Sin City
10 Atos impensados, consequencias desastrosas.
Notas iniciais
Antes de comentar sobre o capitulo de hoje, gostaria de dizer que estou muito feliz pois a fic recebeu sua segunda recomendação!!!! Muito obrigada a Fe Neac !! E claro muito obrigada a todos que enviaram seus maravilhos reviews! Respondi cada um (adoro isso!!) com todo gosto.
Agora sim, capitulo de hoje, acho que vocês irão amar a autora pelo inicio, Hot!! Yes!! rsrs...Mas irão me odiar no final...
Então boa leitura!
Depois de ouvir aquelas tentadoras palavras, é claro que o ruivo não pensou duas vezes, segurou logo uma das mãos da morena e a conduziu para fora da boate. Seguiram para o apartamento de Rukia, claro que só depois de uns bons e quentes amassos no carro. Que não pararam ali. Chegaram ao apartamento e com certa dificuldade ela consegue abir a porta ainda aos beijos com o rapaz. Tão envolvidos por aquele incontrolavel desejo, foram se agarrando até chegar ao quarto esbarando e derrubando varias coisas pelo chão. Agora já dentro daquelas quatro paredes e de portas fechadas, as pequenas e rápidas mãos da baixinha abriam a camisa do rapaz, deixando a mostra um belo peitoal trabalhado que foram logo explorados por aquelas mesmas mãos. Ele por sua vez, depois de já ter aberto o ziper daquele vestido vermelho que ela trajava, começou a descer alças finas da peça, revelando a lingerie preta sem alças que ela usava e com muita gana, acariciou os seios dela ainda sob a peça. Ao sentir o toque das mãos dele sobre si, a morena ousadamente desceu suas mãos pelo corpo dele, tocando sue membro já bem rijo ainda coberto pela calça, arrancando um gemido do rapaz. Ainda não satisfeita, desabotou a tal calça que foi rápido ao chão e correu novamente as mãos sobre os local, agora coberto somente por uma boxer. Ichigo parecia entorpecido pelas caricias e livrou-se logo do vestido e do soutien que ela usava e se deitou na cama trazendo aquele corpo feminino que tanto desejava junto de si. Aproveitou-se do fato dela estar por cima para acaricia-la por inteiro enquanto deslizava sua lingua por seus seios desnudos antes de chupá-los com vontade. Nesse momento ela gemeu alto e roçou com mais força sua intimidade ao falo dele. O olhava com desejo e a cada caricia que ele proferia em si, seu corpo ardia de vontade de tê-lo.
Com suas respirações descompassadas e seus olhos inebriados de luxúria, seus corpos notavelmente excitados pediam, ou melhor clamavam um pelo outro. E tomados pelos mais puros e insanos desejos carnais, livraram-se das unicas peças de roupa que ainda usavam e enquanto seus olhos ainda continuavam magnetizados uns nos outros, uniam seus corpos bem devagar. A morena deslizava sua intimidade sobre o membro dele que a penetrava sem pressa. E essa prazeroza união apenas fez com que aquele desejo que queimava em ambos ardesse ainda mais. Ela começou movimentando seu corpo devagar, subindo e descendo pela ereção dele, que gemia baixo a cada vez que ela descia. Ele por sua vez a segurou pela cintura, e sem se separarem, virou-se ficando agora por cima dela. De joelhos, puxou o quadril dela para si enquanto a mantinha segura pela cintura, começando movimentos fortes e rápidos. A pequena de olhos violaceos deliravam quando o sentia dentro de si e a medida que ele investia cada vez mais forte sentia seu corpo estremecer até não aguentar mais e alcançar seu ápice, enquanto ele despejava todo seu prazer dentro dela.
Ofegantes e com seus corações disparados, se separaram e repousaram seus agora cansados corpos na espaçosa cama. Ele afagava os cabelos negros e bagunçados dela, enquanto ela se aconchegava junto ao corpo quente dele. E permaneceram assim por alguns instantes, no mais profundo silencio. E não que faltasse vontade de falar, pois ambos tinham e muita, só não sabiam que palavras usar naquele momento. Momento esse que fora desejado e cobiçado por ambos, talvez desde a primeira vez em que se viram.
_ Que tal um banho? — propos a morena se levantando e puxando o lençol para cobrir o corpo.
_ Seria ótimo. — concordou o ruivo, que se levantou sem se importar com sua nudez e seguiu para o banheiro, esbarrando antes em uma pilha de caixas. _ Ei Rukia, o que são essas caixas aqui no seu quarto?
_ São minhas coisas. — respondeu para o ruivo que olhava ao seu redor e só agora notava que no local havia somente a cama em seu lugar e as demais coisas estavam em grandes caixas. _ Vou reformar o apartamento. — respondeu jogando uma toalha para o peladão parado bem no meio do seu quarto.
_ E você vai ficar aonde até a reforma terminar?
_ Ainda não sei. A Matsumoto ofereceu a casa dela, mas acho que não vou aceitar. Não me sentiria a vontade tirando a privacidade dela, principalmente quando o Gin vai visitá-la.
_ Você pode ficar no meu apartamento se quiser. — disse sorrindo de canto se aproximando dela.
_ Há...muito engraçado Sr. Kurosaki... — maneava a cabeça negativamente desaprovando a tal ideia.
_ O que? Não acha que seria bom, repetirmos a dose de hoje todos os dias? — disse sugestivo, beijando logo em seguida o pescoço da morena que se arrepiou instantaneamente.
Rukia apenas forçou um sorriso lhe dando as costas e seguindo para o banho. Uma proposta tentadora? Com certeza, ainda mais pelo fato de repetirem o que fizeram essa noite todos dias ou melhor quando quisessem. Só de pensar ela sentia seu corpo queimar novamente. Mas tinha que se acalmar, primeiro porque ambos não estavam em condições de propor nada naquela noite, segundo ele com certeza nem se lembraria na manhã seguinte e por ultimo aceitar tal proposta estava realmente longe dos seus planos. Depois do demorado banho, rumaram para a cama, se aconchegando entre os lençois. Mas antes que pegassem no sono, um sentimento estranho atormentava suas mentes, que tentava encontrar uma resposta para complicadas questões: até que ponto aquele encontro havia mexido com eles? E o que seria dali em diante?
Passava das nove da manhã, e um certo ruivo se esforçava para abrir os olhos ainda pesados de sono. Assim que conseguiu, olhou ao seu lado e não havia ninguem, somente o travesseiro e os lençóis bangunçados. Remexeu nos cabelos enquanto pegava uma toalha e seguia para o banheiro, dando uma boa olhada em si quando passou pelo espelho do local. Estava com olheiras, claro devido a noite mal dormida e a bebedeira. Nem se importou, ja que havia passado uma noite maravilhosa ao lado de uma mulher incrivel. De banho tomado e já trocado, rumou para a cozinha, passando por varias caixas espalhadas e por uma mesa muito bem servida. Chegando lá, se deparou com Hanatarou e Hisagi, o primeiro lavava a louça sobre a pia e o segundo lia o jornal sentado tranquilamente em uma banqueta.
_ Bom dia. — pronunciou o ruivo, assustando as duas figuras ali presentes.
_ Bom dia Kurosaki-san. — respondeu formal o motorista e segurança de Rukia.
_ Ichigo-kun! Bom dia! — cumprimentou entusiasmado o rapaz franzino. _ Rukia -san pediu para que lhe servisse o café da manhã assim que acordasse.
_ Obrigado, acho que eu passei pela mesa e...
_ Ah, que bom Ichigo-kun!. — disse Hanatarou interrompendo o rapaz. _ Ela também deixou Hisagi a sua disposição, para leva-lo onde quiser quando terminasse.
_ Er..obrigado. — respondeu ainda um pouco confuso. _ Então, acho que vou tomar café. — seguiu para aquela mesa farta e se serviu com um pouco de tudo. Se sentia estranho, aquilo tudo lhe parecia familiar, como um Dejavú.
Quando terminava seu suco de laranja, sua mente deu um estalo, que quase o fez engasgar com o liquido. Espera, o que era tudo aquilo? Acordar sozinho, depois o café da manhã e o motorista a disposição para leva-lo onde quisesse? Isso parecia lhe soar familiar em todas as vezes que dormia com alguem e depois queria..... dispensá-la?! Levantou-se com tudo, foi até a cozinha agradeceu rápido os dois homens, que se quer tiveram tempo de questioná-lo e saiu do apartamento da morena já falando ao celular. Assim que desceu, um táxi já o aguardava e rapidamente ele adentrou o carro e fechou a porta com tudo.
_ E aí meu amigo Kurosaki?! Como estão as coisas? — com seu tipico sorriso largo, Hirako o cumprimentava.
_ Yo, Hirako. — respondeu rispido e seco.
_ Vixe, tô vendo que não andam tão bem. Aconteceu alguma coisa? — fitou o ruivo pelo retrovisor que mantinha a cara amarrada e nada respondeu. Hum...Ahhh não! Não vai me dizer que você levou outro fora?? — praticamente berrava ao falar, já em meio aos risos.
_ Hirako, não estou afim de papo tá legal? Então só dirige. — respondeu irritado gesticulando com a mão para que o taxista seguisse em frente.
_ Kurosaki Ichigo o Sr. "Rei dos foras"!!! — gargalhava enquanto ele protestava e xingava o taxista de tudo que era nome. Seu ataque de fúria só foi disperso pelo seu celular que tocava.
_ Yo, Ichigo!! — Era Renji que o cumprimentava animadamente. _ Cara você foi embora cedo ontem, e sequer se despidiu do seu amigo aqui, que falta de consideração. — Em tom de deboche continuava falando enquanto o jovem Kurosaki escutava tudo aquilo entediado.
_ Foi mal Renji.
_ Tudo bem vai. Mas agora me fala, onde conheceu aquele coisinha gostosa que estava com você?? Transou com ela??? — Falava com uma euforia de quem tinha tomado dois litros de energético e para seu desespero, o ruivo nada respondia. Vai, responde logo....transou ou não transou??
_ Não é da sua conta Renji.
_ Levou um fora! — gargalhou alto do outro lado da linha, tão alto que Hirako sempre atento não pode deixar de ouvir e repetir o mesmo gesto.
Irritadissimo, ao ponto de querer jogar o celular pela janela ou saltar do carro ali mesmo em movimento, berrou com os dois. _ JÁ CHEGA! Hirako, mudança no caminho, vamos para outro lugar. — desligou o celular e cruzando os braços. _ Vamos resolver isso agora.
Recém saída de uma reunião, acho que a enézima naquele mês, a jovem empresária seguia calmamente para sua sala. Cansada e com sono, ela não tinha como negar, porém se sentia estranhamente "feliz", se é que assim podia-se chamar aquele sentimento esquisito que sentia. Se aproximou da mesa de sua secretária, que lhe recebeu com um terno sorriso.
_ Algum recado para mim, Honamori?
_ Sim, o Sr. Kurosaki Ichigo já te ligou duas vezes. E...ele parecia um tanto alterado.
_ Obrigada Hinamori, vou ligar para ele da minha sala e dep.... — como se tivesse brotado do chão e sem que nenhuma delas percebesse sua chegada, o certo ruivo da conversa, a segura pelo braço e a puxa em direção a sala.
_ É nós precisamos conversar. — fechou a porta atrás de si e encarou a pequena, que também o olhava com certo espanto.
_ O que aconteceu Ichigo? Está tudo bem? — perguntou um pouco receiosa.
_ Oh, claro! Está tuuuudo ótimo. — com certo sarcásmo nas palavras ele continuou. _ Nós tivemos uma noite ótima não foi? — perguntou e ela mesmo sem entender gesticulava positivamente com a cabeça. _ Pois é então me responde uma coisa... o que foi isso hoje?? É assim que você dispensa os homens com quem passa a noite?? — agora visivelmente irritado cruzava os braços e pernamecia estático a frente dela.
_ Do que você está falando Ichigo? — pronunciou pausadamente, encarando o enfurecido a sua frente.
_ Bom, deixa eu refrescar a sua memória então... — começou a caminhar lentamente pela sala. _ Nós saímos a noite passada e terminamos no seu apartamento, e lá você sabe muito bem o que aconteceu. Bom até aí tudo bem né?- encarou a morena e escutava tudo atentamente. _ Só que olha só, eu Kurosaki Ichigo acordo na manhã seguinte sozinho naquela porcaria de cama, vou até a cozinha e encontro dois de seus empregados, o copeiro e o motorista. Um deles me diz que você pediu para que servisse o café da manhã e que assim que eu terminasse, o seu motorista me deixaria qualquer lugar, onde um quisesse. — parou de frente a ela e a encarou. _ Agora me responde Rukia, pra que isso? Se queria me dar o fora, me dispensar era mais facil chegar e falar. — ela nesse momento tentou se pronunciar, mas foi impedida por ele. _ O que você acha que eu sou? Um qualquer que você usa, se satisfaz e dispensa assim?? — despejou todo seu orgulho masculino ferido em volto a uma certa fúria pelo sentimento de rejeição.
_ Terminou? — perguntou ela que calmamente sentava-se num dos cantos da sua mesa. _ Olha Ichigo, eu te peço desculpas se eu não pude ficar, mas eu comentei ontem sobre uma reunião logo cedo hoje. Mas tudo bem, não vou te culpar por não se lembrar. Agora, eu pedi sim para o Hanatarou preparar o café para você, achei que seria o minimo. — continuava falando calmamente e até um tanto preocupada, sob os olhares fuzilantes do homem a sua frente. _ Agora o motorista...você esqueceu que estava a pé? Fomos no meu carro ontem, então deixei o Shuuhei a disposição também e vim trabalhar com o meu carro. Me desculpe se talvez isso não tenha te agradado. — o tom sereno e calmo das palavras proferidas por ela assustaram um pouco o ruivo que agora já a encarava não mais com furia ou raiva mas sim preocupação.
_ Olha Rukia...eu..
_ Você disse algo como dispensar?? Quem em sã consciencia dispensaria alguem dessa forma?? — o olhou e nem precisou de uma resposta falada, pois a expressão dele já havia respondido quem. _ Ah, não...- meneava a cabeça negativamente inconformada levando uma das mãos a face. _ Kurosaki Ichigo, por um momento, por um unico momento eu achei que tivesse me enganado a seu respeito, mas não....você é exatamente do jeito que eu sempre pensei que fosse. — se levantou e sem encara-lo proferiu tais palavras.
_ Rukia...foi um mal entendido, eu entendi tudo errado e....- tentava inutilmente concertar a merda que tinha feito.
_ Vai embora, por favor. — ainda fitando o chão, tentava forçadamente controlar sua voz e sua revolta.
Antes que ela tornasse a repetir, o barulho da porta se fechando com certa indelicadeza, indicava que aquele homem havia ido embora. A pequena engoliu seco. Estava explodindo por dentro. E não sabia explicar quais dos sentimentos era o mais devastador. Sentia raiva por ele achar que ela seria capaz de dispensá-lo daquela forma, não só ele mas qualquer outro. Sentia mais raiva ainda por ele achar que ela só o usou para satisfazer-se, sem sentimento. Sentia-se tola, por acreditar que por trás daquela mascara, existia uma homem com sentimentos verdadeiros.
Idiota, idiota, tapado...esses eram só alguns dos nomes que Ichigo insistia em se auto-intitular. Xingava-se mentalmente. Como poderia ser tão burro, mas tão burro ao ponto de sair "cuspindo" aquilo tudo em cima dela, nem se deu ao trabalho de pensar que tudo aquilo, poderia ser algo bom e que ela só estaria pensado em deixa-lo confortavel. Pragueja a si mesmo, pois no final das contas acabou sendo traído pelos seus próprios atos.
Notas finais
Sei querem me matar,ou melhor vão me matar!! obvio...Mas antes disso, como meu último pedido, deixem seus reviews e deem um tempo para que eu leia, pelo menos assim eu morro feliz....rsrs *autora lesada*
Bjokas
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