Sex Games 2
8 Jogo #3: Jogo do quente e frio (versão Sara faz em Grissom)
Notas iniciais
O jogo:
Provocar sensações de quente e frio enquanto faz sexo oral no parceiro.
Itens necessários para o jogo:
• Uma gravata;
• Uma xícara de chá quente;
• Um copo de água gelada;
Regra:
Enlouqueça bastante seu parceiro para só então pularem para o sexo.
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— Posso te confessar uma coisa?
— Claro, honey!
O homem de olhos azuis apertou o interruptor, apagando a luz do quarto e deixando o cômodo sendo iluminado apenas pelos abajures, que sua bela namorada já havia deixado acessos.
— Eu estava bem ansiosa pra fazer esse jogo em você e assim te retribuir o prazer que me fez sentir quando essa brincadeira foi feita em mim pela primeira vez e demais vezes. — Sara contou, vendo seu namorado vir se aproximando dela.
Grissom apenas sorriu sem mostrar os dentes. No fundo, ele também ansiava bastante em ter a sua oportunidade de estar do outro lado da brincadeira. Ao longo deste meio tempo que entre o término dos primeiros jogos e o início deste novos, ele havia repetido esta mesma brincadeira nela em quatro oportunidades. Mas Sara até então não havia feito nele uma vez sequer. Eis que chegou a hora disto mudar.
— Te garanto que... — o homem se pronunciou, abraçando a namorada pela cintura. — ... A sua ansiedade já não é tão grande assim quanto a minha.
Ele sussurrou antes de reivindicar os doces lábios dela em um beijo calmo. Bastou somente uns segundos para a língua dele pedir passagem para invadir a boca de Sara.
Sem desfazerem o contato bom entre suas bocas, a mulher iniciou uma curta caminhada para trás trazendo consigo seu namorado. Em quatro passos apenas ela já sentia a borda da cama bater atrás de seus joelhos.
Interrompendo brevemente o beijo, Sara fez Grissom acomodar-se a beira da cama.
Naquele instante se viu mudando o jeito com o qual faria as coisas iniciares no jogo. Ia fazer diferente de como mandavam as instruções. Nada de já despir seu namorado. Negativo! Faria isso depois. Pretendia primeiro provocá-lo com beijos antes de iniciar de fato a brincadeira do quente e frio, e depois... Bom, depois o excitaria bastante e o provocaria mais ainda durante o jogo. Sua intenção era levá-lo ao extremo da loucura, esperava conseguir.
Devidamente acomodada no colo do namorado, ela lhe deu outro beijo, porem curto. Após isso dirigiu sua atenção e lábios a beijar e mordiscar ora o pescoço, ora as orelhas dele, que reagia aquelas carícias com suspiros.
— Esta noite vou me dedicar bastante a uma parte do seu corpo que você sabe bem qual é. Não vou deixá-la tão facilmente. Prepare-se, querido! — ela sussurrou no ouvido dele de maneira sexy antes de abocanhar sua orelha.
O efeito de suas palavras provocaram um longo suspiro, seguido de um rouco gemido em seu namorado. E Sara sentiu as mãos dele que repousavam em sua cintura, apertarem-na com firmeza.
Ela tinha que admitir que todo aquele clima que os envolvia a cada vez que jogavam, ia lhe dando mais segurança, liberdade e principalmente, ousadia no que falar e fazer com seu namorado na cama.
Tempos atrás, antes de todos esses jogos fazerem parte de sua intimidade com Grissom, Sara não teria tanta coragem de lhe dizer o que disse. Não assim tão naturalmente e sem qualquer pudor.
Na verdade ela não era nem um pouco retraída na cama. Pelo contrário!
Contudo os jogos só vieram trazer mais ainda à tona este seu lado soltinho e desinibido. Assim como também estava trazendo este mesmo lado de seu namorado. Não tão aflorado e escancarado como o dela, mas o suficiente para ser considerado um progresso e tanto em se tratando de seu namorado.
E falando deste, antes que Grissom pudesse externar qualquer opinião ou comentário a respeito do que Sara lhe sussurrou, sua namorada o beijou novamente e desta vez, foi um beijo de arrancar fôlego.
Se havia uma coisa que Gil Grissom amava tanto quanto sua namorada, eram os beijos dela. De todos os tipos! Desde o calmo e sereno, até o intenso e avassalador, que lhe fazia perder a noção de tempo e espaço como este que trocavam.
Dois segundos de interrupção no beijo e Sara despiu Grissom da camisa que ele usava. Espalmando as duas mãos no peito dele, ela o forçou a se deitar de costas na cama e de maneira atravessa no móvel, deixando suas pernas para fora.
Antes, porém, de se deitar por completo Grissom buscou o travesseiro da cabeceira da cama e só então se deitou, acomodando a cabeça no macio travesseiro.
Elevando os braços para o alto de sua cabeça, o homem assistiu Sara se curvar para frente na direção do peitoral dele, e começar a lhe salpicar beijos por todo aquele território.
Seus lábios macios traçaram um caminho para baixo que só parou quando a mulher alcançou o elástico da calça moletom cinza que o namorado usava.
Ela saiu de cima dele e pôs-se de pé. Sob o olhar atento de Grissom as mãos dela agarraram cada lado da peça que ele usava e bem devagar Sara foi baixando a calça trazendo junto a cueca. Ambas as peças depois de tiradas, foram descartadas no chão mesmo.
— Você bem que poderia se livrar das suas roupas também e nos deixar em pé de igualdade. — tentou negociar Grissom vendo sua namorada jogar o travesseiro dela no chão.
O objeto serviria para evitar que os joelhos de Sara doessem enquanto ela fazia o jogo em Grissom, já que para tal incumbência ela ficaria ajoelhada.
— Ainda não é o momento pra isso, espertinho. — Sara lhe deu uma piscadela antes de se pôr de joelhos sobre o travesseiro de maneira a ficar acomodada bem entre as pernas abertas de Grissom.
Do alto de seu travesseiro e com o olhar sempre atento a cada ação da namorada, Grissom viu Sara apanhar de cima do criado mudo a xícara com chá quente e o copo de água gelada que havia deixado ali, e depositá-los próximos dela no chão. Feito isso a mulher encarou o namorado por um segundo antes de focar seu olhar no meio das pernas do supervisor. Uma leve mordida no canto dos lábios lhe escapou ao periciar o local que daqui a pouco seria o "alvo" principal de sua brincadeira. Ele ainda estava calmo, mas muito em breve ela se encarregaria de deixá-lo BEM animado.
Vendo a forma nada inocente e totalmente indecente com a qual Sara fitava o centro de seu quadril, Grissom começou a temer por antecipação não ser capaz de aguentar sequer metade daquele jogo todo.
— Se continuar me olhando desse jeito, eu vou te puxar pra cima de mim e deixar pra lá esse jogo de quente e frio.
Sara ergueu os olhos para seu amado e sorriu.
— Nem pensar. Quero fazer o jogo em você!... E pretendo fazê-lo tão bem que não vai esquecê-lo mais, querido.
Ela estava empenhada àquilo e principalmente, em dar o seu melhor naquele jogo para satisfazer seu namorado. Ele foi tão bem nas oportunidades em que lhe fez aquele jogo, que ela tinha por dever lhe retribuir tão bem quanto ele.
E se depender da vontade que ela estava de ir bem, Grissom ia desfrutar da sua melhor performance num oral. Ela aliaria o que já sabia, com as preferências de seu amado quanto aquele tipo de sexo e mais as novas informações adquiridas numa fuçada na internet para fazer bem feito seu serviço.
Com tudo aquilo não havia chance de não se sair ruim. Pelo contrário!
— Hora de começar.
Para começar a temperatura ia ser quente. Ela apanhou do chão a xícara de chá e solveu dois goles da bebida, aproveitou e passou a língua pelos lábios para amorná-los também.
Todavia esse seu simples, porem sensual gesto final muito bem observado por Grissom já arrancou um discreto gemido do supervisor e fez Sara sorrir.
Com os lábios e o interior da boca quentes, a mulher deu início ao jogo. De modo algum, ela já foi partindo direto ao ponto central do jogo. Nada disso!
Como um bom jantar que começa com um pequeno prato de entrada, ela partiu para abrir o apetite beijando e mordiscando áreas sensíveis do amado. Seu alvo inicial, portanto, foram as partes externas das coxas dele.
Primeiro veio a direita e depois a esquerda. Em cada uma seus lábios e língua aquecidas pelo chá tocaram aquela região em Grissom e brincaram em sua pele alternando entre beijos, chupões e mordidas leves, nada forte para não machucar.
A cada toque de sua boca quente fazia Grissom gemer baixo apreciando as ações feitas por Sara.
Uma nova provada no chá para reaquecer a boca e Sara seguiu com ela agora pela parte interna da coxa esquerda de seu namorado, trilhando um caminho de beijos que seguiu-se até sua virilha e subiu pela lateral de seu quadril até alcançar a barriga dele onde ela distribuiu mais beijos e ainda deslizou com a ponta da língua em torno de seu umbigo, sempre mantendo o contato visual com Grissom para ver suas reações.
Aí, ela resolveu trocar a temperatura!
Solvendo um gole da água gelada, Sara repetiu o mesmo 'roteiro' na perna direita fazendo seu namorado deixar escapar mais suspiros e outros gemidos durante a trilha fria que sua boca traçou por ele.
Querendo deixar mais frio, Sara pegou o copo de novo e apanhou uma pedra pequena de gelo com os dentes, e pôs-se a passear com a bendita pedrinha por uma virilha de Grissom e depois pela outra.
— Céus! — gemeu o supervisor agarrando as laterais do travesseiro e fechando por um segundo os olhos.
Ô jogo malvado e ao mesmo tempo prazeroso!, Grissom se viu admitindo.
Sara lançou um olhar na direção dele e riu daquelas suas reações.
Ela devolveu a pedra de volta ao copo. Agora era hora do jogo ficar mais... excitante ainda do que estava.
Com uma das mãos ela segurou a base do meu membro de Grissom e sem precisar resfriar a boca com água gelada já que havia acabado devolver a pedra de gelo ao copo, a mulher desceu sua boca ao centro do quadril do namorado, mas não diretamente ao pênis dele. Não, não! Ela dedicou suas carícias a outro local: os testículos, lambendo-os e os sugando.
Recordou-se de ter lido que aquela parte da anatomia masculina não estava ali a toa ou fazendo 'figuração'. Tão pouco estava ali para ser vítima de bullying e sendo excluído descaradamente do ato sexual oral. Deste modo o incluiu na brincadeira e em suas carícias. Usou e abusou da língua para massageá-los enquanto os sugava algumas vezes.
Escutou resmungos baixos e desconexos vindos de Grissom durante sua ação.
Uma olhada nele após ter dedicado atenção e carinho suficiente em seus testículos e encontrou o homem com uma expressão afogueada, surpresa, porem satisfeita com o que havia lhe feito.
E de fato ele estava satisfeito. Havia adorado aquilo. Era uma novidade entre eles que foi muito bem aceita pelo supervisor.
Sara partiu de vez para o alvo principal do jogo. Primeiro, ela o tocou e masturbou-o de leve com a mão, para só então, ainda mantendo a temperatura fria, começar a chupá-lo. Começou pela base do pênis, suavemente, subindo e descendo devagar com a língua, umedecendo-o. Repetiu isso por um breve período. Aí, dedicou atenção a glande.
Aquecendo a boca com o chá, ela englobou e envolveu a glande por inteiro, deixando a língua flácida, bem mole e fazendo com ela movimentos circulares em torno da glande enquanto esta estava guardada dentro de sua boca.
"Sexo oral não é apenas colocar, e retirar o pênis da boca. Sexo oral é a arte de excitar o pênis através de carícias provocantes feitas com a boca.", e era exatamente se atendo à este conceito o qual leu em algum lugar recente, que Sara estava se valendo para se sair bem não somente naquele jogo, mas também nas próximas sessões deste tipo de sexo, que faria em seu parceiro daqui por diante.
Ela passou a fazer quentes (em temperatura) e suaves movimentos de sucção, movendo a língua ao redor chupando todo o pênis, alternando chupadas só na glande e depois descendo e subindo, colocando-o dentro da boca até onde conseguia.
— Oh...
Grissom teve que respirar fundo para não ter um orgasmo e gozar naquele momento com tudo que ela fazia, acabando assim com o jogo. Mais um pouco e isso já seria impossível de conter como foi agora.
Atenta as reações do namorado, Sara estava curtindo cada expressão de tesão dele. Era bom demais ver o prazer escancarado em sua face e saber que era a responsável por aquilo. Sem contar que suas reações de prazer serviam como um incentivo para ela ir mais além.
Ele inclusive quando não estava de olhos fechados para aproveitar melhor e com mais intensidade as carícias que ela lhe fazia, os tinha abertos e atentos nela e em suas ações.
Dizem por aí que os olhos são o espelho da alma, mas eles também são o espelho do corpo. E tanto Grissom deixava transparecer através de seus belos olhos azuis o quanto estava aprovando e curtindo tudo o que Sara lhe fazia, quanto a mulher também deixava explícito em seus olhos castanhos que curtia tudo o que vinha fazendo no parceiro.
Ela experimentou abrir a boca para deixar o pênis apenas encostar nos seus lábios, que agora estavam gelado por conta da pedra de gelo que acabou de passar sobre eles e assim, passou a língua ao redor do pênis. Depois fechou os lábios, fazendo um biquinho e esfregou a glande em seus lábios, de forma como se estivesse passando um batom.
A visão dela fazendo aquelas coisas foi espetacularmente erótica para Grissom. A melhor que os olhos deles já viram. O homem sentiu o sangue e o corpo ferverem em tesão.
De onde sua namorada estava tirand aquelas inovações todas?
Eram novidades que ele não esperava e muito menos, estava preparado para ver. Felizmente seu coração já havia sido testado o suficiente em jogos anteriores e, resistido muito bem a todos. Ou do contrário, Grissom tinha quase certeza de que não teria aguentado ver aquelas novidades que Sara estava promovendo.
Quando ele achou que ela não podia melhorar mais ainda aquele jogo, Sara o fez. Mantendo a temperatura da boca ainda gelada e usando a mão como extensão da boca, ela passou a sincronizar com perfeição os movimentos de descer e subir pelo membro dele, enquanto ia acelerando a intensidade desses movimentos. E assim bastaram-se apenas um pouco mais para Grissom está chamando o nome de Sara num prenúncio de que estava em seu limite.
No mesmo instante a mulher se pôs de pé, livrou-se de suas poucas roupas rapidamente e subiu em Grissom, que tratou logo de inverter suas posições. Com pressa e certa urgência ele já foi guiando seu membro para a entrada de Sara e de uma vez deslizou para dentro dela fazendo-a morder os lábios ao mesmo tempo em que arquejarva as costas da cama e agarrava seus ombros.
— Céus, Sara!... — ele gemeu já movendo-se sobre ela em vai e vem. — Você disse que ia fazer esse jogo tão bem que eu não vai esquecê-lo. Pois bem, querida... Eu não irei esquecer mesmo! — ele sussurrou-lhe buscando seus olhos com os dele.
Ah, aquela noite e aquele jogo! Ambos iam ficar gravados em sua mente para sempre, assim como os outros, mais esse especialmente.
Cada detalhe seu. Cada novidade feita por Sara. Cada olhar de satisfação que ela lançou a Grissom enquanto o tinha em sua boca. Tudo ia ficar muito bem guardado num local mais que especial na mente do supervisor.
— Fico muito... contente em... saber disto. — ela respondeu com dificuldades, devido as investidas já rápidas dele para dentro dela. — Essa era... A minha intenção. — admitiu, mordiscando o queixo de Grissom e agarrando seus cabelos.
Daí para frente nada mais foi dito já que suas bocas se juntaram num beijo.
O casal se deixou perder pelo momento até atingirem o gozo, quase que juntos.
Um breve silêncio tomou conta do quarto, enquanto o casal tentava se recuperar da transa. Levou segundos para Grissom erguer a cabeça de cima dos seios de Sara onde descansava, e fitar o rosto corado de sua namorada. Quando seus olhares se encontraram, tanto o supervisor quanto sua namorada sorriram.
— Você é uma danada, Sara!
O sorriso dela se converteu em uma gargalhada que tomou conta do quarto.
— De onde tirou algumas das coisas que me fez durante o jogo? Nunca as tinha feito antes.
— Você não gostou delas?
— Na verdade eu adorei todas elas. — ele admitiu com um lindo sorriso tímido.
Ela sorriu de sua imediata resposta.
— Eu tirei da internet, uns sites que falam de sexo. Quis incrementar a nossa brincadeira e deixá-la melhor.
— E como deixou!!
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