Notas iniciais
OI MEUS AMORES ❤️ Meu deus que saudade eu tava de vcs aiiii (passou uma semana e eu to assim, me perdoem). Eu fiquei muito, muito, muito, mas tipo MUITO feliz com a quantidade de comentários do último capítulo, e também por tda a galera que apareceu e que não comentava faz tempo, e também pra galera que chegou agora ❤️ Eu to realmente muito feliz, e queria até postar um capítulo melhorzinho cheio de coisas aqui, mas esse capítulo é MUITO IMPORTANTE e temos a aparição dos irmãos Jackson Triton e Tyson HAHSSHDICNDK urrem, Triton gostoso. (Sim, Triton, do inglês mesmo, porque Tritão eu acho muito zoado, parece Tetão). Pra quem tava querendo mais boys gatos nessa fic chegou a hora, podem tarar a vonts. Dedico esse capítulo [especial :) ] a todo mundo que tá acompanhando a fic e deixando a opinião ❤️❤️ Kisses, nos vemos lá embaixo.

Da última vez que estive aqui, cometi um grande erro. Deixei as janelas abertas por alguma razão, e acordei com os primeiros raios de Sol batendo no meu rosto. Dessa vez, por algum milagre (provavelmente Percy), elas estavam fechadas, não deixando o quarto totalmente escuro, mas também sem claridade.

O ambiente estava agradável. Conseguia perfeitamente me afundar nas cobertas e no peito quente de Percy. O único detalhe, era que meu pescoço estava um pouco dolorido pela posição a qual dormi. O frio fazia-me querer ficar ainda na cama, mas lembro que por mais tentador que isso pareça, eu sumi do mapa na noite passada.

Observo o rosto de Percy adormecido ao meu lado, e seu peito nu, subindo e descendo conforme sua respiração. Minha mão está espalmada ali, na região onde existiam algumas pintas, e eu rapidamente me levanto, de forma gentil, para poder observá-lo dormindo.

Ele está literalmente desmaiado. Quero dizer, é de se esperar quando uma maratona e depois uma rodada de sexo acontecem. Embora estivesse cedo na hora em que chegamos, eu não tinha energia o suficiente para continuar o que começamos... E nem ele, que estava dormindo tão serenamente que me deixou com pena de acordá-lo.

Resolvo levantar da cama devagar, para não perturbar seu sono. É triste ter que deixar um amontoado de cobertas para sair pro clima frio fora da cama. Quando estou no chão, procuro pela minha bolsa pequena, jogada ao lado da cama. Acho meu celular, e como de esperado, dezenas de ligações de minha mãe estão no visor. Como se ela realmente não soubesse o que eu estava fazendo.

Ignoro todas as ligações perdidas com um certo aperto no coração. Eu tinha uma pequena pontada de arrependimento, mesmo que meus cinco minutos de liberdade tenham acabado. Contudo, eu não conseguia deixar de lado um novo passatempo, que seria enfrentar a minha mãe.

Observo atentamente meu reflexo no espelho próximo ao armário. Meu cabelo estava um caos. Quero dizer, a guerra civil entre nós dois jamais acabou, então ele sempre foi um caos. Minha maquiagem escura havia saído completamente dos meus olhos, talvez no momento em que lavei o rosto na noite passada, no banheiro de Percy. Estava vestindo apenas uma camisa preta sua, deixando metade de minhas coxas expostas.

Olho para seu corpo desnudo deitado na cama pela última vez, antes de andar até sua escrivaninha. Eu não posso deixar de negar que sou uma curiosa incontestável. Todas aquelas coisas espalhadas, eventualmente, pediriam por minha atenção... Consigo distinguir entre a bagunça alguns porta-retratos.

Thalia, Nico e Percy. Ou quem eu julguei que fossem as crianças de 7 anos brincando na grama em um grande jardim atrás de uma mansão. Quero dizer, a mansão não deve ser uma casa, de fato. Pelos estábulos, eu reconheceria aquilo como uma hípica... Thalia tinha uma franjinha, cortada na altura de suas sobrancelhas com os cabelos bem negros. Nico, aparentemente, era uma versão bem distinta do que eu reconheço hoje, para começar com suas roupas engomadas, incluindo um boné azul-bebê. E por fim Percy, irreconhecível com seus olhos esverdeados e os fios negros. Ele tinha um sorriso no rosto típico dele. Aquele sorriso do Percy. Algo como se significasse "você não me conhece de verdade, e nem nunca vai".

Passo para o próximo porta-retrato, onde Percy está abraçado com sua figura paterna idêntica. Eram duas cópias, apenas em idades diferentes. Poseidon, cópia mais velha que eu conheci na noite passada, está mexendo um dos braços espontaneamente, mostrando uma pequena marquinha de nascença ou queimadura no pulso. Estou prestes a vomitar quando isso lembra minha mãe.

O último porta-retrato é o que mais me retém. É uma garota. Não uma mulher, e obviamente ela não era sua mãe (por mais estranho que parecesse ele não ter fotos com sua mãe). Ela era mais nova, como se tivesse nossa idade, e o mais estranho é que estava sozinha.

Passei a observar suas características e detalhes com mais calma. Ela era ruiva, e isso era sempre a primeira impressão que eu teria dela. Seus olhos verdes estavam bem arregalados, e ela estava sorrindo de forma espontânea como se a pessoa que bateu a foto tivesse a pego de surpresa.

Franzo meu cenho, tentando lembrar se reconheço essas feições de alguns dos novos amigos da escola, porém é um borrão branco. Não julgaria serem de mesma família pelos genes divergentes que pareciam ter. Vagueio por toda a extensão e meus pensamentos desde que cheguei em Londres, até chegar a conclusão de que eu não conhecia essa garota de forma alguma.

A grande dúvida era quem ela era. A ruiva da foto. A ruiva sorridente. A ruiva bonita... Por que sim, seria muito difícil competir com uma garota bonita assim, e ainda mais alegre, com o que parecia demonstrar na foto. Seus cabelos jogados ao vento, como se ela estivesse girando, ou havia acabado de assustar-se com o click repentino da câmera fotográfica.

Seja lá quem fosse a ruiva, a foto não parecia ter sido tirada propositalmente. Estava tão espontânea que eu quase poderia sentir as emoções que a fotografia tentava repassar. Engulo em seco, tentando encontrar resposta para a garota misteriosa.

Caminho até a porta ainda com o porta-retrato nas mãos. Coloco minha cabeça para fora do corredor estrategicamente, observando se a área estava completamente limpa para que eu passasse. Lembro que Percy disse algo sobre seus pais viajarem muito, mas na noite passada eles estavam em Londres.

Caminho até a escada de cor clara, descendo calmamente e desfrutando com os olhos a casa de Percy. Eu não poderia negar que ele vivia em uma casa enorme e sofisticada. Penso como seus pais são capazes de passar o mínimo de tempo possível ali. Era uma casa muito linda para ser "deixada de lado".

Por mais que não conhecesse ao menos um centímetro quadrado do lugar, sou obrigada a vasculhar a cozinha. Passo pela sala, tendo meus pés descalços aquecidos graças o enorme tapete da cor creme. Logo, tenho que sair de cima dele quando meus olhos localizam o cômodo que procurava desde o princípio.

Na bancada centralizada na área, agarro da fruteira uma maçã em mãos. Deus, eu realmente estava faminta. Na noite passada, lembro que mal consegui comer já que o jantar foi interrompido pela briga. No fim das contas, por mais que Percy já tinha terminado a janta, ele acabou comendo outra coisa...

Afasto os pensamentos da noite passada, tendo em mente que não deveria pensar nisso. Por mais que as cenas de nós dois no carro estivessem perambulando minha mente a cada segundo, eu sempre fazia com que elas se afastassem. Eu não poderia lembrar disso. Do toque, dos beijos, da sensação de subir e descer em seus colo enquanto nossos corpos estão suados e lábios colados...

Droga, eu estava fazendo de novo! Afim de me concentrar em outra coisa – e o motivo do porquê sai do quarto de Percy – meus olhos voltam-se para o porta-retrato em mãos, com a fotografia da garota ruiva.

Eu poderia adivinhar que fora Percy quem tirou a foto. Ele não parecia do tipo que gostava de fotos, mas julgando pelas outras duas fotografias na sua estante (cujas eram apenas com pessoas importantes da sua vida, como Thalia, Nico e seu pai), com aquela garota ruiva não seria diferente.

Uma pontada de ciúmes invade meu peito. Não, não podia ser ciúmes. Eu não era do tipo que sentia ciúmes com facilidade e tornava tudo possessivo. De fato, aquele não era meu verdadeiro eu. Chacoalho a cabeça, tentando tirar a grande dúvida de quem era ela, apenas para não me preocupar.

Quando mal posso perceber, já estou olhando a foto novamente, fuzilando a garota com o olhar e decorando todos os seus traços. Desde os mais irreconhecíveis, até aqueles que definissem por completo suas características físicas.

Seria a ruiva sua namorada?

— Ela foi a "única", sabe? — escuto uma voz vinda atrás de mim, e dou um pulo no exato momento, me assustando.

Não era uma voz comum. Era diferente da de Percy, ou diferente da de Poseidon – pelo que vi ontem. Giro meu calcanhares na direção que ela veio, ou seja, logo atrás de mim, afim de acabar com o mistério e descobrir quem estava me observando.

A silhueta masculina era extremamente semelhante à Percy. O corpo musculoso e sem camisa, de braços cruzados, encostado no batente da parede. Subo meu olhar para o seu rosto, não encontrando algo muito diferente do que eu imaginava. Era uma cópia idêntica à Poseidon. Tão parecido com Percy, porém, com uma feição mais velha.

Ele tem os cabelos jogados para trás, em fios maiores que o de Percy. Entretanto, não encontro um sequer vestígio de uma barba por fazer. Seus olhos, ainda que sejam de um verde reconhecível da família Jackson, não chegavam a ser tão brilhantes como nenhum dos outros dois. Estava mais para um verde-musgo, escurecido mesmo se a luz do dia estivesse batendo fortemente pela janela.

— Como disse? — engulo em seco, abaixando a barra da blusa da Percy o mais baixo que consigo, logo quando lembro que estou vestindo apenas a camiseta.

Seus olhos repleto de escárnio e malícia recaem sobre meu corpo rapidamente, para em seguir voltar a atenção para meu rosto. Tento controlar minha expressão indiferente, mas é impossível competir com seus braços cruzados e seu corpo sem camisa encostado na parede.

— Rachel Elizabeth Dare. — a voz rouca pronuncia, sem tirar os olhos dos meus.

— Desculpe, acho que você está me confundindo com alguém... — murmuro, largando a maçã de volta na fruteira, um pouco envergonhada e desconfortável pelo cara a minha frente vestir apenas uma calça de moletom, além de estar me comendo com os olhos. — Meu nome é Annabeth Chase.

— Não... — ele ri, descruzando os braços e apontando o esquerdo em direção a minha mão, que segurava o porta-retrato. — Aquela é Rachel Elizabeth Dare. Já você, eu não sei... Mas seria um prazer imenso te conhecer melhor, loira.

Olho para o porta-retrato uma última vez, fixando o nome da ruiva em minha cabeça antes de deixá-lo sobre a bancada atrás de mim. Rachel. Eu pelo menos sabia de alguma coisa.

— O quê você quis dizer com "ela foi a única"?

— Você sabe sobre a pessoa certa? — pergunta, e eu meneio com a cabeça um "sim" para que ele continuasse. — Meu irmão se apaixonou por Rachel há algum tempo atrás. Ela era a única para ele, entende?

Arqueio a sobrancelha, ignorando deliberadamente o fato de Percy ter se apaixonado pela garota, que fez meus pulmões queimarem como se tivessem jogado um litro inteiro de álcool e depois colocassem fogo. Eu sentia meu peito queimando escandalosamente.

— Irmão?

— Triton Jackson. — ele estende sua mão em minha direção, sugerindo um aperto. Eu o faço, sentindo o toque macio e conhecido dos Jackson. Seus olhos não desgrudam dos meus durante alguns segundos, mesmo depois de termos chacoalhado as mãos. — Deus, você é linda.

— Annabeth Chase. — ignoro o fato dele ter me elogiado, percebendo como era constante os Jacksons dizerem algo a respeito do meu físico. Minha vontade era de cavar um buraco no chão e me esconder, apenas para evitar os olhares maliciosos que Triton me estendia.

— Isso eu já sei... — sussurra, maliciosamente, finalmente soltando sua mão da minha.

Eu até poderia encerrar o assunto ali e dizer que já estava de saída. Desconfortável e arrependida seriam boas palavras para descrever minhas sensações agora. Além de tudo, não era a cara de Percy acordar de conchinha logo depois de uma rodada de sexo no seu carro.

Por outro lado, meu peito continuava a queimar. Cada vez mais, começando a se espalhar por toda a região do tórax, e eu estava fervendo mais a cada minuto que passava, implorando por respostas e algo que amenizasse seja lá o que eu estivesse sentindo.

— Então... Continue sua história. Ele se apaixonou pela ruiva. O quê aconteceu depois?

Triton soltou uma risada nasal, abafando com um sorriso. Aparentemente, aquela não era a primeira vez que ele contava isso para alguém, senão, não sei o que teria de tão engraçado.

— É sério que você não sabe o que aconteceu?

— Eu não sou daqui... — engulo em seco, pronta para revirar os olhos ao escutar sua resposta.

— Eu percebi. O sotaque... — ele aponta para a própria boca, ainda com um pequeno sorriso nos lábios. — Estados Unidos?

— Precisamente, Nova York. — afirmo, contestada ao lembrar que já havia um tempo que não precisava explicar minha nacionalidade com alguém.

— Diga que não está de passagem...

Pigarreio, tentando ignorar seu olhar pelas minhas coxas descobertas. Se tinha uma coisa que eu detestava, eram caras desconhecidos achando que tinham alguma influencia sobre mim, me tratando como qualquer objeto que pudesse usar e depois jogar fora.

— Você esqueceu de me contar a história.

— Ah, sim! — contempla, fazendo gestos como se estivesse filosofando. — Bem, foi épico. Eu nunca pensei que pudesse ver Percy apaixonado. Ele amava o pesadelo ruivo.

— O quê aconteceu com ela? — pergunto, baixinho.

— Eles estavam loucamente apaixonados. Estudavam na mesma escola. E então, um dia estavam se agarrando pelos corredores, e no outro, ela havia sumido.

— Você quis dizer, terminou com ele?

— Não, ela realmente sumiu. — ele riu, provavelmente tentando lembrar dos detalhes da história. — Ela desapareceu. Não foi mais à escola. Percy ficou desesperado. Todos tentaram encontrá-la, falar com os pais. Mas eles haviam mudado de cidade, e por algum motivo, a escola não foi autorizada a dizer para onde.

Meu peito solta todo o ar abrigado em meus pulmões em um longo segundo. Era como se um peso estivesse sido descarregado em qualquer pavimento. Eu senti como se não estivesse sendo pressionada da forma como estava antes.

— E no final, porque ela partiu?

— Bem, ela não voltou até agora, então não há uma maneira de descobrir.

— Isso foi há quanto tempo?

Triton abre a boca para dar-me uma resposta precisa. No entanto, somos interrompidos por uma terceira voz, que foi adicionada na conversa. Porém, ainda sim, ela não soava nem um pouco familiar.

— Quem é ela?

Giro minha cabeça para a parede que dividia a parede da sala de jantar com a cozinha. Um outro garoto, de cabelos um poucos mais claros do que os dois irmãos, praticamente uma areia de praia e olhos verdes-azulados, idênticos ao resto da família Jackson, aparece. Ele está exatamente igual a Triton, com o peito desnudo, e várias pintinhas espalhadas pela sua pele pálida.

— Annabeth Chase — Triton faz uma reverência, gesticulando em minha direção. Abro um sorriso mínimo quando percebo que o outro garoto não havia me secado com os olhos, diferente de Triton. — E esse é Tyson.

— O outro irmão... — suponho, balançando a cabeça e Tyson assente, caminhando até a cozinha com passos calmos.

— Você não é daqui, é? — ele pergunta, ficando mais próximo da bancada em que eu estava encostada.

Controlo a vontade de revirar os olhos, apenas porque Tyson aparentava ser bem mais simpático do que Triton. E até julgando pela aparência, o irmão mais velho poderia ser facilmente descrito como um perfeito cafajeste.

— Vim de Nova York.

— Puxa! — seus olhos esverdeados se arregalam, e ele chega mais perto. — Por que você saiu de lá? Eu jamais trocaria Nova York por qualquer lugar do Reino Unido...

— Eu digo o mesmo — balanço a cabeça como um sim, com a expressão um pouco mais triste. —, mas infelizmente, meus pais se separaram.

— Que bonitinho... — Triton, que até agora havia permanecido em silêncio, exclama, em um falso tom de fofura.

Tyson vira para o irmão mais velho, ofuscando-o com os olhos, mas isso não tem nenhum efeito perante a pose machista de Triton, que insiste em permanecer assim mesmo com ambos olhares fulminantes em sua direção.

Não sinto mais o nervosismo que me cercava quando se tratava da família de Percy. Na noite passada, estava suando frio por causa do pequeno incidente que minha mãe havia causado, me colocando em uma posição um pouco difícil de lidar. Por mais que os três filhos de Poseidon Jackson fossem extremamente parecidos com eles, apenas o mais velho tinha o ar arrogante e tão narcisista quanto os outros dois.

— Vocês estavam falando sobre o pesadelo ruivo? — Tyson finalmente pergunta, quebrando o silêncio que havia se instalado em nossa conversa.

— Estávamos. Annabeth não sabia da história, ainda...

— Essa história é praticamente proibida nessa casa. — advertiu Tyson, lançando um olhar desconfiado para o irmão.

— Eu só estava curiosa. — levanto o porta-retrato na direção de Tyson, mostrando a ruiva na foto.

Ele encara a foto por alguns minutos, com uma expressão diferente de Triton que pensa na história como algo divertido. Tyson, provavelmente, tentava lembrar os prováveis meses de sofrimento de Percy quando perdeu a garota que gostava.

Barulhos começam a aproximar da cozinha, a área que estamos é preenchida por pequenos passos seguindo em nossa direção. No minuto seguinte, uma quarta voz é adicionada na nossa conversa, trazendo a atenção das três pessoas presentes no cômodo.

— Por que você não me acordou? — é Percy quem diz, com o mesmo vestuário que seus outro dois irmãos. A diferença é que ele parecia muito mais atraente assim, atraindo minha atenção mais do que os outros dois. Seus cabelos estão bagunçados e seu tórax a mostra me faz lembrar da noite passada por um breve segundo. Sei que preciso afastar os pensamentos pervertidos da minha mente, que incluem arranhar toda a extensão de suas costas definidas. Escondo o porta-retrato atrás das minhas costas a tempo de Percy não perceber o que estava segurando.

— Eu sabia... — murmura Triton, cruzando seus braços em confiança como se sua objeção estivesse certa o tempo todo.

— Você não deveria estar na faculdade? — entrevem Percy, lançando um olhar curioso em sua direção.

— Sim, eu deveria. Mas eu resolvi passar meu final de semana com a família que eu sempre amei.

— Triton, você nos odeia desde sempre. — corrigiu Tyson, atraindo os olhares para sua atenção.

— De qualquer jeito... — Percy se vira para mim, que estava quieta o tempo todo desde que ele havia chegado. — Meu pai me mandou uma mensagem. Ele diz que vão jantar no Clos Maggiore essa noite. Eu pensei que você poderia ir comigo...

Minhas bochechas tomam a coloração vermelha como tomate assim que as outras duas cabeças viram-se na minha direção, aguardando uma resposta. Os olhares são direcionados a mim de forma maliciosa. Não sei quantas garotas que Percy transou os dois já conheciam, mas estava claro que para me chamar para um jantar de família, era um prestígio.

Não sei exatamente o que dizer. Provavelmente fiquei muito tempo calada, e isso só criava mais expectativa vindo dos outros dois garotos. Abro a boca diversas vezes, e meus olhos perambulam o lugar em busca de algo para tirar minha atenção. Por fim, balanço os ombros, abrindo um sorriso de lado quando meus pulmões ardem. Eu estava tímida? Como eu sou patética!

— Tudo bem... — murmuro, tentando fingir ao máximo que não estava nem um pouco incomodada com a pressão que os garotos criaram. — Vai ser um prazer.

Notas finais
ALERTA A RACHEL FOI MENCIONADA, ALERTA. E aí, o que vocês acham que aconteceu entre esses dois? Primeiras impressões do Triton e do Tyson? Percy gatinho apareceu pouco, eu sei, masssss capítulo que vem tem jantarzinho. PRECISO COMPARTILHAR COM VCS QUE EU TO ESCREVENDO UM CAPÍTULO DE SKFALL E EU JÁ APAGUEI E ESCREVI DNV 3 VEZES TO IRRITADA, fora isso me humor tá ótimo, me perdoem ❤️ Lembrando que eu AMO A M O A M O quando vocês mandam review e respondo todos com carinho ❤️ É muito importante pra mim saber se vc gostou do capítulo, e se tem algum leitor novo, deixa um review aqui embaixo ❤️ Espero que vcs tenham gostado. Xoxo, Kydd P.S.: ALGUÉM ASSISTE GOT? GENTE TEM EPISÓDIO 2 DA 6 TEMPORADA HOJE E EU SÓ VOU VER AMANHÃ AAAAAAA. A MELISANDRE É VELHA EU ODEIO DORNE EU ODEIO DORNE EU ODEIO DORNE perdoem meu surto e não desistam de mim