Sex Games 2
12 Jogo #7: Quiz erótico
Notas iniciais
O Jogo:
Seu parceiro(a) parado na porta do quarto; você nu(a) na cama e se tocando enquanto faz perguntas desafiadoras sobre suas preferências sexuais ao outro. A cada acerto, um passo a frente dele(a) rumo ao seu encontro na cama; a cada erro um passo atrás. O jogo termina quando seu amado(a) finalmente chegar em você.
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Encostado ao batente da porta do quarto, com os braços cruzados a altura do peito, Grissom observava Sara pregar fita crepe pelo chão do cômodo para fazer as demarcações do jogo daquela tarde de folga deles.
Só de pensar que por baixo do robe claro ela não usava absolutamente nada, ele já suava frio.
Ó, joguinho perverso!
Vê-la nua na cama e lhe provocando, ia tirar seu foco para responder sabe lá que perguntas ela faria. E ele desconfiou que aquela era a intenção mesmo do jogo: tirar seu foco, ao invés, de testar seus conhecimentos.
— Você não acha que está deixando esses espaços entre uma marcação e outra muito pequeno? — ele se atentou para aquele detalhe.
— Não acho!
Já havia até o momento seis demarcações e Sara já estava indo fazer a sétima.
— Pelo visto você quer testar bastante os meus conhecimentos a seu respeito não é?
— Mais é claro que quero! — ela lhe lançou por cima dos ombros um olhar seguido de sorriso. — Quero saber o quanto me conhece intimamente, doutor Gilbert Grissom!
Sara escutou a risada alta do namorado e logo em seguida, sua voz confiante lhe retrucar:
— Eu conheço tudo a seu respeito, honey!... Vou acertar todas as perguntas de primeira.
— Ah, é o que quero só vê! — ela rebateu se erguendo do chão e dando um passo a frente para fazer a oitava e última marcação.
— E verá!
Ele estava confiante de que ia ser moleza, já que no seu entendimento, conhecia Sara muito bem. Sabia suas preferências e gostos mais íntimos.
— E se você não acertar, vai apanhar. — ela ameaçou em tom brincalhão já se levantando do chão.
— Ah, é?!... — descruzando os braços, Grissom caminhou lentamente até a namorada, seguindo exatamente o caminho traçado pelas demarcações feita por Sara. — E se por acaso eu gostar de apanhar?
— Grissom!!
Da cama, Sara apanhou a almofada e atirou na direção do namorado, que com um ótimo reflexo aparou o objeto antes mesmo dele lhe acertar a face barbuda.
— Você não era dado a essas respostas até bem pouco tempo atrás, doutor Grissom.
Ele fez seu costumeiro biquinho e exibindo um sorriso nada inocente o qual Sara já se habituou a vê-lo ostentar quando eles estão entre quatro paredes, parou diante de Sara.
— A culpa disto é sua. — com o dedo indicador, ele apontou à namorada e atirou na cama a almofada segura na outra mão.
— Minha?
— Claro! Você com essa ideia de jogos sexuais criou este Grissom, senhorita Sidle. Portanto, você é a culpada, sim!
É, talvez, ela tivesse um pouco de culpa. Ou não!
— Ou vai ver que este Grissom... — Sara se pronunciou, depositando ambas as mãos sobre o peito do namorado e foi subindo bem lentamente com elas rumo aos ombros dele, sentindo sob a palma o tecido macio da camisa de algodão que Grissom usava. — Sempre esteve aí dentro, e eu só o trouxe à tona.
Exibindo uma expressão engraçada, Grissom segurou Sara pela cintura delicada e a trouxe para juntar seu corpo ao dele.
— É uma boa teoria, mas que não lhe isenta da culpa. Sabe muito bem disso, não é? — indagou ao abraçá-la e deixar as mãos descansarem bem sobre a curvatura que precedia suas nádegas.
— Que seja! Aceito a culpa então! — ela se rendeu e passando os braços por seu pescoço, lhe beijou os lábios. Quando ele fez menção de aprofundar o beijo, ela se afastou de imediato para a frustração total de Grissom.
— Temos um jogo pra fazer. — lembrou-o.
— Esse jogo é bem malvado viu.
Ela apenas sorriu enquanto se dirigia até a janela do quarto para fechar as cortinas. Momentos depois eles já estavam devidamente posicionados em suas 'marcas'. Grissom na porta do quarto e Sara deitada na cama já sem o robe.
— Posso apostar que está adorando o fato de que vai me provocar aí da cama.
O sorriso nada discreto que tomou conta de sua face bonita, foi a mais escancarada confirmação para Grissom.
De fato ela estava adorando aquilo mesmo. Na verdade, passou a apreciar bastante a tarefa de provocar seu namorado depois que passaram a fazer esses jogos. Era divertido tirá-lo dos eixos entre quatro paredes. E de uns tempos para cá, se tornou mais fácil ainda.
— O que tem no papel? — Grissom quis saber ao vê-la puxar de dentro da gaveta do criado-mudo, que fica do lado que ela dorme, um papel dobrado.
— Aqui estão anotadas as perguntas que farei a você.
Ela tinha feito uma lista com um total de 18 perguntas. Esperava não ser preciso usar todas. Na verdade, ela torcia para usar somente as oito da demarcação do quarto.
— Pronto pra começar o jogo?
— Na verdade não. Estou mesmo com vontade de deixar esse jogo para lá e me juntar a você nessa cama.
Olhar para ela linda e completamente nua na cama deles, estava lhe fazendo aflorar o desejo de fazer amor com ela.
— Bem... Você pode se juntar a mim desde que acerte de primeira as oitos perguntas que farei.
— Ok! Então vamos lá. Comece a fazer essas perguntas!
Se era para começar, que fosse logo. Ele tinha pressa em se juntar a ela naquela cama macia para completar aquele jogo com a melhor parte de todas: fazendo amor com Sara!
— Como é a primeira pergunta então será bem fácil. — Ela tinha certeza que ele ia acertar. Até porque o que perguntaria era algo que ele tinha por dever saber. — Onde foi a nossa primeira vez?
Grissom deixou um sorriso escapar, porque sabia com perfeição a resposta.
Fazia apenas duas semanas que estavam juntos e surgiu um caso fora de Las Vegas, em uma cidade distante. Eles foram lá atender a chamada. A complexidade do caso e os 140km de distância da tal cidade para Vegas, exigiu com que Grissom e Sara ficassem em Beatty por três dias. E foi, justamente, na última noite, após terem saído para jantar, que acabou rolando a primeira vez deles.
— Foi em uma pousada em Beatty.
Sua mente vagueou nas boas memórias daquele dia. Havia sido a primeira de muitas noites maravilhosas e especiais que ele já viveu até aqui com Sara.
— Muito bem. Pode andar uma casa, baby.
Assim ele o fez sem demora e estampando um sorriso de orelha a orelha.
Antes de fazer a próxima pergunta, Sara anunciou que não seria mais essa facilidade toda. E ainda revelou que ele não podia tirar os olhos mais dela enquanto respondia, porque agora ela iniciar a provocação.
— Esse jogo deveria ser chamado de Quiz tortura erótica.
— Não seja exagerado. Posso fazer a próxima pergunta?
Ele consentiu com um balançar leve de cabeça.
— Qual é a minha posição sexual predileta?
— Logo de cara essa pergunta?
— Sim!... Vamos lá, doutor Grissom. Responda.
— Calma! Preciso me concentrar.
Só que ele descobriu em questão de segundos que se concentrar para pensar em uma resposta era uma tarefa bem complicada, já que seus olhos acompanhavam cada movimento que Sara fazia com as mãos pelo corpo. Ela deslizava de maneira insinuante pelos seios, descendo até a barriga e coxas, para depois fazer o caminho inverso. E acompanhar isso minava o pensamento do supervisor. Tudo o que ele desejava era substituir as mãos dela pelas dele!
— Você precisa responder, querido.
A cara abobalhada dele era impagável. Seus olhos pareciam devorá-la e Sara estava adorando aquele poder que possuía sobre as reações de seu namorado.
— Se eu ao menos conseguisse pensar direito. Mas você não está me deixando fazer isso. Ô, céus! — um gemido acompanhou essa sua exclamação, quando Grissom viu a namorada levar o dedo indicador da mão direita e sugá-lo de maneira erótica e sensual. — Isso não se faz!
— A resposta, Gil! — ela cobrou outra vez.
— De lado! — ele soltou a primeira coisa que lhe passou na cabeça. E para sua sorte, foi a certa.
— Mais um passo a frente!
Sara pode vê-lo soltar um suspiro de alívio pelo acerto na resposta. E aquela altura do jogo, Grissom já até transpirava. Tanto que resolveu tirar a camiseta que usava.
— Calor, querido?!
— Não faz ideia do quanto.
Ela sorriu, apreciando a visão dele sem camisa.
A próxima pergunta foi sobre "Quais eram as partes favoritas dela no corpo dele", o supervisor também acertou, até porque, se ele errasse esta seria imperdoável já que sua namorada por diversas vezes deixou explícita que tinha em sua nuca e nádegas as suas predileções.
Em seguida ele também acertou a pergunta sobre a cor predileta de lingerie de Sara.
A cada acerto, o supervisor sentia com alívio a proximidade do fim do jogo. Não é que ele estivesse desaprovando a brincadeira, pelo contrário, estava adorando. O 'problema' era ser espectador da namorada se tocando, quando na verdade ele queria estar lá junto com ela, ou melhor, sendo o que tocava cada pedacinho de seu corpo não somente com as mãos, mas também com a boca.
— Onde é o meu lugar favorito para fazer sexo?
— E você tem?
A forma engraçada com a qual ele a encarou rendeu uma risada em Sara.
— Claro! — ela admitiu ainda rindo.
— Pois nunca me disse isso.
— Gil se você puxar pela memória em quais lugares nós mais transamos desde que estamos juntos, vai ver que nem é preciso que eu tenha lhe dito isso.
Grissom buscou em suas lembranças quais foram os lugares que eles mais transaram ao longo desse tempo de relacionamento, mas pensar enquanto assiste sua namorada 'brincando' com os dedos em sua própria intimidade, estava sendo impossível para ele.
— Ei, pode abrir os olhos, amor. — ralhou Sara quando viu o namorado fechá-los.
— Fica humanamente difícil pra mim pensar vendo você se tocar.
— Esta é a graça, doutor Grissom. Olhos abertos!
— Cristo!
De olhos abertos e encarando Sara, ele procurou se concentrar, mesmo a tarefa sendo quase uma missão impossível, já que a visão que ele tinha de Sara lá na cama lhe desconcentrava totalmente. Mas Grissom se forçou a buscar concentração.
Haviam três lugares específicos em que eles faziam sexo ali no apartamento com frequência: sofá da sala, a cama e no chuveiro!
Só podia ser um daqueles três. E levando em conta, a frequência com a qual a cama muita das vezes era palco das sessões de sexo deles, o supervisor arriscou naquele lugar.
— Cama!
Sara quis bater em seu namorado ao ouvir sua resposta. Apesar dela adorar fazer na cama aquele não era seu lugar preferido.
— Resposta errada, Grissom.
— Ah, não, Sara!
Ele levou as mãos a cabeça em desespero.
— Você vai ter que voltar uma casa. — ela avisou nada contente.
Grissom fez o que a namorada disse contrariado e insatisfeito enquanto cobrava de Sara a resposta certa.
— No chuveiro, Gil. Eu já te confessei por três vezes que aquele lugar virou o meu lugar preferido, amor.
Apesar de o lugar não ter lá o seu devido conforto, ser pequeno, demandar certo malabarismo e não ser 'palco' tão frequente das sessões de sexo deles quanto já foi a cama e o sofá. Ainda assim, Sara tinha sua predileção pelo sexo no chuveiro.
Sentir a água quente ou fria escorrendo entre seus corpos enquanto transam era incrível. O calor ajudava a aliviar a tensão do corpo, acalmar a rigidez e relaxar músculos e articulações.
Só depois que ela mencionou, que Grissom conseguiu se recordar.
— Mas também como eu ia lembrar se você fica me provocando. Fico desconcentrado assim.
Ela esboçou um meio sorriso.
— Você está adorando isso.
— Se eu disse que "não", estarei mentindo. Mas que fiquei de observação que eu detestei que errou a resposta.
— Não detestou mais que eu. E só pra avisar... A gente vai fazer uma versão minha desse jogo. Aí, você vai ver, Sara Sidle.
— Uau, vou adorar isso!
Ela podia quase apostar que sentiria a mesma dificuldade dele em se concentrar, mas ia valer a pena ser sabatinada por Grissom enquanto seus olhos eram agraciados pela visão do namorado nú na cama deles lhe provocando.
— Próxima pergunta, sua maluca. — o supervisor balançou a cabeça e sorriu da resposta da namorada.
— De todas as coisas que você faz comigo sexualmente, o que me excita mais?
— Essa aí, você me pegou. — ele puxou de leve a orelha em uma mania que quase sempre significava, que não sabia o que dizer.
E realmente ele não sabia!
Sara sempre lhe dizia que adorava e se excitava com a maioria das coisas que ele fazia. Mas pelo visto havia uma em especial e que ele não conseguia se recordar no momento. E com Sara usando suas provocações lá da cama, pior ainda que ele não se concentrava para lembrar.
— Vamos, amor. — ela cobrou após certo tempo dele em silêncio. — Vou começar a estipular um tempo pra responder. Você tem demorado nas respostas.
— Espera... lembrei! — só esperava que estivesse certo. Tinha que estar! — Uma vez você disse que roçar a ponta do queixo nos seus mamilos era a coisa que mais gostava, por isso que detesta quando eu digo que vou tirar a barba.
Sara apertou os lábios para o conter o sorriso que deixaria escapar por ele ter acertado a resposta.
— Olha, ele lembrou.
Por um momento, ela achou que ele fosse errar a resposta, mas ainda bem que ele acertou.
— Pode dar um passo a frente.
— Me restam quatro perguntas de novo para chegar aí em você.
— Só espero que não erre mais.
— A intenção é essa se você não fizer pergunta difícil.
— Depende do que você acha difícil. As perguntas não estão tão difíceis assim, amor.
Realmente, elas não estavam difíceis. O que causava a dificuldade era a provocação. Aquilo tirava sua percepção e foco para pensar na resposta.
— Posso fazer a próxima?
— Deve!
— Em que momento do dia eu prefiro transar?
Um leve arquear de sobrancelha e o tão costumeiro biquinho, foram o bastante para arrancar de Sara um largo sorriso.
— Isso aí é pegadinha sua!
Ainda rindo, a perita negou ao balançar o dedo indicador.
— É, sim, pra eu errar. Não se faz uma coisa dessas. Você não tem pena do seu pobre namorado?
— Desde quando você virou dramático assim, Gil?
Ela mal conseguia parar de rir.
— Desde que você passou a ser má comigo. Pode fazer outra pergunta.
— Nem pensar. Você que não cuide de responder e acertar, ou do contrário, vai voltar uma casa no jogo.
— Céus! Você quer me enlouquecer.
— Responde logo, amor. Assim como você, eu quero que acerte e venha se juntar a mim.
— Pois não parece.
— Vamos, doutor Grissom. Não é tão difícil a pergunta.
Ele suspirou. Não tinha outra opção senão responder e torcer para ser de maneira correta, ou então teria que voltar um passo, algo que não queria ver acontecendo. Já estava na ânsia de liquidar aquele jogo e pular para a parte mais divertida.
— Tic... Tac... Baby!
Grissom se recordou em como Sara e ele não tinham um momento específico do dia para fazer sexo. Algumas vezes faziam pela manhã quando não chegavam tão cansados do trabalho. Outras vezes a tarde, quando acordavam. E nas folgas faziam a noite. Não tinha um momento exato do dia. Por isso a dúvida de Grissom.
— A noite! — arriscou sem qualquer certeza.
— Ai, Grissom! De tarde, depois que a gente acorda.
Ela não estava acreditando que ele tenha errado essa.
— Droga!
Lá ele teve que recuar um passo.
— Mais atenção, doutor Grissom.
— Com você nua aí, fica difícil.
A questão seguinte que dizia respeito a preferência de Sara sobre "Ficar por cima ou por baixo", Grissom acertou sem qualquer esforço. Até porque eles dois compartilhavam a mesma preferência nisto: ela por cima.
Ele também acertou quanto a transa da qual Sara mais gostou até hoje. Foi a primeira vez deles. Esta também era a que ele mais havia gostado. A sexta pergunta e a sétima, ele também acertou sem grandes problemas.
— Se acertar esta próxima pergunta é fim de jogo.
— Sem pergunta difícil, Sara.
Como aquela altura ela também já queria o fim do jogo, então escolheu uma que no seu entender era BEM fácil
— Qual a fantasia que eu já te contei que quero que façamos?
— Fantasia?
— Sim! Essa é moleza. Tem pouco tempo que eu contei, amor. Inclusive, foi durante um jogo dessa nossa segunda rodada de brincadeiras.
Ela deu a dica para facilitar mais ainda o lado do namorado.
— Contou em um jogo... — ele sussurrou mais para si mesmo do que propriamente para Sara. Mentalmente, foi buscando em qual jogo ela poderia ter contado aquilo.
No jogo de dados não podia ter sido. O dos sabores menos ainda, assim como o dos brinquedos e do quente e frio. Então ele se recordou do 'a carta mandou' e sorriu, porque foi nesse que ela contou sobre sua fantasia.
— Uma rapidinha dentro do carro, quando a gente estivesse indo para alguma cena do crime.
Nem bem Sara confirmou o acerto de Grissom e ele já estava se ajeitando sobre ela na cama.
— Eu vou acertar tudo de uma vez, não é? — fingindo uma seriedade que estava longe de ter, Sara bateu de leve com a mão aberta no ombro de Grissom.
— Se não fosse você me provocando, eu teria mesmo acertado tudo de uma vez. — ele contra-argumentou antes lhe roubar um beijo urgente, que só atiçou mais ainda o desejo intenso que um já sentia pelo outro em virtude do jogo.
Cada parte do corpo de Sara que durante o jogo ela se tocou para provocar Grissom, recebeu o toque do supervisor, não só das mãos, como também de sua boca. Aquela era sua pequena vingança por ela tê-lo provocado momentos atrás a cada vez que lhe lançava uma pergunta.
E assim os seios perfeitos foram provados. A barriga lisa foi beijada. As coxas delicadas lambidas e mordiscadas de leve. E por fim sua intimidade, que recebeu os toques molhados da língua do supervisor combinados com dos dedos dele.
— Gil, por favor... Preciso de você, Baby! — Sara implorou em determinado momento.
Em segundos ele já havia se livrado do short e a possuía com urgência. Seus golpes iam lá fundo dela lhe arrancando gemidos altos, que se misturavam aos dele em uma sinfonia perfeita. A música dos amantes!
Algumas investidas mais e ele inverteu as posições deixando Sara por cima. Ela movia os quadris de um modo bem prazeroso para ambos.
Naquela posição levou apenas mais uns instantes para Grissom chegar ao orgasmos e desaguar dentro de Sara. Logo em seguida era ela quem chegava ao orgasmo e desabava extasiada sobre o peito suado do namorado.
— E mais um jogo concluído. — Sara murmurou ao ergueu o rosto do peito de Grissom para encarar o namorado, depois deles passarem quase meio minuto inertes e em silêncio. — Agora só nos restam mais dois, sendo um deles seu striptease, doutor Grissom.
— Ah, não!... Nem me lembre disso!
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