Notas iniciais
HoshinoForea: Yo! - sorrindo sem graça- Eu sei, demoramos… -chorando no cantinho da depressao- Rukia nee: Minna nos perdoem pelo atraso onegai, a culpa é da escola! -juntando-se à Shino- HoshinoForea: ;u; Pois é! -chora mais ainda- Mas… limpa o mar de lagrimas- Nos conseguimos escrever! - suspirando aliviada- Esse cap ficou legalzinho… o que acha, Rukia-nee? Rukia nee: Acho que foi o melhor capítulo até agora eheheh Impossível não suspirar com este capítulo, tão kawaii! Também quero um capitão de gelo eheheh HoshinoForea: Hueheuheueheueheue concordo! Bem, espero que gostem do cap! Boa leituraaaaaaaaaaaaaaaaa! - acena enquanto sorri- Rukia nee: Jya née minna!

P.O.V. Toushirou On

Fazia alguns relatórios, por incrível que pareça não pedi ajuda à irresponsável da Matsumoto. Não porque não precisasse do auxílio dela mas aquela miragem não me saía da cabeça. Estava farto de pensar sempre no mesmo, mas o que poderia fazer? Todos os meus sentidos me diziam que conhecia aquela morena mas quem seria ela? Eu não conseguia lembrar, e isso era deveras frustrante.

– Talvez a Matsumoto tenha razão, não devo treinar tanto…

Os árduos treinamentos estavam desgastando-me tanto fisicamente como psicologicamente. Minha vida atualmente resumia-se a trabalho e exercícios com a minha zanpakutou.

– Taicho, me deixe entrar onegai!

Persistente. Eu apreciava essa característica na minha tenente, sempre pude confiar nela e de fato estava-lhe agradecido por isso. Mas naquele momento precisava de estar sozinho, relaxar e pôr as ideias em ordem.

– Taicho é importante! Uma mensagem do Comandante!

Por essa eu não esperava... Seria outra reunião? Ainda há pouco tempo saíra de uma. Abri a porta de supetão, a assustando, mas mesmo eu tendo feito o que ela pediu não sorriu vitoriosa como seria o seu normal. Em vez disso parecia apreensiva.

– O que aconteceu?

– Uma missão. Tem de ir imediatamente ao Mundo Real falar com o Urahara-san.

– Motivo?

– O Comandante não me disse mais nada taicho, lamento.

– Certo.

Dirigi-me para a porta e mesmo sabendo que me poderia arrepender, eu decidi fazer aquilo que sentia que devia fazer.

– Matsumoto?

– Diga taicho?

– Obrigado…

– O que disse!?

– O esquadrão está nas tuas mãos.

Pela minha visão periférica vi a Matsumoto fazer beicinho e resmungar para si, mesmo estando nitidamente mais aliviada. Sorri com isso, não queria que ela ficasse preocupada desnecessariamente comigo. Mas será que deveria ter agradecido mesmo? De certeza que ela para festejar esse meu comentário iria embebedar-se e fazer festas no meu escritório. Senti uma veia latejar só de imaginar as desculpas esfarrapadas que ela iria usar quando eu regressasse e como iria ficar convencida por ele lhe ter agradecido.

– Sim, já me arrependi.

XxX

O portal se abriu entre as nuvens do Mundo Real, saindo por ele a sombra do shinigami. Admirei aquela paisagem, e não compreendia mas sentia saudades de algo, de alguém, e novamente a imagem da mulher invadiu minha mente.

Droga!

Deslizei até o piso, caminhando tranquilamente pelas ruas que não via cerca de três anos. Porém algo me chamou a atenção, um rapaz moreno estava encostado no muro e olhava o nada, como se aguardasse por algum acontecimento.

Ao virar o rosto na minha direção, o misterioso rapaz sorriu. Estranhei. Não esperava que me pudesse ver, já notara sua reiatsu elevada mas não esperava que fosse o suficiente para enxergar espíritos. E principalmente quem sorria ao ver uma pessoa completamente desconhecida com vestes pouco usuais e que carregava uma espada nas costas? Individuo suspeito.

Ele, com as mãos nos bolsos, caminhava despreocupado na minha direção.

– Problemas, capitão?

– Quem é você?

– Quanta prepotência senhor capitão, respondendo uma pergunta com outra?

– Não é o mesmo que você está fazendo?

O sujeito pareceu gostar da minha resposta, sorrindo mais largamente me irritando profundamente.

– Me pegou capitão. Na realidade eu estava esperando por você.

Sua resposta me surpreendeu, então ele de fato esperava por algo e esse era eu? Será que ele estava relacionado com a ordem misteriosa do Comandante?

Assustei-me ao sentir que o individuo estava ao meu lado, com uma mão no ombro, suas palavras saíram macabramente sussurrantes, desaparecendo em seguida.

– Protege-a bem. Nunca se sabe quando pode aparecer um ladrão pela calada da noite.

Quem era ele? O que queria?

Pior, o que significava aquele aviso? A quem ele se referia?

Novamente a imagem da misteriosa mulher surgia em minha mente. Era ela, ela era a chave para todos os mistérios. Eu a conhecia, seria uma humana? Mas quem…?

Eu irei descobrir, custe o que custar.

P.O.V. Toushirou Off

Toushirou antes de se encaminhar para a loja de Urahara, ele dirigiu-se à casa da vovó Haru. Adentrando pela porta, viu o túmulo que ele esculpira para ela poder repousar em paz. Após tantos anos de dedicação às almas sofredoras, era a vez dela se descansar. Mas mesmo assim sentia um vazio, de que faltava alguém ali com ele. Alucinações?

Ele aumentou sua reaitsu, fazendo com que o céu cintilante de Karakura se convertesse numa penugem cinzenta. Flocos de neve flutuavam até às casas da cidade, alguns desses pedaços de gelo eram transformados em flores de gelo delicadas que pousavam na sepultura da falecida. Num ritual mágico.

Flores congeladas. Gelo engenhosamente elaborado numa delicada flor. Uma cerimónia que o capitão de gelo costumava usar com os seus inimigos porém o Toushirou demonstrou com esse mesmo ritual seu lado sensível para uma das pessoas que ele mais amava. Não importava se eram inimigos ou amigos dele, quando a morte os alcançava tornavam-se todos iguais: recordações. E cabia a ele, como ceifador de almas, resguardar a memória das almas perdidas.

O que Hitsugaya esquecia é que era necessário conservar a memória dos vivos também.

Um ruido o fez despertar de seus desvaneios. Procurou com o olhar a fonte do barulho, mas não achou nada. Teria sido sua impressão? Soltou um suspiro, encarando o céu cinzento que dava sinais de que iria chover.

– Acho melhor eu ir…

E sumiu no shunpo, começando a saltar de teto em teto até chegar ao seu objetivo. Urahara Shop's.

Um homem de chapéu listrado saiu da moradia modesta, acompanhado de duas crianças e um homem alto e de aparecia forte. O de chapéu sorriu largamente quando viu o albino parado a alguns metros a frente.

– Hitsugaya-taichou, o que o senhor faz aqui?

Toushirou apareceu na frente de Urahara, confuso.

– Como assim? Não deveria ser você a me dizer aquilo que estava acontecendo aqui em Karakura?

O sorriso sumiu do rosto de Kisuke, deixando em seu lugar uma expressão séria. Isso era de fato raro e deixou Toushirou desconfiado.

– Oh… Bem, eu até pediria para que entrasse para tomarmos uma xícara de chá, mas estou com pressa … Espero que não se importe.

– Não.

– Ótimo! A sua missão pode parecer fácil, mas é mais complicada que o previsto…

Toushirou estalou a língua no céu da boca, ficando já sem paciência. Urahara, percebendo, pigarreou.

– Você tem de proteger Kurosaki Karin, irmã mais nova de Kurosaki Ichigo. Isso é de extrema importância.

Um choque percorreu o corpo de Toushirou que arregalou os olhos e piscou várias vezes, atordoado. A imagem da mulher misteriosa apareceu novamente em sua mente e ele teve certeza.Aquela misteriosa mulher… era Kurosaki Karin. Se lembrou de quando a ajudou no jogo de futebol e do jeito despreocupado que ela usava quando esta aprensiva ou preocupada com algo. O sorriso que ela muitas vezes dava, mascarava o sofrimento que ela sentia na realidade. Sempre se perguntou o porquê disso, mas não obteve resposta.

Escutou um risinho, que o tirou de seus pensamentos. Urahara ria de satisfação, como se fosse uma criança que ganhou aquilo que mais cobiçava.

– Agora tenho mesmo que ir. Até mais, Hitsugaya-Taichou!

Ele e seu pequeno grupo se desviaram dele e dobraram um curva mais na frente, desaparecendo de sua vista. O rapaz de olhos turquesa ainda esta atordoado com a estranha missão, não entendendo. E então se lembrou do moreno de mais cedo. A reiatsu elevada e… o sorriso. O sorriso cínico e maldoso, que lhe lembra uma certa pessoa. Apertou os punhos, sentindo a ira lhe domar. Aizen Sousuke. Era essa a pessoa a qual aquele rapaz lhe lembrava. Tratou de empurrar esses pensamentos para o final de sua mente. Agora tinha uma missão importante.

Relaxou um pouco, sumindo no shunpo e aparecendo no céu de Karakura, procurando por uma pessoa em especifico. Fechou os olhos, procurando pela reiatsu que lhe trazia calma… O cheiro de flor de laranjeira invadiu o ar à sua volta, o fazendo sorrir ainda de olhos fechados. Se curvando um pouco para frente, abriu os olhos e saltou no shunpo reaparecendo na frente de uma moradia modesta. O sorriso em seus lábios aumentou. Qualquer um que conhecesse o Capitão de gelo iria ficar surpreso ao presenciar tal cena.

Um vulto passou pela janela da frente e as cortinas foram afastadas por uma mão delicada. Um rosto apareceu por de trás das cortinas, espiando fora. Toushirou prendeu o fôlego, a reconhecendo. Os cabelos negros e os olhos ônix…

Kurosaki Karin…

A tinha encontrado.

Notas finais
Rukia nee: O que acharam pessoal? Merecemos ser perdoadas? Eheheh. Vamos tentar não voltar a demorar tanto :3 HoshinoForea: Pois … ^^’... Parece que o Capitao de gelo esta mudando aos poucos… e ele so viu a Karin! e.e e_e e o nosso querido Hakai, pq ele avisou o Toushi? tantos misterios… Bom, espero do fundo do meu hearth que tenham gostado! Até a proxima! o -Some- Rukia nee: Haii! Voltamos-nos a ver em breve pessoal! :) Beijinhos *--*