Should Have Asked For Directions

9 Capítulo 8: Junho - Verão antes do Terceiro Ano


Notas iniciais
Oi (:

Volta! Volta! Eles tem donuts!

“Isso não tem graça mais,” Rachel fechou a cara. “Estamos dirigindo há séculos.”

A risada que constantemente saía de Quinn ameaçava acabar com ela. Uma Rachel Berry com os olhos vendados parecia ter se tornado uma de suas coisas favoritas no mundo inteiro.

“Eu sinto discordar. Acho que tem muita graça.”

“Você está fazendo de novo.”

“Fazendo o que?”

“Brincando comigo,” ela se enfureceu.

“Mas, mas você é o meu brinquedo favorito,” Quinn choramingou com um sorriso que ela estava muito agradecida por Rachel não conseguir ver.

“Considere-se solteira, Srta. Fabray,” Rachel rosnou.

“O quê! Solteira? E no nosso primeiro encontro? Não!”

“Sim. Espero que fique solteira para sempre. Espero que você me mande cartas do Clube dos Corações Solitários quando tiver oitenta e cinco anos e tiver apenas beleza porque você perdeu a consciência.”

“Ouch,” Quinn falou. “Você acha que sou bonita.”

“Não foi isso, não foi isso que eu disse.”

“Você acha que eu vou ter oitenta e cinco anos e ainda vou estar bonita, Rachel,” ela constatou. “Essa é a coisa mais doce que você já me disse.”

Rachel grunhiu e deslizou para ficar mais perto da porta da caminhonete. O assento de couro rangeu por baixo dela.

“Pra onde está indo?” Quinn riu.

“Planejar minha fuga.”

“Passageiros devem manter as mãos e os braços e as cabeças de diva dentro do veículo em movimento o tempo todo,” Quinn ordenou.

Rachel gargalhou.

“Diva? Veja se vai conseguir alguma coisa essa noite,” ela grunhiu.

Conseguir alguma coisa?

A atenção do Quinn chicoteou para a sua direita, levando o volante junto com ela. Elas atingiram o trecho de cascalho no limite da estrada pavimentada rapidamente e a caminhonete balançou fora de controle.

“Oh merda!” Quinn gritou e tentou voltar para a esquerda.

“O que está acontecendo?” Rachel guinchou. “Se você me matar no nosso primeiro encontro, eu juro por Moisés!” Rachel lamentou por baixo de sua venda e esticou suas mãos para o teto da cabine, a caminhonete balançando e chacoalhando embaixo delas. O cascalho se impunha de forma perversa e o aperto de Quinn com os nós brancos dos dedos no volante foi para a esquerda, esquerda e mais esquerda. Elas atingiram um buraco e Rachel gritou. “Quinn Fabray! A estrada! A estrada! A estrada!”

“Cala a boca! Cala a boca! Cale a boca!”

Por que ela tinha que ter pego a caminhonete? Por que, oh por quê? Ela mal conseguia enxergar a frente dela ou controlar a suspensão que balançava. Aquilo deveria ser com um Caminhão Monstro era!

E não… em… um… bom… sentido, ela gemeu internamente enquanto empurrava mais o volante. A caminhonete voltou vacilante para a estrada e Quinn as alinhou com apenas algumas cantadas de pneu.

“Oh, graças a Deus,” ela exalou.

“Que porra é essa, Fabray!”

“Eu sei! Eu sei.”

“Dirige muito né?” Rachel guinchou e se ajeitou em seu assento, apertando o cinto contra si mesma. “O que aconteceu?”

Quinn certamente não podia dizer a ela que o mero pensamento de conseguir algo de Rachel Berry a fez sair da estrada.

“Uma abelha pousou na minha mão,” ela disse.

“As janelas estão fechadas.”

“Devia estar, devia estar aqui desde cedo.”

“Quinn.”

Senhora?”

“Você estava pensando sobre copular, não estava? Copular comigo,” Rachel questionou, sua voz gotejando de sexo e satisfação. Ugh, Quinn odiava aquela satisfação.

“Oh, veja. Chegamos!” ela cantarolou e se dirigiu ao seu destino. Rachel se mexeu para retirar a venda. Ela estava pronta para ser galanteada e ficar surpresa e atordoada e era melhor Quinn ser bem sucedida nisso.

“Não! Deixe aí. Não estou preparada para a revelação ainda,” Quinn ordenou. Alguns minutos e uma bilheteria depois, elas estavam finalmente indo em direção à mercadoria. Quinn puxou o carro para o grande campo gramado e parou a caminhonete. Para onde ela ia agora? Havia uma rua ou uma seta? O que…

“Quinn, nós chegamos?”

“Silêncio, por favor.”

“Rude.”

“Mais silêncio,” ela resmungou e olhou para o campo com alguns carros dispersos. O que ela faria depois?

Rachel suspirou e deixou sua cabeça cair no assento. Quinn olhou para ela e então de volta para o campo. Onde alguém estaciona e dirige e o que faz em um drive-in? Quinn devia ter estudado isso.

Ao invés de pegar a obscura e despercebida viela a sua direita, ela andou para a frente devagar para entrar no campo gramado e imediatamente se encontrou dirigindo em um longo terreno cheio de grama e acidentado.

A caminhonete balançou para trás e para a frente e para trás e para a frente enquanto elas passavam por cada gigantesco monte que cortava a velocidade no campo. Quinn tentou conter sua risada e constrangimento. Com certeza, ela estava fazendo aquilo errado.

Rachel agarrou o painel e oh-merda ela quase colidiu com um solavanco.

“Quinn,” ela declarou calmamente enquanto seus corpos se agitavam dramaticamente para a frente e para trás.

“Apenas,” montículo de terra, “ignore,” montículo de terra, “se puder.”

“Eu vou vomitar,” ela murmurou e apertou mais forte.

Quinn estava constantemente arruinando seu primeiro encontro. Por que ela não era mais galanteadora? Por que ela não sabia das coisas!?

E nessa hora, ela viu o carro atrás dela descendo a rua lateral que ela não tinha visto antes. Dirigindo macio e perfeitamente alinhado, o carro facilmente fez a volta e deu ré em direção ao campo acidentado para deixar seu carro alinhado com a tela. Era realmente fácil assim.

“Filho da pu-”

“Quinn!”

“-mãe. Filho da mãe,” Quinn terminou e engoliu sua vergonha. Elas passaram por cima do último monte e Quinn imaginou que a distância era boa. Ela manobrou com a caminhonete e deu ré em direção ao monte por onde elas tinha acabado de balançar. Isso apontava a traseira da caminhonete diretamente na direção da tela que se agigantava no meio do campo.

Um sorriso rasgou seu rosto.

Finalmente, era a hora e seria fantástico. Ela terminou de estacionar e girou a chave na ignição. O motor desligou e ela soltou um suspiro de alívio. Ela se inclinou para trás e abriu a janela traseira.

“Eu sobrevivi,” Rachel ironizou. “Estou abismada.”

“Oh, cale a boca,” Quinn censurou e pulou para fora. Ela deu a volta no tanque, seu pior inimigo, e abriu a porta de Rachel.

“Tirar a venda agora?” Rachel implorou.

“Não ainda.”

“Eu te odeio.”

“Amor. A pronúncia dessa palavra é amoooor,” Quinn brincou, fez cócegas em Rachel e segurou sua mão para ajudar o pequeno ser da floresta a sair da caminhonete. Seu moletom folgado pendia desarrumado de seus ombros; Quinn imaginou que isso foi causado pelo caminho acidentado.

Ela constantemente ficava melhor em dirigir, certo?

Espero que sim.

Ela bateu a porta atrás de Rachel enquanto os pés agora descalços afundavam na grama suave debaixo deles.

Onde no mundo nós estamos? As pessoas podem me ver? Tem uma plateia? Oh meu Deus, uma audiência? Estou no palco?”

“Você pode relaxar, sua impostora? Você está em pé na grama. Você conhece um palco de grama?”

“Tenho certeza de que poderia pensar em um se-”

Quinn não esperou pelo resto daquela constatação e empurrou Rachel na direção da caçamba da caminhonete. Elas circularam a quina e ficaram paradas na entrada. Quinn abafou o riso, sabendo que aquilo seria divertido, e puxou o corpo de Rachel entre o dela e a caminhonete.

“Suba,” ela instruiu e envolveu suas mãos na cintura de Rachel para ajudar.

“Suba pra onde?”

“Estamos subindo o seu pequeno corpo na traseira da caminhonete. Agora vamos lá,” Quinn complementou e andou um pouco para a frente. Seu corpo roçou contra as costas de Rachel e ela não pôde evitar deixar seus olhos se fecharem com a sensação e o cheiro e o ser completamente maravilhoso à sua frente.

“Ou não?” Rachel gemeu e se inclinou para trás, sua cabeça caindo no ombro de Quinn e seu braço serpenteando para envolver o pescoço da garota.

Quinn se deixou levar pelo o que era natural e deixou seus lábios se afundarem no pescoço de Rachel. Ela beijou uma vez, duas, e então usou uma mão para virar aqueles lábios na direção dos dela. Rachel se encaixou com ansiedade.

Ela nunca podia ter o suficiente deles. Beijos lentos e doces se transformaram em necessitados e logo, Quinn estava andando com ela para a frente, empurrando a frente de Rachel contra a traseira da caminhonete. A morena gemeu e Quinn deslizou sua língua para a frente, seu outro braço a envolvendo para descer o abdômen de Rachel.

Ela pairou logo em cima da borda de sua calça e quando a pequena mão da garota cobriu a dela em empurrou mais para baixo ela relutantemente removeu sua língua da boca de Rachel e se afastou. A cabeça castanha caiu para a frente batendo na carroceria de metal com um barulho de impaciência e um suspiro de frustração.

“Desculpa, amor, mas se você soubesse onde estamos, você não teria feito isso,” Quinn sussurrou e colocou um leve beijo na ponta de seu ouvido.

“Ugh, acho que isso é justo,” ela grunhiu.

“Qualquer outro lugar, qualquer outra hora,” Quinn ronronou. “Apenas diga quando.”

“Não me atente.” ela zumbiu e esticou mãos cegas para a frente. Elas seguraram o topo da entrada da caminhonete e Quinn e içou para cima. O outro pé de Rachel se atrapalhou e a fez cair para a frente.

Ela caiu com um baque abafado e grunhiu.

“Por que tem travesseiros e cobertores na traseira da caminhonete do seu pai?” Quinn a escutou dizer. Ela sorriu e estendeu uma perna para o pára-choque para se impulsionar também. Ela observou seu maravilhoso trabalho manual. De Fred também.

Cobertores e travesseiros estavam espalhados de forma a criar um pedaço do paraíso na traseira da caminhonete. Uma cesta de piquenique e uma sacola de mercadorias estavam no canto e Quinn pisou cuidadosamente em volta da garota esparramada de forma estranha, cabeça para baixo, no chão.

“Essa é a surpresa,” ela disse e se enterrou no lugar ao lado da cesta e sacola. “Venha aqui.”

“Onde é aqui?”

“Use seus polegares opositores e extremidades e engatinhe até a minha voz, idiota.”

“Sabe, eu costumava pensar que você era uma querida antes da gente começar a namorar oficialmente.”

“Nós começamos a namorar oficialmente hoje.”

“Precisamente,” Rachel cantarolou e engatinhou até Quinn. Ela bateu uma estranha mão vaga no joelho de Quinn e se acomodou ao lado da loira. Com um bufar grande e exausto, ela se inclinou nos travesseiros aninhados contra a caminhonete. Leves barulhos flutuaram pela janela aberta atrás dela. “Baby, você deixou o carro ligado. Posso escutar o rádio.”

“Você vai escutá-lo muito mais alto mais tarde.”

Rachel estava mais confusa do que nunca.

“Posso por favor tirar minha venda agora? Eu quero ficar feliz com você e eu só estou muito confusa para me acalmar. Você me conhece; eu preciso saber das coisas. Por favor?” ela sussurrou e se apoiou em Quinn, sua cabeça caindo levemente no ombro da loira. Quinn sorriu, desceu o braço entre elas e entrelaçou seus dedos.

“Claro, Rach. Agora está bom,” ela disse, olhos fixos na tela de cinema branca à distância.

“Sim!” Rachel comemorou e arrancou a venda com sua mão livre. Aqueles olhos confusos e curiosos lançaram-se da tela para os montes para o campo gramado para a casa do estande de concessão para a casa de projeção para a cesta de comida e sacola de jogos, cartas, livros, e revistas. Quinn podia ver as engrenagens se encaixando.

E então aqueles olhos atingiram Quinn com tanto amor em chamas.

“Você me trouxe para um drive-in?” ela engasgou.

Quinn assentiu e colocou um rápido selinho nos lábios abertos.

“Eles ainda existem?”

“Tem apenas um em Ohio. Alguns estados tem alguns restando também. Parece que o nosso fica apenas a uma hora de viagem,” Quinn sorriu e puxou seu lábio inferior entre seus dentes. Ela não queria ficar nervosa, ela sabia que tinha mandado bem, mas se Rachel não reagisse de uma forma ou de outra ela ficaria prestes a perder sua calma. “Você gostou?”

Rachel chicoteou a cabeça em sua direção.

“Se eu gostei? Está brincando? Essa é a coisa mais espetacular que eu já vi! Eu me sinto como se fosse 1955 e estivéssemos em um drive-in! Mas nós realmente estamos no drive-in!”

“Incrível, certo?”

“Tão romântico! Oh! O que vamos ver?”

“É sábado, o que significa que é noite de cinema antigo. Eles colocam filmes normais nos outros dias. Mas quem quer vir para o drive-in e assistir um filme normal?” Quinn sorriu. Ela podia ver a tontura de Rachel vibrando por ela, ameaçando explodir com excitação do que elas possivelmente veriam.

“Me diz, me diz!”

“Levada da breca.”

Um grito respondeu.

“Carey Grant! Kate Hepburn! Um tigre! É em preto e branco!” ela exclamou, batendo palmas em cada realização e olhos brilhando.

“Sim, amor, é em preto e branco.”

“Quando começa?”

“Quando escurecer.”

“Quinn! É tipo uma da tarde! O que vamos fazer até as oito?” Rachel fez beicinho. Tudo o que ela queria era que o filme começasse para que ela pudesse deitar, se aconchegar em Quinn e ficar feliz por duas horas. Isso era perfeito.

“Bem, Srta. Berry, eu trouxe o almoço e eu trouxe o jantar. E eu trouxe jogos, cartas, livros e revistas. Também, eu trouxe um livro de ilustrações sobre o filme. Pensei que você gostaria de ler enquanto esperamos. Tem algumas fotos realmente fantásticas da Kate.”

Rachel não tinha palavras. Ela queria retirar cada ataque que deu nas últimas duas horas, até o Fred. Espera. Fred.

“Por que o Fred teve que ir me buscar?”

“Toda estrela é escoltada até o show principal, Rachel.”

Rachel sorriu sonhadora e sacudiu a cabeça.

“Você é demais, minha dama. De verdade. Isso é perfeito, tudo o que um primeiro encontro deveria e poderia ser. Obrigada,” ela sussurrou com um peso sincero e se inclinou para pressionar um beijo nos lábios de Quinn.

Quando ela foi se afastar, a mão de Quinn segurou sua nuca e apertou, aprofundando o beijo e mostrando para Rachel exatamente quem ela era para a loira.

Ela era absolutamente tudo.

Os olhos de Quinn se fecharam apertados e ela se entregou. Ela se entregou à sensação de ter sua namorada contra ela. Ela se entregou ao suor nervoso que Rachel ainda trazia em suas mãos. Ela apertou com ainda mais força seus dedos juntos. Ela se entregou ao quanto era quente estar tão impossivelmente perto de alguém e ainda estar muito longe.

Ela queria tudo de Rachel, por dentro e por fora. Ela poderia ter engarrafado a garota e a bebido pelo resto de sua vida. Ela era o tudo de Quinn. E Rachel precisava saber disso. Ela se pressionou mais, empurrando seus lábios juntos. A mão livre de Rachel subiu e acariciou sua bochecha, quase querendo que ela se acalmasse. Ela estava ali, bem ali.

Quinn suspirou e deixou seus lábios se abrirem com um tremor.

“De nada,” ela exalou, sua testa encostando na de Rachel. “Quer dizer, pelo encontro. Não por isso. Mas isso também, claro.”

Rachel sorriu grande, deu um selinho nela, ajeitou seu moletom e então puxou a cesta de piquenique na direção delas.

“Você gostaria de um sanduíche? Tem coisas aqui pra fazer sanduíche?”

“Tem,” Quinn sorriu. Rachel abriu a cesta e se fez ocupada, dando uma pequena risada com a ironia de suas palavras de mais cedo. Ela disse para Fred que o charme de Quinn te pegava, fazia você se apaixonar, e logo você estava fazendo sanduíches para ela.

Ela gargalhou.

“O que é engraçado?”

“Eu só estou tão apaixonada por você que chega a ser patético,” Rachel riu. “Muito, muito patético.”

“Digo o mesmo, baby,” Quinn disse lentamente e se aconchegou nos travesseiros.

O encontro transcorreu perfeitamente. Elas jogaram mexe-mexe, Rachel ganhou. Elas jogaram poker, Quinn ganhou. Elas folhearam o livro de ilustrações sobre o filme e tiveram uma síncope com a Kate, quer dizer, Rachel teve. Quinn teve uma síncope com Rachel tendo uma síncope com Kate.

Ela se perguntou quanto tempo levaria antes de Rachel ter seu próprio livro de ilustrações descrevendo seu estrelato e história.

Quinn compraria.

O filme passou como um sonho. Deitada na traseira de uma caminhonete, cercada por Rachel, as estrelas, e um filme classicamente engraçado e romântico, isso resumia a perfeição que Quinn tinha visto quando planejou esse encontro.

Romance, antiga Hollywood, classicismo: aquilo era Rachel.

Elas dirigiram lentamente para casa naquela noite, Quinn prestando uma forte atenção na estrada e Rachel brincando com as mechas de cabelo em sua nuca para mantê-la acordada.

Foi a primeira vez que Quinn passou a noite na casa de Rachel. Rachel rastejou na cama depois do que Quinn pensou ser um beijo de boa noite, mas então afastou aqueles cobertores cor de rosa e direcionou para a loira um olhar de puro desejo.

Não desejo de sexo, desejo de proximidade. Rachel ficaria feliz de não ter Quinn mais de um metro afastada pelo resto de sua vida, e na noite de seu primeiro encontro, ela queria ela ainda mais perto.

“Fica.”

Quinn assentiu, suas entranhas implorando por mais, e então retirou sua jeans, seus olhos nunca deixando os de Rachel no quarto escuro. Ela colocou seus braços por baixo da blusa para remover seu sutiã antes de puxar seus braços de volta pelos buracos. Seu sutiã atingiu o chão com um baque e Rachel engoliu em seco.

Não para fazer sexo, ela disse para si mesma novamente.

Quinn se arrastou para a frente e deslizou na cama.

“Tudo bem ficar desse lado? Eu gosto mais do esquerdo,” ela sussurrou. Rachel assentiu.

“Sim, eu durmo no direito.”

Elas soltaram respirações inocentes e nervosas, se abraçaram, e caíram rápido no sono. E nunca, em suas vidas, dormiram tão profundamente.