após comer?
—Sim, eu estou me sentindo super bem.
—Seus olhos brilham como nunca antes, sei que sim.
—É sim. Falei sorrindo e estando pensativa olhando para o nada. –Eu me encontrei novamente.
—Meu filho te ama. Disse ela ao longe e continuei divagando.
—Eu o amo mais. Falei ainda no mundo da lua e suspirei. Passei a mão em meu rosto e a olhei finalmente.
Sorrindo ela se levantou e ninou a Marie que se mexia no carrinho, fazendo sons de bebê ela tornou a ficar quietinha.
—Não vai demorar e minha neta vai acordar.
—Eu concordo. Falou a mãe de Alice olhando para a Marie sorrindo. As duas babavam na neném.
—Troque-se filha, vamos passear por essas praias e aproveitar nós quatro. Vou arrumar a minha neta. Por favor, deixe filha que eu a arrume.
—Se tornar a me pedir para fazer qualquer coisa para a sua neta, ficarei de mal com você Esme.
—Tudo bem. Só não quero parecer uma avó intrometida. Sabe que eu não sou assim.
—Sei que é uma avó coruja e babona. Após eu falar, todas nós na sala sorrimos. –Sabe que não me importo, sei que cuida bem dela e a ama de verdade.
—Sim e muito. Confessou ela sorridente.
—Agora vamos nos aprontar.
—Irei sim.
Nos levantamos e subimos. A mãe de Alice foi para o quarto em que ela estava ocupando e fechou a porta. Esme estava segurando a neném e entrou no quarto dela para trocá-la. A acompanhei e a Marie foi posta no berço dela, o mesmo cheiro adocicado que eu costumava sentir passou de leve e fiquei na minha olhando em volta. Nada.
—Tem protetor solar para ela Esme. Falei a olhando e pensei em Brenda, mas não quis alarmá-la.
—Tem sim filha.
—Vou me arrumar e depois irei prepara uma mamadeira para ela. Uma vitamina e besteirinhas para ela comer.
—Ok filha.
Fui até Esme e a abracei, fui retribuída e ficamos assim por uns segundos.
—Obrigado por tudo.
Sorrimos e saí do quarto, fui para o meu e entrei no closet estando pensativa. Rapidamente coloquei um biquíni e peguei tudo que eu iria precisar. Vesti uma saída de praia bonita e abri a gaveta que continha mais de dez tipos diferente de óculos de sol. Cada um mais lindo que o outro e escolhi um. Lembrei de ter que conversar com Edward a respeito dos meus amigos e suspirei, eu estava apreensiva e desencanei por hora, eu iria aproveitar. Fui até a bolsa e peguei o meu celular, minha carteira e saí do quarto levando tudo que eu precisaria. Desci a escada e fui para a cozinha prepara a mamadeira da Marie. Se oferecendo para preparar a vitamina dela, Mary pegou as frutas e fez duas mamadeiras. Peguei uns biscoitinhos no armário e Mary colocou as mamadeiras na merendeira térmica. Estando tudo pronto, ela me olhou.
—Divirta-se amiga e tentem se dar bem na medida do possível.
—Ela não falando bobagens. Falei sorrindo.
—A mãe de Alice sempre foi educada conosco os empregados.
—Mas ela implica comigo Mary e você sabe disso.
—Acho que ela viu que não tem jeito e está tentando conhecê-la, irão até passear.
—Se ela não me espetar, farei o mesmo.
—Ai bella.
Sorrimos e não demoraram muito, elas desceram.
—Já está tudo ok, podemos ir.
—Sebastian e Tomaz irão nos levar.
—Ok.
Saímos para o quintal e Esme chamou os rapazes, fomos para a garagem e nos acomodamos no outro carro de Carlisle. As bolsas, o bebê conforto e tudo que precisaríamos foram postos no porta mala e Esme sugeriu que fossemos para uma praia vizinha e topamos. Peguei o celular e digitei uma mensagem para Edward.
“Indo para a praia com a sua mãe, a sua tia e a Marie. Te amo e pense em mim”
Não demorou muito ele me ligou.
—Oi amor, bom dia. O saudei.
—Bom dia. Então irão para a praia?
—Sim.
—Cuidado com o sol amor, sabe que passa mal estando grávida. Cuida bem da nossa filha.
—Sabe que sempre. Esme está levando dois guarda-sóis grandes e temos protetor solar.
—Queria estar aí com vocês.
—Podemos ir no final de semana outra vez. Depois podemos dar uma volta de noite para aproveitar, dançar. O que você acha?
—Boa ideia. Se cuida então amor e cuidado. Te amo. Tenho que desligar, eu estou atolado de trabalho aqui.
—Eu te amo mais meu amor e ok.
—Tchau.
—Tchau.
Encerrei a ligação e olhei para Esme.
—Era Edward pedindo para eu me cuidar por causa do sol.
—Ok filha. Ficaremos protegidas do sol.
Durante o trajeto minha sogra e sua cunhada conversaram bastante. Para matar a saudade, eu peguei a minha filha no colo e ela ficou sorrindo para mim. Brinquei bastante com ela e depois ela ficou quietinha em meu colo. Vez ou outra eu escutava seus sons de bebê.
.
.
1 h e 20min depois.
Chegamos na praia e a mesma estava movimentada, porém, não muito cheia. Sebastian estacionou o carro e descemos quando Tomaz abriu a porta para nós.
—Onde deseja ficar senhora? Perguntou Sebastian a Esme.
—Um pouco mais adiante, podemos caminhar até lá. Disse Esme indicando com o dedo o local.
—Ok.
Os guarda-sóis foram pegos e as bolsas também. Bernadete começou a brincar com a Marie que estava em meu colo e minha filha começou a sorrir para ela. Marie gesticulava bastante com as mãozinhas para ela e quis ir para o colo dela. Sem problemas com isso, eu dei minha filha para ela. Estando eu com as mãos livre, eu peguei o bebê conforto e a bolsa da Marie.
Fomos caminhando estando os seguranças a paisana segurando algumas bolsas e atravessamos a rua. Caminhamos pela areia e montamos os guarda-sóis. As cangas foram postas na areia e Bernadete ajeitou o chapeuzinho da Marie, a mesma queria tirá-lo da cabeça a todo custo.
—Não pode meu amor. Disse ela de forma carinhosa e Marie a olhava. –Com essa pele tão branquinha irá fazer dodói na minha bebê linda.
Ajeitei o bebê conforto e nos acomodamos sob o guarda sol. Tirei a saída de praia e logo todas nós ficamos de biquíni. Passamos protetor e reforcei o protetor solar na Marie. Esme tinha o corpo muito bonito eu a reparava, e pouco restou das marcas da crueldade. Ela era outra mulher hoje. Passei a mão em minha barriguinha e pensei em Edward. Vi os seguranças se acomodarem num guarda sol ao lado do nosso e começamos a curtir.
Um tempo depois, eu dei água para a Marie estando ela agora no bebê conforto e ela bebeu meia mamadeira. Até que ela estava quietinha. Comprei um refrigerante para mim, já Esme e Bernadete beberam uma cerveja. O mormaço estava ameno e o refrigerante geladinho desceu pela minha garganta redondo. Essa praia eu não a conhecia, mas o cenário não me era estranho. Olhei tudo a minha volta admirando as pedras onde as ondas colidiam com elas formando uma densa espuma. Bem mais ao fundo eu avistei a colina que era bem íngreme. Isso bem distante mesmo, e bem mais no alto, eu avistei uma mansão. Reparando bem era bem familiar, mas minutos depois constatei ser a minha própria. Fazia sentido.
—Esme aquela casa lá no alto da colina é a minha casa.
—É verdade filha. Conheço porque fui com a Alice decorar a sua casa para o natal. É muito bonita. Você gostou da casa?
—Sim. Alice tem muito bom gosto e parece uma casa de boneca.
—Que bom filha, nossa intenção é agradá-la. Só queremos deixá-la feliz.
—Não precisa de muito para isso, mas eu adoro o ar puro de lá. Gosto do contato com a natureza, do mar. Foi uma escolha perfeita e exagerada de qualquer maneira.
.
.
2 minutos depois.
—E os seus amigos? Perguntou Esme do nada.
—O que têm eles? Perguntei sorrindo.
—Como eles estão? Sei que eles não gostam do meu filho. Tem falado com eles?.... Como fará em relação a isso daqui para frente?
—Eles estão bem e sabem do batizado da Marie. Contei a eles. Agora como eu farei? Eu irei agir normalmente e sem excluí-los da minha vida. Eles são meus amigos de verdade e não posso abandoná-los.
—Temos que providenciar o batizado.
—Sim é verdade. Falei a olhando e a mãe de Alice só prestava atenção. –Você desaprovaria os meus amigos caso um dia os visse... .....de perto?
—Não iria ser desagradável filha, fica despreocupada. Não os conheço e nem quero brigas entre eles e o meu filho, sou a favor da paz. Conheço o meu filho.
—Que bom. Eles são gente fina e gentil, só me ama o bastante para me defender.
Evitei falar que eu os tinha convidado, eu queria falar primeiro com o Edward e ver qual seria a reação dele. A mãe de Alice poderia comentar e Edward ficaria chateado por ter sido o último, a saber. Era uma situação bem delicada. Pois se ele não aprovasse, eu ficaria chateada. Não teria como não ficar e fiquei quieta. Edward teria que entender, eu queria os meus amigos próximos de mim.
—Irei até a água filha. Disse Esme se levantando e Marie ameaçou chorar. –Vovó já volta amor.
—Ok. Falei fazendo carinho no bracinho da Marie e sequei sua babinha.
Esme deu um beijinho no rosto de Marie e secou uma lágrima que rolou pelo rostinho dela.
—Ela está grudada na vovó. Disse Bernadete sorrindo para as duas.
—É normal. Falei a olhando. –Esme a mima e as crianças sabem quando são amadas de verdade.
—Bem, isso é. Disse ela. -Os pequeninos são tão frágeis e indefesos.....Por isso devemos sempre proteger quem amamos de verdade e cuidar com afinco. Não é mesmo?
-Não tenha dúvidas, eu concordo. Falei a encarando, eu não a temia.
—To indo filha.
—Se refresque, depois eu irei.
Esme se afastou de nós e Tomaz a acompanhou de longe, eu teria que me acostumar de verdade a ter babás para o resto de minha vida.
Fiquei na minha e me deitei, não resistindo Bernadete pegou a neném e ficou brincando com ela. Marie sorria bastante e fechei os meus olhos, mas os tornei a abrir escutando o bip do meu celular indicando uma mensagem recebida. Após pegá-lo na bolsa, eu vi ser de um número desconhecido. Ao ler a mensagem, era de Juana irmã de jake.
“Saudades de você amiga. Como vai a sua filha? Estou tão surpresa ainda e feliz que esteja bem. Peguei o seu número com o jake e foi um custo viu. Dizendo ele, não era para mim lhe perturbar por você estar comprometida, vê se pode. Gostaria de marcar algo e nos ver, quero conhecer a neném. Saudades dos velhos tempos em que tudo era simples para nós. O importante é você estar se sentindo feliz, então eu também estarei. Te amo e beijos.”
Sorri com a mensagem e mandei outra dizendo que eu também sentia saudades dos nossos velhos tempos. Prometi que logo nos encontraríamos para ela conhecer a neném e que estava tudo bem. Deixei claro que eu também a amava e que era para ela se cuidar. Após mandar a mensagem, eu me deitei na toalha e fechei os meus olhos. O ventinho morno estava se chocando em minha pele e acariciei a minha barriguinha estando pensativa.
—Então você ama de verdade o meu sobrinho? Perguntou-me Bernadete do nada e abri os meus olhos.
—Ele sabe que sim.
—Não quero me meter, mas eu precisava perguntar.
—Desde que você me respeite e fale comigo de forma gentil, será recíproco.
Ela ficou na dela e eu na minha, com isso tornei a fechar os meus olhos...
.
2 minutos depois.
Mas os tornei a abrir novamente quando....
—Não o ama só porque ele é rico? Após ela perguntar eu sorri surpresa, mas nem tanto assim e a olhei.
—Dinheiro para mim não é tudo, nunca foi e nunca será Bernadete. Que coisa! Jake meu ex é endinheirado e nunca o golpeei roubando-o ou engravidando de propósito. Foi Edward quem veio atrás de mim e não eu dele. Pedi o divórcio e não exigi nada material, ele insistiu, mas eu não quis. Nos separamos e vivíamos a nossa vida um longe do outro porque fui eu quem escolhi. Foi ele quem me manteve presa antigamente, sendo que eu tentei fugir duas vezes após o meu sequestro. Se não percebeu, ele havia-me sequestrado e você sabe muito bem disso. Não se faça de boba porque eu sei que você não é! Não posso com ele, pois eu sou desafortunada, simples e estou só no mundo. Ele sabe quem eu sou de verdade. Tenho os meus amigos que é a minha família agora, assim que nos consideramos.
—Esme e Carlisle a defende, não está só.
—Sei disso. Edward me engravidou da Marie quando me mantia aprisionada em outra casa na mata e não sabia que eu não tomava remédio após me sequestrar. Ele pensou que eu não engravidaria, mas se enganou ao continuar com sua vontade desprotegida, se é que me entende. Com a gravidez o Carlisle o obrigou a se casar comigo e eu não queria isso de jeito nenhum, seria o mesmo que me condenar ao inferno. Naquela época eu não tive escolha a não ser me casar, aceitar o que foi imposto por estar sob o teto dos outros a força. Eu estava sob as vontades do seu sobrinho e ele me negava à liberdade sempre que eu o pedia para partir. Se você quer saber, mesmo eu não lhe devendo nada, eu mal tinha iniciado a minha vida sexual quando tudo aconteceu. Eu só queria distância, mas ele me prendeu todo aquele tempo ao lado dele e no meio de vocês sob ameaças. Aceitei por um lado por não querer abandonar a Esme estando naquelas condições, a amo como um dia amei a minha mãe. Se eu fiquei, foi por ela. Eu não o amava ainda, nem queria saber dele como homem e só pensava em fugir. Nada que eles têm me enche os olhos. Por aí você pode imaginar o resto. Depois disso as coisas foram mudando com a forma de ele me tratar após o nosso casamento. Ele me confundia as vezes com o seu jeito calmo, cavalheiro e me peguei seriamente apaixonada com o passar dos dias. Eu não admitia isso e chegamos a brigar por causa dessas mudanças de comportamento dele. Eu tentei seguir em frente o mantendo afastado de mim, eu não queria aceitar o que ele despertou em mim contra a minha vontade.
—Sei que o traiu.
—Eu tive minhas razões e isso já passou.
—O traiu com o primo e depois com outro. Não fico feliz com isso.
—Edward aprontou tanto que eu quis dar a volta por cima. Eu queria um alguém para amar, isso se tratando do primo dele. Eu via em Max uma possibilidade de seguir em frente e ser feliz. Eu me sentia carente e Edward me diminuía com palavras por estar com raiva e o instinto de vingança. Já o outro, eu queria negar o que o seu sobrinho começou a despertar em mim após o nosso casamento. Eu não podia aceitar estar apaixonada por quem me fez tanto mal, isso naquela época. Mas eu o amo hoje em dia e não me nego a aceitar. Acredito que Deus quer isso para nós. O amo e não vou permitir que nos atrapalhe. Nada e ninguém têm nada que se meter no nosso relacionamento. Ele sabe o quanto lutou para ficar comigo e Deus sabe o quanto eu tentei resistir às investidas dele. Isso é tudo que irei falar. Não quero o dinheiro dele, eu prefiro.... ele, o corpo dele e tudo que ele faz com ele. Falei a última frase para provocá-la e sorri internamente. Eu não deixaria barato também.
—Não irei lhe forçar a me contar, mas, pude perceber que antes você não o queria e o odiava. Rios de dinheiro gasto naquele lindo casamento e para nada na época. Sou bem perceptiva e não gosto de desperdício. São águas passada, eu sei. Sei de onde você vem e não me agradaria ver o meu sobrinho sofrendo por ser traído pelo um erro que ele mesmo cometeu ao escolhê-la para ser sua mulher. Levamos o casamento a sério nessa família. Só desejo que ele seja imensamente feliz. Eu quero isso para ele porque eu o conheço bem apesar de tudo. O vi crescer e sei quem ele realmente é. Não é aquela máscara que ele vestiu para amedrontá-la e assombrá-la. Vi o comportamento dele e não era normal, mas não me intrometi por você ser parte deles.
—Não sou eles! Eu sou Isabella, diferente.
— Só acho que ele merece ser feliz e recomeçar a vida..
—Pois saiba que eu desejo o mesmo para ele! A interrompi. — Mas apesar de tudo que ele me fez, ele é todo meu. Meu, meu e ninguém vai destruir o que construímos ao longo desse conturbado tempo. Pois diga às mulheres endinheiradas que você tanto aprova e idolatra, que ele já tem dona. Diga para cuidarem de suas vidas e deixar o meu noivo em paz! Informe a elas que ele estará indisponível para o resto da vida dele.
Ficamos caladas depois disso. Tornei a fechar os meus olhos e sorri levemente com a minha ousadia.
.
Nossa estadia na praia estava sendo proveitosa. Marie estava quietinha no colo de Bernadete brincando com seu inseparável chocalho e babava bastante. Com toda paciência do mundo Bernadete a secava. Esme havia voltado da água e se bronzeava estando deitada ao meu lado. Eu evitei o sol, mas fiquei exposta meia horinha para pegar um leve bronzeado.
—Não irá na água filha?
—Irei agora.
—Cuidado filha. Não se sente tonta ou nauseada?
—Não mesmo mãe, eu estou bem.
—Ok. Falou ela sorrindo e fechou os olhos.
Levantei-me com cuidado e Sebastian se levantou também, fomos caminhando distraídos até a água e eu molhei os meus pés.
—Uauu! Está gelada. Falei movendo os meus pés.
—Estava no sol.
—Não exagera, fiquei só um pouco. Após eu falar, nós sorrimos. –Irei dar um mergulho, encarar de vez.
—Ok.
Molhei os meus pulsos, depois minha nuca, e quando veio à onda eu me molhei. Como estava fria, mas aos poucos eu fui me acostumando e aproveitei. Sebastian ficou o tempo todo fora da água me vigiando disfarçadamente, já eu, eu me esbaldei. Estava bom demais e estava sendo renovador.
Um tempo depois eu saí da água me sentindo um pouco zonza. Um pouco não, bem zonza. Abusei tanto ultimamente e agora no sol, eu esconderia isso deles porque eu sabia que iriam exagerar. Sebastian me filmava, eu estava contente e queria aproveitar. Fui caminhando devagar pela areia que parecia que tremia sob os meus pés e respirei fundo. Ao chegar em nosso lugar na areia, me sentei na canga ainda mais devagar sob o olhar observador da tia de Edward. Ela continuava com a Marie em seu colo. Ela ficou na dela e eu me deitei à sombra do guarda sol. Acabei apagando sem querer ao me sentir pra lá de nauseada.
.
.
Um tempo depois.
Fui despertando aos poucos com uma imensa vontade de colocar o café da manhã para fora e Esme me olhou.
—Filha sente-se bem querida?
—Sim. Falei pondo a mão em meu estômago.
—Eu te disse Esme, ela não se parecia bem e estava estranha.
—Está escondendo que se sente mal filha? Perguntou Esme toda preocupada.
—Estou bem, Bernadete está exagerando. Após eu falar ela sorriu negando.
—Já estive grávida mocinha, sei como é. Rebateu ela.
—Pois eu estou bem. Falei a olhando.
—Se você diz.
—Fiquei preocupada filha, você parecia desmaiada.
—Estou bem. Falei sentindo o rebuliço em meu estômago e respirei fundo novamente. -Irei até o trailer. Falei apressada.
—Ta.. tudo bem. Disse Esme estranhando.
Levantei da areia pegando a minha canga e caminhei até o trailer, lá eu atravessei a rua e me escondi entre os carros que estavam estacionados. Respirei fundo e o rebuliço em meu estômago pareceu piorar. Apressadamente eu coloquei tudo para fora, estava sendo um alívio e novamente tive que me curvar.
.
5 minutos depois.
Atravessei a rua com cuidado e Sebastian me olhava.
—Ahh eu sabia.
—Pois não me fale nada.
—Não falarei, mas as damas são espertas. Foram elas que me mandaram vir. Sua sogra sabe que mente para não preocupá-la.
—Pois eu estou bem. Só a gravidez que me nocauteia, isso me deixa mal.
—Ok.
Caminhamos de volta para a areia e forrei minha canga como se não tivesse acontecido nada. Deitei-me sob o olhar delas e as olhei, sorri e fechei os meus olhos. Eu escutava os sons de bebê que a Marie fazia e tornei a abrir os meus olhos.
—Bebê da mamãe. Falei a olhando, estava fofa estando só de fralda e a parte de cima de um biquíni rosa. Sua resposta foi fazer mais sons de bebê. –Linda.
Elas permaneceram conversando e eu entrava na conversa vez ou outra.
.
Muito tempo depois.
—Esme querida, eu irei tomar um banho de mar.
—Tudo bem, dê-me ela.
Esme pegou a neném e sorriu para ela. Bernadete foi para a água e Tomaz a acompanhou.
—Então Alice está namorando?
—Sim. Afirmou Esme estando bem contente. –Finalmente, já que aquela ali só enxerga trabalho.
—Torço para ela.
—Todos nós filha. Pelo o que Bernadete me falou, é um rapaz decente.
—Aposto que sim, ou o coitado não teria chance Alice tendo a mãe que tem.
—Tem razão. Falou Esme sorrindo. –Logo iremos almoçar filha. Vou dar a vitamina para a Marie.
—Ok.
Esme a alimentou e Marie mamava estando quietinha. Meu celular tocou e o atendi.
—Bella, sou eu Alice.
—Sei que é você Alice. Falei contente. –Falamos de você hoje, inclusive.
—Já viu com o Edward a respeito do batizado da minha afilhada?
-Irei falar com ele hoje, pode deixar.
—Liguei para te lembrar, preciso organizar tudo e precisamos de uma data.
—Pode deixar.
—Depois eu ligo. Podemos sair no final de semana o que acha?
—Vai ser legal, falarei com o seu primo.
—Tudo bem. Um beijo bella.
—Um beijo Alice.
Encerrei a ligação e coloquei o celular dentro da minha bolsa, sentei-me e olhei para a minha sogra.
—Alice?
—Sim, ela está doida que marquemos logo o batizado da neném.
—Imagino. Disse Esme sorrindo. -Estamos todos eufóricos para batizar a minha neta e celebrar.
—Digam do que precisam e darei o dinheiro para o que precisar.
—Ah filha, não se preocupe com nada.
—Quero poder ajudar, não é justo.
—Não é justo você se preocupar, nós somos uma família unida.
—Somos sim. Afirmei a olhando.
Quando Bernadete voltou da água, ela se secou e hidratou sua pele.
—Esme querida.
—Sim.
—Estou com fome já, passa das 13h.
—Podemos ir almoçar. Está com fome filha?
—Um pouco, mas não irei abusar.
Começamos a arrumar as nossas coisas e me vesti. Peguei a minha filha no colo, ela já estava sonolenta após a mamada e fiquei olhando elas se arrumarem. Tudo foi guardado em nossas bolsas e os guarda-sóis desmontados. Saímos da areia e chegamos no calçadão.
—Iremos a um restaurante aqui perto.
—Ok. Falei olhando para Esme. -Pra mim está tudo bem.
—Esses restaurantes dessa área são um dos melhores.
—Então vamos.
Ajeitei a Marie em meu colo, ela acabou dormindo e o meu celular tocou em minha bolsa. Deixei tocando e veria quem é que estava me ligando quando eu estivesse no carro. Atravessamos a rua com o meu celular tocando novamente e fomos para o estacionamento, nos acomodamos no carro e olhei a fralda da neném. A mesma só havia xixi e bem pouquinho. Peguei o meu celular na bolsa e vi que era o Edward, o mesmo tornou a tocar em minha mão e o atendi.
—Amor por que não me atendeu? Perguntou ele agitado.
—Eu estava com minhas mãos ocupadas, não pude atender.
—Com o que? Te liguei já e nada!
—Com a nossa filha Edward. O que deseja?
—Saber de você, eu estou preocupado com você no sol. Sei o quanto fica sensível estando grávida.
—Já estamos no carro e iremos almoçar em um restaurante aqui perto.
—E minha filha?
—Dormindo em meu colo. A danadinha não aguentou e dormiu após mamar.
—Não está acostumada.
—Pois é. Após eu falar, o carro foi ligado. A fim de pentelhar e atiçar o ciúme dele. –Alice me ligou hoje e decidimos que sábado teremos uma noite de meninas. Falei baixinho e sorrindo.
.
1min depois.
—Noite de meninas? Perguntou ele após o breve silêncio.
—Sim. Nós iremos sair bem lindas e badalar. Eu quero dizer, dançar em uma boate para vocês ricos.
—Não sei s..
—Eu irei. O interrompi, mas gentilmente.
—Ta, nós conversaremos depois quando eu chegar.
—Claro que sim. Temos sempre que conversar, nós somos um casal diplomático.
—Eu sei amor, mas não quero deixá-la sozinha estando em um lugar cheio de homens e...
—Amor nós conversaremos depois ta bom?
—Ok.
—Bom trabalho.
—Obrigado.
Encerrei a ligação sorrindo e coloquei o celular em minha bolsa, Esme não deve ter entendido nada e permaneceu na dela. Ela não sabia o que estava rolando, pois eu falava baixinho ao telefone. Eu gostava de provocar para dar uma apimentada.
Ao chegarmos no restaurante que ficava a poucas quadras da praia, Sebastian estacionou o carro e desceu para abrir a porta para nós. Tomaz fez o mesmo do outro lado e a mãe de Alice desceu do carro.
Entramos todos no restaurante e nos acomodamos, logo começamos a sermos servidos de carnes. Esme pegou a neta adormecida para eu ir me servir no Buffet. Os seguranças também foram se servir e preferi pegar salada. Preferi coisas leves ou enjoaria novamente.
Quando todos haviam se servido, comemos conversando. Estava um papo agradável e Marie começou a se mexer em meu colo, mas eu a ninei e ela voltou a ficar quietinha.
A comida estava muito boa mesmo e repeti, mas evitei as sobremesas e me dei por satisfeita. Quando todos acabaram de comer, a conta foi paga por Bernadete e nos levantamos. Fomos para o estacionamento e decidimos passear.
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Às 17:34min.
Acabávamos de chegar em casa após deixar Bernadete em sua ostentosa mansão duplex. A mesma era de bom gosto e sofisticada, um lindo jardim de rosas brancas adornava a entrada deixando o local ainda mais incrível. Havia coqueiros carregadinho de frutos dando o ar da graça pelo imenso quintal e achei lindo, mas ostentoso demais o local para o meu estilo simples. Acho que agora eu teria que me acostumar de verdade, já que decidi ficar. Saímos do carro e entramos, cumprimentamos as meninas e bebi um pouco de água estando me sentindo cansada. Logo após nós subimos e fui para o quarto da Marie, lá eu dei banho nela e a vesti. Ela estava agitada e mexia as perninhas, com isso sorri. A coloquei no carrinho, ela ficou me olhando, me olhando e fez menção de chorar.
—Não, não bebê... Mamãe precisa tomar um banho também.
A enganei com seu chocalho e ela ficou quietinha, essa foi a oportunidade para empurrar o carrinho e fui para o meu quarto e de Edward. Fomos para o closet e escolhi um vestido justo na cor uva. O mesmo era muito bonito e de alça grossa. A marquinha de biquíni estava em minha pele e peguei um lingerie na cor do vestido, não tendo mais o que fazer ali eu empurrei o carrinho ate o banheiro. Despi-me e entrei no Box, liguei o chuveiro e me lavei bem.
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Saí para me secar, hidratei a minha pele e me penteei. Deixei o meu cabelo solto, passei um pouco de perfume e me vesti. Calcei um tamanquinho muito bonito na cor preta e já estava muito bom. Resolvi passar um gloss rosa em meus lábios e finalizei. Empurrei o carrinho até a cama e peguei a Marie no colo, a deitei ao meu lado e liguei a televisão. Com o passar das horas, a temperatura foi caindo e fui até o closet pegar um edredom para nos cobrir.
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Às 20h em ponto.
Mary havia me chamado para jantar e peguei a Marie no colo, ela estava acordada ainda esperando o seu jantar. Estranhei que Edward não subiu e ajeitei o meu cabelo que havia secado estando revolto. Ajeitei o meu vestido e desliguei a televisão.
Saí do quarto e desci a escada devagar, entrei na sala e estava todos sentados a mesa. Edward me olhou de cima a baixo e voltou a me olhar nos olhos, eu sabia que ele estava incomodado a respeito da noite de meninas e sorri para ele. Fui retribuída, mas percebi que ele estava com um ar travesso.
—Boa noite. Os cumprimentei sorridente.
—Boa noite. Responderam todos de uma vez e Edward se levantou vindo até a mim.
—Vem cá com o papai. Disse ele pegando a Marie.
—Oi amor. Falei indo beijá-lo, de propósito ele beijou o canto dos meus lábios e sorri.
—Oi. Disse ele me olhando intensamente.
Nos sentamos a mesa e a janta foi servida. Comeria pouco e preferi por em meu prato mais salada verde. Comi uma empanada recheada apenas e arroz com caldinho de feijão. Edward pacientemente alimentou a Marie com uma papinha que Mary havia feito com caldinho de feijão e legumes. Jantamos conversando animadamente e o assunto em relação ao nosso passeio foi abordado.
—Deu para se divertirem? Perguntou Carlisle e Edward me olhou.
—Sim, foi muito agradável. Passeamos bastante não foi Esme?
—Sim filha, nós nos divertimos muito. Almoçamos naquele restaurante que adoramos amor. Disse ela olhando para o marido.
—Aquela churrascaria?
—Sim, essa mesmo.
—Sim, lá é muito bom. De primeira. Disse Carlisle nos olhando. –E a minha netinha se comportou?
—Ela passou mais tempo no colo de sua cunhada que outra coisa. Falei segurando o meu copo de suco. –Alice quando tiver um bebê, aposto que será igualmente paparicado.
—Tem razão filha. Disse Esme sorridente.
—Mas depois ela dormiu bastante em meu colo.
—Que bom que vocês se divertiram, isso é bom.
—Sim. Afirmei sorrindo.
—Vamos passear muito mais, nos fará bem.
—Adoro sair, principalmente dançar. Falei olhando para o meu lindo noivo.
Continuamos a conversar e Mary serviu a sobremesa a base de amoras frescas, pão de ló e chantilly. Estava uma delícia e comi por duas vezes apreciando o recheio.
Edward limpou a boquinha da Marie e a pegou no colo para dar a chuquinha de suco a ela. Ela comeu no ritmo vagaroso dela e fazia farra com o pai ao beber o suco.
Após sairmos da mesa, fomos nos sentar no sofá estando à televisão ligada. Esme abraçou o marido e ficaram conversando vez ou outra entre eles. Olhei para Edward que segurava a neném e o abracei com um braço só.
—Como foi o seu dia?
—Normal. Muito trabalho como sempre e preocupações.
—Humm. Acho que precisa relaxar.
—Estou com sono mesmo, mas antes revisarei uns papéis no escritório antes de dormir.
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Às 23:01min.
Estávamos assistindo televisão ainda e o olhei.
—Senti falta de você. Falei o olhando nos olhos e ele sorriu. –Por que está tão quieto? Perguntei já sabendo e sorri internamente.
—Só cansado. Disse ele ninando a neném, Marie já demonstrava estar com sono. Seus olhinhos abriam e fechavam com frequência.
—Quer me dar ela? A colocarei para dormir.
—Ok.
—Com licença, irei colocar a Marie no berço. Falei os olhando.
—Iremos subir também. Falou Esme segurando a mão do marido. –Boa noite meus amores.
—Boa noite. Respondi os olhando.
—Boa noite mãe, pai.
Subi a escada com os meus sogros e fui para o quarto da minha filha. Fui até o banheiro limpar a boca dela e ela chorou bastante por estar com sono. Troquei a fralda dela ouvindo seu choro de sono e fui rápida.
—Pronto filha. Falei começando a ninar ela e ela foi se acalmando aos poucos.
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5minutos depois.
Coloquei Marie adormecida no berço dela e apaguei a luz central. Deixei o abajur aceso, peguei a babá eletrônica e saí do quarto. Entrei no quarto de Edward estando o abajur ligado e estranhei, mas reparei a porta do closet aberta. Edward estava lá dentro e fui escovar os meus dentes. Logo após, eu penteei o meu cabelo e o vi entrar no banheiro. Fiquei o observando e Edward se despiu, depois entrou no Box ligando o chuveiro. Eu reparava seus ombros largos e suspirei, fui para o closet e vesti uma camisola vermelha sexy. Vesti o robe da mesma e fui me deitar na cama.
Quando Edward saiu do banheiro, estava vestindo apenas uma boxer preta e entrou no closet, ao sair de lá, ele estava vestido com um roupão.
—Boa noite. Falou ele vindo até a mim e beijou a minha testa, mas o agarrei e beijei sua boca. Brevemente ele se afastou me olhando e beijou minha testa.
—Irei até o escritório, durma bem.
—Ok. Falei acariciando o ombro dele e o senti arrepiar sob os meus dedos. –Não demore.
—Pode deixar. Falou ele recebendo minha carícia ousada lá e sorriu.
Edward se afastou da cama e saiu do quarto fechando a porta. Com isso me ajeitei melhor sob os edredons e fechei os meus olhos.
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20 minutos depois.
Eu não conseguia dormir e me mexia pra lá e pra cá. Eu estava sentindo falta de Edward ao meu lado e peguei o travesseiro dele o abraçando.
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Madrugada de quarta feira, 13 de janeiro.
01:17min da manhã.
Edward estava demorando e me levantei da cama, fui até o closet calçar o meu tamanquinho novamente e desci estando apenas de camisola. A casa estava num silencio absoluto e caminhei pelo corredor devagar, a porta do escritório estava levemente aberta e olhei para dentro da fresta. Edward mexia no laptop dele estando concentrado e ao seu lado havia um copo pelo meio de whisky. A garrafa do mesmo estava cheia, sinal que ele havia bebido pouco e abri a porta causando-lhe um leve susto.
—Ainda acordada amor?
—Sim, sinto a sua falta lá em cima.
—Suba, logo eu irei.
—E se eu não quiser? Perguntei indo até ele e vi seu olhar correr pelo o meu corpo.
—Eu poderia obrigá-la e algemá-la na cama ao descer estando vestida assim, ainda as tenho comigo. Disse ele sorrindo torto e eu também sorri. –Apenas descanse ok.
—Prefiro com você lá. Vai demorar?
—To quase acabando.
Após ele falar, eu fui até ele e fiquei atrás de sua cadeira. Comecei a acariciar o ombro dele fazendo-lhe uma relaxante massagem. Corri os meus dedos sob o roupão e o massageei nos pontos certos de tensão.
—Gostando? Perguntei em seu ouvido e ele balançou a cabeça que sim.
—Muito. Falou ele minimizando a planilha em seu laptop e pegou o copo o levando até a boca. –Hum isso é realmente bom.
—Gosta aqui também? Perguntei baixinho colocando minha mão no peitoral dele. Ele balançou a cabeça que sim e beijei seu pescoço dando uma leve mordida para atiçá-lo e repeti o ato em sua orelha.
—O que está fazendo? Preciso trabalhar. Disse ele sorrindo.
—Relaxando seus músculos tensos. Falei invadindo sua boxer agora e o acariciei fazendo-o ficar completamente rígido rapidamente sob minha mão. Ele gemeu baixinho e desistiu de levar o copo até a boca para geme baixinho outra vez. –Estou conseguindo? Perguntei baixinho em seu ouvido e o lambi.
—S.sim. Falou ele no momento em que eu afastei a cadeira e a mesma deslizou. Na mesma hora me ajoelhei em frente a ele e desfiz o laço do seu roupão. Continuei o acariciando e o tirei para fora, seu sexo era cheiroso e delicioso, tanto que me deixou ainda mais excitada só de olhá-lo. Sem pensar eu o abocanhei e comecei a lhe dar prazer. Minha língua o massageava e o golpeava vez ou outra toda vez que minha boca ia ao topo e ele segurou o meu cabelo. –Que boquinha esperta e deliciosa. Disse ele movendo o quadril me estocando sem parar e relaxei minha garganta. Acariciei suas bolas o deixando ainda mais louco e ele parou para esfregá-lo em meus lábios me olhando nos olhos. Eu via um mar de luxúria e tornei a sugá-lo quando ele tornou a colocá-lo em minha boca.
—Gostoso demais. Falei ao me afastar, eu sentia o meu sexo comichar de tanto tesão. Levantei-me e tirei a minha calcinha devagar em sua frente, a camisola era indecente e mostrava tudo mesmo. Ficando de costas para ele, eu afastei seu laptop e os papéis o sentindo acariciar o meu traseiro. Apoiei minhas mãos na mesa e inclinei o meu corpo para frente, isso lhe dava uma bela visão das minhas partes intimam. Edward se ajoelhou atrás de mim e começou a beijar o meu traseiro, em expectativa eu gemi e abri mais as minhas pernas. Ganhei uma palmada arrancando um gemido agoniado de mim e ele me fez sentar de pernas aberta na mesa. Eu estava desejosa demais e suspirei ao olhá-lo se sentar na cadeira novamente. Edward acariciou seu sexo ao olhar para mim estando ali de pernas aberta e completamente exposta. Eu me remexia por desejá-lo em mim, mas suas carícias se tornaram intensas e eu faria o mesmo em mim. Levei minha mão direita até o meu sexo e comecei a acariciá-la, mas..
—Não! Proibiu-me ele.
—Preciso....
—Não.
—Ok.
Edward continuou se dando prazer em minha frente e me fez abrir mais as minhas pernas com a mão livre, com um gemido agoniado saiu o primeiro jato, depois mais outros me deixando louca para abocanhá-lo. Meus seios imploravam para serem sugados e gemi sentindo meu sexo comichar intensamente agora, eu estava pegando fogo e o vi se limpar após pegar uma caixinha de lenços de papel na gaveta. Pela cadeira conter rodinhas, ele deslizou até a mim e ficou sentado entre minhas pernas me analisando. Senti-me tímida nesse momento, mas desencanei logo que ele correu um dedo grosso em meu ponto máximo de prazer e o levou molhado até os seus lábios.
—Humm. Disse o sugando e suspirei ao sentir que eu acabava de molhar a mesa com os meus fluídos.
—Eu te quero. Falei o olhando intensamente.
—Me quer agora?
—Sim.
—E na sua noite de meninas você também me quer?
—O, o quê?
—Na suposta noite de meninas que você inventou. Disse ele com o olhar travesso e tornou a se acariciar, meu olhar pidão o filmava e o olhei novamente nos olhos. –Você é uma mulher muito má.
—Não sou não. Falei levando minha mão até o meu sexo teimosamente e me acariciei, mas rapidamente eu fui impedida por ele.
—Então prefere bancar a teimosa com o seu homem?
—Sim. Falei me preparando para descer e ele me prendeu fazendo-me deitar de pernas abertas na mesa e gemi várias vezes com o seu agarre. Mal ele sabia que eu gostava desse lado dele e o olhei.
Edward começou a beijar as minhas pernas, mas nunca lá onde eu implorava silenciosamente. Ele subiu os beijos e ficou com a cabeça entre as minhas pernas lambendo o meio de minhas coxas. Movi o meu quadril para cima e ele me olhou, mas tornou a beijar o meio de minhas coxas.
—Faça amor comigo. Pedi estando ofegante.
—Ainda....não. Falou ele lentamente no momento que me senti molhar, mais um pouco eu teria que me secar e suspirei.
Novamente ele tornou a beijar o meio de minhas coxas e desceu lentamente até a minha virilha, mas nunca lá para o meu total desassossego. Ele correu a língua em minha virilha como se tivesse em meu sexo e a golpeou com a língua como ele fazia em meu ponto máximo de prazer.
—OOhh Edward pare com isso!
—Com o quê?
—Está me torturando de propósito.
—Estou te dando prazer.
—Sim, está. Falei mole
Edward começou a chupar minha virilha e fez o mesmo do outro lado, mas nunca lá e choraminguei. Coloquei a mão em sua cabeça, mas ele a tirou gentilmente. Ele foi beijar a minha barriga, subiu com os beijos e ficou lambendo o vão dos meus seios por longos minutos. Gemi por me sentir extremamente sensível e ele subiu com os beijos ficando com o corpo sobre o meu. Mas percebendo, ele saiu de cima de mim para não me machucar e me ajudou a me levantar. Abraçando-me por trás, seus beijos em meu pescoço me fez fechar os olhos e gemi cada vez mais. Ele deu uma atenção de mestre ao beijar e mordiscar a minha orelha, eu já sentia a eletricidade lá em baixo e comecei a sarrar nele com o meu traseiro. Ele estava excitado novamente e intensifiquei o que eu estava fazendo, tanto que o ouvi suspirar em meu ouvido. Não aguentando mais essa tormenta me afastei o olhando.
—Termine o que tem que fazer. Falei sentindo-me extremamente excitada, tanto que afetou a minha voz.
—Ok. Disse ele simplesmente como se estivesse me dando boa noite.
Sorri levemente, peguei a minha calcinha sob o olhar intenso dele e saí do escritório o ouvindo falar....seja uma boa garota. Eu me sentia completamente sensível e subi a escada devagar, entrei no quarto dele e fechei a porta. Fui para o banheiro e me despi, eu tomaria um banho urgente para aplacar esse vulcão dentro de mim. Entrei no Box e liguei o chuveiro, comecei a me ensaboar e me enxaguei deixando a água cair sobre mim por longos minutos. Fechei a água e me sequei bem, penteei o meu cabelo e fui me deitar sob os edredons como eu vim ao mundo. Eu sabia que não ia conseguir dormir, mas fechei os meus olhos após apagar a luz do abajur. Eu ainda me sentia excitada e levei minha mão até o meu sexo, comecei com movimentos suaves e me senti molhar ainda mais, tanto que eu gemi repetidas vezes. Invadi o meu corpo com um dedo, mas não era a mesma coisa que ter os dedos grossos dele dentro de mim. O movi um pouco mais rápido estando de olhos fechados e com a mão livre eu acariciei o meu seio esquerdo. Apertei o bico arrancando um gemido mais alto de mim mesma e me entreguei às sensações estando envolta do prazer. Era Edward em minha mente o tempo todo e gemi novamente, mas sendo tomada pela surpresa o edredom foi afastado de mim e ofeguei.
—O que eu disse para você?
—Nada. Falei malcriada por ter sido pega e não o senti entrar no quarto.
—Sim, eu falei. Seja uma boa garota.
—Quero ser comida! Muito bem comida! Falei grosseira. –Você me negou, não sei por que Edward.
—Depois quem é o chulo sou eu. Disse ele sorrindo.
—Não é engraçado.
—Pode apostar que sim, você gosta de me provocar.
—Sim eu adoro te provocar. Confessei.
—Me matar de ciúme é isso? Perguntou ele acendendo o abajur, pois o quarto estava escuro.
—De onde tirou isso? Perguntei no momento que ele me puxou pelas pernas me fazendo ficar toda aberta na cama e suspirei arrepiando-me todinha.
—Pra que serve o telefone? Perguntou ele vindo até a mim e abocanhou o meu seio fazendo-me gritar. –Só terá o meu pau em você quando admitir. Disse ele mordiscando o bico do meu seio direito fazendo-me molhar ainda mais e senti as contrações em meu sexo me levando quase ao orgasmo.
—Ohh Deus. Falei desesperada.
—Deus não irá te ajudar. Disse ele me penetrando com dois dedos e ofeguei movendo-me.
—Ok,ok.
—Ok o quê?
—Eu ment... Fui interrompida porque ele me penetrou ficando rapidamente todo dentro de mim. Eu estava completamente alargada. –Aaahhhh!!!
—Repete. Pediu ele me estocando intensamente e duramente da forma que eu gostava.
—Eu menti. Falei mole e ele segurou minhas mãos, mas entrelaçou os nossos dedos começando a me invadir com vontade. –Oohh.
—É isso que queria?
—S, s.....
Meus gemidos eram agoniados estando a minha boca a centímetros da dele e gritei ao gozar intensamente o apertando com o meu sexo. Eu estava ofegante e senti os fluidos dele abandonar o meu corpo conforme ele me estocava nunca que parando. Aos poucos ele foi parando e o prendi com minhas pernas estando às mesmas sobre o seu traseiro.
—Por que mentiu falando que iria sair com a Alice para uma noite de meninas?
—Não será sábado, mas pode ser outro dia. Falei o olhando. –Estarei com minha comadre e não um homem amor.
—Ok. Disse ele correndo o dedo em meu rosto.
—Ok?
—Sim. Mas não é justo me provocar assim
Ficamos nos olhando e achei que eu deveria falar com ele a respeito dos meus amigos virem para o batizado da Marie.
—Edward.
CONTINUA.....
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