Notas iniciais
*desvia* *Protego!* *corre* *sorri colgate* Heey guys! Gentee, não coloquei tudo o que pretendia no cap, porque ia demorar mais para postar e já estou me sentindo mal por ter demorado, mas como sabem, as coisas estão corridas aqui e por algum motivo da tecnologia meu pc está bugado, então toda vez que ia acessar algum site ele me mandava pra 10 lugares diferentes e começava a baixar coisas estranhas que enchiam de alerta de vírus e eu não conseguia abrir porcaria nenhuma, muito menos o nyah! Então... Espero que gostem, tem flash back agora e pretendo fazer um POV Drake -yeah! Eis algumas informações: Tecnicamente Voldy é de 1926, Narcissa 1955, Andromeda entre 1952 e 1954 e Bellatrix 1951, Tiago 1960, porém, para que a Halley possa conhecê-los e ao mesmo tempo ter envolvimento com o Voldy e a Izzye ter idade para estar em Hogwarts, fiz uma gambiarra e não vou citar datas exatas, apenas especulações,beleza? Tem uma gambiarra com a Izzye também, porque ela na verdade é mais velha (um ou dois anos) que os amigos de Hogwarts, mas ela meio que desacelerou com as barreiras da Halley, pois a filha do Charlie e da Renee era mais nova okay? (Quem não lembra, a Andromeda é a falsa mãe da Izzye!) PS: Criar looks, procurar informações históricas e mágicas, ter boas inspirações e organizar os turbilhões mentais toma tempo viu? PS²: Percebi que estava esquecendo um "s" na Narcissa desde sempre! hahaha *Muito, muito obrigada pelos reviews!!* *Boa leitura!*

Point Of View Isabella

Draco estava ao meu lado quando acordei, e lembre-me que tinha vindo para cá falar sobre a ida a Mansão Malfoy e acabou apagando na minha cama e tive pena de acordá-lo me limitando a cobrí-lo e tirar seus sapatos. Sorri enquanto terminava de arrumar uma bolsa sem fundo com algumas coisinhas necessárias.

Ajeitei o lenço ao redor de meu pescoço e arrumei o sobretudo fechando-o, pois lá fora estava frio.

Saí do quarto encontrando Draco no salão Comunal segurando um malão pequeno sentado na poltrona mais próxima a porta.

–Izzye.

–Drake. -Andei até ele e quando beijou-me aprofundei o beijo entrelaçando os dedos em seus fios.

Nos separamos arfantes e colamos nossas testas.

–Hu-hum. — Um pigarro fez-se ouvir e ergui os olhos encontrando madeixas ruivas emoldurando o rosto de porcelana e os olhos azuis elétricos.

–Emma.

–Então?

–Então o quê?

–Nem vão me tirar daqui por um final de semana?

–Não.

–Affs, péssimos amigos!

–Emma, fique e cuide da galera. -Pansy chegou nesse momento e a encarei — Pansy, segure as pontas dela.

–É claro, não vai ter nenhuma festa de arromba na Sala Precisa.

Revirei os olhos.

A passagem se abriu e sorri quando Snape passou por ela.

–Srta.Priden, Sr. Malfoy, vamos. -Olhou para as garotas e Lucca que tinha acabado de chegar. -Vocês, tem tarefas normalmente, nada de folga, Sonserina tem pontos a ganhar.

–Claro Professor. — Emma disse piscando os olhos melosamente e sorrindo inocente.

–Emma, isso não cola! — Ri enquanto pegava a mão de Drake ajudando-o a levantar-se novamente. — Bem galera, estamos indo. Mandem nossos cumprimentos aos outros. — Emma abraçou-me beijando minha bochecha e ri. -Tá Emma, agora chega. -Ela riu quando Pansy a puxou.

–Vamos lá Doninha. — Falei para Draco que estreitou os olhos.

–Doninha é a sua…

–Minha?

–Sua avó!

–Ah, devia ser mesmo,nem prestou pra ser mãe do meu pai! — Falei baixinho e ele riu.

–Alunos. Discrição. As paredes tem ouvidos.

–É claro que tem. -Revirei os olhos enquanto o seguia pelos corredores.

Narcissa e Lúcio estavam nos portões da escola e Lúcio pegou minha bolsa e o malão de Draco assim que aparecemos. Narcisa nos abraçou e, dentro da carruagem começou a procurar sinais de dor no filho.

–Pelas barbas de Merlin mãe, estou bem!

–Como assim está bem? É claro que não está! Fique quieto Draco!

Ri enquanto Lúcio revirava os olhos.

Draco me encarou e fechou a cara para meu riso.

–Não tem graça Isabella.

–Tem sim Malfoy.

Ele bufou e ri novamente virando o rosto para a janela, observando a paisagem passar como num borrão.

Chegamos a mansão Malfoy e imediatamente dois elfos vieram e levaram nossas coisas enquanto outros dois traziam biscoitos e chá.

Murmurei as palavras do encantamento e Dusk desenrolou-se saindo por baixo do vestido o que assustou Narcissa por um momento.

–Isabella! Avise quando for fazer isso!

Ri revirando os olhos e me joguei na poltrona.

–Vá casssçar e rassstejarr por aí Dussssk.

–É bom essstar em terrass conhesscidasss Milady.

–Aproveite. Masss não ssse disstansscie demaisss.

–Àsss ordensss.

Draco sentou-se na poltrona ao lado e recostou a cabeça.

Peguei um biscoito e encarei tia Cissa por um tempo.

–O que é? Pergunte logo.

–Já que nos trouxeram aqui, fale...como conheceu minha mãe?

Ela suspirou e fechou os olhos por um momento.

–Eu estava sentada sob um salgueiro e…

As mãos de Narcisa cobriam seu rosto delicado, os cabelos loiros estavam presos em uma trança perfeita, mas seu lenço estava exarcado de lágrimas.

–Olá?

–Vá embora. — A loira falou sem erguer os olhos e ouviu quando a outra sentou-se a seu lado.

–Sabe, uma vez chorei muito, e não tive nada que me ajudasse. Pelo menos, nada até que me lembrasse das palavras de uma mulher sábia que ouvi um dia. “Lágrimas aliviam a mente, a alma e o corpo, mas nem sempre é bom que a deixemos sair. Precisamos controlá-las e não sermos controladas por elas. Elas não nos fazem fracas, pelo contrário, só mostram o quanto somos fortes, porém, ainda assim podem nos ferir, de forma tão delicada que é quase imperceptível, mas o fazem, mesmo que indiretamente. Libere-as até seu peito arder, os olhos avermelharem e as bochechas corarem, mas não as libere por quem, ou o que não as merece, lágrimas são poderosas, lembre-se disso, elas tem poder.”

–É mesmo?

–É sim.

–Mas você não sabe de nada. Não sabe porque estou chorando.

–É, não sei mesmo. Talvez esteja errada sobre muitas coisas. Quem conhece a verdade?

–Quem é você?

–Halley Priden.

–Oh. A Sonserina amiga de todo mundo?

Um riso melodioso fez-se ouvir.

–Acho que alguns me identificam assim. Você é irmã de Bellatrix e Andromeda não é?

–Sim. Como sabe?

–Eu as conheço.

–É claro. — Revirou os olhos — Narcissa Black.

–O que houve Narcissa?

–Eu… Lúcio acha que não sou boa o bastante. Acha que sou infantil demais e anda dando bola para outra garota.

–Lúcio Malfoy?

–É. Ele é mais velho que eu.

–Eu sei. Bom, pare de chorar, coloque um sorriso no rosto, ou pelo menos uma expressão decidida e prove que vale mais que essa garota. Prove que é madura o bastante para ele.

–Você está certa. Não adianta ficar chorando! Obrigada Halley!

–Disponha Narcissa.

A loira levantou apressada e correu em direção ao castelo. Olhou para trás uma última vez,mas a morena não a estava seguindo. Entrara na floresta. Não pensou muito no assunto, tinha um Sangue Puro a conquistar.

–Você estava em Hogwarts ainda?

–Sim. No quarto ano. Lúcio estava no sétimo.

–E ela?

–Ela não estava mais estudando em Hogwarts. Acho que já tinha se formado a dois ou três anos.

–O que ela estava fazendo lá então?

–Anos depois descobri que estava procurando uma planta e que havia ido avisar a professora de Herbologia que iria procurá-la. Por isso entrou na floresta. Seu pai era mais velho que ela, e ela mais velha que eu. E eu mais velha que Severo. Porém todos nos encontramos em algum ponto da vida, e sua mãe conseguiu encontrar com seu pai e fazê-lo mudar.Ninguém conseguia ficar triste ou raivoso por muito tempo ao lado dela.

–Ela era tão especial assim? — Perguntei com olhos marejados

–Mais que isso. Halley foi única.

–Nunca vi alguém amar tanto. -Lúcio comentou e Narcissa assentiu.

–E você Lúcio?

–Conheci seu pai primeiro. Estava visitando o Ministério e ele estava lá. Dobrou uma mulher que não queria me deixar passar. Me senti ultrajado, queria eu mesmo fazer isso, mas ele elogiou e deu uma dica sobre como persuadir alguém. Respondi-o dizendo que não precisava de ajuda e que sabia fazer isso muito bem, arrogante como todo garoto um dia na vida é, mas com acrescimos, afinal era Lúcio Malfoy e quem era aquele? Não sei como, mas daí nasceu uma relação, no mínimo cordial e quando percebi quem ele era, deixei um pouco do orgulho de lado, resolvi que era um bom aliado a se ter.Depois conheci sua mãe, e ela me disse coisas que me fizeram refletir. Ela era ousada e dizia o que queria e mesmo me repreendendo não foi possível odiá-la.

–Se ela era tão doce, era a favor dos trouxas não era?

–Não Draco. Não é assim. Ela não os odiava, ela não sabia fazer isso, mas não queria que a história se repetisse e achava mais seguro tanto para eles quanto para nós estarmos separados o máximo possível. Acreditava que a distância era o mais correto, que se um dia havíamos separado nossas dimensões, porquê as uniríamos de novo? Sempre há um motivo, e o ciclo da dor não precisava se repetir. Foram essas palavras que Halley usou uma vez quando foi questionada sobre, e não pudemos discordar. Como sempre, ela estava certa.

–Chega de sentimentalismo. Draco vá descançar um pouco, Izzye sugiro que faça o mesmo, vamos à sua casa hoje a noite.

–Yeah! Drake, vou ver meu pai! — Ri feliz enquanto me levantava.

Eles riram e peguei outro biscoito.

Estava no terceiro degrau da escada quando me virei.

–Não pensam que esqueci de questionar sobre esse súbito final de semana… Pensam? — Sorri de lado quando Lúcio ergueu a sobrancelha. — Draco, vá descansar, parece péssimo, e precisa estar em forma hoje a noite. -Ele pareceu captar as entrelinhas e sorriu concordando.

–É, parece que será uma reunião.

Sorri maliciosa enquanto subia as escadas e andava em direção ao meu quarto da mansão Malfoy.

Estava pronta e aparatei para as portas da mansão com Dusk enrolado ao meu redor.

–Izzye! Pregou-me um susto!

–Pregou-me um susto? — Ri baixinho -Vamos jantar lá Cissa?

–Sim.

–Onde estão Draco e Lúcio?

–Aqui.

Drake estava lindo. Nem parecia que horas antes tinha a cabeça enfaixada.

Sorri para ele que devolveu com um sorriso deslumbrante e fazendo uma messura, beijou minha mão.

–Milady.

–Sir.

Rimos enquanto dávamos os braços e então, aparatamos.

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Andamos até o salão e meu pai já estava lá com Bellatrix, Severo e…

–Kate? -Ela sorriu dando de ombros.

–Fui convocada! -Murmurou fazendo sinal de paz e meneei a cabeça.

–Ótimo, podem explicar.- Falei parando e pousando uma mão na cintura.

–Bom vê-la também minha filha.

–É, boa noite pra você também. Nem começa com xilique, estou com fome! -Bellatrix falou e franzi a testa.

–Olá papai,Trixie, Sev, Kate, Nagini. -Nagini sibilou e Dusk sibilou em resposta.

Sentei-me do lado direito de meu pai, Draco sentou-se ao meu lado e seus pais ocuparam seus assentos.

–E então?

Meu pai estalou os dedos e elfos apareceram com bandejas de comida as dispondo na mesa enquanto talheres e pratos se materializavam a nossa frente

Sorri para o prato de spaghetti recheado ao molho rosê enquanto me servia. Minha taça se encheu de cerveja amanteigada quando desejei, meu sorriso aumentando. Peguei ainda um pouco de pudim de arroz e abóbora assada.

–Se comida te faz sorrir assim, acho que deveria comer o dia todo! — Kate falou e Draco bufou

–Nem eu ganho um sorriso desse.

–Querida, se eu comer o dia todo, virarei uma bola. Sr.Malfoy, fique feliz por não ter ganhado algo pior que um sorriso. -Pisquei os olhos inocentemente provocando alguns risos.

–Conte-me sobre o jogo Isabella. Soube que quase caiu. -Meu pai disse e percebi a irritação em sua voz.

–Bem, ganhamos. Peguei o pomo depois que Drake foi levado para a enfermaria.

–Acho que deveria dizer parabéns… -Trixie comentou e jogou a cabeça para trás, rindo.

–É, algumas pessoas tem esse costume mesmo, sabe, serem educadas.- Falei e ela estreitou os olhos, mas depois riu de novo.

–Resolvemos isso depois mocinha.

Ri, mas quando olhei para meu pai ele estava sério.

–De fato, os balaços estavam vindo todos em minha direção, e quase caí, mas me recuperei. Foi estranho, pois estavam conseguindo enfraquecer meu escudo. Portanto, estavam sendo controlados, e a pessoa que o fez estava muito empenhada nisso.

–Foi Dumbledore.

–O quê?

–Ele passou o jogo todo olhando fixamente para você. Eu vi.

–Tem certeza Kate? -Drake perguntou e ela assentiu. Senti as pontas de meus dedos quentes e fechei uma das mãos respirando fundo. Percebi meu pai contendo um rosnado de raiva, mas um flash vermelho passou por seus olhos.

–E o Potter? — Lucio perguntou desviando o assunto.

–Na enfermaria.

–Izzye acabou com ele — Draco falou e Bellatrix riu deliciada.

–Quais foram seus passos Isabella? — Meu pai questionou-me

–Charlie está com o grupo deles. Ela sabe quais são as ligações entre eles e descobriu pequenos pontos fracos, mas até agora não deu nenhuma informação muito relevante. Ah, os Cullen estão trabalhando diretamente com Dumbledore e sempre ajudam o trio e vice-versa. A Granger e o Potter não tem receio de pronunciar seu nome...O velho quer entrar em contato com os Denali para que lutem contra os Comensais quando a hora chegar. -Ergui a sobrancelha — Uma dúzia de vampiros purpurinas enfraquecidos e que mal sabem uma levitação. Ele espera que eles desmembrem comensais? Tenham dó, temos sangue. Tudo o que fariam seria perder o controle e sair sugando todo mundo!

Riram levemente, mas logo se calaram.

–Malfoy, e o armário?

–Quase pronto.

–Ótimo.

Terminamos o jantar falando de assuntos leves.

–Srta. Mason?

Ela olhou para meu pai.

–Sua mãe nos serviu bravamente. Deve ter descoberto que ela tinha uma irmã?

–Sim.

–Uma delas foi para Azkaban. A outra desapareceu.

Kate estava em silêncio e olhava séria, mas podia perceber um leve brilho de lágrimas contidas em seus olhos.

–Não morreu?

–Não sabemos. Acreditamos que sim, ao menos a que foi para Azkaban, ninguém conseguiu localizá-la lá. A outra sumiu, nunca tivemos sinal de sua magia, e antes de sumir foi atacada por um feitiço lançado por um dos membros da Ordem.

–Não sabem quem é quem?

–Não. Elas eram muito semelhantes, e quando queriam confundir os outros, eram perfeitas nisso. Até o timbre da voz era idêntico. E naquela noite elas queriam confundir, confundiram até mesmo nós. Só seu pai e sua avó conseguiam reconhecê-las.

–Como nunca soube que minha mãe era gêmea?

–Sua avó fez com que todos os que as conheciam jurassem manter segredo. Seu avô pensava que gêmeas eram maldição, e tentou matá-las, depois disso ela o fez esquecer que eram duas, sendo assim, elas sempre se revezaram.

–Nunca me disseram nada… -Seus olhos estavam transbordando, e ela secou as lágrimas. -Há chance de que minha mãe, ou tia ao menos, esteja viva?

–Sim.

–Então a encontrarei.

Fizemos silêncio enquanto as palavras assentavam. O tom foi forte parecendo ecoar nas paredes e além delas.

–A mãe dela era a guardiã do amuleto que guardava O Segredo?

–Sim. Foi em busca do segredo que os Mason entraram na rota da Ordem.

–O Segredo era o que me protegia.

–Sim.

–Então essa luta também é minha.

Notas finais
E aí?? Viram só, agora tenho conta no polyvore u.u Mais uma vez, tnx pelos reviews ^^ *https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTqOFstO6r6B9MQQXZG_q3xHD88DoDB7fR8JNkbE-3N8apsZSUI *http://img2.mlstatic.com/sobretudo-importado-g-luxuoso-modelo-princesinha-l-preto_MLB-O-3949151573_032013.jpg *http://mundicesemodices.com/wp-content/uploads/2014/04/looksaiaverde2-640x960.jpg *http://ak1.polyvoreimg.com/cgi/img-set/cid/128951261/id/9ncMNMsO5BGfyj12zSGTQA/size/l.jpg *http://ak2.polyvoreimg.com/cgi/img-set/cid/129042468/id/KDgMB3QP5BGanuNCDXURzQ/size/l.jpg