Shelter

9 The drug in me is you


Notas iniciais
Yoo minna ( ´∀`)☆ Primeiramente eu gostaria de pedir desculpas pelo horário, só pude agora graças a filmagem de um curta que eu participo e que ocorreu gravação nesse final de semana, com direito a ficar acordada quase 48h direto e tudo mais jsiajsai (ι´Д`)ノ mas sobrevivi e consegui postar antes do que imaginava, então aqui estou para liberar simplesmente mais uma pérola desses meus dois amores ಥ⌣ಥ♥ Nee me desculpem se estou sem criatividade para preliminares dramáticas hoje, mas espero que aproveitem muito esse capítulo e tentem manter um nível arterial não muito elevado jiaisjai ヽ(゜∇゜)ノ ah sim, desculpem qualquer erro ortográfico que possa ter deixado passar pelo sono do momento (つд`)~zzz (づ。◕‿‿◕。)づ Nee segundo, gostaria de agradecer imensamente a recomendação fantástica da Daiko-chan que me deixou emaciadíssima por cada palavra tão especial ♡ arigatou gozaimasu, foi uma das melhores surpresas que eu tive ♥ Obs: a música maravilhosa para esse capítulo tão maravilhoso é The drug in me is you do Falling In Reverse ♡ que, só pelo nome, não necessita de demais explicações ∩(︶▽︶)∩

[música]

I heard a knock upon my door the other day

(ouvi uma batida na minha porta no outro dia)

I opened it to find death staring in my face

(abri para encontrar a morte me encarando)

The feel of mortal stalking still reverberates

(a sensação de perseguição mortal ainda reverbera)

—Droga, droga, droga! – pensou enquanto saía rapidamente do apartamento – Por que ele está fazendo isso comigo? É algum tipo de brincadeira?! Ou... não, não aquele Aho.

Kise estava confuso, talvez aquilo tudo fosse somente uma brincadeira de mau gosto do maior. Mas por quê?

Kise’s POV

Aquele Aho não faria isso comigo, ele não seria tão cruel a ponto de brincar com os meus sentimentos desse jeito. Mas... que sentimentos ele acha que eu tenho? Q-quer dizer, eu não falei nada para aquele Aho que eu o a-amo, nem pra n-ninguém. Merda! Será que ele poderia sentir o mesmo? Tsk, pare de se iludir Kise, como se isso fosse possível. Mas então o que foi tudo aquilo? Os abraços, os beijos... todo... todo aquele carinho? Controle-se, vai ficar vermelho no meio da rua baka! Vamos logo, a farmácia é logo no fim do quarteirão, por que parece tão longe? Tsk. Droga, olha por quem você foi se apaixonar! Não podia ser por nenhuma fangirl ou sei lá, qualquer garota da escola? Seria tudo tão mais fácil. Mas não, foi ser gay, seu idiota masoquista! E ainda por cima foi gostar do melhor amigo! Arg, que ódio!

Your secrets keep you sick, your lies keep you alive

(seus segredos te mantêm doente, suas mentiras te mantém vivo)

I wrestle with my thoughts, I shook the hand of doubt

(eu luto com os meus pensamentos, apertei a mão da dúvida)

Narrador’s POV

—São cinco reais senhor – disse o atendente de voz anasalada.

—Débito – falou Kise entregando o cartão.

Loading...

Loading...

—Não passou senhor, o cartão acusa estar bloqueado – disse o homem sem muita paciência.

—N-nee mas como?! – Ryouta começava a ficar nervoso – Pode tentar outra vez, por favor?

Uma.

Duas.

Três.

—O cartão não passa senhor – disse o atendente já sem paciência.

—Um minuto – vasculhou a carteira – A-aqui os cinco reais em dinheiro, o-obrigada – o que estava acontecendo?

—Obrigada, volte sempre – encerrou o homem com a mesma voz anasalada.

Kise saiu da farmácia e parou alguns segundos num canto para mandar uma mensagem a seu agente, afinal, o único que poderia bloquear seu cartão era ele... ou seu pai.

— “Quero saber por que meu cartão está bloqueado” – digitou pesado para logo em seguida enviar – Merda! – gritou no meio da rua.

Antes mesmo que pudesse guardar o celular, ele tocou.

—A-achou o r-remédio? – perguntou Aomine de forma soluçada, porém breve.

—H-hai hai, já estou indo – respondeu baixo e ligeiramente afobado, apressando o passo para sair de frente da farmácia.

—Corra seu loiro oxigenado! Ahh minha cabeça... – disse desligando a chamada logo em seguida.

“Droga, você precisa aprender a se controlar perto dele!” pensou Ryouta consigo mesmo para depois acelerar ainda mais o passo a caminho do apartamento.

Aomine’s POV

Você fez mesmo isso? Por que raios você beijou a testa dele? Podia ter sido um pouco mais embaix... para! Minha mente parece que gosta de pregar truques nela mesma, ugh. Sádico idiota. Mas a cara de felicidade do Ryouta depois daquilo... ah droga – pensou sorrindo sozinho – valeu a pena. Acho que amar é isso, cuidar da pessoa e desejar a felicidade dela. Mas que coisa gay de se pensar – riu consigo mesmo – é, acostume-se com essa palavra aho. Merda, cadê aquele baka com o meu remédio, acho que minha cabeça vai explodir.

I got these questions always running through my head

(eu tenho estas perguntas sempre passando pela minha cabeça)

So many things that I would like to understand

(tantas coisas que eu gostaria de entender)

What’s the point of living life if it just contradicts?

(qual o objetivo de viver a vida se ela só se contradiz?)

I wrestle with my thoughts

(eu luto com os meus pensamentos)

I've lost myself

(eu enlouqueci)

Narrador’s POV

Kise havia chego à frente da porta de entrada, respirou fundo, contou até dez e entrou.

—Ooe Aominecchi seu reméd... – Ryouta foi abruptamente interrompido.

—Xiu BaKise! Minha cabeça! – disse Aomine quase num sussurro do sofá.

—Ooe – falou num tom muito mais baixo que o anterior – gomen, trouxe seu remédio – disse enquanto andava até a cozinha pra pegar um copo d’água e levar para o moreno.

—Arigatou Kise-kun – falou o maior tomando o remédio de efeito imediato.

Ryouta havia ficado vermelho pelo uso do sufixo –kun em seu nome, não era algo comum de ser usado por alguém além de suas fangirls ou bajuladores de plantão.

—M-me da o copo pra colocar na pia onegai – pediu Kise envergonhado.

O pouco álcool remanescente na cabeça de Daiki ainda o deixava solto suficiente para uma última brincadeira antes da sobriedade mórbida e chata. Esse era o impulso de coragem necessário.

—Nee por que você não pega? – sorriu de canto balançando levemente o copo ao lado de seu corpo.

I've lost my god damn mind

(eu perdi a droga da minha cabeça)

It happens all the time

(isso acontece o tempo todo)

Ryouta tentou pegar uma vez.

—Dá o copo Aho! – disse o loiro já levemente irritado.

—Iie – provocou o maior colocando o copo ligeiramente mais para trás e acima de sua cabeça.

Duas.

Três.

Cinco.

Ele caiu.

Sim, Kise havia caído exatamente onde a mente sádica de Daiki havia planejado. Aomine sorria de canto.

Ryouta estava cara a cara com o moreno e ligeiramente ajoelhado logo acima dele. Kise estava vermelho, azul, amarelo, todas as cores. Apenas podia sentir a respiração forte do maior. Aquele momento era familiar, sim, mais uma vez olhos azuis nos dourados. Aomine sorriu malicioso e se deleitou com o loiro desviando o olhar.

—Psiu – pronunciou brevemente fazendo Kise olhar de volta e então poder selar seus lábios com os dele.

I've lost my fucking mind

(eu perdi a porra da minha cabeça)

And there’s no fucking time

(e não tem mais porra de tempo)

I can't believe I’m actually meant to be here

(eu não posso acreditar que o meu destino é mesmo estar aqui)

Trying to consume...

(tentando consumir...)

Podia sentir as bochechas de Ryouta queimarem. A visão daquele loiro era realmente única, pensou Aomine consigo mesmo. Separou os lábios e voltou a encará-lo. Os olhos dourados brilhavam como nunca. Kise estava com vergonha e meio sem jeito já que era realmente inexperiente em qualquer coisa quando se tratava de contato carnal, afinal, seu trabalho não permitia que se desse esse luxo. Daiki percebeu a insegurança do menor e tentou tornar aquilo mais confortável pra ele: pôs sua mão direita na lateral do rosto de Kise e a esquerda em sua cintura e repetiu o ato. Podia se ouvir o coração do loiro bater alto. Separou os lábios e o encarou novamente, ele já estava mais solto. Aomine sorriu da tentativa do menor de pronunciar algo, mas esperou enquanto admirava aquele rosto avermelhado.

—E-eu... E-eu te amo Aominecchi – disse Ryouta baixo e extremamente encabulado.

Daiki não pronunciou uma palavra, apenas olhou nos olhos do menor. Não precisou de mais nada. Aproximou-se e dessa vez beijou Kise pra valer. O loiro estranhou um pouco a invasão da língua do maior, mas não demorou pra pegar o jeito. Era quente e molhado. Fez ele se sentir como não se sentia há muito tempo. Era melhor que qualquer jogo, que qualquer vitória. Era simples, singular e de alguém que ele amava. Era algo realmente único para o loiro.

Após longos minutos, só se separam por falta de fôlego. Aomine abraçou Kise forte, sendo retribuído. Mas esse abraço tinha algo de singular, ele determinava território. Sim, Ryouta agora era seu território e nada tiraria isso dele. Deixado isso bem claro, Daiki sussurrou no ouvido do loiro:

—Aishiteru Kise Ryouta – dando então um beijo na lateral do pescoço do menor.

…the drug in me is you

(...a droga em mim é você)

And I'm so high on misery

(e eu estou tão miserável)

Can't you see?

(você não vê?)

Notas finais
Kya aa aaa aa a socorro ヽ(ಥ⌣ಥ)ノ ai meu coração desu [http://images6.fanpop.com/image/photos/34800000/AoKise-aomine-daiki-x-kise-ryouta-34894990-500-708.jpg] Nee não se animem demais, surpresas estão por vir, ou se animem né rç ( ಠ◡ಠ ) Dayum eu preciso voltar a escrever, mas e o tempo, cadê? (つд`) Ugh dou meu jeito, mas no momento vou hibernar até o dia seguinte (ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧ ja nee minna ♡