Slytherin Blood
24 Chapter Twenty One. > Isso não é só inteligência, é astúcia!
Notas iniciais
Siphinde sithole ukubukeka — Break isiqalekiso
Ukuze uthole i-look elahlekile, futhi aphule isiqalekiso, kufanele ubuyele ekuqaleni.
Thola i-purebred, igazi ngegazi lakhe.
Ababili Kuboshwe albacore lifiphele.
Ababili imicu ye horsehair nehhashi esihle futhi okuhlanzekile.
A elithile igazi abaqalekisiwe.
A ndawana gray phoenix
Le ingoma reneged.
Amazwi kumele kushiwo ngokholo, ngenhloso, ngamandla.
Uma lo umthakathi akanayo amandla anele, kuyobe ukuncipha.
–Ótimo. Não sei nem que língua é essa. — Bufei e coloquei a franja no lugar. Olhei minha cópia e o manuscrito original e suspirei.
O manuscrito estava amarelado, o pergaminho… não, não era comum, era um tipo especial de papel, e a tinta também. Ao menos era isso que Kate tinha dito.
–E não sabe de onde vem?
–Não. Meu conhecimento só vai aos tipos, mas esse aí, nunca vi igual. Todos os manuscritos antigos que estudei… bom, nenhum era antigo como esse aí. É ouro.Cuidado.
–É claro que terei cuidado. — Revirei os olhos — Não arrisquei minha pele pra perder isso.
–E não sabe como foi parar lá?
–Se soubesse não pediria ajuda.
–Grossa.
–E o diário?
–Ela codificou as informações mais pertinentes! E há páginas em branco.
–Experimente deixar uma gota de sangue cair nela, vai que foi um feitiço de ocultação.
–Certo. Então… Se eu souber de alguma coisa, aviso.
–Ótimo.
Bufei quando bateram na porta e levantei guardando os papéis na gaveta.
–O que quer?
–Isabella.
–Ah. Oi. — Pisquei surpresa e dei um passo para o lado.
–Posso? — Pendi a cabeça para o lado enquanto o deixava passar.
–E então… ?
– Dumbledore.
–O que tem ele?
–Vai convocar os Denalli. Ele procurou os Volturi através de um bruxo professor da escola de Magia e Bruxaria de Veneza, a Stregoneriana. Eles negaram. Disseram que não convocam bruxos para suas lutas, que os bruxos deviam fazer o mesmo, cada um em sua dimensão.
–Bem feito. Os Denalli toparão?
–Provavelmente. Carlisle intermediará.
–Obrigada Jasper.
–Ao seu dispor. -Levantou-se fazendo uma leve messura. — A propósito, infiltrar-nos nas barreiras deles… É um truque antigo, mas sempre funciona. Se forem bons.
–Então seja. -Ele sorriu de canto e então saiu.
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–Charlie. — Ela olhou-me firme.
–Sim?
–Brigue conosco. Ou melhor, comigo. — Me olhou confusa e outros pares de olhos nos encararam.
–Eu? Porquê?
–Quero que se aproxime do Weasley.
–O QUÊ?
–É isso mesmo. Faça amizade com aquele panaca da sua casa que é amigo do Longbotton, e então aproxime-se do trio. Hermione ficará com ciúmes, Potter desconfiado, mas logo vão relaxar. Um pouco. Tenha cuidado com ela. Faça o Weasley comer na sua mão e descubra informações.
–Mas…
–É uma guerra, e você jurou lealdade.
–Está bem.
–Ótimo.
Olhei para os outros em círculo a minha frente.
–Luize.
–Aah não. É suspeito demais que eu comece a farejar o triozinho.
–Espere. Você e o Thomas. Criem pistas falsas, deixem-nos desconfiados. Comecem deixando que ouçam vocês falando mal de Charlotte. Falem mal sobre a lufa lufa. Depois deem escapadinhas, tenho certeza que vão adorar essa parte. Deixem-nos entreouvir falsos planos. Precisamos marcar uma sala falsa de encontros noturnos. Enfim. Encenem. E sejam convincentes.
Se entreolharam. Sorriram.
–Já é. — Thomas a puxou entrelaçando os dedos nos cabelos dela e então mordeu levemente a covinha no queixo dela.
–Tá. Sem DAPs agora. -Soltaram-se.
–Dylan, ande mais com Ellie e Bill. E depois se aproxime da cabeça de vento.
–A Lovegood?
–É.
–Ah, porquê?
–Ela é bonita, só é de lua.
–Luna de Lua…- Fez careta e imitou a expressão perdida de Luna
–Não precisa beijar a garota, é só ficar amiguinho se o problema é tão grande assim. E então… Bill?
–Sim?
–Tenha ciúmes. Seu amigo da Sonserina não pode pegar a loirinha bonitinha da Corvinal. Deixe-a ouvi-lo dizer para não se intrometer com as garotas da sua Casa, só Ellie é liberada. É importante que Dylan não se esqueça de que não pode ferir o coração puro de Luna como fez com as outras garotas.
Bill sorriu.
–Porquê está na Sonserina mesmo?
–Porque isso tudo é astúcia. Não é só inteligência. Dããã. — Emma falou e Ellie riu.
–Kate, Susan, Lucca. Sejam sutis. Preparem Bea e Alice. Elas têm de receber a marca o mais rápido possível.
Assentiram.
–Os outros continuem agindo como sempre. Na briga, quero que Kate fique indecisa, mas resolva pela fidelidade a mim, o que deixa Charlie mais nervosa ainda. Pansy, coloque lenha na fogueira. Emma…
–Defendo você, claro. Não queira outra coisa.
–Ellie, Josh, tentem apaziguar. Lucy, me apoie.
–Claro. -Disseram ao mesmo tempo.
–Os outros… Bem, sejam vocês mesmos.
–Porquê eu brigarei?
–Ora Charlie, porquê é que é Kate quem tem mais atenção? Por que compartilhei segredinhos com as outras e não com você? Por que não impedi que falassem mal da lufa lufa? Por que te chamei de lerda? Por que não deixei que você e Bill ficassem juntos? Será que quero todos os garotos da escola só pra mim?
Ela sorriu.
–O que não faço por fidelidade?
–Ah, doce ironia! -Kate abraçou a prima.
Rimos e então Draco puxou-me pela mão.
–Reunião encerrada gente.
–Aah, Izzye?
–Sim?
–Quando brigaremos?
–Dentro de 2 dias. Luize!
–Quê?
–Já comecem a falar mal.
–Tá. Vamos Thomas, coloca a cabeça pra pensar em defeitos pra Charlie.
Espalharam-se aos poucos, cada casal ou trio indo por um caminho diferente deixando apenas eu e Draco na Sala Precisa.
–Tem certeza de tudo isso?
–Sim.- Suspirei
–É pesado não é?
–É sim. Mas tem um sabor bom.
–O gosto da vitória é melhor.
–E o da vingança?
–Bom… Ela é um prato que se come frio não é?
–Comida fria não é gostosa. -Rimos e tão logo o fizemos, nossos lábios se colaram.
–Isabella… Eu…
–Shii. — Tomei de volta seus lábios nos meus e puxei seus fios loiros com volúpia.
Ao menos por enquanto, isso ficaria esquecido.
Sentimentos são perigosos, e jogar com eles, mais ainda.
POV. Observador Onisciente.
O colar não funcionou.
A bebida não funcionou.
A falsa informação que levava a uma armadilha não funcionou.
O Ármario Sumidouro tinha de ser consertado. Os Comensais precisavam entrar. Ele precisava matar o velhote.
Ela não permitiria.
Snape não sabia dela quando aceitou proteger o filho de Narcisa.
O Lorde não o mataria nem mataria seus pais por isso, desde que ele tentasse cumprir o que lhe fora ordenado sem atrapalhar a determinação dela.
Ah, como as coisas eram fáceis ali.
Primeiro, entrara naquilo por sua mãe. Seu pai ficara descontrolado depois de um tempo, o peso sobre seus ombros era demasiado intenso e ele descontava na mulher. E no filho.
Mas Lúcio se acalmou. Sim.
Entretanto, entrar naquele esquema, além de poder, lhe conferia segurança e isso podia dar á mãe.
E então… Ela apareceu, assaltou a todos. O velho Lucio voltou, a alegre Narcisa, o sorriso de Severo. O lado bom do Lorde. O melhor e o pior lado do garoto.
Pareciam ter sido feitos para viverem juntos. Completando-se.
Ela despertava nele os melhores sentimentos, mas o fazia sentir-se capaz de utilizar os piores ao favor deles.
Sim. Tudo passara a ser “nós” na mente dele. Era difícil separar sua vida e a dela. Draco Malfoy não poderia mais ficar sem Isabella Riddle. Ela era sua luz e suas trevas.
Nenhum deles poderia viver sem o outro.
Mas ainda não sabiam disso.
Em breve descobririam.
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Isabella
–Izzye!
–Bea.
–Kate disse que estava querendo identificar a época de um certo documento.
–Sim.
–Bom, aí tem sorte. Posso descobrir a história dele e a partir daí, identificar a língua.
–Ótimo. Mas é segredo.
–Eu sei guardar segredos.
Siphinde sithole ukubukeka — Break isiqalekiso
– Essa tinta é advinda de uma planta encontrada na África. Existem 3 tipos principais de matérias primas de onde extraíam corantes para suas tintas, esse é o mais raro. Se estiver certa, teve ter cerca de dois ou três séculos, e é uma cópia.
–Cópia?
–Sim, o manuscrito original deve ter uns cinco séculos.
–E…? Como sabe que é cópia?
–A diferença da caligrafia, as nuances, e as letras. Veja, esse caractere, que parece um alfa invertido, teve seus útlimos registros em textos bruxos a muuuito tempo, pois substituiram por outro símbolo. Encontraram dois manuscritos aparentemente iguais, então foram analisar as nuances e perceberam que o mais antigo não possuía o desenho. Procuraram outros e encontraram um padrão. Isso é uma cópia.
–Mas é segura?
–Provavelmente. Cópias de cópias tem outro símbolo.
–Huum… Consegue identificar?
–Qual é a sua aula agora?
–Estudo dos Trouxas. Vamos.
Ela riu.
–Biblioteca.
–-------
–Veja, aqui.
–Isso é?
–Um compêndio de todos os tipos diferentes de manuscritos encontrados.
–Oooow.
Colocamos o volume sobre a mesa e o abrimos.
–Pesadinho né?
–Um pouco. — Bea riu. Passou a unha bem feita pelo índice. -Aqui. 200 anos… Essa.
Abriu na página indicada.
Folheou, folheou…
–Este! -Pegou o manuscrito. — Igualzinho!
– E é…?
–Zulu.
–Zulu? Como é que isso veio parar aqui? E quem são esses?
–Os zulus são um povo do sul da África, vivendo em territórios atualmente correspondentes à África do Sul, Lesoto, Suazilândia, Zimbábue e Moçambique. Embora hoje tenham expansão e poder político restritos, os zulus foram, no passado, uma nação guerreira que resistiu à invasão imperialista britânica e bôere no século XIX.
–Ãaan… Obrigada pela aula de história, mas como isso veio parar aqui?
–Tem toda uma história do fundador do império e tals, mas vamos pular essa parte. A questão é que entre os Zulus era proibido aos homens terem relações sexuais antes de terem sido circuncidados. Tem um cara, o Tchaka, que foi o primogênito do herdeiro ao trono, em 700 e pouco, mas ele não podia ser considerado, porque a mãe dele, Nandi, se deitou com o pai dele antes que tivesse sido circuncidado. Nesse ponto tem mais uns rolos... O importante é que Nandi era de linhagem bruxa, pois era descentende bastarda do fundador do império, que era um grande bruxo. Sendo assim, o Tchaka era bruxo. Mais uns rolos e ele conseguiu o trono a força. O cara era foda. Foi durante o Império dele que isso foi copiado. Século 18.
–Mas você disse que eles tinham resistido a invasão…
–Resistiram, mas os britânicos viraram o jogo depois de mais de um ano de guerra. Os bruxos que estavam na conquista lutaram contra os bruxos deles, e ganharam, mas por pouco. Os caras eram bons. Esse manuscrito deve ter vindo junto com os despojos de guerra.
–Ótimo. Agora só tenho que traduzir essa língua bruxa Zulu. Fácil. — Bufei e ela riu — Obrigada pela ajuda.
–Ah, não foi nada.
Estava saindo quando ela me chamou.
–Fala Bea.
–Alice sabe runas.
–E?
–Ela aprendeu várias línguas bruxas antigas, e tem um dicionário gigante. Fale com ela, ela pode te ajudar.
–Bom saber. — Sorri e ela acenou enquanto procurava outro livro. — Vai ficar aqui?
–Vou, tenho que pesquisar umas coisinhas.
–Certo. — Saí sorrindo. — Isso já é um passo Isabella. — Murmurei enquanto dobrava o manuscrito e o guardava.
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–Alice.
–Fala coisa.
–Coisa?
–Ai ai, vai ficar ofendidinha agora? Que que é? Afs, povo estressado.
–Tá. Tá, pronto. Sabe alguma coisa sobre a lingua bruxa dos Zulus?
–Quem te contou? Foi aquela lá não foi? Aquela traidora que chamo de irmã? Ela vai ver só, ficar espalhando minhas coisas…
–Calma, calma, ei, ei. — Segurei seu braço e tirei a varinha de sua mão.
–NÃO PEGUE MINHA VARINHA! — Gritou ficando vermelha de raiva.
–Alice! Cale a boca e me escute. Só devolvo se baixar a bola.
–Não tenho bolas.- Bufou. — O que quer com meus talentos?
–Preciso traduzir um manuscrito. Me empresta o dicionário que tem.
–Pede por favor.
–Não.
–Então não empresto.
–Você é sempre assim?
–Sim, ela é. Alice, empreste o dicionário para ela.
–Não Kate. Aliás, o que está fazendo aqui?
–Acho que o corredor é público.
–Porque precisa tanto traduzir isso?
–Porque sim. Alice, Bea disse que você ajudaria.
–Ela não devia por palavras em minha boca. — Revirou os olhos bufando — Vamos logo pegar a porcaria do dicionário.
Kate riu baixinho enquanto eu entregava a varinha de volta a Alice.
–Você não pode entrar no nosso Salão. Espere aqui.
Kate ficou parada ao meu lado.
–Consegui.
–Conseguiu o quê?
–Preciso dizer aquela frase e então pingar uma gota de sangue no tinteiro e usar essa tinta para escrever alguma pergunta.
–Sua mãe era boa mesmo.
–É. O problema é que o diário responde com charadas e elas somem depois de alguns minutos. Eu copiei as que consegui.
–Faça a mesma pergunta mais de uma vez.
–Ele muda a charada.
Eu ri.
–Isso é um problema, mas podemos conseguir. Ellie é boa com charadas. Podemos falar com ela.
–Sim. Ellie é de confiança. Tome, essa é uma das charadas, eu escrevi o que achei que podia encaixar aí. Veja se consegue desvendar.
–Voltei. Esse negócio é pesado. Fale a palavra e a língua que está procurando e ele vai virar as páginas até chegar lá. Feitiço útil né? Enfim. Toma. — Peguei o dicionário tão grande quanto o livro que havia na bilioteca.
–Porquê não coloca um feitiço de peso leve?
–Já coloquei, se conseguir melhorar, ótimo. Não o estrague e se estiver com alguma dúvida é só dizer. Olha, essas runas aqui são tipo um código para abrir o livro. A tradução no latim está aqui — estendeu um papel — repita essas palavras.
“Indocti Pater, da mihi quod postulo”
– Sério que essa é sua senha? — Pai dos burros, mostre-me o que preciso.
–Sabe latim?
–Sei.
–Bom pra você. — Sorriu — Acho que devia ser inteligentes, mas se fosse tãão inteligente não precisaria do dicionário, mas por outro lado, se fosse tão burro não procuraria nele então…
–Okay, okay. Já entendi.
–Então tá. Tchauzinho. — Sorriu enquanto tomava o mesmo caminho, voltando para o Salão da Lufa Lufa.
–Ei, não vai pra aula? — Kate perguntou e Alice riu.
–Olha minha cara de quem quer trocar mandrágoras de vaso!
Rimos enquanto ela ia embora cantarolando rock.
–Bom, eu tenho que recuperar as graças do professor, então, vou para a aula. — Kate falou, mas se virou na direção do próprio salão.
–Kate… A aula não é por aí. E é uma professora.
–A minha é.- Sorriu maliciosa — E quem disse que meu professor dá aulas para os outros alunos. Sou VIP.
Ri enquanto ela lançava os cabelos para trás e subia a saia.
–Desfrutável.
–Olha quem fala.
Meneei a cabeça e segui em direção as escadas. Não podia perder mais uma aula.
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–Onde estava? — Draco perguntou quando me sentei ao seu lado segundos antes de Slughorn entrar na sala.
– Pesquisando.
–O que?
–Alunos, prestem atenção. Nada de conversas paralelas. — Lançou um olhar a nós. — Hoje vamos fazer...
Ao final da aula, Potter levou a boa e notei Hermione vermelha na mesa ao lado.
– Tem gente trapaceandoo... -resmunguei com Draco e ele concordou.
– Ele nunca foi bom.
Slughorn falou mais um monte e enfim a aula terminou.
–Vamos dar o fora daqui.
O almoço estava ótimo, como sempre, mas já que a vida não é perfeita, sempre tinha um para estragar meu humor.
–Quantas vezes eu disse para ficar longe de mim? Sai daqui purpurina. -Enxotei a baixinha antes que ela tivesse oportunidade de falar alguma coisa
–Eu só…
–Só nada. Vaza.
–Mas é que…
–Bla, blá, blá! É algum recado? Porque se for, não vou ouvir vindo de você. E se não for… Alguém está ouvindo um zumbido? Deve ser uma mosca. — Todos os que ouviram riram e Alice ficou com os olhos marejados enquanto deixava as mãos em punho. Jasper estava próximo e baixou a cabeça, os fios loiros escondendo o rosto, mas era óbvio que tinha rido. Se recompôs quando Alice disse seu nome. Rosalie tinha um sorrisinho de “bem feito” no rosto.
–Jazz!
–O que foi Alice?
–Eles estão rindo de mim.
–Eu percebi. — Ela o encarou mais uma vez.
–Não fará nada?
–O que poderia fazer? — Retrucou e ela pareceu ficar furiosa.
–Ora…
–Venha Allie. Vamos sentar. — Edward apareceu atrás dela e a puxou até a mesa deles.
Revirei os olhos e bufei.
–Presta atenção Jasper, vai que aquele lá resolve pegar sua namorada? — Blaise provocou e por um momento Jasper pareceu cogitar uma reflexão no assunto, mas em seguida deu de ombros.
–Não tem perigo.
–Não mesmo, aquele lá é o maior broxa. — Uma garota jogou o cabelo para trás enquanto falava.- Não foi capaz nem de me apalpar direito. Broxantíssimo isso. Você está lá, disposta a dar pro cara e apesar de beijar bem, admito,é tão virgem que nem te cata. Affs.
–Argh Brittany, ninguém precisa saber da sua vida sexual.
–É, afinal, o que importa pra você é se tem bolas, nem sabe escolher direito.
–Que é que você está dizendo Matthew? Você bem que me comeu no ano passado…
–Aargh, quanta baixaria, ela é sempre assim? — Perguntei para meus amigos que assentiram.
–Conheça a piriguete da sonserina. A maior dada de todas. Literalmente. — Pansy falou e mordeu um pedaço de qualquer coisa viscosa. Preferi não saber a origem.
–Terminei. Vejo vocês depois. — Declarei engolindo o último pedaço de bolo de brigadeiro, a calda quentinha do chocolate da massa derretendo os pedacinhos crocantes de granulado. -Delícia de bolo. Sério. — Peguei um guardanapo e tirei da mão de Draco o que ele tinha acabado de pegar. — Obrigada amorzinho. — Mandei um beijo enquanto andava para longe da mesa. Drake meneou a cabeça, mas não segurou o riso por muito mais tempo.
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