Notas iniciais
Olá queridíssimos leitores!!!!
Sim!!! Capitlo novo para vocês!!!!
Mas antes quero agradecer a todos os leitores maravilhosos que deixam reviews!!! Pessoal muito obrigada por não abandonarem a fic, e indiretamente não abandorem a autora aqui! Claro que eu vou agradecer também aos leitores "anonimos"(não gosto de falar assim, mas não consegui outro termo,rsrs) que continuam acompanhando a historia. E viu, podem se manifestar, aliás eu adoro quando vocês se manifestam também! rsrsrs
Bom pessoal já falei demais aqui, então vou deixar o resto para as notas finais e vou deixar vocês com o cap, né?!
Espero que gostem!

Uma semana depois, lá estava a jovem Kuchiki desembarcando no aeroporto de Karakura. Puxava a mala sem pressa, ou melhor sem vontade alguma, ao contrario de todas as vezes que voltava de viagem dos Estados Unidos. Sim, já que todas as vezes que retornava de lá chegava empolgada, pois dizia voltar da "capital dos negócios mundiais". Resumindo, Rukia adorava viajar para os Estados Unidos. Como caminhava devagar, teve pela primeira vez tempo de observar as pessoas que aguardavam o desembarque de alguém, talvez família, negócios, sei lá. A única coisa que sabia é que aquele lugar estava lotado. E em meio a tantos rostos, avistou um conhecido e não teve como fingir não vê-lo já que estava praticamente cara a cara com ele.

_ Ishida?!

_ Ku...Kuchiki-san! Como vai? – perguntou no susto, já que não a tinha visto.

_ Estou bem, mas o que faz aqui? – perguntou mesmo sabendo que era obvio que ele esperava alguém, mas a intenção dela era saber quem.


Antes que ele pudesse responder, uma voz masculina escandalosa ecoou no saguão, chamando a atenção das varias pessoas que estavam ali.

_ ISHIDA-KUN!!! Então foi você que veio me buscar. – com um chapéu de palha na cabeça e uma camisa florida, aquele homem se aproximava praticamente correndo de braços abertos na direção deles, fazendo com que Ishida se contorcesse de vergonha. _ Realmente aquele meu filho é um inútil desnaturado mesmo. – resmungava.

_ Err...seja bem vindo Kurosaki-san. – arrumava os óculos tentando esconder o rubor de sua face, enquanto o empolgado homem lhe dava vários tapas nas costas.

_ Kurosa.... – Rukia tentou pronunciar, mas estava tão atônita, que a sua voz falhou naquele instante.

_ Ishida! E quem é essa moça?? – cresceu os olhos em Rukia. _ É a sua namorada??? Porque ela é linda!!!

_ Kurosaki-san ela não é minha namorada! ....Essa é Kuchiki Rukia...

_ KUCHIKI RUKIA??!! – exclamou alto. _ Então você é a namorada daquele meu filho imprestável??? – correu os olhos pela morena. _ Enfim parece que pela primeira vez na vida aquele inútil acertou. Muito prazer eu sou Kurosaki Isshin, pai do Ichigo. – estendeu a mão na direção.


Rukia piscou varias vezes como se tentasse absorver tudo aquilo e foi só então que retribuiu o ato, apertando a mão daquele homem, que a primeira vista ela já julgava não bater bem da cabeça. _ Bem, muito...muito prazer.

_ Kurorasaki-san, nós temos que ir. – olhou para Rukia, que imediatamente entendeu o recado, de que Ichigo não tinha contado nada para seu pai.

_ Karin, Yuzu! – chamou as duas meninas que vinham com certo esforço puxando as malas. _ Venham conhecer a Rukia-chan. – as duas vieram e com enormes sorrisos em seus rostos cumprimentaram a morena, que se sentia um tanto sem graça com tudo aquilo, já que ela não era mais namorada do irmão delas. Porém não teve coragem de contar a verdade, visto a empolgação delas e do pai, que a cercavam de perguntas e elogios.


Em meio a esse conturbado encontro, Karin atende o celular do pai que já tocava a alguns instantes. _ Ah é você Ichi-nii!! Advinha quem nós encontramos aqui no aeroporto. – se afastou um pouco tentando segurar o celular, já que Yuzu tentava tirar das mãos dela.

_ As meninas estão com saudades do irmão, e eu estou voltando para cuidar melhor do meu filho. – com a expressão séria, Isshin observava a luta das filhas para falar ao celular. _ Tenho achado que ele anda um pouco desanimado depois do assalto e daquela confusão do aeroporto dos Estados Unidos. Mas sabe Rukia-chan, o que ele mais se preocupava era de como ele contaria para você. – voltou os olhos para ela, que estranhamente para ele, tinha olhos surpresos.


Com a ala de desembarque agora praticamente vazia, Shuuhei se aproximava apressado. _ Kuchiki-san, desculpe pelo atraso, o transito está horrível e...

_ Não tem problema Shuuhei. Bom, foi um prazer conhece-lo Sr. Kurosaki, mas tenho que ir agora. – se despediu daquele homem, que protagonizou mais uma daquelas cenas escandalosas e apenas acenou para as meninas que ainda falavam ao telefone.


No carro, pensava em toda aquela desagradável situação de agora a pouco. Ichigo realmente não tinha contado nada do que acontecera depois para o seu pai e suas irmãs, que acreditavam que eles ainda estavam juntos. Porém não era isso que mais a incomodava, era sim o peso enorme que tinha na consciência agora. Então toda aquela historia de assalto e de que ele havia sido dopado era verdade, assim como a historia do aeroporto. Olhou pelo vidro do carro, fitando despretensiosa a fila de carros parados devido ao caótico transito na cidade. Sentia-se mal com tudo aquilo, já que se tinha uma coisa que ela não era e também não admitia era ser injusta com alguém. E dessa vez havia sido, pois sequer deu chance para o rapaz se explicar ou contar os detalhes.



_ É velho, eu não estou brincando. – dizia o ruivo ajeitando a gravata em frente ao espelho.

_ Mas ela não disse nada e...

_ Eu sei velho, é o jeito dela. Acho que ela ficou sem jeito de falar qualquer coisa lá no aeroporto, porque vindo de você, posso até imaginar o escândalo que não deve ter sido.

_ Filho, não fale assim do seu pai. – com lagrimas nos olhos, Isshin ameaçava pular em cima do filho.

_ Deixa pra lá velho e deixa que depois eu falo com as meninas. – pegou a chave do carro e saiu pela porta acenando para seu pai.


Desceu do elevador e caminhava a passos lentos em direção ao seu esportivo azul, girando o chaveiro em um dos dedos. Porém quando avistou o veiculo, avistou também uma figura pequena de vestes claras encostada nele. Uniu as sobrancelhas e diminuiu ainda mais os passos.

_ O que faz aqui Rukia?

_ Eu vim falar com você. Eu liguei agora a pouco e seu pai disse que você já tinha descido. Então resolvi esperar aqui. – cruzou os braços e continuou encostada no carro.

_ Tá, pode falar então. – o tom seco da voz tentava disfarçar a surpresa por encontra-la ali.

_ Ichigo, eu fui injusta com você naquele dia que nós....você sabe. – fez uma pausa, respirando profundamente antes de continuar. _ Bom, eu deveria ter pelo menos ouvido o que você tinha para me dizer antes de tomar conclusões, que agora eu vejo que foram equivocadas e...

_ Está me dizendo está arrependida por não ter acreditado em tudo que eu disse aquele dia?

_ Eu não disse tudo e eu não disse que estou arrependida. Eu apenas não quero carregar esse fardo de ter agido injustamente com alguém, já que seu pai confirmou algumas coisas que você disse naquele dia. – fez mais uma pausa. _ Porém isso não muda nada.

_ Era isso que você queria me dizer?

_ É, era sim.

_ Tá, eu já ouvi e agora eu preciso trabalhar. – ríspido, desviou o olhar que até o momento estava sobre ela e avançou em direção ao carro.


Quase explodindo por dentro, devido ao aparente desdém do ruivo, Rukia apenas lhe deu as costas e saiu caminhando. Era só aquilo que tinha para falar e já tinha falado. Estava claro que ele se sentia vitorioso e ela não iria passar por cima do seu orgulho para tentar se justificar mais.

_ Ah Rukia! – chamou a morena que já estava a alguns passos de distancia. _ Eu também tenho uma coisa para te falar.

_ Olha Ichigo, eu não estou afim de conversar você. – respondeu sem se dar ao trabalho de virar de frente para ele.

_ Eu também não quero conversar com você nanica. Eu só que falar uma coisa. – Rukia bufou e continuou de costas. _ Eu amo você! Era só isso que eu tinha pra de dizer. – baixou os olhos sentindo o corpo tremulo, parecia ter tirado algo que estava preso em seu peito.


Rukia começou a virar seu corpo em câmera lenta na direção do ruivo. Seus ouvidos tinham plena certeza do que tinha acabado de ouvir, porem seu coração custava a acreditar. Num impulso moveu seu corpo na direção dele e o surpreendeu agarrando pelo colarinho de sua camisa, fazendo com que ficassem cara a cara.

_ Porque? Porque me disse isso? Porque esperou que eu estivesse indo embora para dizer isso? – questionava um pouco exaltada.

_ Porque? Porque você sequer se virou para que eu te falasse na sua cara, sua nanica orgulhosa e... – as palavra exaltadas proferidas por ele foram caladas pelos lábios quentes da morena, que se chocaram com tudo nos dele. Se separaram e pela primeira vez se olharam nos olhos de novo. _ Eu achei que você fosse me bater, sabia? – debochou, soltando a mão dela ainda segura em sua camisa e a puxando para um saudoso abraço.

_ A intenção era essa, mas....

_ Preferiu me beijar, não é?

_ Preferi e ainda prefiro te beijar. – passou os braços pelo pescoço dele o trazendo para perto de si, fazendo seus lábios se tocarem devagar e sem pressa.


Começaram um beijo carinhoso e demorado. Ichigo envolvia aquele pequeno corpo como senão quisesse mais solta-lo, e na verdade não queria. Senti-la ali junto dele novamente não o fazia pensar em mais nada. Nem no que acabara de falar, pois não havia sido algo forçado ou com outras intenções como das outras tantas vezes que dissera isso a uma mulher. Dessa vez sentia a necessidade de falar, sentia a necessidade de que ela soubesse de seus sentimentos. Sentimento esse que o fez entender o que era sofrer nesses dias que passaram, mas que agora, ali junto dela o fez sentir o que é realmente o amor. Separam os lábios devagar e mais uma vez os seus olhos se encontraram. Rukia parecia perdida com a intensidade daqueles olhos castanhos nos dela. Eram puros e transmitiam uma serenidade tão profunda, que seu coração apagara de vez qualquer duvida sobre as palavras ditas por ele. Alguém que a olhava daquela forma como Ichigo olhava naquele momento não tinha como mentir sobre seus sentimentos.

_ Me desculpe por remexer no seu passado. Eu não tinha esse direito. – o tom pesaroso na voz remetia o quanto estava arrependido. _ Mas sabe Rukia, a cada vez que eu lia aquele dossiê sobre você, eu passava a te admirar mais, a te desejar mais, a te querer mais. –Rukia arregalou os olhos surpresa, como admirar alguém com um passado daqueles, pensou ela. _ Eu pude ver o quanto você é forte. Não é para qualquer um passar por tantas situações como você passou em tão pouco tempo e não surtar.

_ Ichigo eu... – teve os labios calados por dos dedos dele.

_ Calma, deixa eu terminar primeiro. Foi então que eu tive certeza que era uma mulher forte e determinada assim que eu realmente procurava. – sorriu e enquanto Rukia escutava boquiaberta cada palavra dita por ele, que podia jurar estar vendo os olhos dela mareados naquele momento. _ E claro, linda, charmosa, gostosa....mas isso eu nem levei em consideração. – riu debochado recebendo um leve tapinha no ombro.

_ Pronto, você conseguiu quebrar o clima. Estava perfeito demais mesmo. – sorriu um pouco desconcertada, enquanto o ruivo parecia se divertir com a expressão dela.

_ Agora vem. – puxou uma das mãos dela. _ Vou te apresentar para o velho e para as meninas.

_ Ichigo, eu tenho que trabalhar e eu já conheci o seu pai e as suas irmãs ontem.

_ Eu sei mas ontem, nós não estávamos....bem como eu devo dizer... – pensou por um instante enquanto a conduzia pela mão sob protestos. _ Sei lá, só me deixa fazer do jeito que todo namorado faz quando vai apresentar sua namorada pra família, ok?



Alguns dias se passaram e Rukia e Matsumoto voltavam conversando do almoço indo em direção a sala da morena e era notável a mudança no comportamento dela. Estava mais alegre, seu semblante vivaz, pelo menos era o que pensava naquele momento a amiga Matsumoto, que não pode deixar de soltar seus comentários, que mesmo picantes e tendenciosos, não tiraram o bom humor da pequena Kuchiki.

_ Então Rukia, você vai mesmo amanhã lá para casa do lago com o Ichigo?

_ Nós vamos sim. – disse se sentando a sua mesa. _ Sabe, acho que precisamos de um tempo só pra nós agora.

_ Um final de semana inteiro só pra vocês? Tipo, vai ser uma "lua de mel"? – sorriu maliciosamente bem empolgada.

_ Pelo menos é a minha intenção. – devolveu o mesmo sorriso malicioso, enquanto a amiga festejava como uma cheerleader. _ Nós vamos amanhã a tarde juntos.

_ Rukia....você gosta mesmo dele, não é?

_ Sabe Matsumoto. – suspirou longamente. _ Desde aquela vez, eu achei que não conseguiria mais amar ninguém. Mas o Ichigo mudou tudo isso em mim, ele me fez lembrar novamente do amor.

_ Você deveria ver a sua cara de boba. – rui e enquanto Rukia fechava a cara. _ Mas mudando de assunto e não me leve a mal por favor, mas é que eu tenho notado algo diferente nos olhares que o Aizen dá pra você ultimamente. Não sei se é impressão minha, mas aquele dia na boate eu achei que ele tivesse tentado te beijar.

_ Você viu? – a loira assentiu. _Achei que fosse só coisa da minha cabeça, mas quando o Grimmjow me disse a mesma coisa que você, eu...

_ Ah não! Kuchiki Rukia! – exaltou-se levantando o tom de voz. _ Lá vem você falar desse cara de novo! Quando é que você vai tomar vergonha na cara??

_ Calma Matsumoto, nós só conversamos...pelo menos nesse dia e ele teve a mesma impressão que você e... – ela cortou as palavras por ter sua atenção chamada por uma figura parada estática na porta de sua sala. _Hinamori, o que faz aí?

_ Hinamori-chan, você está aí? – perguntou Matsumoto, virando-se para a aquela pequena figura.

_ Me...me desculpe Rukia-chan, eu bati antes de entrar mas como ninguém respondeu eu resolvi entrar. – apertava algumas pastas contra o próprio peito. _ Me desculpe se eu interrompi a conversa de vocês. – abaixou a cabeça, sendo observada pelos olhares confusos das outras duas.

_ Tudo bem Hinamori, não era nenhum segredo o que falávamos mesmo. – estendeu a mão para pegar as pastas de sua secretária. _ E foi até bom que tenha vindo, pois eu preciso que desmarque os meus compromissos para amanhã a tarde.



Naquela mesma noite Grimmjow adentrava a mansão de Aizen parecendo ansioso. A passos rápidos, passou por Ulquiorra jogando um pacote em suas mãos e seguiu em direção a escada.

_ Pega aí.

_ Porque não entrega isso direto para o Aizen-san?

_ Ué, você não é tesoureiro do dinheiro sujo que nós trazemos? – parou no meio da escadaria e o encarou.

_ O Aizen-san quer falar com você. – disse um pouco hesitante. _ Grimmjow...

_ Ótimo! Porque eu quero mesmo falar com ele. – lhe deu as costas e continuou a subir os degraus. Para Grimmjow aquele teria sido o ultimo trabalho que realizou para Aizen. Sem dúvidas pediria para sair. Não pelo salário ou pelo trabalho em si, já que julgava ser a única coisa que sabia fazer de melhor. Mas sim porque já se tornara insuportável tais atitudes de Aizen para conseguir o que queria, mas especificamente Rukia. E porque também precisava se afastar. Precisava se afastar daquela que mexia com seus sentimentos de maneira avassaladora. Não era típico dele fugir, mas nesse caso essa tinha sido a única alternativa que encontrara para superar um conflito que travava consigo mesmo.


Grimmjow adentrou a sala determinado. Não daria maiores explicações, alias não explicaria nada. _ Aizen-san eu preciso.... – teve a fala interrompida por um golpe que lhe acertara fortemente a face. Sem pensar ou se quer olhar quem foi, partiu para cima do homem que lhe acertou, o golpeando duas vezes, fazendo com que esse se chocasse com a parede. _ Nnoitra, seu desgraçado! – grunhiu enquanto desferia mais socos furiosos no rosto dele. Só foi contido por dois braços fortes que o seguraram por trás, o tirando de cima do outro,

_ Calma aí....gatinho! – disse a voz grave e rude enquanto imobilizava os seus braços.

_ Me solta Yammy, filho da puta! – esbravejou. _ Eu vou arrebentar esse magricelo...

_ Acalme-se Grimmjow. – a voz tipicamente branda chamou a sua atenção, fazendo com que ele se virasse lentamente na direção daquele homem de olhar calmo sentando a mesa.

_ O que está acontecendo aqui, Aizen-san?

_ Antes de lhe explicar, preciso que você saiba de algumas coisas. – nesse momento Nnoitra antes largado num dos cantos, aproveita-se de que Grimmjow está seguro por Yammy, avança e começa a desferir vários socos contra o corpo do azulado. _ Já chega Nnoitra. – interrompeu Aizen só depois de ver que as pernas daquele homem antes tão irado bambearam. _ Solte-o Yammy. – assim que o fez, Grimmjow foi ao chão de joelhos gemendo baixo com ambas as mãos na altura do abdome. _ Sabe Grimmjow, embora você seja o segundo mais novo entre os meus subordinados, eu sempre achei que você me passava uma certa segurança, diferente de uns e outros. – correu os olhos sobre Nnoitra. _ Por isso deixei que você trabalhasse sempre com Ulquiorra, cuidando dos assuntos mais importantes para mim. – levantou-se e começou a caminhar lentamente na direção dele. _ E você sabe o que eu quero dizer com assuntos importantes ou melhor de quem eu estou falando.


Os olhos de Grimmjow que antes expressavam dor, agora se arregalaram ao fitar aquele homem parado bem a sua frente.

_ Quando me disseram que o seu nome foi ouvido em uma conversa "dela" hoje, eu achei estranho, mas resolvi relevar. Porém quando Nnoitra, me contou o que viu com todos os detalhes a alguns dias atrás..... – cerrou os punhos e estreitou os olhos. _ Me diga Grimmjow.....ACHA QUE EU SOU IDIOTA??? COMO PÔDE TOCAR NAQUILO QUE É MEU!!! – esbravejou segurando o rosto de azulado com uma das mãos.


Um sorriso sínico brotou na face de Grimmjow. _ Ela não é minha e muito menos sua...ainda não percebeu isso? — disse sem se importar que rosto fosse quase esmagado pela força de Aizen.


Nesse momento Ulquiorra entra na sala e mesmo espantado com aquela cena, apenas se encosta num dos cantos e observa toda a fúria que Aizen tinha nos olhos. Já havia visto sua ira por outras vezes, mas nada comparado com que estava vendo agora.

_ Levem esse inútil daqui! – empurrou do azulado com violência. _ Nnoitra, quero que garanta "algo" lento para ele antes do fim, você Yammy, apenas use toda a sua força. E você Ulquiorra, garanta que esses dois façam da maneira que eu estou mandando. – virou-se de costas e fez um sinal para que eles saíssem.


Assim que escutou a porta atrás de si se fechar, socou a mesa com os punhos fechados com toda força. _Porque???....Porque tinha que ser assim.....Rukia...

Notas finais
E então pessoal???
Cut no começo e tenso no final??? Pelo menos eu achei...mas como opinião de autora não vale, eu quero a opinião de vocês!
Gente, me desculpe pois até agora não consegui responder aos reviews de vocês. Mas é que com a historia no fim, estou tentando me dedicar ao maximo para sair algo que vocês mereçam. Mas prometo que vou responder a todos.
E por falar em final, acredito que o proximo seja o ultimo. Não escrevi ainda, mas pelos meus planos vai ser sim. o maximo que pode acontecer é da minha mente trabalhar demais e eu ter que dividir o cap final em dois. Mas, nada definido ainda.
Bjokas!!!