Slytherin Blood

30 Chapter Twenty Seven -Tonight I'm your nurse!


Notas iniciais
Título: Essa noite sou sua enfermeira! Em primeiro lugar... perdão. Sério. Motivos: 1-Trabalho 2- Escola 3-Crônicas de Gelo e Fogo 4-Doença 5-Internet E computador (bloqueoou o nyah! por 10 dias!) 6-Fui acampar, entrei para o escotismo! 7-Um breve bloqueio criativo Tudo isso contribuiu para esse rombo no espaço das postagens. Gente, o Nyah! apagou o capítulo das apresentações, porque os links das imagens dos persongens estava no corpo de texto não nas notas. Seria legal se facilitassem e as notas ficassem com link direto ao invés de ter que copiar e colar... maaas, enfim! MUITO MUITO MUITO MUITO MUITÍSSIMO OBRIGADA PELA RECOMENDAÇÃO Ellen Gomes! Muito obrigada as outras 3 leitoras que recomendaram - já as agradeci, mas o que custa não é?! E sinto-me MUUUITÍSSIMO grata pela persistência e amor de vocês pela fic, por não terem abandonado e continuarem comentando! Vai ser breve, porque a outra parte que consegui escrever - POV Charlie - não está totalmente pronta. AAAAH, TEM PONTO DE VISTA DO DRAKE! Boa Leitura!!!!

Se não leu as notas, volte e leia!

No último capítulo...

"Nunca me disseram nada… -Seus olhos estavam transbordando, e ela secou as lágrimas. -Há chance de que minha mãe, ou tia ao menos, esteja viva?

—Sim.

—Então a encontrarei.

Fizemos silêncio enquanto as palavras assentavam. O tom foi forte parecendo ecoar nas paredes e além delas.

—A mãe dela era a guardiã do amuleto que guardava O Segredo?

—Sim. Foi em busca do segredo que os Mason entraram na rota da Ordem.

—O segredo era o que me protegia.

—Sim.

—Então essa luta também é minha.

Point of View Draco

Depois do jantar e do momento tenso de mergulho no passado todos se dispersaram e enquanto Izzye conversava com o pai e Kate ia embora, fui para meus aposentos.

As costinas estavam parcialmente cerradas, e sendo assim só um feixe de luz banhava o quarto; Estava deitado, a camisa aberta, os sapatos jogados em algum lugar e os olhos fechados quando ouvi o clic da porta.

Abri os olhos lentamente percebendo, pela inclinação da luz que já se passara uma ou duas horas desde que havia subido. Sentei-me, os cotovelos apoiados no colchão e senti meu queixo cair quando a vi.

Usava um sobretudo e quando sorri para ela, deu um passo a frente e desatou o laço deixando-o cair e formar uma mancha escura sob seus pés.

Porra Isabella!

A luz do luar incidia sobre ela banhando sua pele parcialmente coberta. Seus olhos brilhavam divertidos enquanto me encarava com uma mão na cintura.

E que cintura!

—Você… você

—Eu?

—Está… está vestida… -Senti raiva de mim mesmo por gaguejar, mas er aincontrolável.

—A caráter meu amor. Não precisava de uma enfermeira? Essa roupinha trouxa veio bem a calhar, não acha?

—Roupinha?

—É… Agora chega de papo. Feridos precisam de repouso.

—Mas…

—Deite-se Draco.

Seu tom foi imperativo, e deixei meu corpo tombar no colchão novamente.

—Não se mova.

Andou até a cama e subiu nela, engatinhando até sentar-se em meu colo.

—Tsc tsc… não dá para ouvir seu coração com esse tecido atrapalhando. — falou e então me fez tirar a camisa. Um estetoscópio flutuou até sua mão e ela sorriu o ajeitando. Inclinou-se sobre meu peito colocando o círculo metálico em minha pele quente causando arrepios em meu corpo.

—Feche os olhos.

Gemi quando senti seus lábios em minha pele e me remexi quando mordeu meu pescoço. Tentei mover meus braços e os percebi presos por algum feitiço.

—Isabella…

—Shii… Esse aparelho é inútil. Desisti dele. Na verdade, não quero ser enfermeira mais. Vou pesquisar as reações corporais masculinas agora.

—Não sou cobaia…

—Aaah, agora é sim amor.

Prendeu meus lábios entre os seus e entreguei-me ao seus beijos.

Podia sentir minha ereção e latejava. Sentia-me impotente por não conseguir mover meus braços vendo o quanto era frustrante ser submetido. Mas… era delicioso.

Abriu um sorriso sapeca enquanto descia os lábios até o cós de minha calça.

Puxou-a estourando o botão, mas nenhum de nós ligou.

Parou por um segundo analisando o volume em minha cueca e então a rasgou.

—Drake… Drake… Drake! -Cantarolou — Finite Incantaten

Gemi em antecipaçãoo quando envolveu meu membro em sua mão.

—Porra Isabella...Vai logo! — Exclamei quando ficou parada me olhando.

Riu e então envlveu-me em seus lábios.

Enrosquei meus dedos em seu cabelo guiando-a enquanto gemia seu nome e tentava me segurar.

—Deixe vir Draco…

Não precisava de mais incentivo.

Derramei-me e então a puxei para um beijo quente e inverti nossa posição sorrindo malicioso.

—Minha vez. — Sussurrei em seu ouvido e senti-a arrepiar-se.

—Roupas são tão inúteis! –Exclamou enquanto eu trilhava beijos por sua mandíbula e dava atenção especial para um ponto abaixode sua orelha antes de morder a mesma provocando um gemido longo e sensual que aumentou meu desejo.

Nossas línguas duelaram por um tempo e então meus lábios desceram para seu sutiã onde trilhei beijos e o rasguei jogando em algum canto do quarto.

Se é para rasgar, vamos rasgar tudo.

—Sabe, eu gostava desse sutiã.

—Não,é a primeira vez que o usa. –Falei e voltei minha atenção para seus seios. Os acariciei e enquanto dava atenção à ambos.

Sentia sua pele febril sob meus dedos e lábios e toquei cada parte de seu corpo,deliciando-me com seus gemidos e tremores.

Quem está ganhando o jogo agora?

Clamávamos o nome um do outro em meio a sons desconexos .

Minha mão foi até o seu sexo onde tirei a calçinha e a penetrei com um dedo, depois o outro e então, os tirei trilhando beijos por seu corpo todo, da face aos pés, mas evitando seu ponto latejante, de propósito.

Por mais que estivesse sedento por sentir seu sabor.

Cheguei onde queria e a sentia úmida, fervente, preparada.

Point Of View Isabella

Sua língua me torturava junto com seus dedo me levando a loucura.

Pontos luminosos se formavam em minha visão.

—Drake preciso de você... –Minha voz não passou de um sussuro.

—O quê? –Ele disse sorrindo.

—Eu... Preciso... de v- você... –Filho da mãe! Continuava me deixando louca.

—Acho que não ouvi...

—Drake! Preciso de você a-g-o-r-a!!

—Seu desejo é uma ordem milady.

Ele se posicionou entre minhas pernas as abrindo mais e tirou a boxer.

Me penetrou e começou com movimentos lentos e logo suas estocadas aumentaram e ele gemia meu nome.

Nossos gemidos de prazer quando chegamos ao ápice –juntos em completa harmonia- foram abafados por um beijo casto e ao mesmo tempo urgente.

—Eu te amo. -Sussurramos ao mesmo tempo e deixei-me aconchegar em seus braços.

Notas finais
E aee? Perdoada? Ou ainda vai demorar? AAh, provavelmente eu vá colocar outro pedaço depois, nesse cap, para não ficar muito picado, então, se eu fizer isso, aviso nas notas iniciais do próximo capítulo, que aí coloco o POV da Charlie aqui... só suposição de qualquer forma. Xoxo