Sex Games 2

16 Jogo final: Striptease (versão Grissom)


Notas iniciais
Eis aqui o tão esperado striptease do Grissom. Demorou, mas saiu. Os trechos de músicas citados no capítulo, são respectivamente nesta ordem: I Found You - James Bay Never tear us apart - INXS Let's get It on - Marvin Gaye

"Mais do que o fato de tirar suas roupas, em um striptease importam a dança insinuante e os movimentos cheios de provocação."

###GSR###GSR###

Três semanas depois...

Só tinha um facho de luz entrando na sala pela fresta da cortina da janela e algumas velas LED espalhadas pelo cômodo, dando um ar de sedução no ambiente. Sentada em uma poltrona, Sara de dez em dez segundos lançava um olhar ao corredor à meia-luz para ver quando seu namorado vinha.

Já estava ali há sabe lá Deus quanto tempo esperando e nada de Grissom. Seu namorado estava demorando bem mais do que a perita demorou, mas segundo o supervisor bem disse antes de ir para o quarto se arrumar, a espera ia valer a pena. Disso, Sara não duvida, mas precisa demorar tanto para vim logo fazer esse striptease?

A morena já se encontra em total ansiedade para ver o namorado aparecer. Se mexendo melhor na poltrona, Sara deixa escapar um sorriso ao recordar que Grissom havia dito que além do striptease ainda tinha uma surpresa que preparou, e que ambos são um presente antecipado de aniversário para a morena que estará comemorando mais um ano de vida depois amanhã.

Que surpresa deve ser essa?

Sem a perita estar esperando, a caixa de som Bluetooth na estante atrás de si começa a tocar do nada.

— Ai! Que susto! — diz com uma mão sobre o peito e olhando para a caixa de onde começava a sair uma confusão elétrica de guitarra, abrilhantando a abertura de uma canção por alguns segundos, antes de vir as batidas da bateria se misturando a guitarra e, então uma voz masculina com rouquidão entoa os primeiros versos da canção, que toma conta do ambiente.

Blue is all I've ever really known
(Tristeza é tudo que eu realmente conheci)

Playing records that I couldn't own
(Tocando discos que eu não poderia possuir)

Walking fast into the ticket line
(Andando rápido na fila de ingressos)

Walking slow to save a lonely night
(Andando devagar para salvar uma noite solitária)

A morena volta seu olhar para o corredor e arregala os olhos enquanto sua boca vai se abrindo lentamente, com a visão que tem de Grissom vindo em passadas lentas, com uma das mãos no bolso da calça, exalando sedução ao estar vestido em seu smoking impecável, que lhe cai como uma luva. Os cabelos muito bem penteados e a barba mais aparada. E o perfume que ele usa, o qual toma conta do ambiente quase que de imediato, é SÓ o que a perita mais gosta que o namorado use. Uma fragrância de aroma amadeirado com notas de pimenta rosa, sálvia esclaréia e bergamota.

— Uau! — sussurra a morena antes de engolir seco ao ver o namorado parar há uns metros de distância de si e lhe encarar de um modo fixo e penetrante.

I found you
(Eu encontrei você)

I can't believe I get to know you
(Eu não posso acreditar que te conheço)

Woah, I can't believe I get to show you
(Woah, eu não posso acreditar que posso te mostrar)

I had no one 'til I found you
(Eu não tinha ninguém até te encontrar)

'Til I found you
(Até te encontrar)

É a partir destes versos do refrão entoado de forma sexy, com uma melodia que se entrelaça a docilidade de um coral gospel e do blues, que Grissom começa a se mover de maneira suave e sem tirar os olhos da namorada.

Não é a tarefa mais fácil para o homem e seu jeito de ser mais retraído e tímido, estar ali fazendo aquilo, mas lá no quarto, antes de vir, ele se dispôs a despir-se de todos os medos e inseguranças para fazer daquela experiência a melhor possível tanto para si, quanto para sua namorada.

Adotando uma postura determinada, envolvente e atraente, ele caminha uns três passos à frente, com um andar confiante e um olhar penetrante e profundo.

Da sua poltrona Sara têm os olhos atraídos pelo namorado e toda aquela áurea erótica que Gil já emana nesse começo de sua performance. A iluminação do ambiente à meia-luz, lhe deixa ver a fisionomia do supervisor, a paixão no seu olhar enquanto dança para ela. E pensar que Grissom disse que ia ficar ridículo fazendo aquilo. Quão errado ele estava! A verdade é que ele está magnífico e já arrasando nesse começo na opinião de Sara.

Fazendo sutis movimentos, Grissom vai abrindo o blazer do smoking, sempre tendo os olhos o tempo inteiro em Sara, que acompanha quase que sem piscar, suas ações.

Com uma delicadeza que ele não sabia ser possível ter, tira o blazer e arremessa a peça no sofá. O mesmo rumo tomado pela gravata borboleta e as abotoaduras.

Suas mãos vão para o primeiro botão da camisa, o supervisor vai desabotoando a peça botão por botão até tê-la aberta por inteiro, revelando seu peitoral e abdômen. Vê Sara morder os lábios ao passear os olhos por seu tronco agora despido.

— Gostando do quê vê? — indaga o supervisor antes de atirar a camisa branca na direção da namorada, que pega a peça no ar, levando até o nariz e sentindo a fragrância do perfume do homem na roupa.

— Amando. — responde com um sorriso.

A segunda música, uma balada sensual, começa a tocar e com ela, Grissom dá continuidade a sua performance ao desafivelar o cinto e abrir o botão calça, ao mesmo tempo em que se desfaz dos sapatos com os próprios pés. Lentamente, ele vai baixando a calça e revelando uma cueca modelo boxer, branca com finas e espaçadas listras na horizontal, que carrega no cós o slogan sublinhado de uma cara e conhecida marca de roupa íntima masculina.

— É nova?

— Sim!

Ele havia comprado antes de ontem. Teve que inventar toda uma história de reunião com Conrad muito antes do horário do turno deles de trabalho para poder ir comprar aquela peça.

— Bonita! — elogia a morena se abanando com a camisa do namorado após vê-lo com aquela peça muito bem recheada. — Nossa! — assobia Sara quando Grissom dá uma volta e seus olhos castanhos são agraciados por sua bunda proeminente, a qual ela amava aperta enquanto ele estava em cima dela lhe brindando com suas estocadas firmes.

I, I was standing
(Eu, eu estava de pé)

You were there
(Você estava lá)

Two worlds collided
(Dois mundos colidiram)

And they could never tear us apart
(E eles jamais poderiam nos separar)

Se desfazendo das meias e as atirando no sofá ao seu lado, Grissom olha para a namorada de forma intensa, conta mentalmente até três e tira o olhar dela e, então, volta a encarar a perita com provocação. Em seguida, anda na sua direção, parando bem próxima de Sara.

A morena esta achando muito envolvente toda a cena. Seu namorado parecia tão seguro e ciente do que estava fazendo, que Sara está adorando tudo aquilo. Nem nas suas maiores expectativas imaginava que Grissom ia demonstrar tanta desenvoltura como aquela altura já se via. Quão sortuda se sentia de ter um homem daqueles como seu namorado.

— Negativo! — o supervisor trata de afastar as mãos que Sara estende em sua direção, mais precisamente para tocar seu abdômen.

— Deixa de ser mau!

— Olha quem fala.

O homem rebate sem deixar de se movimentar de forma lenta enquanto desliza as mãos pelo corpo até para-las no cós da cueca enquanto finge estar arrumando a peça e lança um olhar convidativo a namorada que se encontra, literalmente, de boca aberta.

Assim que o solo do saxofone entoa, Grissom já mais desenvolto se arrisca em ousar mais no passos e em movimentar seu corpo de forma mais desinibida.

Quando a terceira música se inicia, o homem caminha para trás da poltrona e desliza as mãos pelos ombros, seios até repousar ambas espalmadas sobre a barriga da perita.

— Calma, Gil, que eu sou difícil. — diz a morena, virando o rosto para o namorado.

O homem apertar os lábios um contra o outro, reprimindo um sorriso. Fica difícil manter a pose de sério e sedutor com sua namorada fazendo gracinhas.

Let's get it on
(Vamos deixar rolar)

We're all sensitive people
(Nós somos pessoas sensíveis)

With so much to give
(Com muito para dar)

Understand me, sugar
(Você me entende, amor)

Since we've got to be here
(Já que estamos aqui)

Let's live
(Vamos viver)

I love you
(Eu amo você)

Grissom cantarola este trecho da música antes de sapecar um beijo rápido nos lábios da namorada, que sorri toda boba.

— Vem! — convida Grissom de súbito, estendendo a mão para a morena após sair de trás da poltrona. — Dança comigo! — pede.

Sara abre um sorriso e no instante seguinte, a morena já está de pé, repousando as mãos sobre os ombros de Grissom, enquanto o namorado passa os braços pela cintura da morena, juntado seus corpos. Em um lento "um pra lá, e um pra cá", o casal vai dançando bem juntinho a canção de Marvin Gaye, trocando olhares e alguns beijinhos curtos.

— E então, como me saí? — indaga o supervisor ao encarar o rosto da morena antes de encostar sua testa na dela.

— Muito bem.

Seus olhos se encontram e o casal sorri.

— Foi o máximo que eu consegui.

— E foi perfeito, amor. — tranquiliza.

— De verdade?

Assente a perita antes de reivindicar os lábios do namorado para um beijo demorado, cheio de paixão e com muita mão boba, principalmente por parte de Sara.

— Vamos para o quarto, doutor Grissom, quero te livrar desta cueca e fazer amor com você. — diz Sara ao término do beijo, deslizando as mãos pelo peitoral firme do namorado, sentindo sua pele quente sob a palma delas.

— Só se for agora!

— Pois é agora mesmo!

Sara sai levando Grissom pela mão. O supervisor sorri sem que a morena veja. Só quer ver a cara da namorada quando entrar no cômodo e vê a surpresa que preparou para ela.

Ao abrir a porta, Sara pára ao se deparar com o quarto todo decorado com algumas velas LED e pétalas de rosas; na cama sobre o lençol branco também há pétalas de rosas, formando a frase: "Te amo, honey!"; e na cabeceira do móvel um varal de corações onde se lê: Parabéns antecipado!

Com os olhos envolto em lágrimas de emoção, a perita se vira para o namorado.

— Você não existe, sabia?!

Por isso, ele havia demorado tanto, estava preparando essa surpresa. Mal sabia Sara, que aquilo ali é só um aperitivo para a surpresa maior.

— Como eu sabia que não ia me sair tão bem assim no striptease.

— Você se saiu bem, sim. — afirma a morena interrompendo o namorado.

— Enfim... Eu quis compensar te preparando essa decoração romântica.

— Amei. Tá lindo, amor. — diz, passando os braços em torno do pescoço do supervisor.

Com gestos delicados como estes e tanto outros cheios de cuidado, que mais e mais Sara se via amando o supervisor.

O casal se beija. As mãos de Grissom seguram a cabeça da morena enquanto sua boca saboreia devagar a boca da amada.

Sem interromper o beijo, o casal vai em direção a cama até Sara sentir atrás dos joelhos o móvel.

Seus lábios se separam e aos poucos as roupas de Sara e a cueca de Grissom somem e a morena faz questão de beijar cada parte do corpo do namorado.

Com ambos já deitados na cama, sendo que Sara está por cima e acomodada entre as pernas de Grissom, lhe beijando o peito, o supervisor arrasta a ponta dos dedos pelas costas da morena.

De volta a boca do supervisor, Sara o beija, deixando corpo e alma em sua boca. Os braços do homem circundam a cintura da morena.

Sara interrompe o beijo segundos depois e encara o namorado, observando sua expressão extasiada. Seus olhos estão bem abertos, e as pupilas mais dilatadas e escuras do que nunca.

— Você é tão lindo e eu te amo tanto, Gil.

Sem dar tempo de resposta para o homem, a perita o beija outra vez. Uma de suas mãos descem até o peito do namorado e a morena provoca seu mamilo com os dedos polegar e indicador. Momentos depois seus lábios já deixam sua boca para percorrer o queixo barbudo e o pescoço cheiroso de Grissom, que solta um gemido rouco de puro prazer, fazendo o de centro do quadril de Sara pulsar em resposta.

A morena desce sua boca até seu alvo. Grissom arda, cravando os dedos no couro cabelo de Sara enquanto a perita passa a língua suavemente em seu mamilo e o suga com força.

— Uhm! — geme o supervisor.

A perita sopra de leve o mamilo sugado e vê o namorado se remexer sob si. Passando a mão por seu quadril, a morena fricciona seu sexo contra o do namorado enquanto suga o outro mamilo de Grissom.

— Honey! — geme Grissom com os movimentos que ela faz sobre sua ereção, como se ele já estivesse dentro dela.

A morena sabe que naquele momento tem o namorado nas mãos. E geme ao senti-lo duro e pronto para ela.

Erguendo de cima dele e ficando os joelhos, um de cado lado do quadril do supervisor, Sara segura o membro em riste do namorado e o guia até sua entrada. Bem lentamente, desliza pela extensão de seu membro e sobe até quase o retirar todo de si, para em seguida deslizar mais uma vez.

— Honey! — com o corpo em chamas aquela altura, Grissom agarra a cintura da namorada, instigando-a a ir mais rápido no ritmo de sua cavalgada.

— Geme, amor. — os lábios de Sara tocam o peito do homem enquanto ela se move sobre ele. — Sinto tanto tesão por você.

Grissom inclina a cabeça para trás, pressionando o travesseiro. Sara então sobe o rosto até seus lábios estarem outra vez de volta aos do supervisor enquanto as mãos dele se cravam em sua bunda, fazendo com que ela se mova mais rápido sobre si.

Sara o beija, colocando todo o seu desejo e ânsia no ato enquanto cada vez se move mais rápido em cima do namorado.

O supervisor está perdido em uma tempestade de sensações. Aperta com força a bunda da namorada, sentindo-se mais próximo da beira do precipício.

Sara segue beijando o namorado, provocando-o com a língua hábil por mais uns segundos antes de se erguer e ficar com as mãos espalmadas em seu peito, enquanto passa a cavalgar mais rápido sobre ele.

Bastam mais alguns instantes e Grissom cai no abismo, o orgasmo reverberando por seu corpo enquanto deixa escapar um gemido bem alto, para o deleite de Sara. Logo em seguida é a vez da morena ser alçada ao clímax, chamando inúmeras vezes pelo nome de Grissom antes de desabar sobre seu peito soado que sobe e desce freneticamente como sua respiração.

###GSR###GSR###

Sara está com a cabeça descansando no peito de Grissom, um dos braços agarrado a sua cintura e uma das pernas jogadas de maneira displicente sobre o quadril do homem, enquanto o supervisor desliza carinhosamente para cima e para baixo uma mão por suas costas.

— Sara... — chama o supervisor rompendo o silêncio entre o casal.

— Hum... — de olhos fechados, a perita resmunga, relaxada pelo carinho que o namorado faz em suas costas.

— Quero te propor um novo jogo. — com um sorriso nos lábios, que não é visto por Sara, o homem diz calmamente.

— Mas nós acabamos de fazer um. — rebate a perita ainda se restabelecendo da sessão intensa de amor que eles tiveram recentemente.

— Eu sei. Mas este é diferente. — argumenta o supervisor parando de mover a mão pelas costas da namorada e, com isso, atraindo o olhar de Sara que ergue a cabeça de seu peito para encarar o rosto do supervisor.

Era chegado o momento de Grissom fazer o pedido que tanto ensaiou ao longo desse tempo.

— Diferente como? Que jogo é, Gil? — questiona a perita, passando a mão pelos cabelos bagunçados do homem, em uma tentativa inútil de arruma-los.

— Primeiro vamos colocar alguma roupa, porque eu não quero te propor isso conosco pelados.

Mesmo sem entender nada, Sara acata o pedido do namorado. Enquanto Grissom coloca o shorts de seu pijama que cata debaixo do travesseiro, a namorada se limita a pôr apenas o robe pendurado a cabeceira da cama.

— Estamos vestidos, agora, fale.

— Espera só um instante.

Grissom vai até o guarda-roupa de onde pega de dentro de uma das suas gavetas de roupa, a caixinha de veludo com as alianças há tempos compradas.

— Sara quero te propor um jogo, que se depender de mim jogaremos pra sempre.

O supervisor se aproxima de volta para a cama com as mãos para trás do corpo, impedindo a namorada de ver o presente.

— Que jogo é esse, Gil? — indaga a perita enrugando a testa.

— Honey... — inicia o supervisor após respirar fundo.

Aquele pedido é o segundo grande passo mais importante que dará em sua vida pessoal, o primeiro havia sido ir atrás de Sara e abrir seu coração para a perita.

Em sua vida não se imaginava um dia, fazendo um pedido de casamento a alguém. Tampouco, almejando passar o restante dos seus dias ao lado de uma mulher. O trabalho sempre ocupou um espaço enorme, senão total, em sua vida. O doutor Grissom sempre estava a frente da pessoa Grissom.

Ter relacionamentos amorosos era algo muito raro e quando acontecia, não passava de uma relação rasa e superficial. Mas aí, surge Sara e todo seu jeito falante e descontraído para causar um boom em Grissom.

No entanto, ainda não era o momento 'deles acontecer'. Então o tempo os distanciou por dois anos até eles estarem frente a frente de novo. E por mais uns anos, Grissom não deixou que 'eles acontecessem' por medos tolos. Se privou e privou Sara; se machucou e por tabela, também machucou a perita; e por muito pouco não foi tarde demais e a perdeu para sempre.

Antes eles eram dois em separado, hoje são um em conjunto. O amor que Grissom tem pela namorada é algo gigantesco, imensurável. Sara mudou o seu mundo. Os dias ao seu lado são curtos demais, as noites doces e perfeitas.

Hoje, ele sabe, sem qualquer lugar a dúvidas, que a perita é a mulher da sua vida; hoje, ele sabe que não há felicidade longe de Sara; e hoje, ele sabe que pedir em casamento aquela mulher diante de si é a decisão mais acertada que já tomou nos últimos meses.

—... Parece simples demais, mas esta é a questão mais decisiva que alguma vez colocarei a alguém. — se pronuncia o homem após uma longa pausa feita depois de ter chamado a amada pelo apelido instantes atrás. — E mais decisiva ainda será a sua resposta.

— Ai, Gil, você está me assustando. Fale de uma vez sem fazer rodeios.

Foi o que ele fez então: sem rodeios.

— Eu quero uma vida ao seu lado. Eu quero construir infindáveis memórias e uma família com você. Eu quero superar dificuldades e festejar conquistas ao seu lado. Desejo fazer você feliz ou morrer tentando.

— Você já me faz feliz, baby! — rebate a perita, tocando o rosto do namorado.

— Você também, me faz imensamente feliz, honey. Porém, falta uma coisa para que a felicidade que você me trouxe, seja completa. — trazendo as mãos a frente, Grissom abre a caixa de veludo para Sara.

— Ai, meu Deus! — exclama a morena, levando as mãos a boca ao ver as argolas douradas dentro caixinha na mão do supervisor.

— Casa comigo, honey, e eu prometo fazer você sorrir todos os dias das nossas vidas!

Notas finais
É isso. Sexta-feira que vem posto mais. Até lá. Xero.