Short - Medo
7 Capítulo 7
Notas iniciais
Bom não vou enrolar pq acho que ninguém quer ler nada aqui nas notas não é? Sei que demorei pacas, mas a falta de entusiasmo e criatividade foram-se embora :/ , mas aqui está mais um cap de #MEDO e não, este não será o último. Peço desculpas por ter ficado pequeno, mas ou era assim, ou vcs ficariam mais tempo sem att na fic. Então...
Ps: OBRIGADA ERICA PELA BELÍSSIMA RECOMENDAÇÃO ... AMEI ♥
BORA LER CAMBADA E NÃO ME MATEM!!!
Alguns dias depois, Edward recebe alta do hospital, mas seu pai deixou bem claro que ele deveria voltar caso sentisse algum desconforto na cabeça ou qualquer outro mal estar e claro, não poderia faltar a revisão que ele deveria passar para todos terem garantias de que estava tudo certo com ele.
No dia da sua alta, Edward e Isabella ficaram em silêncio por muito tempo. Nenhum dos dois queriam se separar, mas também nenhum deles deram a primeira palavra para onde Edward se endereçaria, se para a casa de seus pais, para sua antiga casa junto de Isabella mais sua filha, ou se voltava para seu apartamento onde ninguém ia já há algum tempinho, desde que ele se acidentara.
Mas essa questão foi resolvida assim que sua mãe chegou junto de sua neta. E foi Renesmee quem deu o “aval” de para onde seu pai iria.
– Está pronto pai? — Isabella estava ao lado dele, que a olhou ao dizer.
– Acho que sim minha filha. — Renesmee não se contia de felicidade.
– Que bom, então podemos ir para a casa agora não é? Você precisa descansar ainda, isso foi o vovô quem disse. – dizia ela toda sorridente para seu pai que ainda olhava para sua mãe. – O que foi?
Esme percebendo o clima que se instalava no ar interferiu.
– Vamos todos para minha casa lá meu filho estará mais acomodado, não que sua casa ele não esteja Isabella, mas eu gostaria muito de que todos vocês estivessem comigo. Ainda não matei toda a minha saudade de minha neta e nem conseguimos conversar um pouco. – Esme fez questão de frisar a palavra “todos” e assim, Isabella não teve como discutir caso ela não quisesse que Edward ou ela mesma fosse para a casa da sogra.
– Certo. Vamos então? – perguntou Bella para Edward que lhe retribuiu com o mais doce e sincero sorriso.
(***)
Já na casa de Esme, Edward foi acomodado num dos quartos de hospede, que ficava próximo ao seu antigo quarto que era ocupado por sua filha agora. Ao entrar, Bella e Esme o ajudaram a se deitar na cama.
Edward ainda estava convalescendo, mas nada que não terminasse de sarar em casa, junto de sua família e sua mulher que havia voltado para ele. Esme saiu deixando os dois a sós, mas não por muito tempo, uma batida leve e uma meia cabeça entrando no quarto, apareceu com um imenso sorriso no rosto.
– Posso entrar? – perguntou Renesmee toda sorriso.
Seu pai todo bobo ao vê-la feliz, estendeu os braços e ela correu para eles jogando-se sem a menor cerimônia. Edward gemeu de dor o que fez Renesmee pedir mil desculpas.
– Estou bem minha filha. – dito isso, ele a puxou novamente abraçando-a com a força que lhe era concedido.
Bella ficou de longe observando pai e filha se abraçando e rindo e isso fez com que seu coração se enchesse de amor e carinho, devoção e emoção e principalmente, se encheu de arrependimento por tudo o que fez a eles. Sim. Ela se sentia culpada agora ao ver o que estava fazendo, mesmo tendo consciência de que ainda assim aquela era a melhor solução para ambus, mas vendo eles assim...
Edward olhou para sua mulher e viu seu sorriso estampado em sua face, mas tinha algo a mais ali. Bella estava chorando. Um choro silencioso. E, silenciosamente, estendeu seu braço para que ela se juntasse aos dois na imensa cama. Bella foi até ele sem nenhuma cerimônia deitando-se no peito de seu marido, enquanto sua filha estava deitada do outro lado.
Depois de um silêncio confortável, Renesmee quebrou-o.
– Estou feliz. – disse ela simplesmente.
– Eu também estou minha filha. – disse Edward e olhou para sua mulher em seus braços – Muito feliz.
Bella não disse nada, apenas ergueu-se um pouco e tocou os lábios de seu marido com os seus.
– Olha só, se você dois começarem com essa troca de saliva nojenta, eu saio do quarto e não volto tão cedo! – disse Renesmee num tom de ofensa falsa.
Seus pais começaram a rir e o rosto de Bella ficou vermelho o que fez Edward ficar todo estasiado com isso.
– Ok. Não vamos ficar nos beijando, mas... não beijarei sua mãe se você prometer dormir aqui nesta cama conosco hoje! O que acha?
Sua filha pareceu pensar o que ela realmente estava fazendo, pensou tanto que no final das contas, levantou-se e disse.
– Fiquem a vontade para trocar suas salivas, eca. — falou fazendo cara feia no final da frase e saiu do quarto.
Edward e Bella começaram a rir da forma como ela falou e logo em seguida saiu em disparada para fora do quarto.
Mesmo sentindo ainda alguns lugares doloridos, Edward ficou de lado e abraçou mais ainda sua mulher e sem perder tempo, atou sua boca provando do mais doce e luxuriante sabor da boca de sua esposa.
O beijo que começou calmo, foi se tornando mais ardente e urgente. Bella levantou sua mão e acariciou a nuca de Edward que em resposta apertou sua cintura trazendo-a mais para perto de si. Suas respirações tornaram-se ofegantes e a cada vez que seus lábios se afastavam, logo eles eram juntados novamente. Apesar de ambos querem muito fundir seus corpos, ambos também sabiam que este não era o momento. Edward ainda não estava 100% e Bella não queria machucar seu marido mais ainda.
– Amor. É melhor pararmos – dizia ela entre beijos desejosos que Edward lhe dava.
– Não precisamos ir em frente. Só me deixe mostrar-lhe o quanto eu senti sua falta com meus beijos. – com isso, Bella não teve forças para dizer não a ele.
Algum tempo depois, alguém bate na porta.
– Entre! – disse Bella.
– Eu não. Não estou afim de ser traumatizada ao encontrá-los nu. – falou Renesmee do outro lado da porta.
Ao dizer isso, Renesmee chocou tanto seu pai quanto sua mãe que trocaram olhares surpresos e confusos.
– Menina mais respeito comigo e com sua mãe.
– Qual é pai! Sou uma adolescente e não uma criança!
– Mocinha, para sua segurança espero que você não tenha... Ou melhor, espero que você esteja do mesmo jeito que nasceu!
– Pai, para sua tranquilidade eu nem sei do que o senhor está dizendo e sim, eu continuo do mesmo jeito que eu nasci, com duas pernas, dois braços, apenas uma cabeça e ...
– Renesmee Cullen! – gritou Edward interrompendo o que sua filha estava dizendo.
– Calma Edward, ela está brincando com você.
Com uma estrondosa gargalhada do outro lado da porta, Renesmee entra no quarto.
– Acho que meus sonhos estão seguros.
Edward fechou os olhos em fenda olhando diretamente para sua filha.
– Nem vou comentar nada sobre essa sua gracinha Renesmee. – disse ele num tom muito sério que fez com que sua filha deixa-se de sorrir rapidamente pedindo desculpas a seu pai imediatamente.
– Renesmee diga-me o que você veio fazer aqui no quarto já que saiu correndo mais cedo daqui só por não querer dormir conosco aqui. – pediu sua mãe.
– Bem, por mim eu nem entraria aqui mesmo não, mas é que o vovó chegou e quer falar com a senhora e pela cara dele, é urgente.
Depois que Renesmee veio com a notícia de que Carlisle estava a espera de sua mãe, não demorou muito para que Bella e Edward fossem ao seu encontro no escritório da casa onde encontraram-no de costas, olhando para fora pela janela.
– Pai! – Edward foi o primeiro a falar assim que entrou no escritório junto de Bella.
Carlisle se virou para encara-los e sua expressão era de preocupação.
– Por favor, sentem-se. Bem, Bella, mostrei todos os exames que você me entregou para que eu examinasse e como eu já suspeitava, minhas suspeitas se concretizaram.
– Como assim Carlisle? – perguntou Bella.
– Seus exames foram manipulados. Você tinha sim, um caroço em seu útero, mas não era maligno. Você não tinha câncer. Era apenas um cisto um pouco maior do que o normal, mas nada muito grave.
Os olhos de Bella estavam arregalados sem saber o que pensar disso tudo que estava ouvindo.
– Mas... Mas se... O meu Deus eu não acredito nisso. E os remédios Carlisle, os remédios que eu estava tomando?
– Acalme-se Bella. Os remédios que você estava tomando tomei a liberdade de pegar alguns e mandar investigar. Eles eram feitos de farinha.
– O QUÊ? – Edward que até então ouvia tudo calado, não aguentou mais e esbravejou com este absurdo que acabara de ouvir. – MAS COMO ISSO FOI ACONTECER?
– Calma meu filho, você não pode agir assim... BELLA!
Carlisle gritou o nome de sua nora ao vê-la quase caindo da cadeira diretamente no chão. Isabella estava desmaiando e Edward deixando suas dores de lado, pegou-a nos braços e deitou-a no sofá do escritório retirando os cabelos que estavam em sua face e chamando por ela, clamando para que ela acordasse logo.
– Por favor amor, acorde. Bella, olhe para mim amor! Pai?
– Espere. Ela já vai acordar.
Carlisle pegou um frasco de bebida forte que tinha em seu escritório em casa destampando-o e passando rente ao nariz de Bella, para que ela inalasse o cheiro forte e voltasse a si. E deu certo.
– Oh graças á Deus você acordou. – Edward não sabia se a abraçava ou se a beijava.
– Minha cabeça está rodando. O quê aconteceu?
– Você desmaiou assim que lhes contei que os remédios que você tomava eram feitos de farinha.
Dessa vez Bella não desmaiou, ela somente arregalou os olhos tapando a boca em uma expressão de incredulidade.
– Mas quem... – Bella ia dizendo quando se lembrou das mãos de quem vinham seus remédios. Fechou seus olhos com força balançando a cabeça de um lado para outro. – Não pode ser. Eu não posso acreditar nisso.
– Amor! Por favor nos diga em quem você pensou.
– Não é óbvio Edward?
Vendo a expressão de sofrimento nos olhos de Bella, não demorou muito para Edward chegar a mesma conclusão que ela.
– Jacob.
O nome de Jacob saiu arrastado entre os dentes de Edward que se levantou imediatamente e imediatamente sentiu dor a fazer esse movimento tão rapidamente. Mas não disse nada.
– Sim. Era ele quem me entregava os remédios. Eu não... Não sei o que dizer. Juro!
– Você não teve culpa Bella. Tem mais uma coisa.
– Mais? – perguntou Edward.
– Sim. Tomei a liberdade de investigar sobre o tal médico e descobri que Harry Clearwater, já não pode mais atuar na área da medicina. Ele exerce sua profissão clandestinamente, mas não se preocupe que já avisei ao concelho de medicina sobre o que ele vem fazendo. Agora Bella, o que tenho a te pedir é. Gostaria muito de te examinar assim que for possível, tudo bem?
Sem saber o que dizer, Bella apenas disse um fraco sim para Carlisle.
Continua...
Notas finais
BJ BJ FUUUI.
PS: Até o próximo ;)
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