Smiles Amid Tears
5 A chegada e a festa.
Notas iniciais
Mas taí ;) e ficou bem maior que os outros...
Boa leitura.
P.S.: desculpem os erros desse e do cap. passado.
[...]
Depois que ele disse isso, algo realmente inesperado aconteceu... Ele me beijou. Sim, nós nos beijamos. Intensamente. Apaixonadamente. Inesperadamente... seu beijo era doce, envolvente e o melhor de todos. Eu já me envolvi com vários garotos, com jeitos e personalidades diferentes, mas ele... ah, ele era encantador... Aquele cabelo, aqueles olhos, aquela boca e sorrisos perfeitos... Eu não pude me conter e me entreguei ao seu beijo, e que beijo. Uma bomba de sensações e lembranças me envolveu e tomou minha mente enquanto beijava-o. Foi maravilhoso, mas como tudo tem um fim, infelizmente esse beijo teve. Quando paramos, sorri com o rosto um pouco enrubescido e ele sorriu daquela forma encantadora que faz meu coração disparar. Por mim eu ficaria o resto da minha vida olhando aquele sorriso. Quando me dei conta o filme tinha acabado e as luzes foram acesas. Liguei para o meu pai e ele veio nos buscar, deixou Paul e Jenny em suas respectivas casa e se encaminhou para a nossa.
[...]
Ao chegar tomei meu banho, como mais alguma coisa e fui ao meu quarto dormir, ou pelo menos TENTAR dormir.
Eu não conseguia de jeito algum esquecer-me do beijo com Paul, foi tão... estranho... Bem, na verdade eu não sei o que eu senti no momento, mas foi estranho. Porém foi um estranho bom. Muito bom, diga-se de passagem. Tornou-se estranho para mim, pois foram tantos anos de amizade que se tornou em algo maior... Ok, eu não sei o que me levou a beijá-lo ali, mas... eu me rendi totalmente naquele momento. Não sei se foi um reflexo, um impulso ou por eu realmente querer aquilo, mas simplesmente aconteceu. Foi meio que inevitável...
O fato é que acabei me perdendo em meus pensamentos e dormi.
[...]
Acordei como bem como nunca, tive um sonho perfeito, que por algum motivo não me lembrava. Mas esse dia tem tudo pra dar certo, pois mamãe chega hoje e só isso torna o dia demais, faz tempo que não a vejo, na verdade eu nunca passei tanto tempo longe dela. Enfim, fiz minha higiene pessoal e pus uma roupa simples, um shortinho jeans azul, uma blusa preta e continuei com os pés descalços. Desci para ajudar meu pai e Kess a arrumar o salão de festas do condomínio, passei pela cozinha, que se encontrava vazia e apanhei uma maçã, tomei um copo de leite rapidinho e saí, fechando a porta da frente.
[...]
– Boooom dia pessoas! – falei numa animação que eu mesma estranhei.
– Bom dia, filha!
– Bom dia, Bella. – Kess cumprimentou-me.
– Vocês tão meio atrasados, não arrumaram quase nada ainda.
– Talvez você não tenha percebido que só tem duas pessoas pra arrumar esse salão inteiro. – afirmou meu pai. Mas ele tava exagerando, o salão não era lá essas coisas, mas tinha um tamanho razoável para uma festa normal.
– Por que você não chama seus amigos? – Kess me sugeriu.
– É, boa ideia, chama aquela loirinha meio doida e o japa. – meu pai disse, divertido. Ele realmente tinha acordado de bom humor, como eu.
– Ok, vou chama-los. Só um segundo...
Digitei o número de Jenny, ela disse que viria me ajudar, assim como Paul, que também concordou. Eles não demoraram muito e chegaram juntos, sabiam que estávamos no salão de festas.
– Oi, tios e oi Bella. – Jenny nos cumprimentou. Era parecia "normal" hoje.
– Bom dia! – respondemos eu, Kess e papai.
– Bom dia, Bella, Sr. P e Rita. – ele sorriu e nos cumprimentou. Meu pai exibiu o polegar e Kess soltou um outro "bom dia" para Paul. Eu sorri de volta. Na verdade eu ainda estava meio acanhada sobre ontem. Mas tentei esquecer isso, pelo menos por hoje.
[...]
Assim que terminamos de arrumar o salão já eram umas 17 horas, mamãe estava prestes a chegar e ninguém naquele momento estava apresentável, todos fedidos e suados. Arrumar aquele salão deu bastante trabalho, mas foi bem divertido. Meu pai fez questão que NÓS mesmos arrumássemos o salão, passamos umas SEIS horas arrumando aquilo. Ficou perfeito, sabe, faríamos sucesso se a gente levasse isso como profissão hehe... enfim, depois de tanto trabalho admiramos um pouco nossa obra e cada um de nós foi para suas respectivas casas se arrumar, pois a festa começaria em menos de duas horas. Aquilo realmente seria gratificante.
[...]
*DIN DON DIN DON DIN DON DIN DON*
– OMG, deve ser a mamãe, deixa que eu atendo – avisei. Abri a porta e confirmei minha teoria. Mamãe soltou as malas e bolsas no chão e me deu um abraço de urso. Eu retribui, afinal passar tanto tempo longe da pessoa que mais amo é difícil. O bom foi ver que nós duas deixamos derramar algumas lagrimas de felicidade, cada uma no ombro da outra.
– Cadê o seu pai, a Kess... – barrei sua entrada com meu braço. – Hey!
– Calma, a gente tem uma surpresa pra senhora. – sorri e cobri os seus olhos com um lenço de pano de já trazia comigo. A encaminhei para o salão, onde já se encontrava cheio de amigos da família e meus queridos dois loucos.
– Você sabe que não gosto de surpresas. – ela reclamou.
Você vai gostar!
Assim que cheguei lá todos ficaram em silencio. Assim que tirei suas vendas todos começaram a aplaudi-la. Ela chorou de emoção, e me abraçou, além de dar um beijo em meu pai. Eu acabei chorando também. Eu era meio durona em relação a sentimentos, mas não puder conter minhas lágrimas ao ver minha mãe feliz... Enfim, ela cumprimentou todos presentes, ora com abraços e apertos mão, ora "obrigados" e "que bom que você veio".
[...]
Essa festa foi muito bacana, todo o esforço de hoje valeu a pena. Eu passei boa parte do tempo ao lado dela, e também fiquei acompanhando alguns de meus amigos que estava lá, conversando sobre coisas banais. Até um momento em que Paul me chamou com um sussurro em meu ouvido, o que me fez arrepiar inteira. Segui-o até o jardim do condomínio, que por sinal estava perfeito, sente somente iluminado pela Lua.
– Eu queria conversar um pouco com você... posso? – ele me perguntou, um pouco tímido. Eu não era acostumada a ver ele assim. Por isso achei um pouco estranho.
– Claro!
[...]
Notas finais
hehe, té amanhã babies.
xoxo,
thesexycrazy.
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