Sex Games 2
11 Jogo #6: Dados eróticos
Notas iniciais
O jogo:
Nunca foi tão divertido e excitante jogar dados.
Com dois dados onde em um está explícito a ação que será feita e no outro está descrito o local do corpo onde a ação acontecerá, alterne com seu amor nas jogada. Divirtam-se beijando, mordendo, chupando lugares estratégicos no corpo um do outro.
Itens necessários:
· Dados eróticos vendidos em sex shop.
· Na ausência dos dados é só separar doze pedaços pequenos de papel e anotar em seis as ações e nos outros seis as partes do corpo, e depois é se divertir sorteando uma ação e um local onde deve ser aplicada a ação.
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— Por que a mudança de jogo, hein Sara? — enquanto se acomodava sentado na cama, só com o short de seu pijama e diante da namorada que usava uma camisola, Grissom quis saber.
O combinado seria o jogo 7 minutos de prazer, onde durante sete minutos Sara poderia fazer tudo com Grissom em relação a preliminares. Valendo sexo oral, massagem, beijos. E o supervisor teria que ficar algemado, apenas recebendo seus mimos. Depois os papeis eram invertidos e seria Sara quem ficaria algemada enquanto Grissom faria tudo o que quisesse nela.
Só que ontem Sara resolveu mudar o jogo e só estava avisando ao namorado sobre isto agora, em cima da hora, causando surpresa nele.
— Ah, amor. É que vi esses dados, quando fui no sex shop comprar o lubrificante comestível para o jogo passado e achei tão interessante e divertida essa brincadeira de dados, que comprei os dados eróticos para nós.
Na opinião dele o outro jogo seria mais excitante e até mesmo mais divertido, porém guardou aquilo para si diante da empolgação de sua namorada com aqueles benditos dados eróticos.
— Tá bem. Vamos jogar os dados então.
— Tem certeza? Você não me pareceu animado.
A cara dele era de certa frustração e isso não passou despercebido por Sara, que conhecia bem seu namorado a ponto de ler em suas reações e em sua cara quando algo o desapontava.
— É que pensei que jogaríamos o outro jogo, mas tudo bem.
— Se quiser a gente pode...
— Não se preocupe. Jogamos este. Nada nos impede de em outra oportunidade jogar o outro, não é?
A empolgação dela era gritante para os dados, que ele não quis boicotá-la.
— Não. Mas se você...
— Tudo bem, honey. Hoje vamos de dados, sem problema. — ele segurou seu rosto, o trouxe para junto do seu e lhe deu um rápido beijo nos lábios, para selar de vez aquela conversa. — Quem joga primeiro?
Sara ficou a encará-lo por míseros segundos. O arrependimento por não ter consultado seu namorado antes de fazer a mudança de jogo, tomou conta dela ao ver que Grissom não parecia bem satisfeito com o novo jogo, apesar de tentar disfarçar isso. E o conhecendo como conhecia, sabia bem que ele nunca admitiria aquilo.
— Sara?
— Eu jogo primeiro! — ela se rendeu e resolveu não insistir com ele.
Grissom assentiu e apanhando os dados do colchão os entregou na mão da namorada.
Sara então começou a sacudir os dois cubos dentro das duas mãos fechadas em concha.
— O que será que vai sair? — cantarolou a mulher.
Um dos dados trazia as ações:
1. Beijar;
2. Lamber;
3. Massagear;
4. Morder de leve;
5. Chupar;
6. Acariciar;
Já o outro trazia as partes do corpo:
1. Boca;
2. Mamilos;
3. Ombros;
4. Bumbum;
5. Genitais;
6. Pés;
Tão logo Sara jogou no colchão os dados e saiu o que ela teria que fazer, tanto ela quanto seu namorado se olharam e sorriram.
— Levando em consideração as possibilidades que poderiam sair... Até que vamos começar a brincadeira de um jeito... light!
Sara sorriu e teve que concorda com seu namorado, já que os comandos dos dados tinham sido: lamber — ombros.
— Ainda bem que você já está sem camisa. Facilita o meu lado. — de joelhos Sara se aproximou o suficiente do namorado e se posicionou entre as pernas dele. — Pronto para receber sua lambida? — ela usou de tom BEM malicioso ao falar.
Grissom a encarou com olhos quase se fechando e tentando conter o riso.
— Estou. Mas você me parece com uma cara matreira demais para alguém quem vai só lamber meus ombros, Sara Sidle.
Ela caiu na risada e Grissom acabou não aguentando e riu junto com Sara.
— Você que está vendo maldade onde não tem. — dissimulou.
— Sei...
— Deixa eu fazer logo isso vai.
— À vontade.
Fechando os olhos o supervisor aguardou pelo contato dela. Achou melhor não vê-la lhe fazendo aquilo e sim, apenas sentir. Outros jogos já lhe provaram, que não ver e apenas sentir as ações feitas por sua parceira eram mil vezes melhor, portanto não veria nada.
Sara sorriu ao olhar para o rosto de Grissom antes de executar sua ação. Uma simples ação, que diga-se de passagem transformou-se em algo arrepiante e excitante para seu namorado, quando ela executou o comando que saiu nos dados.
O toque húmido, macio e aveludado da língua dela deslizando de maneira lenta por sua pele, fez Grissom respirar fundo. Sara lhe lambeu primeiro toda a extensão do ombro direito e depois repetiu a ação no esquerdo, fazendo seu namorado engolir a seco ao final do que ela havia lhe feito.
— Cancela o que eu disse... — abrindo os olhos, Grissom segurou na cintura de Sara e completou, dizendo: — Porque isso que fez não foi nada light.
Sara riu.
— Foi sim! Nem vem, Gil. — sorrindo, Sara retornou ao seu lugar e estendeu os dados ao namorado. — Sua vez.
Ele apanhou os cubinhos da mão dela e após sacudir umas três vezes dentro de suas próprias mãos em concha, Grissom jogou os dados e acabou por sair: massagear — pés.
Sara abriu um gigantesco sorriso com o que deram os dados.
— Ai, adoro massagens, mais ainda se são nos pés.
Como se ele não soubesse disto. Inclusive foi uma das primeiras coisas que Grissom descobriu assim que começaram a namorar. E sempre que Sara lhe pedia uma massagem, ele atendia com todo o prazer do mundo.
— Dê-me aqui seu lindo pezinho, honey.
Sem precisar de segunda ordem, ela o fez. Com carinho Grissom ajeitou o pé dela sobre sua coxa e pelos poucos minutos seguintes Sara foi presenteada com uma boa e deliciosa massagem nos dois pés. Seu namorado tinha um jeito delicado de fazer aquela tarefa, que era muito bom. Sem contar que fazia com maestria.
— Ai, meu Deus! Eu já falei que adoro suas massagens? — ela gemeu de olhos fechados, jogando a cabeça para trás e apreciando muitíssimo o que Grissom lhe fazia. Quando se tratava de massagens seu namorado tinha mãos de fado.
— Sim, incontáveis vezes. — o supervisor sorriu. Só por mais um par de segundos ele ainda brindou-a com aquela massagem relaxante e quando achou que já estava bom, beijou o dorso do pé de Sara, finalizando sua missão. — Serviço terminado.
— Mas já? — Sara fez uma cara de triste. Estava adorando a massagem. Seu namorado bem que podia fazer só mais um pouquinho.
— Já, honey. — Grissom riu da expressão que sua namorada fazia.
— Queria mais! — sua cara pidona quase o convenceu, mas aí Grissom se lembrou que tinham um jogo pela frente e conseguiu evitar conceder um bis a sua namorada.
— Se cair isso de novo, você terá mais. — ele sorriu. — Agora é sua vez de jogar os dados, vai.
— Ok!
Mesmo não satisfeita com o término de sua massagem, Sara deu seguimento ao jogo. O comando que saiu para ela desta vez foi: morder — boca.
Saindo de seu lugar e indo se acomodar no colo de Grissom só para provocá-lo, Sara executou a ordem dos dados. E ela o fez com uma sensualidade e usou a pressão exata na mordida, que causou um verdadeiro furor no corpo de Grissom. E quando ele pensou que ficaria somente em UMA mordida, foi surpreendido com uma segunda e 'pior', Sara ainda achou de rebolar em seu colo, fazendo seus sexos se roçarem.
— Jesus do céu! Isso não era pra fazer parte, Sara!
— Gosto de incrementar. — com a ponta da unha do dedo indicador, ela tracejou com sensualidade sua mandíbula de um extremo a outro e depois com o polegar, desenhou os lábios dele que havia acabado de morder. Amava sua boca e o fato dela lhe transportar ao paraíso quando explorava seu corpo com uma maestria que nenhum outro foi capaz de explorar.
— Eu acho que na verdade, você gosta de me provocar. — sua boca beijou o dedo dela que ainda deslizava por seus lábios.
Sara riu. No fundo era isso mesmo. Com esses jogos todos, ela passou a adorar mais ainda provocar seu namorado. Era divertido!
— Não vou negar que isso não seja bom, porque é.
— Pra você não é?
— Com certeza! Mas agora é você, querido. — ela retornou ao seu lugar e lhe estendeu os dados.
Pelas rodadas seguintes Grissom chupou os mamilos da namorada lhe arrancando roucos gemidos; Sara mordeu o pé do supervisor causando risada em ambos; depois Grissom acariciou o bumbum de Sara, algo que ele adorava fazer; já a perita logo em seguida aplicou um oral no namorado, e ele depois do ato precisou de uns bons minutinhos para se recompor.
Quando Grissom enfim se restabeleceu e ficou mais "calmo", eles retomaram o jogo. Aí, veio uns comandos inusitados e engraçados como, por exemplo: Grissom ter que massagear a boca de Sara.
— Como que se massageia a boca de uma pessoa, meu Deus? — ele riu.
— Com os dedos polegares roçando, sei lá, Gris. — ela acabou rindo. — Você tem que fazer isso.
Ele fez como ela sugeriu. Com os polegares, Grissom pressionava de leve os lábios dela e fazia movimentos circulares, massageando os lábios da namorada, que não parava de rir daquilo.
— Com você rindo é difícil fazer massagem na sua boca.
— Me desculpe, mas é que isso tá engraçado.
— Acho que seria melhor então massagear a sua boca com a minha, que tal? Ia ser mais divertido.
Ela socou seu peito de leve.
— Nem vem que isso é beijar, espertinho. E o que caiu foi massagear.
Grissom riu. Ainda não tinha caído beijo na boca para nenhum deles e o supervisor estava louco para que saísse aquilo, de preferência para ele executar nela. Se bem que o contrário também não seria de todo mal.
Logo depois que Grissom terminou foi a vez de Sara ver qual seria seu comando. E para ela saiu algo mais inusitado ainda do que foi para seu namorado. Tanto fez o casal se olhar ostentando caretas para logo em seguida caíram na risada.
— Eu não vou fazer isso, Gris. Sem chance. — Sara balançava o dedo indicador em negação enquanto ria.
— Saiu, saiu. Você tem que fazer, honey, sinto muito. — Grissom se divertia da sorte de sua namorada.
Os dados para ela deram: lamber bumbum.
— Sério isso?
— Muito. Fazer o quê? Vamos lá?!
Ele se pôs de joelhos na cama e baixou só um pouco o short de seu pijama, de maneira que, apenas uma pequena parte de seu bumbum ficou exposto para Sara poder dar sua lambida.
— Só para constar isso não tem nada de excitante, viu?
A perita lançou um olhar para o namorado, que se segurava a todo custo para não sucumbir ao desejo de gargalhar dela.
— Foi você que escolheu esse jogo, Sara.
Ela devia ter lembrado da possibilidade de dar resultados inusitados e estranhos, como este.
— É, fui eu.
Por que mesmo ela foi optar por aquele jogo?
Ah, lembrou!
Foi porque segundo a vendedora, que não era a mesma que lhe atendeu no dia em que foi com Grissom no sex shop, disse que esta brincadeira era bem divertida e excitante.
Lamber a bunda do namorado não parecia ser nada excitante! Talvez fosse divertido só para ele que ria dela. — pensou Sara observando Grissom que ostentava uma cara de explícita diversão.
Bom... Como diz o ditado: "Quem está na chuva é para se molhar", e se ela estava ali para jogar, então jogaria.
— Ok! Vamos lá.
Para Grissom foi cômico para chamar de hilário mesmo, ver sua namorada fazer tal ato. Já para Sara foi um tanto inusitado. Nunca se imaginou em um momento íntimo, ter que lamber o bumbum de um namorado. Mas depois que fez isso de maneira rápida, diga-se de passagem, ela caiu de costas na cama e rindo bastante. Grissom a acompanhou nisso.
— Essa foi a primeira vez que uma namorada fez isso em mim. — revelou o supervisor em meio ainda aos risos.
— Primeira e última, hein! — ela rebateu sem deixar de rir. — Adoro o seu bumbum, mas prefiro mais apertá-lo, dar uns tapinhas e até uma mordida vá lá, agora lamber já foi sacanagem.
Grissom riu mais ainda. Não imaginava que fosse se divertir e rir tanto nesse jogo. Aquela altura já até agradecia pela mudança de brincadeira que sua namorada fez. Estava valendo a pena, pois mais cômico e divertido aquilo era impossível.
— Você só ri, não é? — com o pé ela deu um chute leve na canela dele.
— Fazer o quê?! Foi muito hilário isso.
— Agradeça que eu te amo, porque só muito amor pra isso.
Apesar de aparentemente estar reclamando do que teve que fazer, Sara no fundo estava mesmo era se divertindo em ver o divertimento do namorado. Vê-lo caindo na risada desta forma espontânea não tinha preço.
— Pois saiba que agradeço todos os dias por você me amar. E eu também te amo. — ele piscou para ela.
Ainda tiveram mais duas rodadas de comandos engraçados que causaram novas risadas nos casal. Aí, na terceira, que por sinal era a vez de Grissom, saiu: beijar — boca.
— Tudo o que eu queria! — o supervisor não fez qualquer questão de esconder sua satisfação por ter caído aquilo.
— Por que ficou tão contente com isso? — ela tentava não rir dele e sua cara de entusiasmado.
— Ora por quê? Porque vou beijar minha namorada. Isso não é um bom motivo para ficar contente?
Ele se pôs de joelhos na cama.
— Você está com uma cara safada demais, Gris. — Sara o observou enquanto ele vinha para cima dela bem lentamente, como um felino prestes a dar o bote.
— Você que está vendo maldade onde não tem. — ele afinou a voz em uma tentativa inútil de imitar a de Sara, quando ela lhe deu aquela mesma resposta momentos atrás.
— Você me imitou pessimamente, amor. — rindo Sara lhe acertou um tampinha no braço enquanto se deitava na cama, já que com as duas em seu ombro Grissom a empurrou gentilmente de encontro ao colchão.
— Não fui tão ruim assim, vai. — ele ajeitou seu corpo sobre o dela de modo que acabou por ficar encaixado entre as pernas da namorada, que as tinha aberto para justamente, lhe acomodar melhor.
— Foi sim. E por que estámos deitados? Só é um beijo rápido.
Grissom arqueou as sobrancelhas e fez uma cara engraçada.
— Porque um beijo assim, conosco deitados, é bem melhor.
Sara mordeu o canto dos lábios e suas mãos deslizaram pelos cabelos de Grissom e estacionaram em sua nuca.
A perita nunca confidenciou ao namorado, mas tinha certo encantamento por aquela parte de seu corpo. E não era só por aquela. Sua nuca e seu bumbum eram duas partes que arrancavam suspiros da morena, quando seus olhos batiam em uma delas.
Às vezes quando Grissom andava apressado à sua frente pelos corredores do laboratório, Sara se pegava admirando aquelas duas partes de seu corpo. Ele era um homem perfeito ao seus olhos. Um verdadeiro colírio, que ela por muito pouco não desistiu de vez no passado.
— Pronta para receber seu beijo?
Grissom repousou uma das mãos o rosto de Sara e usou o polegar para acariciar levemente sua bochecha.
— Mais que pronta!
Ela tinha um sorriso lindo dançando em seus lábios carmins, algo que fez pulsar mais forte o coração do suoervisor. Adorava quando ela sorria. E saber que era o responsável por aquele sorriso e a alegria que via nela, amenizava sua culpa pelo passado de tristezas que fez sua amada passar.
— Ei! O que há com você? — ela estranhou sua inércia e aquele seu olhar que do nada ficou opaco.
— Nada! — os lábios dele se esticaram em um sorriso e sua expressão se suavizou.
O que aconteceu lá atrás eram águas passadas! Mas era impossível conter o fato, de que volta e meia as lembranças ingratas do passado, vinham lhe importunar a mente para mostrar a Grissom o quão idiota ele foi. Só que aquele cara idiota e medroso deixou de existir faz tempo.
— Então por que não me beija logo para continuarmos o jogo?
— Seu pedido é uma ordem pra mim.
Sempre seria!
Com muita delicadeza sua boca cobriu a dela. Seus lábios provando e sentindo a maciez e o gosto um do outro, sem qualquer pressa ou afobação, como se estivessem degustando uma sobremesa daquelas tão maravilhosas, que não se quer terminar tão precocemente.
Àquele beijo eles davam o máximo de si. Era um beijo com o gosto doce do amor e toques intensos de paixão.
O desejo latente por algo mais profundo, instigou Grissom a pedir passagem com a língua para mergulhar dentro da boca de sua namorada. E Sara lhe concedeu tal acesso sem qualquer resistência.
Um gemido vindo de ambos escapou involuntariamente, no momento exato em que suas línguas se esbarraram durante o beijo, ao mesmo tempo em que uma das mãos de Grissom foi de encontro a coxa de Sara e lhe deu um leve aperto. Em contrapartida as mãos dela puxaram de leve os cabelos da base da nuca dele.
A temática do jogo era um beijo simples, mas a simplicidade se perdeu em meio a intensidade e profundidade que aquele gesto de afeto entre eles alcançou um nível alto. Em questão de segundos a faísca do desejo se tornou uma labareta de fogo, que tomou conta de seus corpos por dentro e por fora; exigindo que eles dessem vazão a necessidade que gritava pelos poros de ambos os corpos. Um queria e necessitava do outro naquele exato momento.
Deste modo o jogo de dados foi deixado para lá, já que jogo melhor do que apagar o fogo da paixão que os consumia, fazendo amor, não havia.
Então em questão de segundos a camisola de Sara já ganhava o rumo do chão, assim como, sua calcinha e o short de Grissom.
No momento em que seus corpos se uniram, as mãos de ambos se buscaram e entrelaçaram-se sobre a cabeça de Sara numa conexão que naquele momento unia não sou o corpo, mas a alma e o coração deles em um só enquanto iam começando a se mover em uma dança erótica de vaivém ritmado e sincronizado. Tão sincronizado quanto as batidas de seus corações, que no momento pulsavam na mesma frequência, como uma música de batida perfeita.
Eles se abandonaram ao prazer do momento. Aquele era o jogo preferido deles: fazer amor. Rolaram pela cama, inverteram as posições, trocaram beijos, juras de amor no calor do silêncio de seus olhares e quando o ritmo da dança erótica de seus corpos acelerou, seus gemidos se tornaram mais audíveis e pouco tempo depois, eles chegavam ao clímax quase que simultaneamente.
— Uau!
Foi tudo que saiu da boca de Sara para quebrar o silêncio do quarto.
— Eu adorei especialmente essa parte final do jogo! — Grissom lançou um olhar divertido a namorada após sair de cima dela para se deitar ao seu lado.
— Eu mais ainda. — seu sorriso largo reforçava mais ainda aquilo que ela havia dito.
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