Notas iniciais
Mudei um pouquinho o contexto da história porque toda essa melação de beijinho e carinho me enjoa hehe g.g
O capítulo ficou curtinho, pois hj tava com muuuuito sono, dormi tipo às 4 da manhã por causa do face :P
enfim, boa leitura ;)

Ele foi chegando mais perto de mim. Achei um pouco estranho, mas ignorei.

– Érr... eu... queria me desculpar sobre, ontem... foi meio que impulso... então desculpe se você se sentiu incomodada com alguma coisa, realmente não foi intenção minha... você me conhece...

– Tudo bem... eu não me senti incomodada, bem... na verdade... érr... eu gostei.

– Como!? – ele perguntou, pareceu perguntar meio incrédulo. – Gostou... legal. – ele deu um sorriso meio envergonhado.

– É... gostei... – me aproximei ainda mais e... nos beijamos novamente. Pude sentir novamente aquela boca quente junto da minha. Cada movimento que nossas línguas faziam me vinha uma sensação diferente e inexplicável. Era simplesmente magnífico! Cada coisa nele fazia me encantar ainda mais.

Você beija muito bem. – assim que paramos, ele disse. Corei na hora, mas o escuro não permitia ver isso. Agradeci aos céus por isso. Ficamos conversando por um tempo, até um amigo de Paul o chamar. Eu fiquei deitada no banquinho onde estávamos sentados, admirando a Lua.

[...]

– É parece que você conseguiu enganar mesmo a moreninha gostosa... – afirmou, um garoto de cabelo castanhos.

– Não fala assim dela, cara. Ela ainda é minha amiga... – essa última palavra o moreno sussurrou, como se a palavra "amiga" não valesse mais.

– Ah, pouco importa. Mas você ainda não cumpriu o plano todo, esqueceu. Assim vai acabar perdendo a aposta. – o garoto de cabelos castanhos e espetados pareceu não se importar com a expressão do amigo.

– Não, não esqueci. Não se preocupe eu vou cumprir. Vou ganhar de você. – alegava o moreno, admirando de longe sua futura namorada, sendo iluminada angelicalmente pelo luar.

– Velho, ela é muito gostosa, não sei como você aguentou passar tantos anos do lado dela sem dar uns "pega"... puta que pariu, tu só pode ser gay. – dessa vez quem a admirava de longe era o de cabelos castanhos. Por achar que estava realmente sendo observada, a morena dos olhos verdes e rosto angelical olhou em direção a um estreito corredor que dava passagem do salão ao jardim. Porém não viu nada, pois os garotos haviam se escondido, então deu de ombros e voltou a observar a lua.

– Cara, já disse pra parar de falar besteira dela, ele é uma boa garota. Só te peço, não fala nada disso pra ela. Por favor.

– Desencana, velho. Eu não vou dizer pra moreninha, não. Coitada, não merece o amigo que tem.

– É não merece. – a frase soou em meio a sussurros. O que fez com que seu companheiro não entendesse o que foi dito.

–Hm?

– Nada não, esquece. Ei cara, eu já vou tenho que ir para casa.

–Fica na paz, irmão. – Os dois garotos se cumprimentaram do jeito deles e o moreno seguiu na frente, poucos minutos depois o de cabelos castanhos tomou o mesmo rumo.

– Engraçado, achei que tinha alguém ali... Deve ser coisa da minha cabeça... – pensou consigo mesma e seguiu até seu apartamento.

[...]

"Toma aqui seu dinheiro, conseguiu ganhar a apostar e ainda transar com a moreninha gostosa, sortudo você, não?!" "Pois é, mais ela é uma besta, acredita mesmo que eu amo ela... pff... idiota..."

Aquilo foi tudo que a garota de orbes verdes se lembrava do sonho da noite anterior, realmente não entendia o motivo daquelas frases que martelavam em sua cabeça e nem se lembrava dos autores das mesmas, mas aquilo a intrigava muito... mais do que ela achava que deveria se importar...

[...]

[...]

Assim que acordou, pôs uma roupa simples: um short jeans curto, uma regata vermelha e um all star preto.

– Bom dia mami, papi e Kess. – a morena cumprimentou-os.

– Bom dia, amor. – sua mãe retribuiu o "bom dia", carinhosa, como sempre.

– Bom dia querida. – a vez agora foi de seu pai, com o "querida" de sempre.

– Oi Bella. – retribuiu Kess.

Ela se sentou à mesa junto com a família pra tomar o café-da-manhã com eles. Conversaram muito, já que um mês com a matriarca da família fora de casa rendeu bastante assunto.

– Mãe, eu vou à casa da Jenny, eu volto antes do almoço, tá!

– Tudo bem, filha. Volte cedo mesmo que não vamos viajar ainda hoje, uma viagem surpresa.

– VIAGEM?! – a filha perguntou, surpresa.

– Sim, viagem, por quê? Algum problema?

– Não, er... eu só não esperava. Mas tudo bem, faz tempo que não viajamos juntos... como eu disse, eu volto cedo. Tchau família. – todos presentes responderam com um "tchau" e logo a morena fechou a porta.

– Eu não entendi por que ela ficou tão surpresa quando você falou da viagem. – falou Kess a Teresa, enquanto secava as mãos num pano de copa após terminar de lavar a louça suja.

– Nem eu, como é difícil entender a cabeça desses jovens. – Teresa respondeu-a, bebericando um pouco de seu chá.

Teresa era uma mulher muito bem conservada fisicamente, pois tinha 45 anos, e sempre manteve seu corpo em forma independentemente do trabalho ou outros empecilhos. Ela tinha longos cabelos negros e lisos, que iam até a cintura, assim como de sua filha, (a não ser pelo fato de os cabelos de Bella serem cacheados), herdou olhos castanho-claros de seu falecido pai tinha a pele levemente morena e estatura mediana. Era brasileira e descendente de índios, isso dava a ela uma beleza muito exótica. Já Peter era muito diferente fisicamente da esposa. Ele tinha cabelos loiros acastanhados, olhos verdes (estranhamente iguais ao da filha, já que não existia motivo para isso), tinha a pele branca e era alto, que era característica de família.

[...]

(Bella P.o.V.)

Eu precisava conversar com Jenny, eu não sei por que, mas eu estava angustiada com alguma coisa e tinha que conversar com ela, sobre isso e sobre Paul.

[...]

Notas finais
Taí, capítulo revelador hehe (adooooooro)
xoxo,
thesexycrazy.