Notas iniciais
MAIOR SPOILER DO SÉCULO TAVA NOS AVISOS DA FANFIC SER +18, E COMO EU JÁ PREVIA, MUITAS PESSOAS N PRESTARAM ATENÇÃO. Eu sei, se você quiser é só ir na página inicial de fanfic e ler que você vai entender do que eu tô falando, massss, como o capitulo tá aqui já, leia ele primeiro e depois cacem para achar outros spoilers djsidjdjdi Pra quem não tá entendendo nada do que eu to falando, eu disse mas notas finais do capítulo passado que nesse capítulo iria ter uma revelação bombástica é bem, eu acabei de terminar ele e já vim postar. NOTÍCIA BOA: TO FÉRIAS GALERAAAA ❤️ Agora eu espero que eu consiga me organizar de vez com os caps de SF, e ainda postar uma one Thalico que eu escrevi faz um tempo. Vamos parar de enrolação, e aproveitem o cap lindas ❤️ (E lindos, se algum menino lê a fic) Kisses

Deixo a fumaça sair por minha boca rapidamente, já não aguentando mais segurá-la em meu pulmão muito tempo. Aquilo era completamente diferente de um cigarro, e eu estava me arrependendo imediatamente de ter aceitado do baseado do Nico.

Dou umas tossidas de leve, passando o mesmo para a pessoa ao meu lado que não conhecia. Nico batia palmas e gargalhava quando não consegui parar de tossir. Thalia dizia apenas para eu puxar a fumaça e segurar até não aguentar mais. Minha garganta arranhava toda vez que eu obedecia essa ordem, até o momento que eu soltava a fumaça rapidamente pra tentar me livrar da minha saliva ficando pegajosa.

— E aí? — Nico perguntou.

Levanto a cabeça, sentindo tudo ao meu redor começar a ser produzido de forma mais lenta, e eu mal conseguir manter o foco em alguma coisa. Meus olhos imploravam por um descanso, mas ao mesmo tempo, eu sentia vontade louca e eufórica de poder fazer o que eu quisesse.

— Bateu. — respondo, tentando ignorar o início de uma dor de cabeça assim que escutei Nico, Thalia e o resto dos adolescentes chapados rirem de algo que eu não havia entendido muito bem.

— Como você está se sentindo? — Thalia entrou na frente de Nico, tentando chamar minha atenção. E conseguiu.

— Sei lá... Estou com vontade de fazer uma prova de Química.

— Ok, Anns, sabemos que você é de exatas e tudo mais, mas agora você está curtindo uma coisa que vai muito mais além disso, dá pra por favor parar de falar de escola? — Nico solta uma risada de lado, e eu assenti.

— Vai ser a maior fogueira que o Norte já viu... — aponto para um baseado sendo aceso nos lábios de Thalia, e inevitavelmente começamos a rir com a piada interna sobre Game of Thrones. Dessa vez, eles literalmente não pararam de rir.

— Você realmente fica muito engraçada quando fuma... — Thalia sorri em minha direção, tragando com tranquilidade. — Percy fica um completo amorzinho, se você quer saber... Pena que ele não faz mais isso.

Percy. Eu quase havia me esquecido dele. Havia o perdido de vista desde que milhares de adolescentes começaram a entrar na minha casa carregando garrafas e mais garrafas de cerveja. Eu havia bebido muito, confesso. Ficar na cozinha tinha seus privilégios, já que pessoas saiam e entravam lá com bebidas... Quando admiti que já havia bebido demais, sai para o jardim, que não estava tão diferente do restante dos cômodos da casa: música alta, adolescentes bebendo e adolescentes se drogando. Estava nas três categorias.

— Preciso encontrar Percy. — fecho os olhos com força, necessitando de algo para beber. Enquanto Nico e Thalia resmungam "não" diversas vezes, eu apenas balanço a cabeça dizendo que estou bem.

Quando os dois amigos disseram que iriam dar uma volta enquanto fumavam, aproveito o momento para me esquivar de adolescentes mais bêbados e mais chapados que eu. Chego a cozinha, na esperança de beber algo, e depois encontraria Percy. Mas como a sorte estava ao meu favor, encontro ambas coisas no mesmo lugar.

Percy está bebendo cerveja na garrafa, como eu já estava acostumada a ver. Não conseguia acompanhar seus passos rápidos perambulando a cozinha e se espremendo entre muitos adolescentes. Seus olhos verdes recaem sobre os meus, e eu vibro em resposta.

— Percy! — abro meus braços, atirando em sua direção. Ele me segura com as mãos fortes, cambaleando para o lado. — Eu estava te procurando.

— Você está bem? — ele perguntou, inutilmente.

— Estou... — deixo minhas pálpebras se fecharem enquanto me aconchego nos seu braços fortes. Sinto sua risada bater no topo da minha cabeça.

— Nico e Thalia te deram alguma coisa?

— Não... Eu só preciso de uma bebida. — minto, indicando com a cabeça a cerveja em suas mãos, após ter separado dele. Percebo como soei como uma ridícula assim que me atirei em seus braços, mas mesmo que meu corpo continue lerdo, me recomponho na sua frente, fingindo estar bem.

— Pode ficar... — ele estende a bebida para mim, e eu a envolvo com meus dedos. — Acho que você precisa mais do que eu.

Sorrio e deixo que o líquido amargo escorra pela minha garganta como se fosse água. Eu estava me fingindo de forte, que aguentava banidas, tudo isso para impressionar Percy. No entanto, eu sabia que isso era mentira. Eu nunca tive estômago para essas coisas, e após ter bebido muito, resolvo fumar do baseado do Nico, que me deixa com náuseas e dores de cabeça... E mesmo assim, torno a beber mais.

Foi uma questão de segundos, e então, em pouco goles, sinto meu estômago se remexer e minha pele resfriar. Sabia o que estava sentindo. Minha saliva fica mais grossa e meus dedos gelados. Percy rapidamente percebe minha mudança de humor, e toca um dos meus braços.

— Ei, você está bem? — aperto os olhos, tentando encontrar foco no seu rosto, já muito próximo do meu. — Droga, eu não deveria ter te dado isso. É claro que você não está bem!

Percy apoia sua mão em minhas costas enquanto retira a cerveja de mim com a outra. Levo uma mão até minha testa, e percebo que seus olhos verdes continuam me fitando.

— Eu estou bem, de verdade. Só preciso ir ao banheiro.

Deveria dizer que me senti um pouco culpada por tantas mentiras, me a verdade, é que eu não sinto. Absolutamente nada. A incrível sensação de ter poder para fazer o que eu quisesse ainda continuava lá, e embora eu odiasse mentiras ou qualquer outra coisa relacionada isso, agora eu pressentia que poderia fazer o que eu quisesse.

Dou as costas para Percy sem ter noção se ele me acompanharia ou não, embora quisesse que ele não me seguisse. Acho que saí correndo tão rápido que Percy pode ter até tentando me acompanhar, mas me perdeu de vista assim que me esquivava da quantidade absurda de adolescentes na minha casa, dançando e cantando enquanto a música vibrava.

Subi as escadas, me encontrando no andar de cima e rapidamente procurando o banheiro. Estava suando frio, as pontas dos meus dedos geladas e minha saliva pegajosa. Minha cabeça latejava fortemente, não permitindo que eu aproveitasse o som assim como as pessoas ao meu redor. Meu estômago embrulhado não ajudava na locomoção. Eu não poderia vomitar na minha própria festa, pensei.

Quando estico os dedos para tocar na maçaneta da porta do banheiro, ela é aberta. Uma garota loira, de olhos castanhos e com diversas sardinhas espalhadas pelo rosto aparece. Eu a reconhecia de algum lugar... Da festa Lótus, do dia que ela secou Percy de cima a baixo quando eu o conheci, do dia que ela devolveu a sua jaqueta de couro na minha frente, como se fosse proposital. Calipso Atlas.

— Annabeth, certo...? — ela diz assim que me reconhece, com a voz mais estridente que o normal. — Ótima festa, aliás.

Engulo em seco, tendo em mente que estava passando mal e precisava mesmo usar o banheiro.

— Você se lembra da melhor festa que você foi?

— Sim. — ela balança com a cabeça. — Porquê?

— Porque se fosse minha, você não iria nem lembrar.

Pareço ter soado estúpida nessa frase, mas estou chapada, não posso deixar de fazer a piada. Ela ri.

— Sempre humilde...

— É o que dizem.

— Posso te fazer uma pergunta? — afirmo com a cabeça. — Você e Percy estão juntos?

Arqueio uma sobrancelha, sem saber a resposta certa para sua pergunta.

— Não temos nada... — me limito a dizer, invés de dar uma boa explicação sobre nossa transa há alguns dias atrás. — Porque?

— Ah, para que não haja nenhum mal entendido. — a loira sorri, finalmente me dando espaço para entrar no banheiro. Não estava nas minhas melhores condições, e Calipso visivelmente percebeu que eu estava muito chapada, dando um risinho em seguida. — Nos vemos por aí.

Não digo mais nada. Não por estar brava com ela, com ciúmes ou algo do tipo, mas eu realmente sentia que ia vomitar nos meus sapatos se não agisse rápido.

Entro no banheiro e tranco a porta. Encaro meu reflexo no espelho, e devo dizer que estou horrorosa, com os cabelos bagunçados e os olhos vermelhos. Acredito que não tenho coordenação motora o suficiente para retomar minha maquiagem borrada, então lavo o rosto, deixando a água gelada encostar em minha pele, tentando me despertar. Molho minha nuca e pulsos, esperando um choque, mas ele não vem. As coisas ao meu redor continuam sendo reproduzidas em câmera lenta.

Pelo menos não estava com vontade de vomitar, e com esse pensamento sai do banheiro, deixando as luzes apagadas. Foi um grande progresso, embora minha cabeça ainda latejasse.

Retorno para a escada, desviando de adolescentes iguais a mim, e outros casais se beijando ou na parede ou nos degraus. Sinto o cheiro de álcool invadir minhas narinas, me dando náuseas, mas felizmente, a vontade de vomitar não vem.

Mas quando estou na sala de estar, eu vejo a cena.

Calipso fala algo extremamente engraçado no ouvido de Percy. Ela se apoia com uma mão nos seu braço forte, e a outra no seu peito, apenas para ficar na ponta dos pés e sussurrar provavelmente algumas sacanagens. Ele se limita a um sorriso mínimo, e meu interior agradece por isso. Eu sabia que ela havia feito aquelas perguntas para mim apenas para se aproveitar da ocasião, mas a idiota aqui disse que não rolava nada entre nós dois.

Somente quando ele sussurra algo no ouvido de Calipso que meu sorriso se desfaz. Ela, logo em seguida, volta a dizer algo, e isso faz com que Percy solte uma risada capaz de ser escutada onde eu estava. Instantaneamente, minhas bochechas ganham um tom vermelho, e minha saliva volta a ficar salgada. Meu estômago volta a embrulhar, e sei o que está pestes a acontecer.

É preciso de apenas uma cena, uma maldita cena para que eu sinta uma vontade dos infernos de vomitar, dessa vez muito mas forte. Olho para a enorme porta de entrada, desviando os olhos dos dois pombinhos para sair correndo por ali, o mais rápido que pude antes de vomitar no próprio chão.

Fico surpresa por nenhum adolescente estar ali, e lembro-me que eles estão na cozinha e no jardim dos fundos. No entanto, meu pensamento é cortado quando deixo todo o líquido amargo do vômito escorrer pela minha boca até o chão pavimentado da calçada. Literalmente, colocando tudo para fora.

Fico algum tempo assim, vomitando até que tenha liberado toda a bebida do estômago, e consequentemente me livrando da tontura incansável que eu estava sentindo. Quando olho para cima, me sinto infinitamente melhor.

Eu sempre fui fraca para bebidas, não deveria ter aceitado o baseado de Nico.

Olho ao meu redor, encontrando a pouca iluminação da rua sombria. Um vento gelado me atinge e eu me arrependo de estar só de regata. Murmuro um "merda" quando vejo meu vômito no chão, e xingo-me mentalmente por ser tão estúpida ao ponto de ter dado um PT. Minha cabeça ainda rodava um pouco, mas eu havia me livrado da tensão nos ombros e da minha lentidão. Eu me sentia bem melhor depois de ter colocado tudo pra fora.

No meio da escuridão e do silêncio, escuto sons.

Reconheço que é uma voz feminina, e quando lado para prestar atenção, vejo que são gritos. Tapo minha própria boca para não emitir nenhum barulho constrangedor, imaginando os tipo de cenas que estavam acontecendo enquanto a garota... Bem, gritava.

Mais alguns segundos em silêncio e eu percebo que os gritos vem da lateral da casa, entre a mesma e a cerca do vizinho. Eu não sabia o que estava acontecendo, e a ideia de uma garota estar sendo machucada bem ali, não deixou que minha cabeça cooperasse o suficiente para fazer aqueles gritos pararem.

— Olá? — digo, em uma tentativa de se as pessoas escutarem minha voz, vão parar o que quer que estão fazendo com a garota. — Tem alguém aí?

Nada. Continuo a caminhar naquela direção, chegando perto o suficiente para encontrar o enorme corredor escuro entre a casa e o muro. Os gritos continuam a ecoar nos meus ouvidos, e eu chego a imaginar que aquilo é apenas o efeito das drogas, mas então, eu consigo distinguir esses gritos.

Gemidos, arfadas, palavras desconexas vindo não de uma, mas de duas pessoas. Oh.

Eu deveria sair daí e entrar para a festa novamente, mas como a curiosa incontestável que sou, tiro essas ideias da minha cabeça rapidamente, avançando alguns passos no corredor escuro para que eu consiga enxergar melhor.

Os gemidos continuam e eu enxergo uma garota sendo erguida na parede, as pernas rodeadas na cintura do garoto, enquanto ele mexe seu quadril de forma incansável contra o dela.

— Isso, Nico! Mais rápido! — ela geme, e continua dizendo coisas como "me fode", ou "mais forte" e "isso". Arqueio uma sobrancelha quando escuto o nome de meu amigo, lembrando-me que há alguns minutos atrás, ele tinha dito que daria um passeio e fumaria com... Espera aí.

Não foram seus cabelos curtos e repicados até os ombros que fizeram com que eu a reconhecesse, mesmo na escuridão. Não foi a voz rouca que eu escuto todas as manhãs falando sacanagens e discutindo com alguns professores. Na verdade, ela abriu os olhos quando seus gemidos se intensificaram, e isso foi o bastante para reconhecê-la.

Os olhos azuis inconfundíveis, elétricos, herdado de seu próprio pai. Eu lembrava da primeira vez que havia os visto, e do susto que tomei por conta da imensidão que mais parecia um céu com alguns raios de tempestade. Eu sentia a mesma sensação agora, encarando Thalia Grace debruçado no corpo de seu próprio primo, de sangue, com os olhos azuis abertos como choques de eletricidade.

— Nico! — ela chama, mas aquilo não é um gemido. No entanto, ele estava tão preocupado em chegar em seu próprio ápice que não percebe que Thalia está o alertando. — Nico, para! Tem alguém ali!

Ah, merda.

Ele rapidamente soltou suas pernas, levantando a calça e colocando os cintos como se nada tivesse acontecido. Quando vejo que Thalia está colocando sua calcinha, ainda com os olhos presos em mim, eu dou as costas e saio andando.

Por sorte, estava escuro, e eu acredito que Thalia não tenha visto meu rosto. Escuto barulho de saltos se chocando contra o chão, mas tudo que consigo pensar é na cena que vi.

Então era Nico o cara que Luke dizia que Thalia estava o traindo. É isso era completamente insano, porque ela traiu seu próprio namorado com seu primo. De sangue. Luke dizia sempre que a pessoa estava próxima de nós, e nem imaginávamos. E ele estava certo, afinal, quem desconfiaria de Nico?

Eles agiam como amigos, como irmãos. Parecia tão real aquela amizade diante de nossos olhos que jamais iríamos questionar. E porra, eles compartilham algo muito mais pessoal do que segredos – que seria no caso de grandes amigos. Ele compartilham sua própria intimidade, um segredo muito mais secreto do que um de amigo para amigo. E além de tudo, eles compartilhavam laços de parentesco, laços de sangue.

Tento pensar dessa forma com meu primo de primeiro grau, mas não consigo. Eu o enxergava de uma forma completamente diferente, e aprendemos a nossa vida inteira ao dizer que incesto é errado. A própria palavra nos dicionários sugere algo impudico, imoral, desonesto.

Uma mão gelada toca meus ombros e no instante seguinte sou prensada com a parede de minha própria casa. Os olhos de Thalia se arregalam ao perceber que era eu quem havia flagrado os dois. Definitivamente, ela poderia ter esperado pior. Poderia ser qualquer um que soubesse que eles eram primos, mas estava disposto a espalhar o boato porque é isso que as pessoas fazem.

— Annie? — não consigo dizer nada, apenas engulo em seco enquanto Thalia me fita com uma pitada de confusão e desespero. Logo depois, ela firma sua expressão facial, deixando-a decidida e ameaçadora. — Você não pode contar isso para ninguém, entendeu?! Muito menos para Percy.

Ele não sabia. Ninguém sabia.

Fiquei alguma boa parte do tempo tentando assimilar os fatos e questionando que eles eram apenas primos. Porém, sua voz ameaçadora fez eu concentrar meus pensamentos nela. O aperto em meus ombros se intensificou, e eu não tive escolha em interpretar aquilo como uma ameaça, mesmo vindo dela.

Balancei a cabeça concordando, e então sinto o aperto nos ombros se afrouxar.

Notas finais
OH SHIT gente, vou confessar pra vcs, foi muito duro esconder que sou Thalico forever, e quando eu planejei esse incesto na fanfic, eu sabia que não podia revelar o ship no começo né? Muitas pessoas me perguntavam se era Thalico, mas muitas também deixaram de acompanhar quando eu não dava uma resposta e dizia que eles eram primos... FINALMENTE, chegou a hora de revelar essa zuera eterna e agora to pronta para sair dizendo que É THALICOO PORRAAAA mas vamos falar de coisa boa tbm: MUITO OBG PELOS REVIEWS DO CAPÍTULO PASSADO GENTE ❤️ Eu fiquei muito feliz, e espero que vcs continuem assim que agora a fic vai começar a dar uma animada e mil tretas estão por vir, yeah! Capítulos maiores também, graças às férias UHUL. Gostaram? Amaram? Odiaram? Falem aí embaixo galera, eu não mordo. (Ainda) djsidjdjdi Não esqueçam de comentar aqui embaixo e de favoritarem a fanfic se vcs estão gostando, quem sabe até recomendações... Queria agradecer por vcs que me acompanhar até aqui, e por darem apoio pra mim e pra fanfic. Saibam que eu só to aqui por causa de vcs, e vcs são os melhores leitores q alguém poderia ter ❤️ Xoxo, Kydd ❤️