Soho Dolls
17 Capítulo 16 - Bachelor Party
Notas iniciais
Sei que muitas de vcs n vão gostar desse capitulo, mas entendam que ele é necessario, e se serve como consolo, no proximo teremos uma graaaande dose de delena, quem está com sdds desses dois juntos? Ah, e vai ter um pouquinho de romance entre os dois até.
Bom, espero que vcs gostem, na medida do possivel, e que não queiram me matar :D
Stefan Salvatore narrando
Nova Iorque... A cidade que nunca dorme. Era ótimo estar ali, depois de todo esse tempo, voltar às raízes, rever família, amigos... Eu sentia falta de tudo, é claro, mas não abriria mão de minha vida no Canadá para voltar para cá.
Muitos me perguntam por que diabos eu deixei essa cidade, minha família, amigos e todo o conforto e luxo que minha mãe poderia me oferecer, ninguém entendia meu espirito aventureiro e independente. Talvez se eu continuasse ali, vivendo às custas de minha mãe, não iria ser a pessoa que sou hoje. Eu precisava sair daquele mundo fútil em que vivia, conhecer uma realidade diferente, desligar um pouco da minha família. Minha vida inteira, eu e meus irmãos, tivemos tudo o que sempre quisemos, nossa família era de médicos então sempre tivemos uma grande quantia de dólares em nossa conta bancaria, mais que o suficiente para sobreviver, e eu sabia que não iria ter isso para sempre, que uma hora ou outra iria ter que começar a andar com meus próprios pés, então decidi adiantar um pouco isso.
Aos dezoito anos, sai de casa para fazer minha faculdade, durante os cinco anos de curso minha mãe ainda me ajudava financeiramente, contra minha vontade é claro, mas assim que me formei, arrumei um emprego e abri mão de minha mesada. Eu não precisava mais daquele dinheiro, ele não era mais meu, minha mãe deveria usa-lo com ela, Annabelle, Emily, não comigo... Se bem que com o salario que eu recebia, era frescura eu querer mais dinheiro, eu tinha o suficiente para sobreviver e levar uma vida confortável.
O único momento que realmente precisei do dinheiro de minha família, foi quando comprei minha casa, assim que meu pai falecera, eu, meus irmãos e minha mãe recebemos uma parte de sua herança e com esse dinheiro, comprei um lugar para eu morar para não precisar me preocupar em pagar aluguel futuramente. Como morava sozinho não gastava tanto, comida era apenas para mim, as despesas da casa não eram tão altas já que a maior parte do dia eu estava trabalhando e ia para casa só para dormir. Nos finais de semana eu saia com meus amigos, ia para festas, churrascos, clubes, conhecia pessoas novas, mulheres lindas e ainda aproveitava minha vida do jeito que eu sempre quis.
Amigos, festas, mulheres, bebida, mais festas, dinheiro... O que mais eu queria? Já havia conquistado o que eu sempre planejei, que era ser um profissional bem sucedido, não precisava me preocupar com mais nada. Amor? Não precisava disso, pra que ter apenas uma mulher enquanto eu poderia ter quantas quisesse, uma a cada final de semana? Companhia? Eu era bem feliz sozinho... Então não tinha nada para reclamar ou que quisesse mudar em minha vida, tudo estava perfeito.
Mas infelizmente não sabia se poderia dizer a mesma coisa sobre meu irmão mais velho... Já fazia quase uma semana que eu estava em Nova Iorque, nesses cinco que dias que estive com minha família, consegui fazer tudo o que pretendia fazer nas duas semanas que eu ficaria lá; sai com Emily, vi minha mãe, revi meus amigos antes do casamento e como bônus tive que aguentar Emily, Damon e Annabelle brigando todos os segundos que estavam juntos. Não teve um dia se quer que os três não discutissem por uma tal de Elena, a garçonete que Damon estava se relacionando, ou por ele não ter conseguido trocar seu plantão de sábado para ir ver a filha em uma competição de patinação... A união de minha família era surpreendente, coisas supérfluas era motivo para eles começarem a terceira guerra mundial, praticamente.
No meio de toda essa confusão e desavenças familiar, na sexta feira, morri agradecendo por não ter que passar a noite com eles, o clima estava tão pesado entre nós que chegava a sufocar. De noite, mesmo faltando uma hora para a despedida de solteiro de Tyler, me arrumei rapidamente e sai de casa, apesar dessa uma hora de antecedência, tinha certeza que chegaria atrasado, o lugar era longe, ficava no Sul de Houston e como não conhecia muito os lugares em Nova Iorque que ficavam fora de Manhattan iria acabar me perdendo.
Dirigi por aproximadamente trinta minutos quando, finalmente, viro em uma rua escura onde carros caros estavam estacionados. Fui até o final dela seguindo as luzes fortes e coloridas que não deixavam a rua ficar um completo breu e encontrei uma boate de fachada vermelha com o nome do lugar em letra cursiva em luzes também vermelhas brilhantes, SoHo Dolls, sorri com malicia e estaciono o mais próximo possível.
Com pressa, desço do carro e em passos largos e ansiosos me direciono até a porta do local que é aberta automaticamente pela minha presença. O interior da boate não era muito diferente das que eu estava acostumado a frequentar; luzes coloridas, mulheres seminuas, homens engravatados, paredes escuras, um enorme palco... Nada de novo.
Procurei no meio da multidão algum rosto conhecido e acabei encontrando meu grupo de amigos sentados bem em frente ao palco principal.
– Finalmente, Stefan, estávamos te esperando só para começar! – Tyler revira os olhos ao me ver chegar.
– Qual é bestão, nem estou tão atrasado assim! – Revirei meus olhos também o dando um tabefe forte na nuca.
– Sim, mas nós estamos inquietos, sabe o quanto é difícil olhar para esse enorme palco e não ter ninguém dançando para você? – Jake, outro amigo, comentou.
– Vocês parecem um bando de velhinhas reclamando, calem a boca um pouco, eu já cheguei, já podem começar o show! – Sorri malicioso esfregando uma mão na outra.
– Aleluia! – Jake levantou as mãos para o céu. – Tyler pediu para a melhor garota daqui ficar conosco a noite toda! – Enfatizou as duas ultimas palavras as cantarolando.
– E por favor, aproveitem, porque não foi e não vai ser barato... – Ty respondeu bufando
– Chamem logo essa mulher, estão me deixando curioso. – Disse inquieto.
Tyler fez um aceno com a cabeça para alguém atrás de nós e então as luzes do palco foram apagadas e uma musica com ritmo sensual começou. No meio da escuridão, um corpo esguio de uma mulher surgiu e a luz vinda de um holofote no chão iluminou suas pernas compridas e torneadas. À medida que ela ia subindo os pequenos degraus e chegando perto da lastre metálica, mais luzes eram acesas revelando aos poucos a identidade da mulher.
Assovios, gritos, palmas e elogios como “gostosa, delicia” surgiram quando seu corpo inteiro e seu rosto foram iluminados revelando uma mulher deslumbrante. Ela tinha um corpo perfeito, daqueles que só se vê em televisão ou cinema, com curvas e muitíssimo bem definido. Sua cintura já fina, parecia ficar ainda menor com os seios fartos que estavam presos em um sutiã por baixo de um colete de estudante que deixavam sua barriga lisa exposta. Ela usava uma saia jeans, rodada, marcando suas nádegas e as deixando exposta para nós, e uma meia três quartos branca com um sapato de salto alto preto. Mesmo estando escuro, conseguia perceber o quanto ela era linda. Seu rosto era delicado e seus olhos escuros tinham um poder de sedução incrível, os cabelos molduravam seus angelicais traços faciais e caiam sobre seu ombro em uma cascata caramelo.
Eu estava no paraíso com aquela visão, essa mulher era perfeita demais para ser real...
– Gostaram da fantasia? Eu que pedi para ser essa... – Tyler disse presunçoso.
– Cala a boca, cara, quero prestar atenção! – O reprimi socando seu braço.
De acordo com o ritmo sensual da musica, ela começou a se mover, pegou na lastre com as duas mãos e com as pernas da um giro de trezentos e sessenta graus em volta dela. Seus movimentos eram lentos e sensuais, ela se dependurava com confiança naquele cano e descia por ele rebolando. Em seu rosto tinha uma expressão de prazer, ela mordia os lábios olhando para nós e com as pernas abertas, insinuava investidas para nos provocar.
Lentamente ela se afasta da lastre e rebolando vai até a beirada do palco ficando bem perto de nós, nos dando exclusividade do show. Ainda olhando em nossa direção, ela leva as mãos até os botões do colete que usava e da mesma forma lenta, os desabotoou um por um, nos torturando a cada botão aberto. O colete foi retirado e seus seios fartos cobertos pelo sutiã preto roubaram a cena, descaradamente ela joga a peça de roupa no rosto de Tyler com um sorriso perverso nos lábios seguido por uma sutil piscadinha. Mordendo os lábios, ela passeia com as mãos pelo seu corpo no ritmo da musica, apertando seus seios por cima do sutiã, segue pela sua barriga e com o indicador e o dedo meio os faz “andar” até o cós da saia . Nos torturando mais uma vez, ela abre o botão e o zíper e rebolando, vai descendo a peça por seus quadris e descendo pelas coxas, tocando seu corpo por todo o percurso, até chegar aos seus pés e jogar em Tyler como havia feito com o colete.
Se de roupa ela já era deliciosa, seminua conseguia ficar ainda mais perfeita... Senti meu corpo inteiro esquentar-se fazendo minha pele arrepiar em desejo, eu estava sedento por aquela mulher.
Quando pensei que a morena fosse voltar a dançar, ela desce os pequenos degraus do palco e vem até nós ainda com o sorriso perverso nos lábios.
– Tem que tirar tudo... – Falei assim que ela chegou ao nosso grupo.
– Se quiser ver mais que isso, vai ter que pagar, delicia. – Sussurrou, piscando maliciosa para mim. – Hm... – Fez uma cara de desgosto olhando para Tyler. – Não gostei da sua gravata.
– Ah não? – Tyler revidou.
– Nem um pouco, tenho uma melhor aqui... – Ela segurou-se nos ombros de Tyler e sentou em seu colo deixando sua cintura no meio de suas pernas. Afrouxou a gravata que ele usava e sem hesitar a retirou substituindo pela que estava em seu pescoço. Antes que Tyler pudesse reagir, ela o puxa pela nova gravata com força o fazendo ficar há centímetros de distancia de seu rosto.
– Não faz isso não, vou casar amanha... – Riu.
– Faz o que? – Perguntou manhosa abrindo os botões da camisa branca de meu amigo e acariciando seu peitoral enquanto distribuía beijos pelo seu pescoço, mandíbula e tentando subir até seus lábios. – Hein? – Querendo provoca-lo ainda mais, passou a língua pela sua orelha mordendo o lóbulo com um pouco de força e desceu os beijos pelo seu pescoço e seguiu para seu peitoral, enquanto ela o beijava, conseguíamos ver o seu quadril se mexendo, em sinal de que ela rebolava no colo de Tyler. – Não me parece que quer que eu pare... – Afastou-se um pouco dele deixando a mostra a ereção de meu amigo.
– Ih ai o cara! – Ri alto da situação de Tyler. – Se Eliza souber que o mini Tyler levantou para conhecer outra casinha... Ele vai acabar sem nenhuma ou morto!
– Chega, chega... Não quero testar minha fidelidade, eu amo Eliza! – Tyler riu levantando as mãos como se rendesse.
– E uma bebida, você aceita? – Ela sorriu levantando-se do colo dele e pegando uma garrafa de vodca que estava sobre nossa mesa.
– Isso eu quero! – Assentiu animado.
– Abre a boca, então... – Mordeu sutilmente os lábios para conter um sorriso. Tyler solta um riso alto e então faz o que lhe foi imposto, a mulher chega perto dele e puxa, sem dó, seu cabelo fazendo sua cabeça cair para trás para que despejasse a bebida na boca aberta dele. De proposito, ela “erra” o alvo e deixa a bebida molhar o rosto dele e descer pelo seu pescoço até seu peito desnudo, molhando sua camisa. – Ah... Que descuido o meu! – Finge-se de desentendida. A morena deixa a garrafa na mesa e debruça-se sobre o corpo de meu amigo, lambendo o molhado da bebida de seu pescoço, peitoral e ao redor de seus lábios.
– Ah... – Tyler geme rendendo-se, jogando a cabeça para trás. – Por favor, quem é o próximo?
– Eu não! – Jake disse rindo. – Não quero testar minha fidelidade, isso é tortura demais.
– Também não, estou legal aqui só assistindo... – Outro amigo nosso, também casado, negou a garota. Eu era o único solteiro de todos, para minha sorte, e já que aquele bando de frouxas não queriam os cuidados de nossa dançarina, a atenção ficaria toda para mim.
– Acho que só sobrou você! – Lentamente ela vem em minha direção com um sorriso de canto nos lábios.
– E isso é ruim? – Esperei que ela chegasse até onde eu estava, sentado a mesa, e passei o braço pela sua cintura trazendo seu corpo de encontro ao meu e a deixando no meio de minhas pernas.
– Para quem vai assistir é péssimo! – Colocou as mãos em minhas coxas que estavam em volta dela e as apertou com força, arrancando um gemido rouco de mim.
– O que quer dizer com isso?
– Me concede uma dança? – Aproximou-se de mim e sussurrou em meu ouvido fazendo-me estremecer.
– Uma, duas, três, quantas você quiser! – Respondi de imediato. Ela sorriu presunçosa e pegou minha mão me conduzindo para as escadas do palco que subimos ainda de mãos dadas. Quando já estávamos no topo dele, ela pegou algo do canto escuro dele e antes que eu pudesse ver o que ela tinha prendido nas laterais de sua calcinha, fui empurrado com força até a lastre.
– Porque não me diz seu nome? – Mais uma vez ela aproximou nossos corpos e sussurrou em meu ouvido, enquanto eu tentava procurar as palavras para lhe responder, ela me torturava da mesma forma que havia torturado Tyler, beijando meu pescoço, passando a língua em volta de minha orelha e dando leves mordidas em minha pele.
– Stefan... – Sussurrei extasiado.
– Stefan... Gostei! – Desceu as mãos que estavam em meus ombros pelos meus braços até chegar aos meus pulsos e os colocar para trás do cano.
– E o seu?
– Nina... – Sussurrou mais uma vez em meu ouvido usando essa deixa para prender minhas mãos com uma algema, que ela havia pegado antes de me empurrar até ali.
– Não íamos dançar, Nina? – Perguntei me debatendo para tentar soltar minhas mãos. Ela não respondeu, apenas sorriu da forma mais provocativa que conseguiu e foi nesse momento que outra musica ecoou pela boate, com o mesmo ritmo sensual da que ela havia dançado, e começou a se mover contra meu corpo.
Nina dançava como se eu não estivesse ali, como se fosse apenas o cano e ela, seu corpo se esfregava ao meu sem se importar se estávamos em publico ou se seus movimentos me machucassem. Mas por mais que certas vezes seu corpo batesse no meu com um pouco mais de força ou seu joelho me “chutasse”, ao invés de causar dor, fazia-me minha excitação aumentar ainda mais. Meu jeans já estava mais que apertado devido ao meu membro que já pulsava sob ele e aquele aperto parecia piora cada vez mais.
As batidas da musica acalmaram e Nina se pões em minha frente colocando as mãos por de baixo de minha blusa tocando meu abdômen. Lentamente com as unhas ela subiu pelo meu peitoral me tocando deliberadamente e provavelmente deixando marcas por a minha pele, me fazendo jogar minha cabeça para trás contendo um gemido de prazer pelas suas caricias. Seguiu para as minhas costas cortando caminho pela minha cintura e repetiu o que havia feito em meu peitoral lá.
Ainda com as mãos por de baixo de minha blusa, ela roçou nossos lábios e mordeu meu lábio inferior o puxando para si para só então começar um beijo avido, sua língua quente invadiu minha boca e começou a duelar com a minha liderando o beijo que em pouco tempo nos deixou sem folego.
Por estar tão concentrado nos movimentos que nossas línguas faziam, mal percebi quando ela retirou as mãos de meu tronco e as levou até a lastre, bem acima de minha cabeça. Subitamente ela separou nossos lábios e se dependurou, abraçando o cano com as pernas de modo que minha cintura ficasse no meio deles e seus seios bem em frente ao meu rosto.
Naquele momento, desejei com todas as minhas forças poder tocá-la, eu me debatia incessantemente embaixo dela, minha vontade era agarrá-la pela cintura e possui-la ali mesmo, sem me importar com nossa plateia.
– Querido, eu não vou te soltar, não ainda! – Riu. As algemas começavam a machucar meus pulsos e eu me dei por vencido, parando de me mover e tentando tirar proveito da situação em que estava; sem resistir ao que estava diante de meu rosto, eu começo a beijar seu colo e toda a região que meu rosto alcançava, inalando seu perfume adocicado e deliciando-me com a textura aveludada de sua pele.
Ao perceber que eu havia me conformado em estar preso, Nina desliza um pouco fazendo nossas intimidades se encostarem, me posicionando bem em sua entrada. Por mais que tivéssemos o jeans grosso de minha calça e o tecido fino de sua calcinha, eu conseguia sentir o sexo quente dela sobre o meu fazendo minha ereção pulsar dolorosamente e meu desejo por ela crescer ainda mais. Lentamente ela começou a se mover, rebolando sobre meu membro e arrancando gemidos altos de mim, que com certeza não eram ouvidos devido a musica do local.
Aquilo não era suficiente, eu queria tê-la nua, completamente nua só para mim e a minha disposição. Não me importava com todos os contras em transar com uma prostituta, só queria acabar com aquela tortura.
– Nina, vamos para um quarto, por favor! – Disse em meio a gemidos.
– Vai querer, então? – Sorriu maliciosa voltando a ficar de pé em minha frente.
– Sim, eu quero! – Assenti.
– Ótimo! Mas não sei se vou poder atender seus desejos, delicia, tenho que animar a festa de seus amigos!
– Não, eles esperam, você tem a noite toda para anima-los, por favor...
– Wow, se você está tão desesperado assim, não tenho como negar uma rapidinha. – Eu sorri aliviado e ela se aproximou novamente, soltando minhas mãos com facilidade.
Ignorando todos os gritos e assovios maliciosos vindos de meus amigos, nós seguimos para um lado isolado da boate e ela me conduziu até um quarto do local. Nina trancou a porta do quarto e eu nem se quer prestei atenção nos detalhes do cômodo, para poder descrevê-lo depois, logo a empurrei para a cama a fazendo cair no meio do colchão.
No caminho, livrei-me de meus sapatos, meus jeans e minha cueca de uma vez só, ficando apenas de blusa, enquanto ela colocou-se de joelhos na cama terminando de fazer o que havia começado no palco.
Nina já estava completamente nua quando a coloquei deitada novamente me ajeitando entre suas pernas para continuar a roçar nossas intimidades. Nossos lábios se tocaram novamente em outro beijo voraz apenas nos separando para retirar minha blusa.
Nossa posição foi invertida e ela ficou por cima de mim selando beijos pelo meu peitoral e descendo pelo meu abdômen me dando um digno banho de gato que estava deixando mais que ofegante. Meu controle já estava se acabando e eu estava prestes a joga-la na cama novamente e finalmente toma-la do jeito que desejava, mas subitamente ela parou com os beijos e levanta-se da cama indo pegar alguma coisa no criado mudo ao lado da cama.
Para meu alivio, ela volta com um preservativo, e coloca-se sentada em minhas pernas, abrindo a embalagem e deslizando a camisinha pelo meu membro. Novamente Nina começa os beijos de onde havia parado até chegar ao meu membro, que sem esperar mais, o abocanha por inteiro.
Se pudesse, ficaria a noite inteira aproveitando de todos os prazeres que ela pudesse me favorecer, mas não tínhamos tempo o suficiente para aquilo. Sem querer me render aos prazeres que sua boca me causava, enlacei os dedos em seus longos cabelos e a puxei para cima a fazendo ficar na minha altura e como tanto desejei, a coloquei deitada na cama, finalmente, a tomando para mim.
– Eu vou estar te esperando ali fora! – Nina pisca para mim ao guardar no sutiã as cinco notas de cinquenta dólares que havia a dado pelo programa.
– Estarei lá em cinco minutos! — Ela assentiu e então saiu pela porta enquanto eu terminava de me vestir.
Não me preocupei em me apressar em terminar de me vestir, como Nina havia dito, a noite estava só começando, Tyler havia a contratado a noite inteira e ela teria que ficar a nossa disposição o quanto quiséssemos, então tinha muito que aproveitar dela ainda.
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