Notas iniciais
Foi muito difícil colocar ele na minha fanfic. Não gosto dele e-e

Com Laxus fora da empresa, Ângela pôde ir para a seção onde ficava o anima sem problemas. Já havia pensado em tudo e por isso precisava da ajuda dos empregados de Laxus. Com alguns milhares de dólares, o que não era nada para ela, conseguiu subornar todos os que trabalhavam na máquina. Precisava se apressar ou as coisas só piorariam entre Laxus e Freed.

A seqüência de iniciamento já estava programada. Observava todas as ações dos empregados de braços cruzados na sala de observação. Ostentava um sorriso maldoso que ficou ainda maior quando a máquina gigante começou a funcionar.

Barulhos altos podiam ser ouvidos, enquanto uma luz forte começou a ser formar na sala, de forma que a mulher teve de levar a mão no rosto para proteger seus olhos. Tudo durou poucos segundos. O barulho começou a diminuir assim como a luz e logo uma figura desconhecida podia ser vista numa das pontas da máquina.

Desnorteado, o homem que surgira levara a mão a cabeça, estando caído no chão. Com dificuldade se levantou, não reconhecendo o lugar onde estava. Viu os funcionários andarem para trás receosos o que o deixou ainda mais confuso.

- Olá Bickslow. – Ângela se apressara, já entrando na sala.

- Quem é você e onde estou? – assim como Laxus, Bickslow era bem direto em suas palavras quando queria.

Ângela sorriu. Bickslow era muito diferente de Laxus, a começar por suas roupas. Mas seu comportamento era bem parecido. Olhou o homem da cabeça aos pés ainda sorrindo. Pouco importava se ele até mesmo mataria Freed. O importante é fazer o menor sumir daquele mundo e da cabeça de Laxus.

- Meu nome é Ângela Mason. Eu lhe trouxe para um mundo diferente do seu para que salvasse Freed Justine.

Ao ouvir o nome do menor, Bickslow arregalou os olhos, reação que a mulher não pôde ver já que o homem tinha os olhos vendados. Deixou seus ombros caírem ficando um pouco menos irritado.

- Freed? Onde ele está? O que aconteceu com ele?

- Fique calmo. – Ângela queria gargalhar de alegria vendo a preocupação do outro com Freed. Aquele plano era perfeito. – Irei lhe explicar tudo, mas preciso que venha comigo. Não vai ser nada bom se Laxus nos encontrar aqui.

A mulher lhe deu as costas e começou a caminhar para que o homem a seguisse. Bickslow ficou ainda mais confuso quando ela citou o nome de Laxus e mesmo desconfiado resolveu seguí-la.

Em silêncio, ambos caminharam pela empresa, recebendo olhares assustados de todos os funcionários que os viam. Bickslow estava atento a qualquer ataque, mas já percebera que havia algo de errado com a magia naquele mundo. Ele não a sentia.

Caminharam por diversos corredores até saírem em uma das várias entradas da empresa. O carro de Ângela já os esperava e fazendo o sinal para o segurança que subornava a mulher entrou no carro, chamando Bickslow para entrar. O motorista ligou o motor, partindo em alta velocidade para o local designado por Ângela anteriormente.