Notas iniciais
Oi genteeeee voltei, to aqui, vcs n me escapam não GENTE EU PERCEBI QUE VCS TEM UM ÓDIO MUITO GRANDE PELA THALIA (pelo menos no último cap), mas pensem que ela tava desesperada, n conseguia pensar direito. PARA A ALEGRIA DE TODOS, ESSE CAPÍTULO É NARRADO PELO PERCY, bora conhecer uma parte dele e dos seus pensamentos uhullll Vejos vcs lá embaixo

Dirigi durante uma noite inteira, mas é só agora que chego em meu destino.

A vizinhança é familiar e me domina com uma sensação nostálgica. Um arrepio percorre pela minha espinha ao notar que estou realmente fazendo aquilo. Onde estava com a cabeça? O que estou fazendo aqui?, são bons tipos de pergunta para o momento, excepcionalmente adequadas... Não deixo que meu cérebro tome as rédeas da situação. Odeio agir racionalmente.

Estaciono o carro no meio-fio, encarando a casa ao meu lado. Estava com as mesmas características de antes. Não é grande como a casa de meu pai, mas gosto de pensar que o tamanho é suficiente. Achava que encontraria algo velho e abandonado, mas me engano completamente ao notar uma nova pintura, cobrindo as paredes da casa. O jardim está bem cuidado e é coberto por alguns canteiros floridos. Penso que a casa foi vendida, mas já estou aqui de qualquer forma, portanto teria que tocar a campainha para descobrir.

Solto o voltante, só então notando como as juntas de meus dedos estão brancas devido à força que aplicava. Olho para o banco do passageiro e me tranquilizo ao ver que Annabeth ainda está dormindo de forma serena, com os cabelos loiros espalhadas despreocupadamente pelo rosto. Detesto o fato de seus olhos cinzentos estarem fechados, mas ainda sim, vê-la dormindo era um dos meus passa-tempo favoritos.

Há alguns meses atrás eu nem imaginaria que levaria uma garota até aqui. Na verdade, nem imaginaria que Annabeth apareceria em minha vida. Mas estou feliz por isso ter acontecido, porque não sei o que seria de mim sem ela. Se me perguntarem o que tem de tão importante, não serei capaz de responder. Tudo. Tudo é importante nela, e isso acaba comigo. Amo e odeio o fato de me sentir preso a ela como se fosse oxigênio. Amo e odeio o fato de me importar muito com ela, mesmo não devendo.

Estou com pena de acordá-la. Queria continuar assistindo o seu sono e acariciar seus cabelos enquanto ela descansa, mas não posso. Queria um dia ficar deitado com ela na cama, sem me preocupar com horários, apenas eu e ela. Seria ótimo o fato de que poderia estar juntos sem me importar com o resto. Seria ótimo o fato de esquecer por um minuto as coisas que já fiz no passado, sem que ela me julgasse quando descobrisse.

Meus dedos tocam sua bochecha, afastando os fios loiros e acariciando sua pele macia e corada.

— Linda... — chamo, vendo suas pálpebras lentamente se abrirem. — Chegamos.

Quando se dá conta do que está acontecendo, Annie se endireita no banco, olhando através da janela o seu redor. Sabia que aquela seria sua primeira impressão. Um dos maiores defeitos seus era ser uma curiosa incontestável, e não conseguia se acalmar até descobrir toda a verdade... Os olhos cinzas se arregalam quando ela nota uma paisagem totalmente diferente da que estamos acostumados a ver em Londres.

— Onde estamos?

Não conseguia admitir aquilo em voz alta. Por um momento, penso que seria melhor não dizer nada a ela e deixar que visse com seus próprios olhos. Como ela reagiria? Sei que surtiria de início, mas me entenderia. Depois de tudo que passamos na última noite, o que mais precisávamos era fugir. Ficar longe de todas essas coisas e tentar encontrar uma solução para meus problemas.

É isso que eu sempre faço. Eu fujo.

Balanço a cabeça para afastar minhas lembranças do passado sobre a última vez que estive aqui. Quero contar para ela, mas esse não é o momento certo.

Abro a porta do carro, me jogando para fora e sentindo o ar frio inundar minha pele que estava quente. Em questão de segundos, escuto a porta ser escancarada contra o carro, ouvindo os passos duros de Annabeth atrás de mim. Não olho para trás. Sei que se olhasse acabaria desistindo. Não poderia continuar com isso.

Estou em frente à porta de verniz quando toco a campainha. Talvez a casa esteja vazia, talvez esteja abandonada. Annabeth está atrás de mim e não preciso olhar para trás para saber que ela está confusa, sem saber onde está.

— Jackson, onde estamos? — sua voz é firme e sei que ela está mantendo a seriedade pois me chama pelo sobrenome.

No mesmo momento em que diz isso, a porta se abre.

Um homem que aparenta ter uns quarenta anos está me olhando com o cenho franzido. Ele usa óculos de grau muito fundo, e veste um conjunto de moletom. Era o que deveria estar fazendo em um dia comum: assistir a algum esporte e não esperar garotos desconhecidos na sua porta.

Estou prestes a me desculpar e dizer que foi engano, mas então ele grita para dentro da casa:

— Sally! Temos visitas!

Continuamos nos olhando até escutar uma voz familiar vindo de dentro da casa. Eu estava achando que aquele homem me conhecia, já que não parava de me analisar de cima a baixo. Apesar de não gostar desse tipo de comportamento, sei que ele é o esperado.

Uma silhueta feminina se esgueira ao lado do homem. Reconheço os traços familiares que herdei dela, que são poucos, mas notáveis. Sorrio quando percebo que minha mãe não deixou de lado o típico e casual rabo de cavalo. Minha mãe. É estranho chamá-la assim depois de tanto tempo.

— Percy?

Tento abrir um sorriso, levantando uma das mãos.

— Oi, mãe.

É estranho, mas gosto do jeito que a chamo. Gosto do modo como minha voz soou amigável como se nada tivesse acontecido da última vez. Ela não parece se importar com esse detalhe também, já que abre um sorriso tão grande que eu jamais esqueceria. Estou feliz de estar aqui, apesar de tudo.

— Nossa, é você mesmo! Eu não te vejo há uns quatro ou três anos! — seus braços finos me puxam para um abraço, e eu o retribuo. Alguns segundos depois ela se afasta, pressionando as suas mãos no meu rosto e me analisando. — Você está tão bonito! Olha essa barba, você está um gato.

Acabo soltando uma risada constrangida. Havia me esquecido de como eu sentia sua falta, e como sentia falta do seu jeito alegre apesar de todas as coisas que passamos.

— Obrigado, eu acho. Você também está muito bonita.

Seus olhos se voltam para algo atrás de mim, e eu me recordo de Annabeth. Giro minha cabeça para trás, me divertindo com sua expressão confusa. Sei que apesar de tudo que passamos na noite passada, ela jamais imaginaria que eu a traria para conhecer minha mãe. Esperta do jeito que ela é, já deve ter ligado os pontos e percebido que estávamos em Bristol, um tanto longe de Londres. Eu morei aqui minha infância inteira.

— Quem é essa garota bonita?

— Mãe, essa é Annabeth... — percebo que ela fica corada quando eu as apresento. Seus cabelos loiros parecem ainda mais bonitos bagunçados, como se fosse um jeito rebelde e natural deles. Oscilo o olhar para minha mãe. — Annie, essa é Sally, minha mãe.

Nunca fui bom em apresentar as pessoas, mas acho que esse é o melhor que consigo. Annabeth está um tanto constrangida, e o silêncio cai sobre nós. Não dura muito tempo, já que minha mãe abre um dos seus melhores sorrisos e envolve Annie em seus braços esguios.

— Eu nunca pensei que Percy traria uma garota aqui em casa um dia. Aliás, nunca pensei que ele fosse voltar.

A cor se esvai de meu rosto na mesma hora, mas depois volto ao normal. Não por dizer que eu e Annabeth estávamos mais íntimos, e sim por medo de acabar contando o porquê de eu ir embora.

— É um prazer conhecer a senhora — Annabeth sorri por cima do ombro de minha mãe, provavelmente tentando ser gentil.

— Não! Nada de senhora! Eu pareço tão velha assim? — ela se afasta de Annabeth, olhando-a nos olhos. — Pode me chamar de Sally.

Ela assente com a cabeça, e minha mãe volta ao meu lado. Quando acho que tudo está se estabilizando novamente, o seu olhar volta para o homem de óculos, e rapidamente toma parte ao seu lado.

— Percy, Annabeth, esse é Paul, meu marido.

Estou de queixo caído.

Não esperava que minha mãe fosse se casar novamente, mas é o que eu deveria imaginar depois de tantos anos. Apesar de todas as coisas, ela merecia ser feliz. Acredito que agora saiba como escolher um bom marido, e mais tarde eu teria uma conversa muito séria com esse tal de Paul.

— Nos casamos há alguns meses — ele completa, entrelaçando seus dedos nos de minha mãe, que sorri.

— É deu pra notar — murmuro, e Annabeth chuta meu calcanhar discretamente. — Quer dizer, a casa, está com uma nova pintura, o jardim está bem cuidado. Fico feliz.

— Que bom que você percebeu — minha mãe sorri, abrindo espaço na porta para que entrássemos. — Entrem, por favor. Eu estava fazendo o almoço.

•••

— O que você acha?

A voz de Annabeth faz com que meus ombros fraquejem. A espingarda estava apoiada no mesmo, e por conta da sua voz, assim que puxo o gatilho, acabo por errar o tiro na lata de Coca-Colla vazia apoiada no tronco de uma árvore no imenso jardim.

Viro minha cabeça em sua direção, disposto a tentar saber do que aquilo se tratava, e então quase deixo o cigarro – o qual estava preso em meus dentes – cair.

Sei que ela está se referindo ao vestido. Não consigo achar palavras boas o suficiente para descrevê-la dentro dele. Seu tecido é preto, e se agarra nas curvas de Annabeth com precisão. Ele chega até a metade de suas coxas, e não tem muito decote. No entanto, por conta do tecido se prender em sua pele de cristal, ele marca o volume de seus seios, deixando parte do seu colo livre, com mangas que vão até seus cotovelos. Por conta delas, tenho a visão de que Annie está sem sutiã.

Preciso controlar o desconforto em minhas calças.

Seus cabelos loiros caem em pequenas ondas até sua cintura. Sempre adorei o comprimento deles. Chegavam quase até a base de sua coluna, em uma tempestade de ouro. Seus lábios pareciam rubis, avermelhados e inchados. Seus olhos eram como um dia como o de hoje; nublado, perigoso e intrigante.

— Então...?

Não sei quanto tempo estou a observando. Tenho que repreender os pensamentos maliciosos que passam pela minha cabeça ao tentar encontrar um adjetivo bom o suficiente para descrevê-la. O termo "perfeita" passa pela minha cabeça, mas não sei se estou pronto para dizer isso à ela. O que Annie pensaria?

— Você está...

— Estou...? — me encoraja ainda mais, com os olhos cinzas cheios de expectativa.

— Não sei como dizer isso — confesso.

— É bom ou ruim?

— Muito bom — tiro o cigarro dos lábios para minhas palavras saírem com mais precisão.

— Ah — suas bochechas esquentam, e ela passa a jaqueta pelos braços. — Sua mãe me emprestou esse vestido. Ela disse que já estamos saindo.

Droga, ela me dá aquele sorriso. Aquele sorriso inocente, que me dá vontade de fazer muitas coisas indecentes com ela.

Concordo com a cabeça e jogo o cigarro no chão, apagando com a sola do meu tênis, também deixando a espingarda encostada em um tronco de árvore. Apoio minha mão na sua cintura, puxando-a para mais perto. Sinto o calor de nosso corpos se misturarem e eu sinto o cheiro de baunilha e nicotina nos seus fios loiros. Atravessamos o jardim em direção à porta dos fundos. Escorrego minha mão até a sua, entrelaçando nossos dedos. Como ela reage com essas intimidades? Será que ela gostaria se eu fosse devagar?

Devagar. Devagarinho. Eu poderia entrar e sair bem devagarinho, se ela quisesse.

Merda, preciso parar de pensar em putaria!

— Como você está? — desvio aqueles pensamentos apenas para tentar diminuir o volume em minhas calças.

Ela sabe do que estou falando. É sobre a última noite.

— Melhor, eu acho.

Ela força um sorriso, e eu sei que ela está tentando melhorar. Não espero que ela se sinta culpada por nada. Eu sei que ela não tinha nada a ver com isso, e eu confio nela. Sei que tem seus motivos.

— Não fica assim, linda — colo meus lábios em sua bochecha, abrindo a porta do carro assim que vejo que estamos de frente no veículo.

Minha mãe e Paul já estão ali, com o rádio ligado. Eles insistem em nos levar em um pub aqui ao lado, então não discordamos. Almoçamos juntos e conheci um pouco mais sobre Paul, que parece ser um cara legal. Ele ganhou muitos pontos comigo após dizer que era professor. Eu sempre quis ser professor.

Ele diz que nesse tal pub poderíamos beber à vontade se quiséssemos, e ninguém pediria a identidade de Annabeth. Mesmo assim, ela afirma que não bebe, e eu ergo as sobrancelhas em sua direção. Como assim? Mas ela estava bebendo ontem mesmo... Vai ver que só não quer cometer os mesmos erros sobre o efeito do álcool.

Instintivamente, minha mão apoia na coxa descoberta de Annabeth. Sua pele é macia e quente, quase impossível de evitar contato. Meu polegar começa a acariciá-la em círculos, e sinto seus pêlos se eriçarem. Sorrio de canto, subindo minha mão um pouco mais, entrando dentro do tecido do vestido. Sua respiração fica falha quando ela percebe o que estou fazendo.

— Percy — me repreende. Continuo a passear meus dedos pela sua pele, próximo de seu sexo. —, estamos em um carro.

— Nada do que não fizemos antes... — meus dedos encontram o tecido da sua calcinha. Sinto o volume em minhas calças aumentar quando percebo a umidade presente ali.

— Seus pais — ela sussurra, abrindo as pernas minimamente quando sente meus dedos aplicarem mais pressão.

Escuto um gemido escapar de seus lábios, tão baixo que sei que ela estava se controlando. Deslizo meus dedos pelo tecido fino de renda, sentindo cada vez mais ela se excitar. Sorrio quando percebo sua respiração falha, entrecortada e ofegante assim que aumento meus movimentos.

— Você quer que eu pare? — a olho de canto, vendo que seus olhos estão fechados, e minha mão está entre suas pernas, coberta pelo vestido. Não suporto a visão e o volume em minhas calças começar a me incomodar. Deus, eu mal havia tocado nela e já estava de pau duro. Ela tinha esse efeito em mim. Era igual uma droga. Quanto mais eu provava, mais eu queria. Era um vício para mim.

— Não — responde, com a respiração ofegante, abrindo as pernas para mim.

Grunhi, puxando sua calcinha para o lado.

— Chegamos! — a voz de minha mãe me atinge e eu me afasto de Annabeth antes mesmo de conseguir tocá-la sem a calcinha me atrapalhando. Gemo em frustração, imitando seu gesto de abrir a porta do carro.

Uma imensidão de luzes vindo de dentro do lugar me atinge, mas eu não presto atenção. Puxo Annabeth pela mão, fechando a porta do veículo atrás dela e apoiando a mão ali. Nossos corpos estão colados por conta da pressão que estou fazendo, e sem perder tempo, ataco seus lábios sem vergonha nenhuma.

Nossas bocas tinham essa combinação engraçada. Elas conseguiam se encaixar com perfeição, sem nenhum empecilho. Nossos lábios se moviam sem ensaio, e eu puxo seu lábio inferior com os dentes, enterrando meus dedos nos seus fios loiros.

Foda-se se eu deveria ir devagar. Foda-se essa palhaçada de rótulos. Eu nunca gostei que garotas me olhassem nos olhos, mas com ela é diferente. Não sei o que tem com Annabeth, mas toda vez que ela faz isso, eu amo. É, eu perco minha cabeça com ela, e apesar de tudo, sei que ela também perde sua cabeça comigo. E a gente só... se perde juntos.

— Você sabe, não sabe? — digo, entre um beijo e outro. Deslizo um braço, enlaçando sua cintura, enquanto seus dedos tocam meu meu cabelo, puxando levemente. — Sabe que eu não posso perder você?

Annabeth joga o corpo contra o meu, buscando proximidade. Prenso ainda mais seu corpo contra o carro, encaixando uma das mãos no seu rosto de porcelana. Não consigo parar de beijá-la – é viciante. Sinto que se eu parasse, poderia acabar morrendo.

Então eu não paro.

Escuto vozes vindo da entrada do pub, e eu quebro o beijo. Minha mãe está me chamando, e Annabeth fica mais vermelha do que um pimentão. Entrelaço nossos dedos antes de andar na sua direção.

•••

O vestido colado no seu corpo ressalta todas as suas curvas. Conseguia delimitar a extensão de cada uma delas conforme seu corpo se mexia de acordo com a música. A maneira como seu vestido subia e descia conforme ela mexia os quadris, ou a maneira como ela jogava os cabelos loiros ou prendia ele entre os dedos, estava me enlouquecendo. A luz roxa batia na sua pele de cristal, contrastando com seus movimentos lentos. Provavelmente eu estava babando só de vê-la dançar daquele jeito. Annie não dançava de acordo com a música; parecia que a música tocava de acordo com seus movimentos.

— Desse jeito você vai babar — Paul adverte, me dando um soco no ombro.

Rio de lado, dando um gole na minha cerveja, mas sem deixar de desviar o olhar da sua cintura rebolando lentamente. Tudo que eu conseguia pensar é, porra, isso é um tesão, e mesmo sem encostar nela, já sentia o meu pau ficar duro. Merda, eu parecia a porra de um virgem.

— O que você acha dela? — resolvo perguntar, já que estávamos só os dois na mesa.

— Ela parece ser uma garota muito legal, e é muito bonita — giro meu rosto na sua direção, sorrindo de lado. Porra, o pior é que ela era mesmo. — Vai ter que esperar na fila, não é?

Arqueio a sobrancelha, apoiando meu braço no encosto da cadeira.

— Na verdade, eu estou pensando em ficar com ela, sabe?

Paul abre um sorriso mínimo, e depois olha para frente. Continuo analisando sua expressão, até que ele se vira para mim novamente.

— Acho que aquele cara ali não sabe disso.

Ele aponta para um homem de uns vinte e poucos anos de idade. O corpo de Annabeth se move lentamente, e o cara está a olhando de cima a baixo. Vejo que se ele chegar um pouco mais perto, seus corpos estarão colados, enquanto A Horse With no Name continua a tocar.

Assovio na sua direção, chamando sua atenção para mim. O cara me olha com o cenho franzido quando eu faço um "não" com o dedo. Merda, eu estava agindo como se Annabeth fosse minha propriedade, mas não posso evitar a fúria que cresce dentro de mim assim que vejo ele olhando para seu corpo. Indico Annie com a cabeça e ele me manda o dedo do meio antes de segurar em sua cintura.

O quê?!

Só percebo o que estou fazendo quando estou caminhando até sua direção, acertando meu punho em cheio no seu maxilar.

Notas finais
DISHDUSHSIS da pra perceber que o Percy só pensa em sexo, o tempo todo, mas fazer oq, ele é escorpiano ndkssjs Gostaram do replay no carro? Foi quase. O que acharam da Sally, do paul? É claro q n podia faltar tb n Percy arrumando uma briga sem noção ksisdidj estressadinho No próximo capítulo a gnt vai ter uma revelação pesadinha, já se preparem NDISJSISI Xoxo, Kydd