Sex Games 2

9 Jogo #4: A carta mandou...


Notas iniciais
Hora de brincar num jogo novo.

O jogo:

Intercalando-se a cada jogada um jogador saca uma carta do baralho e deve pagar o desafio que ela significa.

Item necessário para o jogo:

· Um baralho (apenas um naipe completo);

#### GSR #### GSR ####

Por sugestão de Sara o cenário daquela noite de jogo entre seu namorado e ela, não seria o quarto. A escolha foi pela sala apenas para variar um pouco, já que quase sempre brincam no quarto.

E, assim, cá estavam na sala, com o mesmo número de peças de roupas (Sara de blusa, sutiã, short e calcinha; Grissom de camisa moletom, camiseta regata preta por baixo do moletom, cueca e bermuda), sentados no tapete, diante da mesinha de centro com as cartas do baralho (com a parte dos números virados para baixo) espalhadas pelo tampo de vidro do móvel de centro.

— Você viu onde pus a lista com a descrição das cartas?

— Aqui! — Grissom puxou de baixo da almofada no sofá o papel que continha os significados das cartas, que eles tinham que fazer no parceiro quando tirassem uma.

A lista era a seguinte:

A — Masturbe-se para sua parceira(o) até você sacar uma carta novamente;

2— Tire uma peça de roupa do parceiro(a);

3— Faça uma dança sensual;

4— A mulher tira uma peça de roupa dela;

5— O homem tira uma peça de roupa dele;

6— Chupe qualquer parte do corpo da outra pessoa;

7— Vale um beijo na boca;

8— Morda qualquer parte do corpo do parceiro(a);

9— Dê um beijo onde preferir;

10— Toque onde você quiser no parceiro(a);

J— Receba um tapa no bumbum;

Q— Conte uma fantasia;

K— Nada acontece na primeira e nem na segunda vez que esta carta aparece no jogo, apenas passa-se a vez para o outro jogador. Mas quando ela aparecer uma terceira vez, é game over e realiza-se a penetração.

As sugestão já vieram previamente estipuladas junto com a descrição do jogo, mas cabia mudança caso o casal preferisse alterar. Grissom até quis que a descrição da carta três fosse outra, mas perdeu para Sara nos argumentos. Sua namorada acabou o convencendo a deixar aquela descrição mesmo. O supervisor só torcia para não tirar a bendita carta com a dança sensual. Já bastava o striptease que ele teria que fazer e estava lhe tirando o sossego. A cada jogo que concluíam e se aproximava mais do striptease, mais ia dando nervoso em Grissom.

O supervisor depositou o papel sobre a mesa e pegou um bibelô de vidro colocando-o em cima do papel para que este não caísse da mesinha. Enquanto isso Sara se ocupou de embaralhar muito bem as cartas sobre a mesa. O jogo era simples apenas puxar uma carta e fazer no parceiro o que ela mandava. Não havia tempo limite para fazer. Podia ser feito rápido ou demorado, dependendo de quem o fizesse.

— Prontinho! Devidamente embaralhadas. — anunciou Sara. — Quem começa o jogo?

— Vamos tirar no par ou ímpar?

Ela concordou. Eles tiraram e Sara acabou ganhando a oportunidade de iniciar o jogo.

A morena puxou a primeira carta sem deixar que seu namorado visse qual era. Sorriu ao descobrir que a carta era de cara a que valia um beijo na boca.

— E já começamos bem esse jogo. — com um sorriso a mulher cantarolou, virando a carta ao namorado e lhe contando em seguida o que ela mandava fazer.

Grissom apenas sorriu sem mostrar os dentes ao saber que ganharia um beijo. Se viu compartilhando da mesma opinião de sua namorada de que o jogo começou bem.

— Hora de fazer o que a carta mandou... — Sara sussurrou, depositando a carta na mesa e se aproximando da boca de Grissom.

Não houve chance para réplica do supervisor, pois tão logo chegou nele e Sara já havia juntando sua boca à de Grissom num beijo demorado, intenso, com muita entrega e que ao seu fim deixou um gostinho de quero mais em ambos.

— Nossa! — ainda de olhos fechados exclamou o supervisor junto com um suspirou alto fazendo sua namorada sorrir de sua reação pós beijo.

— Bom?

Ele abriu os olhos e a encarou com um sorriso enorme.

— Beijar você é sempre bom, ou melhor, mais que bom, uma viagem, honey.

Ela sorriu e piscou para ele.

Compartilhava desta mesma opinião dele. Beijá-lo e ainda por cima, daquela forma era sempre certeza de uma viagem ao paraíso. Ele tinha o poder de lhe fazer viajar durante o beijo, quer seja num beijo terno e calmo, ou num intenso e demorado como o que acabaram de trocar.

E para Grissom se aplicava o mesmo em relação a sua namorada. Os beijos dela lhe transportavam para além... Sempre!

Recompostos e com Sara acomodada de volta ao seu lugar, a mulher reembaralhou as cartas e era então a vez de Grissom.

Imitando sua namora que não lhe deixou ver de imediato qual a carta havia puxado, Grissom também não a deixou ver qual era a cartar que tirou. Uma olhada na lista para conferir o que a bendita mandava e ele sorriu.

— Que carta tirou para abrir esse sorriso? — Sara observou com divertimento.

— Tire uma peça de roupa da sua parceira. — contou, virando a carta para a namorada e fazendo um biquinho adorável com os lábios.

— Vai em frente. — ela o autorizou.

Ele ficou de joelhos no tapete e pediu que Sara erguesse os braços, porque sua escolha era tirar-lhe a blusa. A peça de cor salmão então lhe foi tirada, revelando para surpresa de Grissom um sutiã vermelho, o mesmo que fazia parte do conjunto de lingerie que Sara comprou no sexy shop por sugestão do namorado.

O supervisor chegou até a engolir a seco e pigarrear após vislumbrar o sutiã em sua namorada.

Desde a compra Sara não havia usado ou sequer experimentado para o namorado ver como ficou o conjunto de lingerie. Aquela estava sendo a primeira vez para Grissom.

Diante da cara engraçada que se namorado fazia, enquanto lhe encarava feito um adolescente com os hormônios em ebulição, Sara não se conteve e riu. Grissom parecia fascinado com o que via! E olha que só era a peça de cima do conjunto de lingerie. A mulher só queria ver sua reação, quando pousasse os olhos na minúscula e transparente peça de baixo.

— O que achou do sutiã que você escolheu?

A pergunta dela chamou a atenção de deu namorado, que ergueu os olhos dos seios de Sara para seu rosto. Ela meio que já sabia que ele aprovara a peça só pela sua reação ao vê-la usando-a. Contudo, questionou somente pelo doce prazer de ouvir verbalmente sua opinião. E não podia ter ouvido coisa melhor dele.

— Perfeito em você, honey!

Aquela peça parecia ter sido feita exclusivamente para sua bela namorada, de tão perfeita que havia ficado nela. Moldava com precisão seus seios, deixando-os mais tentadores do que já eram.

— Estou curioso para ver a outra peça, como ela ficou.

— Pra isso temos que dar continuidade no jogo.

— Então vamos nessa. — ele sorriu e piscou para Sara. — Se não me engano a vez é sua.

Ele embaralhou as cartas e logo Sara já puxava uma: morda qualquer parte do corpo do parceiro. A escolha dela foi por uma mordida leve no queixo barbudo de seu namorado, que tirou do homem um suspiro por conta de ter sido tão excitante e gostosa aquela mordida de Sara.

Na rodada seguinte, que era a vez do Grissom, ele tirou para sua frustração a carta que não acontecia nada. Era a primeira vez da carta. Mais duas e fim de jogo.

A vez da jogada voltou para Sara. Ela puxou a carta que manda tirar uma peça de roupa do parceiro.

— Vamos ficar em pé de igualdade quanto ao número de peças de roupas, querido.

Ele apenas sorriu.

— Qual será sua escolha? Minha camisa?

— Negativo. Quero tirar esse seu short. — ela apontou para a peça escura que ele usava. — Pode ficar de pé... Baby!

Sem qualquer contestação Grissom se pôs de pé diante de Sara, que ficou de joelhos para a agradável tarefa de livrar seu namorado do short. Desfazendo o laço do cordão da peça que ele usava, a mulher então lançou um breve olhar cheio de malícia para o supervisor, que apenas lhe fitava com um discreto sorriso escapando do canto dos lábios.

Com a atenção voltada outra vez para o quadril do namorado, Sara foi de maneira lenta descendo o short que ele vestia. A peça deslizou de seu quadril, revelando uma cueca boxer de cor cinza bem recheada, e seguiu caminho à baixo pelas pernas torneadas do supervisor até alcançar seus tornozelos e assim, ser tirada de vez por Sara.

O casal agora estava em número igual de roupa.

— Se você já tivesse sem o short ainda pouco, eu teria mordido sua coxa, ao invés do, queixo. — revelou Sara quando Grissom voltou a se sentar ao lado dela.

— Quem sabe você não tenha sorte e a carta saía de novo.

— Se sair você já está ciente de onde vai ser mordido.

— Vamos voltar para o jogo, sua maluca adorável. — ele roubou um beijo dela.

A vez era de Grissom e ele tirou a carta: receba um tapa no bumbum.

— Em outro momento seria excitante, mas agora acho que vai ser engraçado isso. — ele riu, balançando a cabeça e devolvendo a carta à mesa.

— Sim! — Sara confirmou, rindo e fazendo o sinal com o dedo indicador de que era para seu namorado virar.

Grissom atendeu a namorada e se pondo de joelhos, recebeu seu devido tampinha no bumbum, que arrancou risos do casal.

— Sua vez, honey!

Após ter as cartas reembaralhadas, Sara puxou a sua.

— Conte uma fantasia. — ela revelou após olhar na lista.

A maior das fantasias dela, eles haviam realizado no primeiro jogo que fizeram meses atrás. Mais isso não quer dizer que aquela fosse a única. Não era! Haviam outras obviamente, e Sara partilhou com o namorado a fantasia que era a sua número 2.

— Bom... Eu adoraria fazer amor com você dentro do seu carro, no caminho para alguma cena de crime. A gente pararia numa rua qualquer e fazia uma rapidinha. Depois seguiamos para o trabalho. — resumiu.

— Você não está falando sério, não é Sara?

Ele estava surpreso e ao mesmo tempo chocado com aquela fantasia dela.

— Claro que estou. — ela riu. Estava falando muito sério. Adoraria realizar aquela fantasia qualquer noite.

— Em pleno horário de trabalho?

— É. — confirmou. — Mas aí, no caso teria que ser numa cena de crime que ficasse distante para podermos inventar a desculpa que nos atrasamos, por conta de algum trânsito que pegamos ou simplesmente, porque nos perdemos no meio do caminho.

Grissom estava literalmente de boca aberta depois do que ouviu. Sua namorada já havia pensado até na desculpa que inventar para justificar o atraso deles.

— Já falei que você é maluca, não falei?

Ela riu, fazendo sinal de positivo com a cabeça.

— Sara essa sua fantasia me parece um tanto arriscada e maluca.

— Talvez um pouco. Mas podemos tentar realizá-la mesmo assim, qualquer noite dessas de trabalho, o que me diz?

— Loucura!

— Grissom é sério!

— Vou pensar. — ele se limitou em dizer após ficar por breves segundos encarando sua namorada.

— Vai pensar com carinho, amor?

Ele sorriu já entendendo a jogada dela. Não era páreo contra sua esperta namorada. Ela sabia exatamente como lhe dobrar quando vinha com aquele termo carinhoso. "Amor" quase sempre significava para Grissom rendição aos pedidos da namorada.

— Vou pensar! — afirmou, sem coragem de negar-lhe tal pedido.

— Que bom! — ela bateu palmas de alegria e empolgação. — Agora é sua vez de tirar a carta.

Ele pescou a carta que lhe mandava tirar uma peça de roupa dele próprio. A camisa moletom foi a escolhida e agora, o supervisor estava de camiseta regata e cueca para deleite de Sara.

Na vez da mulher veio a carta toque onde quiser no parceiro. Para dar um pouco de calor a mais ao jogo, a namorada de Grissom não pensou duas vezes no lugar que tocaria. Sua mão foi subindo devagar pela coxa esquerda dele, sob o olhar atento do supervisor.

— Você não vai tocar onde eu...

Ele nem precisou completar a frase, pois a mão de Sara já alcançava o centro do quadril de Grissom, massageando seu membro por cima da cueca.

— Vamos começar a brincar pesado, é?... Céus! — ele gemeu quando ela o apertou na intensidade exata do prazer.

— Vamos começar a brincar sério agora. — ela sussurrou no ouvido dele.

Por mais uns segundos Sara o massageou até que parou, porque o jogo precisava continuar.

— Isso vai ter troco.

— Vou adorar. atrevidamente para ele.

Grissom só precisou da rodada seguinte para retribuir a provocação de sua namorada, já que a carta que ele tirou, foi: chupe qualquer parte do corpo da outra pessoa.

— Tô com medo de você. — Sara brincou ao ver a cara de perversão de seu namorado com a carta tirada.

— Não precisa ter medo. Sou inofensivo.

— Inofensivo como o Stevie, sua aranha de estimação?

— Exatamente!

Eles riram.

— Qual parte do meu corpo você vai escolher? — ela quis saber ao cessar os risos.

— Eles! — apontou para os seios dela.

— Os dois?

Ele assentiu já se aproximando o bastante da namorada. Sem dizer mais nada, baixou as alças do sutiã e expos os seios da amada. Começou primeiramente a lamber suavemente os mamilos (um pouco de cada lado, alternadamente) para então fazer o que a carta mandava. Os chupou na intensidade exata que sabia que Sara adorava e que lhe deixava a sua mercê. Sua namorada se alternava entre gemidos e supiros enquanto estava agarrada aos cabelos de Grissom.

Ao todo eles ficaram quase cinco minutos nisso. E quando Grissom pôs fim na brincadeira ficou um gostinho de quero mais em ambos.

— Acho que eu devia ter aproveitado mais tempo e te tocado mais. — ainda ofegante Sara ajeitava a alça de seu sutiã no lugar enquanto Grissom embaralhava as cartas para ela.

— Perdeu a chance. — ele sorriu. — Sua vez de tirar a carta.

Outra vez a carta K apareceu. E ambos já sabiam que na próxima vez que esta carta surgisse seria fim de jogo. Contudo, eles ainda não queria que acontecesse. Agora que o jogo estava esquentando.

O que mais Grissom temia aconteceu. Na sua vez ele puxou justamente, a carta que não queria, a que lhe mandava fazer uma dança sensual para a parceira. Na mesma hora ele chiou.

— Ah, não!... Me deixa trocar de carta, Sara? — pediu.

— Nem pensar!

— Eu não sei dançar sensual, por favor. — implorou.

— Tenta. Vai!

— Eu vou ficar ridículo fazendo isso. — argumentou.

— Encara como um ensaio para o striptease, que vai me fazer.

— Nem me fale disso, porque já me dá aflição só de imaginar que tá chegando esse dia.

Sara caiu na risada do namorado. Ela estava contando os jogos para chegar naquele que era tão ansiado por ela. Está louca para ver seu namorado lhe fazer um strip, mas por hora teria apenas uma dança sensual.

— Vou colocar uma música pra te deixar mais solto.

Ela se pôs de pé e seguiu ao aparelho de som na estante na sala.

— Música não.

— Música sim. Onde já se viu dançar sem música. — contra argumentou a mulher já ligando o rádio. Procurou nas estações de rádio qual tocava uma música que desse para seu namorado fazer uma dança sensual.

Sentado no chão Grissom era a cara do desespero. Como ele ia fazer uma dança daquelas sendo que ele nem sabia? O máximo que sabia dançar era música lenta, porque era um passo para lá e outro para cá. Nada de outro mundo.

— Olha o que eu achei. — Sara anunciou com empolgação e aumentando um pouco o volume da música, que já estava em seu refrão. — Um clássico pra você dançar, Griss. Marvin Gaye, Sexual Healing. — ela veio até o namorado dançando e sinalizando com as mãos para ele levantar.

Grissom negou com a cabeça. Dançar não era a sua e ainda mais, aquele tipo de dança.

— Bora, amor. É só uma dança. Além do mais, estamos só nós dois.

Ele a encarava com uma engraçada cara de desesperado, ou que lembrava alguém com uma tremenda dor de barriga.

— A música vai acabar, Griss.

Pelo visto ele não tinha saída. Era dançar ou dançar!

Agarrando a mão que a namorada lhe estendia, Grissom ficou de pé. Enquanto Sara foi se acomodar no sofá para assistia ao show, seu namorado foi se postar perto da estante onde estava o som.

A dança de Grissom se resumiu a balançar de um lado para o outro todo duro.

— Pronto. Dancei.

— Cruzes. Isso foi dança uma sensual? Você mais pareceu um boneco de posto, amor. — ela o alfinetou, rindo.

Ele a encarou com os olhos semi cerrados e as mãos nos quadris.

— Griss mexe os quadris, os ombros, amor. Tem que ser sensual, vai. Tenta mais uma vez.

A música do Marvin Gaye acabou e iniciou-se outra Cry To Me, de Solomon Burke.

E foi ao som dessa baladinha sensual, que Grissom fez uma nova tentativa de dança sensual a pedido de Sara. Desta vez, ele não saiu tão péssimo como anteriormente. Pelo menos já não foi duro, ao menos, conseguia mexer os quadris.

— Chegou, né?! — ele anunciou poucos segundos depois já desligando o aparelho de som para vir se acomodar perto de sua namorada.

— Fico me perguntando como vai ser o seu striptease.

Uma dança e ele já ficou assim. Imagina uma dança enquanto ele vai ter que ir se despindo ao mesmo tempo?

— Ainda tenho algumas semanas para o meu psicológico se preparar pra isso.

Sara sorriu. Mas depois resolveu não brincar com Grissom ou lhe deixaria mais retraído para o striptease. Ela achou melhor lhe dar confiança para aquilo.

— Eu sei que se saíra bem, amor. — ela beijou o rosto dele.

Bem ele tinha quase certeza de que não se sairá, mas por Sara tentaria.

— Vamos continuar a brincaria?

Ela assentiu. Era sua vez e a carta que Sara tirou foi a mulher tira uma peça de roupa dela.

Para completo e total deleite de Grissom, ele viu sua namorada tirar o short e quase teve uma síncope, quando Sara deu uma voltinha diante dele para lhe mostrar como era atrás a peça de baixo do conjunto da lingerie. Aquilo era uma calcinha mesmo? Era tão minúscula e não cobria nada na frente, já que era em renda. E atrás muito menos, com aquele fio dental.

— Isso aí não pode ser chamado de calcinha. — ele comentou, apontando para a peça. — E sim de teste para cardíaco.

Sara riu e seu namorado a acompanhou.

— Você ficou linda nela. — ele elogiou quando a namorada já havia se acomodado de volta ao lado dele no tapete.

— Obrigada. — ela agradeceu, sapecando um beijo na boca do namorado.

Mesmo que ele não tivesse elogiado, ela sabia disso, porque aqueles olhos azuis deixaram muito bem claros tal opinião. Seu namorado sabia falar muito bem com os olhos.

Pelas rodadas seguintes Grissom se despiu da camiseta e ficou só de cuecas; Sara lhe deu um beijo onde quis, no caso foi no pescoço; o supervisor tirou o sutiã da namorada; e Sara se masturbou para o namorado até ser a sua vez de tirar outra carta. E isso demorou um pouco acontecer, já que Grissom ficou a observando se masturbar que até se esqueceu por um breve momente, de que o jogo devia prosseguir e ele tinha que tirar sua carta.

Quando ele enfim tirou sua carta foi para acabar com o jogo, já que pela terceira vez o K apareceu.

It's game over, baby!

— Cama ou sofá? — Grissom propôs, jogando à mesa a carta que havia acabado de tirar. Depois de assistir ao espetáculo de sua namorada se masturbando, agora tudo o que o supervisor queria era terminar ele mesmo o que Sara começou a fazer com as mãos.

— Sofá! — Sara já foi se pondo de pé e trazendo pela mão seu namorado junto com ela.

Rápido eles despiram um ao outro das única peça que ainda vestiam. A pressa para pular para o sexo já gritava em ambos àquela altura do campeonato. Aos beijos e já despidos, eles foram se acomodar no sofá com Grissom por cima.

Com uma das mãos o supervisor guiou seu membro à entrada de sua namorada, e deslizou para dentro dela no segundo seguinte, para no outro já estar iniciando os movimentos de vaivém.

— Tão cedo... Não vou tirar da cabeça... A cena de você se masturbando pra mim, honey.

Tinha sido a primeira vez que ela havia feito aquilo durante todo esse tempo em que já estavam juntos. E Grissom se maravilhado com aquilo. Tinha certeza, que por dias aquela cena ia perdurar vívida em sua mente.

— E não é pra tirar mesmo! — ela afirmou, segurando o rosto dele com ambas as mãos para capturar seus lábios inferiores com os dentes, puxando-os de leve. — Agora falta você fazer o mesmo pra mim qualquer dia desses.

— Eu faço! — ele respondeu de maneira apressada antes de esconder o rosto no pescoço dela e acelerar os movimentos.

— Mesmo? — ela não escondeu a surpresa diante de sua pronta resposta.

— Sim!... Faço tudo por você, lembra?

— Oh, céus! — ela gemeu diante da mordida sensual recebida no ombro. — Lembro! Lembro de ter ouvido isso de você antes.

— Isso não mudou. — ele ergueu o rosto do pescoço dela e buscou sua boca com a dele.

Daí para frente palavras não foram mais trocadas, exceto gemidos quando suas bocas não estavam unidas. A intensidade dos movimentos foi ascendendo mais a cada investida; as mãos tocavam e apertavam onde bem queriam; os beijos mais urgentes também eram onde bem queriam; mordidas sensuais; rolou tapinha no bumbum de Grissom, que desta vez não foi engraçado e sim, excitante.

Algum tempo depois o casal era atingido e consumido pelo clímax.

— Jogo 4 muito bem concluído! — ofegante Grissom sussurrou rente ao ouvido da amada.

Notas finais
Até o próximo.