Skyfall
1 Prólogo
Notas iniciais
Sim, depois de desistir de Burning Desire e anunciar que começaria a escrever Skyfall, eu vim para ficar. Literalmente.
SF é meu amorzinho, meu xodó, e eu to ))amando(( escrever jsisdjdudbd eu tenho o roteiro quase inteiro dela, (ou seja, vocês têm história por 8 meses, de acordo com meus cálculos. YEEEEY), e alguns capítulos prontos.
De início eu queria postar o 1 capitulo, mas então eu conversei com as meninas do bleh MELHOR GRUPO e elas disseram pra eu postar o prólogo, então here i ammmmm.
Nos vemos lá embaixo ❤️
Alguns acreditam que o destino é uma força misteriosa que determina os acontecimentos na vida das pessoas, incluindo vidas passadas.
De acordo com o Cristianismo, por exemplo, o destino não existe, e sim a vontade de Deus, que controla e determina os acontecimentos. Segundo a mitologia grega, o destino era determinado pelas três irmãs conhecidas como Moiras, divindades que tinham influência nos homens e nos deuses. Na Mesopotâmia, o destino do ser humano era determinado pelas estrelas. Já os Romanos, veneravam a fortuna (que poderia ser favorável ou desfavorável) e o fatum, que indicava uma decisão irresistível.
De fato, eu não era uma cristã devota, e já passei da idade de acreditar em mitologia grega e constelações. E para falar a verdade, matava a maior parte das aulas de história quando tinha 12 anos, e preferia morrer do que aguentar conversas sobre os conflitos romanos. De qualquer jeito, – e desconsiderando todas as outras opções – eu não acreditava em destino.
Depois do divórcio de meus pais, várias coisas que eu achava que eram aceitáveis, passaram a ser absurdos. Como por exemplo, o destino. Este, por um lado, nunca realmente acreditei. Não era mais do que um mero acidente, ou coincidência... Você pode tentar descobrir seu destino, mas nunca vai conseguir. Acha que conhece o seu futuro, que está a par das coisas e o vê passar. Mas não conhece. Não de verdade.
E, fazer-me mudar para Londres com meus parentes, não me fazia achar que eu nasci para viver ali. Aquela não era a minha cidade, e sim, a de minha mãe. Eu pertencia à Nova York inteiramente. Todos os ossos do meu corpo, toda ligação muscular, todas as minhas veias e artérias... E, o único motivo de não abraçar a mudança abertamente, foi toda a vida que eu deixei passar. Todos que eu larguei e realmente amava, para trás.
Eu poderia continuar com as minhas ideologias, meus conceitos de que amor verdadeiro e ligações eram puro suicídio... Se não fosse por ele. O maldito cara sexy e intimidador, que insistia em fazer-me acreditar em que tudo acontece por um motivo. Insistia em fazer-me acreditar que estar em Londres, era pura obra do destino, e eu estava ali por alguma razão.
E já não me importava mais com quaisquer evidências que fossem, que denunciassem de que me envolver com ele era masoquismo. Mesmo que todos os seus hábitos e seus mistérios dissessem para eu ficar longe, eu sempre acabaria voltando por mais. Apenas para experimentar a audácia de que era me apaixonar por ele.
Uma coisa que aprendi é que você não deve olhar para trás. O passado está morto, e enterrado. Não ganha nada viver lá. O que importa é o presente, mas ele não significa nada. É apenas uma fantasia que está me assombrando. Estou no fim do mundo, no abismo das coisas. E eu penso em largar tudo isso. Penso em cair. Mas aquilo já estava debaixo de minha pele, dentro de minhas veias, vivendo dentro de mim e não deixando-me esquecer disto.
Mas foi como ele, com seus olhos de um tom esmeralda dissimulados, mesmo disse: o perigo nunca vem pela frente, ele sempre te pega por trás.
Notas finais
Então, se vocês gostaram, comentem na caixinha aqui embaixo sua opinião. Pode ser um "nossa kydd tá uma merda, reescreve" ou "VOU ACOMPANHAR POSTA MAIS ❤️". Eu vou ficar feliz só de saber a opinião.
É isso galera, deixem seu review e favoritem a história. Ah! Não se esqueçam de clicar no quadro aqui embaixo, pra acompanhar a fanfic, assim você recebe uma notificação de quando ela foi atualizada.
Xoxo 💕
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