Notas iniciais
Olá cambada de mundiças como estão?
Não irei prolongar aqui então... Obrigada a todas que comentaram no capítulo anterior e já deixo avisado que o próximo capítulo tanto PODE ser o último como NÃO.
Ps: Escutem a musica até o fim do cap tudo bem?
Sem mais delongas...
BORA LER CAMBADA!!!!

Continuando ...

Já era de madrugada quando Carlisle apareceu para dar notícias do filho. Não ficou surpreso em ver que Bella estava ali com sua neta.

– Carlisle me diz que meu filho esta vivo por favor!

A feição de Carlisle não era das boas. Seu rosto demonstrava muito cansaço, mas trazia uma satisfação mínima, trazia esperança.

- Ele está vivo. – sua voz estava cansada e mesmo assim continuou – Edward fez uma tomografia assim que chegaram com ele, e mostrou uma hemorragia intra-craniana, que agora o mantem em coma de propósito para que seu cérebro possa se recuperar devagar e que o inchaço diminua. Estamos monitorando seus batimentos e amanhã começamos a diminuir a dosagem dos remédios para que ele acorde devagar e sem dor.

Carlisle foi até sua mulher a abraçando e deixando que o cansaço falasse mais alto dessa vez.

- Nosso filho vai ficar bem minha querida, ele é forte e ainda tem muito que lutar e viver nessa vida.

Todos foram avisados de que Edward não poderia receber nenhuma visita no momento porque estava na UTI, porém, Carlilse levou Esme para que pudesse ver seu filho, nem que fosse por alguns minutos.

Isabella não queria sair do hospital, mas por sua filha achou melhor ir para sua casa que estava fechada desde o dia em que se mudaram para Washington, mas antes de sair, Isabella se encaminhou até Carlisle.

- Carlisle sei que não devo pedir isso, mas... Por favor, qualquer coisa que acontecer a ele me avise...

- Minha querida, você não tem que me pedir isso, sabe muito bem que mesmo você e meu filho estando separados eu te considero uma filha. Agora vá para casa e tente dormir um pouco, meu filho não vai gostar nada de saber que as mulheres da vida dele estão com os rostos inchados de tanto chorarem por ele.

Carlisle dizia sorrindo o que fez Bella também sorriso, um sorriso tímido, pois não deixou de perceber o que seu ex-sogro disse – as mulheres da vida dele – e foi com isso na cabeça que Bella se despediu mais uma vez de Carlilse e seguiu para casa com sua filha, agora sem chorar, nos braços.

Naquela noite ao entrar em sua casa, Renesme correu para seu quarto sem dizer uma palavra para sua mãe, nenhum “boa noite” foi dito. Bella não se importou com isso, ela sabia que sua filha estava sofrendo mais que todos e não era apenas pelo acidente do pai, mas também pela separação, se já estava difícil para ela a separação dos pais a mais de três anos, imagine agora com o acidente do pai, que não está estável. Ao entrar em seu em seu quarto, Renesmee apenas se jogou na cama e abraçou sua boneca de pano, que o pai havia lhe dado em seu sétimo aniversário, onde ela não deixava nem a mãe dela encostar a mão, dizia ela na época que era para pedir uma a seu pai para dar-lhe de presente. Renesmee cuidou de sua boneca como uma preciosidade, que para ela, era até hoje.

Bella foi em direção a sala retirando um lençol que cobria os sofás, sentou-se em um deles e desabou num choro incontrolável. Chorava por todos esses anos de separação e por só agora, depois de sofrer em silêncio, enxergou seu erro mais cruel que alguém poderia infligir a alguém que se ama mais que tudo.

As horas foram se passando, assim como os dias também em que Edward continuava em coma no hospital. Bella e Renesmee, assim como toda a família iam sempre ao hospital, todos os dias. Hoje estava fazendo cinco dias em que Edward estava na UTI em coma e Bella conseguiu com que Carlisle permitisse sua entrada na UTI para que ela pudesse vê-lo, Renesmee estava na casa dos avós junto de Esme que não iria hoje ao hospital.

Carlisle havia telefonado para Bella nas primeiras horas da manhã, onde pedia para que ela fosse ao hospital sozinha, pediu-lhe que deixasse sua neta em sua casa com sua esposa, pois Esme queria passar um tempo a sós com a neta, ela queria ajudar as duas a serem fortes nem que fosse para fazer companhia uma para a outra. E assim, Bella fez.

Ao chegar no hospital, Bella foi direto para a sala de Carlisle que a encontrou no caminho de sua sala.

- Que bom que você veio só Bella. – disse Carlisle abraçando sua ex-nora.

- Vim assim que pude. Carlisle o que está acontecendo? Por quê eu deveria vir sozinha?

Bella fez várias perguntas que não foram respondidas de imediato. Carlisle encaminhou-a até uma anti-sala da UTI para que ela colocasse as roupas cirúrgicas, surpresa fez tudo o que Carlisle lhe disse, colocaram as “sapatilhas” esterilizadas, o “avental” cirúrgico e a toca cirúrgica. Ao entrarem Bella não conteve suas lágrimas ao vê-lo tão imóvel e machucado em cima de uma cama.

- Bella, eu pedi para que viesse sozinha hoje porque desde ontem, meu filho chama por você.

A surpresa ficou estampada no rosto de Bella, ela não conseguia acreditar no que ouvia de Carlisle. Bella sabia que Edward ainda a amava, ele mesmo já havia confessado quando sua filha havia sumido de casa e a encontraram no Central Park.

Bella não conseguiu pronunciar uma palavra sequer, apenas assentiu com a cabeça e voltou seu olhar para o homem forte mas ao mesmo tempo tão frágil deitado naquela cama hospitalar. Sem mais nenhuma palavra Carlisle a deixou sozinha com seu filho enquanto Bella encaminhava-se para o leito de Edward.

Edward estava com cortes visíveis ainda na testa, perto do olho direito, sua boca havia um pequeno corte no canto, seus olhos foram descendo devagar pelo corpo dele analisando os tantos machucados que ainda estavam na pele dele. Seu tórax não havia nenhum sinal de cicatriz, nenhum arranhão. Seu olhar foi descendo para cada um dos braços, onde um deles estava enfaixado, com certeza aquela mão estava bem machucada. Com muito cuidado, Bella pegou em sua mão machucada, fechando os olhos deixou que lágrimas que se acumulavam em seus olhos fossem derramadas.

Bella ficou alguns minutos assim, apenas segurando a mão machucada de Edward, de olhos fechados, respirando devagar para não entrar em desespero ao vê-lo assim, tão indefeso. Bella foi levada a um tempo atrás onde Edward sempre a defendia de tudo e todos que queriam prejudicá-la, ele a reconfortava a todos os momentos de dificuldade em que ela passava, seja na faculdade ou depois de casados.

Seus olhos se abriram se súbito ao sentir uma mão apertar a sua. Bella olhou para suas mãos segurando a de seu ex-marido e viu-as apertando a sua novamente, seu olhar foi para os olhos de Edward que continuavam fechados, seu rosto continuava lívido, tranquilo. Então, Bella se inclinou para perto de seu rosto, alisando seus cabelos ruivos e macios.

- Edward... – engasgou ao pronunciar o nome – Por favor. – respirou fundo – Por favor volta pra mim. – fechando os olhos, Bella encostou sua testa na dele e uma lágrima caiu no rosto dele.

- Bella...

Pela segunda vez ali, dentro da UTI, Bella abre seus olhos subitamente encarando o rosto de seu amado, vendo-os que ainda estão imóveis, fechados e começa a pensar que sua mente está lhe pregando uma peça. Uma peça de muito mal gosto, mas para sua surpresa, Edward fala seu nome novamente, o que faz Bella ficar agitada. Segurando o rosto de Edward com as duas mãos Bella implora sofridamente.

- Edward, por favor Edward, abra seus olhos, eu estou aqui amor. Por favor não me deixe. Volte pra mim, eu preciso tanto de você, não me deixe, isso ta errado sou eu que tenho que ir antes de você, POR FAVOR VOLTE PARA MIM!

O desespero de Bella era tanto que ela começou a gritar e socar seu peito num choro compulsivo. Encostou sua cabeça no peito de Edward e chorou, chorou por amor, chorou por medo, chorou por ser tão estúpida ao pensar que poderia ficar longe dele, que seria mais fácil para ele superar sua morte quando ela se fosse. Chorou por sua filha, que sofria pelos dois, chorou por sentir tanto amor por este homem acamado que não atendia suas súplicas, chorou principalmente por ser tarde demais recuperar o tempo que foi perdido com a separação.

A porta da UTI foi aberta as pressas e por ela passaram dois médicos, um era Carlisle e outro era quem estava cuidando de seu filho, mas pararam abruptamente. Uma mão estava se levantando e encostando nos cabelos de Isabella. Bella não se moveu, continuou a chorar pensando que poderia ser Carlisle, mas não era. Era Edward.

- Não chore. – sua voz estava rouca e arrastada.

Bella parou de chorar, mas não levantou sua cabeça. Ainda imaginava que sua mente estava projetando a voz de Edward em seu cérebro, mas ao sentir o carinho em seus cabelos não resistiu e levantou sua cabeça constatando que os olhos de Edward estavam abertos, olhando fixamente para ela. Num impulso, Bella se jogou para cima de Edward selando suas bocas em um beijo, cálido, mas que transpassava todo seu amor guardado para ele.

Carlisle saiu do transe em que se encontrava e foi até seu filho assim que eles terminaram o beijo.

- Filho... – disse Carlisle com a voz embargada e mesmo sabendo do que pode ou não fazer quando um paciente sai do coma, não resistiu e abraçou seu filho também e pela primeira vez um integrante da família, fora Esme, o vê chorar. Era apensa uma lágrima, mas mesmo assim era muito significativa essa lágrima que escorria.

Edward totalmente sem jeito, retribuiu o abraço de seu pai.

- Pai.

- Não se esforce meu filho, temos que examiná-lo e avisar a família que você acordou. Graças a Deus – sussurrou a última frase.

Bella que agora estava de longe observando Carlisle conversar com seu filho, saiu da UTI sem dizer uma palavra, ninguém a viu sair. Do lado de fora do hospital, respirou fundo sabendo que sua hora tinha chegado. Deveria se abrir para ele, mesmo correndo o risco dele não querer aceitar suas explicações, suas verdades.

Uma hora havia se passado quando Carlisle encontrou com Bella na recepção principal do hospital.

- Filha, que bom que te encontrei, achei que tinha ido para casa.

- Não, eu resolvi esperar para saber como que ele está.

- Obrigado! – Bella não entendeu e Carlisle vendo seu semblante confuso explicou – Obrigado por ainda amar meu filho Bella, eu soube assim que ele involuntariamente chamou por seu nome ontem a noite, que você o traria de volta.

Bella se emocionou com as palavras de Carlisle.

- Não tem que me agradecer por nada, eu amo seu filho mais que tudo nessa vida. O que fiz foi apenas para tentar protege-lo de sofrer... Eu pensei que o que estava fazendo era o certo, mas percebi que eu estava apenas errando em cada ação minha. Perdão.

Carlisle levou Bella para seu consultório onde se sentaram um de frente para o outro.

- Perdão minha querida se estou sendo entrometido, mas me preocupo muito com você e gostaria que você se abrisse comigo e me disse a verdade. – Bella apenas abaixou seus olhos – Eu percebo que você não está bem, eu quero muito te ajudar, mas para isso tenho que saber o que está acontecendo.

Bella não tinha outra alternativa a não ser revelar para Carlisle o que vinha acontecendo com ela. Tremendo e respirando profundamente, ela disse apenas duas palavras.

- Estou morrendo!

Silêncio. Choque. Espanto. Curiosidade. Incredulidade. Infinitas expressões se formaram na face de Carlisle. O silêncio imperou por um momento até Carlisle recuperar-se do choque.

- Como assim, minha filha. por favor me explique isso direito.

Olhando para os olhos de Carlisle, Bella começou a contar desde suas suspeitas até os dias de hoje.

- Bem, foi algum tempo antes da separação. Eu não estava me sentindo muito bem e Edward havia me pedido para procurar um médico antes que agravasse meu mal estar. Uma noite anterior da minha consulta ao médico, senti dores pelo corpo, eram dores fortes principalmente em meu ventre, hoje eu sei que naquele momento das dores eu estava abortando e não sabia. Eu estava grávida Carlisle e acabei perdendo o bebê. Naquela noite eu sangrei pouco, muito pouco achei até que era minha menstruação que estava vindo antes do dia, mas quando cheguei ao médico e fui examinada, eu já tinha expelido o feto, o bebê não tinha nem duas semanas de vida ainda, por isso não sangrei muito, muito menos poderia saber o que ocorria comigo. Eu não contei para Edward, fiquei com medo, não sei por que, mas eu não contei, guardei isso comigo até hoje. Ninguém sabe que sofri um aborto. – lágrimas escorriam livremente em seu rosto, Carlisle a abraçou tentando reconforta-la pelo seu sofrimento – Carlisle eu não sei por quê não disse nada na época, mas talvez meu silêncio foi certo, alguns dias depois eu voltei ao mesmo médico para fazer alguns exames para saber porque abortei e foi onde descobriram que eu estava doente... Encontraram um caroço em meu útero, eu estava tão angustiada e sozinha que não queria a ajuda de ninguém, então eu não fiz nenhuma biopsia, seu que fui negligente com minha saúde. Peço que não me julgue, eu estava desesperada e não queria que Edward soubesse disso. Hoje sei que fiz errado, mas quando recebi a notícia do caroço encontrei com Jacob e desabafei com ele, disse-lhe o que estava acontecendo comigo e ele me indicou um amigo médico dele, um Oncologista. No dia seguinte, Jacob me ligou dizendo que tinha marcado uma hora com ele para mim, então , junto dos meus exames fui até o médico com ele, lá o médico me disse que não havia nada a ser feito e me receitou uns analgésicos para dor. Olha o que o desespero faz com uma pessoa, por medo acabei me separando da pessoa que mais amo nesse mundo e fazendo minha joia rara sofrer junto. Eu sei que não mereço perdão, mas acho que Edward deveria saber meus motivos, e foi por isso que me separei dele, Jacob me ajudou com tudo, ele foi um grande amigo para mim.

Bella não tinha mais forças para continuar a falar uma palavra sequer. Carlisle também não dizia nada, apenas estava pensando, colocando em ordem tudo o que Bella contou a ele.

- Qual era o nome do médico Bella?

- Harry Clearwater.

- E você ainda o vê? Você fez algum tratamento depois da separação?

- Não, como disse, eu não quis fazer nada, eu somente tomo os remédio que me foram receitados. Nada mais, por quê?

- Não, não é nada, mas eu poderia ver seus exames, você ainda os têm?

Bella acenou afirmativamente com a cabeça e Carlisle agradeceu-lhe, ficando em silêncio.

Algum tempo depois, toda a família chegou ao hospital, Renesmee correu para abraçar sua mãe, a coitada não sabia se sorria ou se chorava.

- Mãe, meu pai acordou mãe!

- Sim meu anjo, seu pai acordou e deve estar louco para ver-te.

Edward já se encontrava em um quarto particular, onde aos poucos cada um entrava para vê-lo, Bella não quis entrar logo, pois estava decidida a confessar-se para ele, Renesmee foi a primeira a entra e sem segurar sua emoção, chorou no colo de seu pai, que agora estava sem toda aquela fiação ligada a seu corpo apenas com um abocath em seu braço esquerdo. Abraçou-a com força, nenhum dos dois disse uma palavra sequer, Edward abraçado a filha apenas a consolou, pois sabia o que ela estava sentindo.

Aos poucos ela foi se acalmando e Edward deu um pequeno espaço para que Renesmee deitasse junto dele na cama, enquanto isso, sua família foi entrando e saindo e Renesmee não saia do lado de seu pai por nada, até que chegou a vez de Bella.

Ao entrar no quarto e vê-los tão juntos o coração de Bella se partiu em milhares de pedaços pequeninos que seria impossível juntá-los. Sem dizer nada, Edward estendeu-lhe a mão para Bella, que não exitou em aceitá-la, assim que sua mão tocou na de Edward, sem nenhuma cerimônia, Edward a puxou para perto de si, beijando-lhe sua boca bem na frente de sua filha. Bella assustada com sua atitude, se afastou rapidamente corando de vergonha pela atitude dele na frente de Renesmee, que sorria feliz com o acontecido.

- É, acho melhor eu esperar la fora!

- Eu também acho, minha princesa. – disse Edward sem tirar os olhos de Bella, que retribuía.

Renesmee saiu do quarto fechando a porta bem devagar, avisando a família que estava com fome, o que fez todos irem para a lanchonete do hospital comer um lanhe. Coisa que ninguém conseguia fazer desde o acidente de Edward.

No quarto os olhares falavam por si só, nenhuma palavra precisava ser pronunciada e mais uma vez, Edward a puxou para si selando novamente seus lábios. O beijo era calma, saudoso, devagar. Cada um degustava o gosto do boca um do outro sem demora, sem pressa. A mão esquerda de Edward pousou-se na cintura de Bella enquanto a mão direita subia até sua nuca, agarrando os cabelos longos e sedosos de Bella.

Bella estava com medo de tocar em algum ponto no corpo de Edward que estivesse machucado, causando-lhe dor, por isso suas mãos estavam apoiadas no colchão da cama. O beijo foi ficando desejoso, e os dois já estavam ofegantes e tiveram que interrompe-lo. Olhando nos olhos um do outro sem se afastar, Bella pediu.

- Perdão.

- Shiii, você não tem que me pedir isso. – disse ele acariciando o rosto de Bella.

- Preciso te contar algo que talvez você venha a não me perdoar nunca.

Se afastando dele, Bella começou a contar a mesma história que contou a Carlisle. Contou do aborto que sofreu, do diagnóstico recebido, de como foi que encontrou com Jacob. Edward não conseguia acreditar no que estava escutando. Sua mente deu uma parada quando ela disse que havia sofrido um aborto. Sem poder segurar, lágrimas silenciosas escaparam de seus olhos enquanto continuava a ouvir tudo que saia da boca de Bella. Sempre que tentava dizer algo, Bella pedia-lhe para que deixasse terminar, e foi assim até que Bella narrou tudo a Edward.

Com um silêncio assustador pairava sobre suas cabeças. Edward fechou seus olhos e respirando fundo soltou o que estava preso em sua garganta.

- Você tinha por obrigação me contar isso na época Bella, eu tinha todo o direito do mundo de saber o que tinha acontecido com você. Era meu filho também.

Diante dessa acusação, Bella não tinha respostas. Sabia que o que tinha acontecido foi um erro grave, mas seu medo de morrer e fazer seu amor sofrer mais do que estava sofrendo com a separação, lhe impedira na época de ter-lhe contado a verdade.

- Você está certo. Eu não tinha o direito de ter escondido nada disso de você, mas deixei meu medo me dominar e só fiz uma burrada atrás da outra, hoje eu percebo isso e... Eu vou entender se você não me perdoar e nem me quiser por perto mais eu...

- Cala a boca Isabella, com certeza você foi uma burra, uma idiota que não enxerga um palmo a frente do seu nariz. Será que você não percebe o quanto eu amo você? Por Deus mulher, você é minha vida, você fez errado sim em ter escondido tudo isso de mim, mas... Eu te amo Isabella, sempre vou amar você. Você ainda é minha mulher e isso nem se você quiser, você conseguirá mudar. E sobre o que você tem, — Edward estendeu a mão mais uma vez que foi pega com as mãos trêmulas – nós vamos lutar juntos, vamos atrás de um tratamento adequado para você. Você ainda viverá muito tempo ao meu lado minha Bella.

Bella sem acreditar no que ouvia, se jogou em Edward sem medo nenhum dessa vez de machucá-lo, beijaram-se até serem interrompidos por risos, assovios e aplausos de toda a família Cullen e sem perceber, Bella estava deitada junto de seu amor dividindo o pequeno espaço que a cama oferecia da mesma forma que sua filha estava antes de que Bella entrasse no quarto.

Notas finais
Bom pessoal, ai está, talvez o penúltimo cap, como havia dito lá em cima, mas quem sabe não tenha mais pela frente né... esperança é a ultima que morre certo?
Não matem minha Bella hein, eu entendo muito bem os motivos dela e no próximo teremos mais esclarecimentos sobre este médico que não insistiu numa biopsia para saber que caroço era aquele.
Sem mais... PRÓXIMA SEMANA ATT DE DDUA ( Diário de um Anjo), quem quiser conhecer a fic, dê uma passadinha no meu perfil e sintam-se a vontade.
bj bj e até a próxima.