Slytherin Blood
30 Chapter Twenty Seven -Tonight I'm your nurse!
Notas iniciais
Se não leu as notas, volte e leia!
No último capítulo...
"Nunca me disseram nada… -Seus olhos estavam transbordando, e ela secou as lágrimas. -Há chance de que minha mãe, ou tia ao menos, esteja viva?
—Sim.
—Então a encontrarei.
Fizemos silêncio enquanto as palavras assentavam. O tom foi forte parecendo ecoar nas paredes e além delas.
—A mãe dela era a guardiã do amuleto que guardava O Segredo?
—Sim. Foi em busca do segredo que os Mason entraram na rota da Ordem.
—O segredo era o que me protegia.
—Sim.
—Então essa luta também é minha.
Point of View Draco
Depois do jantar e do momento tenso de mergulho no passado todos se dispersaram e enquanto Izzye conversava com o pai e Kate ia embora, fui para meus aposentos.
As costinas estavam parcialmente cerradas, e sendo assim só um feixe de luz banhava o quarto; Estava deitado, a camisa aberta, os sapatos jogados em algum lugar e os olhos fechados quando ouvi o clic da porta.
Abri os olhos lentamente percebendo, pela inclinação da luz que já se passara uma ou duas horas desde que havia subido. Sentei-me, os cotovelos apoiados no colchão e senti meu queixo cair quando a vi.
Usava um sobretudo e quando sorri para ela, deu um passo a frente e desatou o laço deixando-o cair e formar uma mancha escura sob seus pés.
Porra Isabella!
A luz do luar incidia sobre ela banhando sua pele parcialmente coberta. Seus olhos brilhavam divertidos enquanto me encarava com uma mão na cintura.
E que cintura!
—Você… você
—Eu?
—Está… está vestida… -Senti raiva de mim mesmo por gaguejar, mas er aincontrolável.
—A caráter meu amor. Não precisava de uma enfermeira? Essa roupinha trouxa veio bem a calhar, não acha?
—Roupinha?
—É… Agora chega de papo. Feridos precisam de repouso.
—Mas…
—Deite-se Draco.
Seu tom foi imperativo, e deixei meu corpo tombar no colchão novamente.
—Não se mova.
Andou até a cama e subiu nela, engatinhando até sentar-se em meu colo.
—Tsc tsc… não dá para ouvir seu coração com esse tecido atrapalhando. — falou e então me fez tirar a camisa. Um estetoscópio flutuou até sua mão e ela sorriu o ajeitando. Inclinou-se sobre meu peito colocando o círculo metálico em minha pele quente causando arrepios em meu corpo.
—Feche os olhos.
Gemi quando senti seus lábios em minha pele e me remexi quando mordeu meu pescoço. Tentei mover meus braços e os percebi presos por algum feitiço.
—Isabella…
—Shii… Esse aparelho é inútil. Desisti dele. Na verdade, não quero ser enfermeira mais. Vou pesquisar as reações corporais masculinas agora.
—Não sou cobaia…
—Aaah, agora é sim amor.
Prendeu meus lábios entre os seus e entreguei-me ao seus beijos.
Podia sentir minha ereção e latejava. Sentia-me impotente por não conseguir mover meus braços vendo o quanto era frustrante ser submetido. Mas… era delicioso.
Abriu um sorriso sapeca enquanto descia os lábios até o cós de minha calça.
Puxou-a estourando o botão, mas nenhum de nós ligou.
Parou por um segundo analisando o volume em minha cueca e então a rasgou.
—Drake… Drake… Drake! -Cantarolou — Finite Incantaten
Gemi em antecipaçãoo quando envolveu meu membro em sua mão.
—Porra Isabella...Vai logo! — Exclamei quando ficou parada me olhando.
Riu e então envlveu-me em seus lábios.
Enrosquei meus dedos em seu cabelo guiando-a enquanto gemia seu nome e tentava me segurar.
—Deixe vir Draco…
Não precisava de mais incentivo.
Derramei-me e então a puxei para um beijo quente e inverti nossa posição sorrindo malicioso.
—Minha vez. — Sussurrei em seu ouvido e senti-a arrepiar-se.
—Roupas são tão inúteis! –Exclamou enquanto eu trilhava beijos por sua mandíbula e dava atenção especial para um ponto abaixode sua orelha antes de morder a mesma provocando um gemido longo e sensual que aumentou meu desejo.
Nossas línguas duelaram por um tempo e então meus lábios desceram para seu sutiã onde trilhei beijos e o rasguei jogando em algum canto do quarto.
Se é para rasgar, vamos rasgar tudo.
—Sabe, eu gostava desse sutiã.
—Não,é a primeira vez que o usa. –Falei e voltei minha atenção para seus seios. Os acariciei e enquanto dava atenção à ambos.
Sentia sua pele febril sob meus dedos e lábios e toquei cada parte de seu corpo,deliciando-me com seus gemidos e tremores.
Quem está ganhando o jogo agora?
Clamávamos o nome um do outro em meio a sons desconexos .
Minha mão foi até o seu sexo onde tirei a calçinha e a penetrei com um dedo, depois o outro e então, os tirei trilhando beijos por seu corpo todo, da face aos pés, mas evitando seu ponto latejante, de propósito.
Por mais que estivesse sedento por sentir seu sabor.
Cheguei onde queria e a sentia úmida, fervente, preparada.
Point Of View Isabella
Sua língua me torturava junto com seus dedo me levando a loucura.
Pontos luminosos se formavam em minha visão.
—Drake preciso de você... –Minha voz não passou de um sussuro.
—O quê? –Ele disse sorrindo.
—Eu... Preciso... de v- você... –Filho da mãe! Continuava me deixando louca.
—Acho que não ouvi...
—Drake! Preciso de você a-g-o-r-a!!
—Seu desejo é uma ordem milady.
Ele se posicionou entre minhas pernas as abrindo mais e tirou a boxer.
Me penetrou e começou com movimentos lentos e logo suas estocadas aumentaram e ele gemia meu nome.
Nossos gemidos de prazer quando chegamos ao ápice –juntos em completa harmonia- foram abafados por um beijo casto e ao mesmo tempo urgente.
—Eu te amo. -Sussurramos ao mesmo tempo e deixei-me aconchegar em seus braços.
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