Sex Games 2

13 Jogo #8: 7 minutos de prazer


Notas iniciais
Fala, meninas! Bora aprender mais um jogo com esses dois? Sim'bora!

O Jogo:

Com o parceiro(a) algemado, você terá sete deliciosos minutos para provocar e estimular o outro da forma que quiser, e ele não pode retribuir. Ao final do tempo, vocês trocam de posições e seguem o jogo por quantas rodadas quiserem (e aguentarem).

Itens necessários ao jogo:

• Algemas;
• Relógio que faça contagem regressiva. Ou um celular com temporizador.

Regra:

Enquanto o jogo estiver rolando NADA DE PENETRAÇÃO, isso fica só para quando não suportarem mais o jogo.

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Depois de algumas semanas com folgas não coincidindo e um caso para lá de desafiador, que os fez dobrar turnos seguidos e quase não terem tempo para muita coisa, quanto mais para momentos íntimos, eles enfim estavam tirando a noite de descanso juntos. Fazia um friozinho gostoso e nada melhor que um joguinho sexual para esquentar o clima. E o de hoje tinha tudo para ser quentura pura.

O local escolhido para a realização da brincadeira foi a sala. Antes, porém, de darem início ao jogo, eles tiraram em uma melhor de três de jokenpô para saber quem seria o primeiro a provocar o parceiro durante sete minutos. Pelo placar de 2x1, Grissom foi o vencedor da disputa. Deste modo então, Sara seria a primeira a ficar algemada.

— Sexo com algemas permite entregar-se totalmente para o outro e deixá-lo controlar as sensações no corpo.

Grissom discursou enquanto Sara estava deitada de peito para cima no sofá de três lugares e ele prendia os pulsos dela.

— Sem contar que é algo que requer confiança. Até porque ninguém merece ficar desconfortável e o parceiro não estar nem aí pra você!

O supervisor assentiu em concordância. E no caso deles confiança havia em demasia.

— Sabe uma curiosidade que descobri recentemente sobre algemas no sexo?

— Qual? — Grissom se acomodou na pontinha do sofá e ao lado do corpo de Sara após ajeitar a almofada sob sua cabeça para lhe deixar mais confortável.

— Que elas viraram item de fetiche praticamente obrigatório para quem gosta do mercado erótico, com a criação dos sex shops e a sua popularização a partir dos anos 70.

— Não diga?! Sério?

— Sim!

— Cite sua fonte. — ele pediu com um sorriso provocativo.

— Ei, essas três palavras aí são minhas.

O supervisor caiu na risada, sendo acompanhado por sua namorada. Ainda aos risos, Sara lembrou-se da época em que usou aquelas palavras em certa cena de crime em um avião, após um comentário de Grissom a respeito de se fazer sexo sobre uma determinada altura.

— Eu lembro de alguém ter ficado com ciúmes quando eu contei sobre o Ken Fuller. — ela o alfinetou.

Sara ainda se recordava com perfeição da cara chocada que Grissom fez na época, ao ouvi-la lhe revelar sobre sua pequena experiência sexual com o sujeito que classificou como 'tudo de bom'.

— Eu não fiquei com ciúmes, honey. — Com uma careta, Grissom rebateu quase que de imediato. Na verdade, o sentimento na época foi outro. — Mas admito que... Sente inveja desse Fuller.

— Inveja?

De tantos sentimentos possíveis, inveja foi a última coisa que lhe passou pela cabeça que ele tivesse sentido na época.

Grissom assentiu, pensando no quão sortudo aquele tal de Ken Fuller foi no passado. Agora o sortudo era o supervisor que tinha aquela mulher para si e compartilhando as melhores experiências sexuais com ela.

— Nunca te contei isso, mas... Por dias fiquei pensando no que me contou. Não faz ideia do quanto desejei ter estado no lugar desse Ken Fuller e transado com você no banheiro de um avião.

A desenvoltura com a qual ele confidenciou aquilo foi a melhor coisa.

— Uau!... Isso foi... surpreendente, doutor Grissom! — ela estava passada e ao mesmo tempo em estado de graça com o que ouviu. Quanta mudança do Grissom de agora, para o Grissom de antes. — Bom... podemos realizar seu desejo com alguns anos de atrasos, qualquer dia desses se quiser. O que acha? — ela propôs sem a menor cerimônia e exibindo um sorriso nada inocente.

— Acho que é uma loucura que eu vou adorar cometer com você!

A gargalhada alta que Sara deixou escapar logo em seguida, soou como música para os ouvidos de Grissom.

Não havia no mundo outro som melhor que aquele. Assim como, não havia cheiro melhor que o dela. E nem mulher mais fantástica que aquela deitada em seu sofá, usando uma curta camisola de seda.

Sara era seu mundo!

Com ela e sua dose extra de loucura, ele se sentia outro. Um outro não tão louco como ela, mas corajoso como não era antes dela.

Ela extraía dele o melhor. O fazia melhor! E ele era infinitamente feliz com ela.

Ele se lembrou das alianças guardadas na gaveta com chave de sua mesa no escritório do laboratório. Ainda não havia aparecido a oportunidade perfeita para fazer aquele pedido, mas ele encontraria o momento certo. Quem sabe no último jogo deles! Até porque precisava casar o quanto antes com aquela mulher que trouxe alegria e sentido para sua vida.

— Pois temos que arranjar um dia qualquer para cometer essa loucura, baby!

— É, temos! — ele deslizou de maneira carinhosa as costas de uma das mãos pelo rosto bonito dela. Em outros tempos, ele diria que realizar aquela louca fantasia sexual seria improvável. No entanto os tempos mudaram. Ele mudou! E aquela fantasia certamente iria se realizar, pois tinha quase certeza de que Sara iria se encarregar de dar um jeito naquilo. E ele estava na torcida para este dia chegar. Seria algo incrível. Até porque tudo com ela era incrível! — Mas vemos isso em outro momento... Agora temos um jogo ou não?

— Sim, claro, o jogo!

Grissom apanhou da mesinha de centro seu celular e programou o despertador do aparelho para tocar daqui a sete minutos.

— Pronta?

— Mais que pronta!

Assim que escutou sua resposta, ele deu start no cronômetro, devolvendo logo em seguida o celular ao lugar onde estava antes.

— Você sabia... — ele se pronunciou, indo se acomodar no outro extremo sofá, de frente para Sara. —, que todos os nossos órgãos têm um ponto correspondente no pé, inclusive os genitais? — indagou após ajeitar os pés da namorada sobre uma almofada que havia posicionado sobre seu colo.

— Já li algo a respeito certa vez. Pés são sensíveis e ricos em terminações nervosas.

— Exato!

— E você pelo visto vai me fazer uma massagem?

Ele era o mestre das massagens. Se um dia abrisse um negocio neste ramo, seria sucesso, já que tinha mãos incríveis para tal.

Ele não respondeu.

Com seus hábeis dedos iniciou os trabalhos massageando devagar o pé direito de Sara. Porém não demorou quase nada para o supervisor mostrar a namorada o que a massagem de hoje seria diferente das outras que já fez, quando seus dedos foram substituídas pelo toque macio de seus lábios.

— Uau!

Ela deixou escapar ao vê-lo deslizar a língua molhada pelo dorso de seu pé, eriçando-lhe instantaneamente os pêlos do corpo. Sara observou o olhar de Grissom buscar pelo dela logo em seguida.

— Isso foi diferente e muito bom.

O supervisor sorriu satisfeito pela aprovação escancarada que via na face de sua namorada. Ainda recebeu dela um largo sorriso antes de voltar sua atenção ao pé de Sara. O tempo para fazer o que queria, era curto, então ele não poderia desperdiçar um segundo sequer desses preciosos minutos que tinha.

Ele beijou, mordiscou e lambeu o dorso e a sola dos pés da namorada. Então partiu para os dedos. Deslizou a língua por eles, fazendo movimentos circulares sem esquecer de lamber os vãos entre os dedos, porque era sabido que aquelas áreas fazem parte de uma zona extremamente sensível.

— Céus! Como isso é bom!

Nem nos seus mais loucos devaneios sexuais, Sara imaginou que a combinação boca, língua e pés fosse tão perfeita para elevar o tesão à potência máxima. Ela podia sentir um calor lhe subir pelas entranhas e um desejo louco. Era surreal.

Ainda houve tempo para Grissom sugar cada dedo de Sara, imitando movimentos como se estivesse fazendo sexo oral nela, desencadeando uma das melhores e mais excitante. Pena que o ruído sonoro do celular, alertando que os sete minutos dele se encerram naquele instante, pôs fim a rodada para frustração da perita.

— Não!... Queria mais.

— Mas o tempo acabou.

— Se eu soubesse que sete minutos passavam tão rápido, teria arredondado a brincadeira para dez.

Grissom sorriu e enquanto a soltava, a inquiriu sobre ter aprovado sua massagem diferente.

— Aprovadíssima, Gris!... Foi incrivelmente excitante.

Ele ficou mais que satisfeito de ouvir aquilo.

— Agora é a minha vez de abusar de você durante sete minutos. — Sara tomou a algema das mãos do namorado após ele tê-la soltado. — E já pode se livrar da camisa e se sentar ali na poltrona sem braço.

Sem objeções ele fez o que ela 'pediu'. Com o namorado sentado onde indicou, Sara disse a ele para colocar os braço para trás da poltrona e prendeu seu pulsos.

— Ficou muito apertado assim?

— Um pouco, mas está suportável.

— Se começar a machucar me avisa.

— OK!

Sob o olhar de Grissom, Sara foi até a mesinha, pegou o celular do namorado e veio se acomodar montada no colo do supervisor, que engoliu a seco.

Ele nem imaginava, mas sua amada tinha traçado um 'roteiro' muito bem bolado para pôr em ação e enlouquecê-lo.

Sara havia pesquisado ontem na internet algumas maneiras e locais os quais excitar o namorado, além dos que já sabia que ele gostava. Acabou por encontrar em um site um guia super interessante falando sobre as diversas áreas erógenas do corpo masculino, que são altamente "excitáveis" e que às vezes passam batidas na hora do sexo, quer seja pelo calor do momento ou por falta de conhecimento mesmo.

E com base neste guia, Sara traçou seu próprio caminho em algumas estapas. Se chegaria ao final delas ia depender do quanto Gil aguentaria suas provocações e vice-versa.

— Posso começar?

— Sim.

Ela acionou o cronômetro e deixou o celular descansando no chão, bem ao lado do seu pé e o de Grissom. Hora de pôr em prática o que elaborou.

Etapa 1 — Estimule desde o cabelo.

Pode soar estranho, mas o couro cabeludo é uma das áreas erógenas que levam à plena satisfação e por consequência à excitação. E sabendo disto, Sara iniciou seu jogo deslizando ambas as mãos de maneira lenta, pelos cabelos de Grissom enquanto não tirava os olhos de seu rosto bonito. Por seguidas vezes, ela deslizou da altura de sua testa até a base da nuca, sendo que ora eram as pontas de seus dedos que acariciaram seu couro cabeludo, ora eram suas unhas que o arranhavam de modo a não machucar, e sim causar uma boa sensação.

— Isso está sendo muito bom. — com um sorriso de canto e àquela altura de olhos fechados, Grissom resmungou, apreciando aquele carinho. Era uma mistura de relaxamento com excitação.

Sara aproximou seus lábios da orelha dele e após uma lambida naquela área, lhe sussurrou em tom rouco:

— Esta é só uma preparação para desfrutar do que estar por vir, baby.

— Jesus!

Ela ainda brincou com os dedos por sua barba, deslizando as unhas bem feitas por ela até o ruído sonoro outra vez os avisar que era hora de trocarem as posições.

Na terceira rodada, eles voltaram ao sofá com Sara deitada e algemada com os braços acima da cabeça. O 'alvo' de provocação de Grissom agora foram as pernas da namorada. Alternando entre beijos, lambidas e mordidas de leve, ele partiu do tornozelo até alcançar as coxas expostas ao erguer a camisola bonita que Sara usava.

Já nas coxas, deslizou os dedos de cima para baixo bem de leve, para em seguida massagear a parte interna delas com os polegares e usou outra vez a língua, com uma pressão firme. A cada ação, Grissom fazia questão de deixar claro toda sua vontade por Sara. Fazendo-a sentir o quanto é desejada por ele e despertando nela mais ainda o desejo por ele.

O supervisor já ia subir mais, quando seu tempo acabou.

— Céus! O tempo acaba sempre na melhor parte.

Eles inverteram os papeis, mas se mantiveram no sofá com Sara outra vez acomodada no colo do namorado. Agora a perita colocaria em prática mais uma etapa de seu roteiro.

Etapa 2 — O poder dos beijos!

A boca “é cheia de terminações nervosas”. Portanto, beijar é bem importante quando o negócio se trata de sexo e intimidade. Os lábios são poderosas zonas erógenas e a forma como se beija pode ser indicador do que estar por vir, por isso Sara começou de forma progressiva e lenta. Brincou com a língua nos lábios de Grissom, mordeu-os lentamente e depois acariciou seu rosto enquanto salpicava beijos estalados em sua boca deliciosa e se divertia com as tentativas frustradas do namorado em capturar seus lábios, para aprofundarem o beijo.

— Sara! — protestou o homem em frustração.

A perita se limitou a sorrir. Estava adorando provoca-lo. E sentada em seu colo, ela já sentia o efeito que o segundo passo de sua brincadeira estava causando nele.

Mas para acabar com o desespero do namorado e satisfazer a vontade de ambos, ela por fim o beijou. Sua língua girando macio e abrindo caminho através da boca dele, que cedeu sem demora.

Com as mãos, ela fazia carícias no cabelo dele enquanto explorava a boca e a língua de Grissom, com a sua, desfrutando de sensações boas. De maneira involuntária e sem que percebesse, Sara movia os quadris se esfregando no namorado enquanto se beijavam. Mas eis que para a frustração do casal, o alarme do celular tocou outra vez.

— Você tem razão o tempo acaba justo na melhor parte! — chiou Grissom com a respiração ofegante.

Eles precisaram de alguns segundos para se recuperarem antes de dar continuidade. E só então, Sara soltou Grissom e antes dele prendê-la, fez um pedido:

— Vou precisar que tire a camisola. — seus lábios se esticaram em um bico, seguido de um sorriso sacana.

— Você pretende acabar nessa rodada seguinte com o jogo, né Gris?

— Não! — negou, sorrindo. — Ainda quero chegar a minha próxima rodada de provocação. E será nela que VOCÊ vai pedir o fim do jogo ao chamar meu nome três vezes. — ele bicou seus lábios. — Tirando a camisola, senhorita.

Ela ficou encarando o namorado imaginando o que ele faria para lhe fazer pedir o fim do jogo. A intenção velada dela era fazer com que ELE pedisse pelo fim do jogo.

— Vamos, Sara!

Ela se livrou da peça de tecido macio e ficou só de calcinha.

Deitada outra vez e com os braços novamente preso acima da cabeça, Sara viu Grissom se acomodar ajoelhado entre suas pernas.

Grissom concentrou seus carinhos desta vez na barriga lisa da namorada, iniciando com toques suaves e beijos lentos para deslizar a língua pela extensão do baixo ventre. Subiu para circundar seu umbigo e subiu mais, pegando a 'rota' para seus seios.

Usando as mãos, ele as deslizou por seus montes SEM tocar nos mamilos. Apenas, ocasionalmente, ele resvalava os dedos por eles, só para atiçar a namorada mais ainda.

— Depois eu que sou a malvada que fica te torturando, né?

Aquele negócio dele só tocar com a mão de leve e não cair logo de boca em seus seios, que já imploravam por serem provados, estava sendo uma tortura para Sara.

— A gente tem que aprender a ser mau também. E eu aprendi com você.

Ele sorriu, desviando o olhar dela para seus seios perfeitos e dando continuidade aos seus carinhos. Com os polegares, Grissom foi fazendo movimentos circulares, variando a velocidade e a pressão nos mamilos dela.

Então vieram os beijos... As leves sucções e mordidas suaves pelos seios... As lambidas pela aréola e por fim nos mamilos. E só para torturá-la mais, ele deslizou a ponta do queixo barbudo por cada um deles.

— Isso! — ela gemeu, jogando a cabeça para trás.

Ele sorriu discretamente antes de enfim abocanhar um seio dela. Fazendo sucções, ele foi com isso só aumentando a sensação de prazer, que já consumia Sara por dentro.

— Gris...

"Não implore ainda!"

O pior é que ela já estava na iminência de pedir pelo fim do jogo aquela altura, mas o ruído do celular a impediu a tempo.

— Salva pelo gongo! — brincou o supervisor.

Nunca aquelas palavras soaram tão certeiras como naquele momento.

— Pra quem queria me fazer 'pedir' na próxima rodada, você quase põem esse plano por água abaixo agora, querido.

— Eu sei. E só por isto estou feliz pelo fim do tempo.

— Mas agora a rodada é minha.

Ela indicou a poltrona outra vez a ele. Acomodada novamente em seu colo agora só de calcinha, Sara partiu para outra etapa de seu roteiro.

Etapa 3: Os encantos que há nas orelhas e pescoço!

Um beijo ou lambida na orelha pode ser um estímulo sexual incrivelmente potente para alguns. Esta parte do corpo concentra uma grande quantidade de terminações nervosas. E era sabido por Sara o quão sensível seu namorado era ali. Deste modo, ela não ia negligenciar aquela região.

Aproximando seus lábios de uma das orelhas dele, ela respirou suavemente perto dela. Ouviu um suspiro de Grissom em resposta. Com a língua, brincou com o seu lóbulo enquanto acaríciava seus cabelos na base da nuca.

— Hum... Você sabe que aí é um dos meus pontos francos.

Ela deixou escapar uma risadinha sem vergonha bem rente a orelha dele e isto só fez o supervisor se arrepiar mais.

Sara beijou sua orelha sempre tomando o cuidado de fazer os movimentos de maneira delicada e provocante, para atiçar o prazer de forma calma e sensual.

Das orelhas, ela desceu para o pescoço e ombro, que são partes do corpo perfeita para dizer ao parceiro o quanto o deseja. E foi exatamente isto que Sara fez.

Com delicados e pequenos beijos, lambidelas discretas e mordidelas suaves, alternando com carícias nas orelhas, ela demonstrou sem palavras seu explícito desejo pelo namorado, além de atiçá-lo a um grau, que agora quem se via na iminência de pedir fim de jogo era o supervisor. Mas assim como foi com Sara, o ruído sonoro do celular foi a salvação de Grissom.

— Céus! Se tivesse mais uns segundos, eu acho que corria o sério risco de sabotar meus planos de ter próxima rodada.

Ambos caíram na risada desse comentário de Grissom.

Na sétima rodada da brincadeira em que Sara era algemada, eles retornaram ao sofá.

— Segundo você... Eu vou pedir o fim do jogo nesta rodada?

— Vai! — ele afirmou sem titubear ao se sentar ao lado dela. — Chamará pelo meu nome por três vezes e será fim de jogo. E se não pedir é porque você tem um auto-controle de tirar o chapéu.

— Ou porque o celular me salvou no último segundo.

— Isso não vai acontecer, honey.

Ele tinha um sorriso confiante e exibia uma cara sem vergonha que fez Sara franzir a testa.

— Você está com uma cara muito... Sem vergonha pro meu gosto!

Aproximando o rosto mais da namorada, Grissom confidenciou em um tom baixo:

— Talvez porque o que eu estou prestes a fazer... Seja sem vergonhice. — ele bicou os lábios dela que se abriram em surpresa pela resposta dada pelo supervisor.

— Doutor Grissom... Doutor Grissom...

— Posso começar?

— Vá em frente! Mas eu não vou encerrar o jogo nesta rodada.

— É o que veremos, honey.

Sem tirar os olhos dos de Sara, Grissom desceu sua mão sobre o vale entre os seios bonitos dela. De maneira lenta, ele foi avançando com a mão para baixo, descendo e descendo até esbarrar no elástico da calcinha. Só de provocação, ele passou reto, ignorando o ponto quente e sensível entre as pernas dela, para ir tocar suas coxas pela segunda vez naquele jogo.

— Gris... — ela chamou em protesto.

— Primeiro chamado! — ele lembrou-a, erguendo o dedo indicador da outra mão.

— Esse já está valendo?

— Claro!

Sempre com os olhos fixos em Sara para não perder nenhuma expressão dela enquanto a toca, Grissom subiu sua mão até esbarrar outra vez no elástico da calcinha. Por cima da peça de renda, ele usou a ponta dos dedos para fazer movimentos circulares leve em uma doce tortura.

Sem demora, sua mão já invadia a calcinha de Sara. Os dedos hábeis deslizaram entre os lábios vaginais, evitando ainda o clitóris ou qualquer tipo de penetração.

— Céus! — ela gemeu, sentindo seus dedos brincando dentro da calcinha dela.

— Pensei que ia me chamar pela segunda vez. — ele comentou, sorrindo.

— Bem que você queria.

— Ainda não!

Ele esfregou ao redor dos lábios e a viu se contorcer querendo que ele tocasse logo seu clitóris.

— Gris... — aquela altura de olhos fechados, ela acabou, deixando escapar seu nome em um gemido.

— Segundo chamado! — ele sussurrou se inclinado um pouco para frente afim de ficar mais próximo do rosto dela.

Ela nem se deu o trabalho de reclamar ou contestar, já que Grissom satisfez seu desejo escancarado e enfim tocou o clitóris, alternando entre movimentos circulares, de baixo para cima, de cima para baixo e de um lado para o outro, ele a atiçou em um grau que ela erguia os quadris do sofá, buscando por seu toque. Em certo momento, ele podia apostar que ela ia chamar seu nome, mas não o fez.

"Vamos, honey. Chame!"

Aquela altura ele já ansiava por seu chamado e o fim do jogo. Sua excitação já estava enorme assim como o volume que fazia dentro do short de seu pijama.

Enquanto seus dedos trabalhavam entre as pernas dela, sua boca brincava com um dos mamilos de Sara e aquilo em questão de segundos se tornou insuportável para o limites da perita. Não tinha controle que se mantivesse diante daqueles estímulos todos.

— Gris...

Terceiro chamado.

Fim de jogo!

Entre Grissom se livrar do short, da calcinha de Sara e estar penetrando a namorada, não levou mais do que quinze segundos.

A urgência em se unirem foi tão grande que nem se lembraram de tirar a algema. A perita só foi notar que ainda estava com o adereço, quando em meio aos acelerados movimentos de vai e vem de Grissom, ela tentou descer suas mãos do pescoço do namorado para suas costas e não conseguiu.

— Eu ainda estou algemada.

— Você não quer que eu interrompa aqui para...

— Claro que não. Continua assim mesmo.

Ele riu com o rosto escondido em seu pescoço e continuou como ela pediu. Não tardou mais que alguns instantes para ambos chegarem juntos ao clímax.

Após quase um minuto inteiro de silêncio, Grissom foi quem de pronunciou primeiro.

— Mais um jogo encerrado com sucesso. — ele ergueu o rosto do pescoço de Sara para olhar em seus olhos.

— Agora só resta o seu striptease, amor.

Ela estava tão ansiosa para aquele jogo. Contaria desde hoje os dias para tal 'evento' que, provavelmente, ocorreria na semana seguinte caso não houvesse imprevistos.

— Eu quero negociar isso.

— Negociar? Como assim?

— Fazemos mais um jogo antes do striptease.

Há coisas de alguns dias, a ideia de um jogo a mais tomou conta de sua cabeça.

— Você está querendo fugir do striptease, não é Gris?

Ela podia apostar suas fichas nisto.

— Não!... Só preciso de mais um jogo para me preparar, Sara.

Ele não se sentia preparado para o jogo de striptease. Na verdade, nem saberia dizer se depois estaria, mas a única coisa que sabia... Era que precisava de mais um jogo.

Por mais que Sara desejasse avidamente pelo striptease como sendo o próximo jogo, não achou de todo mau mais um jogo. Desde que fosse SÓ mais um!

— OK. Só mais um.

— Será só mais um mesmo. Vamos chamar de jogo extra.

Notas finais
Quem viu o Grissom?! No começo quase não topou essa saga de jogos. Ficou todo sem jeito nas primeiras brincadeiras e agora olha o que já faz kkk Se continuar assim vira o Sr.Gostoso. kkk Então... Pra quem esperava o striptease no próximo, como leram terá mais um jogo e este será beeeemmm interessante e surpreendente. Aguardem. Bjs.