Slytherin Blood

13 Chapter Twelve - Você amava a ideia de mim.


Notas iniciais
Ooooiiiee! *Desvia dos crucios* E aí gente? *Desvia das flechas* Tudo bem? *Desvia dos raios* Então, me desculpem por não postar durante essa semana tá? *Desvia das conjurações, dos feitiços, das facas, das espadas, das pedras, das Gaé Bolgas (Tem alguma Tiger aí?), desvia e desvia de novo.* Ufa. Foi mal mesmo gente. Mas as coisas estavam corridas e eu estava relendo (os dois primeiros) e lendo o terceiro e quarto livro da Tiger's Saga - Kishan seu lindo vem pra mim! - enfim, agora estou lendo Guerra dos Tronos (É, resolvi enfrentar as Crônicas de Gelo e Fogo) Mas ainda tenho que ler os livros exigidos pro vestibular - Minha professora já marcou prova ¬¬ - e depois do carnaval já tenho provas oficiais, portanto tô quase morrendo de tanto dever de casa! Enfim, é isso. Esse cap está bem grandinho pra compensar a espera ok? Vou tentar -friso - tentar, postar mais de um cap semana que vem ok? PS: Momento caliente DracoBell u.u ~em itálico, começo do cap, se não gosta, pule! Se você leu até aqui, parabéns! Boa leitura ^^

(Se não leu as notas, leia. ^^ )

In last chapter

Depois de aparatarmos e entrarmos no castelo Kate ainda estava pensativa e parecia chocada.

Como assim? A mãe dela não foi pra Azkaban? Será que a mãe fugiu? Mas porque não teria aparecido? Eu tinha certeza de que havia muito mais perguntas como estas em sua mente, mas nada disse.

Fosse o que fosse, eu descobriria o que significava. E ela também.

In this chapter...

— Izzye?

—Sim? -Respondi, a cabeça em seu peito.

—Eu… O que você acha sobre o que… O seu pai disse?

—Não sei o que pensar Drake. — Trilhei linhas imaginárias em seu abdomen — Até onde sei Betty Mason não era comensal, só o marido embora ela o apoiasse, claro. Ela foi para Azkaban na época em que meu pai atacou o Potter. A casa dela foi invadida e tentaram levar Kate, ela impediu, e quando uma mulher conseguiu apanhar a menina,Betty a matou com um Avada. Depois disso, só sei que Dave levou a filha para a casa da irmã dele, a mãe de Charlotte e partiu para a Sede da Ordem, queria alguma coisa lá, mas não sei o que é. Foi morto enquanto tentava fugir. Não faço ideia se conseguiu o que queria e nem sei se essa é a história verdadeira.

—Há lacunas nessa história. — Comentou se contraindo quando o arranhei levemente.

—Lacunas demais pro meu gosto. — murmurei enquanto levava os lábios ao seu peito e o mordiscava.

—Izzye…

—Que é? Incomodo? — Ri maliciosa quando ele estreitou os olhos ao me ver inclinar-me sobre ele. — Se quiser — Beijei seu abdômen — Que eu — Trilhei um caminho até o pescoço. — Pare — Mordi sua orelha — É só — Beijei o canto de seus lábios — Dizer. — Cheguei a sua boca e parei, o olhando. Ele soltou um leve gemido se remexendo embaixo de mim e ri enquanto o beijava sofregamente. Imediatamente suas mãos passearam por meu corpo, apertando, acariciando. Seus lábios se soltaram dos meus por um instante e seus olhos estavam quase cor de chumbo, começando a nublar-se de desejo. Beijou meu pescoço, meu colo e foi descendo, quente, até meu seio.

Seus dedos procuraram o fecho do sutiã esmeralda e logo passou a trabalhar ali, beijando, acariciando e dando leves mordidinhas enquanto eu gemia, incoerente.

Afastei-o e desci até chegar ao cós de sua boxer preta.

—Izzye… — Sorri parando.

— Sim Drake?

—Não…

—Não? — Parei de despí-lo. Ele meneou a cabeça e sorriu.

—Não… pare. — Sorri voltando ao trabalho e o envolvi em minha mão, delicadamente. Ele fixou seus olhos em mim, uma mão em meus cabelos. — Olhe para mim.

O massageei, o tempo todo com os olhos presos nos dele e então, devagar o levei aos lábios. Draco soltou um gemido gutural e gemi com ele, satisfeita em ver suas reações.

Me sentia molhada, e sabia que ele não aguentaria por muito mais tempo quando me puxou e fez-me encaixar nele, virando nossos corpos, e beijou-me com ardor quando me penetrou.

Seus movimentos eram rápidos, e minhas paredes se contraíam ao seu redor, nossos gemidos se misturavam, e senti o cheiro de sangue quando cravei as unhas em suas costas. Drake não pareceu incomodar-se com o ferimento, ao contrário, foi incentivo para que, um som gutural, vindo de seu peito acompanha-se sua liberação.

Ao chegar ao clímax, fui ao céu e voltei e nos beijamos novamente, dessa vez, sem desespero, mas um beijo cheio de carinho e palavras não ditas.

Suspirei e, com um sorriso, deixei que minhas pernas saíssem de seu redor e me puxando de encontro a seu peito, dormimos, felizes.

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Quando abri os olhos na manhã seguinte Draco não estava ali, mas em meu criado mudo havia uma rosa prateada e sorri.

Dusk estava enrodilhado em sua poltrona e eu sabia que ficaria ali por mais uns dias, afinal, não é sempre que se come um cervo. Minha cobra parecia uma coisa estranha, maior que o normal, e enquanto a digestão não fosse completa, ele dormiria.

—É Dusk, devo admitir que tive pena do pobre cervinho. A mamãe cervo deve estar de luto ainda. Cobrinha má… — Dei risada lembrando da cena, e por um momento parei.

Coitado do cervo.

Funguei e então, parando de olhar para Dusk comecei a me trocar.

Depois de vestir-me e pegar o material necessário, saí e encontrei Draco parado a minha espera do lado de fora.

—E aí Docinho?

—Ah, sério Drake? -Revirei os olhos enquanto plantava um selinho em seus lábios.

Ele riu e pegou minha mão.

Tomamos café, e do outro lado do salão vi quando Kate e Charlotte foram abordadas por Alice que lhes entregou um bilhete. Ergui uma sobrancelha, e os outros acompanharam meu olhar.

Kate fechou a cara, Charlotte sorriu inocente cobrindo a expressão de incomodo e então disse alguma coisa a Alice que assentiu e saiu, saltitante.

Olharam em minha direção e quando as indaguei com uma expressão de “O que ela foi fazer aí?” Kate fez um gesto em direção a cadeira de Dumbledore que ainda não havia entrado.

Meneei a cabeça e estreitei os olhos quando o velho entrou.

—Bom dia alunos. — Os alunos se aquietaram. — Espero que tenham tido uma boa noite de sono em seus dormitórios. — Lançou um breve olhar e prosseguiu. — Os jogos começarão em breve, e por isso, espero que se dediquem nos treinos, dou boas vindas aos novos integrantes e desejo-lhes boa sorte! — Sorriu e ajeitou os óculos — As corujas. — Falou quando começaram a entrar no salão e sentou-se, o barulho voltando instantaneamente.

O Pasquim caiu foi deixado em frente a Emma que o abriu interessada.

Sorri quando uma carta com um selo com a letra M foi deixada a minha frente.



Não sei como falar

Não sou dado a romantismos

Portanto, só vou tentar.

Me perdoe a pieguice, mas não mando mais em mim

Há uma bela mulher, que me roubou de mim.

“Meus olhos foram em direção da garota que entrava. Não. Não era uma garota. Era uma mulher. E que mulher! Mal entrara no salão começaram a atacá-la, e tive vontade de rir ao vê-la dominar meu pai tão rapidamente. Seu sorriso era estonteante, seus olhos brilhavam, felinos, e as emoções passavam rapidamente por eles e de alguma maneira ela as escondia ficando apenas o que queria que víssemos. Não escondeu sua diversão ao ver minha reação a ela. Sabia que era atraente. E no momento em que nossos olhos se encontraram, eu soube que ela poderia ler todos os meus segredos.”



Eu tinha lágrimas nos olhos, mas as reprimi, e sorri.Não sabia que ele conseguiu ver tudo aquilo no dia em que nos conhecemos.

O olhei,segurei sua mão que repousava em meu colo e ele me olhou envergonhado.

Ri e apertei sua bochecha com carinho o que o fez corar mais. Parei. Ainda tinhamos uma reputação a zelar. Não era legal que vissem o Malfoy corar.

Meneei a cabeça, brava por um momento, comecei a rimar meus pensamentos, e fechei a carta, com cuidado, a guardando dentro da capa e ri enquanto tentava controlar as rimas em minha mente.

—O que foi Izzye? — Dylan perguntou e o encarei sorrindo ainda.

—Estou rimando meus pensamentos, e isso está me deixando irritada, mas em vez de pará-los, continuo rindo.

—Alguém viu o cupido então. — Ele falou e estreitei os olhos.

—É, devem ter visto. Sabe como é, nem todos ficam na seca. — Ele arregalou os olhos.

—Ei!

—Que é?

—Quem disse isso?! — Estava indignado.

—Ninguém ué, só deduzi, fica tentando cuidar da minha vida…

—Tá, tá, parei. — Ele abriu um sorriso brilhante — Consegui?

—O quê?

—Te distrair?

—Dos meus pensamentos? Sim. Obrigada Dyl.

—Disponha. — deu de ombros e voltei a atenção ao meu latte com chocolate.

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Estava a caminho da aula quando fui interceptada.

—Bella?

—Isabella. -Respondi ainda de costas. Meus amigos viraram, mas me mantive parada de costas.

—Certo. Isabella. Posso falar com você?

—O que pensa que está fazendo aqui? Alguém te convidou? Hein? Some da nossa frente. — Emma soltou e quando ele a olhou com raiva, Zabini e Dylan se colocaram na frente dela.

—Não ouse olhar assim para Emma. — Dyl ameaçou enquanto a puxava para o lado.

—Não estou falando com vocês. É com Isabella que quero falar.

—Não interessa, ela não quer falar com você sanguessuga nojento. — Pansy falou e lançou um feitiço que o fez cair sentado.

Levantou-se, com raiva, e um rosnado brotou em seu peito.

—Não se intrometam, já disse que o assunto não é com vocês.

—Ah, ora essa, saia logo daqui, não é bem vindo. Não percebeu? Nem você, nem seus irmãozinhos aí. — Su apontou e ele franziu a testa.

—Isabella. Quero que fale comigo. A sós. — Suspirei e voltei a andar, meus amigos começaram a me seguir.

—Mano, vamos embora. — Emmett chamou, mas ele insistiu.

—Estou falando com você! -Exclamou e antes que qualquer um reagisse, me puxou pelo braço.

Dei um choque nele, e Edward me largou.

—Como…?

—Não importa. É só um feitiço. O que é que você quer Cullen? — Indaguei irritada.

—Falar com você. A sós.

—Não há nada que não possa ser dito perante eles. -Apontei para trás.

—Dá pra dizer para abaixarem as varinhas?

—Pessoal, baixem as varinhas. Estou bem. Aliás, podem ir para a torre.

—Izzye…

—Vão. Não se preocupem.

—Mas…

— Eu já disse. Estou bem, vocês sabem que nenhum deles pode me fazer mal.

—Eles já fizeram uma vez.- Draco mencionou.

—Eu sei Drake. Mas passou. Eu era fraca. Não sou mais.

—Não mesmo. — Concordou com um sorriso. — Vou ficar com cicatrizes.

—Ah, não vai não amorzinho. — Falei fazendo biquinho e eles riram.

— Pode parar com a demonstraçãozinha?

—Ah, ainda está aqui. — Olhei-o entediada. -Então, a que devo a desonra de ser interceptada por você? — Ouvi risinhos atrás de mim, e Edward continuou me encarando, sério.

—Essa não é você. — Dei de ombros e suspirei.

—Ai gente, ele vai ficar nessa ladainha, vamos embora. — Virei as costas e recomeçamos a andar quando Edward tentou alcançar-me o lancei para longe. Ouvimos o estralo de seu corpo de encontro a parede e o arfar de dor pelo impacto.

— Porque não falou com ele de uma vez? — Lucca perguntou e dei de ombros.

—Tenho mais o que fazer, e ainda não é hora.

—Você não está com medo, está? — Pansy sugeriu e joguei o cabelo para o lado.

—Não. E não acho que aparente estar. — Respondi, e então nos calamos ao chegar na sala.

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—Quem será o novo artilheiro do time? -Draco especulava com Craby, Goyle e Zabini.

—Sei lá. Mas ouvi falar que é uma garota. -Zabini disse

—E quem seria? — Goyle começou a pensar. — Porque será que é segredo?

—Queria saber como é que fez o teste sem os outros saberem quem era.

—Vai ver é só frescura, ou mistério pra nada.

—Sei não cara.

Eu ri e Draco me olhou de esguelha.

—O que foi? -Perguntou e balancei a cabeça.

—Nada. — Ri de novo enquanto andava até as garotas. — Eles não fazem ideia. -Susurrei para Emma que começou a rir.

—Imagina a cara do povo?

Gargalhei e Ellie me olhou inquisitiva.

— Esqueça. — Falei com um gesto e ela deu de ombros. — Bem, preciso falar com Charlotte e Kate. Elas não estavam na aula. — Comentei enquanto chegava a nossa mesa. — Ellie assentiu. — Acho que o Dumbledore queria alguma coisa com elas.

—Tenho certeza. -Emma emendou e beijou a bochecha da irmã. — Tenha um bom almoço maninha. — Ellie sorriu e acenou para nós enquanto ia a sua mesa e sentava-se ao lado de uma garota que eu nunca tinha visto.

Corri os olhos pela mesa da Lufa Lufa e encontrei Charlotte sozinha.

Peguei um bolinho de queijo em cima da mesa e andei até ela.

—Hey Charlie. -Cumprimentei e mordi o bolinho.

— Oi Izzye.- Estava cabisbaixa.

—O que foi loira?

—Kate.

— O que tem ela?

—Dumbledore quer expulsá-la.

— O quê?! Por quê?— Alguns olharam para mim e acenei para Charlie que levantou com um pedacinho de bolo de abóbora e me seguiu.

Chegamos ao banheiro.

—Como assim?

—Ele nos chamou. Queria conversar… Emmett nos viu voltando para nosso Salão, e contou para a Alice que contou pro Harry que contou pro Dumbledore. Então, resolveu nos interrogar. Estão desconfiados. -Baixou a voz- O Potter tem certeza que Draco é Comensal.-Suspirou e continuou- Disse que era impossível Kate não saber de nada e queria saber porque estávamos fora do dormitório. Então ela explodiu. Disse que se alguém nos viu é porque estava fora também e merecia castigo, disse que não tinham provas concretas de que essa pessoa dizia a verdade, que ele devia parar de pegar no pé dela porque nunca diria nada sobre Dave e que apostava que havia ainda muito o que descobrir sobre isso, e… bem, ela despejou tudo em cima dele e Dumbledore não gostou nem um pouco. Disse que ela era insolente e mais um monte de coisas. Falou que ou ela decide andar como a banda toca, ou sai da escola. Bem, ele não usou essa expressão, mas foi a mesma coisa.

— E Kate?

—Está no quarto. Começou a explodir as coisas lá, de tão irritada, e eu tinha que ficar reparando, mas resolvi sair quando me cortei ao ser atingida por um caco de vidro.

—Se feriu?

—Não, não. Foi só um cortezinho de nada, já cuidei dele.

—Vá até Kate e diga que quero que ela venha comer. Se ela insistir em ficar cheia de raiva, diga para reprimí-la e guardar para mais tarde, é uma ordem. E de Dumbledore cuido eu.

Charlotte assentiu e saiu correndo.

Voltei para a mesa e a essa altura estava bem mais cheio. Sentei-me, irritada e comi pouco.

—O que foi Izzye?

—Os Cullen são intrometidos, o trio é intrometido, o velho bruxo de meia tigela é intrometido!- Um copo rachou na ponta da mesa e os alunos próximos se encolheram para se proteger dos cacos.

—Calma Izzye.

—Calma uma ova! — Exclamei. Sentia meu sangue esquentando e a magia fluia em ondas que pinicavam meus dedos. Um estrondo se ouviu fora do castelo e todos ficaram em silêncio enquanto mais duas explosões eram ouvidas.

—Izzye, se acalme, por favor. — Emma pediu com os olhos marejados e respirou fundo. A ignorei. Meu sangue começava a esfriar, e isso era pior do que estar quente.

—Você vai explodir tudo! Se acalme. — Draco pediu novamente e o olhei gélida. -Seus olhos. Feche. — Fechei os olhos sabendo que minha última explosão deveria ter feito com que ficassem vermelhos, raivosos. — Respire fundo. — A taça de Dumbledore explodiu e ele protegeu-se dos estilhaços com um feitiço. Drake cobriu minhas mãos com as suas e massageando-as levemente, forçou-me a abrí-las. Respirei fundo e podia sentir os olhos de alguns sobre nós. Os sons cessaram lá fora, e nenhum copo explodiu e então todos voltaram a almoçar, os sons voltando gradativamente.

Ele soltou minhas mãos e segurou meu rosto.

—Respire fundo e abra os olhos, devagar. — O fiz e quando abri os olhos ele soltou um suspiro de alívio. -Bom. — Sorriu e passando um dedo sob meus lábios me olhou insistentemente até que eu sorrisse de volta. Foi um mínimo sorriso, mas ele ficou satisfeito e baixou as mãos. Terminou de comer rápido e se levantou me acompanhando até nossa sala comunal.

Ao passar pela mesa da Lufa Lufa vi Kate sentada com Charlie e elas me encaravam assim como meus outros amigos.

—Draco, por que Emma estava com os olhos marejados? E… Por que você acabou de esfregar o braço?

—Quando você começou a se irritar minha marca começou a arder. Acho que isso aconteceu com os outros. Quando seus olhos começaram a avermelhar, doeu mais ainda.

—Por quê será?

—Querida, ninguém entende seus poderes. -Ele riu levemente enquanto chegávamos a passagem.

— Merlin era Slytherin. — Falei e a parede revelou a entrada.

Contei tudo a Draco que assentiu a tudo que falei. Olhei seu braço e a pele estava vermelha.

—Desculpe Drake.

—Tudo bem Izzye. Não está doendo mais.

—Não?

—Não. A dor parou quando você se acalmou. Mas acho que terá que escrever a seu pai, ele deve ter sentido o que você sentiu. Ou ao menos, sentiu o ardor. Eu acho.

—Eu sei. Mas antes tenho que cuidar de Dumbledore. Fale com nossos amigos.

—Certo. — Beijei-o suavemente.

—Obrigada Drake.

Ele sorriu.

—Sempre.

Saímos juntos, e os alunos já estavam indo para suas atividades. Draco andou até nossos amigos — estavam todos reunidos. Me olharam e meneei a cabeça.

Quando cheguei a porta de Dumbledore a gárgula perguntou a senha.

—Ah sei lá estatua idiota, deve ser alguma coisa besta como feijões mágicos, meleca de nariz, doce de abóbora, chiclete de mamão, bolhas de sabão…Qualquer coisa idiota do tipo… — Tagarelei e a gárgula abriu a passagem. Parei e ergui a sobrancelha. Acertei a senha em algum momento. Desci a escada em espiral e bati na porta.

—Entre.

—Que história é essa de expulsar a Kate? Saiba que ela vai continuar aqui nem que eu tenha que resolver isso com o Ministro! Tudo bem que ele não vale muita coisa, mas pode mandar em você. Posso falar com meu tio também, quem sabe? Kate Mason vai continuar nessa escola, e você vai parar de atormentá-la. Entendeu? — Despejei tudo, minhas mãos tremiam.

—Vou relevar seu… desabafo, afinal estou tratando de assuntos mais importantes. Fingirei que você não entrou tempestuosa nesta sala e ignorarei suas ameaças. Volte mais tarde. Explosões em nossos terrenos são mais importantes.

—As explosões foram culpa da minha irritação, então não tem o que investigar. Há não ser, é claro, o indivíduo que levantou acusação contra Charlotte e Kate. Tem provas? E mesmo que tenha, ficar fora do dormitório é passível de advertência e detenção não de expulsão.

—Quem a Srta. pensa que é?

—Eu já disse quem sou. — Sustentamos o olhar um do outro por um tempo indefinido até que ele desistiu de medir a persistência comigo.

—Não tem direito de me dizer o que devo fazer. -Ele parecia infinitamente calmo e isso me irritou.

—Kate não será expulsa. — Falei entredentes.

—Que tal uma troca? -Sugeriu com olhos brilhantes

—Troca? — Perguntei desconfiada.

—Sim.

—O que seria? — Ele sorriu.

—Me explica sua história sem… lacunas e talvez eu lhe conceda isso.

—Que lacunas? — Ri levemente. — Minha história já foi contada. Não há lacunas nela.

—Ah, creio que haja.

—Não. Eu não creio. Se houver alguma, eu desconheço. -Ele estreitou os olhos por um tempo breve e então voltou a sorrir.

—Bem... Poderia dizer o que planeja?

—Como assim? — Perguntei inocente. E realmente! De qual plano ele estava falando? Tinha tantos! Reprimi um sorriso.

—Ora, creio que pode entender-me. Você parece exercer uma influência forte sobre seus colegas. Os que andam com você não interagem com os outros e te… obedecem.

—Bem, o que fazer quando se tem amigos verdadeiros? Algumas pessoas sabem o que é manter uma amizade estreita.

—A senhorita com certeza sabe.

—É. Sei sim. — Me estudou por um momento.

— A condição da Srta. Mason ficará em estudo.

—Não. Não ficará. Você não tem motivos suficientes para expulsá-la.

—Srta. Priden, receio que tenha que se retirar, caso contrário, seu destino será o mesmo.

Eu ri.

—Não, não será. Você não vai me mandar embora, e, se meu pedido para que Kate não seja expulsa, não for atendido por bem, amanhã Rita Steker vai ter uma matéria fresquinha sobre a administração da querida Hogwarts e ainda hoje meu tio estará aqui. — Sorri doce.

Seus olhos faiscaram e seu sorriso vacilou.

—Não ouse…

—Aah, ouso sim. — Dei um risinho. -Obrigada pela conversa Sr. diretor.

Antes que eu saísse ele fechou a porta com um gesto.

—Quer conversar mais? -Perguntei erguendo a sobrancelha com cara de surpresa.

—Rita Steker fala demais. Ela não precisa saber de um pequeno desentendimento entre diretor e aluna.

—Ah, o senhor acha? Tudo bem. Se isso não passa de um desentendimento momentâneo e Kate ainda continuará em Hogwarts, fico feliz, e concordo sobre Rita.

—É. Momentâneo. — Ele franziu a testa, irritado e em seguida recolocou o sorriso no rosto e arrumou os óculos.

—Que bom. Até mais ver Professor Dumbledore. — Joguei o cabelo e saí.

Estava indo em direção ao campo de quadribol, haveria treino oficial e todos descobririam quem era a nova artilheira quando Snape me parou.

—Izzye? — Olhei-o e sorri.

—Oi Sev.

—Está tudo bem?

—Sim, agora está. Por que?

—Bem, Narcissa está vindo para cá.

—O quê?

—Nós sentimos nossas marcas arderem. Na verdade, chegou a doer, e percebi que as explosões no terreno e as taças foram por sua irritação. Só não sabia o por quê.

—Por causa do babão. Ele repreendeu Charlie e Kate e esta o insultou então ele decidiu expulsá-la. Já falei com ele.

—Toda a sua raiva foi por isso?

—Sim. Ele e os fantoches são uns babacas intrometidos. — Bufei. — Diga a Ciça que não venha.

—Não dá. Seu pai ordenou que ela viesse para vê-la. Ele aparentemente sentiu suas emoções e não gostou do que provocou isso.

Suspirei.

Superproteção. É isso que se chama. Bem, tenho que ir, obrigada pela preocupação. Ah! Poderia explicar tudo a ela? Diga que estou bem e que podemos nos ver no final de semana, já que vamos fazer uma visita a Hogsmeade.

—Eu digo. Está bem agora?

—Sim.

—Então está certo. — Ele deu um sorrisinho. — Até logo.

Beijei sua bochecha e saí apressada.

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Fui até meu quarto, peguei minha Firebolt e a ocultei com um feitiço de invisibilidade enquanto andava ao campo de quadribol.

O tempo que passara na sala de Dumbledore foi suficiente para que perdesse a aula e resolvi ir direto ao campo.

É, eles teriam uma bela surpresa quando eu aparecesse. Ri baixinho e apertei o passo.

Entrei no pequeno vestiário feminino agregado e ouvi os garotos discutindo no vestiário deles.

Eles falavam sobre o treino, técnicas e especulavam sobre a nova artilheira. Sorri enquanto colocava minhas roupas de treino.

—Malfoy! Que bom que se deu ao luxo de se juntar ao time! — Um dos garotos falou e Draco o respondeu rude.

Ele riu.

—Ok, certo. Coloque logo o uniforme de treino. Agora só falta a Artilheira Misteriosa aparecer.

—Ah, cara! Vamos ficar esperando?

—É.

—Ah não, garotas sempre atrasam. Por isso que não deveriam jogar Quadribol! Vamos para o campo, e só esperamos mais uns minutinhos lá.

—Tá, tá. Mas cale a boca.

Esperei que saíssem e desfiz o feitiço andando silenciosamente atrás deles.

Estavam parados de costas para mim e puxei o capuz sobre o rosto.

—Chega de esperar. — Um dos garotos reclamou e então ri baixinho.

—Esperar quem? — Perguntei docemente e os assustei.

Viraram-se e me viram parada ali. Ainda estava com o capuz e só meus lábios estavam visíveis.

Draco tinha uma expressão confusa, os outros variavam entre susto e expectativa.

Baixei o capuz e sorri.

—O treino começa ou não?

Continuaram me olhando pasmos e revirei os olhos.

—Que é? Nunca viram? — Bufei. — É, eu mesma. Agora, vamos?

Draco me olhou surpreso e então pigarreou quando percebeu que os outros estava me encarando abertamente.

—Ei, ei. Vamos logo. É a Izzye. Ótimo. Agora, parem de comê-la com os olhos. — Reclamou irritado e lancei-lhe um sorriso brincalhão. Ele revirou os olhos e então os estreitou.

—Tá, pessoal. A Isabella vai ser Artilheira.

Começamos o treino depois que babaram na minha Firebolt e com excessão do Capitão que já me havia visto no ar, todos ficaram admirados e surpresos.

Marquei vários gols e ri contente enquanto voltávamos ao vestiário.

Fui ao feminino e tomei uma ducha rápida, só para livrar-me do suor e vesti-me novamente, com o uniforme comum.

Saí e eles estavam na porta me esperando.

—Bem, você nos surpreendeu Isa!

—Eu sei. A cara de vocês era impagável.

Draco veio para meu lado e segurou minha mão.

—Vamos detonar nos gols!

—É, rebatedores, cuidem da nossa artilheira! — O garoto do gol falou e os outros concordaram.

—Você é rápida.

—É.

—Podia ser apanhadora. Você sabe.- Draco murmurou e sorri apertando sua mão.

—Bom, comecei agora, quem sabe não me torno apanhadora depois? Isto é, se você quiser passar seu cargo pra mim. Mas sinta-se a vontade Drake. Estou bem como artilheira. — Falei e os garotos concordaram.

— Temos que te manter em segredo até o jogo. Vai ser nossa surpresa.

— Conto com isso. — Falei e prendi o cabelo fazendo um rabo de cavalo.

Estávamos quase nas portas quando desviei o caminho.

—Vou entrar pelo outro lado, não podem me ver voltando com vocês. Até depois. — Despedi-me e dei um selinho em Draco antes de correr para dar a volta.

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O jantar estava sendo servido quando voltei.

Draco já se sentava a mesa com nosso grupo e os garotos do Quadribol me cumprimentaram discretamente quando cheguei.

Sorri tirando a franja da frente dos olhos e sentei.

—Oi Drake. — Cumprimentei-o depois de falar com os outros.

—Oi.

—Que foi Doninha?

—Por que não me contou?

—Ah, Drake! Era pra ser surpresa. Só isso. — Suspirei- Não tem nada de mais.

—Mas eu ia gostar de saber!

—Eu sei. Desculpe, mas eu não tenho que te contar tudo sabe? Tenho uma coisa chamada independência. — Bufei enquanto me servia com torta, bolinho de arroz e abóbora cozida.

Draco suspirou.

—Tá. Foi mal. É que eu queria saber antes dos outros.

Suspirei.

—Tá, Draco. Entendi. Da próxima vez, não faço surpresa pra você.

Tomei um pouco do suco de Blueberry e comecei a conversar com os outros deixando Draco com sua dor de cotovelo.

Antes que eu terminasse de comer porém, ele já tinha pegado minha mão e sorri sabendo que tinha vencido.

— Desculpem-me por mais cedo. — Falei para as garotas que sorriram levemente.

Seus olhos me mostraram compreensão e elas assentiram.

—Tudo bem.

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Dei uma cambalhota desviando do feitiço e Draco rosnou.

—Faça melhor que isso baby.— Provoquei criando degraus no ar e pulando atrás dele enquanto lançava um sectusempra. Ele conseguiu aparar o feitiço no último instante e estreitou os olhos.

—O que pretendia cortar?

—Bobinho, nem era forte, seria só um cortinho de nada, quem sabe no braço? -Ri enquanto voltava para o chão e desviava de outra azaração.

Depois de mais algumas piruetas e bloqueios bufei.

—Ora, vamos Drake! Se empenhe! Vai, manda um crucio. — Eu ri.

—Tá doida? Crucio em você?

—Ah, vai! Só pra eu te mostrar uma coisa!

—O quê? Não. Sem chance. Furuncullus!

—Protego!— bloqueei e girei, só pra fazer drama mesmo e gritei antes dele — Encarcerous!— Quando cordas o envolveram eu ri.

—Você parece gostar de me amarrar. — Reclamou e sorri.

Expeliarmus! Accio!— A varinha veio para minha mão e ri.

—Não é justo.

—Ah, é sim! — Cheguei perto dele e quando nossos lábios estavam a milímetros senti as cordas me envolverem. -Eeei! O que você está fazendo? — Estava indignada, e surpresa.

—Andei treinando! -Respondeu. — Chegou perto demais, ficou presa pelo própio feitiço!

—Muito inteligente Drake. Parabéns. — Exclamei e colei nossos lábios.

Senti as cordas afrouxarem enquanto retirava o feitiço e Draco me inclinou, uma mão em minha cintura, a outra, em meus cabelos. Mordeu meu lábio e gemi baixinho.

Aprofundei o beijo e puxava seus fios loiros com a mão direita, e com a esquerda arranhava levemente seu peitoral por debaixo da camisa. Uma espécie de ronco nasceu em seu peito e sorri entre os beijos, o som era engraçado, mas logo esqueci a graça ao sentir seus lábios em meu pescoço.

—Solte-a.— Ouvi uma voz ordenar e franzi a testa, confusa. Solte quem?Eu disse para soltá-la!— Reconheci a voz como a de Edward e abri os olhos endireitando o corpo ainda nos braços de Draco.

—Quê? — Perguntei confusa, a voz rouca, a excitação anterior esmaecendo.

Edward avançou e me separou de Draco com um empurrão rude.

—Ei! O que você pensa que está fazendo?! -Draco exclamou e Edward o encarou.

—Separando você— apontou para Draco e depois para mim- dela. Você não é bom o bastante pra ela, e não sei o que fez, mas quando Bella estiver sendo a Bella de antes, a Bella verdadeira, não vai mais te querer. Aposto que vocês a mantém sobre aquela maldição… Imperius não é? Não importa. Você não colocará suas mãos sobre ela novamente. Isabella é minha. Ouviu?

Draco estava vermelho de raiva, os punhos cerrados e ia responder quando me intrometi furiosa.

—O que você está dizendo seu sanguessuga idiota? — Gritei e ele me olhou inexpressivo.

—Não vou discutir com você. Não está em seu juízo perfeito. -Voltou a atenção para Draco e estreitei os olhos o lançando para o outro lado da sala e o prendendo na parede.

—Eu? Não estou em meu juízo perfeito? Desculpe, acho que bebeu sangue de coelho estragado, nunca estive tão lúcida como hoje. E que história é essa? Eu? Sua?

— Até onde sei quem a abandonou foi você! Disse que ela não era boa o bastante, e agora faz essa cena? Não sabe perder não seu broxa?— Devolvi a varinha a Draco que tinha andado até o meu lado e me aproximei de Edward.

—Draco tem razão Cullen. Você me abandonou. É claro que agradeço por isso. Caso contrário, provavelmente eu ainda estivesse no mundo trouxa.

—Bella, volte pra mim. Você consegue se livrar desses caras. Consegue se livrar dele. — Apontou para Draco, os olhos suplicantes e gargalhei.

—Voltar pra você? Me livrar da minha família? Sinto muito, ou melhor, não sinto nada não, mas não sou como certos sanguessugas que abandonam as pessoas.

—Isabella, solte-o agora! -Alice exigiu e revirei os olhos a fazendo grudar na parede ao lado de Edward.

—Você também… Alice. Acha que tem direito de falar alguma coisa? Ah não, irmãzinha, perdeu qualquer direito quando o acompanhou na decisão idiota e foi embora sem nem ao menos dizer adeus.— A olhei com desprezo — Não. E por se intrometer agora vai ficar grudadinha aí. — Sorri maliciosa — Quem sabe… Draco, acha que eles estão mais frágeis por causa daquela poção? -Ele deu de ombros e sorriu levemente.

—Não sei.

—É. A única maneira de saber é… — Olhei para Edward. — Sectusempra!— Exclamei apontando para seu peito e um corte foi aberto de um lado a outro, fazendo com que um líquido rosado brotasse. -Ah! Não acredito! A poção misturou-se ao veneno e ao sangue de suas presas? Que bonitinho! Tem sangue cor-de-rosa agora! — Ri e Edward franziu a testa com uma expressão de dor.

Essa não é você.— Repetiu a frase de mais cedo e revirei os olhos.

—Essa sou eu sim. Espera, acho que se sentiria mais a vontade se… — Mudei minha forma para a trouxa e sustiveram a respiração. — Bem, veja, essa imagem que vê agora é a minha imagem falsa. A Isabella que conheceram não é a Isabella de verdade. A que conheceram não sabia que… — Parei — Não importa. Essa sou eu. Ninguém está me mantendo por maldição nenhuma, saiba que não sou a humaninha fraca que conheceu. Acho que percebeu. Ou não. Vampiros podem enlouquecer? — Ergui a sobrancelha.

Eu te amo Bella… — Interrompi-o e furiosa não contive minha magia e as duas vidraças da sala se partiram. O armário que havia no canto oposto também rachou e todos os presentes se assustaram.

AMA? Você me ama? Não me faça rir! — Sentia meus dedos formigando e minha varinha vibrava. — Você NUNCA me amou de verdade. Você amava a ideia de ter alguém te amando. Amava a ideia de ter uma garota, amava a ideia de se sentir encaixado, a ideia de ter um par como seus irmãos. Amava o poder que podia exercer sobre a humana. Amava a maneira pela qual conseguia me fazer comer na sua mão. Não. Você não me amava. Amava a ideia de mim, amava o que eu poderia te proporcionar, amava poder tocar num corpo e amava ser tocado. Não que tivesse feito muito mais que beijos. Longe de mim. A castidade acima de tudo não é? — Ri amarga- Não Edward, você não me ama e não me amou. Fique longe de mim. — Ouvi seu arfar quando abri um corte em seu braço e outro na perna e o gritinho de Alice quando sentiu sua pele se encher de espinhas. Puxei a mão de Draco e os Cullen e o trio deram passagem para nós. — A aula acabou por hoje. — Saí e imediatamente todos correram para acudir Edward e Alice. Lembrei-me de desprendê-los da parede e o baque de seus corpos caindo no chão foi música para meus ouvidos.

— Izzye?

—Não fale comigo agora Drake. — Ele assentiu e apertou mais minha mão enquanto andávamos de volta para a Sonserina. Dei-lhe um beijo suave e me tranquei no quarto.

Encostei na porta e escorreguei meu corpo até estar no chão. Olhei para o quadro perto da cama e senti os olhos marejarem.

—Ah mamãe. Queria que estivesse aqui. — Murmurei e deixei-me sentir a dor da rejeição e até mesmo a autopiedade por alguns minutos e então, com um suspiro raivoso me ergui. — Isabella Gryffindor Hufflepuff Ravenclaw Slytherin Priden Riddle, você não ficará nesse chão como se ainda fosse trouxa. Eles te abandonaram? Sim. E daí? Se não tivessem feito isso continuaria vivendo a vidinha patética de antes, portanto, deixe de ser idiota e pare de pensar nisso. Ao menos agora o cabeçudo do Edward vai parar de te seguir.

Franzi a testa. Não devia ficar falando sozinha desse jeito.

Suspirei e depois de me trocar, joguei-me na cama e adormeci.

Notas finais
E aí? O que acharam? Deem a opinião, please! Ah!! Prestem atenção as cartas do Draco! Vou escrever as impressões dele sobre a Izzye, como se ele mantivesse um diário e escrevesse pedaços dele para ela tá? Fofo neeh? ~ inspirada *-* Xoxo